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"O Samba Que Me Fez" — trata-se da realizacao de um espetaculo musical concebidos por Guilherme Valença como uma homenagem viva e relevante ao maior fenômeno cultural do Brasil, reinterpretando obras cla´ssicas e contemporâneas do Samba com o olhar de um artista forjado por esse universo e comprometido com sua perpetuaça~o. Serão realizados 04 shows, ocorrendo na cidade de Campo Grande - Mato Grosso do Sul - MS, de forma totalmente gratuita.
Não é o caso.
Objetivo Geral:Realizar uma série de espetáculos musicais intitulada "O Samba Que Me Fez", idealizada pelo artista Guilherme Valença, que celebra a trajetória histórica e estética do Samba. O projeto visa promover a salvaguarda do patrimônio imaterial brasileiro por meio da reinterpretação de obras clássicas e contemporâneas, unindo a tradição à inovação artística e fortalecendo a identidade cultural nacional.Objetivo Específico:Produção Artística: Viabilizar a execução de 04 shows musicais inéditos, com arranjos exclusivos que dialoguem entre o samba tradicional e a linguagem contemporânea de Guilherme Valença.Preservação da Memória: Difundir o repertório de grandes compositores do gênero, contextualizando a importância social e histórica das obras para as novas gerações.Democratização do Acesso: Oferecer de forma gratuita uma série de espetáculos musicas com base sobre o Samba. Acessibilidade Tecnológica: Garantir a inclusão de pessoas com deficiência através da oferta de intérpretes de Libras em todas as apresentações e audiodescrição em materiais digitais.Fomento à Produção Cultural local: Gerar empregos diretos e indiretos para profissionais da cadeia produtiva da música (técnicos de som, luz, produtores, músicos de apoio e equipe de comunicação) na região de [inserir localidade].Formação de Plateia: estimular os mais novos a conhecer e a se interessar pelo Samba e suas vertentes, apresentando-os às novas gerações.
A realização do espetáculo "O Samba Que Me Fez" fundamenta-se na salvaguarda do Samba, reconhecido institucionalmente como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. A relevância deste projeto reside no entendimento de que bens imateriais, dependem da manutenção de seus preceitos e sua representatividade, que deve ser transmitido às gerações futuras, a fim de que evite o apagamento histórico, como comumente assistimos no Brasil. Ao propor uma jornada musical que percorre desde as raízes clássicas até as vertentes contemporâneas do gênero, o artista Guilherme Valença atua como um elo entre gerações, transformando o palco em um espaço de transmissão de saberes, estéticas e memórias que definem a identidade nacional.A escolha da música como veículo central dessa manutenção patrimonial é estratégica, visto que o Samba carrega em suas síncopas e poéticas a crônica da resistência afrodiaspórica e a formação do tecido social urbano brasileiro. O projeto não se limita à mera reprodução de um repertório, mas busca a renovação do gênero por meio de arranjos que dialogam com a atualidade, provando que o Samba é uma linguagem dinâmica e perene. Essa abordagem garante que o "saber-fazer" tradicional seja difundido de forma atrativa seja para seus apreciadores mais tradicionais, seja pela introdução do gênero aos novos públicos, cumprindo o