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O projeto visa a montagem e as apresentações de um espetáculo de teatro musicado que celebra, revisita e legitima a sofrência como uma das mais potentes expressões da música popular brasileira até a contemporaneidade. Em cena, as atrizes-cantoras conduzem o público por uma experiência sensível que reúne teatro, poética, música e narrativa, homenageando mulheres que transformaram a dor em linguagem artística e deram voz às emoções coletivas do país.
Mais do que um espetáculo de teatro musicado, o projeto se configura como um ato cênico, político e afetivo. Cada canção é contextualizada por textos autorais que constroem uma dramaturgia capaz de costurar histórias pessoais, trajetórias artísticas e aspectos fundamentais da identidade cultural brasileira. A sofrência surge, assim, não como fragilidade, mas como expressão de coragem, resistência e da verdade dita em voz alta. A encenação se organiza em blocos dedicados a grandes nomes femininos do gênero — Roberta Miranda, Simone & Simaria, Maiara & Maraisa e Marília Mendonça — culminando em um bloco final composto por hinos eternos que integram a memória afetiva coletiva do Brasil. O palco minimalista, a iluminação dramática e o uso do violão como elemento simbólico reforçam a centralidade da voz feminina e da palavra cantada. Nesse contexto, a figura feminina é apresentada como sujeito corajoso e ativo: uma mulher que escreve, pensa e reverbera seus desejos por um mundo mais justo, plural e menos desigual, afirmando a importância da paridade de gênero e do protagonismo feminino na cena cultural. O espetáculo parte da ideia de que a sofrência é um fenômeno cultural brasileiro, criado pelo povo e especialmente moldado pela voz das mulheres. Ao teatralizar as canções, o projeto amplia seu sentido, revelando camadas emocionais, sociais e históricas que atravessam gerações.
Objetivo Geral: - Promover um espetáculo musical que valorize e celebre as vozes femininas que marcaram a música popular brasileira por meio do gênero da sofrência.- Destacar o protagonismo das mulheres enquanto intérpretes, compositoras e narradoras de experiências afetivas, sociais e culturais.- Fortalecer a representatividade feminina na cena musical, ampliando o acesso do público a produções artísticas que dialogam com emoções, vivências e identidade popular. - Homenagear as grandes intérpretes e compositoras conhecidas como "rainhas da sofrência", reconhecendo suas contribuições artísticas e culturais para a música brasileira. - Apresentar um repertório que dialogue com temas como amor, desamor, superação, autonomia e resistência feminina. - Estimular a reflexão do público sobre as narrativas emocionais e sociais presentes nas canções da sofrência. - Democratizar o acesso à cultura por meio da realização de um espetáculo musical acessível e de forte identificação popular. - Incentivar a formação de público para a música brasileira contemporânea e tradicional, fortalecendo vínculos entre arte, memória afetiva e identidade cultural. Objetivo Específico: - Realizar 24 apresentações na cidade do Rio de Janeiro.- Realizar 12 Apresentações na cidade de São Paulo.- Realizar circulação pelas seguintes cidades brasileiras: Brasília, Recife, Belém e Porto Alegre.Contrapartida Social - Ação Formativa: Uma roda de conversa sobre os temas abordados e o processo de produção do espetáculo, no Rio de Janeiro e em São Paulo, para alunos e professores da rede pública de ensino.
