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Raízes que Falam: Arte, Folclore e Educação em Barra do Garças

Início: 01/02/2027Término: 01/10/2027Aceite: 11/08/2025

Resumo

O documentário Raízes que Falam: Arte, Folclore e Educação em Barra do Garças propõe registrar e valorizar o patrimônio cultural imaterial da cidade, explorando as conexões entre manifestações artísticas, folclore e práticas educativas. Com 45 minutos, a obra combina entrevistas, imagens de arquivo, registros de festas populares, oficinas e depoimentos de artistas, mestres de cultura e educadores. A narrativa destaca a importância da arte na formação de identidade, pertencimento e cidadania cultural. O projeto assegura acessibilidade comunicacional e física, com legendas, audiodescrição e exibições gratuitas em escolas, centros culturais e comunidades, fortalecendo a democratização do acesso à cultura. Relaciona-se diretamente aos ODS 4 (Educação de Qualidade), 10 (Redução das Desigualdades), 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis) e 16 (Paz, Justiça e Instituições Eficazes).

Sinopse

O documentário Raízes que Falam: Arte, Folclore e Educação em Barra do Garças (45 minutos, classificação indicativa livre) investiga as conexões entre arte, cultura popular e educação, registrando entrevistas, festas populares, oficinas culturais e manifestações artísticas locais. O filme será exibido gratuitamente em sessões presenciais e distribuído em plataformas digitais, com recursos de acessibilidade.Produtos e Resumos:Documentário audiovisual (45 min, livre) – Obra final com narrativa expositiva, entrevistas, imagens de arquivo e registros em campo.Exibições públicas mediadas (5 sessões presenciais) – Apresentação do documentário seguida de roda de conversa sobre identidade cultural e educação.Sessões itinerantes (3 comunidades rurais/indígenas) – Exibição com mediação acessível e distribuição de materiais impressos adaptados.Materiais educativos (cartilha digital e impressa, 20 páginas) – Conteúdo sobre as manifestações culturais registradas, para uso em escolas.

Objetivos

Objetivo GeralEvidenciar, registrar e valorizar o patrimônio cultural imaterial de Barra do Garças, promovendo a articulação entre práticas artísticas e processos educativos, com foco na formação de identidade, pertencimento e memória coletiva.Objetivos EspecíficosDocumentar manifestações culturais, folclóricas e artísticas locais, destacando sua importância na educação.Dar visibilidade a artistas, educadores e mestres de cultura da região.Promover a reflexão sobre os desafios e a resistência cultural frente às transformações sociais e tecnológicas.Contribuir para o fortalecimento do sentimento de identidade e pertencimento comunitário.

