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PRONAC 262436Projeto em avaliação documentalMecenato

Circuito Orixás na Praça 2026/2028

INSTITUTO ROSA DOS VENTOS DE ARTE, CULTURA E CIDADANIA
Solicitado
R$ 4,66 mi
Aprovado
R$ 0,00
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Classificação

Área
—
Segmento
Acervos arquivísticos culturais do Patrimônio
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Patrimônio cultural
Ano
26

Localização e período

UF principal
DF
Município
Brasília
Início
2026-07-01
Término
2028-06-30
Locais de realização (1)
Brasília Distrito Federal

Resumo

O Circuito Orixás na Praça 2026/2028 propõe a valorização, preservação e difusão das culturas populares afro-brasileiras no Distrito Federal, por meio de oficinas, festivais e eventos gratuitos realizados na Praça dos Orixás, em Brasília. Ao longo de dois anos, o projeto desenvolverá, por ano, 24 oficinas quinzenais sobre danças, percussão, cantos, artesanato, gastronomia ancestral e religiosidade afro-brasileira com um ensaio aberto de grupo de cultura popular ao final de cada oficina, além de promover dois grandes eventos: a Festa das Águas (02 de fevereiro) e o Festival São Batuque (setembro). As ações integrarão mestres, artistas e coletivos culturais, fortalecendo a economia criativa, o patrimônio imaterial e o sentimento de pertencimento da comunidade. A iniciativa reforça o papel da Praça dos Orixás como importante polo de cultura, memória e cidadania afro-brasileira.

Sinopse

Sinopse da ObraO Circuito Orixás na Praça 2026/2028 constitui uma obra cultural plural e contínua, que articula formação, celebração e difusão das culturas afro-brasileiras no Distrito Federal. Estruturado ao longo de dois anos, o projeto integra oficinas quinzenais, festivais e festejos comunitários, promovendo a participação de mestres, artistas, sacerdotes, coletivos culturais e da comunidade local.As oficinas abordam danças tradicionais, percussão, cantos, artesanato, gastronomia ancestral, memória e religiosidade afro-brasileira, estimulando a formação de novos agentes culturais e a preservação de saberes tradicionais. Os eventos — a Festa das Águas e o Festival São Batuque — celebram o sagrado, reforçam identidades culturais e oferecem espaço de encontro e convivência intergeracional, promovendo intercâmbio artístico e social.A obra é concebida como um mapa vivo da cultura afro-brasileira, em que cada ação — educativa, performática ou ritualística — contribui para a difusão de práticas e saberes ancestrais, a valorização do patrimônio imaterial e a democratização do acesso à cultura. Ao mesmo tempo, reforça o papel da Praça dos Orixás como polo cultural, turístico e de cidadania, articulando memória, resistência e celebração comunitária.O projeto evidencia a importância da ocupação e da proteção de espaços simbólicos afro-brasileiros, garantindo que a diversidade cultural, a acessibilidade e a participação ativa da comunidade estejam no centro de cada atividade, constituindo um registro dinâmico e plural das manifestações tradicionais e contemporâneas de Brasília.

Objetivos

Objetivo GeralPromover a valorização, difusão e preservação das culturas populares afro-brasileiras na Praça dos Orixás, em Brasília, por meio de atividades formativas, artísticas e comunitárias gratuitas, fortalecendo o patrimônio imaterial e o protagonismo de mestres, artistas e coletivos culturais.Objetivos Específicos* Realizar 48 oficinas quinzenais sobre danças, percussão, cantos, artesanato, gastronomia e religiosidade afro-brasileira com ensaio aberto;* Organizar a Festa das Águas, sempre no dia 02 de fevereiro, em 2027 e 2028, destacando o valor sagrado e ambiental da água nas tradições afro-brasileiras. A Festa das Águas já realizou 7 edições;* Realizar o Festival São Batuque em 2026 e 2027, reunindo expressões como maracatu, jongo, samba de roda e capoeira. Em 2025, realizou-se a 18ª edição do Festival;* Engajar a comunidade local, artistas e coletivos culturais em ações de pertencimento e troca de saberes;* Preservar e difundir o patrimônio material e imaterial da Praça dos Orixás;* Estimular a economia criativa, gerando oportunidades de trabalho e renda para agentes culturais e empreendedores locais;* Manutenção e revitalização da Praça dos Orixás;* Conscientização ambiental sem perder a tradicionalidade;* Ampliação dos espaços de apresentação dos patrimônios imateriais afrobrasileiros;* Encontro de artistas e grupos locais de tradições afro-brasileiras;* Formação de plateia, ampliação do público e quebra do racismo religioso;* Encontro de guardiães da praça: Yalorixás, Babalorixás, Ogans, Ekedis, Egbomi, Abians e Yawôs;* Reafirmação da praça como ponto de encontro das culturas de terreiro;* Construção do Plano de Salva Guarda para a Praça dos Orixás.

