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Realização de exposição cultural/artística de formato híbrido, concebida no campo das artes visuais, com apresentação de 25 looks desenvolvidos como obras expositivas. A ação acontece no dia 30 de maio de 2026, às 20h, no Foyer do Auditório Simón Bolívar, no Memorial da América Latina, em São Paulo, com acesso gratuito, e a exposição permanece durante o dia 31 de maio, aberta e gratuita ao público. A proposta articula desfile e exposição, ampliando o tempo de experiência do público e permitindo contato com os conceitos, materiais, acabamentos e processos criativos da coleção. Integra a programação uma oficina formativa voltada aos processos da moda, ampliando a difusão da produção autoral goiana em contexto nacional.
Inspirada nas paisagens, cores, ritmos e matérias do Cerrado, a mostra apresenta a coleção Elementos – Parte 2 como uma experiência de moda autoral que atravessa imagem, corpo e espaço. Em formato híbrido, a proposta começa com a apresentação dos 25 looks em desfile e, em seguida, transforma o mesmo ambiente em exposição, convidando o público a se aproximar das peças, observar volumes, texturas, acabamentos e referências que conectam criação contemporânea, território e identidade cultural. Entre o movimento da passarela e o tempo mais lento da visitação, a coleção constrói uma narrativa visual marcada por ar, água, fauna, paisagem e memória, afirmando a moda como linguagem artística e forma de leitura sensível do Cerrado. Classificação indicativa: livre.
Objetivo Geral Realizar uma exposição cultural/artística de formato híbrido como plataforma de difusão da moda autoral goiana em âmbito nacional, promovendo a circulação cultural, o reconhecimento da criação vinculada ao Cerrado e o fortalecimento da moda como linguagem artística e como campo da economia criativa de Goiás.Objetivos Específicos1. Realizar uma exposição cultural/artística gratuita para até 300 pessoas, com apresentação das peças da coleção Elementos - Parte 2, no dia 30 de maio de 2026, às 20h, no Foyer do Auditório Simón Bolívar, no Memorial da América Latina, em São Paulo, e durante o dia 31. 2. Consolidar um formato híbrido de fruição cultural, articulando desfile e exposição, ampliando o tempo de experiência do público e permitindo acesso aprofundado aos conceitos, materiais, acabamentos e processos da coleção. 3. Oferecer uma oficina de 12 horas para 20 estudantes de moda com a temática de design, território e sustentabilidade, ministrada pela estilista e diretora criativa Theodora Alexandre. 4. Valorizar a cadeia produtiva cultural de Goiás, promovendo trabalho e visibilidade para profissionais do estado, que correspondem a 66% da equipe técnica, fortalecendo a economia criativa local em contexto de circulação nacional. 5. Promover diversidade, inclusão e representatividade na moda, integrando profissionais e artistas trans e ampliando esse campo como espaço de visibilidade, pertencimento e contemporaneidade cultural. 6. Democratizar o acesso à moda como bem cultural, por meio de ação gratuita, aberta ao público, garantindo ampla fruição cultural. 7. Posicionar Goiás no campo da moda responsável e autoral, associando inovação, artesania e identidade territorial às práticas contemporâneas de criação.
