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O projeto visa a criação e realização do espetáculo de teatro musical "Bituca, o Musical _ uma ode a Milton Nascimento", com dramaturgia original baseada na obra do artista
“Bituca, o Musical – uma ode à Milton Nascimento” é um espetáculo de Teatro Musical que entrelaça música, poesia e narrativa cênica para construir uma experiência sensorial e emocional inspirada na obra de Milton Nascimento e nos textos de Carlos Drummond de Andrade.Ambientado em uma Minas Gerais simbólica e afetiva, o espetáculo acompanha personagens que transitam entre memória, sonhos e realidade, conduzidos pelas canções que marcaram gerações. A dramaturgia se desenvolve a partir da fusão entre cenas dramáticas e números musicais ao vivo, característica essencial do Teatro Musical, onde a música não ilustra a cena, mas a conduz e a transforma.Ao longo da narrativa, temas como pertencimento, amizade, saudade, infância e esperança emergem, criando um mosaico poético que reflete a identidade brasileira. A presença da poesia de Drummond amplia a dimensão lírica do espetáculo, estabelecendo um diálogo profundo entre palavra e som.Mais do que uma homenagem, “Bituca, o Musical” se configura como uma celebração cênico-musical da cultura brasileira, na qual o Teatro Musical se afirma como linguagem potente para revisitar, emocionar e ressignificar grandes obras, conectando diferentes gerações por meio da arte.
1) ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASRealizar 02 (duas) apresentações do espetáculo "Bituca, O Musical _ Uma Ode a Milton Nascimento", no Teatro Sérgio Cardoso, na cidade de São Paulo/SP, nos dias 02 e 03 de dezembro de 2026, com recursos de acessibilidade, incluindo intérprete de Libras e audiodescrição.Integrar ao espetáculo, no mínimo, 10 participantes da Cruz Verde, pessoas com paralisia cerebral, promovendo sua participação na ação cultural.Transmitir ao vivo uma das apresentações pelo canal da Fato Produções no YouTube, pela plataforma Cultura em Casa, do Governo do Estado de São Paulo, e pela TV Cultura, com disponibilização gratuita da transmissão no canal da Fato Produções para acesso do público interessado. 2) CONTRAPARTIDA SOCIALRealizar 01 (um) ensaio aberto, destinado a estudantes e professores de instituições públicas de ensino, no Teatro Sérgio Cardoso, na cidade de São Paulo/SP, no dia 01 de dezembro de 2026, com recursos de acessibilidade, incluindo intérprete de Libras e audiodescrição.Destinar integralmente à Cruz Verde toda a receita arrecadada com a bilheteria, em apoio à atuação da instituição no atendimento a pessoas com paralisia cerebral grave.
O projeto "Bituca, o Musical _ Uma Ode a Milton Nascimento" propõe a criação e realização de um espetáculo de teatro musical que articula música, literatura e artes cênicas a partir da obra de Milton Nascimento e da poesia de Carlos Drummond de Andrade, dois expoentes centrais da cultura brasileira.A proposta está fundamentada na valorização, difusão e atualização do patrimônio cultural brasileiro, ao revisitar obras que integram o repertório simbólico da identidade nacional. A produção artística de Milton Nascimento, reconhecida por sua densidade estética e potência temática, atravessa questões afetivas, sociais e políticas, constituindo um dos legados mais relevantes da música popular brasileira. De modo complementar, a obra de Carlos Drummond de Andrade ocupa lugar de destaque na literatura nacional ao elaborar, com profundidade poética, temas como memória, tempo, existência e relações humanas.A aproximação entre essas duas matrizes artísticas, transposta para a linguagem do teatro musical, amplia as possibilidades de fruição, circulação e renovação dessas obras, promovendo sua ressignificação estética e sua aproximação com públicos diversos. Nesse sentido, o projeto contribui para a difusão da cultura brasileira, para a formação de público e para o fortalecimento das artes cênicas nacionais, ao propor uma experiência artística contemporânea, acessível e socialmente comprometida.Sob a perspectiva da política pública de cultura, a proposta apresenta aderência aos princípios da Lei nº 8.313/91, especialmente no que se refere à ampliação do acesso à cultura, à valorização da produção artística brasileira e à promoção da diversidade e da inclusão. Trata-se de uma iniciativa que associa relevância artística, alcance social e compromisso com a democratização cultural.Destaca-se, ainda, a dimensão social estruturante do projeto, desenvolvida em parceria com a Cruz Verde, instituição de referência no atendimento a pessoas com paralisia cerebral grave. A participação ativa de pacientes no processo artístico e na cena constitui uma ação concreta de inclusão cultural, visibilidade e