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PRONAC 262394Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Circulação Sutil Companhia de Dança

23.970.192 ADIA DA SILVA FREITAS ANSELMI
Solicitado
R$ 156,7 mil
Aprovado
R$ 156,7 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
PR
Município
Curitiba
Início
2026-05-01
Término
2027-09-30
Locais de realização (6)
Manaus AmazonasSalvador BahiaCascavel ParanáBelém ParáTeresina PiauíParati Rio de Janeiro

Resumo

A Sutil Companhia de Dança propõe a circulação e difusão dos espetáculos "Olha pra mim" e "Sutil como um Vulcão" em seis cidades brasileiras, perfazendo 12 apresentações, ampliando o acesso à dança contemporânea e promovendo o encontro entre obra, território e público. O projeto tem como objetivo alcançar um público diverso, com atenção ao público PCD (Pessoas com Deficiência), incentivando a participação da população em ações culturais e convidando os espectadores a se aproximarem, de maneira sensível e reflexiva, do fazer artístico e das temáticas propostas pelas obras.As apresentações serão realizadas em espaços públicos abertos, com acesso gratuito, priorizando a democratização cultural e a ampliação de público, além de garantir maior acessibilidade a diferentes comunidades e contextos sociais.

Sinopse

SUTIL COMO UM VULCÃO Um dueto pluralista, onde um corpo habita a dança e o outro a música, investiga os vínculos que emergem desse encontro. A partir da presença corpórea atravessada pela configuração espacial e imagética, as artistas compartilham, na cena, a arte de manter-se viva. Entre sutileza e erupção, a obra fricciona sentimentos e símbolos individuais e coletivos dos feminismos, permitindo que sua força flua — como lava de um vulcão. OLHA PRA MIMInspirado na palestra homônima do psiquiatra brasileiro Ângelo Gaiarsa sobre as necessidades humanas, Olha pra mim mergulha na intimidade do olhar – o risco, o refúgio e a busca por um pertencimento. O espetáculo revela a vulnerabilidade do ser por meio da dramaturgia corporal dos artistas, em danças fluidas e íntimas, que insinuam um desejo primário pulsante na inquietude das relações humanas.

Objetivos

Objetivo Geral: Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; Fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; Apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias; Objetivo Específico: A) Produto Espetaculos de Artes Cenicas - Circular o espetáculo de dança "Olha pra mim" e "Sutil como um Vulcão" da Sutil Companhia de Dança por 6 cidades do Brasil; - Difundir a arte e a linguagem corporal da dança, contribuindo com o desenvolvimento social e cultural da população envolvida; - Promover apresentações gratuitas, com qualidade de pesquisa artística, em locais públicos de grande circulação de pessoas e de fácil acesso à população; - Garantir condições de acessibilidade ao público, por meio da realização de apresentações em espaços públicos abertos, com acesso gratuito e adequações que favoreçam a fruição das obras por pessoas com diferentes condições físicas, sensoriais e sociais. - Incentivar a população a frequentar eventos culturais e/ou participar ativamente de atividades artísticas; - Estimular a formação de plateia realizando todas as apresentações com entrada franca; - Colaborar com a descentralização do acesso a produções em dança, levando o espetáculo também para cidades que estão fora do eixo de maior frequência de realização de apresentações da Sutil Companhia de Dança; - Propor novas leituras de espaços cênicos, tendo em vista a flexibilidade e adequação da montagem nos mais variados espaços; - Compartilhar entretenimento de qualidade, cultura e cidadania às cidades escolhidas de forma criativa, produtiva e eficaz; - Contribuir para a difusão e o desenvolvimento da dança contemporânea;