Este projeto surge como uma necessidade cultural e estratégica para ampliar a presença da moda autoral goiana no contexto nacional, fortalecendo a visibilidade não apenas de uma marca, mas de um movimento criativo que representa a identidade territorial do Estado de Goiás. A Thear Vestuário, marca goiana fundada e dirigida por Theo Alexandre, designer trans formada pela Universidade Federal de Goiás e com especialização em gestão de moda, vem se consolidando como um dos nomes mais consistentes da moda autoral local, com participações em plataformas nacionais e internacionais de grande alcance, representando Goiás e a região Centro Oeste em espaços relevantes do setor.A trajetória da marca evidencia uma produção que dialoga com diversidade, inclusão e ressignificação estética, com valorização de corpos plurais e o uso de tingimentos naturais e soluções visuais que remetem ao regionalismo goiano. Essa prática reafirma que a moda vai além do consumo. Ela também produz cultura, memória e visibilidade de modos de ser e estar no mundo.A moda autoral tem se consolidado como campo cultural que ultrapassa a dimensão estética, atuando na valorização de identidades territoriais e no fortalecimento de dinâmicas sociais e econômicas locais. Ao se apoiar em referências simbólicas, técnicas tradicionais e processos criativos conectados ao território, o design autoral promove o reconhecimento de saberes, estimula a continuidade de práticas culturais e ativa cadeias produtivas que envolvem artesãs, pequenos produtores e profissionais especializados. Nesse sentido, articula patrimônio, contemporaneidade e responsabilidade socioambiental, tornando-se instrumento de pertencimento, memória e geração de oportunidades.Em Goiás, essa produção vem se afirmando como campo estratégico de empreendedorismo criativo e produção cultural contemporânea. O amadurecimento desse ecossistema demonstra a existência de uma base criativa capaz de produzir linguagem própria, mobilizar profissionais, gerar intercâmbio e ampliar a presença da moda autoral como vetor de desenvolvimento cultural e econômico. Diante desse cenário, torna-se pertinente fortalecer sua circulação nacional e ampliar sua presença em espaços de referência cultural do país.A proposta se insere nesse contexto ao escolher o Memorial da América Latina, em São Paulo, como espaço para realização da mostra. A ação projeta a criação vinculada ao Cerrado para o público geral, convertendo desfile e exposição em uma plataforma de visibilidade, reconhecimento e diálogo, em que a matriz histórica, simbólica e sensorial do território goiano se traduz em linguagem estética acessível, contemporânea e culturalmente significativa. Esse deslocamento amplia a circulação da produção goiana e reforça sua inserção em contexto nacional, em consonância com a finalidade pública do mecanismo de incentivo.A necessidade do uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais se justifica porque a proposta foi concebida para acontecer com acesso gratuito, em espaço cultural de projeção nacional, com estrutura de montagem, cenografia, equipe técnica, comunicação, documentação e acessibilidade compatíveis com sua dimensão pública. Sem o incentivo, a realização tende a depender de lógica comercial ou de formatos de acesso restrito, o que enfraquece sua natureza cultural e limita seu alcance social. O financiamento incentivado permite que a ação seja realizada como experiência pública de fruição, com coerência entre conceito, execução e interesse coletivo.A coleção Elementos Parte 2, inspirada no Cerrado e desenvolvida a partir de pesquisa estética, artesania e identidade territorial, ganha, nesse contexto, leitura ampliada como obra e como linguagem cultural. O formato híbrido de fruição permite que o público acesse a proposta em duas camadas complementares: primeiro, pela ativação performativa; depois, pela permanência das peças no espaço expositivo, abertas à visitação. Essa construção amplia o tempo de experiência do público e permite contato mais atento com conceitos, materiais, acabamentos, volumes e processos criativos.Esse desenho fortalece a compreensão da moda no campo das artes visuais e da fruição pública. As peças deixam de ser percebidas apenas por sua dimensão utilitária e passam a ser experimentadas como forma, imagem, matéria e discurso visual. A proposta não se