pertencimento, assegurando o exercício de direitos culturais por parte de um público historicamente afastado dos espaços de produção e fruição artística.Essa diretriz está alinhada a uma compreensão contemporânea de democratização da cultura, que ultrapassa a lógica de acesso ao produto cultural e incorpora a cultura como campo de participação, representação e cidadania. Ao integrar esses sujeitos ao fazer artístico, o projeto amplia o conceito de acessibilidade, contemplando também suas dimensões simbólica, social e relacional.No campo da democratização do acesso, a proposta prevê medidas concretas de ampliação de público, como ações gratuitas, ensaio aberto e estratégias voltadas à inclusão de públicos diversos, reduzindo barreiras econômicas e sociais e ampliando as condições de acesso aos bens culturais.O projeto também contempla recursos de acessibilidade comunicacional, com Intérprete de Libras e Audiodescrição, assegurando melhores condições de fruição para pessoas com deficiência e reforçando o caráter inclusivo da proposta.Do ponto de vista econômico, a iniciativa contribui para o fortalecimento da cadeia produtiva da cultura, ao mobilizar profissionais das artes cênicas, técnicos, prestadores de serviços e fornecedores, gerando trabalho, renda e impacto positivo na economia criativa.A utilização do mecanismo de incentivo fiscal previsto na Lei nº 8.313/91 é fundamental para a viabilização do projeto, considerando a complexidade própria da produção de um espetáculo de teatro musical, que demanda equipe multidisciplinar, estrutura técnica especializada e investimentos significativos em criação, montagem e execução.O projeto enquadra-se nos seguintes incisos do art. 1º da Lei nº 8.313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Atende, ainda, aos objetivos do art. 3º, ao promover:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;Dessa forma, "Bituca, o Musical _ Uma Ode a Milton Nascimento" apresenta consistente relevância artística, cultural e social, alinhando-se às diretrizes de democratização do acesso, inclusão e valorização da cultura brasileira, o que justifica sua realização por meio do mecanismo de incentivo fiscal.
APRESENTAÇÕES LOCAL: Teatro Sergio Cardoso, São Paulo, SPData: 02 e 03 de dezembro de 2026Horário: as 20 hQuantidade: 02 apresentações ENSAIO ABERTO Local: Teatro Sergio Cardoso, São Paulo, SP Data: 01 de dezembro de 2026Horário: as 20 hQuantidade: 1 (um) ensaio.Ingressos a serem distribuídos: 854 ingressos.Público-alvo: estudantes e professores de instituições públicas de ensino. ENCENAÇÃO:A encenação adota uma linguagem híbrida, integrando teatro, música e poesia. A proposta estética é fortemente influenciada pelo imaginário barroco mineiro, não em sua forma literal, mas como referência simbólica de um Brasil profundo, sensível e em constante construção. A dramaturgia se organiza a partir de associações poéticas, memórias fragmentadas e atravessamentos musicais, evitando uma narrativa biográfica convencional. O espetáculo busca traduzir, em cena, o universo emocional e artístico de Milton Nascimento, estabelecendo conexões com temas universais como pertencimento, identidade, deslocamento e afeto. Os poemas de Carlos Drummond de Andrade, musicados por Milton, são utilizados como fio condutor da narrativa, ampliando a dimensão lírica da encenação e criando uma ponte entre literatura e música brasileira. FORMATO:O espetáculo é um teatral-musical original que propõe uma imersão poética na trajetória artística e sensível de um dos maiores nomes da música brasileira. A obra parte de uma abordagem não linear e sensorial, estruturando-se como uma travessia entre memória, identidade e criação. Ambientado em uma Minas Gerais em transformação, o espetáculo constrói uma narrativa simbólica sobre o processo de formação do artista, tendo como eixo dramatúrgico o encontro entre a infância e a maturidade. A condução narrativa é realizada pela figura do Milton criança, que, ao longo da encenação, descobre a si mesmo e projeta o artista que virá a se tornar.ESTRUTURA DRAMATÚRGICA:O espetáculo se desenvolve em quadros contínuos, sem interrupções formais, conduzidos por transições fluidas entre cenas musicais e momentos dramáticos. A abertura estabelece o princípio central da obra: um menino atravessa a plateia e chega ao palco, iniciando uma jornada de autodescoberta. Ao longo da narrativa, esse menino encontra sua versão adulta, criando um diálogo cênico entre passado e futuro. As canções de Milton Nascimento não são apresentadas como números isolados, mas integradas organicamente à ação dramática, funcionando como extensão emocional das cenas. CENOGRAFIA:A cenografia propõe um espaço simbólico e dinâmico, inspirado na paisagem e na arquitetura de Minas Gerais. Elementos cenográficos