Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 262424Autorizada a captação total dos recursosMecenato

SOPRO

DALTROZO PRODUCOES LIMITADA
Solicitado
R$ 1,50 mi
Aprovado
R$ 1,50 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2026-06-01
Término
2026-12-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

SOPRO é uma montagem inédita de autoria do português Tiago Rodrigues com direção de Marco Antonio Rodrigues. O texto é uma odé ao Teatro.

Sinopse

Inserido na cena musical brasileira nos anos 70, os terríveis anos de chumbo, Luiz Melodia chega com sua música revelando uma mescla de influências do samba de morro, o tão aclamado e conceituado "Samba de raíz", os hits considerados ingênuos do movimento da jovem guarda, os rocks brasileiros dos anos 60 que teve como o nome principal, Roberto Carlos; e o Jazz e o Blues americanos. Tudo isto Melodia ouviu quando ainda era um jovem rapaz do Morro do Estácio, local que marca a história da Cidade do Rio de Janeiro por ser conhecido como o o bairro dos grandes malandros e o famoso "berço do samba", onde nasceu a Primeira Escola de Samba do Brasil, A Deixa Falar, criada por ninguém menos famoso que o sambista Ismael Silva.Melodia com todas estas influências e, sobretudo, com aquela malemolência, com a vibração herdada dos corpos dos seus ancestrais afro-brasileiros, criou uma música de característica única no cenário da chamada MPB, música popular brasileira, e ainda com uma voz especificamente genuína. Tudo isto gera uma grande importância para que montemos uma espetáculo sobre a vida e obra de Luiz Melodia. A reconstituição de uma época e de uma formação da música que irá caracterizar o nosso povo.Melodia encarna na sua obra e na sua personalidade os conceitos de inclusão e de diversidade, hoje muito caros para a sociedade brasileira.Falar de Luiz Melodia é falar da criatividade espontânea, é falar da criatividade subjetiva... é falar da criatividade muito elaborada que nos dá a sensação de espontaneidade e de ingenuidade. É a arte na sua essência.Criar este espetáculo é elevar a moral e a autoestima de todo o povo brasileiro e, em especial, do povo preto brasileiro. Daquela parcela da população que ainda precisa de modelos para se ver refletido.De 1973, quando estreou com o disco Pérola Negra, até 2017, quando faleceu aos 66 anos, vítima de um câncer na medula óssea, Melodia gravou 18 albuns e se tornou num dos maiores nomes da música popular brasileira, atravessando várias fases da cultura e da política nacional.Tudo isto fará parte do nosso espetáculo.Tudo contado através de textos e das músicas criadas por este gênio popular.

Objetivos

Objetivos Gerais- Promover uma reflexão e homenagem aos artistas;- Promover a acessibilidade; - Criar canal do espetáculo nas redes para manter diálogo permanente com o público;- Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;- Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;- Desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais queformam a economia da cultura; Objetivos Especificos • Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS | Teatro: Realizar ao todo 24 apresentações do espetáculo;• Produto ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS | Teatro: Realizar 01 ensaio aberto ao publico do espetáculo;• CONTRAPARTIDA SOCIAL: -Realizar uma oficina, ministrada pelo diretor: Serão 02(dois) encontros durante o periodo de montagem/criação e temporada, com capacidade de até 30 pessoas por encontro com carga horaria total: 10 horas.

Justificativa

É notório o poder da representação teatral no que diz respeito à definição social do individuo, à construção de valores da cidadania e à promoção da autoestima do povo. Neste sentido, o teatro se mostra um instrumento poderoso para colaborar com a transformação da sociedade. Através do teatro podemos discutir amplas propostas em prol da promoção da igualdade e da inclusão racial e de gênero, por exemplo. Artistas e produtores, pretos e pretas, ainda enfrentam sérios problemas frente ao "mercado" que induz o consumidor na busca de determinados bens culturais..Num mundo globalizado, a diferença é o que atrai.O presente projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art.1º, da Lei nº 8.313/91:- Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores, ao realizar teatro musical que traz texto, inspiração coreográfica e repertório criados por artistas nacionais;- Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;- Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;- Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;O projeto se enquadra no Art 3° da lei 8313/91 conforme abaixo:II c) _ realização de espetáculos de artes cênicas (teatro musical), conforme Inciso II c) do Art 3° da lei 8313/91: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;

