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Realizar montagem e temporada, no Rio de Janeiro, do espetáculo teatral "O ANO EM QUE EU MORRI", peça solo de Deborah Sargentelli com direção de Helena Varvaki. Como ação de contrapartida social serão realizados debates com a equipe do espetáculo ao final de duas sessões.
Colado na ideia de teatro documentário, “O ANO EM QUE EU MORRI” acompanha uma jovem que passa por um ano traumático em que achou que iria morrer, mas sobrevive. No entanto, enquanto vivia a morte metafórica da sua vida anterior, foi obrigada a lidar com a morte literal de pessoas queridas e se vê forçada a elaborar tudo isso no seu próprio funeral.Com direção de Helena Varvaki e através de experiências pessoais da atriz Deborah Sargentelli, a peça alia a dor da finitude a uma dramaturgia investigativa sobre o processo de morrer.Nesse espaço entre o onírico e o confessional, a protagonista é forçada a encarar o luto, de forma coletiva e individual, escancarando a ideia de que morrer é inevitável. Trata-se de uma reflexão potente sobre a capacidade humana de se refazer, utilizando a arte como um território de investigação da vida que resiste.
Objetivo geralFomentar a cultura através da realização de "O ANO EM QUE EU MORRI", um espetáculo teatral com dramaturgia autoral, baseado na narrativa de uma jovem que, após vivenciar um período traumático marcado pela iminência da morte e pela perda de pessoas queridas, elabora simbolicamente sua trajetória por meio da construção de seu próprio funeral. Com isso, promove reflexões sobre luto, saúde mental e vulnerabilidade. O projeto busca ampliar o acesso às artes cênicas, contribuir para a formação de público e fomentar o debate sobre saúde emocional e experiências humanas universais.Objetivos EspecíficosProduto: Espetáculo de Artes Cênicas- Realizar 16 apresentações do espetáculo na cidade do Rio de Janeiro, em teatro com capacidade média de 100 lugares, ampliando o acesso da população local à produção artística independente.- Garantir acessibilidade, oferecendo recursos como intérprete de LIBRAS, audiodescrição e abafadores de som para pessoas com deficiência (PCDs), assegurando a inclusão e democratização do acesso à cultura.- Contratação de estagiários, como ação de ampliação de acesso, proporcionando vivência prática nas etapas de um projeto incentivado.Produto: Contrapartida Social- Realizar dois debates com a equipe do espetáculo sobre o processo de realização de uma peça teatral, voltada para estudantes e professores de instituições públicas, atendendo ao todo 160 beneficiários, conforme previsto no Art. 44 da Instrução Normativa nº 29/2026, com o objetivo de promover reflexão crítica, ampliar o repertório cultural e estimular o pensamento autônomo dos participantes. A atividade buscará incentivar o diálogo e a troca de experiências, abordando o tema de forma acessível e contextualizada à realidade do público, contribuindo para troca cultural, a partir de explanação da equipe e de perguntas da plateia sobre o processo técnico e o fazer artístico do espetáculo.
A relevância deste projeto reside na investigação sensível da inevitabilidade da morte e do luto, apresentando uma dramaturgia autoral contemporânea que dialoga com questões universais de saúde mental, angústias e anseios. Através da narrativa de uma jovem que sobrevive a um ano traumático, a obra utiliza a metáfora do próprio funeral para discutir a ideia de morte e vida, abordando um tema tabu de maneira humanizada e vulnerável, assim visando quebrar algumas barreiras sociais. A excelência técnica da proposta é garantida por uma equipe de profissionais com sólida trajetória de destaque no mercado cultural.A realização de um espetáculo teatral de caráter contemporâneo é fundamental para o fortalecimento da identidade cultural brasileira e para o estímulo à reflexão crítica da sociedade. O teatro, como "arte do encontro", funciona como um potente catalisador de diálogos sobre a condição humana, especialmente ao abordar temas universais e urgentes como a imprevisibilidade da vida, a saúde mental e a superação de traumas, de maneira coletiva ou individual.A realização de apresentações na cidade do Rio de Janeiro, com sessões acessíveis para pessoas com deficiência e a distribuição de parte dos ingressos gratuitos para pessoas em vulnerabilidade social, reforça o compromisso com a democratização do acesso à cultura e com a inclusão de públicos historicamente marginalizados. A proposta de acessibilidade com intérprete de LIBRAS, audiodescrição e abafadores para pessoas neurodivergentes, assegura que a experiência artística seja plural, diversa e acolhedora.Complementando o espetáculo, a contrapartida social, dois debates com a equipe do espetáculo, voltada a estudantes e professores da rede pública, com o objetivo de promover reflexão crítica, ampliar o repertório cultural e estimular o pensamento autônomo dos participantes. Essa ação está alinhada ao Art. 44 da IN 29/2026 e reforça o papel social da cultura como agente de transformação e conscientização. Além disso, o projeto prevê a contratação de estagiários, visando agregar para a formação desses profissionais no mercado de trabalho e proporcionar vivência prática nas etapas de um projeto incentivado. Assim, o projeto justifica-se não apenas por sua relevância artística e temática, mas também pelo impacto social, educativo e inclusivo que se propõe a gerar. Além de também gerar emprego e renda para mais de 20 profissionais artísticos - de forma direta ou indireta. Em tempos de polarização, banalização da violência e invisibilização do sofrimento emocional, é fundamental que a arte ocupe seu espaço como meio legítimo de denúncia, troca, escuta, elaboração coletiva de traumas e construção de empatia.
