Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Cartografias do Imaginário é um projeto de formação, criação e difusão em artes visuais que desenvolve processos de experimentação artística a partir das relações entre território, memória afetiva e imaginação. Ao transformar experiências, lembranças e percepções em linguagem visual, a proposta afirma a arte como campo de expressão, pertencimento, escuta e transformação, reconhecendo a cultura como direito e como instrumento de inclusão social. No percurso, a arte transforma a memória em linguagem compartilhável, e o mapa deixa de orientar caminhos para revelar o sentir, lembrar e pertencer. Com duração de 8 meses, o projeto contempla oficinas de artes visuais, percursos sensíveis em parques da cidade do Rio de Janeiro, criação de obras, Mostra Cultural, publicação de brochura e produção de teaser, estruturando percurso formativo e expositivo que amplia o acesso às artes visuais e fortalece a participação cultural de pessoas com deficiência e de públicos em situação de vulnerabilidade.
SINOPSE DA OBRACartografias do Imaginário apresenta a cartografia como linguagem poética e exercício de invenção sensível. Reunindo obras produzidas ao longo de um processo formativo continuado em artes visuais, a Mostra Cultural transforma memória afetiva, experiência e imaginação em mapas que não orientam percursos, mas revelam modos de sentir, lembrar e pertencer.Nesta exposição, o território deixa de ser representação objetiva para tornar-se campo de ativação sensível. Os percursos realizados ao longo do projeto operam como experiências de escuta, percepção e experimentação, nas quais afetos, lembranças, sensações e narrativas são mobilizados e convertidos em linguagem visual. Desse processo emergem cartografias individuais e uma cartografia coletiva de grande formato, nas quais traços, camadas, fragmentos e sobreposições transformam deslocamentos interiores e experiências compartilhadas em matéria artística.O conjunto instaura um campo ampliado de percepção, no qual diferentes corpos, ritmos, histórias e modos de ver o mundo produzem presença estética. A diversidade de experiências, incluindo pessoas com deficiência e participantes em situação de vulnerabilidade social, inscreve-se nas obras como potência criativa, afirmação de autoria e partilha do sensível.Ao deslocar o mapa de sua função técnica para o campo da imaginação, Cartografias do Imaginário convida o público a atravessar geografias interiores e coletivas, reconhecendo no imaginário não um lugar de fuga, mas um território comum, vivo e permanentemente em construção.
Desenvolver um percurso formativo, criativo e difusor em artes visuais que, a partir das relações entre território, memória afetiva e imaginação, promova a criação de cartografias sensíveis individuais e de uma cartografia coletiva final, bem como de narrativas visuais e territoriais autorais, ampliando repertórios simbólicos, afirmando a pluralidade das experiências e fortalecendo a arte como campo de expressão, autonomia, pertencimento e cidadania cultural para pessoas com deficiência e participantes em situação de vulnerabilidade social, com acessibilidade transversal em todas as etapas do projeto.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOSRealizar 04 turmas formativas em artes visuais, com 12 participantes cada, totalizando 48 participantes diretos, com prioridade para pessoas com deficiência e pessoas em situação de vulnerabilidade social.Ofertar oficinas semanais de artes visuais, com duração de 2 horas por encontro, ao longo de 7 meses, totalizando 28 encontros por turma e 112 encontros no projeto, correspondentes a 224 horas de formação artística direta.Realizar 02 percursos sensíveis formativos em parques e espaços públicos do território do Rio de Janeiro, envolvendo as quatro turmas, como dispositivos de escuta, percepção e criação, com produção de registros cartográficos, visuais e narrativos..Estimular a produção autoral de trabalhos artísticos em diferentes linguagens e suportes, incluindo cartografias sensíveis, mapas afetivos, narrativas visuais, colagens, desenhos e composições híbridas, resultantes do processo de experimentação desenvolvido ao longo do projeto.Sistematizar o percurso criativo na elaboração de 01 cartografia coletiva final, concebida como obra-síntese do projeto, integrando os percursos realizados, os registros produzidos e as narrativas construídas ao longo das atividades.Realizar 01 Mostra Cultural final em espaço acessível, reunindo a produção autoral desenvolvida nas oficinas, a cartografia coletiva e os registros do processo, de modo a ampliar a difusão pública, a fruição estética e a visibilidade social do projeto.Produzir 01 brochura artístico-documental, em versão impressa e digital acessível, reunindo a metodologia, o percurso formativo, as cartografias produzidas e uma seleção de trabalhos, como produto cultural, instrumento de memória e referência para replicabilidade.Produzir 01 teaser audiovisual como registro e síntese poética do processo, voltado à difusão cultural e à ampliação do alcance do projeto em redes e canais digitais.Garantir acessibilidade comunicacional, metodológica e atitudinal em todas as etapas do projeto, assegurando condições efetivas de participação plena de pessoas com deficiência nas oficinas, nos percursos, na mostra e nos materiais de difusão.
