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Realização da exposição fotográfica sensorial e imersiva "Os Olhos que Não Vi", dirigida a pessoas cegas e de baixa visão, além de videntes. Dotada de recursos de acessibilidade comunicacional e tátil, a proposta contempla a execução de oficinas de fotografia acessíveis, ciclo de palestras educativas, exposição pública das obras produzidas durante as atividades e produção de vídeo documentário de curta duração.
OFICINAS EDUCATIVAS DA EXPOSIÇÃO “OS OLHOS QUE NÃO VI”As oficinas educativas vinculadas à exposição Os Olhos que Não Vi ampliam o alcance do projeto ao propor experiências de aproximação com a fotografia baseadas na escuta, na descrição e na imaginação. Ao reunir participantes videntes e pessoas com deficiência visual, as atividades criam um espaço de troca em que diferentes formas de perceber e interpretar as imagens podem coexistir e se complementar.A proposta parte da compreensão de que a fotografia pode ser também um instrumento para questionar e expandir as formas de ver, estimulando reflexões sobre como construímos sentidos a partir das imagens. Nesse contexto, as oficinas contribuem para a formação de público e para o desenvolvimento de práticas culturais mais acessíveis, incentivando a participação ativa, o diálogo e a construção coletiva de experiências com a arte.As atividades são organizadas em quatro oficinas (duas delas se repetirão):1- Fotografia tátil: perceber a imagem além do olhar Oficina voltada a participantes videntes e pessoas com deficiência visual, que propõe experiências de interpretação sensorial de objetos. A partir da escuta, do toque e da descrição, os participantes são convidados a imaginar e compartilhar percepções sobre as cenas, explorando diferentes maneiras de fotografar.2 - Retrato sensorial: presença e escuta na construção da imagem Nesta oficina, o retrato é abordado como experiência de encontro. Por meio da observação de movimentos corporais, da comunicação verbal e da paisagem sonora, os participantes são convidados a construir retratos fotográficos. 3 - Fotografar o entorno: percursos sensoriais de imagem A oficina propõe uma experiência de criação fotográfica a partir da exploração sensorial do entorno do espaço expositivo da mostra Os Olhos que Não Vi. A partir dessas percepções compartilhadas, pessoas videntes e não videntes realizam fotografias que registram suas interpretações do lugar.4 - Tecnologias acessíveis na fotografia: prática para educadores A oficina apresenta recursos tecnológicos que podem auxiliar na criação e na compreensão de fotografias. Os participantes são convidados a experimentar ferramentas como aplicativos de descrição de imagens, leitores de tela e recursos de acessibilidade que auxiliam na orientação e na captura fotográfica.As oficinas terão a duração de 1h 30 minutos cada, com o número máximo de 14 participantes.Será oferecido um lanche para os participantes consumirem no ônibus na volta para as escolas.
