Início: 10/02/2027Término: 10/11/2027Aceite: 12/08/2025
O projeto "Workshop de Escrita Criativa e Produção de Documentários: Música, Poesia e Protagonismo no Sertão" realizará oficinas em Malta, Patos, Condado e Vista Serrana, priorizando e capacitando aproximadamente 300 jovens com prioridade para alunos de periferias, zonas rurais, negros, pardos, LGBTQIAPN+ e PCD. As formações contemplam escrita criativa, fotografia, filmagem e uso de drone, com aulas presenciais e transmissão pelo YouTube. Como resultado, serão produzidos documentários sobre música e poesia nordestina, exibidos em 10 cidades da Paraíba, fortalecendo a cultura e a identidade regional.
O projeto “Workshop de Escrita Criativa e Produção de Documentários: Música, Poesia e Protagonismo no Sertão” propõe um ciclo integrado de formação, criação e difusão audiovisual na Paraíba, com foco em juventudes de comunidades periféricas e rurais.Em sua primeira etapa, serão realizadas oficinas presenciais em quatro cidades-polo (Malta, Patos, Condado e Vista Serrana), cada uma com 32 horas de duração distribuídas em quatro módulos: escrita criativa, fotografia, filmagem/edição e pilotagem de drones. Os encontros serão conduzidos por profissionais do audiovisual e resultarão na produção de 04 curtas documentais (15 a 20 minutos cada), inspirados em temas como música, poesia popular e protagonismo sertanejo.Na segunda etapa, os documentários serão exibidos em 10 cidades da Paraíba (Malta, Condado, Patos, Vista Serrana, Pombal, Campina Grande, Passagem, Sousa, Coremas e João Pessoa), acompanhados de palestras temáticas, rodas de conversa e apresentações culturais, ampliando o alcance formativo para um público total estimado em 5.000 pessoas.A iniciativa contempla ainda um Seminário de Encerramento em Malta, reunindo oficineiros, participantes e comunidade para reflexão sobre metodologias e resultados, além do lançamento de uma publicação digital (e-book) com relatos, textos autorais e registros fotográficos produzidos pelos alunos.Com classificação indicativa a partir de 16 anos para as oficinas e Livre para os produtos culturais, o projeto garante acessibilidade plena (Libras, audiodescrição, legendas e materiais em Braille) e adota critérios de inclusão, assegurando 50% das vagas para mulheres, pessoas negras, quilombolas, LGBTQIAPN+ e PCD.Mais do que oficinas, trata-se de uma estratégia de formação continuada, valorização identitária e descentralização cultural, criando condições para que novos produtores culturais emergentes registrem, preservem e difundam a riqueza do sertão paraibano no cenário contemporâneo.
Objetivo Geral: Promover a formação em audiovisual e escrista criativa na Paraíba, incentivando a criação de documentários sobre música e poesia nordestina e democratizando o acesso ao conhecimento, com inclusão social, diversidade e valorização das culturas locais. Busca capacitar em torno de 300 jovens.Objetivos Específicos: Realizar um total de 16 oficinas (04 por cidade) presenciais de escrita criativa , fotografia, filmagem e drone em quatro cidades-polo (Patos, Malta, Condado e Vista Serrana).Formar aproximadamente 300 novos produtores de documentários, escritores de roteiros, fotógrafos, editores de vídeo. Garantir que pelo menos 50% das vagas sejam destinadas a mulheres, pessoas negras, quilombolas, LGBTAQPN+ e pessoas com deficiência.Disponibilizar transporte gratuito para os inscristos em áreas rurais, assegurando igualdade de acesso. Além de transmitir as oficinas via YouTube, ampliando o alcance e a democratização do conhecimento.Exibir documentários em 10 cidades da Paraíba de forma itinerante, seguidos de rodas de conversa e debates. Promover 10 apresentações culturais (com Juninho Cantor, Emanoel Sanfoneiro, Thalita e Bartholomeu) abertas ao público, como culminância das oficinas, alcançando um público estimado de 5.000 pessoas.Garantir acessibilidade de espaço, e conteúdo com Libras, audiodescrição, legendas e material em Braille.