esgota no instante da apresentação. Ela se desdobra em visitação, observação e leitura dos elementos construtivos da coleção, ampliando a relação entre público, obra e território.A proposta contribui para valorizar a cadeia produtiva cultural de Goiás ao mobilizar profissionais do estado em funções criativas, técnicas e operacionais. Essa presença amplia a visibilidade da produção local em contexto nacional e fortalece a economia criativa goiana pela projeção simbólica de seus agentes, repertórios e modos de produção. Mais de 60% dos profissionais envolvidos são do Estado de Goiás, dado que reafirma o compromisso da ação com a valorização da cadeia produtiva cultural local e com a ampliação de oportunidades para trabalhadores da cultura.Outro aspecto relevante está na dimensão de diversidade, inclusão e representatividade. A trajetória da estilista e a própria construção da proposta reafirmam a moda como espaço de visibilidade, pertencimento e produção contemporânea, com integração de profissionais e artistas trans em sua realização. Essa presença compõe o sentido da ação e reforça o compromisso com uma cultura brasileira plural, aberta a diferentes corpos, trajetórias e formas de expressão. A proposta também amplia seu alcance por meio de oficina formativa gratuita, voltada ao compartilhamento de processos criativos, território e sustentabilidade no campo da moda autoral.A gratuidade integral amplia o potencial de alcance da mostra e remove barreiras econômicas de acesso, assegurando que a experiência cultural não fique restrita a convidados ou circuitos fechados. O incentivo fiscal cumpre, nesse caso, função decisiva para garantir que a ação aconteça em condições adequadas de acesso público, permanência, formação e difusão.Dessa forma, a realização da mostra representa um passo concreto para consolidar Goiás como território de moda autoral, conectando produção criativa, valorização local e presença cultural em escala nacional. A proposta amplia a visibilidade da criação vinculada ao Cerrado, fortalece a moda como linguagem artística, compartilha conhecimento por meio da oficina e assegura ao público uma experiência gratuita de fruição cultural. Por essas razões, o uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais se mostra adequado, necessário e compatível com os objetivos da Lei nº 8.313/91.Dessa forma, a proposta atende aos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;IX - priorizar o produto cultural originário do País.A proposta também alcança os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91:II - fomentar a produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estimular o conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.
A proposta apresenta consistência entre conceito, linguagem e forma de realização, estruturando uma experiência que articula criação autoral, cenografia e espaço expositivo de maneira integrada. A escolha do Foyer do Auditório Simón Bolívar permite desenvolver a ação em ambiente que comporta tanto a ativação performativa quanto a visitação expositiva, sem fragmentar a experiência do público, mantendo unidade visual e narrativa ao longo de toda a programação.A realização em São Paulo contribui para ampliar a circulação da produção cultural goiana em contexto nacional, inserindo a proposta em um circuito de maior visibilidade e favorecendo o contato com diferentes públicos, incluindo profissionais do setor, estudantes, pesquisadores e público geral.A coleção apresentada integra um processo contínuo de pesquisa estética, com base em referências do Cerrado, articulando cor, materialidade e construção de forma como elementos centrais de linguagem. Esse desenvolvimento se reflete na concepção cenográfica e expográfica, que não atua como suporte neutro, mas como extensão da proposta visual, garantindo coerência entre roupa, imagem e ambiente.A proposta também prevê registro fotográfico e audiovisual das atividades, permitindo a documentação do projeto e a ampliação de seu alcance por meio de difusão em canais digitais e meios de comunicação gratuitos, contribuindo para a circulação de seus conteúdos para além do público presencial.A execução considera planejamento detalhado, equipe técnica especializada e definição clara de etapas, assegurando condições adequadas para realização, acompanhamento e organização das atividades previstas.