Objetivo geralPromover a inclusão social plena e o protagonismo artístico de pessoas cegas ou com baixa visão, democratizando o acesso à cultura por meio de uma experiência estética imersiva que elimina a visão como barreira de fruição artística. A finalidade central é combater a invisibilidade social imposta a este público, utilizando a fotografia como ferramenta de empoderamento e expressão técnica, visando sensibilizar a sociedade sobre a diversidade sensorial e fomentar a empatia através de uma arte radicalmente acessível, onde o tato e a audição assumem o papel principal na percepção do mundo.Objetivos específicos- Exposição Cultural/de ArtesO quê: Realizar 01 exposição fotográfica sensorial e imersiva.Quanto/Detalhes: A mostra apresentará 12 fotografias em preto e branco (70x100 cm) de Ayres Potthoff em uma câmara escura. O espaço será equipado com 50 metros lineares de piso tátil, algumas obras impressas em 3D, audiodescrição integral das obras, textos em Braille e trilha sonora de sons urbanos para orientação e fruição autônoma de pessoas cegas.Interação: Instalar 01 Cilindro Giratório com monóculos e projeção para experimentação sensorial do público.- Ciclo de Palestras / DebatesO quê: Promover 03 palestras/debates educativos.Quanto/Detalhes: Encontros focados em inclusão e na fotografia como ferramenta de expressão para pessoas com deficiência, contando com a participação de especialistas e do fotógrafo cego João Maia.- Curso/Oficina/Capacitação (Fotografia)O quê: Realizar um ciclo de 12 oficinas de fotografia acessível.Quanto/Detalhes: Divididas em 06 oficinas de "Mediação Interativa" (uso de câmeras pinhole/caixas de sapato) e 06 oficinas com convidados, focadas no desenvolvimento de habilidades técnicas e sensoriais adaptadas especificamente para o público cego ou com baixa visão.- Exposição Cultural (Resultados)O quê: Realizar 01 exposição pública das obras produzidas pelos alunos.Quanto/Detalhes: Exibição de fotografias dos alunos para dar visibilidade ao protagonismo artístico e à percepção estética das pessoas cegas participantes das oficinas.- Produção de Vídeo (Documentário de curta duração)O quê: Produzir 01 Documentário (Minidoc) de 5 minutos e 02 Teasers de 1min30s.Quanto/Detalhes: Registro documental das oficinas e visitações, disponibilizado na internet com recursos de Libras e audiodescrição, ampliando o debate sobre acessibilidade nas artes.
A série fotográfica "Os olhos que não vi" nasceu da redescoberta de imagens feitas em Tóquio em 2018 por Ayres Potthoff, cuja releitura revelou detalhes, gestos e encontros antes despercebidos, transformando o acaso em narrativa visual e evidenciando como o tempo reconfigura a percepção. O autor reconhece a própria condição de observador distante — um intruso que perdeu oportunidades de aproximação — e reflete sobre a necessidade de presença para criar conexões genuínas. A experiência aponta para o poder das imagens de se reinventarem e para a responsabilidade ética de enxergar e dar voz a pessoas frequentemente invisibilizadas (jovens, idosos, pessoas com deficiência), mostrando que um olhar atento e um posicionamento inclusivo podem promover pertencimento, cuidado mútuo e transformação social. A realização do projeto "Os Olhos que Não Vi" justifica-se por sua abordagem radicalmente inclusiva, que utiliza a fotografia como ferramenta de empoderamento e sensibilização sensorial, desafiando a histórica barreira entre a cegueira e a expressão visual. O uso do Mecanismo Incentivo a Projetos Culturais é imprescindível para viabilizar uma estrutura técnica de alta complexidade — que inclui a criação de uma câmara escura imersiva, 50 metros de piso tátil e audiodescrição integral — garantindo que a experiência seja 100% gratuita e plenamente acessível ao público cego e com baixa visão. Sem esse incentivo, seria inviável assegurar o padrão de acessibilidade plena e o protagonismo artístico desse grupo frequentemente invisibilizado.O projeto fundamenta-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91:Inciso I: Contribui para facilitar o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais para pessoas cegas, removendo barreiras econômicas e físicas.Inciso III: Atua para apoiar, valorizar e difundir manifestações culturais, promovendo especificamente a fotografia produzida por pessoas cegas através de suas percepções únicas.Inciso IV: Visa proteger as expressões culturais de grupos formadores da sociedade, combatendo a invisibilidade social imposta às pessoas com deficiência e fomentando seu protagonismo por meio de oficinas e concursos.Quanto aos objetivos do Art. 3º da referida norma, o projeto alcançará:Inciso I, alínea ‘c’: Por meio da instalação de cursos e oficinas de fotografia acessível, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoas com deficiência visual.Inciso II, alínea ‘c’: Através da realização de exposições, consubstanciadas na mostra sensorial principal e na exibição pública dos resultados artísticos produzidos pelos alunos cegos das oficinas.Inciso IV, alínea ‘a’: Mediante a distribuição gratuita e pública de acesso à exposição, palestras e debates, democratizando o conhecimento sobre inclusão e diversidade sensorial.Dessa forma, a Lei de Incentivo à Cultura é o pilar que permite transformar a arte fotográfica em um potente instrumento de transformação social, garantindo que o público cego não seja apenas espectador, mas criador e protagonista de sua própria narrativa visual.