remetem ao barroco mineiro, apresentados de forma fragmentada e ressignificada. Trilhos de trem atravessam o palco, representando caminhos, deslocamentos e o fluxo da vida. A presença de uma maria-fumaça — sugerida por elementos visuais ou projeções — reforça a ideia de travessia e transformação. O espaço cênico é concebido para permitir múltiplos níveis de atuação e circulação, incluindo entradas e deslocamentos pela plateia, promovendo uma experiência imersiva. ILUMINAÇÃO:A iluminação desempenha papel fundamental na construção narrativa do espetáculo. Mais do que recurso técnico, a luz atua como elemento dramatúrgico, responsável por conduzir o olhar do espectador, estabelecer atmosferas e marcar transições temporais e simbólicas. O desenho de luz privilegia o uso de focos recortados, contraluzes e variações de intensidade, criando imagens cênicas de forte impacto visual. Transições em fade e blackouts são utilizados para reforçar mudanças de estado e percepção. SONOPLASTIA E DIREÇÃO MUSICAL:A trilha sonora combina execução ao vivo — com orquestra e coro — e elementos pré-gravados, como os off’s poéticos. A direção musical busca respeitar a essência das composições de Milton Nascimento, preservando sua riqueza harmônica e emocional, ao mesmo tempo em que propõe novos arranjos que dialogam com a linguagem cênica do espetáculo. O coro assume papel ativo na narrativa, funcionando tanto como elemento musical quanto como corpo coletivo que representa memória, território e comunidade. FIGURINO:O figurino dialoga com a estética atemporal do espetáculo, combinando referências contemporâneas e elementos simbólicos. A paleta de cores se inspira nos tons da paisagem mineira (terrosos, ocres, azuis profundos), contribuindo para a unidade visual da obra. A boina, elemento icônico associado a Milton Nascimento, é utilizada como símbolo de passagem e identidade, marcando momentos-chave da narrativa. DIREÇÃO:A direção propõe uma encenação sensível e imagética, que valoriza o silêncio, o tempo e a presença do ator em cena. O trabalho de interpretação privilegia a escuta, a musicalidade e a fisicalidade, integrando corpo e voz de forma orgânica. A utilização da plateia como espaço cênico amplia a experiência do espectador, rompendo a quarta parede e convidando-o a participar da travessia proposta pela obra.
Em observância às diretrizes estabelecidas pela Lei nº 13.146/2015 (Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência), pelos Decretos nº 3.298/1999 e nº 9.404/2018, bem como pelo Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, o presente projeto estrutura um conjunto integrado, transversal e tecnicamente compatível de medidas de acessibilidade. Tais medidas foram concebidas em consonância com as especificidades da linguagem cênico-musical proposta, respeitando o princípio das adaptações razoáveis, sem imposição de ônus desproporcional ou indevido, e garantindo condições efetivas de fruição, autonomia, segurança e participação plena de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos. PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: disponibilização de rampas, corrimão, elevadores, banheiros adaptados, assentos para pessoas com deficiência, obesos e idosos. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO. PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Audiodescrição em todas as sessões que serão realizadas. PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Intérprete de Libras em todas as sessões que serão realizadas.PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL, PSICOSSOCIAL E PESSOAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA): Contratação de monitoria especializada inclusiva para auxiliar esse público em todas as sessões. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEIS: Disponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas. PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL (ENSAIO ABERTO) MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: disponibilização de rampas, corrimão, elevadores, banheiros adaptados, assentos para pessoas com deficiência, obesos e idosos. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: Audiodescrição no Ensaio Aberto que será realizado.PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA: Intérprete de Libras no Ensaio Aberto que será realizado.PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL, PSICOSSOCIAL E PESSOAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA): Contratação de monitoria especializada inclusiva para auxiliar esse público no Ensaio Aberto que será realizado. MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE NO ASPECTO DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO ACESSÍVEIS: Disponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas.