Justificativa

A Sutil Companhia de Dança propõe a circulação dos espetáculos "Olha pra mim" e "Sutil como um Vulcão" em diferentes cidades brasileiras, com o objetivo de ampliar o acesso à dança contemporânea e promover experiências sensíveis entre artista, obra e público, em espaços públicos e não convencionais.As observações provenientes das experiências práticas da companhia com a dança contemporânea constituem fonte contínua de pesquisa, alimentando o desejo de estabelecer relações mais fusionadas entre artista e espectador. A partir dessa perspectiva, o projeto propõe apresentações em espaços públicos, favorecendo uma aproximação mais direta, democrática e acessível, independentemente de classe social, gênero ou localização geográfica.Dirigida por Ádia Anselmi e sediada em Curitiba (PR), a Sutil Companhia de Dança investiga, desde 2016, a dimensão íntima do corpo em movimento e sua materialização, desenvolvendo o conceito de "corpo sutil" — compreendido como propulsor do movimento e como campo de atravessamentos entre corpo, mente e energia. Em estado de vulnerabilidade conduzido pelo sentir, suas criações convidam artistas e público a experiências que transitam entre diferentes camadas de percepção, instaurando um espaço de escuta sensível e presença.Com trajetória consolidada, a companhia foi contemplada por importantes prêmios e editais e participou de festivais nacionais e internacionais, destacando-se por sua atuação continuada na difusão da dança contemporânea e na formação de público. Nesse contexto, a circulação proposta visa dar continuidade a esse percurso, ampliando o alcance territorial das obras e promovendo o intercâmbio cultural entre diferentes regiões e comunidades.Os espetáculos que compõem o projeto abordam temáticas universais e urgentes. "Sutil como um Vulcão" investiga os vínculos entre corpo e música, atravessados por questões simbólicas e políticas relacionadas aos feminismos, em uma dramaturgia que transita entre contenção e explosão. Já "Olha pra mim", inspirado na obra do psiquiatra Ângelo Gaiarsa, mergulha na intimidade do olhar e nas dinâmicas de pertencimento e vulnerabilidade nas relações humanas.A realização do projeto em cidades situadas, em sua maioria, fora dos grandes centros culturais contribui para a descentralização do acesso à cultura, estimulando a participação de públicos que, historicamente, possuem menor acesso a bens culturais. Ao promover apresentações gratuitas em espaços públicos, o projeto fortalece o direito à cultura e amplia as possibilidades de fruição artística.Dessa forma, a proposta se alinha aos princípios da Lei nº 8.313/1991, enquadrando-se nos incisos I, II, III, IV, V, VIII e IX do Art. 1º, ao contribuir para o acesso às fontes da cultura, a valorização e difusão das manifestações culturais, o estímulo à produção artística e a democratização do acesso aos bens culturais. Igualmente, atende aos objetivos previstos no Art. 3º, especialmente nos incisos I, II, III, IV, V, VI, VII, VIII, IX, XI, XII, XIV, XXII, XXIII, XXIV, XXV e XXVI, ao promover a diversidade cultural, incentivar a formação de público, fomentar a produção e circulação artística, valorizar a criação contemporânea e fortalecer as relações interculturais entre artistas e sociedade.Por fim, o projeto reafirma o compromisso da Sutil Companhia de Dança com a ampliação do acesso à arte, a experimentação estética e a construção de experiências significativas entre corpos, territórios e sensibilidades, contribuindo para o fortalecimento do campo da dança contemporânea no Brasil.

Estratégia de execução

Além da distribuição gratuita de ingressos, serão encaminhados convites institucionais às autoridades locais, como representantes do poder público, gestores culturais e lideranças comunitárias de cada cidade contemplada.Também será realizada divulgação direcionada junto às direções de escolas públicas, incluindo instituições da rede de educação especial, com antecedência, de modo a possibilitar a organização da participação dos estudantes nas apresentações.O projeto manifesta ainda o interesse em viabilizar, conforme disponibilidade orçamentária e parcerias estabelecidas, o transporte de grupos dessas instituições até os locais das apresentações, garantindo o acompanhamento por professores e o suporte da equipe da Sutil Companhia de Dança para acolhimento e orientação do público.Eventuais propostas de patrocínio na modalidade de permuta de serviços ou fornecimento de bens serão previamente comunicadas ao Ministério da Cultura, para análise e autorização, conforme a legislação vigente.