A execução do projeto ELAS CANTAM - AS RAINHAS DAS SOFRÊNCIAS se justifica por sua relevância cultural, social e simbólica. A sofrência ocupa hoje um lugar central na música brasileira, mas ainda é, muitas vezes, subestimada enquanto linguagem artística e narrativa feminina. Este projeto propõe um olhar sensível e respeitoso, reconhecendo o gênero como patrimônio afetivo e expressão legítima da experiência popular. Além disso, o espetáculo valoriza e evidencia o protagonismo feminino na música, destacando mulheres que romperam barreiras, ocuparam espaços historicamente masculinos e transformaram suas vivências em arte que dialoga com milhões de pessoas. Ao colocar cinco mulheres em cena, o projeto reafirma a força da coletividade, da escuta e da partilha. Do ponto de vista social, o espetáculo promove identificação, acolhimento e reflexão. As canções funcionam como espelhos emocionais, permitindo que o público reconheça suas próprias histórias e sentimentos, transformando o teatro em um espaço de catarse coletiva.ELAS CANTAM _ AS RAINHAS DAS SOFRÊNCIAS também atua como um registro artístico e simbólico de um movimento musical que marcou uma geração esegue influenciando novas vozes. Ao transformar essas canções em espetáculo teatralizado, o projeto contribui para a preservação da memória cultural brasileirae para o reconhecimento da sofrência como expressão estética potente.O projeto se aplica a Lei 8.313, pois se enquadra: Art. 1º Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura - PRONAC, com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3º Para cumprimento das finalidades expressas no artigo 1º desta Lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do PRONAC atenderão, pelo menos, a um dos seguintes objetivos: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; O projeto prevê a necessidade do uso do Mecanismo de Incentivo Cultura em projetos Culturais, uma vez que, sendo a Lei Rouanet a maior e melhor ferramenta de possibilidades para se captar recursos junto às empresas, precisamos lançar mão dela para termos êxito no investimento ao nosso projeto. Outrossim, consideramos ser democrático e certo levar a cultura a todas as camadas da sociedade, considerando a execução das contrapartidas existentes.
Espetáculo de 90min de duração Ingressos: R$ 200,00 (inteira) e R$ 100,00 (meia-entrada)
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO - Os teatros escolhidos para as apresentações do espetáculo deverão, necessariamente, ser equipados com rampas de acesso, e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na plateia, atendendo, assim, ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, que diz “proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23, da Lei nº 10741, de 1º de outubro de 2003, e portadoras de deficiência, conforme o disposto no art. 46, do Decreto 3298, de 20 de dezembro de 1999”. Item do orçamento: Locação de teatro ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em todas as apresentações do espetáculo, devidamente informado no material de divulgação. Item orçamentário - audiodescrição e locação de equipamentos comprovado na etapa de divulgação e acessibilidade ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Ofereceremos um tradutor de linguagem em libras em todas as sessões da peça, todas devidamente informadas no material de divulgação. Item orçamentário - Intérpretes em libras comprovado na etapa de divulgação e acessibilidade ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Assistência pessoal para conduzir o espectador até o seu local na plateia e reserva de lugares (com acompanhante) nos corredores, perto da saída de emergência; atendimento preferencial, priorizando a entrada antecipada, evitando filas de espera e desconforto com aglomeração. Item orçamentário - Monitores PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: Todos os teatros serão devidamente equipados com rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores de deficiência física e usuários de cadeiras de rodas, bem como local apropriado para sua acomodação na plateia e de seu acompanhante. Item do orçamento: Locação de teatro ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Também ofereceremos um tradutor de linguagem em libras nas palestras oferecidas na contrapartida social que ocorrerão em todas as cidades, devidamente informadas no material de divulgação. Item do orçamento: Intérpretes de libras e comprovado na etapa de divulgação e acessibilidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Assistência pessoal para conduzir o participante das palestras até o seu local na plateia. Item do orçamento: Monitores ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Por se tratar de palestras com apenas falas, não vimos a necessidade da audiodescrição, mas o palestrante mencionará como estará situado no palco. O monitor também conduzirá o espectador até seu local na plateia, assegurando a reserva de lugar no corredor, perto da saída de emergência; igualmente priorizando a entrada antecipada, evitando filas de espera e desconforto com aglomeração. Item do orçamento: Monitores Dessa forma, atenderemos as regras básicas dos arts. 42, 43 e 44 da Lei nº 13.146 de 6 de julho de 2015, art. 46 do Decreto nº 3.298 de 20 de dezembro de 1999 e do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, a fim de proporcionar condições de acessibilidade a pessoas idosas e portadoras de deficiência.
Art. 41. O plano de distribuição da proposta deve prever medidas de democratização do acesso aos produtos, bens, serviços e ações culturais produzidos, contendo as estimativas da quantidade total de ingressos ou produtos culturais previstos, observados os seguintes limites: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendo mais de 1 (um), receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado; II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto; III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$50,00 (cinquenta reais). V - 50% do ingressos vendidos a R$ 200,00 (inteira) e R$ 100,00 (meia-entrada). Seção III Das Medidas de Ampliação de Acesso Art. 42. Em complemento às medidas de democratização de acesso, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; Realizaremos um ensaio aberto no Rio de Janeiro e em São Paulo como medida de democratização de acesso.