Cartografias do Imaginário propõe a realização de um processo formativo continuado em artes visuais, estruturado a partir da cartografia afetiva como linguagem artística, método de criação e dispositivo de elaboração simbólica. Concebido como ação cultural gratuita e de interesse público, o projeto articula oficinas semanais, percursos sensíveis em parques e espaços públicos da cidade do Rio de Janeiro, produção autoral e difusão cultural, culminando em Mostra Cultural, publicação artístico-documental e teaser audiovisual.A proposta parte da compreensão de que a memória afetiva não se restringe ao campo íntimo da lembrança, mas constitui um território vivo de experiências, vínculos, percepções e marcas sensoriais por meio do qual os sujeitos constroem sua relação com o mundo, com o espaço e com o outro. Nesse horizonte, a cartografia deixa de operar como representação técnica do território e passa a afirmar-se como linguagem capaz de transformar vivências em imagem, narrativa e presença pública. O mapa afetivo é compreendido, assim, como forma de traduzir histórias, deslocamentos, emoções e repertórios subjetivos em visualidades autorais, ampliando o sentido do território para além de sua dimensão física e objetiva.Ao articular território, memória afetiva e imaginação como fundamentos do processo criativo, o projeto promove a elaboração de cartografias sensíveis, narrativas visuais e produções autorais que convertem o vivido em linguagem artística. Traço, cor, textura, sobreposição, gesto, palavra e composição deixam de ser apenas elementos formais e passam a constituir modos de elaboração da experiência. A prática artística afirma-se, desse modo, como exercício de leitura do mundo, construção de linguagem própria e produção de sentido.Os percursos sensíveis realizados em parques e espaços abertos integram essa metodologia como experiências de observação, escuta e relação estética com o território. Mais do que representar o território, trata-se de ativá-lo como campo de percepção, memória, pertencimento e criação. O espaço urbano e ambiental do Rio de Janeiro torna-se, assim, disparador de imagens, associações e registros que alimentam cartografias individuais e convergem, ao longo do processo, na construção de uma cartografia coletiva final.A realização do projeto justifica-se pela necessidade de ampliar o acesso a processos formativos continuados em artes visuais, especialmente para pessoas com deficiência e pessoas em situação de vulnerabilidade social, cujas trajetórias de participação cultural ainda são atravessadas por barreiras econômicas, sociais, comunicacionais, atitudinais e simbólicas. Embora o acesso à cultura constitua direito fundamental, a permanência qualificada em experiências de criação, experimentação e difusão artística ainda permanece restrita para grande parte dessa população. Ao oferecer formação semanal gratuita, acompanhamento pedagógico especializado, metodologia inclusiva e culminância pública, o projeto cria condições concretas para o desenvolvimento de linguagem autoral, autonomia criativa, ampliação de repertório e reconhecimento simbólico.Seu caráter continuado constitui um dos principais elementos de sua relevância cultural. Ao longo de sete meses de encontros sistemáticos, distribuídos em quatro turmas formativas, a prática artística deixa de se limitar a uma experiência pontual e passa a configurar-se como percurso de aprofundamento, elaboração e maturação estética. As cartografias sensíveis, os mapas afetivos e as demais produções desenvolvidas ao longo do projeto não se reduzem ao resultado final exposto, mas expressam processos de escuta de si, relação com o outro, construção de sentido e inscrição simbólica no espaço coletivo.O projeto ancora-se, de forma estruturante, no princípio da inclusão cultural de pessoas com deficiência, compreendendo a acessibilidade não como recurso complementar, mas como dimensão constitutiva do fazer artístico e do direito à participação. Ao