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O projeto consiste na realização de expedições em cinco cidades, uma de cada região brasileira, promovendo encontros por meio de vivências culturais e educativas voltadas para crianças e jovens de baixa renda, que terão a oportunidade de viajar e conhecer comunidades tradicionais, hábitos, saberes, relação com o meio ambiente e a cultura geral peculiares aos esses grupos e comunidades representativas em cada uma das localidades visitadas. A transmissão do conhecimento será mediada e acompanhada por representantes desses grupos.
PRODUTO PRINCIPALCaminhos Sustentáveis é um projeto voltado para vivências culturais e educacionais, direcionado à crianças e jovens de baixa renda de 08 a 18 anos, que terão a oportunidade de visitar biomas diversos, que integram as distintas regiões brasileiras, além do contato e imersão na cultura tradicional de grupos que habitam essas regiões e cidades contempladas pelo projeto, grupos estes formados por: indígenas, ribeirinhos, caiçaras, quilombolas e sertanejos.A classificação indicativa é livre, contudo, o público-alvo do projeto são crianças e jovens de baixa renda que estão na faixa etária dos 08 aos 18 anos.Cada expedição tem a duração de 1 dia, e o projeto viabilizará os custos dos participantes com transportes, considerando o ponto de partida, o mesmo de retorno, possivelmente na escola ou instituição pública beneficiada, além de café da manhã, almoço e lanche da tarde, seguro-viagem e monitoramento da participação, incluindo também materiais de apoio.Será captado conteúdo audiovisual ao longo das expedições para divulgação e ampliação do alcance da mensagem do projeto. Ao término das expedições será produzido um relatório final de impacto referente as localidades visitadas, incluindo as percepções dos participantes assim como conteúdo de monitoramento da participação. Esses materiais irão compor a prestação de contas do projeto, e poderá ser utilizado como material institucional.PRODUTO SECUNDÁRIOSerão oferecidas oficinas educativas sobre mudanças climáticas, racismo ambiental e culturas tradicionais, que serão ministradas pelas populações tradicionais, professores e facilitadores de cada uma das 5 cidades.
OBJETIVO GERALProporcionar gratuitamente a crianças e jovens de baixa renda encontros e vivências culturais e educativas, através de expedições a cinco cidades, uma de cada região brasileira, onde terão a oportunidade de contatar grupos e comunidades tradicionais de cada localidade, conhecendo seus hábitos, saberes, relação com o meio ambiente e cultura em geral. OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Realizar 50 expedições de 1 dia nas seguintes cidades: Curitiba (Região Sul), São Paulo (Região Sudeste), Brasília (Região Centro-Oeste), Recife (Região Nordeste) e Manaus (Região Norte). Totalizando 250 expedições;- Beneficiar a cada expedição 40 participantes, de baixa renda, de 08 a 18 anos;- Viabilizar, com a execução do projeto, todos os custos da viagem de cada participante, envolvendo transporte terrestre, alimentação e seguro viagem;- Possibilitar aos beneficiários a oportunidade de conhecer biomas das 5 regiões brasileiras, comunidades tradicionais, indígenas, ribeirinhas, caiçaras, quilombolas e sertanejas, entendendo sua cultura, modo de vida e vínculo com a natureza, valorizando e perpetuando saberes ancestrais;- Oferecer aos participantes, oficinas educativas sobre mudanças climáticas, racismo ambiental e culturas tradicionais em cada uma das 5 cidades;- Incentivar nos participantes o entendimento de suas raízes, para que possam perceber meios de buscar oportunidades melhores para si mesmos e para o país;- Enaltecer a comunidade de cada localidade para que ela seja a protagonista da atividade de visitação de seu terriório;- Possibilitar com a realização do projeto, o contato com grupos/comunidades tradicionais, de modo que através do conhecimento desses territórios, culturas e especificidades, os visitantes reconheçam as suas potências e riquezas de valores culturais e ancestrais, e tenham conciência da necessidade de preservação para garantir a continuidade dessas importantes manifestações culturais;- Incentivar o turismo cultural utilizando a cultura como ferramenta de renda para comunidades ajudando na preservação do modo de viver destas comunidades;- Produzir relatório final de impacto com detalhes sobre as regiões visitadas, beneficiários e suas percepções, entre outros indicadores;- Realizar um programa nacional, amplo, diverso e inclusivo.