Montagem e Temporada da peça “O ANO EM QUE EU MORRI”Temporada: 2 mesesApresentações: 16Público: 1.600Classificação indicativa: +16
Produto: Espetáculo de Artes CênicasAcessibilidade física: o espaço de realização das atividades observará as medidas de acessibilidade para atender pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas.Acessibilidade comunicacional: Intérprete de libras, audiodescrição e abafadores.Produto: Contrapartida SocialAcessibilidade física: o espaço de realização das atividades observará as medidas de acessibilidade para atender pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas.Acessibilidade comunicacional: Intérprete de libras, audiodescrição e abafadores nos debates.
O plano de distribuição do projeto respeitará as regras de democratização do acesso conforme segue:I - 10% para distribuição gratuita promocional por patrocinadores;II - 10% para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto;III - 10% para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, incluindo professores de instituição públicas de ensino; eIV - 20% para comercialização em valores que não ultrapassem R$ 50,00.Como medida de ampliação de acesso, conforme Art. 42 da IN 29/2026 realizaremos a contratação de estagiários para compor a equipe do projeto.
DEBORAH SARGENTELLI - Dramaturgia e AtrizComunicadora Social formada em Audiovisual pela UFRJ, possui uma trajetória multifacetada como atriz, escritora e modelo. Com sólida formação técnica em instituições como o Teatro Tablado e a Casa de Cultura Laura Alvim , acumulou vasta experiência nos palcos, onde não apenas atuou em diversas peças, mas também assinou a dramaturgia e assistência de direção em projetos premiados como "O que será de nós daqui a 4 anos?". Sua presença no audiovisual inclui participações em novelas e minisséries da TV Globo, como "JK" e "Sol Nascente" , além de atuar em curtas e longas-metragens, sendo o mais recente “A vida de cada um”, de Murilo Salles. Deborah também possui uma forte atuação em projetos de impacto social, tendo coordenado ações humanitárias e ministrado oficinas de teatro em comunidades como Pavão-Pavãozinho, Manguinhos e Cidade de Deus, em parceria com instituições como a Funarj e o Grupo Os Arteiros.HELENA VARVAKI - DireçãoDiretora, atriz e pesquisadora, possui formação internacional pela Escola de Teatro P. Katsélis (Grécia) , sendo Mestre em Teatro pela UNIRIO e pós-graduada em Arte e Filosofia pela PUC-Rio. É autora do livro "Ator: Um artesão de si mesmo" e desenvolve, desde 2002, um influente trabalho de Formação Continuada para atores. No teatro, dirigiu espetáculos como "Clarice e Nelson" e "Entre o céu e o Inferno" , além de acumular premiações e indicações importantes como atriz, incluindo o Prêmio Cenym e indicações aos prêmios Shell e Cesgranrio. Sua carreira no audiovisual é igualmente sólida, com atuação em séries de destaque como "Fim" e "Todo Dia a Mesma Noite" , além de assinar a co-direção de produções cinematográficas como o longa "Um lobo entre os Cisnes".MADU PENIDO - Direção de arte (cenário e figurino)Cenógrafa e figurinista com mais de três décadas de experiência, Madu Penido é bacharel em Artes Cênicas pela UNI-RIO. Sua especialização em Visual Merchandising pelo Fashion Institute of Technology (FIT/NY) permitiu uma atuação singular que une a estética teatral à identidade visual de grandes marcas, como Ralph Lauren e Kenzo. No âmbito das artes, assinou cenários e figurinos para teatro, TV e cinema, incluindo trabalhos na Rede Globo em produções como "Justiça" e "Cobras e Lagartos" , além de espetáculos em palcos renomados como o Teatro Poeira. Educadora dedicada, ministrou cursos técnicos de Merchandising Visual e Figurino em instituições de prestígio como o Senac e o Senai/Cetiqt , contribuindo para a formação de novos profissionais no setor criativo.LETÍCIA REIS - Direção de ProduçãoCom uma trajetória artística iniciada em 1989, Leticia Reis consolidou uma carreira multifacetada como atriz, produtora e gestora cultural. Sua formação acadêmica e técnica inclui passagens pela Escola de Teatro Martins Pena e pelo curso de Artes Cênicas da UNI-RIO. Como atriz, colaborou extensivamente com a Oficina dos Menestreis, atuando em montagens dirigidas por Deto Montenegro e Oswaldo Montenegro, como "Raul Fora da Lei" e "A Dança dos Signos". No campo da assistência de direção, trabalhou por três anos em turnês nacionais de "Raul Fora da Lei – O Musical". Sua atuação como produtora cultural, iniciada em 1997, destaca-se pela gestão de projetos de alta complexidade e relevância, como "O Musical Mamonas", "Hairspray" (direção de Miguel Falabella) e o espetáculo "O Princípio de Arquimedes". Além disso, acumulou vasta experiência em produções de grande escala na Chaim Produções, onde participou da viabilização de sucessos como "Tim Maia – Vale Tudo", "Cazuza – Pro Dia Nascer Feliz" e "Alô Dolly!". Desde 2021, também atua no mercado de dublagem para produções audiovisuais.ALINE BRITO - Produção ExecutivaProdutora Cultural graduada pelo Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ), Aline Brito possui sólida experiência na análise, enquadramento e submissão de projetos em leis federais, estaduais e municipais de incentivo à cultura. Com especialização em assessoria técnica e gestão de projetos, domina a elaboração e adequação orçamentária de propostas incentivadas, além do acompanhamento rigoroso de editais. Sua trajetória inclui passagens estratégicas pela Secretaria Municipal de Cultura de Japeri e a assistência de produção em eventos como o Festival Literário Internacional da Diáspora Africana (FLIDAM) e a GAME XP. Aline também desenvolveu trabalhos de pesquisa e oficinas interdisciplinares que conectam arte e ciência no Museu Espaço Ciência Interativa (ECI).
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 01/05/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.