reunir participantes com e sem deficiência em um mesmo percurso formativo, promove convivência, diversidade de percepções, ampliação do campo sensível e reconhecimento da pluralidade de modos de expressão. Nesse sentido, afirma que a arte não apenas acolhe a diferença, mas se expande por meio dela, tornando-se espaço efetivo de comunicação, pertencimento e produção de sentido.A Mostra Cultural final amplia essa experiência ao reunir a produção desenvolvida nas oficinas, a cartografia coletiva e os registros do percurso em espaço acessível de fruição pública, fortalecendo a circulação simbólica das obras e afirmando o direito à visibilidade cultural de seus participantes. A brochura artístico-documental sistematiza metodologia, percurso e produções, constituindo-se simultaneamente como produto cultural, instrumento de memória e referência de replicabilidade para contextos educativos, artísticos e formativos. O teaser audiovisual complementa essa difusão ao sintetizar poeticamente a experiência vivida e ampliar o alcance público do projeto em meios digitais.A proposta dialoga diretamente com os objetivos da Lei nº 8.313/91 ao contribuir para a facilitação do acesso às fontes da cultura, o incentivo à formação cultural, o fomento à produção artística brasileira e a democratização do acesso aos bens culturais. Ao estruturar-se como ação formativa gratuita, acessível, com forte dimensão de interesse público, produtos culturais permanentes e difusão ampliada, Cartografias do Imaginário consolida-se como iniciativa relevante para o fortalecimento da cidadania cultural, da inclusão social e da produção artística contemporânea.Dessa forma, o projeto integra formação, criação, acessibilidade e difusão em uma proposta consistente, capaz de transformar memória e experiência em linguagem artística compartilhável, fortalecer a presença de pessoas com deficiência e de participantes em situação de vulnerabilidade social no campo das artes visuais e reafirmar a cultura como direito, espaço de autoria e vetor de transformação social.O projeto Cartografias do Imaginário apresenta elevada aderência à Lei nº 8.313/1991 e à Instrução Normativa MinC nº 29/2026, no âmbito do Pronac, configurando-se como iniciativa de interesse público, relevância cultural e impacto formativo, inclusivo e difusor. Sua concepção articula formação artística continuada, criação autoral, acessibilidade transversal, circulação pública e difusão editorial e audiovisual, em consonância com os fundamentos da política nacional de incentivo à cultura.1. Alinhamento aos arts. 1º e 3º da Lei nº 8.313/1991facilitar o acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais, por meio da gratuidade integral e da oferta de oficinas, percursos sensíveis, Mostra Cultural, brochura e teaser audiovisual;promover e estimular a produção cultural e artística brasileira, ao estruturar um percurso contínuo de formação, criação e difusão em artes visuais;valorizar a diversidade cultural e ampliar a participação de grupos historicamente sub-representados, ao priorizar pessoas com deficiência e participantes em situação de vulnerabilidade social.2. Alinhamento ao art. 18 da Lei nº 8.313/1991A proposta dialoga com o art. 18, ao integrar ação expositiva em artes visuais e produção editorial vinculada ao campo artístico, articulando formação, circulação pública e difusão cultural em linguagem compatível com o mecanismo de incentivo.3. Conformidade com a Instrução Normativa MinC nº 29/2026aos arts. 1º e 2º, por se enquadrar nos procedimentos do mecanismo e atender às finalidades do art. 1º e aos objetivos do art. 3º da Lei nº 8.313/1991;ao art. 38, por prever medidas de acessibilidade, comunicação e divulgação acessíveis;ao art. 41, por adotar medidas de democratização do acesso, com gratuidade integral e circulação pública;ao art. 42, por prever ampliação de acesso mediante transporte gratuito nas saídas externas;ao art. 43, por priorizar públicos de interesse social.