O Instituto Sumaúma, idealizado em 2020, e constituído oficialmente em 2023, é uma organização da sociedade civil sem fins lucrativos que atua na produção e fomento de atividades de impacto sócio-cultural e educacional para populações negras, indígenas e/ou periféricas. O Instituto Sumaúma atua de forma interdisciplinar e intersetorial em consonância com os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: ODS 4: Educação de Qualidade; ODS 5: Igualdade de Gênero; ODS 8: Trabalho Decente e Crescimento Econômico; ODS 10: Redução das Desigualdades; ODS 16: Paz, Justiça e Instituições Eficazes e ODS 17: Parcerias e Meios de Implementação.O Instituto Samaúma foi criado a partir da iniciativa da Vivalá, que é referência em Turismo Sustentável do Brasil e atua em 30 unidades de conservação nos biomas da Amazônia, Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica e Pantanal, apoiando na conservação de 4,4 milhões de hectares em UCs de 16 estados brasileiros. Já o Instituto, que tem como missão "produzir e compartilhar conhecimento relevante para e com o ecossistema; colaborar com o desenvolvimento de carreiras e a superação de desafios no campo acadêmico para povos afro, indígenas e/ou periféricos; e ampliar possibilidades epistêmicas a partir de visões de mundo não hegemônicas", e considera como Valores: "Educação, Compartilhamento, Respeito aos territórios e Articulação em Rede", cria-se desse modo, o campo ideal para desenvolver um projeto com temas baseados em cultura e educação com impacto socioambiental postivo, inclusão produtiva e programas de imersão na biodiversidade brasileira para abordar sustentabilidade, racismo ambiental, cultura de comunidades tradicionais e mudanças climáticas. Nesse contexto geral e de atuação junto à minorias, público-alvo do Instituto Samaúma, o projeto em questão pretende dar oportunidade à crianças e jovens de baixa renda, que hoje não teriam condições de arcar com os custos desse tipo de viagem, ou mesmo de ter a chance de conhecer e mergulhar nesse universo de culturas tradicionais com grupos diversos. Acreditamos no poder de transformação desse público-alvo e na contribuição que projeto proporcionará no desenvolvimento acadêmico e pessoal de cada um, no preparo de uma nova geração mais inclusiva, com menos preconceitos e que possa valorizar o que faz parte da tradição cultural de uma região, de um povo, e a partir daí ampliar seus horizontes e perspectivas de futuro.O Instituto Samaúma tem como valores o resgate de saberes tradicionais e autonomia. Construção de uma transição agroecológica, desenvolvimento da arte e educação de forma dialógica e solidária. O projeto enaltece a comunidade local e ela passa a ser a protagonista da atividade de visitação de seu terriório, e indiretamente incentivamos o desenvolvimento sustentável, ao passo em que estamos sempre buscando fornecer estratégias e orientações práticas para que os resultados sejam positivos e duradouros. A intenção é que as iniciativas da comunidade ou aquelas direcionadas a ela, mesmo com o término do projeto, cresçam de forma saudável e sustentável, primando pela presevação de suas culturas e biodivisidades associadas, de forma equilibrada e respeitosa em consonância com seus valores.O projeto em questão se enquadra no inciso VI do Art. 1° da Lei 8.313/91 nos seguintes itens:I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultuatrra e o pleno exercício dos direitos culturais;II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Quanto ao Art. 3° para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, o projeto atende aos seguintes objetivos:III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;
O projeto não possui como produto secundário ações formativas (contrapartida social), uma vez que todas as atividades oferecidas possuem acesso gratuito. Essa observação está em consonância com o artigo nº 44 da Instrução Normativa nº 29 de 29/01/2026 que menciona que:"Art. 44. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária."
PRODUTO PRINCIPAL:Serão realizadas 50 expedições em cada uma das 5 cidades, ao longo de 12 meses, de janeiro a dezembro, totalizando 250 expedições, envolvendo 40 participantes em cada. Elas ocorrerão semanalmente, e terão a duração de 1 dia, incluindo o trajeto de deslocamento, atividades educativas/culturais, tempo dedicado a alimentação, imersão em comunidades tradicionais, monitoria, e rodas de conversa com lideranças.No material audiovisual coletado durante a expedição, estão inclusos vídeos com depoimentos dos participantes. No Relatório Final produzido teremos os indicadores de participação, alcance e impacto qualitativo.PRODUTO SECUNDÁRIO:Nas oficinas, também serão utilizados materiais de apoio que envolvem cartilhas e recursos digitais com temas envolvendo mudanças climáticas, racismo ambiental, cultura tradicional e sustentabilidade.As oficinas serão ministradas por lideranças e representantes da área visitada, promovendo aos participantes o aprendizado de forma ativa e prática, tornando-o mais dinâmico e significativo a partir da fala de uma pessoa que está ali testemunhando sua vivência junto com a sua comunidade/grupo. Essa atividade irá ampliar as habilidades socioemocionais, como autoestima, autoconfiança e cooperação, além de estimular a autonomia, a criatividade e o pensamento crítico dos participantes.