A Paraíba é um território fértil em histórias, ritmos e expressões artísticas, mas enfrenta barreiras significativas de acesso à formação cultural e tecnológica, sobretudo entre jovens de comunidades periféricas, rurais e grupos historicamente marginalizados. A ausência de políticas continuadas de capacitação em linguagens artísticas e digitais limita a profissionalização e a circulação das produções culturais locais.O projeto "Workshop de Escrita Criativa e Produção de Documentários: Música, Poesia e Protagonismo no Sertão" surge como resposta a essa demanda, oferecendo um ciclo de oficinas em 10 cidades da Paraíba, com foco em escrita criativa, audiovisual, fotografia e uso de tecnologias digitais (como drones). A proposta alia capacitação técnica e valorização da cultura nordestina, possibilitando que jovens e agentes culturais registrem, preservem e difundam narrativas próprias do sertão.A ação beneficiará diretamente cerca de 300 jovens e, de forma indireta, mais de 4.500 pessoas entre comunidades escolares, familiares e público das exibições presenciais e digitais. Os resultados esperados incluem a formação de novos produtores culturais, a ampliação do acesso à cultura em regiões de baixa oferta formativa, e a criação de redes regionais de colaboração entre juventude e mestres populares.A relevância do projeto é respaldada pela experiência da DT Marketing Digital, que em 2023 executou, com recursos da Lei Paulo Gustavo, o primeiro workshop de escrita criativa e produção de documentários do sertão paraibano. A iniciativa comprovou seu impacto social e cultural ao capacitar jovens que hoje estão inseridos em atividades profissionais relacionadas ao audiovisual e à produção cultural.Ao garantir oficinas gratuitas, cotas de participação para mulheres, negros, quilombolas, LGBTQIAPN+ e PCD, além da difusão dos documentários em formato digital e em exibições públicas, o projeto assegura democratização do acesso e valorização de identidades locais, alinhando-se aos objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/1991.Assim, o Workshop se justifica como uma iniciativa estratégica para reduzir desigualdades de acesso, preservar a diversidade cultural brasileira e fortalecer o protagonismo nordestino, consolidando-se como modelo de descentralização e inovação cultural.
Pré-produção (2 meses)· Planejamento geral do projeto e logística: 20 dias· Definição de equipe técnica, monitores e parceiros locais: 25 dias· Produção de material gráfico e divulgação: 30 dias· Estruturação dos roteiros pedagógicos das oficinas e conteúdos audiovisuais: 30 dias· Alinhamento com escolas, associações culturais e espaços de exibição: 30 diasExecução (aproximadamente 4 meses e 1 semana)· Oficinas de Escrita Criativa e Produção de Documentários (4 sábados por mês, 8 horas por dia em cada cidade)Malta: 1 mêsPatos: 1 mêsCondado: 1 mêsVista Serrana: 1 mês· Exibições públicas do documentário para alunos e convidados: 1 dia por cidade· Exibição posterior em plataformas digitais para público geral: contínua durante e após a execuçãoPós-produção (aproximadamente 3 meses)· Edição final e disponibilização digital dos minidocumentários: 1 mês· Produção de relatório técnico e audiovisual das atividades: 30 dias· Avaliação de impacto e coleta de depoimentos dos participantes: 90 dias (estudo aprofudado dos resultados)· Prestação de contas e encerramento oficial do projeto: 20 diasResumo do projeto· Duração total: 9 meses· Pré-produção: 2 meses· Execução: 4 meses e 1 semana· Pós-produção: 3 meses
Este projeto nasce da urgência de ocupar com arte, formação e memória territórios historicamente marginalizados no sertão da Paraíba, onde o acesso a bens culturais, equipamentos e políticas públicas é muitas vezes interrompido pela distância geográfica, e pelo apagamento das potências locais. Mais do que uma ação voltada ao audiovisual, trata-se de um movimento de reparação simbólica e prática, concebido a partir da cultura regional e das experiências comunitárias, fortalecendo a identidade, a autoestima e o protagonismo dos participantes. A proposta atua na base, oferecendo oficinas de formação em escrita criativa, fotografia, filmagem, edição e pilotagem de drone para jovens e adultos de quatro municípios do interior — Malta, Patos, Condado e Vista Serrana. Essas formações não se limitam ao desenvolvimento técnico: estimulam pensamento crítico, escuta sensível e valorização das vivências locais, promovendo a produção coletiva de documentários que dialogam com a memória e a cultura popular. Além das oficinas, o projeto cria espaços de fala e escuta por meio de rodas de conversa, palestras e seminários itinerantes em 10 cidades, locais de exibição dos documentários finais. Nesses encontros, são promovidos intercâmbios de saberes, discussões sobre representatividade, valorização da cultura popular e afirmação das identidades periféricas, negras, femininas e LGBTQIAPN+. A composição