O projeto Cartografias do Imaginário está estruturado como ação formativa cultural de caráter continuado, priorizando a qualidade do processo artístico e a consolidação de linguagem autoral ao longo do tempo. Sua duração permite maturação estética, acompanhamento técnico qualificado e integração progressiva entre experiência territorial, elaboração simbólica e produção artística.A Mostra Cultural, enquanto produto principal, não se configura apenas como evento expositivo pontual, mas como culminância pública de um percurso formativo estruturado, no qual o processo assume centralidade. Essa integração entre formação e difusão fortalece o caráter pedagógico, cultural e social da proposta.O projeto adota metodologia replicável, organizada em eixos progressivos de ativação do imaginário — percepção, memória, deslocamento, invenção e síntese —, possibilitando sua futura reaplicação em outros territórios e contextos institucionais.Destaca-se, ainda, o compromisso com a inclusão cultural de pessoas com deficiência e participantes em situação de vulnerabilidade social, compreendidos não apenas como público beneficiário, mas como produtores ativos de linguagem, autoria e presença estética. A diversidade de experiências integra-se à proposta como potência criativa e dimensão constitutiva do processo artístico.A produção editorial e audiovisual amplia o tempo de circulação simbólica do projeto, consolida sua memória institucional e favorece o uso pedagógico posterior por escolas, bibliotecas, organizações culturais e demais espaços de formação e difusão.O proponente possui experiência na execução de projetos culturais formativos e na articulação entre criação artística, inclusão e difusão pública, reunindo capacidade técnica, administrativa e metodológica para a plena realização das atividades previstas.Por sua natureza gratuita, formativa e de interesse público, o projeto encontra-se alinhado às diretrizes do Art. 18 da Lei nº 8.313/91, contribuindo para a democratização do acesso à cultura, a valorização da diversidade e o fortalecimento da produção artística nacional.Garantia de Permanência – AlimentaçãoConsiderando que o público prioritário do projeto é composto majoritariamente por pessoas com deficiência e participantes em situação de vulnerabilidade social, a oferta de alimentação durante as oficinas formativas, as saídas externas e a culminância pública constitui medida de permanência e acesso qualificado.Durante as oficinas formativas, será disponibilizado kit lanche individual aos participantes, assegurando condições adequadas de permanência, participação integral nas atividades e redução de barreiras socioeconômicas ao longo do percurso.Durante as 02 saídas externas realizadas em parques da cidade do Rio de Janeiro, também será disponibilizado kit lanche individual aos participantes, assegurando condições adequadas de permanência, participação integral nas atividades e redução de barreiras socioeconômicas.No dia da Mostra Cultural, em razão do período ampliado de permanência necessário para chegada, organização, preparação, mediação e encerramento, também será fornecida alimentação aos participantes, de modo a garantir condições adequadas de participação ao longo de toda a atividade.Cada kit lanche será composto por:01 suco;01 sanduíche;01 fruta;01 doce ou barra de cereal.Será previsto quantitativo compatível para participantes, conforme necessidade operacional de cada atividade. Para fins de organização orçamentária, a despesa será classificada como Serviço de Alimentação – Kit Lanche para Atividades Formativas, Saídas Externas e Mostra Cultural, com discriminação específica na planilha orçamentária.Trata-se de medida funcional e estruturante, voltada a garantir condições reais de permanência, reduzir risco de evasão decorrente de restrições socioeconômicas e assegurar participação qualificada nas ações propostas.Brochura Artístico-DocumentalA brochura artístico-documental, com tiragem prevista de 2000 exemplares impressos e versão digital acessível, constitui publicação vinculada ao percurso formativo e à Mostra Cultural.Será editada após a conclusão das oficinas e da culminância pública, reunindo:registro fotográfico das cartografias produzidas;imagens da Mostra Cultural;texto curatorial;sistematização metodológica do processo formativo.A distribuição será gratuita a participantes, familiares, instituições culturais, bibliotecas públicas, escolas públicas, organizações da sociedade civil e parceiros institucionais.A publicação consolida a memória institucional do projeto, amplia seu tempo de circulação simbólica e constitui instrumento pedagógico para futuras ações culturais, educativas e formativas.Material de ConsumoOs insumos adquiridos para a realização das oficinas — tais como papéis, tintas, colas, materiais gráficos e demais recursos necessários à produção das cartografias e demais obras — serão classificados como material de consumo.Tais materiais são essenciais ao desenvolvimento das atividades formativas e à produção das obras que comporão a Mostra Cultural, sendo utilizados ao longo do período de execução do projeto.Coerência OperacionalO projeto foi estruturado de forma integrada, assegurando correspondência entre ações formativas, produção artística e difusão pública. Medidas como transporte coletivo, alimentação, acessibilidade e produção editorial compõem uma estratégia de execução voltada à permanência qualificada dos participantes e à efetiva democratização do acesso à cultura.