Estratégia de execução

O teatro tem lá seus vinte e cinco séculos de história. Éabsolutamente artesanal desde sempre. Pode e deve,sempre que quer e pode incorporar as tecnologiascontemporâneas particularmente de imagem, som,iluminação, espaço.Não é o caso aqui.A materialidade do Sopro, é a memória, portanto umaanti materialidade. Já disse lá atrás o autor, o passadoiluminando o presente.No Sopro, há vários elementos dessa artesania do teatroque podem ser privilegiados na escrita cênica: a estruturada dramaturgia é um híbrido do teatro dramático e doteatro épico.É no drama que vem a maior contribuição europeia à cenacontemporânea desde o século XIX. São mestres nisso. OSopro trabalha dentro dessa tradição renovando-a. Osfragmentos dramatúrgicos que compõe a cena são dessatradição, podendo, portanto, ser levados a cabo na escritacénica. Ou seja, cada fragmento pode ter necessidades eformulações especificas na medida do possível.Naquilo que diz respeito ao tratamento épico, a cena temnarradores, o tempo é tratado com uma unidade temporalno passado e, num procedimento brechtiano a fábulapode ser “afastada”, sendo mantida num lugar distante, no caso Portugal, abdicando, no entanto, da prosódiaportuguesa.A cena propõe uma companhia teatral de repertório,nos moldes do teatro russo ou alemão, onde váriosespetáculos são apresentados em alternância numamesma temporada. Para esse tipo de estrutura o pontoé fundamental, não se tratando necessariamente de umanacronismo.“No teatro respiramos todos o mesmo ar.” “As portas ejanelas do teatro estão fechadas. Respiramos o mesmo arhá séculos.” Há no contexto dessas e de outras tantas falasuma intimidade familiar no convívio desses intérpretesque coabitam por anos e anos da mesma casa, do mesmopalco.O convívio faz com que desenvolvam uma gramática,uma sintaxe partilhada que faz com que desenvolvamo mesmo léxico. O trabalho dos intérpretes aqui é tijoloe argamassa da cena. A escritura cênica persegue osobjetivos dessa dramaturgia: uma homenagem ao teatroem sua essência e presença.

Acessibilidade

ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASEspetáculo TeatralAcessibilidade física: A produção se responsabiliza em garantir o espaço de realização do projeto atendimento preferencial a idosos e portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais(locação de espaço para realização).Acessibilidade para PcD VISUAIS: Os direitos garantidos no local de apresentações, 2 (duas) apresentações com acessibilidade total, com traduções simultâneas (fones de ouvido) possibilitando o acesso à PcD visuais(equipamento audio descrição), (consultores especializados e com divulgação especifica para ao acesso).Acessibilidade para PcD auditivos: Os direitos garantidos no local de apresentações, 2(duas) apresentações com acessibilidade total, com intérprete de libras possibilitando o acesso à PcD auditivos.(interprete de libras), (consultores especializados e com divulgação especifica para ao acesso). CONTRAPARTIDA SOCIALAcessibilidade física: A produção se responsabiliza em garantir no espaço de realização da contrapartida (local será o teatro de apresentações) o atendimento preferencial a portadores de deficiência, disponibilizando, ainda, rampas de acesso, espaço e assentos adequados que permitam o gozo e o pleno exercício de seus direitos culturais(locação de espaço para realização).Acessibilidade para PcD VISUAIS: Os direitos garantidos no local de realização das contrapartidas, durante a oficina com 100% de realização com acessibilidade total, com traduções simultâneas (fones de ouvido) possibilitando o acesso à PcD visuais.(equipamento audio descrição), (consultores especializados e com divulgação especifica para ao acesso).Acessibilidade para PcD auditivos: Os direitos garantidos no local de realização das contrapartidas, durante a oficina com 100% de realização com acessibilidade total, com intérprete de libras possibilitando o acesso à PcD auditivos.(interprete de libras), (consultores especializados e com divulgação especifica para ao acesso).