Exposição Cultural / de ArtesA mostra é um produto presencial e gratuito realizado no Foyer do Auditório Simón Bolívar, no Memorial da América Latina, em São Paulo, com capacidade estimada de até 300 pessoas. Seu núcleo é a coleção Elementos - Parte 2, composta por 25 looks autorais, apresentada em formato híbrido, articulando desfile e exposição no mesmo espaço.A concepção cenográfica parte de uma passarela limpa, com forte identidade visual gráfica, para que as roupas permaneçam protagonistas e, ao mesmo tempo, o público reconheça de imediato a narrativa estética da coleção. A construção visual do ambiente se organiza em três camadas principais: imagem gráfica, luz e projeção.A base cromática do produto deriva diretamente do universo visual da coleção, com laranjas e ferrugens associados ao Aruanã, beiges e cinzas ligados à Seriema, verdes e dourados relacionados aos rios do Cerrado e turquesas representando a água. Esses tons aparecem em elementos cenográficos de grande escala e baixo peso estrutural, pensados para gerar impacto visual com solução leve e eficiente.A passarela funciona como eixo central de leitura visual, utilizando o piso original do espaço, com percurso linear marcado por luz e pontos estratégicos de parada para fotografia. Essa solução favorece a leitura de silhuetas, volumes, transparências e texturas dos looks.Ao fundo da passarela é instalado um biombo cenográfico de grande formato, com dupla função: delimitar o backstage e operar como tela contínua de projeção. Sobre ele são projetados conteúdos visuais inspirados na coleção, como escamas do Aruanã, penas da Seriema, movimentos de água, ondas, reflexos de rios e texturas de cachoeiras, criando profundidade e movimento na cena.A iluminação do produto é resolvida com recortes frontais na passarela, iluminação lateral suave e contraluz no biombo. Na configuração expositiva, a luz é ajustada por meio de trilho e refletores direcionáveis, realçando volumes, superfícies e acabamentos sem gerar sombras duras.Para reforçar a presença do Cerrado sem recorrer a estruturas pesadas, a cenografia incorpora placas impressas em PVC leve, posicionadas como marcos laterais. Esses elementos incluem silhuetas ampliadas do Aruanã e da Seriema, padrões de escamas e padrões de penas. O espaço também conta com círculos cromáticos inspirados nos discos de cor das referências visuais da coleção, suspensos, fixados nas laterais ou integrados ao biombo, funcionando como elementos de ritmo visual e forte presença em registros fotográficos e audiovisuais.O painel de LED opera como suporte de identidade visual e comunicação institucional. Antes do início da apresentação, exibe conteúdo de abertura; durante a ação, mantém a identidade visual do projeto; ao final, apresenta créditos e parceiros.Na transição para a exposição, os 25 looks passam a ser apresentados em manequins, organizados em ilhas de visitação, com corredores livres e pontos de observação. A montagem reaproveita os mesmos elementos do desfile, que são reposicionados para atuar como sinalização de núcleos temáticos, organizados em Aruanã, Seriema, Rios e Cachoeiras, Flora e Água. O biombo permanece ativo com projeções em ritmo mais lento, voltadas à valorização das superfícies, cores e materiais das peças.Cada look recebe identificação objetiva, com nome, técnica ou material predominante e referência do Cerrado, acompanhada de QR Code com acesso a conteúdo complementar em áudio descrição. O produto considera circulação acessível, organização de fluxo e permanência confortável do público no espaço.A equipe técnica do produto envolve direção criativa, produção executiva, produção local, montagem, operação de luz e som, apoio ao público, mediação e registro fotográfico e audiovisual.Curso / Oficina / Capacitação Tramas da Origem – Processos de Criação em Moda Autoral, Território e Sustentabilidade é uma oficina presencial e gratuita, com carga horária total de 12 horas, voltada a estudantes de graduação em Moda a partir dos 18 anos. Ministrada por Theodora Alexandre, será realizada em das 8h às 21h, com intervalo das 12h às 13h, e terá limite máximo de 20 participantes.O produto foi concebido para aproximar estudantes dos processos reais de criação em moda autoral, conectando território e identidade cultural a práticas sustentáveis como postura criativa. Seu conteúdo toma como referência a pesquisa estética da proposta e o estudo de caso da coleção Elementos – Parte 2, abordando etapas do desenvolvimento de coleção, da construção do conceito à materialização das peças.A oficina se estrutura em quatro núcleos centrais: pesquisa e repertório, definição de conceito e direção criativa, decisões de materialidade e processos, e experimentação com caminhos de materialização. A sustentabilidade atravessa todo o conteúdo como princípio orientador das escolhas estéticas e técnicas, com foco em responsabilidade, reaproveitamento e valorização de práticas artesanais.A metodologia combina aulas expositivas e dialogadas, aulas práticas e experimentais, estudo de caso e consolidação final de proposta autoral. As atividades incluem discussão sobre moda autoral, território, identidade cultural e sustentabilidade, apresentação comentada de processos reais de criação, exercícios guiados de construção de conceito e direção criativa, experimentação de materiais e soluções com ênfase em reaproveitamento e ressignificação, além de leitura orientada da coleção como estudo de caso.A oficina será organizada por meio de inscrição prévia em formulário online, com participação gratuita e preenchimento das vagas até o limite de 20 inscritos, assegurando processo transparente e compatível com a capacidade de acompanhamento da atividade. Os participantes selecionados serão comunicados pelos canais informados no ato da inscrição.A avaliação considerará participação nas atividades presenciais, desenvolvimento das práticas propostas e apresentação final da síntese do processo, composta por conceito, direção criativa e experimentações. Os concluintes receberão certificado digital enviado por e-mail.A estrutura do produto prevê equipamento de som e projeção, espaço adequado para conversa formativa e dinâmica prática, mesas de trabalho, materiais para experimentação, preferencialmente reaproveitados ou recicláveis, itens básicos de prototipagem e materiais de apoio e documentação. O local contará com acessibilidade estrutural, e os conteúdos da oficina serão disponibilizados em formatos acessíveis, com recursos que favoreçam compreensão, acompanhamento e participação plena de pessoas com deficiência auditiva e visual.