1. MOSTRA CULTURAL – CARTOGRAFIAS DO IMAGINÁRIO(Produto Principal)Natureza: Mostra artística em artes visuaisFormato: Exposição presencial gratuitaDuração: mínimo de 07 dias consecutivosLocal: espaço cultural acessível na cidade do Rio de JaneiroClassificação indicativa: LivreConteúdoA Mostra Cultural apresentará a produção artística desenvolvida ao longo do percurso formativo, incluindo:obras autorais produzidas pelos participantes do projeto;conjunto de trabalhos individuais em diferentes linguagens e suportes;01 cartografia coletiva de grande formato, concebida como obra-síntese do projeto;registros visuais do processo formativo;textos curatoriais e materiais de contextualização da proposta.MontagemA mostra contará com:impressão, ampliação e acabamento das obras em suportes adequados;estrutura expositiva compatível com a natureza dos trabalhos apresentados;projeto expográfico com organização espacial acessível;identificação visual das obras e textos curatoriais;iluminação compatível com a fruição das peças e com as condições do espaço expositivo.Acesso e fruiçãoentrada gratuita;realização em espaço com acessibilidade arquitetônica;mediação cultural programada;previsão de intérprete de Libras na abertura e em ações de mediação.A abertura da Mostra Cultural contará com uma conversa pública mediada, com participação de profissional convidado, voltada à apresentação do percurso conceitual e metodológico do projeto, abordando temas como cartografia sensível, memória afetiva, imaginação, inclusão cultural e processos de criação em artes visuais.Público estimadoPúblico presencial estimado aproximadamente 1.500.2. AÇÕES DE FORMAÇÃO EM ARTES VISUAIS(Produto Cultural Formativo)Natureza: ação formativa continuada em artes visuaisFormato: oficinas presenciaisDuração do processo formativo: 7 mesesCarga horária por encontro: 2 horasEstrutura de realização04 turmas formativas;12 participantes por turma;28 encontros por turma;112 encontros no total;224 horas de formação artística direta.Público direto48 participantes, com prioridade para pessoas com deficiência e pessoas em situação de vulnerabilidade social.Conteúdo das oficinasAs oficinas desenvolverão:cartografia afetiva como linguagem artística e procedimento de criação;experimentação em desenho, colagem, composição visual e linguagens híbridas;construção de mapas sensíveis e simbólicos;desenvolvimento de narrativas visuais e territoriais autorais;sistematização progressiva das produções com vistas à culminância na Mostra Cultural.Acessoparticipação gratuita;realização em espaço com acessibilidade arquitetônica;disponibilização de recursos de acessibilidade comunicacional compatíveis com as atividades;metodologia inclusiva, flexível e adaptável às necessidades dos participantes.3. PERCURSOS SENSIVEIS EM PARQUES E ESPAÇOS PÚBLICOS(Produto Cultural Territorial)Natureza: atividade formativa externa integrada ao processo artísticoQuantidade: 02 percursos sensíveisPeriodicidade: realizados em momentos estratégicos do processo formativoDuração média por atividade: 3 a 4 horasPúblicoParticipantes das quatro turmas, acompanhados pela equipe pedagógica e técnica do projeto.Estrutura da atividadeobservação orientada do território;exercícios de registro visual, cartográfico e narrativo;produção de mapas afetivos preliminares;coleta de referências sensoriais, simbólicas e imagéticas;ativação de repertórios para desdobramento nas oficinas.Logística e acessotransporte coletivo para deslocamento dos participantes;acompanhamento da equipe técnica durante os trajetos e atividades;seleção de parques e espaços públicos com