da equipe reflete essa orientação: mulheres, pessoas negras, LGBTQIAPN+, artistas populares e produtores culturais do interior ocupando o centro da criação, não apenas funções de apoio, reforçando o compromisso com políticas culturais inclusivas e antirracistas.O projeto também promove impacto socioeconômico local. Oficinas e exibições movimentam pequenos comércios e priorizam a alimentação de participantes por meio de empreendedoras locais, especialmente mulheres negras e mães solo, fortalecendo redes de economia criativa que frequentemente enfrentam exclusão dos circuitos econômicos estruturados. Assim, a cultura atua não apenas como espetáculo, mas como geradora de renda e inclusão social. A sustentabilidade do impacto é uma dimensão central: o projeto deixa como legado redes de saberes coletivos, materiais formativos acessíveis, como um e-book gratuito, e estímulo à continuidade de práticas criativas nos territórios, aproveitando estruturas já existentes em escolas públicas, coletivos e associações culturais. O audiovisual é levado para fora dos grandes centros, tornando-se ferramenta de transformação, memória e permanência, garantindo que as vozes locais sejam ouvidas e valorizadas. Este projeto reafirma a necessidade de políticas culturais que valorizem a diversidade e a equidade, colocando mulheres e pessoas negras como protagonistas da criação, gestão e condução das ações. Em um contexto nordestino marcado pela resistência cultural, essas pessoas são detentoras de saberes fundamentais da cultura popular, da oralidade, das artes visuais, da música, da literatura e das novas mídias. Romper barreiras de acesso à produção e financiamento significa gerar oportunidades reais de reconhecimento, circulação e protagonismo, transformando o audiovisual em instrumento de inclusão social, educação e valorização da memória regional. A equipe é majoritariamente composta por profissionais experientes, com trajetória consolidada em cultura, comunicação, educação e arte, garantindo capacidade técnica, excelência na execução e impacto social efetivo. A escolha estratégica de inclusão, diversidade e representatividade não é apenas simbólica, mas prática, promovendo transformação social concreta, empoderando grupos historicamente marginalizados e fortalecendo a cultura do sertão da Paraíba. Além disso, este projeto pretende ser uma inspiração para outros territórios do Brasil, demonstrando que é possível promover cultura, formação e protagonismo em áreas historicamente excluídas. Assim como projetos apoiados pela Lei Paulo Gustavo geraram impactos extraordinários em diferentes regiões, a ampliação das ações através da Lei Rouanet tem o potencial de consolidar este workshop como um exemplo nacional de política cultural inclusiva e transformadora, capaz de mobilizar jovens, comunidades e gestores culturais em todo o país. Em síntese, o projeto ocupa territórios negligenciados com arte, formação e memória, criando um movimento cultural que articula produção audiovisual, valorização de saberes populares, inclusão social e fortalecimento de identidades periféricas, negras, femininas e LGBTQIAPN+, deixando um legado duradouro de conhecimento, protagonismo e circulação cultural, além de inspirar políticas e práticas culturais em nível nacional. DETALHES DOS LOCAIS DAS OFICINAS E DAS APRESENTAÇÕES DOS DOCUMENTÁRIOS E CULTURAIS Cidades-polo do WorkshopMalta – (Secretaria Municipal de Educação)Ponto de encontro entre tradição e modernidade, Malta se destaca pelas festas populares, pelo movimento cultural ativo e pelo engajamento comunitário. É um espaço que respira cultura e acolhe iniciativas de formação e criação.Patos (Local a Definir)Conhecida como a “Capital do Sertão”, Patos pulsa cultura em cada esquina: nos festivais de música, no São João que é espetáculo e na forte presença da juventude universitária. Condado – Local Secretaria de Cultura) Vista Serrana (Praça Pública)Outras cidades relacionadas que irão receber de forma itinerante as exibições do documentário e culturais com os poetas, músicos e oficineiros. Pombal (ESPAÇO QUILOMBOLA, JÁ AUTORIZADO).Coremas (Centro Cultural Shaolin)Campina Grande (Local a Definir) Polo cultural e tecnológico da Paraíba, mundialmente conhecida pelo “Maior São João do Mundo”. Campina é também cidade universitária, palco de grandes eventos e espaço de efervescência criativa.Passagem (Local a Definir) Um município pequeno, mas com forte identidade rural e comunitária. A vida em Passagem reflete o cotidiano do sertanejo, suas tradições, festas religiosas e a preservação de laços coletivos.Quixabá (Local a Definir) Lugar de raízes profundas no sertão, Quixabá traz a marca da simplicidade e da preservação da cultura popular. A oralidade, a religiosidade e a vida comunitária fortalecem a identidade local.João Pessoa (Local a Definir) Capital da Paraíba, João Pessoa é um mosaico cultural que mistura patrimônio histórico, arte contemporânea e movimentos culturais urbanos. É o ponto de conexão entre o litoral e o sertão, irradiando diversidade e inovação. Vale ressaltar que as cidades que estão com o local (A DEFINIR) será estabelecida a partir da confirmação dos recursos, visto que a execução demanda cronograma previamente ajustado à disponibilidade financeira e logística. Assim, a indicação prévia sem a garantia de recursos poderia comprometer a viabilidade e a coerência do planejamento do projeto
