Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 262516Projeto em avaliação documentalMecenato

“Coletivo Guerreiros da Ilha: Capoeiragem, Cultura e Transformação Social”

ASSOCIACAO DE CAPOEIRA GUERREIROS DA ILHA
Solicitado
R$ 430,8 mil
Aprovado
R$ 0,00
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

0

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
26

Localização e período

UF principal
SP
Município
Mauá
Início
2026-05-01
Término
2028-12-22
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto "Coletivo Guerreiros da Ilha: Capoeiragem, Cultura e Transformação Social" realizará, ao longo de 12 meses, aulas gratuitas de capoeira, oficinas de luteria e cursos de danças afro-brasileiras em comunidades periféricas. Como produto final, promoverá o Festival "Cantarolar", com apresentações culturais abertas ao público. A proposta inclui ainda rodas mensais e registro audiovisual para difusão gratuita. O objetivo é ampliar o acesso à cultura e valorizar a identidade afro-brasileira.

Sinopse

O projeto “Coletivo Guerreiros da Ilha: Capoeiragem, Cultura e Transformação Social” consiste na realização de atividades culturais formativas e apresentações públicas voltadas à valorização da cultura afro-brasileira. Ao longo de 8 meses, serão desenvolvidas aulas de capoeira, oficinas de luteria (construção de instrumentos tradicionais) e cursos de danças afro-brasileiras, integrando prática corporal, musicalidade e saberes ancestrais.Como culminância, será realizado o Festival “Cantarolar”, com apresentações de cantigas de capoeira, rodas abertas e participação dos alunos e convidados, promovendo a difusão cultural e o acesso gratuito à comunidade.Classificação indicativa: livre para todos os públicos.

Objetivos

Promover o acesso gratuito à cultura afro-brasileira, por meio da capoeira, da musicalidade e das danças tradicionais, contribuindo para a formação cultural, inclusão social e fortalecimento da identidade em comunidades periféricas ao longo de 8 meses.Objetivos EspecíficosRealizar uma oficina com 96 aulas de capoeira ao longo de 8 meses, com turmas organizadas por faixa etária; Oferecer 1 Oficina de luteria 32 dias, voltadas à construção de instrumentos tradicionais da capoeira; Promover 1 oficina de 32 aulas de danças afro-brasileiras, abordando diferentes expressões culturais; Realizar 8 aprsentação de rodas de capoeira abertas ao público, sendo uma por mês; Produzir e executar 1 Festival "Cantarolar", com apresentações culturais gratuitas; Atender diretamente até 1.300 beneficiários nas atividades formativas; Alcançar indiretamente até 4.000 pessoas por meio das ações abertas e do festival; Produzir registro audiovisual das atividades e do festival para difusão gratuita; Emitir certificados de participação para alunos com mínimo de 75% de presença.

Justificativa

O projeto "Coletivo Guerreiros da Ilha: Capoeiragem, Cultura e Transformação Social" justifica-se pela necessidade de ampliar o acesso à cultura em territórios periféricos, onde há escassez de iniciativas culturais contínuas, gratuitas e estruturadas. A capoeira e as manifestações afro-brasileiras associadas constituem patrimônio cultural de grande relevância, sendo ferramentas potentes de formação cidadã, fortalecimento identitário e promoção da inclusão social.A execução do projeto por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, instituído pela Lei nº 8.313/91, é fundamental para garantir a gratuidade das atividades e o acesso democrático ao público beneficiário, majoritariamente composto por pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Sem o apoio da Lei de Incentivo à Cultura, a viabilização financeira de ações formativas continuadas, com qualidade técnica e alcance ampliado, torna-se limitada.O projeto enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91:Inciso I: contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura; Inciso II: promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira; Inciso III: apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Inciso IV: proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, com destaque para a cultura afro-brasileira. No que se refere aos objetivos previstos no Art. 3º da mesma legislação, o projeto contribui diretamente para:Inciso I: incentivo à formação artística e cultural, por meio de atividades educativas continuadas; Inciso II: fomento à produção cultural e artística, com a realização de apresentações e festival; Inciso III: preservação e difusão do patrimônio cultural material e imaterial, especialmente a capoeira; Inciso IV: promoção da diversidade cultural e valorização das expressões afro-brasileiras; Inciso V: estímulo à democratização do acesso à cultura. Dessa forma, o apoio via Lei de Incentivo à Cultura é imprescindível para assegurar a execução integral do projeto, garantindo inclusão, diversidade, formação cultural e impacto social positivo, consolidando a proposta como uma ação estruturante de base comunitária e de relevante interesse público.