condições adequadas de realização;participação gratuita.4. BROCHURA ARTÍSTICO-DOCUMENTAL(Produto Cultural Editorial)A brochura constitui produto cultural editorial vinculado à Mostra Cultural, concebido como registro visual, conceitual e metodológico do percurso formativo desenvolvido no projeto Cartografias do Imaginário.TiragemProdução de 2000 exemplares impressos, além de versão digital acessível.ConteúdoA publicação reunirá:registro fotográfico das obras autorais apresentadas na Mostra Cultural;reprodução da cartografia coletiva final;texto curatorial de contextualização do conceito e do percurso estético;reflexões sobre arte, memória afetiva, imaginário e território;documentação do processo criativo e formativo;sistematização metodológica das ações desenvolvidas.A organização editorial adotará narrativa visual estruturada, favorecendo leitura contínua, circulação institucional e utilização pedagógica do material em contextos culturais e educativos.Especificações técnicasformato fechado: 200 x 200 mm;formato aberto: 400 x 200 mm;capa: couchê brilho 150 g/m², impressão 4x4 cores;miolo: couchê brilho 95 g/m², impressão 4x4 cores;acabamento: dobra, intercalação, grampo e refile;prova digital para conferência e aprovação prévia antes da impressão final.5. TEASER AUDIOVISUAL(Produto de Difusão)Formato: vídeo digitalDuração estimada: 3 a 5 minutosConteúdoregistro do processo formativo;imagens das oficinas, dos percursos e da Mostra Cultural;depoimentos de participantes, quando autorizados;síntese poética e documental do percurso desenvolvido.Exibiçãoplataformas digitais;redes sociais do proponente;exibição na abertura da Mostra Cultural.Acessibilidadelegendagem em português;previsão de recursos complementares de acessibilidade comunicacional, conforme viabilidade técnica do produto.corrige tudo para 48 participantes;deixa a redação mais institucional e profissional;melhora o nome e a lógica dos produtos;tira algumas repetições e deixa o texto mais consistente com o restante do projeto.
A acessibilidade constitui diretriz transversal e estruturante do projeto Cartografias do Imaginário, orientando sua concepção, execução e difusão pública. Mais do que recurso complementar, é compreendida como condição para o exercício pleno do direito de acesso, participação, criação e fruição cultural de pessoas com deficiência, em consonância com os princípios da inclusão cultural.Nesse sentido, o projeto adota medidas de acessibilidade nas dimensões arquitetônica, comunicacional, metodológica, intelectual, sensorial, digital e atitudinal, considerando as especificidades das oficinas formativas, dos percursos sensíveis em parques e espaços públicos, da Mostra Cultural e dos produtos editoriais e audiovisuais previstos.1. Mostra CulturalA Mostra Cultural reunirá as obras produzidas ao longo do percurso formativo, incluindo cartografias individuais, registros do processo e a cartografia coletiva final.Acessibilidade física e arquitetônicaA atividade será realizada em espaço cultural acessível, com condições adequadas de circulação, permanência e uso por pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida e pessoas idosas.Acessibilidade comunicacionalSerão adotados recursos de acessibilidade comunicacional compatíveis com a atividade, incluindo intérprete de Libras na abertura e em ações de mediação programadas. Os textos curatoriais, expográficos e informativos serão redigidos em linguagem clara e objetiva.Acessibilidade intelectual e sensorialA mediação cultural será conduzida com estratégias inclusivas, considerando diferentes modos de compreensão, atenção, percepção