papel de educação patrimonial e fortalecendo o sentimento de pertencimento e coesão social da comunidade.Guilherme nasceu em Petro´polis e moldado pelo caldeira~o cultural do Rio de Janeiro, Guilherme Valença na~o chegou ao Samba por acaso — o Samba o encontrou. Sua trajeto´ria e´ a prova concreta de que o ritmo que brotou nos quintais da Cidade Maravilhosa tem força suficiente para atravessar geraço~es, romper fronteiras e revelar novos inte´rpretes à altura de sua grandeza. Finalista do "Canta Comigo" (2022), destaque no "The Voice Brasil" (2020) e vocalista do icônico Monobloco desde 2019, Valença chegou aos grandes palcos nacionais carregando exatamente o que o Samba sempre carregou: verdade, ginga e o peso de quem sente o que canta."O Samba Que Me Fez" e´ o momento em que essa histo´ria se torna espeta´culo. Em cena, Guilherme Valença e sua banda propo~em uma jornada sonora que revisita o reperto´rio sagrado do Samba — das composiço~es que construi´ram os alicerces do gênero aos autores contemporâneos que mantêm viva essa chama — sem, no entanto, se render à mera reproduça~o. Cada mu´sica e´ recebida com respeito e reinventada com personalidade, num exerci´cio que honra tanto o legado quanto o futuro dessa expressa~o cultural.O espeta´culo na~o e´ uma retrospectiva. E´ uma conversa entre geraço~es. E´ Cartola dialogando com Seu Jorge. E´ Clementina de Jesus encontrando Criolo. E´ o Samba de raiz dançando com o Samba que ainda esta´ sendo escrito. Essa curadoria musicamente ousada e afetivamente comprometida e´ conduzida pela voz poderosa e versa´til de Guilherme Valença — um artista que, no palco, na~o apenas interpreta, mas personifica a essência do que cada cança~o carrega.Com arranjos que expandem o vocabula´rio do Samba sem trair sua alma, o projeto prevê uma formaça~o instrumental que mescla instrumentos tradicionais do gênero, ao contemporâneo, propondo um dia´logo com sonoridades que ampliam sua potência sem jamais diluir sua autenticidade. O resultado e´ um show dançante, emocionante e repleto de personalidade, que fala ao sambista de carteirinha, ao jovem que descobre o gênero pela primeira vez e ao pu´blico internacional que reconhece no Samba um dos maiores patrimônios imateriais da humanidade."O Samba Que Me Fez" e´, em u´ltima instância, uma declaraça~o de amor. Um artista que foi feito pelo Samba devolvendo ao Samba tudo que recebeu — em forma de arte, memo´ria e celebraça~o.Soma-se ainda o alinhado às diretrizes da Instrução Normativa 29/2026, por parte deste projeto, visto existir enorme seu compromisso com a democratização do acesso e a descentralização cultural. Ao oferecer um espetáculo de alta qualidade técnica e artística, "O Samba Que Me Fez" permite à fruição cultural, visto ser um evento gratuito, permitindo que a riqueza desse bem imaterial alcance diversas camadas da sociedade. pelo somatório de fatores, esta proposta apresenta enorme valor quanto ao seu mérito cultural, prestando uma importante contribuição por parte do artista quanto a proteger, celebrar e perpetuar uma das maiores expressões musicais do Brasil. Porque o Samba na~o se explica. Se canta. E Guilherme Valença canta como poucos.
Não é o caso
Produto principal:Cada show terá cerca de duas horas de duração.Como contrapartida oferecemos ensaios abertos ao publico.