1. Oficinas de Formação CriativaModalidades: Fotografia, Filmagem, Edição de Vídeo, Escrita Criativa e Pilotagem de Drone.Carga horária: 32 horas presenciais por cidade (4 encontros de 8h cada).Locais e público-alvo: Malta – 75 inscritos / Condado – 75 inscritos / Vista Serrana – 50 inscritos e Patos – 100 inscritos - Total: 300 participantes (jovens e adultos a partir de 16 anos).Metodologia: Encontros práticos e vivenciais, com ênfase em construção coletiva do conhecimento, oralidade, experimentação e valorização dos saberes locais.Materiais didáticos: Manual único de formação (digital, 20 a 30 páginas, em PDF), contendo conteúdos teóricos, exercícios e referências para todas as linguagens.Equipamentos: 02 Câmeras DSLR, 02 notebooks com softwares de edição, 01 drone e 02 celulares IPHONE 14 e 15 PRO MAX (não adquiridos), garantindo economia e viabilidade.Produto pedagógico: Cada participante realizará uma atividade autoral (foto, vídeo, texto ou captação aérea), integrando o processo de criação dos documentários. 2. Palestras TemáticasTemas: Comunicação comunitária, cultura negra, poesia popular, forró nordestino, representatividade e audiovisual.Formato: Presenciais em 10 cidades, com gravação e retransmissão digital (via YouTube e redes sociais do projeto).Duração: 1h30 a 2h por cidade.Público estimado: 200 pessoas por cidade, alcançando cerca de 2.000 pessoas presencialmente + público digital.Palestrantes: Profissionais convidados/as com experiência em comunicação, literatura, artes e educação popular.Materiais de apoio: Microfone, projetor, telão, som ambiente, release dos palestrantes, registro audiovisual.Acessibilidade: Intérprete de Libras em todas as palestras, legendagem no conteúdo retransmitido.Classificação indicativa: Livre. 3. Documentário Final (Produto Audiovisual)Título provisório: Definido coletivamente com os participantes.Formato: 04 curtas documentais (15 a 20 minutos cada), resultantes das oficinas. Também será produzido um média-metragem compilado (20 a 30 minutos) para difusão ampla.Técnica: Captação em Full HD (câmeras DSLR, e drone), áudio com microfone direcional, edição em software profissional.Conteúdo: Registros das oficinas, depoimentos de participantes, imagens dos territórios visitados e trechos das palestras.Materiais finais:04 curtas (15 a 20 min cada).01 média-metragem (20 a 30 min).01 trailer (1 min) para redes sociais.Legendas em português, versão com Libras e audiodescrição.Classificação indicativa: Livre.Distribuição: Exibição em sessões presenciais + disponibilização gratuita em plataformas digitais (YouTube e redes sociais do projeto).4. Exibições Itinerantes do DocumentárioCidades atendidas: Malta, Condado, Patos, Vista Serrana, Pombal, Campina Grande, Passagem, Sousa, Coremas e João Pessoa. 10 CIDADES DA PARAÍBA.Formato: Sessões públicas seguidas de roda de conversa.Duração por sessão: 1h30 (30 min de exibição + 1h de debate).Público estimado: 300 pessoas por cidade (total de 3.000 pessoas presencialmente).Materiais e equipamentos: Projetor Full HD, sistema de som, telão, cadeiras ou espaço adaptado, cartaz impresso e digital, registro fotográfico e audiovisual.Acessibilidade: Intérprete de Libras em todas as exibições, legendas e audiodescrição nos filmes.Classificação indicativa: Livre. 5. E-book de Memórias e Produções AutoraisFormato: Publicação digital gratuita (PDF, compatível com leitores de tela).Paginação: 20 a 30 páginas.Conteúdo: Textos autorais produzidos nas oficinas de escrita criativa, fotografias realizadas nas oficinas, relatos de experiências e bastidores do documentário.Distribuição: Gratuita via site, QR Code, redes sociais e e-mail marketing. Meta de 5.000 downloads.Projeto gráfico: Diagramação profissional, capa ilustrada, identidade visual unificada ao projeto.Classificação indicativa: Livre. 6. Seminário de Encerramento e Troca de Saberes - CULMINÂNCIALocal: Cidade de Malta (espaço cultural estruturado, com transmissão digital).Duração: 1 dia (manhã e tarde).Formato: Mesa de abertura, apresentação de resultados, exibição do documentário, rodas de debate com convidados/as e participantes.Público estimado: 500 pessoas presenciais + meta de1.000 acessos digitais.Materiais de apoio: Kit do participante (crachá, bloco, caneta), certificado de participação, registro audiovisual e fotográfico.Acessibilidade: Intérprete de Libras, audiodescrição ao vivo, legendagem na versão digital.Classificação indicativa: Livre.
