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PRONAC 262401Autorizada a captação total dos recursosMecenato

Chamamé – Experiência Imersiva

MAGALI DE ROSSI PRODUCOES
Solicitado
R$ 588,6 mil
Aprovado
R$ 588,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Instrumental
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2026-05-04
Término
2027-05-05
Locais de realização (5)
Eldorado do Sul Rio Grande do SulGravataí Rio Grande do SulGuaíba Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do SulViamão Rio Grande do Sul

Resumo

Criar e apresentar uma obra musical instrumental baseada no chamamé, articulada às paisagens naturais, rios, fauna e flora, ambientes de inspiração, por meio de experiência imersiva em realidade virtual. O projeto visa ampliar a fruição da música instrumental, explorando novas formas de escuta e percepção sensorial, com circulação em diferentes contextos, incluindo salas culturais como espaços de acesso à cultura. Busca ainda valorizar a identidade territorial por meio de linguagem artística contemporânea.

Sinopse

A obra propõe uma experiência musical instrumental imersiva com duração de 20min a partir das composições de Alejandro Brittes, baseadas no ritmo do chamamé, em diálogo com as paisagens naturais da região de fronteira. Por meio de ambientação em realidade virtual, o público é conduzido a uma vivência sensorial onde som, espaço e natureza se entrelaçam, ampliando a percepção da música para além da escuta tradicional. Além da imersão artística, a proposta possibilita que o público, especialmente crianças e jovens, conheça diferentes paisagens e desenvolva uma sensibilização em relação ao cuidado com a natureza. A obra articula tradição e contemporaneidade, convidando o espectador a experimentar o território como elemento vivo da criação musical.Classificação indicativa: livre para todos os públicos.

Objetivos

OBJETIVO:Criar e apresentar uma obra musical instrumental baseada no ritmo musical; O chamamé, utilizando ambiente imersivo em realidade virtual - Exibição em óculo 3D - como meio de ampliação da fruição estética, com o objetivo de valorizar a identidade cultural do Rio Grande do Sul e promover o acesso à música instrumental em diferentes contextos, incluindo escolas públicas.OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Criar, gravar e masterizar 04 obras músicas instrumentais originais do genero musical, chamamé com duração total de 20min Realizar 130 apresentações/exibições da experiência imersiva em diferentes espaços culturais Atender aproximadamente 6000 pessoas por meio das apresentações virtuaisDesenvolvimento de animação gráfica em ambiente 360º para obra musical instrumental com duração de 20min para exibição em oculos de VR e em outros contextos como página do artista e plataforma de Youtube Realizar registros audiovisuais do projeto para fins de difusão

Justificativa

A utilização do mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais previsto na Lei nº 8.313/1991 se justifica pela natureza artística e cultural da proposta, voltada à criação e difusão de obra musical instrumental baseada na linguagem do chamamé, articulada a novas formas de fruição por meio de tecnologia imersiva.O chamamé, enquanto gênero musical de origem rural, nasce profundamente vinculado às paisagens naturais da região Sul do Brasil e Fronteira, onde rios, campos e ciclos da natureza constituem fonte permanente de inspiração para seus compositores. Nesse contexto, o presente projeto propõe não apenas a ampliação da fruição da música instrumental, mas também sua compreensão como instrumento de valorização e preservação do patrimônio cultural imaterial, já que o Chamamé é reconhecido internacionalmente pela UNESCO. Ao articular som, território e experiência sensorial, a proposta contribui ainda para o estímulo à percepção ambiental de forma indireta, promovendo uma relação mais sensível entre público, cultura e natureza.A incorporação de tecnologias imersivas no campo artístico revela-se fundamental para o diálogo com as novas gerações, cada vez mais habituadas a linguagens digitais e interativas como formas de apreensão do mundo. Ao utilizar a realidade virtual como meio de fruição, o projeto aproxima o público jovem/adulto de expressões culturais tradicionais e de nosso folclore, criando pontes entre inovação e preservação. Nesse sentido, a tecnologia não substitui a tradição, mas atua como ferramenta de mediação e ampliação do acesso, possibilitando que manifestações como o chamamé sejam redescobertas, ressignificadas e valorizadas por novos públicos, contribuindo para a continuidade e vitalidade do folclore e da identidade cultural.O projeto enquadra-se nos incisos I, II, III e IV do Art. 1º da Lei nº 8.313/1991, ao promover o acesso à cultura, valorizar a produção artística regional e difundir manifestações culturais brasileiras. Em relação ao Art. 3º, atende aos incisos I, II, III, IV e VIII, ao ampliar o acesso do público à música instrumental, estimular a produção cultural, fomentar valores culturais e propor uma abordagem inovadora por meio de linguagem imersiva.

