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4521MecenatoPendente

Quem quer comprar?

Início: 20/07/2209Término: 20/12/2009

Resumo

Espetáculo de teatro que redimensiona o espaço cênico ao deslocar a %u201Ccaixa preta%u201D para um espaço de 1m² de largura e 2m de altura, composto por pequenas cenas, como frames de um filme, %u201Co espetáculo tem como referência o cabaré alemão, as vitrines holandesas e o contexto social brasileiro%u201D.* Livremente inspirado em textos de Caio Fernando Abreu e Bernard Marie Koltès, as palavras perpassam as imagens criando os estados de cada cena, cada personagem e/ou acontecimento.

Objetivos

QUEM QUER COMPRAR? redimensiona o espaço cênico ao deslocar a "caixa preta" para um espaço de 1m² de largura e 2m de altura, estabelecendo uma aberta via de mão dupla, onde os intérpretes interferem na natureza do entorno físico e do entorno humano e o público interfere na natureza da instalação, do intérprete e da cena em si que é construída, em parte, no momento em que esta relação se estabelece. Composto por pequenas cenas, como frames de um filme, polaróides da contemporaneidade, luzes que se acendem sobre ações e desejos cotidianos, "o espetáculo tem como referência o cabaré alemão, as vitrines holandesas e o contexto social brasileiro" * - como um móbile, constituído por artigos que se interconectam e admitem a indeterminação e o não-saber como autores de um conjunto em aberto onde os fios estão expostos e as relações palco x platéia, produto x consumidor, observador x observado são (re) vistas. Repensa o que significa estar entre quatro paredes, o que é espaço externo e o que é espaço interno em uma contemporaneidade de exposições várias. Livremente inspirado em textos de Caio Fernando Abreu e Bernard Marie Koltès, as palavras perpassam as imagens criando os estados de cada cena, cada personagem e/ou acontecimento. Não se limita a espaços tradicionais e pode ser apresentado em espaços públicos como praças, estacionamentos ou em espaços fechados como Galerias de arte, Museus e Teatros, necessitando, unicamente, de duas tomadas. * Fátima Saadi OBJETIVOS Inserir um espaço para a cena, criando um "campo de força", um espaço para a reflexão, o divertimento, o afeto. Pesquisar de que maneira elementos críticos e lúdicos podem recombinar-se. Propor jogos de troca poética e expressão plástica, estabelecendo interações que transformem o olhar. Usar a tecnologia como suporte para a criação de uma zona autônoma. Instigar os sentidos como forma de relacionar-se com a realidade criando novas possibilidades de existência. DESCRIÇÃO CENOGRÁFICA A caixa é feita de acrílico e alumínio, possui iluminação própria e equipada com três painéis eletrônicas comandados por um laptop, constitui-se como um sistema autônomo desmontável. Além disso, são utilizados: um aparelho de Tv, um amplificador e uma mesa de luz própria e móvel.

Justificativa

É papel da arte enxergar possibilidades de atuação do sujeito nos fatos que (re)compõem o real. Fundamental é a elaboração de novas realidades a partir das singularidades deste sujeito, de seus pontos de vista. O espetáculo provoca o deslocamento como possível ampliação da visão. Diversos pontos de vista que geram diferentes sensações, idéias... A realização de uma pesquisa que abrange o Teatro, a Dança e a Música, criando suporte através de uma linguagem híbrida, com uma área sustentando a outra é uma proposta coerente com a contemporaneidade, aonde o tempo e o espaço vêm se sobrepondo em simultaneidades recorrentes. Os limites entre as artes deixam de existir para serem campos de diálogo e expressão humana ininterrupta. É de vital importância criar abertura para o diálogo ativo entre artistas e platéia, ou melhor, ter o espectador como co-criador do ato cênico. Se for realizado em espaços públicos, torna-se parte de seu cotidiano, de sua trajetória, de maneira a democratizar o acesso ao ato artístico. "Quem quer comprar?" aborda a contemporaneidade apresentando um fluxo de acontecimentos diários e instiga à revelação de nossa própria e infinita mutiplicidade. FICHA TÉCNICA Direção: Camilo Pellegrini Autores: Caio Fernando Abreu e Bernard Marie Koltès Elenco: Fabrício Polido, José Mauro Brant e Juliana Terra Cenário: Juliana Terra Figurino: Luciana Cardoso Iluminação: Renato Machado Produção: Verônica Prates CURRICULOS Camilo Pellegrini Formado em Direção Teatral pela UNIRIO-RJ. Escreveu as peças Amélia, Adormecida, Caminhos de Sangue, Madrasta, Amores de Sabrina, As Filhas de Betty D., Brecht Morreu (peça bilíngüe, sucesso em 2003 no Espaço SESC, uniu um grande elenco de atores brasileiros e alemães), Gênesis dos novos deuses e Shampoo. Como diretor: Jogos na Hora da Sesta de Roma Mahieu, A Casa de Bernarda Alba de Lorca e Os Últimos Dias de Gilda de Rodrigo de Roure. Em 2005 houve a Mostra Camilo Pellegrini, SESC Tijuca. Em 2005 As Filhas de Betty D. estreou no Festival de Comédia Carioca e seu texto Caminhos de Sangue, foi traduzido para o francês e montado em Paris. Caminhos de Sangue foi traduzido para o espanhol e publicado na Argentina em 2006. Montou no SESC Tijuca, em 2006, Gênesis dos novos deuses, primeira parte da sua Trilogia Noturna. Hoje, trabalha como roteirista na Rede Record, onde escreveu como colaborador as novelas Bicho do Mato e Caminhos do Coração e atualmente Chamas da Vida.

Acessibilidade

O espetáculo tem como possibilidade ser realizado em espaços não convencionais, desse modo, ao ser realizado em praças, estacionamentos e museus o acesso será direto e indiscriminado.