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PRONAC 262346Projeto em avaliação documentalMecenato

VIDIGAL - MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS

L W PRODUCOES ARTISTICAS LTDA.
Solicitado
R$ 2,49 mi
Aprovado
R$ 0,00
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
26

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2027-01-01
Término
2027-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Montagem e temporada do musical "Vidigal - Memórias de um Sargento de milícias" baseado na obra de Manuel Antônio de Almeida.

Sinopse

Nos estudos sobre a obra, houve uma linha de interpretação que, seguindo as indicações de Mário de Andrade, e tendo como base o enredo episódico do livro, classificou o romance como uma manifestação tardia do “romance picaresco”, gênero popular espanhol medieval dos séculos XVII e XVIII. O gênero picaresco – do qual o mais ilustre representante é o romance Lazareto de Tormes – caracteriza-se por narrar, em primeira pessoa, os infortúnios de um pícaro, um garoto inocente e puro que se torna amargo à medida que entra em contato com a dureza das condições de sobrevivência. Por isso, procura sempre agradar a seus superiores. O pícaro tem geralmente um destino negativo, acaba por aceitar a mediocridade e acomodar-se na lamentação desiludida, na miséria ou num casamento que não lhe dá prazer algum. Nenhuma dessas características está presente em Memórias de um Sargento de Milícias. Leonardo não é inocente. Ao contrário, parece já ter nascido com “maus bofes”, como afirma a vizinha agourenta. Também não é totalmente abandonado, tendo sempre alguém que toma seu partido e procura favorecê-lo. Ele ainda desafia seus superiores, como o mestre-de-cerimônias e o Vidigal. Por fim, Leonardo não encontra um destino negativo, pois se casa com o objeto de sua paixão (Luisinha, a sobrinha de dona Maria), acumulando cinco heranças e granjeando uma promoção com o major Vidigal. Existem, de fato, algumas semelhanças entre Leonardo e os personagens picarescos. Uma é a atitude inconsequente do protagonista, que o leva, por exemplo, a esquecer-se rapidamente de Luisinha ao conhecer Vidinha. Depois, o amor antigo retorna, mas nada dá a entender que não possa acabar novamente. Essas semelhanças, porém, são superficiais, por isso é problemática a classificação de Memórias de um Sargento de Milícias como romance picaresco. O que se vê é que Manuel Antônio de Almeida foge completamente ao idealismo romântico de sua época. Se há traços românticos em sua obra, eles estão no tom irônico e satírico que assume o narrador. A conclusão possível é que estamos diante de um novo gênero nacional, que se constrói em torno da figura do malandro, personagem que tem influências popularescas, como Pedro Malasarte; mas é urbano e relaciona- se socialmente com as esferas da ordem e da desordem, já citadas. É mais apropriado, por isso, classificar essa obra como um “romance malandro”, de cunho satírico e com elementos de fábula. Esse gênero frutificará em vários romances posteriores, como Macunaíma, de Mário de Andrade, e Serafim Ponte Grande, de Oswald de Andrade.

Objetivos

OBJETIVO GERAL:Realizar montagem e temporada do espetáculo musical VIDIGAL, MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS uma adaptação de Millôr Fernandes, com direção deJoão Fonseca na cidade do Rio de Janeiro.OBJETIVO ESPECÍFICO:A) Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS:Realizar 32 apresentações do musical "VIDIGAL, MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS". Serão realizadas 4 apresentações por semana dequinta adomingo, durante dois meses de execução do projeto.Realizar 01 ensaio aberto para 600 espectadores com ingressos gratuitosB) CONTRAPARTIDA SOCIAL:Realizar uma Oficina de 08h/aula com emissão de certificado, no Rio de Janeiro (proposta no anexo)Responsável: Wagner CamposTema: A IMAGEM DO SOMTempo de curso: 5 diasQuantidade: 100 pessoasPúblico alvo: profissionais do Teatro _ Diretores, Atores, Compositores, Sonoplastas, etc. e 50% para professores e alunos da rede pública deensino eONG´s.