Justificativa

JustificativaO projeto Circuito Orixás na Praça 2026/2028 dedica-se ao fortalecimento dos territórios afrocandangos e à valorização das culturas de matriz africana no Distrito Federal, por meio de atividades continuadas vinculadas à Praça dos Orixás — espaço emblemático de resistência, memória e espiritualidade afro-brasileira em Brasília. A iniciativa visa promover políticas públicas de combate ao racismo, visibilizar Brasília como capital turística afro-brasileira e consolidar a Praça dos Orixás como polo permanente de cultura, cidadania e turismo religioso.Para tanto, o Instituto Rosa dos Ventos de Arte, Cultura e Cidadania promoverá visitas de escolas públicas ao panteão da Praça, ações educativas de preservação cultural, a manutenção de ilês como forma de fortalecimento das redes de culturas tradicionais de terreiro, e encontros de territórios afrocandangos em torno de seus festejos tradicionais: a Festa das Águas (em fevereiro, dedicada a Iemanjá) e o Festival São Batuque (em setembro, na celebração da Consciência Negra).A Praça dos Orixás é um espaço de celebração do sagrado e da cultura popular, um ponto de encontro comunitário que abriga expressões artísticas, religiosas e festivas, mas que também enfrenta carências infraestruturais e episódios de intolerância religiosa. Sua ocupação sistemática e sua programação cultural contínua representam uma estratégia efetiva de proteção, revitalização e conscientização sobre sua relevância política, social e simbólica.O projeto contribui diretamente para os objetivos da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), em especial: • Inciso I _ estimular a produção, distribuição e acesso aos bens culturais; • Inciso II _ proteger e valorizar o patrimônio cultural brasileiro; • Inciso III _ promover e difundir a cultura nacional e regional; • Inciso V _ priorizar o apoio a projetos que promovam a liberdade de expressão e a valorização das identidades culturais; • Inciso VI _ estimular a produção cultural regional e a formação de recursos humanos na área da cultura.Ao articular formação, celebração e mobilização comunitária, o Circuito Orixás na Praça 2026/2028 reafirma o compromisso com a diversidade, o combate à intolerância e a democratização do acesso à cultura, mantendo viva uma das mais importantes expressões da identidade afro-brasileira no coração da capital do país.