Estratégia de execução

O projeto será executado por proponente com experiência comprovada na realização de ações culturais e sociais em territórios periféricos, especialmente nas regiões do ABC Paulista e Zona Leste de São Paulo, demonstrando capacidade técnica, operacional e pedagógica para a plena execução das atividades propostas.A metodologia adotada baseia-se nos princípios da educação popular, inspirada em referências como Paulo Freire, priorizando o protagonismo dos participantes, o diálogo e a construção coletiva do conhecimento. Essa abordagem contribui para o fortalecimento da autonomia, da identidade cultural e do engajamento comunitário.Destaca-se o potencial de impacto social do projeto, que vai além da formação cultural, atuando na prevenção de situações de vulnerabilidade, no fortalecimento de vínculos sociais e na promoção de espaços seguros de convivência para crianças, jovens e adultos.O projeto também contribui para o desenvolvimento da economia criativa local, especialmente por meio das oficinas de luteria, que possibilitam a aquisição de habilidades técnicas e a geração de renda a partir da produção de instrumentos tradicionais.Serão estabelecidas parcerias com equipamentos públicos, organizações sociais e coletivos culturais, ampliando o alcance das ações e fortalecendo a rede cultural dos territórios atendidos.Por fim, ressalta-se que todas as atividades serão realizadas de forma gratuita, com foco na democratização do acesso à cultura, inclusão social e valorização das expressões afro-brasileiras, alinhando-se às diretrizes das políticas públicas culturais e aos princípios de diversidade, equidade e cidadania

Especificação técnica

O projeto é composto por ações formativas, práticas artísticas e evento cultural, estruturadas de forma integrada ao longo de 8 meses, conforme detalhamento abaixo:1. Curso de CapoeiraDuração: 8 meses Periodicidade: 3 aulas semanais Carga horária total: aproximadamente 96 aulas Duração por aula: 1h30 a 2h Público-alvo: crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos Metodologia: ensino progressivo, com abordagem prática e teórica, contemplando movimentos, musicalidade, história e fundamentos da capoeira Projeto pedagógico: baseado na educação popular, com metodologia participativa, inclusiva e interdisciplinar Materiais utilizados: berimbau, atabaque, pandeiro, agogô, uniformes e materiais didáticos de apoio Produto final: rodas de capoeira abertas mensais e apresentações no festival 2. Oficinas de Luteria (Construção de Instrumentos)Duração: 8 meses Periodicidade: 1 oficina semanal Carga horária total: aproximadamente 32 oficinas Duração por oficina: 2 horas Metodologia: atividades práticas e teóricas voltadas à construção e uso de instrumentos da capoeira Projeto pedagógico: formação técnica com foco em autonomia produtiva, saberes tradicionais e economia criativa Materiais utilizados: madeira, arame, cabaça, couro, ferramentas manuais e insumos específicos Produto final: instrumentos confeccionados pelos participantes e utilizados nas atividades e apresentações 3. Curso de Danças Afro-brasileirasDuração: 8 meses Periodicidade: 1 aula semanal Carga horária total: aproximadamente 32 aulas Duração por aula: 1h30 Conteúdos abordados: maculelê, jongo, samba de roda, maracatu, coco, entre outros Metodologia: aulas práticas com contextualização histórica, cultural e simbólica Projeto pedagógico: abordagem interdisciplinar com foco na valorização da cultura afro-brasileira e expressão corporal Materiais utilizados: figurinos básicos, instrumentos percussivos e equipamentos de som Produto final: apresentações abertas ao público e participação no festival 4. Festival “Cantarolar” (Culminância)Periodicidade: 1 edição ao final do projeto Duração do evento: aproximadamente 4 a 6 horas Formato: apresentações musicais, cantigas de capoeira, rodas abertas e integração entre participantes Capacidade de público: estimada entre 200 e 500 pessoas Estrutura técnica: palco, sistema de som, iluminação básica, cadeiras e equipe de produção Recursos de acessibilidade: intérprete de Libras e registro audiovisual com legendas Produto final: evento cultural gratuito com ampla participação comunitária 5. Registro AudiovisualFormato: vídeo e fotografia digital Conteúdo: registro das atividades formativas, rodas de capoeira e festival Finalidade: difusão gratuita, memória e prestação de contas Acessibilidade: conteúdos com legendas e possibilidade de audiodescrição 6. CertificaçãoEmissão de certificados para participantes com mínimo de 75% de presença nas atividades formativas