Justificativa

A realização do documentário Raízes que Falam: Arte, Folclore e Educação em Barra do Garças demanda recursos financeiros e estruturais significativos, pois trata-se de uma obra audiovisual de 45 minutos que envolve etapas complexas de pré-produção, produção e pós-produção, além da aplicação de recursos de acessibilidade e de estratégias de democratização do acesso ao produto final. O objetivo central do projeto é registrar, valorizar e difundir o patrimônio cultural imaterial da cidade de Barra do Garças (MT), com ênfase nas manifestações artísticas, folclóricas e educativas que contribuem para a formação de identidade, pertencimento e cidadania cultural.O formato proposto, que combina entrevistas, imagens de arquivo, registros em campo e narração, exige equipe técnica qualificada, deslocamentos para diferentes pontos da cidade e região, captação de imagens aéreas, locação e operação de equipamentos de áudio e vídeo de alta qualidade, além da realização de atividades de pesquisa e curadoria de conteúdo. Esses elementos garantem a excelência técnica e narrativa do produto final, mas também representam custos que dificilmente seriam viabilizados apenas com recursos próprios ou patrocínios diretos sem incentivo fiscal.A Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/1991) é, portanto, o instrumento ideal para tornar possível a execução do projeto em sua integralidade. Por meio desse mecanismo, empresas e pessoas físicas poderão direcionar parte do imposto devido para apoiar uma ação cultural com relevância artística, educativa e social comprovada. Esse modelo de fomento permite captar junto à iniciativa privada sem comprometer os orçamentos públicos diretos, ao mesmo tempo em que estimula o envolvimento social e a responsabilidade cultural das empresas.Além da produção audiovisual, o projeto prevê um plano de distribuição e democratização do acesso que inclui:Disponibilização gratuita do documentário em plataformas digitais, com legendas e audiodescrição;Exibições públicas em escolas, centros culturais, eventos e comunidades;Produção de materiais de divulgação acessíveis (cartazes adaptados, pictogramas, fonte ampliada).Essas ações asseguram que o público beneficiário seja amplo e diversificado, incluindo estudantes, educadores, artistas, gestores culturais e a população em geral, com atenção especial para pessoas com deficiência ou em situação de vulnerabilidade.A relevância cultural do projeto também se alinha diretamente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, especialmente:ODS 4 _ Educação de Qualidade: Ao promover o uso da cultura e da arte como ferramentas educativas, contribuindo para uma formação integral e inclusiva;ODS 10 _ Redução das Desigualdades: Ao garantir acessibilidade e oportunidades iguais de acesso à produção e fruição cultural;ODS 11 _ Cidades e Comunidades Sustentáveis: Ao preservar e valorizar o patrimônio cultural imaterial como elemento central da identidade local;ODS 16 _ Paz, Justiça e Instituições Eficazes: Ao incentivar o diálogo, a participação social e o fortalecimento das identidades culturais.Sem o aporte via Lei de Incentivo, a execução do projeto ficaria limitada, comprometendo a qualidade técnica, a abrangência de cobertura e o cumprimento das ações de acessibilidade e democratização. O mecanismo viabiliza não apenas a produção em alto padrão, mas também a entrega social do conteúdo, que será disponibilizado gratuitamente e de forma acessível.Por todas essas razões, a Lei de Incentivo à Cultura se apresenta como o caminho mais adequado e eficaz para garantir a realização integral de Raízes que Falam, assegurando que ele cumpra seu papel de registro, valorização e difusão da cultura local, com impacto positivo e duradouro na comunidade e no cenário cultural brasileiro.

Etapas

1. Pré-Produção (2 meses)Pesquisa e levantamento de conteúdo (3 semanas).Seleção de entrevistados e locais de filmagem (2 semanas).Desenvolvimento do roteiro final e definição da narrativa (2 semanas).Planejamento técnico, contratação da equipe e locação de equipamentos (1 semana).Produção de cronograma visual acessível para equipe e proponente (permanente nesta etapa).2. Execução (3 meses)Captação de entrevistas com artistas, educadores e mestres de cultura (6 semanas).Filmagem de oficinas culturais, eventos e festas populares (4 semanas).Registro de imagens aéreas com drone (1 semana).Gravação de som direto e coleta de áudios ambientais (ao longo de toda a etapa).Supervisão de acessibilidade durante as gravações, garantindo participação do proponente e do público-alvo.3. Pós-Produção (2 meses)Montagem e edição de imagem (3 semanas).Tratamento de áudio, mixagem e criação de trilha sonora original (2 semanas).Inserção de legendas descritivas e audiodescrição (2 semanas).Correção de cor e finalização (1 semana).Produção de materiais de divulgação e mídias acessíveis (1 semana).Distribuição digital e organização das exibições presenciais (1 semana).

Especificação técnica

Documentário Audiovisual:Duração: 45 minutos.Formato: Digital Full HD (1920x1080), cor, áudio estéreo.Linguagem: Narrativa expositiva com entrevistas e imagens de apoio.Recursos de Acessibilidade: Legendas descritivas, audiodescrição e tradução em Libras para exibições presenciais.Exibições Públicas e Itinerantes:Duração: 1h30 por sessão (45 min de exibição + 45 min de mediação).Espaços: Centros culturais, escolas, comunidades rurais e indígenas.Recursos Técnicos: Telão, projetor Full HD, sistema de som, intérprete de Libras.Materiais Educativos:Paginação: 20 páginas, formato A4, impresso e digital (PDF acessível).Conteúdo: Textos com linguagem simples, imagens e pictogramas.Projeto Pedagógico: Baseado em metodologias participativas, articulando o conteúdo do documentário com temas curriculares e educação patrimonial.