Especificação técnica

Especificações Técnicas do ProdutoO Circuito Orixás na Praça 2026/2028 será entregue como um conjunto de produtos culturais e formativos, resultantes da execução de oficinas, festivais e atividades comunitárias. Cada ação foi planejada para atender às demandas educativas, de preservação cultural e de difusão da cultura afro-brasileira, respeitando critérios de qualidade técnica, acessibilidade e segurança.1. Oficinas Culturais com ensaios abertos • Formato: oficinas quinzenais presenciais, com duração de 2 a 3 horas cada, ministradas por mestres e artistas especializados. • Conteúdos: danças tradicionais, percussão, cantos, artesanato, gastronomia ancestral, memória e religiosidade afro-brasileira. • Materiais pedagógicos sugeridos: • Cadernos de atividades e fichas de exercícios ilustradas; • Apostilas em papel e versão digital, incluindo conteúdo em braile; • Guias de percussão, dança e canto, com instruções passo a passo; • Cartilhas de memória e história afro-brasileira; • Kits de materiais artísticos e insumos para artesanato e gastronomia; • Vídeos demonstrativos, disponibilizados para acompanhamento remoto.2. Eventos – Festa das Águas e Festival São Batuque • Infraestrutura: palcos modulares com sonorização, iluminação, cenografia temática e áreas de circulação e público acessíveis; tendas e espaços cobertos para oficinas e exposições; sinalização visual e tátil; áreas reservadas para pessoas com mobilidade reduzida. • Programação: shows de música e dança, apresentações rituais, cortejos, feiras culturais, exposições e oficinas abertas ao público. • Materiais pedagógicos e informativos: • Programação impressa e digital em formato acessível; • Teasers e vídeos de divulgação em Libras; • Guias de consulta rápida sobre os instrumentos musicais, ritmos e danças; • Mapas da praça com indicação de espaços acessíveis, pontos de apoio e setores de atividades.3. Registro e Documentação • Registro audiovisual: filmagem e fotografia profissional de todas as oficinas e eventos; • Produção de conteúdos multimídia: vídeos educativos e documentários curtos para difusão online; • Acervo didático: materiais coletados e produzidos durante as oficinas e eventos, organizados em biblioteca física e digital, permitindo consulta de mestres, alunos e pesquisadores.4. Critérios Técnicos • Todos os materiais pedagógicos serão produzidos com qualidade profissional, em papel reciclável e durável, e em formatos digitais compatíveis com diferentes dispositivos; • A infraestrutura será dimensionada para garantir segurança, conforto e acessibilidade de todos os públicos; • A execução das oficinas e eventos seguirá protocolos de higiene, segurança e acessibilidade, incluindo suporte a pessoas com deficiência e idosos; • Cada produto (oficina, show, atividade rituais ou kit pedagógico) terá registro completo para futura avaliação e disseminação.

Acessibilidade

AcessibilidadeCom vistas a ampliar e democratizar o acesso a bens e serviços culturais para pessoas com deficiência e pessoas idosas, o Circuito Orixás na Praça 2026/2028 será estruturado segundo princípios de acessibilidade universal, inclusão e acolhimento. O projeto entende que garantir o acesso físico, sensorial e comunicacional é condição essencial para que a diversidade seja plenamente representada nos espaços culturais afro-brasileiros.Nos eventos Festa das Águas, Festival São Batuque e nas oficinas culturais, serão implantadas ações integradas que assegurem a participação de todos os públicos. Entre elas, destaca-se a implantação de uma Central de Atendimento à Pessoa com Deficiência (PCD) — um espaço de acolhimento, escuta e apoio, destinado a receber considerações, sugestões e demandas do público com deficiência. Esse espaço funcionará também como ponto de descanso, centro de informações e local de referência durante os eventos. Haverá guias capacitados para acompanhar pessoas cegas, com deficiência física ou mobilidade reduzida até os diferentes setores do evento, além de materiais informativos em braile e comunicação em Libras.Serão ainda contratados intérpretes de Libras para as apresentações artísticas, garantindo a tradução das letras das músicas e o entendimento pleno das falas e interações em palco. Um teaser de divulgação em Libras será veiculado nas redes sociais e enviado a grupos e instituições voltadas ao público surdo, ampliando o alcance das ações do Circuito.Além disso, as áreas de circulação e de público contarão com rampas de acesso, piso nivelado, sinalização tátil e visual acessível, assim como espaços reservados para pessoas com mobilidade reduzida. Haverá equipe de apoio especializada durante todas as atividades, zelando pela segurança, conforto e autonomia dos participantes.Com essas medidas, o Circuito Orixás na Praça 2026 reafirma o compromisso do Instituto Rosa dos Ventos de Arte, Cultura e Cidadania com a democratização da cultura, a inclusão social e o direito de todos os cidadãos ao pleno usufruto das manifestações culturais afro-brasileiras.