A proposta incorpora medidas de acessibilidade voltadas à ampliação da fruição cultural, considerando dimensões arquitetônica, comunicacional, tecnológica, informacional e atitudinal. A mostra acontece no Memorial da América Latina, espaço cultural que dispõe de infraestrutura acessível, com circulação adequada, sanitários adaptados e rotas compatíveis com o atendimento de pessoas com mobilidade reduzida e pessoas com deficiência física.No campo da acessibilidade tecnológica e informacional, a exposição conta com placas com QR Codes junto aos looks apresentados, permitindo acesso a conteúdos em áudio descrição. Esse recurso amplia a compreensão das peças, dos materiais, das referências visuais e dos conceitos criativos por pessoas com deficiência visual ou baixa visão, qualificando a experiência de visitação e fortalecendo o acesso ao conteúdo da mostra.Na dimensão comunicacional, a conversa aberta realizada no contexto da exposição conta com intérprete de Libras, garantindo a participação de pessoas surdas e ampliando o acesso ao conteúdo compartilhado na atividade. A comunicação do projeto também adota linguagem clara, objetiva e inclusiva, buscando facilitar a compreensão das informações pelo público em geral.A acessibilidade também se estende à divulgação da proposta. As publicações em redes sociais contam com descrição de imagens por meio de texto alternativo, ampliando o acesso à informação para pessoas com deficiência visual e contribuindo para que a comunicação do projeto esteja alinhada ao seu compromisso com acesso público e fruição ampliada.No plano atitudinal, a proposta parte do entendimento de que acessibilidade não se limita à infraestrutura ou aos recursos técnicos, mas envolve também a forma de acolhimento e relação com o público. Por isso, a organização da ação considera uma postura de recepção orientada pela atenção às diferentes necessidades de participação, favorecendo uma experiência mais aberta, respeitosa e inclusiva ao longo da visitação e das atividades programadas.