Democratização do acesso

Para atender à democratização da cultura, art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania, SEÇÃO II Art. 20 o projeto opta por:ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS- Disponibilizar 100% dos ingressos e serão divididos da seguinte forma:- 10% das apresentações para distribuição gratuita com caráter social ou educativo;- Disponibilizar 10% dos ingressos para o(s) patrocinador(es);- Disponibilizar 10% dos ingressos para divulgação;- Disponibilizar 20% de ingressos ao público no valor promocional de R$ 50,00;- Disponibilizar 50% de ingressos ao público no valor (inteira) a partir de R$ 100,00 até R$ 150,00;*O projeto prevê atender um público total de aproximadamente 9.600 pessoas - (média de 400 pessoas por apresentação).*A produção irá disponibilizar imagens das apresentações para veiculação, será realizado através de nossa assessoria de imprensa(IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias)CONTRAPARTIDA SOCIALAlém da disponibilização gratuita de 10% de ingressos;Acesso Oficina/Workshop, voltada prioritarimente para grupos de adolescentes de rede pública e professores. *sendo 50% do quantitativo de beneficiários voltados para estudantes e professores de instituições públicas de ensino, crianças em orfanatos ou idosos em casas de repouso.(V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;)- 02 encontros com 5 horas de duração;- Total em horas: 10 horas.- A divulgação para inscrição será realizada através de assessoria de imprensa e redes sociais do projeto.A estimativa de público para a oficina/palestras: 60 (30 pessoas por encontro)