Especificação técnica

O projeto prevê a circulação dos espetáculos Olha pra mim e Sutil como um Vulcão, obras integrantes do repertório da Sutil Companhia de Dança, com o objetivo de difundir a dança contemporânea em diferentes regiões do Brasil.As ações propostas buscam fomentar a troca entre artistas e público, apresentando a experiência do “corpo sutil” como um campo de ampliação da percepção, sensibilidade e relação com o outro, contribuindo para o desenvolvimento cultural e social das comunidades envolvidas.Espetáculo “Olha pra mim”Duração: aproximadamente 30 a 40 minutosClassificação indicativa: 12 anosCenário e material: estrutura geodésica com dimensões aproximadas de 5m x 3m, linóleo para piso com base em EVA, elemento complementar talco. Espetáculo “Sutil como um Vulcão”Duração: aproximadamente 30 a 40 minutosClassificação indicativa: 12 anosCenário e material: cadeira, violoncelo, pedais de loopstation, linóleo para piso com base em EVA. Material de divulgaçãoO material gráfico, impresso e digital, será desenvolvido por profissional contratado, contemplando peças como banner, folders e conteúdos para redes sociais. Todos os materiais seguirão as diretrizes de aplicação de marcas estabelecidas pelo Ministério da Cultura, incluindo inserção das logomarcas institucionais e dos patrocinadores.O projeto prevê ações de mediação cultural voltadas à aproximação entre público e artistas, por meio de conversas ao final das apresentações, criando um espaço de escuta, troca e compartilhamento sobre a obra e seus processos criativos.Esses momentos buscam ampliar a experiência do espectador, possibilitando o diálogo direto com os artistas e o aprofundamento na linguagem da dança contemporânea e nos princípios do “corpo sutil”. Além disso, quando possível, será promovida a aproximação do público com o espaço cênico e os elementos da cena, favorecendo uma experiência mais imersiva e sensível, por meio do contato com o cenário e com os artistas em um contexto de abertura e acolhimento.

Acessibilidade

A circulação dos espetáculos será realizada prioritariamente em espaços públicos das cidades contempladas que possuam condições adequadas de acessibilidade física. Nos casos em que tais espaços não apresentem पूर्ण infraestrutura acessível, o proponente adotará as medidas necessárias conforme o Art. 27, inciso II, do Decreto nº 5.761/2006 e a Instrução Normativa vigente, garantindo condições de acesso, circulação e permanência para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Nesse sentido, serão previstas ações como instalação de rampas de acesso, reserva de espaços adequados para pessoas com mobilidade reduzida, disponibilização de assentos prioritários, sinalização orientadora e equipe de monitores capacitados para acolhimento e orientação do público.No que se refere à acessibilidade de conteúdo, o projeto considera a natureza sensorial e não verbal das obras apresentadas, que se estruturam a partir da linguagem da dança e da comunicação corporal. Ainda assim, serão adotadas estratégias que ampliem a compreensão e a fruição das obras por diferentes públicos, como mediação cultural, rodas de conversa e contextualização dos espetáculos, favorecendo o acesso intelectual e sensível à proposta artística.Adicionalmente, o projeto adotará estratégias de acessibilidade de conteúdo por meio de seus materiais de divulgação e comunicação, que serão elaborados em linguagem clara e acessível, buscando ampliar a compreensão e o alcance das informações junto a diferentes públicos.Serão priorizados recursos como descrição textual dos espetáculos, uso de linguagem objetiva, organização visual acessível e disponibilização de informações em formatos digitais. Os materiais audiovisuais contarão com legenda descritiva, ampliando o acesso de pessoas com deficiência auditiva e contribuindo para uma comunicação mais inclusiva.O projeto prevê ainda a articulação com instituições e redes de ensino da educação especial nas cidades contempladas, por meio de ações de divulgação direcionadas, com o objetivo de ampliar o acesso desse público às apresentações e favorecer sua participação nas atividades propostas, considerando suas especificidades e necessidades de acesso.Dessa forma, o projeto busca garantir não apenas o acesso físico, mas também condições ampliadas de participação e fruição, reconhecendo a diversidade dos modos de percepção e experiência do público.