Justificativa

Por acaso, um documento _ Considerado o primeiro grande romance urbano brasileiro, Memórias de um Sargento de Milícias é o retrato do cotidiano de uma cidade. Escrito em 1852/53, pleno II Império, refere-se, no entanto, ao tempo da Corte portuguesa no Brasil. Ao contrário, de seus contemporâneos e, portanto, sem compromisso com escolas ou correntes literárias, Manuel Antonio de Almeida usou de uma linguagem simples, cujos personagens são barbeiros, parteiras, sacristãos, mendigos, ciganos e meirinhos. Em Memórias de um Sargento de Milícias, como bem definiu Antônio Olinto, foi a hora e a vez do nosso povo entrar para a ficção brasileira: "o povo tal como existia no Rio de Janeiro nos primeiros tempos da Independência, embora o início da história diga: Era no tempo do Rei." Unindo a crônica ao romance, as Memórias são um documento vivo da cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro num dos seus períodos mais originais, o da vida carioca, época de D. João VI. Na opinião de muitos críticos, a obra de Emanuel Antônio de Almeida veio complementar a do pintor francês Jean Baptiste Debret, integrante da célebre missão artística de 1816. Ao morrer, prematuramente, as 31 anos de idade, Manuel Antônio de Almeida não tinha a menor ideia que Memórias de um Sargento de Milícias seriam um clássico de nossas letras. O projeto se enquadra: Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; § 1o Os incentivos criados por esta Lei somente serão concedidos a projetos culturais cuja exibição, utilização e circulação dos bens culturais deles resultantes sejam abertas, sem distinção, a qualquer pessoa, se gratuitas, e a público pagante, se cobrado ingresso. (Renumerado do parágrafo único pela Lei nº 11.646, de 2008) Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

Declaro que o projeto cultural é uma produção independente pois proponente não detem a posse ou propriedade de espaços cênicos ou salas de apresentação, excetuadas as companhias artísticas que desenvolvam atividades continuadas

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL: Apresentações do Espetáculo Teatral Duração do espetáculo: 90 minutos Classificação: 14 anos Temporada: 32 apresentações e 1 ensaio aberto gratuito

Acessibilidade

PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO detalhar quais serão as medidas adotadas. - ESCOLHER UM TEATRO QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZARE SESSÃO COM AUDIODESCRIÇÃO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR SESSÃO COM INTEPRETE EM LIBRAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO detalhar quais serão as medidas adotadas. - ESCOLHER UMA SALA QUE TENHA ACESSIBILDADE PARA DEFICIENTES FISÍCOS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR UMA PALESTRA COM AUDIODESCRIÇÃO ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - REALIZAR UMA PALESTRA COM INTEPRETE EM LIBRAS ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: detalhar quais serão as medidas adotadas. - LOCAÇÃO DE ABAFADOR DE SOM PARA AUTISTAS.

Democratização do acesso

Art. 30. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária. Realizar: 1 Debate após uma sessão durante a temporada.Realizar 1 ensaio aberto gratuito para 600 pessoas Realizar 1 Oficina gratuita para 100 participantesArt. 28. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: Realizar: V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;