Acessibilidade Arquitetônica: Prioridade para espaços já adaptados às legislações vigentes, de forma a proporcionar segurança e conforto aos presentes.Acessibilidade Física: Prioridade no acesso para pessoas com deficiência (PcD) e idosos, com áreas reservadas de melhor visibilidade e sinalização tátil.Acessibilidade Comunicacional:Intérprete de Libras: Presença obrigatória em 2 das 4 apresentações, posicionados em local iluminado e visível.Audiodescrição em Tempo Real: Disponibilização de fones de ouvido em pelo menos 01 apresentação para pessoas cegas ou com baixa visão.Material de Apoio: Programas de sala com fontes ampliadas e versão em Braille disponíveis na entrada. As midias produzidas terao janela de audiodescrição
Seguindo o que prevê IN 29/2026 no Art. 42, adotaremos:III - disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
Direção Geral: Antonio Fidalgo FilhoArticulador institucional do IHB; Coordenador do Projeto Zurich (1992)– Banda Sinfônica Salesiana no Festival Internacional de Música da Juventude de Zurich (Suíça). Projeto FilandFestivals 1985 patrocinado pela FINNAIR em Helsink; Musik Fest / 1995 - Intercâmbio cultural entre Niterói e o Cantão Germânico de Zurich; produziu o Rio Banda Fest 2015; Realizador da Feira das Yabas (2022 a 2023) e do Terreiro de Crioulo (2023 e 2024);Produção executiva: Marcus Vinicius Gatto Brito: Consultor Financeiro, Produtor e Gestor de Projetos Socioculturais, iniciando a trajetória em 2005. Análise de SWOT para a avaliação e elaboração de projetos de vários níveis de complexidade, com ênfase em economia criativa, desenvolvimento de territórios e prestação de contas. Formulações organizacionais, estratégias de marketing cultural e ativação de marca. Enquadramento de projetos nas leis de incentivo nas três esferas de governo (Rouanet, ICMS-RJ e ISS-RJ). Atua junto às esferas municipais, como cidade do Rio de Janeiro, Niterói-RJ, Sao Goncalo-RJ, Rio das Ostras e São Paulo, com expertise em diversos segmentos culturais, como cultura popular, economia criativa, artes visuais e urbanas, artes cénicas, festivais e literatura. Relacionamento institucional com secretarias de cultura.Coordenador de Comunicação: Angélica CrispinoPlanejamento, desenvolvimento e produção de projetos e gestão para a democratização do acesso, formação de plateia, promoção da leitura e da língua portuguesa por meio da música. Publicações,eventos esportivos, culturais e promoções de grande porte.Coordenador de produção e Artistico: Vitor AielloGeógrafo, pós-graduado em Pedagogia Empresarial e Docência do Ensino Superior, é docente, músico, articulador cultural, produtor e agente musical e de eventos no Brasil e exterior.Começou seu contato com a área de eventos como músico, mas também teve como escola a produção técnica / operacional no teatro, em eventos corporativos nacionais, internacionais e musicais.À 17 anos provocado com o cenário cultural e artístico, é empenhado em projetos que promovam o resgate, manutenção e valorização de radicais culturais regionais, pan-africanos e afro-brasileiros, para além da produção e/ou agenciamento de artistas e projetos musicais como: Idealizador e produtor das duas edições do “Festival de expressividades afro- brasileiras, MOJUBA - Uma Reverência a Consciência”(2017), foi produtor do Festival de expressividades regionais “RIO A FORA”(2017), produtor de set e executivo no projeto patrocinado pela Natura Musical -“Xangai em Cantingueiros”(na gravação de CD e Mini DOC, exibido nas redes sociais e plataformas de streaming 2017), é produtor musical do DJ Negralha (O Rappa), do projeto “Mulheres do Samba de Roda da Bahia”, em suas itinerâncias pelo país e internacionalmente, para além de agenciar os(as) projetos musicais / artistas Orquestra Imperial, A Cor do Som, Afrika Bambaataa, Banda Filarmônica do Rio de Janeiro, UFRJazz, AfroJazz, a cantora inglesa Jesuton, Sexteto Sucupira, Awurê, Rogê, Larissa Luz, Roberta Espinosa, Vinícius Terra, Adaury Mothé, Bloco Quizomba (RJ), Bloco Empolga às 9 (RJ), Bloco Céu na Terra (RJ), Bloco do AfroJazz (RJ), Bloco Volta Alice (RJ), Bloco A Rocha (RJ), Zambalo (RJ), Hey ho Brass Band (RJ), além de ampla representação e venda de shows de representantes contemporâneos do Rap / Trap Nacional, de Blocos Carnavalescos e Rodas de Samba de Raiz, do Rio de Janeiro.É colaborador da Rede de Blocos Carnavalescos de Rua - Coreto, no desenvolvimento e operacionalização de projetos culturais, artísticos e eventos.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 01/05/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.