Ficha técnica

Proponente irá exercer e receber pela função de Diretor de Produção ou Coordenação de Produção: LUQUE DALTROZO = LUÍS HENRIQUE DALTROZO ALVESFICHA TÉCNICAFICHA TÉCNICA:Autor: Tiago RodriguesDiretor: Marco Antonio RodriguesElenco: Arietha Corrêa, Regina Braga, Nicole Cordery, Mada Rocco, ….Cenógrafo: Ulisses CohnIluminação: Aline SantiniFigurinista: João PimentaTrilha: Zeca BaleiroDiretor de Produção: Luque DaltrozoRealização: Daltrozo ProduçõesTIAGO RODRIGUES – Autor de SOPROAtor, encenador, dramaturgo e produtor português. É atualmente Diretor do Festival d’Avignon, em França. Desde que começou a trabalhar como ator, há mais de 25 anos, Tiago Rodrigues sempre abordou o teatro como uma assembleia humana: um local onde as pessoas se encontram, como num café, para discutir as suas ideias e partilhar o seu tempo.O seu trabalho tem sido reconhecido pela capacidade de derrubar fronteiras entre o teatro e diferentes realidades, desafiando a nossa percepção de fenómenos sociais ou históricos. Ao longo do seu percurso, Tiago Rodrigues tem sido um construtor de pontes entre cidades e países e, ao mesmo tempo, um anfitrião e um defensor de um teatro vivo.Diretor artístico do Teatro Nacional D. Maria II em Lisboa, Tiago Rodrigues nasceu na capital portuguesa em 1977, e começou a trabalhar como ator no final da década de 1990. Após colaborar com o coletivo belga STAN, fundou com Magda Bizarro a companhia Mundo Perfeito em 2003, com a qual criou e apresentou cerca de trinta espetáculos em mais de vinte países. Foi também professor de teatro na escola de dança belga PARTS, na escola suíça Manufacture e no projeto internacional École des Maîtres, entre outras instituições. Paralelamente ao seu trabalho em teatro, escreveu argumentos para filmes e séries de televisão, artigos, poemas e ensaios. Entre suas peças mais recentes destacam-se By Heart (2013), Antonio e Cleópatra (2014), Bovary (2014), Como ela morre e Sopro, ambas de 2017, além de Catarina e a beleza de matar fascistas, que estreou em Portugal em 2020. Em 2018 recebeu o Prêmio Europa e foi distinguido pela República Francesa com o título de Chevalier de l’Ordre des Arts et des Lettres, e no ano seguinte recebeu em Portugal o importante Prêmio Pessoa. Em 2020 foi o artista convidado da 7ª Mostra Internacional de Teatro de São Paulo — MITsp, e em 2021 estreia uma nova montagem de O jardim das cerejeiras, de Tchekhov, no festival de Avignon, com a atriz francesa Isabelle Huppert.MARCO ANTONIO RODRIGUES – Diretor de SOPROEncenador teatral, foi fundador e diretor artístico do Folias, coletivo teatral de São Paulo, Brasil. - e editor da revista “Caderno do Folias”. Colabora como encenador também, com “O Teatrão”, coletivo teatral sediado em Coimbra. Tem especialização no Sistema Stanislavski pela Academia Russa de Arte Teatral – Moscou. Como colaborador atuou como professor-encenador da Escola Superior de Artes Célia Helena e do Teatro-escola Célia Helena, uma das mais antigas escolas do Brasil. Atuou também como professor-encenador do Curso de Teatro da Escola Superior de Educação em Coimbra, e da Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto, ambas em Portugal. Realizou mais de cinquenta encenações ao longo da carreira. Entre seus últimos trabalhos a direção cênica da ópera-documentário “Guarani em Chamas” para o Theatro Municipal de São Paulo, a encenação de “Erendira, a Incrível e Triste História de Candida Erendira e sua Avó Desalmada” dramaturgia de Claudia Barral para o conto de Gabriel Garcia Marquez, no Teatro popular do SESI, “Richard’s” dramaturgia de Jorge Louraço para o Ricardo III de Shakespeare, “Ala de Criados”, de Mauricio Kartun, e “da Familia” as très últimas no Teatrão, Coimbra,Portugal. Em 2023 faz em São Paulo, “Hamlet, 16x8”, dramaturgia dele e de Rogério Bandeira, (que se apresentará na atual edição do São Palco), “Noel, um musical”, de Plínio Marcos e “Gagarin Way”, de