Especificação técnica

1. Obra Musical Instrumental• Conteúdo: 04 composições de Alejandro Brittes no ritmo chamamé• Duração: aproximadamente 20 minutos• Formato: áudio digital com captação e finalização profissional e sonoplastia• Material: gravação instrumental com acordeón, violão de sete cordas e contrabaixo com ênfase na espacialização sonora para ambiente imersivo.2. Experiência Imersiva em Realidade Virtual• Conteúdo: Animação gráfica e ambientação virtual inspirada nas paisagens naturais da região em torno do Chamamé, integrada à obra musical• Duração da experiência: 20 minutos por sessão• Formato: vídeo/ambiente 360° executado em óculos de realidade virtual• Material: arquivos digitais compatíveis com dispositivos VR, com integração de áudio espacializado• Capacidade de atendimento: 45 óculos VR – 45 pessoas por sessão.3. Circulação e Apresentações• Formato: instalação imersiva itinerante• Duração por sessão: aproximadamente 20 minutos• Atendimento: público rotativo, conforme organização do espaço• Material: óculos de realidade virtual, fones de ouvido, equipamentos de suporte e equipe de mediação4. Mediação Cultural (projeto pedagógico)• Formato: mediação breve e não formal durante as apresentações• Conteúdo: contextualização da obra, do Chamamé e da relação com o território e a natureza• Público-alvo: geral, com atenção especial a estudantes• Duração: 5 a 10 minutos por grupo• Metodologia: abordagem acessível, voltada à sensibilização e fruição artística, sem caráter formativo estruturado

Acessibilidade

O projeto será realizado em espaços que já possuem estrutura de acessibilidade arquitetônica, garantindo o acesso de pessoas com mobilidade reduzida, conforme a legislação vigente. Em consonância com os princípios do Desenho Universal e as diretrizes da Instrução Normativa MinC nº 29/2026, serão adotadas medidas de acessibilidade comunicacional e atitudinal, assegurando a fruição ampla da obra.Serão implementadas as seguintes ações:Para pessoas com deficiência visual (cegas): desenvolvimento de audiodescrição da experiência, com ênfase na espacialidade, ambientação e elementos sensoriais da obra, complementando a fruição da música instrumentalPara pessoas com deficiência auditiva (surdas): disponibilização de conteúdo textual acessível, apresentando informações sobre a obra, contexto cultural e elementos da experiência, permitindo a compreensão da proposta artísticaAcessibilidade atitudinal: equipe orientada para acolhimento, mediação e atendimento inclusivo, garantindo abordagem respeitosa e adequada às diferentes necessidades do público.Comunicacional: Materiais de divulgação com sinalização de medidas de acessibilidade.

Democratização do acesso

A fruição da obra será realizada de forma gratuita, por meio da circulação da experiência musical imersiva em diferentes espaços culturais e escolas públicas, ampliando o acesso à música instrumental para públicos diversos e descentralizados. A distribuição do projeto ocorrerá por meio de apresentações presenciais da instalação, garantindo o contato direto do público com a obra em ambiente imersivo.Como estratégia complementar de difusão, será disponibilizada uma versão audiovisual expandida da obra para exibição em plataformas digitais, ampliando o alcance para além dos espaços físicos. Não haverá comercialização de ingressos, priorizando o acesso público e democrático.Adicionalmente, o projeto prevê a realização de momentos de mediação com o público durante as apresentações, promovendo a aproximação com a linguagem do chamamé e com o processo artístico. Poderão ser realizados registros e transmissões digitais da experiência, ampliando o acesso remoto e contribuindo para a difusão cultural.