1. Exposição Fotográfica Sensorial e ImersivaQuantidade e Dimensões: 12 fotografias em preto e branco com dimensões de 70x100 cm.Material e Suporte: Impressões de alta qualidade em papel fotográfico com molduras. O projeto prevê adicionalmente impressões 3D táteis (em acrílico ou material similar) para leitura tátil das obras principais.Estrutura Expográfica: Instalação em ambiente de "câmara escura" simulada, equipada com piso tátil e 01 Cilindro Giratório com motor de rotação, 12 monóculos e sistema de projeção interna.Recursos Tecnológicos: Sistema de áudio para trilha sonora urbana e dispositivos para reprodução de audiodescrição via QRCodes.2. Projeto Pedagógico: Ciclo de Oficinas EducativasCarga Horária e Duração: Ciclo de 12 oficinas, cada uma com 1 hora e 30 minutos de duração.Público-Alvo: Grupos integrados de até 14 participantes por sessão, reunindo pessoas videntes e pessoas com deficiência visual.Metodologia: 06 oficinas de "Mediação Interativa" (uso de câmeras pinhole/caixas de sapato) e 06 oficinas com convidados, focadas no desenvolvimento de habilidades técnicas e sensoriais adaptadas especificamente para o público cego ou com baixa visão3. Ciclo de Palestras e DebatesQuantidade: 03 palestras/debates educativos.Duração e Formato: Encontros presenciais com tradução simultânea em Libras e recursos de audiodescrição.Participantes: Mediação de especialistas em acessibilidade, incluindo a participação do fotógrafo cego João Maia e de Hoana Bonito.4. Concurso Fotográfico e Exposição de ResultadosQuantidade: 01 concurso fotográfico seguido de 01 exposição pública.Especificação Técnica: A exibição dos resultados das oficinas será realizada de forma digital por meio de 05 telas LCD de 55 polegadas, garantindo a visibilidade das obras produzidas pelos alunos durante o projeto.5. Produção de Vídeo (Documentário e Teasers)Duração: 01 Documentário (Minidoc) de 5 minutos e 02 Teasers de 1 minuto e 30 segundos cada.Especificações de Acessibilidade: Os vídeos serão finalizados com janela de Libras e audiodescrição, sendo disponibilizados integralmente na internet.
Acessibilidade FísicaO projeto será realizado em espaços que ofereçam infraestrutura arquitetônica de acessibilidade, como rampas, elevadores, barras laterais e banheiros adaptados, garantindo a locomoção de pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida ou idosas. Além disso, a proposta prevê facilitadores específicos para a circulação autônoma:Piso Tátil: O trajeto da exposição será integralmente orientado por piso tátil conforme layout expositivo, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão percorram a mostra com segurança e autonomia.Mediação Especializada: Haverá a presença de mediadores e monitores treinados para oferecer orientação e apoio acessível a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, respeitando sua autonomia, durante todo o período da exposição e das oficinas, quando solicitado.Reserva de assentos: Para as palestras e oficinas, serão reservados assentos em locais de fácil acesso, destinados a pessoas com mobilidade reduzida, garantindo melhores condições de entrada, saída e acomodação.Conforto Sensorial: Serão previstas condições de permanência adequadas para pessoas com transtorno do espectro autista (TEA), como possibilidade de acomodação em áreas com