Democratização do acesso

Democratização de AcessoO Circuito Orixás na Praça 2026/2028 consolida a política de democratização cultural do Instituto Rosa dos Ventos de Arte, Cultura e Cidadania, garantindo acesso amplo, gratuito e inclusivo às atividades formativas e aos eventos realizados na Praça dos Orixás. Todas as ações — oficinas, Festa das Águas e Festival São Batuque — são abertas ao público, sem cobrança de ingresso, com divulgação em meios acessíveis e estratégias voltadas à diversidade de públicos e faixas etárias.Com 18 anos de atuação na Praça dos Orixás, o Instituto observa um público crescente e plural. Em edições recentes da Festa das Águas, a presença foi de 30% de pessoas entre 18 e 24 anos, 50% entre 25 e 34 anos e 20% entre 35 e 44 anos em 2022; e, em 2025, de 32%, 53% e 15%, respectivamente. Esses números demonstram a continuidade geracional: jovens que buscam reencontrar sua ancestralidade e mestres mais velhos que preservam e transmitem saberes tradicionais.O público abrange:a) Artistas — mestres, mestras e artistas populares das culturas afro-brasileiras;b) Produtores e agentes culturais — profissionais de comunidades tradicionais e coletivos de cultura popular;c) Expectadores e turistas — pessoas de diversas classes sociais, regiões do Brasil e do exterior, interessadas em manifestações afro-brasileiras, cultura percussiva, gastronomia e religiosidade ancestral;d) Sacerdotes e sacerdotisas — detentores de saberes e práticas de terreiro que participam dos festejos e rituais comunitários;e) Imprensa e influenciadores — agentes de comunicação e difusão da cultura afro-brasileira.As ações de comunicação contemplarão mídias digitais, rádio comunitária, panfletagem local e parcerias com escolas públicas e centros culturais, incentivando a participação da comunidade e de visitantes. Haverá também transporte solidário em parceria com coletivos locais, facilitando o deslocamento de grupos periféricos e de pessoas idosas.Ao garantir gratuidade, acessibilidade e representatividade, o projeto cumpre os princípios da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet) — em especial os incisos I, III e V do Art. 1º —, democratizando o acesso aos bens culturais e assegurando que a cultura afro-brasileira permaneça viva, visível e compartilhada por todas as gerações.