O proponente exercerá as atividades de Coordenação geral e Coordenação do projeto, sendo o responsável pelas decisões da produção. Texto e Direção: Eduardo BarataEduardo Barata é um renomado produtor teatral, diretor e jornalista carioca, fundador e figura ativa na Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro (APTR). Reconhecido por idealizar musicais como "O Admirável Sertão de Zé Ramalho", ele atua na gestão cultural e produção de espetáculos no Brasil. Principais Destaques da Trajetória:Fundador da APTR: Atua na Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro, focando na valorização da classe.Produção Cultural: Através da Barata Produções, idealiza e produz espetáculos teatrais, incluindo musicais de grande porte.Reconhecimento: Vencedor do Prêmio Faz Diferença (2019), na categoria Teatro, pelo jornal O Globo.Projeto "O Admirável Sertão de Zé Ramalho": Idealizador do musical (2024).Formar Cultura: Mediador em debates sobre gestão de carreira artística e autonomia.Atuação Profissional: Possui perfil no LinkedIn e atua fortemente no fomento cultural. Barata é também um defensor da automatização e profissionalização da produção teatral no Brasil. Direção musical: Julie WeinJulie Wein (nome artístico de Julie Hellen Weingartner) é uma artista e cientista brasileira que concilia carreira como cantora, compositora, atriz e musicista com atuação de destaque em neurociências. Doutora pela UFRJ e pós-doutora pelo Instituto D'Or (IDOR), pesquisa neurociência da música, emoções e computação. Principais Destaques:Ciência: Doutora em Neurociências Cognitivas (UFRJ/IDOR) e pesquisadora pós-doc no Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino (desde 2019). Especialista em neurociência das emoções e música, trabalhando com neuroimagem e programação (Matlab/R).Música: Lançou o álbum autoral "Infinitos Encontros" (2020) pela Biscoito Fino com Ed Motta. Premiada como Melhor Intérprete de MPB pelo PPM e vencedora na Rádio MEC.Artes Cênicas: Atuou e musicou peças como "Contra o Vento" e "A Lenda do Vale da Lua", com formação em teatro e técnica de Alexander.Formação: Graduada em Biofísica pela UFRJ, com formação musical em violoncelo, piano e canto. O trabalho de Julie Wein é marcado pela intersecção entre o rigor científico do cérebro musical e a expressão artística. Preparação vocal: Jane CelesteJane Celeste Guberfain é Professora Titular das disciplinas de Voz da Escola de Teatro da UNIRIO (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro). Fonoaudióloga, Especialista em Voz. Mestra e Doutora em Teatro pelo Programa de Pós-Graduação em Teatro da UNIRIO.Possui experiência na área de Atuação para o Teatro com ênfase em metodologias para o trabalho vocal do ator, poéticas da interpretação teatral e encenação para o Teatro. Preparadora de elencos em peças teatrais, filmes e espetáculos musicais. Principais publicações: Voz em Cena volumes 1 e 2 (Editora Revinter); A voz e a poesia no espaço cênico (Editora Synergia); Práticas, poéticas e devaneios vocais (organizado junto com o prof da UnB Cesar Lignelli) - Editora Synergia. Artigos científicos na Revista online “Voz e cena” da UnB.Ministra cursos de aprimoramento vocal e de comunicação em diversas instituições.Direção de movimento: Marina SalomonMarina Salomon é uma renomada artista brasileira, atuando como bailarina, atriz e diretora de movimento. Com uma carreira sólida, destaca-se no teatro, pesquisa corporal e docência, incluindo atuação na CAL (Casa das Artes de Laranjeiras) e produções artísticas no Rio de Janeiro. Principais Destaques do Currículo:Atuação Artística: Atriz e bailarina com longa trajetória, incluindo trabalhos como "Romola & Nijinsky".Direção de Movimento: Especialista em pedagogia do movimento, corpo em ação e preparação corporal.Docência e Pesquisa: Professora na CAL - Casa das Artes de Laranjeiras.Formação: Mestre em Artes Cênicas pela UNIRIO (PPGAC). Cenografia: Rostand Albuquerque e Barbara QuadrosRostand de Albuquerque é um reconhecido cenógrafo brasileiro, com destaque na cena teatral, especialmente no Rio de Janeiro. Ele foi premiado por seu trabalho e tem uma trajetória associada a produções de relevância, muitas vezes trabalhando com o Grupo Nós do Morro. Destaques do Currículo e Carreira:Premiação: Venceu o prêmio de Melhor Cenografia Adulto com o espetáculo "O Rinoceronte".Parcerias e Projetos: Trabalhou em colaboração com Fernando Mello da Costa na cenografia de montagens, incluindo séries de rampas e escadas em preto que simulam a encosta de um morro.Atuação: Participou de projetos de grande visibilidade, como "Sonho de uma Noite de Verão" com o Grupo Nós do Morro.Reconhecimento: Teve seu trabalho exposto na mostra nacional da Quadrienal de Praga de 2011 (PQ'11). Figurino: Rute AlvesRute Alves é uma das porta-bandeiras mais experientes e respeitadas do Carnaval carioca, com uma trajetória marcada por passagens em grandes escolas de samba. Ela é conhecida por sua técnica apurada, elegância e por defender o pavilhão ao lado do mestre-sala Julinho Nascimento, com quem forma um casal de destaque há anos. Porta-bandeira: Com mais de 50 anos, é considerada parte do seleto grupo de porta-bandeiras veteranas (50+) que se mantêm em alta performance na Sapucaí.Carreira: Teve longa trajetória na Unidos da Tijuca e, mais recentemente, defendeu a Unidos da Viradouro (atual campeã). Em 2026, foi anunciado seu desligamento da Viradouro e sua ida para a União de Maricá para o Carnaval 2027.Reconhecimento: É vencedora do prêmio Estandarte de Ouro.Perfil nas Redes: No Instagram, se autodescreve como "Mãe", "Primeira porta bandeira da União de Maricá", "Figurinista" e religiosa. Currículo/Atuação:Porta-bandeira (Principais Passagens): Unidos da Tijuca, Unidos da Viradouro, União de Maricá.Trabalho com Figurinos: Rute Alves também atua como figurinista, indicando um profundo conhecimento técnico sobre a confecção das fantasias que utiliza na avenida, as quais são conhecidas por serem pesadas e de luxo. A profissional também é conhecida por sua postura firme na valorização das mulheres e defesa de pautas democráticas Iluminação: Rodrigo EmanuelTrabalha com iluminação cênica em teatro desde 2008, tendooperado a luz em mais de 100 espetáculos teatrais e musicais.Em Shows, iluminou artistas como: Francis Hime, Carlos Lyra, Flávio Venturini, Nanda Garcia, Colbie Caillat, Pocah, Thiago Martins e Mart’nália.Atua também em Tv e Cinema.No cinema, criou efeitos de iluminação no Filme “lima Barreto ao terceiro dia” (Globo Filmes).Na Tv, desenhou a luz da série “Humor Negro” (Globoplay) e atuou como assistente de direção de fotografia/operador de luz nas séries: “Tô de Graça” (Multishow) e “A Sogra que te Pariu” (Netflix).No teatro, iluminou os espetáculos a seguir:Peça: Vivo Demais Para Ser Feliz ImpunimenteDireção: Rafael SiegTeatro 2 Sesc TijucaPeça: Dois Velocistas No Globo Da MorteDireção: Marcio FonsecaTeatro do Centro Cultural Parque das RuínasPeça: Na Hora do AdeusDireção: Daniel Dias da SilvaTeatro da Casa de Cultura Laura AlvimPeça: Agreste (Tv Globo)Direção: Duda MaiaProjacPeça: Desmontando Bonecas QuebradasDireção: Ysmaille FerreiraTeatro do Centro Cultural da Justiça FederalPeça: Casa de GuerraDireção: Adriano GuimarãesTeatro Mezanino Sesc CopacabanaPeça: O TartufoDireção: Bruce GomlevskyTeatro do Centro Cultural da Justiça Federal
Proposta transformada em projeto e encaminhado para assinatura.