menor estímulo sensorial e disponibilização de protetores auriculares, quando necessário.Acessibilidade de ConteúdoO projeto é, em sua essência, uma experiência de acessibilidade comunicacional e sensorial, buscando converter a arte visual em múltiplas percepções. As medidas incluem:Audiodescrição: Recurso presente em todas as imagens da exposição e no ambiente da "câmara escura", permitindo que pessoas cegas compreendam os elementos dos cenários e das fotografias.Braille e Tipos Ampliados: Todas as etiquetas, textos de parede e catálogos contarão com versões em Braille e fontes ampliadas, fixados em altura adequada para leitura por pessoas em pé ou sentadas.Visita Sensorial e Recursos Táteis: O público terá acesso a impressões 3D táteis das fotografias. A experiência imersiva será complementada por uma trilha sonora de sons urbanos, evocando a atmosfera das imagens através da audição.Intérprete de Libras: Contratação de profissionais capacitados para a tradução em Libras durante a abertura da exposição, palestras e oficinas, garantindo o acesso de pessoas surdas ou com deficiência auditiva.Linguagem Simples: Utilização de linguagem simples na monitoria para facilitar a compreensão por diferentes perfis de público. (porque a linguagem simples também é acessível para quem não tem nenhuma deficiência, mas tem limitações de compreensão por sua realidade social, por exemplo, por isso colocaria diferentes perfis de público).
A principal diretriz do projeto é a gratuidade total de todas as suas atividades presenciais, visando remover barreiras socioeconômicas e garantir o livre acesso às fontes da cultura para pessoas cegas, com baixa visão e videntes.Exposição, Palestras e Oficinas: Serão oferecidas de forma 100% gratuita ao público, sem qualquer cobrança de ingressos ou taxas de inscrição.Vídeo Documentário de curta duração: O registro audiovisual do projeto será disponibilizado de forma acessível, com audiodescrição, integralmente na internet para livre fruição, garantindo a democratização do conhecimento gerado.Atividades Paralelas Gratuitas: Realização de um ciclo educativo composto por 12 oficinas de fotografia acessível (focadas em técnicas como a câmera pinhole) e 03 palestras/debates sobre inclusão e percepção sensorial. Estas ações visam fomentar o protagonismo artístico de pessoas com deficiência visual.Transporte Gratuito: Previsão orçamentária para a locação de ônibus destinados ao transporte de alunos de escolas públicas e instituições de ensino especializadas para visitação guiada à exposição e participação nas oficinas.Registros na Internet com Acessibilidade: Disponibilização de um documentário (Minidoc) e teasers sobre o processo de criação e as oficinas. Todo o conteúdo digital será acompanhado obrigatoriamente de audiodescrição, permitindo que o público cego acesse a narrativa do projeto remotamente.Ações para Educadores e Jovens: Realização de ações culturais específicas voltadas para o público escolar, visando sensibilizar jovens e professores sobre a diversidade sensorial e a importância da acessibilidade nas artes visuais.Essas medidas asseguram que o projeto não seja apenas uma exposição passiva, mas um polo de formação e inclusão ativa, garantindo que as ferramentas de expressão artística cheguem efetivamente à população com deficiência visual.