A proposta adota como principal medida de democratização de acesso a gratuidade integral, garantindo ao público livre entrada para a mostra, mediante organização de fluxo compatível com a capacidade do espaço, estimada em até 300 pessoas. A ação ocorre em espaço cultural de acesso público, favorecendo a participação de diferentes perfis de público e ampliando o contato com a produção cultural apresentada.O formato híbrido da proposta amplia a experiência de fruição ao articular ativação performativa e visitação expositiva no mesmo ambiente, permitindo que o público tenha contato não apenas com a apresentação, mas também com a permanência das peças em exposição, com possibilidade de observação detalhada de materiais, formas, acabamentos e processos criativos.Como ação complementar de ampliação de acesso, será realizada oficina formativa gratuita, com carga horária de 12 horas, voltada a estudantes de moda, abordando processos criativos, território e sustentabilidade. A atividade amplia o alcance da proposta ao compartilhar conhecimento e estimular a formação de novos profissionais no campo da moda autoral.Como medida de ampliação de acesso, além da exposição ser inteiramente gratuita, a proposta também prevê a captação de imagens das atividades realizadas, com posterior veiculação por meios de comunicação gratuitos, incluindo plataformas digitais e canais públicos, ampliando o alcance do conteúdo para além do público presencial e possibilitando o acesso remoto às ações desenvolvidas.Além disso, será realizada oficina formativa gratuita, com carga horária de 12 horas, voltada a estudantes de moda, abordando processos criativos, território e sustentabilidade. A atividade amplia o alcance da proposta ao compartilhar conhecimento e estimular a formação de novos profissionais no campo da moda autoralA divulgação será realizada por meio de canais digitais de acesso gratuito, com estratégia de comunicação aberta e linguagem acessível, ampliando o alcance das informações e favorecendo a participação do público. Dessa forma, a proposta assegura não apenas o acesso físico às atividades, mas também a difusão ampliada de seus conteúdos, em consonância com os princípios de democratização do acesso à cultura.
Diretora Criativa - Theodora AlexandreTheodora Alexandre é designer de moda formada pela Universidade Federal de Goiás, com especialização em Gestão de Moda, e desenvolve sua criação a partir de uma relação muito direta entre roupa, território e linguagem visual. À frente da Thear, vem construindo coleções que nascem do Cerrado não como tema ilustrativo, mas como matéria de pesquisa, cor, textura, símbolo e posicionamento estético. Sua produção cruza moda autoral, processos artesanais, sustentabilidade e repertório cultural brasileiro com uma assinatura própria, reconhecível e coerente.Seu trabalho ganhou projeção em plataformas como a São Paulo Fashion Week, onde apresentou coleções como Jardim de Poteiro, MethAMORfose, Todas as Coras e Elementos, ampliando a presença da criação goiana em circuitos de grande visibilidade. Também desenvolveu exposições, ações formativas e iniciativas culturais ligadas à Casa Thear, espaço reconhecido como Ponto de Cultura, mantendo uma prática criativa que articula passarela, formação, memória e circulação cultural.Coordenador Geral - Tiago AlchuffiTiago Alchuffi construiu sua experiência na prática dos bastidores, no tempo real da execução e na organização de equipes em contextos que exigem precisão, leitura rápida e controle de operação. Sua atuação está ligada à coordenação de backstage, produção de moda e acompanhamento direto de desfiles, exposições e filmagens, especialmente em projetos ligados à Thear, desde a Casa de Criadores até apresentações na São Paulo Fashion Week e ações internacionais.Seu percurso passa por coleções presenciais e virtuais, fashion films, exposições e festivais, sempre em funções que pedem domínio de fluxo, equipe, ordem de entrada, troca, tempo e articulação entre criação e execução. Em produções de maior porte, já coordenou equipes numerosas e acompanhou também frentes ligadas à produção e à prestação de contas de projetos culturais, reunindo experiência de bastidor com senso prático de operação.Coordenadora de Projeto - Gabrielle CarvalhoGabrielle Carvalho atua na organização de projetos a partir de uma combinação rara entre leitura de política pública, rotina de execução e visão ampla de gestão. Formada em Hotelaria pelo Instituto Federal de Goiás e com formação complementar em gestão cultural e indústria criativa, circula com naturalidade entre elaboração, acompanhamento, articulação institucional, operação financeira