e interação, de modo a favorecer a participação de pessoas com deficiência intelectual, pessoas no espectro do autismo e outros públicos com necessidades específicas.Acessibilidade visualOs materiais expositivos observarão critérios de legibilidade, contraste e organização espacial que favoreçam orientação, leitura e fruição por pessoas com baixa visão.2. Oficinas FormativasAs oficinas serão desenvolvidas com metodologia orientada pela inclusão e pela flexibilidade pedagógica.Acessibilidade físicaAs atividades ocorrerão em espaço com infraestrutura acessível, assegurando circulação adequada, mobiliário compatível e condições de permanência para participantes com diferentes necessidades físicas e funcionais.Acessibilidade metodológica e pedagógicaA metodologia adotará práticas inclusivas e flexíveis, respeitando diferentes ritmos de aprendizagem, formas de expressão e modos de participação. A condução dos encontros considerará clareza, previsibilidade, organização dos estímulos e possibilidade de adaptação de dinâmicas, materiais e estratégias conforme as necessidades dos participantes.Acessibilidade comunicacional e atitudinalSerão previstos recursos de acessibilidade comunicacional compatíveis com as atividades formativas, incluindo intérprete de Libras quando necessário. A equipe técnica e pedagógica atuará com orientação voltada ao acolhimento, à escuta e à mediação inclusiva, assegurando postura ética, acessível e respeitosa ao longo de todo o processo.3. Percursos Sensíveis em Parques e Espaços PúblicosOs percursos sensíveis constituem parte fundamental da metodologia do projeto e demandam organização específica para garantir a participação plena dos integrantes.Acessibilidade física e logísticaO projeto contará com estrutura de deslocamento e acompanhamento adequada à participação dos grupos nas atividades externas, buscando assegurar segurança, conforto e condições de acesso para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e participantes em situação de vulnerabilidade social.Acessibilidade organizacional e pedagógicaOs trajetos e atividades serão previamente planejados, com orientação clara, acompanhamento contínuo da equipe e adequação das dinâmicas às necessidades específicas dos participantes. A organização considerará tempo adequado de deslocamento, pausas e condução acessível das propostas, favorecendo participação segura e qualificada.4. Produtos Editoriais e AudiovisuaisOs produtos culturais resultantes do projeto também observarão critérios de acessibilidade, ampliando o alcance público e a possibilidade de fruição dos conteúdos produzidos.Brochura artístico-documentalA brochura será disponibilizada em versão impressa e digital acessível, com linguagem clara, organização textual objetiva e estrutura compatível com leitura ampliada.Teaser audiovisualO teaser audiovisual será concebido com recursos de acessibilidade compatíveis com sua difusão digital, incluindo legendagem.5. Diretriz TransversalEm todas as etapas do projeto, a acessibilidade será compreendida como princípio de planejamento, acompanhamento e avaliação, e não como medida pontual. Essa diretriz orienta tanto a organização dos espaços e das atividades quanto a postura da equipe e a relação com os participantes, assegurando condições efetivas de participação cultural e de produção artística para pessoas com deficiência.Dessa forma, Cartografias do Imaginário reafirma a acessibilidade como dimensão constitutiva do fazer cultural, fortalecendo a inclusão, a diversidade de percepções e o reconhecimento de diferentes modos de expressão no campo das artes visuais.