Coordenação e Direção / Diego Trindade (@diiego_trindade) – Coordenador Geral do Projeto. Jornalista, escritor e produtor cultural pardo/negro, com formação em audiovisual e experiência consolidada em projetos culturais, incluindo aprovação em editais como a Lei Paulo Gustavo. Atuará também como oficineiro de escrita criativa em todas as cidades. Atualmente é oficineiro do Programa Sala de Arte (ECI Manoel Medeiros de Araújo – Vista Serrana) e produtor cultural no Programa Birôs Criativos do Governo do Estado da Paraíba. Oficineiros e PalestrantesHerika Guedes (@herikaguedesfotografa) – Mulher, fotógrafa com mais de 15 anos de experiência profissional. Especialista em fotografia still e facilitadora em oficinas de audiovisual. Responsável pelas oficinas em Malta, Patos, Condado e Vista Serrana, além das palestras nas 10 cidades de exibição do documentário.Luiz Martins (@soulmmaker) – Pessoa LGBTQIAPN+, filmmaker com mais de 7 anos de experiência. Oficineiro de filmagem em todas as cidades e nas atividades itinerantes de exibição. CEO da Soul Maker, produtora especializada em documentários, videoclipes e institucionais.Alex Silva (leqsx)– Pessoa LGBTQIAPN+, editor de vídeo com mais de 5 anos de atuação. Oficineiro de edição audiovisual em todas as cidades e responsável por ações de difusão.Euzimar Gregório (@euzimargregorrio) – Mulher negra, pedagoga, professora doutora em Educação, escritora e organizadora de livros científicos. Possui habilitação em Educação de Adultos (EA) e Atendimento Educacional Especializado (AEE).Jones Oliveira (@jonesoliveirads) – Homem negro, designer gráfico com mais de 8 anos de experiência em identidade visual e comunicação para projetos culturais. Responsável pela identidade visual e materiais de divulgação. Poetas e Agentes Culturais (Palestrantes convidados)Bartolomeu (@bartolomeu61) – Homem negro, professor de Filosofia (RN) e poeta.Thalita Rezende (@thalitarezende.p) – Mulher parda/negra, psicóloga (UFPB), agente territorial de cultura, poeta e cordelista. Síntese de Diversidade da Equipe Principal do Projeto:Mulheres: 3 (Herika, Euzimar, Thalita)Negros/Pardos: 5 (Diego, Euzimar, Jones, Bartolomeu, Thalita)LGBTQIAPN+: 2 (Luiz, Alex)Homens não negros: 062,5% composta por pessoas negras/pardas37,5% mulheres25% pessoas LGBTQIAPN+ Compromisso com Inclusão: A equipe é majoritariamente formada por pessoas negras, mulheres e LGBTQIAPN+, reafirmando o compromisso do projeto com práticas culturais inclusivas, antirracistas e de equidade de gênero.