Conforme Art. 41 da IN MINC 29/2026, a distribuição dos ingressos se dará da seguinte forma: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores, havendomais de 1 (um), receberão em quantidade proporcional ao investimento efetuado;II - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações dedivulgação do projeto;III - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo,incluindo professores de instituição públicas de ensino; eIV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem R$50,00 (cinquenta reais). Serão asseguradas ainda: I - meia-entrada assegurada para estudantes em, no mínimo, 40% (quarenta por cento) doquantitativo total dos ingressos comercializados, conforme o art. 1º, caput, § 10, da Lei nº 12.933, de 26 dedezembro de 2013;II - meia-entrada assegurada para idosos em todos os ingressos comercializados, conforme oart. 23, da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003; eIII - meia-entrada para acesso a eventos artístico-culturais a estudantes, jovens de baixa rendaportadores da Identidade Jovem (ID Jovem) e pessoas com deficiência, em todos os ingressoscomercializados, conforme o Decreto nº 8.537, de 5 de outubro de 2015. Em complemento às medidas de democratização de acesso, atendendo ao Art. 42 da IN MINC nº 29/2026, adotaremos as seguintes medidas de ampliação do acesso:IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;Para cumprimento dessa medida, uma das apresentações será transmitida ao vivo pelo canal da Fato Produções no YouTube, pela plataforma Cultura em Casa, do Governo do Estado de São Paulo, e pela TV Cultura. A transmissão disponibilizada no canal da Fato Produções permanecerá acessível gratuitamente ao público em geral. Dessa forma, “Bituca, O Musical” consolida-se como uma iniciativa comprometida não apenas com a excelência artística, mas também com a ampliação do acesso à cultura, a inclusão social e a formação de plateias diversas.
Direção Geral: Jô Santana / Fato ProduçõesDramaturgia: Eduardo RiecheDireção Cênica: Bia LucciDireção de Produção: Renato Araújo Direção Musical: Fernando LeiteRegência: Maestro Adriano MachadoCenografia: Ronald TeixeiraCoreografia: Soraya BastosDesenho de Luz: Paulo César MedeirosFigurino: Rodrigo Cachoeira Nome: Jô Santana / Fato Produções ArtísticasFunção no Projeto: Direção Geral e RealizaçãoA Fato Produções Artísticas é uma companhia que sempre teve entre seus objetivos, o Incentivo à Produção e Difusão da Cultura Nacional, através principalmente da Arte Teatral. Comandada pelo ator e produtor Jô Santana, atua há 30 anos no mercado com foco na diversidade e cultura nacional, tendo produzido mais de 60 espetáculos assistidos por mais de 5 milhões de espectadores. A Fato prioriza a contratação de pessoas negras para composição de suas equipes, tanto de produção quanto criativas, em todos os projetos, e tem se voltado cada vez mais para a produção de espetáculos que contam sobre vida e obra de personalidades afro-brasileiras. Pensando o social, temos desenvolvido ações voltadas para pessoas em privação de liberdade, relacionadas a capacitação profissional e promoção da dignidade através da arte. E a cada grande espetáculo realizado, a Fato gera mais de 400 empregos diretos e indiretos, mobilizando efetivamente a economia criativa por onde passa.Nome: Eduardo RiecheFunção no Projeto: DramaturgiaEduardo Rieche é um artista premiado: ator, autor, produtor, tradutor e pesquisador. É Vencedor do Prêmio Shell de Melhor Texto (2009) e do Prêmio Coca-Cola de Melhor Ator (1996). Destaca-se como dramaturgo por musicais aclamados e pelo monólogo "Inquieto Coração", em cartaz há mais de 15 anos. Na literatura, foi finalista do Prêmio Jabuti por sua biografia de Yara Amaral. Também é tradutor, psicólogo e bacharel em Comunicação.Nome: Bia LucciFunção no Projeto: Direção CênicaAtriz, cantora, diretora, dramaturga e pesquisadora, possui mais de 30 anos de carreira e formação internacional pela The American Musical and Dramatic Academy, além de escolas renomadas no Brasil. Participou de cerca de 50 espetáculos em diversas funções, com destaque para produções como O Rei Leão, Hebe – O Musical e Beetlejuice. Especialista em Teatro Musical, é pioneira no Brasil do método Acting The Song®, atuando como preparadora de grandes artistas e docente em importantes instituições. Já contribuiu para a formação de mais de 1500 alunos, com alta inserção no mercado profissional. Também atua como diretora geral e assistente de direção de Miguel Falabella e João Fonseca. Desenvolveu projetos para marcas como Walt Disney Brasil e Nickelodeon. Atualmente, prepara o lançamento de sua própria produtora e a criação de musicais autorais.Nome: Renato AraujoFunção no Projeto: Direção de ProduçãoRenato Araújo é diretor de produção