ACESSIBILIDADE FÍSICAAs atividades serão desenvolvidas em locais previamente avaliados para garantir condições de acessibilidade adequadas. Crianças e jovens com deficiências leves ou moderadas, sem limitação severa de locomoção, poderão participar do projeto. Haverá sempre apoio logístico e orientação para mobilidade.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDOTodo o conteúdo educativo será adaptado com linguagem acessível, materiais audiovisuais e facilitadores especializados. Caso tenhamos outras necessidades como libras em alguma das turmas, adaptações também serão realizadas, e materiais impressos terão fonte ampliada.
Quanto a democratização de acesso, o projeto oferecerá aos participantes, com total estimado de 10 mil beneficiários, o acesso gratuito às expedições, incluindo todas as despesas pagas relacionadas ao deslocamento, alimentação, seguro e material de apoio.Como ação de ampliação de acesso, em cada umas das 5 cidades visitadas, serão realizadas oficinas educativas direcionadas aos beneficiários, sobre mudanças climáticas, racismo ambiental e culturas tradicionais ministradas pelas populações tradicionais, professores e facilitadores de cada uma das 5 cidades.
Daniel Cabrera – Coordenação Geral Graduado em Propaganda e Marketing pela ESPM, com pós-graduação em Gestão Empresarial pelo SENAC e especialização em Turismo Sustentável pelo Global Sustainable Tourism Council (GSTC), Daniel Cabrera é Diretor-Presidente do Instituto Samaúma. Possui 12 anos de experiência na concepção e gestão de projetos voltados ao desenvolvimento sustentável em comunidades tradicionais brasileiras. Atuou em organizações como GfK CR Brasil, Audi Brasil e Vivalá, liderando iniciativas em parceria com instituições como ONU, WWF, Governo Federal, Ambev e Ajinomoto.Pedro Gayotto – Analista de Operações Formado em Propaganda e Marketing pela ESPM, com pós-graduação em Sustentabilidade pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Pedro Gayotto é Diretor Vice-Presidente do Instituto Samaúma. Com 12 anos de experiência em planejamento e execução de operações em territórios de comunidades tradicionais, foi responsável pela realização de mais de 170 vivências anuais com foco em impacto socioambiental, beneficiando mais de 5.000 participantes. Atuou em projetos realizados com parceiros como ONU, WWF, Governo Federal, Ambev e Ajinomoto, consolidando sólida expertise em logística e gestão de campo.Luiz Saes – Analista Financeiro Engenheiro de Produção pelo Centro Universitário da FEI, Luiz Saes é especialista em gestão financeira de projetos socioambientais pelo Instituto Samaúma. Possui 10 anos de experiência no setor financeiro, com atuação destacada no Grupo Santander, onde foi responsável pelo fechamento gerencial, contábil, fiscal e de capital da Return Capital, empresa do grupo na Espanha. Desenvolveu análises e modelagens financeiras para apoiar processos de tomada de decisão, além da elaboração de relatórios mensais e trimestrais de desempenho, com recomendações estratégicas de melhoria. Atualmente, coordena o controle orçamentário e a prestação de contas de projetos com financiamento público e privado.Gustavo Fernandez – Analista de Comunicações Formado em Comunicação Social pela FMU, com especialização em Mídias Digitais pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e em Comunicação Empresarial pela Universidade Metodista, Gustavo Fernandez possui 18 anos de experiência em comunicação institucional, produção audiovisual e estratégias digitais. Atuou em organizações como CREA-SP, TRIP Voluntária, Vivalá e Instituto Samaúma, sendo responsável pela criação de narrativas e estratégias de divulgação de projetos de impacto socioambiental em nível nacional, com forte foco em visibilidade, transparência e engajamento público.
Proposta transformada em projeto e encaminhado para assinatura.