Acessibilidade

O projeto adotará medidas estruturadas de acessibilidade física e de conteúdo, assegurando a participação plena, autônoma e segura de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e diferentes necessidades comunicacionais.Acessibilidade FísicaAs atividades serão realizadas em espaços que atendam às normas de acessibilidade ou que receberão adaptações necessárias, contemplando:Acesso por rampas ou circulação em nível, garantindo mobilidade para cadeirantes; Disponibilização de banheiros acessíveis; Sinalização de orientação nos espaços de realização das atividades; Organização do ambiente com áreas de circulação adequadas e seguras; Reserva de espaços para pessoas com mobilidade reduzida durante aulas e apresentações; Prioridade de acesso e acomodação para pessoas com deficiência, idosos e gestantes. Acessibilidade de ConteúdoSerão implementadas estratégias para garantir a compreensão e fruição das atividades por diferentes públicos, incluindo:Presença de intérprete de Libras no Festival “Cantarolar” e em atividades abertas ao público; Produção de conteúdos audiovisuais com legendas descritivas; Previsão de audiodescrição nos registros audiovisuais do projeto; Utilização de linguagem acessível nas atividades pedagógicas; Mediação cultural inclusiva, com adaptação das práticas conforme as necessidades dos participantes; Apoio direto dos educadores para inclusão de pessoas com deficiência nas atividades formativas.

Democratização do acesso

O projeto garantirá acesso integralmente gratuito a todos os seus produtos culturais, não havendo cobrança de ingressos, mensalidades ou qualquer forma de comercialização direta ao público beneficiário.As atividades formativas — aulas de capoeira, oficinas de luteria e cursos de danças afro-brasileiras — serão ofertadas gratuitamente, com prioridade para participantes de comunidades periféricas e em situação de vulnerabilidade social.As rodas de capoeira mensais e o Festival “Cantarolar” serão realizados com acesso livre ao público, ampliando a participação da comunidade e promovendo a difusão das manifestações culturais trabalhadas ao longo do projeto.Como estratégia de ampliação de acesso, o projeto prevê:Realização de rodas abertas e ensaios públicos, incentivando a participação da comunidade; Promoção de apresentações gratuitas ao longo do processo formativo; Registro audiovisual das atividades e disponibilização gratuita em plataformas digitais e redes sociais; Difusão dos conteúdos em canais institucionais e de parceiros, ampliando o alcance territorial; Articulação com equipamentos públicos e espaços comunitários para realização das atividades; Inserção de recursos de acessibilidade, garantindo acesso a pessoas com deficiência. A comercialização do projeto ocorrerá exclusivamente por meio de cotas de patrocínio e apoio institucional, via Lei de Incentivo à Cultura, não impactando o acesso do público final.Dessa forma, o projeto assegura ampla democratização de acesso, promovendo inclusão social, descentralização cultural e fruição gratuita dos bens culturais produzidos.