Gregory Burke. Em 2023, com o Teatrão de Coimbra faz “Ti Coragem & Filhos Ltda.”, adaptação da “Mãe Coragem” de Brecht. Em 2024, também com o Teatrão “Em que Linhas Te Cruzas, parte 1, A espera”.No primeiro semestre de 2025, no SESC Vila Mariana, dirige “Gente é Gente?”, de Cláudia Barral, com música original de Zeca Baleiro. Também em 2025 dirige,em Coimbra, “Em que Linhas Te Cruzas, parte 2, A Viagem” e “Dói-me o Corpo de Jazer Nessa Esperança”, adaptação contemporânea de Jorge Palinhos, para “Hácuba” e “As Troianas”, de Euripedes. Em seu currículo constam os Prêmios Shell, Mambembe, APCA, Molière, Prêmio Villanueva, da crítica cubana, entre outros, além de numerosas indicações.ARIETHA CORRÊA - AtrizJá participou de mais de 20 montagens, é formada pelo Centro de Pesquisa Teatral (CPT) de Antunes Filho, com quem trabalhou durante seis anos. Com Antunes Filho, Arieta atuou em espetáculos como Medeia e Prêt-à-Porter 6. Sob a direção de Felipe Hirsch, Arieta esteve em O Avarento,montagem elogiadíssima que marcou a última aparição cênica do ator Paulo Autran. Na televisão, esteve nas novelas Explode Coração e O Rei do Gado e nas minisséries Labirinto e A Casa das Sete Mulheres.No cinema participou de filmes como Otávio e as Letras, de Marcelo Masagão, e Um Homem Qualquer de Caio Vecchio.Em 2008, Arieta esteve em cartaz com Leonardo Medeiros na peça Não Sobre o Amor, dirigida por Felipe Hirsch e retornou à televisão para participar de um dos episódios do seriado Casos e Acasos, da Rede Globo. No ano seguinte participou do seriado Tudo Novo de Novo, também exibido pela TV Globo. No mesmo ano, integra o elenco da novela Viver a Vida. No ano seguinte, a atriz esteve nas telas dos cinemas no filme Como Esquecer, dirigido por Malu de Martino e protagonizado por Ana Paula Arósio. Em 2011, fez uma participação especial na telenovela Insensato Coração. Ainda em 2011, esteve no elenco do filme VIPs. Em 2014, participou da série A Teia, e, em 2019, voltou às novelas em Amor de Mãe. Em 2025, participou da novela Vale Tudo.REGINA BRAGA - AtrizEstréia profissionalmente em 1967 no espetáculo A Escola de Mulheres, de Molière, direção de Isaias Almada para o Núcleo 2 do Teatro de Arena. Participa, em 1970, de A Cantora Careca, de Eugène Ionesco, encenação de Antônio Abujamra; A Longa Noite de Cristal, de Oduvaldo Vianna Filho, e O Interrogatório, de Peter Weiss, encenações de Celso Nunes. Com o mesmo diretor, em 1971, é a vez de E Se a Gente Ganhar a Guerra?, de Mario Prata.Seu primeiro destaque surge em Coriolano, de William Shakespeare, ao lado de Paulo Autran, em 1974. No ano seguinte, em Equus, de Peter Shaffer, novas colaborações com Celso Nunes. Boas oportunidades surgem nas encenações de Bodas de Papel, de Maria Adelaide Amaral, sendo dirigida por Cecil Thiré, em 1978 e em Patética, de João Ribeiro Chaves Netto, em 1980. Em 1983 protagoniza Chiquinha Gonzaga, Ó Abre Alas, também de Maria Adelaide Amaral, para o Teatro Popular do Sesi, trabalho que lhe rende diversos prêmios. Em 1986, é dirigida por Marcio Aurelio, em O Segundo Tiro, de Robert Thomas.Cresce em prestígio na peça Uma Relação tão Delicada, de Loleh Bellon, com direção de William Pereira, em 1989, ganhando o Prêmio Molière de melhor atriz. Em 1996 retorna ao palco, ao lado de Toni Ramos, para uma versão de Cenas de um Casamento, baseado no roteiro de Ingmar Bergman. Em 1998, interpreta Amanda Wingfield de À Margem da Vida, de Tennessee Williams, encenação de Beth Lopes e, no ano seguinte, como a protagonista do solo Um Porto para Elizabeth Bishop, centrado na vida da poeta norte-americana que viveu alguns anos no Brasil, texto de Marta Góes.A atriz participa, ao longo de toda sua carreira, de expressivos trabalhos na TV e no cinema, como nas novelas Por Amor, Mulheres Apaixonadas, Deus nos Acuda e o remake de Ti Ti Ti, além do filme Irmã Dulce, em que colheu inúmeros elogios da crítica e do público. Sua atuação