Democratização do acesso

A Sutil Companhia de Dança produzirá 500 ingressos para cada apresentação, totalizando 3.000 ingressos. Todos os ingressos serão distribuídos gratuitamente, garantindo amplo acesso da população às atividades propostas.Do total, 50% dos ingressos serão destinados à população de baixa renda, compreendendo grupos familiares com renda per capita de até um quarto de salário mínimo. Serão reservados ainda 10% dos ingressos para patrocinadores e 10% para ações de divulgação. Os 30% restantes serão destinados a alunos de escolas de dança, teatro e outras instituições educacionais e culturais.Dentro desse percentual, o projeto contemplará também a articulação com escolas da rede pública de educação especial nas cidades atendidas, por meio de distribuição direcionada de ingressos e ações de divulgação específicas, com o objetivo de ampliar o acesso de pessoas com deficiência às apresentações e incentivar sua participação nas atividades culturais propostas.Nos termos do Art. 30 da Instrução Normativa nº 1, de 24 de junho de 2013, será permitida a captação de imagens dos espetáculos e atividades, com autorização para veiculação em redes públicas de televisão e meios digitais, ampliando o alcance das ações para além do público presencial.

Ficha técnica

Proponente A Sutil Companhia de Dança foi fundada em 2017 pela artista Ádia Anselmi, com apoio do Ministério da Cultura por meio da Lei Rouanet, com o objetivo de reunir artistas e desenvolver uma pesquisa em dança contemporânea centrada nas sensações provocadas pelo movimento, denominada “corpo sutil”. Desde sua criação, a companhia vem sendo reconhecida em festivais, mostras e residências artísticas no Brasil e na América do Sul, consolidando uma trajetória voltada à criação, circulação e formação em dança. ÁDIA ANSELMI - DIRETORA, COREÓGRAFA E BAILARINA (DRT 36999/SP) Ádia Anselmi é diretora, coreógrafa, bailarina e arte-educadora, com trajetória consolidada na dança contemporânea. É fundadora e diretora da Sutil Companhia de Dança, onde desenvolve pesquisa continuada a partir do conceito de “corpo sutil”, investigando as relações entre corpo, percepção e sensibilidade. À frente da companhia, assina direção, criação e atuação dos espetáculos Olha pra mim e Sutil como um Vulcão, obras contempladas por importantes premiações e editais, como o Prêmio Lei Paulo Gustavo, o Prêmio Sesc Encena e o Prêmio Funarte de Circulação e Difusão de Dança. Sua atuação articula criação artística, circulação de obras e formação de público.Entre seus trabalhos, destacam-se ainda a direção do documentário Viver de Dança (2020), as criações Aquáticos (2017) e O Encontro (2018), além de obras como Noturno (2021). Atuou também como assistente de direção e preparadora corporal no espetáculo Vik: O Micro Espetáculo, realizado com apoio da Lei de Incentivo à Cultura, na preparação corporal da Curitiba Companhia de Dança (2024) e colaborou com diferentes grupos e projetos no Brasil e no exterior.Como arte-educadora, desenvolve e ministra oficinas vinculadas à sua pesquisa, como “Corpo Sutil” e “Corpo Todo Mundo Tem”, realizadas em escolas públicas, instituições da rede de educação especial, centros culturais e festivais nacionais e internacionais, com atuação em países como Argentina, Paraguai, Bolívia, México, entre outros. Sua trajetória é marcada por importantes reconhecimentos, entre eles o Prêmio Lei Paulo Gustavo (2024), o Prêmio Sesc Encena (2023), o Prêmio Funarte de Circulação e Difusão de Dança (2022), Prêmio 3° Programa Estadual de Fomento e Incentivo à Cultura (2021), Prêmio Cultura Feita em Casa (2020), além de projetos contemplados pela Lei de Incentivo à Cultura desde 2017. Com atuação que integra criação, formação e circulação, Ádia Anselmi desenvolve um trabalho comprometido com a experimentação estética, a ampliação do acesso à dança e a construção de experiências sensíveis entre artistas e público. MAX DELLY - DIRETOR DE PRODUÇÃO Max Delly é diretor de produção cultural, com atuação consolidada na gestão e execução de projetos artísticos. Possui pós-graduação em Gestão Cultural pelo SENAC-SP e desenvolve trabalhos voltados à produção, formação e articulação cultural em diferentes regiões do país. Desde 2017, atua como produtor da Sutil Companhia de Dança, sendo responsável pela gestão e viabilização de projetos, incluindo