e prestação de contas.Na Fluir Experiências e no Instituto Fluir, conduz processos que envolvem atendimento, captação, planejamento e monitoramento de entregas. Sua experiência também passa pela Secretaria de Estado da Cultura de Goiás, onde atuou com programas, editais, repasses e avaliação de projetos, e pela Goiás Turismo, com participação em ações de grande escala voltadas a turismo, circulação e desenvolvimento territorial. Essa combinação de repertório faz com que seu trabalho tenha método, clareza de processo e boa leitura da máquina pública e das exigências dos projetos incentivados.Coordenador de Produção - Gabriel GuimarãesGabriel Guimarães vem do encontro entre moda, relacionamento, produção e gestão. Com mais de quinze anos de atuação em eventos, marcas e projetos especiais, desenvolveu um perfil muito voltado à articulação entre diferentes frentes de trabalho, com trânsito entre criação, atendimento, operação e entrega. Sua experiência no São Paulo Fashion Week é um ponto forte desse percurso, tanto pela relação com marcas parceiras quanto pela convivência direta com o ambiente de produção de moda em alta escala.Seu trabalho também passa por projetos com nomes como Levi’s, Ambev e outras marcas do mercado de lifestyle e entretenimento, sempre em funções que exigem negociação, organização de fluxo, leitura de cronograma e sintonia entre times diversos. Tem um repertório que combina ambiente institucional, evento de marca e produção cultural, o que dá ao seu texto uma camada de cidade, mercado e operação muito própria.Coordenador de Programação (Logística) - Bruno RibeiroBruno Ribeiro reúne produção, comunicação e logística de um jeito bastante objetivo. Sua experiência começou no marketing e foi ganhando corpo na realização de eventos, no desenho de comunicação visual e na organização prática de deslocamentos, hospedagens, cronogramas e operação. Passou pela Goiás Turismo e participou de uma série de ações relevantes no estado, como Aruanã EmCanto, Arraiá do Cerrado, Circuito Cavalhadas, FICA e festivais gastronômicos, sempre em funções ligadas à execução e ao suporte estrutural dos projetos.Na B4 Turismo, Design e Eventos e na Fluir Experiências, seu trabalho se expandiu para a coordenação de marketing, logística e produção de festivais, shows e exposições. Entre os projetos citados em seu material estão TIM Music Goiás, Todas as Coras, Elementos, Burger Time e outros eventos que exigem leitura prática de circulação, hospedagem, transporte, comunicação e operação integrada. Ele tem um perfil de quem conhece a engrenagem do projeto por dentro e sabe fazer a máquina andar.Produtor Executivo - Leandro PiresLeandro Pires atua no campo da moda e da economia criativa com um olhar que aproxima projeto, mercado, território e posicionamento. Sua formação em Gestão de Empresas, somada à qualificação em Fashion Design pelo IED, aparece em um trabalho que transita bem entre consultoria, curadoria, desenvolvimento setorial, eventos e mediação institucional. É um nome que circula com desenvoltura entre o criativo e o executivo, sem perder leitura de contexto.Seu histórico inclui iniciativas como Amarê Fashion, SENAC Fashion Connect, SEBRAE Fashion Business, implantação do primeiro coworking de moda de Goiás e atuação com marcas presentes em circuitos como SPFW, Casa de Criadores e Brasil Eco Fashion Week. Também mantém relação próxima com instituições como SEBRAE, SENAC e AGOPA, além de pesquisas e vivências internacionais que ampliam seu repertório sobre comportamento, consumo e moda. Seu texto pede menos ênfase em cargo e mais em articulação, visão e capacidade de construir pontes.Especialista Consultor (Stylist) - Paulo MartinezPaulo Martinez é um nome fortemente ligado à construção de imagem na moda brasileira. Seu trabalho passa por revistas como Vogue, Elle, Marie Claire, GQ e L’Officiel Hommes, e por uma atuação que une styling editorial, campanhas, desenvolvimento de coleção e edição de desfiles. O que aparece no material não é só prestígio de currículo, mas uma prática contínua de leitura visual, composição e direção estética.Também atuou na edição de desfiles nas principais semanas de moda do país, como SPFW, Fashion Rio e Minas Trend, e no varejo desenvolveu coleções e campanhas para marcas de moda e beleza. Seu percurso mostra alguém acostumado a organizar imagem, proporção, presença e discurso visual com precisão. É um profissional que ajuda a coleção a ganhar leitura mais nítida, mais sofisticada e mais consciente de como ela se apresenta ao mundo.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 01/05/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.