Ficha técnica

Cargo: Coordenação Geral Nome: Instituto Rosa dos VentosCurrículo resumido: O Instituto Rosa dos Ventos de Arte, Cultura e Cidadania, fundado em 2011, atua na pesquisa, produção, difusão e fortalecimento da arte e da cultura brasileira, com ênfase nas culturas populares, afro-brasileiras e nos movimentos culturais periféricos. Sua trajetória é marcada pela construção de projetos estruturantes que promovem identidade, diversidade cultural e desenvolvimento da economia criativa.Ao longo de sua atuação, o Instituto consolidou-se como referência na gestão e execução de projetos culturais de grande alcance, sendo responsável pela coordenação geral de iniciativas como o Circuito Candango de Culturas Populares, o Território Afrocandangos (com três edições realizadas), o DF Folia 2025, e o Festival do Patrimônio Cultural Brasileiro – 1ª edição, além de diversas ações continuadas voltadas à formação, difusão e valorização dos saberes tradicionais.A instituição desenvolve festivais, mostras, oficinas, ações formativas, produções audiovisuais e projetos de circulação cultural, sempre orientada por quatro eixos fundamentais: valorização dos territórios, difusão dos saberes, promoção das criações e fortalecimento das redes culturais. Sua atuação contribui diretamente para a inclusão sociocultural, geração de trabalho e renda e ampliação do acesso às políticas públicas de cultura.Com forte compromisso com as tradições ancestrais e com a inovação na gestão cultural, o Instituto Rosa dos Ventos se destaca pela capacidade técnica, articulação institucional e excelência na execução de projetos financiados por diferentes mecanismos, consolidando-se como agente estratégico no desenvolvimento cultural do Distrito Federal e do Brasil. Cargo: Coordenação de Produção Nome: Stéffanie OliveiraCurrículo resumido: Nascida em Brasília, artista das culturas populares e produtora cultural com mais de 15 anos de experiência, Stéffanie Oliveira é presidente do Instituto Rosa dos Ventos e uma das principais articuladoras da cultura popular no Distrito Federal. Atua na coordenação de produção de grandes projetos culturais, com destaque para o Circuito Candango de Culturas Populares, Território Afrocandangos e demais iniciativas estruturantes do Instituto.É curadora e coordenadora de festivais culturais, além de cofundadora, brincante e produtora do grupo Seu Estrelo. Integra a Orquestra Alada Trovão da Mata como batuqueira e possui formação tanto na tradição popular — com passagem pelo Centro Tradicional de Invenção Cultural, Centro de Tradições Populares de Sobradinho e Ilê Axé Oyá Bagan — quanto acadêmica, sendo graduada em Letras Português pela Universidade de Brasília e com formação em Produção Cultural pelo IFB. Cargo: Coordenação de Comunicação Nome: La Pauta ComunicaçãoCurrículo resumido: A La Pauta Comunicação é responsável pelo planejamento estratégico, assessoria de imprensa, gestão de mídias digitais e posicionamento institucional de projetos culturais de grande relevância. Com experiência consolidada no setor cultural, atua na construção de narrativas, relacionamento com a imprensa e ampliação do alcance das ações desenvolvidas, contribuindo para a visibilidade e fortalecimento das iniciativas do Instituto Rosa dos Ventos. Cargo: Coordenação Administrativa e Financeira Nome: Everton OliveiraCurrículo resumido: Engenheiro Florestal, especialista em Gestão Florestal e mestre em Produção Vegetal, Everton Oliveira atua desde 2018 no Instituto Rosa dos Ventos, onde construiu uma trajetória sólida e estratégica na gestão de projetos culturais. Iniciou suas atividades como Assistente Administrativo, sendo posteriormente promovido à Coordenação Administrativa e Financeira, e, desde 2023, exerce a função de Diretor Financeiro da instituição.Ao longo de sua atuação, tem sido responsável pelo planejamento, execução e controle financeiro de diversos projetos culturais, garantindo a correta aplicação dos recursos públicos e privados, a conformidade com as legislações vigentes e a excelência nos processos de prestação de contas. Sua formação técnica, aliada à experiência prática na gestão de projetos incentivados, contribui diretamente para a eficiência, transparência e segurança jurídica das iniciativas desenvolvidas pelo Instituto.Possui experiência na operacionalização de plataformas governamentais, elaboração e acompanhamento orçamentário, gestão de contratos e articulação administrativa, sendo peça fundamental na estruturação e sustentabilidade dos projetos culturais executados. Cargo: Coordenação de Acessibilidade Nome: Fillipe CosttaCurrículo resumido: Fillipe Costta é profissional com atuação destacada na área de acessibilidade cultural, com experiência na coordenação, consultoria e implementação de estratégias inclusivas em projetos culturais e eventos de grande porte. Possui formação em Gestão Pública pelo Instituto Federal de Brasília, formação em Gestão de Marketing e especialização em Acessibilidade Cultural.Atuou como Coordenador de Acessibilidade no Festival Afro-Latinas (2024) e como consultor em projetos culturais como o espetáculo Na Pegada Popular no Coração do Brasil e a III Mostra de Dança de Planaltina (2023/2024), desenvolvendo soluções voltadas à inclusão de pessoas com deficiência em diferentes linguagens artísticas.Também possui experiência como coordenador geral de produções culturais, com destaque para o projeto Eficientes Live/Show (2021/2022), além de participação em iniciativas como Elemento em Movimento (2025), Festival de Inverno de Garanhuns (2022), Periferia 360° (2023) e Sarau Voz e Alma (2024).Sua atuação abrange diferentes dimensões da acessibilidade — comunicacional, arquitetônica, atitudinal e estética — incluindo a implementação de recursos como audiodescrição e adaptação de conteúdos, contribuindo para a construção de experiências culturais inclusivas, acessíveis e socialmente comprometidas.

Providência

Proposta transformada em projeto e encaminhado para assinatura.