Acessibilidade Física Priorizar seleção de espaços acessíveis garantindo mobilidade a pessoas com deficiência. OBS - Grande parte das exibições, normalmente, acontecem em locais públicos, já adaptados. E quando se fizer necessário será colocado rampas modulares portáteis. Guias táteis serão disponibilizados para facilitar a locomoção de pessoas com deficiência visual. Haverá sinalização clara e adequada, com placas indicativas em pontos estratégicos, assegurando autonomia na circulação dos participantes. COMUM A TODOS OS PÚBLICOS: os locais elegíveis para a exibição dos documentários serão em sua totalidade locais públicos (praças públicas, ginásios, centros culturais, escolas) desde que comportem um mínimo de 200 pessoas e tenham fácil acesso e circulação de pedestre. GESTANTES, IDOSOS E OBESOS: Para garantir o acesso a esses públicos estabelecemos um mínimo de 10% dos assentos disponíveis que estarão sinalizados como reservados. A disposição desses assentos na plateia será que acordo com as melhores condições de acesso à plateia de acordo com o espaço a ser realizado a exibição do filme, mas a prerrogativa inicial é que eles sejam dispostos na frente e ao longo do corredor central de acesso aos assentos. Como apoio e orientação, um profissional responsável fará a indicação e o acompanhamento dessas pessoas aos locais reservados.PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: serão elegíveis praças ou espaços para eventos que permitam o acesso a cadeirantes com infraestrutura de rampas dentro do permitido pela legislação, as preferências serão locais que estejam próximos aos níveis da rua. Para elas, serão reservados espaços sinalizados para acomodação com acesso mais curto ou de melhores condições de locomoção.Todas as atividades propostas por este projeto serão gratuitas e abertas.Acessibilidade de Conteúdo As oficinas e exibições contarão com intérprete de Libras, promovendo inclusão do público surdo. Os documentários terão versão com audiodescrição, legendagem descritiva e closed caption. Materiais de apoio, como roteiros e programação, serão produzidos em Braille e em PDF acessível. Será oferecida mediação educativa para estudantes e participantes com deficiência, favorecendo a compreensão e a fruição dos conteúdos culturais.
O projeto tem como princípio a democratização do acesso à cultura, assegurando que suas atividades e produtos sejam oferecidos de forma gratuita, inclusiva e descentralizada.O documentário/curta-metragem produzido pelos alunos será exibido em sessões públicas e gratuitas em escolas de 10 cidades da Paraíba e disponibilizado em plataformas digitais de livre acesso, ampliando sua circulação para além das fronteiras regionais e projetando a produção cultural do sertão paraibano em escala nacional e internacional.Na formação cultural, serão realizados workshops de escrita criativa e produção de documentários em Malta, Patos, Condado e Vista Serrana, também gratuitos, priorizando jovens, estudantes de escolas públicas, pessoas em vulnerabilidade social, mulheres, pessoas negras, PCD, LGBTQIAPN+ e agentes culturais locais. Trata-se de uma ação que descentraliza o acesso à cultura e cria oportunidades concretas de inserção profissional, em continuidade à experiência já realizada pela DT Marketing Digital.Para ampliar o alcance, o projeto prevê: Exibições públicas abertas em praças e espaços comunitários; Oficinas paralelas em formato reduzido para escolas e associações culturais; Transmissão online de trechos dos workshops e exibições, garantindo que pessoas de fora do território atendido possam participar do processo e conhecer os resultados. Ou seja, Este projeto assume a responsabilidade social como princípio central, reconhecendo a cultura como instrumento de transformação e inclusão. As ações propostas não se restringem apenas à fruição artística, mas também promovem oportunidades de acesso, formação e valorização da diversidade.Entre os compromissos assumidos destacam-se: Inclusão de públicos vulneráveis: prioridade de participação para jovens de escolas públicas, mulheres, pessoas negras, pessoas com deficiência (PCD), comunidade LGBTAQPN+ e pessoas em situação de vulnerabilidade social.Gratuidade total: todas as oficinas, exibições e materiais didáticos serão oferecidos gratuitamente, garantindo acesso universal e democrático.Capacitação para autonomia: as oficinas de escrita criativa e produção audiovisual oferecem ferramentas práticas que podem ser utilizadas pelos participantes em futuros projetos pessoais ou comunitários, fortalecendo trajetórias educacionais e profissionais.Valorização das identidades locais: o minidocumentário registra, difunde e preserva a memória cultural do sertão paraibano, promovendo orgulho, pertencimento e reconhecimento da comunidade.Acessibilidade: compromisso com Libras, audiodescrição, legendas, materiais em braille e PDF acessível, para garantir participação plena e equitativa de pessoas com deficiência.Assim, o projeto contribui para a construção de uma sociedade mais justa, diversa e inclusiva, em que a cultura atua como ferramenta de cidadania e desenvolvimento humano.Consolida-se como um espaço de formação, circulação e difusão cultural, garantindo acesso gratuito, democrático e inclusivo às tradições e às novas produções do sertão paraibano.