em Um Porto para Elizabeth Bishop rendeu inúmeros elogios, recebendo os Prêmios APCA e Qualidade Brasil por sua atuação.NICOLE CORDERY - AtrizAtriz vencedora do Prêmio de Melhor Atriz por Algo Sobre Ilda no Festival de Cinema de Jaraguá do Sul e no 4⁰ Future of Film Awards na Macedônia.Melhor Atriz no GRU Film Awards por Memórias de uma Canção. Indicada aos prêmios APCA 2015 de Melhor Atriz pela peça Dissecar uma Nevasca, Vencedora do 6o. Festival Carioca de Novos Talentos do Rio de Janeiro, por Nem Morta. Formou-se como atriz no Rio de Janeiro na CAL em 1996. Atuou no Grupo Tapa entre 2000 e 2006. Viveu em Paris de 2006 a 2010, onde cursou a Ecole Jacques Lecoq e a Universidade Paris 3, Sorbonne Nouvelle, Mestrado em Estudos Teatrais.No audiovisual participou da série A Vida de Rafinha Bastos (Fox), do documentário Rede Condor (Discovery), das séries Pedro e Bianca (TV Cultura), Natureza Morta (Cine Brasil), Segunda Chamada (Globo), De Volta aos 15 (Netflix), Sintonia (3ª temp., Netflix), Autoposto (2ª temp., Paramount) e Dom (3ª temp., Amazon Prime). Atuou em diversos curtas, dentre eles: Algo sobre Ilda, Memórias de uma Canção, Mal-me-quer, Esta Noite Minha Alma Partirá, Corrente, A Plantonista Vilma, Cylene, A Outra,.Nos longas: Biônicos, (Afonso Poyart - Netflix), Cyclone (Flávia Castro), Herança Canibal (Fernando Sanches) e Se não eu quem vai fazer você feliz? (Hugo Prata). Seus espetáculos mais significativos foram: Camaradagem, Strindbergman, A Cidade, A Noite das Tríbades, Ato a Quatro, Dissecar uma Nevasca, Alice, Retrato de Mulher que Cozinha ao Fundo, Deadline, Nunca Fomos tão Felizes, Chernobyl, Pandas ou Era uma vez em Frankfurt, Terra Medeia, Feliz dia das Mães, Outono Inverno ou o que Sonhamos Ontem, O Exercício das Crianças e Alices.MADA ROCCO - AtrizGraduada em Artes Cênicas (Bacharelado) pela Escola Superior de Artes Célia Helena (ESCH), é integrante do núcleo fixo de criação e produção da Santa Cia. desde 2018. Trabalhou como assistente de direção em Uma Família à Procura de um Ator (dir. Gustavo Merighi, com atuação de Anderson Müller, 2025) e em Cena Ouro, da Cia. Mungunzá (dir. Cris Rocha, Tania Granussi e Georgette Fadel, 2023–2024). Como atriz, integrou Karabaré Poesia Enamorada (Santa Cia., CCSP, 2023), Cora Primavera (dir. Rafael Abrahão; Praça dos Arcos, FRINGE, Teatro de Contêiner e Florestan Fernandes) e Cacique Rainha (dramaturgia de Pedro Vicente, dir. Pedro Vicente e Regina França, Parlapatões, 2019), além de colaborações com diferentes coletivos teatrais e projetos audiovisuais. Participou de duas edições do Arrábida Dance Labs (Portugal). Pesquisa danças brasileiras e artes circenses, e estuda dança contemporânea no Teatro Municipal de São Paulo e canto na EMESP Tom Jobim.LUQUE DALTROZO - PROPONENTE e Diretor de Produção ou Coordenação de ProduçãoProdutor cultural desde 1982, realizou inúmeros trabalhos com teatro, música, dança, literatura e televisão. No teatro, produziu em 2016 A tragédia e a comédia latinoamericana que recebeu os prêmios Shell, Bravo e Governador do Estado), direção Felipe Hirsch - Teatro Sesc Consolação, Teatro Sesc Vila Mariana SP, Teatro Coliseu Santos. Produziu ainda Avenida Dropsie, direção Felipe Hirsch, Teatro do Sesi SP. Foi também produtor de A senhora de Dubuque, direção Leonardo Medeiros, Teatro Crowne Plaza SP, dentre outros. Em 2019 produziu os espetáculos Fim, direção de Felipe Hirsch no Teatro Sesc Consolação, Mãe Coragem com direção de Daniela Thomas no Ginásio do Sesc Pompéia SP e Erêndira, direção de Marco Antônio Rodriguesno Teatro do Sesi SP.

Providência

Abertura de conta bancária de livre movimentação em 01/05/2026. Solicitamos ao proponente que compareça a sua agência de relacionamento e faça a regularidade do cadastro com a apresentação de documentos e assinaturas (conformidade das contas). Para que seja possível prosseguir com o recebimento de aporte e a transferência de recursos.