Ficha técnica

Proponente - Responsabilidade fiscal e juridica - direção geral - coordenação de produção - Direção artisticaPossui 27 anos de experiência na área de produção Artística e Cultural, gestão de projetos Culturais, Internacionalização da Cultura Sul – Brasileira e é pesquisadora de Chamamé.Formada em História pelo IPA Porto Alegre, com pós em Realidade cultural Brasileira pela UFRGS. Atuou e executou projetos como programa Vida no Sul na TV Aparecida, 05 edições Encontro Internacional De Chamameceros, direção de produção no programa Herança do Sul do SBT/RS, criadora do programa MASBAH SBT/RS, produtora executiva e diretora artista do Festival da Fenamassa de Antônio Prado/RS e Projeto INVASÕES com exposição em Milan na Itália. Realizou turnês do acordeonista Alejandro Brittes pelo Brasil, em seis países da Europa e sete países da América Latina. Em 2023 e 2024, produziu 94 espetáculos do acordeonista Alejandro Brittes nos Estados Unidos. Criadora do projeto Caravana Chamamecera, com Os Fagundes, Elton Saldanha e Alejandro Brittes, na qual realizou turnê pelo Rio Grande do Sul em 2014/15, Argentina e Itália em 2015. Produtora responsável no Rio Grande do Sul das exposições do piloto Lu Marini, intitulada “Pelos Ares” em parceria com o programa Fantástico da Rede Globo. Realizou a turnê no RS, SC e PR com o acordeonista Raúl Barboza em 2019, considerado o “Embaixador do Chamamé”. Em 2021, lança o livro: A Origem do Chamamé – Uma história para ser contatada em parceria com Alejandro Brittes realizado através de recursos públicos, Aldir Blanc – Edital Fundação Marcopolo e SEDAC, livro este que faz parte do acervo da Library Of Congress, WDC/U.S.A. Ainda em 2021 ganha prêmio por trajetória cultural em patrimônio e memória, Lei Aldir Blanc, Edital Trajetórias Culturais. Produtora Artistica e Executiva do disco Yvy Marãey do acordeonista Alejandro Brites com participação do Maestro Fernando Cordella e orquestra Barroca, premiado no Açorianos de Música 2022 e apresentado ao Latin Grammy 2023.Ficha técnica: Alejandro Brittes - Direitos Autorais, compositor, músico. Considerado pelo The Boston Globe – WA, USA como “O maior expoente do Chamamé”, acordeonista, compositor, pesquisador e interprete Alejandro Brittes, com nove discos gravados e dois livros publicados se tornou uma das principais referências do acordeón latino Americano. Estudou música clássica na Escola Juan Pedro Esnaola em Buenos Aires, apresentou-seno Uruguai, Paraguai, Colômbia, Portugal, Espanha, França, Itália, Áustria, Alemanha, República Tcheca e Estados Unidos.Venceu como melhor instrumentista o Festival de Cosquín em 1996 com música autoral. Vencedor do Prêmio Açorianos De Música 2022 (Brasil), álbum (L)ESTE - Categoria Melhor Arranjo. É membro votante da prestigiosa Academia da música Latino Americana; Latin Grammy. Conceituado pelo Norte Americano Mark Brill, PHD em música da Universidade do Texas - EUA, no livro Music of Latin America and the Caribbean, como um dos três principais acordeonistas do gênero Chamamé. Em 2023 se consagra como o primeiro acordeonista a tocar na Library Of Congress, WD, USA.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 01/05/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.