ações de circulação, formação e difusão artística, com experiência na articulação institucional, captação de recursos e coordenação de equipes.No campo formativo, ministra cursos e oficinas na área de gestão e produção cultural em diversas instituições, como o Ministério da Cultura e a FUNARTE, além de universidades e institutos federais, entre eles a Universidade Federal de Roraima, o IFPR (campi Umuarama e Pitanga), o IFPE (Belo Jardim) e a UEM (Maringá). Também realizou atividades junto a unidades do SESC, prefeituras municipais e organizações da sociedade civil, como o Instituto Socioambiental e a Associação Aquarela Pró-Autista. Sua trajetória evidencia ampla experiência na produção cultural e na formação de agentes do setor, contribuindo para o fortalecimento de iniciativas artísticas e para a democratização do acesso à cultura em diferentes contextos. RUBENS VITAL - BAILARINO INTÉRPRETE (DRT 0031121/PR) Rubens Jackson Vital Ferreira, conhecido artisticamente como Rubens Vital, é bailarino e criador atuante na área da dança, com experiência nas linguagens clássica e contemporânea. Possui registro profissional e desenvolve seu trabalho como intérprete, coreógrafo e colaborador em processos criativos. Atualmente integra a Sutil Companhia de Dança, onde atua como bailarino no espetáculo Olha pra mim (2024–atual), participando de um processo artístico voltado à investigação do corpo sensível e das relações entre presença e público, contribuindo para a construção da linguagem da companhia.Também atuou junto à Curitiba Cia de Dança, integrando produções como O Quebra-Nozes, Lago dos Cisnes, Dom Quixote, Dançando Villa, Mirolando e Memórias de Brinquedo entre 2021 e 2024. Foi bailarino do Balé Teatro Guaíra, participando dos espetáculos Origens e Carmen (2017), e integrou a Cia Masculina Jair Moraes como bailarino e coreógrafo.No campo da criação, atuou como coreógrafo e diretor de palco em produções de grande porte, como o Natal de Foz do Iguaçu (2019), em parceria com a Itaipu Binacional, e como coreógrafo e bailarino no espetáculo Natal Águas e Luzes de Foz do Iguaçu (2021), com a Felchak Produções Artísticas. Entre seus reconhecimentos, destaca-se o 2º lugar no 15º Norte Dance Festival (2013), realizado no Porto (Portugal). Com trajetória consolidada, Rubens Vital desenvolve uma pesquisa em dança que articula técnica, sensibilidade e presença, com destaque para sua atuação junto à Sutil Companhia de Dança. FER KOPPE - MÚSICA INTÉRPRETE (UBC 8793357) Fernanda Nercolini Koppe, conhecida artisticamente como Fer Nnand, é violoncelista e compositora, atuante na cena musical contemporânea. É responsável pela composição e interpretação musical do espetáculo Sutil como um Vulcão, da Sutil Companhia de Dança, no qual desenvolve uma criação sonora que dialoga diretamente com a cena, investigando a relação entre música, corpo e presença. Graduada em Engenharia de Produção pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), sua trajetória artística articula criação, performance e produção cultural.Anteriormente, integrou a banda Mulamba, com a qual desenvolveu ampla circulação nacional, participando de festivais e espaços de destaque, como o Lollapalooza Brasil, além de apresentações em unidades do SESC e diversos festivais pelo país. Com o grupo, participou da gravação dos álbuns Mulamba e Será Só aos Ares, trabalhos reconhecidos pela crítica especializada e premiados por instituições como a Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e veículos da música independente. No campo audiovisual, atuou como violoncelista e compositora da trilha sonora do filme Entre a Diáspora e a Pólvora, dirigido por Preto Lauffer, além de desenvolver ações de produção cultural, como a realização dos Saraus Mulamba em Curitiba (PR) e Belém (PA). Entre seus trabalhos mais recentes, destacam-se apresentações como violoncelista no show da artista Rhaissa Bittar, em Campinas (SP), e participações em projetos culturais relevantes no cenário nacional.Com uma trajetória marcada pela sensibilidade na criação musical e pela presença em cena, Fer Nnand desenvolve uma pesquisa que atravessa diferentes linguagens artísticas, com destaque para sua atuação junto à Sutil Companhia de Dança.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 01/05/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.