Ficha técnica

Artur Ferreira da Costa é um profissional com mais de quinze anos de experiência nas áreas de educação física, cultura e esporte, com atuação destacada no desenvolvimento de projetos sociais e culturais por meio da capoeira. Formado em Educação Física, construiu uma trajetória sólida como educador, produtor cultural e coach esportivo, dedicando-se à promoção da inclusão social, do acesso à cultura e da formação cidadã.Reconhecido como Mestre Guerreiro, Artur tem forte ligação com a cultura afro-brasileira, utilizando a capoeira como ferramenta de transformação social. Ao longo de sua carreira, desenvolveu e coordenou projetos culturais, eventos, oficinas e cursos, atuando tanto com instituições públicas quanto privadas. Sua experiência inclui a formação de grupos e equipes artísticas, além da realização de atividades educativas e lúdicas voltadas a diferentes públicos.Sua atuação prática abrange aulas, batizados e eventos de capoeira realizados principalmente nas regiões de São Paulo e Mauá, sempre com foco no desenvolvimento humano e na valorização cultural. Paralelamente, participou de diversos projetos educacionais e culturais, contribuindo para a formação de alunos e para o fortalecimento de iniciativas comunitárias.Artur também possui certificações relevantes, como diploma técnico em capoeira e defesa pessoal, cursos de primeiros socorros e especializações voltadas ao desempenho esportivo, como o curso “Cérebro no Esporte”. Ao longo de sua trajetória, recebeu homenagens e certificados de reconhecimento por sua contribuição à cultura e à sociedade, incluindo distinções concedidas por instituições como a Câmara Municipal de Mauá.Com uma carreira marcada pelo compromisso social e pela valorização da cultura brasileira, Artur Ferreira da Costa segue atuando no desenvolvimento de projetos que unem educação, esporte e cultura, promovendo impacto positivo e transformação na vida de seus alunos e comunidades.Eduardo Ferreira de Souza é psicólogo, sociólogo, linguista e psicanalista, com atuação interdisciplinar nas áreas de educação, cultura e desenvolvimento humano. É doutorando em Psicologia pela PUC-SP e possui mestrados em Sociolinguística (PUC-SP) e Políticas Públicas (FGV-SP).Tem ampla experiência como professor universitário na Grande São Paulo, formando profissionais em áreas como comportamento humano, sociologia e comunicação. Também é autor do livro “Do Silêncio à Satanização: O Discurso de Veja e o MST” e vencedor de prêmios literários.Com mais de 30 anos de atuação, trabalhou como redator, revisor e consultor técnico, além de ministrar palestras, treinamentos e capacitações em todo o Brasil, tanto no setor público quanto privado, abordando temas como educação, cidadania e gestão de pessoas.Na área sociocultural, coordena projetos voltados à formação cidadã, valorização da cultura e fortalecimento comunitário.Keila Cristina Santos é uma profissional atuante nas áreas cultural e social, com experiência no desenvolvimento de projetos voltados à inclusão, educação e valorização cultural. Sua trajetória é marcada pelo envolvimento em atividades que promovem o acesso à cultura e o fortalecimento de comunidades por meio de ações educativas e artísticas.Ao longo de sua carreira, participou da organização e execução de projetos culturais, oficinas e eventos, contribuindo para a formação de públicos e para o incentivo à participação social. Seu trabalho demonstra compromisso com o impacto social, utilizando a cultura como ferramenta de transformação e desenvolvimento humano.Com perfil dedicado e engajado, Keila Cristina Santos busca constantemente ampliar suas competências e fortalecer sua atuação em iniciativas que integrem cultura, educação e cidadania, consolidando-se como uma profissional comprometida com a construção de oportunidades e a democratização do acesso cultural.Ana Karolina de Lana, conhecida artisticamente como Coral, é instrutora de capoeira e produtora cultural atuante na cidade de Mauá, no estado de São Paulo. Possui ensino médio completo e construiu sua trajetória a partir da participação ativa em projetos culturais, sociais e comunitários desenvolvidos em territórios periféricos. Sua atuação é voltada à valorização da cultura afro-brasileira, à formação cidadã e à promoção da inclusão social.

Providência

Proposta transformada em projeto e encaminhado para assinatura.