com ampla experiência na realização de espetáculos no Brasil, unindo a visão artística à concretização no palco. Em sua trajetória, deu vida a projetos como Cartola - O Mundo é um Moinho e Marrom, o Musical, além de colaborar com nomes marcantes da cena nacional, entre eles Zé Celso, Roberto Lage, Miguel Falabella, Beatriz Segall e Fulvio Stefanini. Com atuação que transita entre grandes musicais, comédias e turnês, Renato domina a logística e a precisão necessárias para fazer cada produção acontecer. Agora, traz essa bagagem para Fafá de Belém, o Musical, assinando a Direção de Produção da Fato Produções.Nome: Fernando LeiteFunção no Projeto: Direção MusicalFernando Leite é ator, cantor, professor, diretor musical e vocal. Maranhense e multi-instrumentista, iniciou sua trajetória aos 16 anos, fazendo a direção vocal, musical e backing vocal para diversos artistas de renome nacional, como o grupo Rouge, Fagner, Alcione, entre outros. Pela Universidade Estadual do Maranhão, coordenou o projeto "Música como objeto auxiliador no ensino", que ajudou a transformar a metodologia de ensino no estado. No teatro musical, integrou o elenco de Marrom o Musical e Martinho Coração de Rei, e em Ilha Jamais, o Musical, foi diretor musical e vocal.Nome: Adriano MachadoFunção no Projeto: Maestro Adriano Machado é um dos maestros mais respeitados e ativos da cena sinfônica brasileira, com uma carreira que une excelência técnica, sensibilidade musical e visão empreendedora. Fundador e Diretor Musical da Orquestra Sinfônica Villa Lobos (OSVL), lidera há mais de 20 anos uma das formações mais versáteis e inovadoras do país, com mais de 80 apresentações anuais. Adriano é conhecido por sua habilidade em aproximar a música erudita de novos públicos, cruzando fronteiras entre o clássico e o popular, do barroco ao pop, da sala de concerto aos palcos de grandes eventos e festivais. Sua filosofia combina o rigor técnico da música erudita com a liberdade criativa da música contemporânea. Para Adriano, a orquestra é ponte entre o erudito e o popular, entre tradição e inovação.Nome: Ronald TeixieraFunção no Projeto: CenografiaRonald Teixeira é Diretor de Arte, Cenógrafo e Figurinista de Teatro, Cinema e TV. Mestre em Ciências da Arte pela UFF e professor de Cenografia na UFRJ, soma 45 anos de carreira, mais de 580 criações e prêmios como Shell, Mambembe, Kikito e a Triga de Ouro na Quadrienal de Cenografia de Praga. Curador da Seção Brasileira na Quadrienal por 16 anos, também foi reconhecido pelo IAB pelo projeto da exposição Burle Marx e integrou o júri do Festival Internacional de Cinema da Amazônia. Nome: Soraya BastosFunção no Projeto: CoreografiaSoraya Bastos é bailarina, Diretora de Movimento, Coreógrafa e Preparadora Corporal. Mestranda em Dança pela Faculdade Angel Vianna, é professora de Corpo na Faculdade CAL de Artes Cênicas e no Núcleo de Teatro Musical da CAL. Com vasta experiência em musicais, já assinou a direção de movimento e a preparação corporal em diversas produções de destaque, além de atuar em programas de TV, shows internacionais e nas tradicionais Comissões de Frente do Carnaval carioca. Reconhecida por sua versatilidade, transita entre o universo acadêmico e o artístico, formando novos talentos e colaborando em grandes espetáculos nacionais.Nome: Paulo César MedeirosFunção no Projeto: Desenho de LuzPaulo César Medeiros é iluminador carioca com mais de 40 anos de carreira, 1300 projetos realizados, 111 indicações e 24 prêmios, entre eles 5 Shell, 3 APTR e 2 Bibi Ferreira. Trabalhou ao lado de grandes nomes do teatro brasileiro, como Miguel Falabella, José Possi Neto, Amir Haddad, Aderbal Freire Filho e Bibi Ferreira, e iluminou artistas como Maria Bethânia, Alcione e Paulinho da Viola. Sócio-fundador da Art Light e criador da Festa das Luzes da Mata Atlântica, é autor do livro A Dramaturgia da Luz e professor de lluminação Cênica. Mestrando em Artes Cênicas pela UNIRIO, segue como referência nacional na criação luminotécnica para teatro, dança e música.Nome: Rodrigo CachoeiraFunção no Projeto: FigurinistaRodrigo Cachoeira é ator, professor de arte, figurinista e dramaturgo. Graduado em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (UnB), é pós-graduado em História da Arte pelo Instituto Mineiro de Formação Continuada (MG) e em TEA - Transtorno do Espectro Autista pelo Instituto Uni Vitória (EAD). Desde 2013, desenvolve trabalhos artísticos com grupos independentes de Brasília e, atualmente, do Rio de Janeiro. Pesquisa máscaras, adereços e a customização de objetos e figurinos para teatro e audiovisual. Integra o grupo audiovisual Sorria Pode Entrar como ator e figurinista.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 01/05/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.