Ficha técnica

PROPONENTE: L. W. PRODUÇÔES ARTÍSTICAS será COORDENADOR GERAL, GERENCIA FINANCEIRA e ATOR (Edmundo Lippi) MINI CURRÍCULUM EDMUNDO LIPPI – ATOR E COORDENADOR A partir de 1992 produz e atua nos espetáculos: “A Comédia dos Erros” de William Shakespeare, direção de Cláudio Torres Gonzaga; “O Mercador de Veneza” de William Shakespeare, direção de Cláudio Torres Gonzaga. “À Margem da Vida” de Tenesse Williams, direção de Roberto Vignati. “Frankenstein” de Mary Shelley, direção de Angela Leite Lopes. “As Malandragens de Scapino” de Molière, direção de João Bethencourt; “O Olho Azul da Falecida” de Joe Orton, direção Sidnei Cruz; “O Avarento” de Molière, direção de João Bethencourt; “A Moratória” de Jorge Andrade, direção de Sidney Cruz; “As Eruditas” de Molière, direção de José Henrique; “Thérèse Raquin” de Émile Zola, direção de João Fonseca; “Auto Compadecida” de Ariano Suassuna, direção de Sidnei Cruz; “O Doente Imaghinário” de Molière, direção de Jacqueline Laurence; “Vaidades&Tolices” de Anton Tchekov, direção de Sidnei Cruz e “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna, direção de Wagner Campos e Gláucia Rodrigues. WAGNER CAMPOS – DIREÇÃO ARTISTICA, MÚSICAS, DIREÇÃO MUSICAL e OFICINEIRO Compositor, diretor teatral, pesquisador, arranjador, diretor/ produtor musical e musicista especializado em instrumentos antigos e tradicionais de cordas dedilhadas. Iniciou sua carreira de instrumentista em meados da década de 1970 como concertista de violão, realizando inúmeros recitais solo e em duo, bem como diversos recitais como camerista. Em 1980, grava seu primeiro disco, contendo composições próprias para o instrumento. É produtor e diretor musical em mais de quarenta projetos de gravação de CDs realizados em diversos estados brasileiros, atuando nos segmentos da música escrita e de tradição oral do Brasil. É compositor, arranjador, instrumentista, diretor e produtor musical em mais de trinta produções em Teatro, Televisão e Cinema, atuando desde o ano de 1979. É autor do livro “A História do Violão”, publicado em 2006. Entre 1998 e 2008 foi curador musical do Projeto SONORA BRASIL – Circuito Nacional de Música, do Sesc Nacional. Entre 2008 e 2016 dirigiu o NPAV – Núcleo de Produção de Audiovisual, do Sesc Nacional. Fundador da Cia Limite 151 em 1991, adaptou para o teatro as obras “Dom Quixote de La Mancha” de Miguel de Cervantes (1991) e “Os Contos de Canterbury” de Geofrey Chaucer (2004). Escreveu o musical “Vicente Celestino – A Voz Orgulho do Brasil” encenado em 2010 no Teatro SESC Ginástico com a direção de Jacqueline Laurence. Em 2016 dirigiu ao lado de Gláucia Rodrigues a peça “O Casamento Suspeitoso” de Ariano Suassuna. SAMUEL ABRANTES - FIGURINOS Formado em letras - português e grego - pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ, sua formação técnica se dá como criador de fantasias e alegorias de escolas de samba. Estréia como figurinista de teatro em “Baal”, de Bertolt Brecht, 1989, com a Companhia de Encenação Teatral de Moacyr Góes. O segundo trabalho, “A Escola de Bufões”, de Michel de Ghelderode, 1990, lhe vale três prêmios - Shell, Molière e Sated. Em 1993, é novamente premiado - Shell e Mambembe - pelo figurino de Epifanias, adaptação de O Sonho, de August Strindeberg. Em 1994, recebe o Prêmio Sated pelo trabalho em Eduardo II, de Christopher Marlowe. Realiza os figurinos de As Centenárias, espetáculo produzido por Marieta Severo e Andréa Beltrão, em 2007. Em 2011 foi indicado ao Prêmio Shell pelos figurinos peça “Auto da Compadecida” da Cia Limite 151. Conclui mestrado em antropologia da arte, em 1996, e doutorado em semiologia, em 2006. É professor adjunto e coordenador do Curso de Artes Cênicas da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro - EBA/UFRJ. Presta consultoria para o curso superior de moda e para o curso de graduação e pós. JOSÉ DIAS - CENÁRIO Sociólogo graduado pela PUC-RJ. Um dos mais conhecidos cenógrafos e figurinistas do teatro também passou pela televisão e cinema. Em 1989/90 assinou os figurinos de Kananga do Japão e