Ficha técnica

Dirigente / Instituição Proponente – Atividade no Projeto: O dirigente e acadêmico proponente, João Pedro Luz da Silva Oliveira Moraes, atuará diretamente como Coordenador Geral, realizando:Supervisão de todas as etapas de execução do projeto.Participação ativa na pesquisa e seleção de conteúdo.Acompanhamento das filmagens e entrevistas como mediador cultural.Supervisão das estratégias de acessibilidade.Mediação nas exibições e rodas de conversa após as sessões públicas.Currículo Resumido do Proponente: João Pedro Luz da Silva Oliveira Moraes é acadêmico do curso de licenciatura em Teatro. Possui histórico de participação em oficinas.Principais Participantes:Diretor(a) / Roteirista: Profissional com experiência em documentários culturais, responsável pela narrativa e supervisão criativa.Produtor(a) Executivo(a): Especialista em gestão de projetos culturais, coordenação de equipe e logística de produção.Diretor(a) de Fotografia: Profissional com atuação em captação audiovisual para documentários e projetos culturais.Técnico(a) de Som: Experiência em captação de áudio direto, mixagem e ambientação sonora para obras audiovisuais.Editor(a) de Vídeo: Especialista em montagem e finalização de obras documentais, com domínio de recursos de acessibilidade.

Acessibilidade

1. Acessibilidade ComunicacionalLegendas descritivas e audiodescrição no produto final.Materiais impressos e digitais com linguagem simples e fonte ampliada.Uso de pictogramas e recursos visuais para facilitar a compreensão.Intérprete de Libras nas sessões públicas de exibição.2. Acessibilidade FísicaExibições em espaços acessíveis para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.Adaptação de rotas e assentos nas exibições para garantir conforto e segurança.3. Acessibilidade Pedagógica e SensorialSessões com controle de iluminação e som para públicos neurodivergentes.Disponibilização de materiais educativos acessíveis para escolas e mediadores culturais.Uso de recursos multissensoriais que facilitem a compreensão do conteúdo.Acessibilidade Específica para o Acadêmico ProponenteConsiderando que o acadêmico proponente é diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e apresenta condições descritas nos laudos anexos, serão implementadas medidas adicionais para assegurar sua participação plena:Apoio técnico especializado durante todas as etapas do projeto, auxiliando na organização de tarefas, mediação de interações e suporte sensorial.Comunicação visual estruturada para cronogramas e fluxos de trabalho (uso de ícones, linguagem simples e sequências visuais).Apoio para autorregulação sensorial, incluindo abafadores de som, iluminação indireta, espaços tranquilos para pausas e objetos de conforto tátil.Adaptação de rotinas de trabalho, com períodos de descanso programados e flexibilidade de horários.Transporte adaptado para deslocamentos, considerando as necessidades motoras e respiratórias relatadas nos laudos.Kit de primeiros cuidados conforme orientação médica (materiais de curativo, solução salina, pomadas específicas).Ambiente de trabalho sensorialmente seguro, evitando estímulos excessivos de luz e som em atividades prolongadas.Supervisão direta nas tarefas complexas, especialmente nas filmagens em campo e nas entrevistas com grande público.

Democratização

O projeto Raízes que Falam: Arte, Folclore e Educação em Barra do Garças adotará estratégias para ampliar o acesso e garantir que públicos diversos, incluindo comunidades historicamente afastadas da produção e fruição cultural, tenham contato com o conteúdo. Estão previstas:Distribuição gratuita do documentário em plataformas digitais, com legendas e audiodescrição.Exibições gratuitas em escolas, centros culturais, comunidades rurais e indígenas.Sessões públicas com entrada franca em espaços culturais acessíveis.Produção e distribuição de materiais de divulgação acessíveis (cartazes adaptados, pictogramas e fonte ampliada).Ações de mediação cultural antes e após as exibições, incentivando a participação e o diálogo comunitário.