Em conformidade com a Lei nº 8.313/1991 e com a Instrução Normativa MinC nº 29/2026, o projeto Cartografias do Imaginário adota medidas de democratização e ampliação de acesso voltadas à fruição gratuita, inclusiva e ampliada dos bens culturais produzidos. A proposta compreende a cultura como direito e assegura acesso tanto ao processo formativo quanto à circulação pública e à difusão dos produtos culturais resultantes.O projeto será executado em regime de gratuidade integral, sem cobrança de ingressos, mensalidades, taxas de participação ou comercialização dos produtos culturais junto ao público beneficiário. Desse modo, as oficinas formativas, os percursos sensíveis, a Mostra Cultural, a distribuição da brochura artístico-documental e a disponibilização do teaser audiovisual serão oferecidos gratuitamente, ampliando o acesso de públicos com histórico de menor inserção em processos culturais continuados.A democratização de acesso se efetiva, ainda, pela priorização de pessoas com deficiência, pessoas em situação de vulnerabilidade social, estudantes da rede pública e públicos com acesso restrito a experiências artísticas continuadas, assegurando não apenas a fruição do produto final, mas também a participação qualificada nos processos de criação, experimentação e difusão cultural.Como medida de ampliação de acesso, o projeto preverá transporte gratuito para as 02 saídas externas realizadas em parques e espaços públicos da cidade do Rio de Janeiro, com atenção às condições de acessibilidade para pessoas com deficiência, pessoas com mobilidade reduzida, pessoas idosas e, quando necessário, seus acompanhantes. Essa medida reduz barreiras econômicas e logísticas, favorece a permanência dos participantes no percurso formativo e amplia o acesso ao território como espaço de experiência cultural, sensível e formativa.A Mostra Cultural será realizada em espaço acessível, com entrada gratuita e ações de mediação compatíveis com a proposta, ampliando a circulação pública das obras e o acesso qualificado de públicos diversos. A brochura artístico-documental será distribuída gratuitamente a participantes, público da mostra e instituições de interesse público, sem finalidade comercial. Já o teaser audiovisual será disponibilizado gratuitamente em canais digitais do proponente, ampliando o alcance público do projeto.Dessa forma, Cartografias do Imaginário promove democratização de acesso ao assegurar gratuidade integral, reduzir barreiras territoriais e logísticas, priorizar públicos historicamente sub-representados, ofertar formação cultural continuada e ampliar a circulação pública e institucional dos produtos culturais gerados. O projeto reafirma, assim, a cultura como direito fundamental, espaço de participação ativa e campo de produção simbólica compartilhada.
O Instituto Olga Kos Rio de Janeiro é o proponente responsável pela concepção, planejamento, coordenação e execução integral do projeto Cartografias do Imaginário.No âmbito da presente proposta, o Instituto assumirá integralmente a gestão administrativa, técnica e financeira de todas as etapas do projeto, observando as disposições da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991) e da Instrução Normativa vigente. Declara-se que não haverá delegação das responsabilidades técnico-financeiras nem da gestão global do projeto a terceiros, sendo vedada qualquer forma de intermediação incompatível com a legislação aplicável.A execução das atividades previstas contará com equipe técnica e pedagógica especializada, composta conforme as necessidades operacionais do projeto, abrangendo funções de coordenação, produção, formação artística, curadoria, comunicação, acessibilidade e acompanhamento metodológico. Todos os profissionais necessários à realização das ações serão contratados em conformidade com os procedimentos legais e administrativos pertinentes, permanecendo sob responsabilidade do Instituto Olga Kos Rio de Janeiro a coordenação, supervisão e execução geral da proposta.A instituição reúne capacidade técnica, administrativa e metodológica para a realização de ações culturais formativas, inclusivas e de interesse público, articulando criação artística, acessibilidade, difusão cultural e democratização do acesso. No presente projeto, essa capacidade se materializa na oferta de oficinas continuadas de artes visuais, percursos sensíveis em territórios da cidade do Rio de Janeiro, culminância expositiva em espaço acessível e produção de materiais editoriais e audiovisuais voltados à memória, à circulação pública e à ampliação do alcance social da iniciativa.Dessa forma, o Instituto Olga Kos Rio de Janeiro se apresenta como entidade apta à plena execução de Cartografias do Imaginário, assegurando coerência entre concepção, operação, acompanhamento físico-financeiro e prestação de contas, em consonância com os objetivos de formação, criação, inclusão e difusão cultural estabelecidos na proposta.Todos os profissionais serão contratados especificamente para este projeto, dentro do período de execução, não configurando vínculo permanente com a instituição, salvo aqueles já integrantes do quadro fixo do proponente.
Portaria de aprovação inicial encaminhada à Imprensa Nacional para publicação no Diário Oficial da União.