Pantanal, novelas da Rede Manchete, que primavam pelos detalhes. Foi cenógrafo, diretor de arte e figurinista em mais de noventa espetáculos, sendo criador da cenografia e figurinos do espetáculo O Mistério de Irma Vap, que marcou a cena brasileira por causa das muitas e rápidas trocas de figurino. Premiado quatro vezes com Prêmio Molière de teatro por cenários e figurinos e APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, por Kananga do Japão. Especialista Cultural da Gerência de Cultura e Arte do Sistema FIRJAN de 1999 a 2015. ROGÉRIO WILTGEN - ILUMINADOR Realizou o projeto de Iluminação cênica de mais de 150 espetáculos teatrais, muitos deles indicados e ganhadores de prêmios como Prêmio Moliére, Shell, Mambembe, Coca-cola e Cultura Inglesa de Teatro. Trabalhando com diretores como Amir Hadad, Bibi Ferreira, Jacqueline Laurence, Jorge Fernando, Luís Arthur Nunes, Marília Pêra, Pedro Paulo Rangel, Sérgio Britto, entre outros. Em 2018 recebeu o Prêmio Botequim Cultural pelo musical “Bibi, uma Vida em Musical”. Em 2020 recebeu o Prêmio Cesgranrio de Teatro e o Prêmio Shell peça iluminação do musIcal "A Cor Púrpura O Musical , com direção de Tadeu Aguiar em 2019. RAFAEL CANEDO – ATOR No teatro seus últimos trabalhos foram: “Auto da Compadecida” de Ariano Suassuna, direção de Sidnei Cruz em (15); “Fazendo História” de Alan Bennett, direção de Gláucia Rodrigues em (14); “O Estranho Caso do Cachorro Morto” de Mark Haddon, direção de Moacyr Góes em (14)(; "Porcos com Asas" -vencedor do prêmio de melhor espetáculo na FITA 2012 - sob a direção de Claudio Handrey (12); "A Carroça dos Desejos" com direção de Eduardo Vaccari e "O Homem Com a Flor na Boca" de Luigi Pirandello com a direção de Pedro Murad em 2011. Foi Indicado aos Prêmios: Melhor ator pelo prêmio CESGRANRIO de Teatro pelo espetáculo “O estranho caso do cachorro morto” - 2014 // Melhor Ator da Mostra Adulta no Festival de Teatro do Rio de Janeiro com a "Carroça dos Desejos" - 2012 GLÁUCIA RODRIGUES – ATRIZ Bacharel em artes cênicas pela UNIRIO. Foi indicada aos Prêmios: SHELL 2008 como atriz da peça O SANTO E A PORCA // MAMBEMBE/1997 como atriz coadjuvante no espetáculo O HERÓI DO MUNDO OCIDENTAL /Prêmio Cultura Inglesa/1996 como melhor atriz no espetáculo O OLHO AZUL DA FALECIDA // Prêmio Cultura Inglesa/1995 como melhor atriz no espetáculo AS ARMAS E O HOMEM DE CHOCOLATE. NEDIRA CAMPOS – ATRIZ Estreou no Teatro em 1979, no infantil "Três Peraltas na Praça". Foi dirigida por nomes como Sérgio Britto, Jacqueline Laurence, Bernardo Jablonski, Jorge Takla, Luiz Mendonça, Luiz Carlos Arutin, José Renato, Atílio Riccó e Antônio DeBonis, entre outros. Seu primeiro espetáculo adulto foi "O Marginal", em 1981. Atuou em seguida em "Mame-o ou Deixe-o", "A República dos Prazeres", "A Tocha na América", "Sem Sutiã", "Os Japoneses não Esperam", "O Peru", "Tem um Tenor no Meu Banheiro", "Camas Redondas, Casais Quadrados", "Quem Programa Ação, Computa Confusão", "JK", "A Comédia dos Amantes", "Ato Cultural", "Nos Tempos de Martins Pena", "Cafona Sim, E Daí?", "Meninos, Eu Vivi", "Ai Ai Brasil", "De Getúlio a Getúlio", "O Doente Imaginário", "´Ultima Cena para Lorca" e "Sucessos da Atlântida". ISABELLA DIONÍSIO - ATRIZ No Teatro, principais trabalhos fez “O Ateneu” com direção de Oberdan Jr. (2018) e “O Doente Imaginário de Molière, com direção de Jacqueline Laurence em 2022. Indicada ao prêmio de Melhor Atriz pelo V Prêmio Botequim Cultural (2016) na categoria Espetáculo Infanto-Juvenil por “Ludi na Revolta da Vacina” (2015/2016). ANDRÉ ARTECHE - ATOR Formado pela CAL, Casa de Artes Laranjeiras no ano de 2005. Recentemente deu início ao seu trabalho como autor e diretor, tendo seu primeiro espetáculo “A Lenda do Sabiá” recebido o aval e a revisão afetiva de ninguém menos que Ariano Suassuna, poucos meses antes da morte de um dos mais importantes escritores da literatura e do teatro brasileiro. Participou do espetáculo "O Casamentop Suspeitoso" de Arino Suassuna, com a Cia Limite 151.

Providência

Proposta transformada em projeto e encaminhado para assinatura.