DIREÇÃO ARTÍSTICA e CURADORIAAyres Potthoff é um artista multifacetado com consolidada carreira internacional na música e na fotografia. Mestre em Flauta pela UFRJ, especializou-se em Nova Iorque e fundou a Associação Brasileira de Flautistas. Foi fundador e Diretor Executivo da Orquestra de Câmara Theatro São Pedro, atuando como solista global. Sua excelência musical foi reconhecida com o prêmio Kikito de Melhor Música no Festival de Gramado. Em 2023, gravou o álbum "Beatles em Concerto" nos lendários estúdios de Abbey Road, em Londres. Na fotografia, destaca-se por obras premiadas em concursos nacionais e internacionais, como o Mira Mobile Prize. Acumula distinções em certames como CONFOTO, FIAP e na Bienal de Arte Fotográfica em Cores. Expôs em instituições renomadas, incluindo o Museu de Artes do Rio Grande do Sul (MARGS). É membro do Fotoclube Porto-alegrense e foi selecionado para o calendário 2026 do Planetário da UFRGS. No projeto "Os Olhos que Não Vi", exerce a função de fotógrafo principal e de diretor artístico.PROJETO EXPOGRÁFICOAlexandre Eckert é um arquiteto e urbanista brasileiro, graduado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Sócio-fundador do renomado escritório Eckert Arquitetos, em Porto Alegre, consolidou sua carreira através de uma prática que alia rigor técnico e sensibilidade estética. Sua produção é marcada por projetos contemporâneos em diversas escalas, com forte atuação nos setores residencial, comercial e institucional. O trabalho de Eckert é frequentemente reconhecido pela integração harmoniosa entre a edificação e o contexto urbano, priorizando o uso de materiais autênticos e a funcionalidade espacial. Além da prática projetual, o arquiteto possui histórico de participação em concursos públicos e premiações de arquitetura, reafirmando sua relevância no cenário nacional. Sua abordagem valoriza a sustentabilidade e a inovação estrutural, buscando soluções que transcendem a efemeridade das tendências e focam na longevidade das obras.DIREÇÃO DE PRODUÇÃO e GESTÃO ADMINISTRATIVAA Dux Produções foi criada em 2011 para atender projetos específicos de arte, edição de livros e cursos, sob a direção de Dedé Ribeiro e Luiza Pires, ambas produtoras de renome, professoras de produção cultural e proprietárias da Liga Produção Cultural. No final de 2019, as duas empresas se fundiram, com a razão social Dux e o nome fantasia Liga. Entre as realizações Dux estão os Cursos de Gestão e Produção Cultural realizados em duas edições anuais no Centro Histórico-Cultural da Santa Casa, o Livro "Um Estranho Assimilado", do artista Walmor Correa (Lei Rouanet), e o Livro da história do cooperativismo em Santa Catarina. Como Liga, foram mais de 100 projetos desde 2003, em teatro, música, literatura, artes visuais, humanidades e patrimônio. As duas diretoras da Dux desempenharam importantes cargos em Centros Culturais de Porto Alegre (Usina do Gasômetro, Casa de Cultura Mario Quintana) tendo se responsabilizado pela implantação do Santander Cultural, sendo suas primeiras coordenadoras. Posteriormente, desenvolveram políticas culturais de importantes espaços como Centro Histórico Cultural da Santa Casa, Teatro Unisinos, Universidade Metodista e Centro Cultural Instituto Ling. Em 2025, a Liga se responsabilizou por três turnês de teatro nacionais, além do VERSO, Centro Cultural Itinerante, projeto oficial do ano do Brasil na França, com 16 eventos em Paris. www.liga.art.br.PALESTRANTE, OFICINEIRO e ARTISTA CONVIDADOJoão Batista Maia da Silva é fotógrafo, palestrante e criador do conceito "Fotografia Cega". Licenciado em História e pós-graduado em Fotografia, possui formação técnica pelo MAM e Pinacoteca. Sua abordagem utiliza tato, som e temperatura para interpretar sensorialmente o mundo através das lentes. É o único fotógrafo cego a registrar oficialmente as últimas três edições das Paraolimpíadas. Expôs suas obras no Japão, no MIS e em diversos centros culturais e unidades do SESC pelo Brasil. Atuou como palestrante no TEDx e na Conferência da ONU sobre Diversidade e Inclusão. Colaborou com marcas como Google, Canon e Huawei, além de participar do programa "Domingão do Huck". Especialista em acessibilidade comunicacional, promove a inclusão e a inovação no cenário artístico. Sua trajetória é marcada pela superação, transformando a fotografia em uma ponte de conexão emocional. Atua no projeto como referência em fotografia inclusiva e mediador de oficinas e palestras.
Abertura de conta bancária de livre movimentação em 01/05/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.