Início: 18/01/2027Término: 18/12/2027Aceite: 12/08/2025Arquivada: 22/09/2025
O projeto "Bem Viver: arte e educação no Parque Municipal" prevê a realização de atividades artísticas e educativas presenciais no Parque Municipal Américo Renné Giannetti, em Belo Horizonte. A programação gratuita é voltada para públicos diversos: apresentações cênicas, oficinas de arte e reciclagem, intervenções e visitas de mediação cultural para estudantes e públicos espontâneos que frequentam o Parque. A programação será executada durante o ano de 2027 e dará continuidade e perenidade às atividades que serão iniciadas em 2026, mediante projeto piloto aprovado na Lei Municipal de Inentivo à Cultura de Belo Horizonte.
Visitas de Mediação CulturalAs visitas de mediação cultural são encontros guiados no Parque Municipal Américo Renné Giannetti em que educadores e artistas conduzem grupos, especialmente de escolas, projetos sociais e coletivos comunitários, por experiências que unem fruição artística, interação com a natureza e diálogo sobre temas culturais, sociais e ambientais. Essas visitas não se limitam a apresentar obras, atividades ou espaços: elas criam pontes de significado entre o conteúdo artístico-pedagógico do projeto e a realidade dos participantes, estimulando a escuta, a troca de saberes e a participação ativa. A mediação é adaptada a diferentes faixas etárias e contextos, valorizando a diversidade de repertórios e incentivando a ocupação afetiva e crítica dos espaços públicos.Oficinas de Arte e ReciclagemNessas oficinas, os participantes vão aprender a transformar materiais recicláveis em objetos artísticos e utilitários, estimulando a consciência ambiental, a criatividade e o protagonismo cultural. A atividade integra conhecimentos sobre sustentabilidade, cidadania e valorização dos resíduos como matéria-prima para a produção artística. Por meio de um processo colaborativo e lúdico, as oficinas reforçam a importância do cuidado com o meio ambiente e promovem uma relação ativa entre arte, educação e práticas sustentáveis, conectando os saberes escolares com vivências concretas e significativas no espaço público. Essas vivências ocorrerão com estudantes e participantes das visitas de medicação cultural escolares.Apresentações ArtísticasAs apresentações artísticas serão selecionadas por meio curadoria, priorizando propostas que dialoguem com os princípios do projeto: acesso democrático à cultura, valorização da diversidade e ocupação criativa do espaço público. A curadoria buscará contemplar diferentes linguagens, como música, teatro, dança, circo, contação de histórias e performances, garantindo pluralidade estética e representatividade de artistas, grupos e coletivos de Belo Horizonte e região metropolitana. As apresentações acontecerão em diálogo com o ambiente do Parque Municipal, respeitando sua dinâmica e potencializando a interação com o público espontâneo e com participantes das oficinas e visitas mediadas.Intervenções com a População em Situação de RuaSerão ações desenvolvidas com sensibilidade e respeito, visando promover encontros culturais e educativos que reconhecem a dignidade, saberes e histórias dessas pessoas que frequentam o Parque. Essas intervenções buscam criar espaços de escuta, expressão artística e troca de afetos dentro do território, fortalecendo vínculos comunitários e ampliando as possibilidades de convivência e pertencimento no espaço público. Por meio de oficinas, rodas de conversa, performances e outras práticas artístico-educativas, o projeto propõe resistir às exclusões sociais e territoriais, valorizando a potência da população em situação de rua como sujeitos culturais e políticos.Cartilha Arte-EducativaÉ um material educativo elaborado para registrar, sistematizar e difundir as práticas, saberes e experiências desenvolvidas ao longo das atividades. Voltada para educadores, artistas, gestores culturais e público interessado, a cartilha apresenta conteúdos sobre as história, educação patrimonial, sustentabilidade e ocupação do espaço público adotadas no projeto, além de imagens que fortalecem o impacto social e cultural do Bem Viver. Esse recurso tem o objetivo de ampliar o alcance e a continuidade das ações, servindo como recurso didático para replicação em outros contextos e incentivando a promoção do Bem Viver em diferentes territórios.
Objetivo GeralRealização de uma programação arte-educativa, com visitas de mediação cultural, realização de oficinas, intervenções e apresentações artísticas, a fim de contribuir com a preservação patrimonial, ambiental e memorial, no Parque Municipal Américo Renné Giannetti. Objetivos específicos- Realizar 08 visitas escolares de mediação cultural com estudantes de escolas e/ou projetos sociais descentralizados em Belo Horizonte;- Realizar, aos domingos de Feira Hippie, 20 dias de visitas espontâneas de mediação cultural, com frequentadores e turistas.- Realizar de 02 intervenções arte-educativas com a população em situação de rua frequentadora do Parque, como possibilidades de socialização e inclusão social (Contrapartida Sociocultural);- Realizar 04 apresentações artísticas cênicas com tradução para Libras;- Realizar 08 oficinas de arte e reciclagem, concomitantes às visitas escolares e voltada para os estudantes;- Produção e distribuição gratuita de 2.000 cartilhas arte-educativa.
O Parque Municipal Américo Renné Giannetti, o mais antigo patrimônio ambiental de Belo Horizonte, foi inaugurado em 26 de setembro de 1897 pela comissão responsável pelo planejamento da capital mineira. Localizado no hipercentro, uma das regiões mais movimentadas da cidade, o Parque desempenha um papel fundamental no equilíbrio entre urbanização e preservação ambiental, sendo um refúgio para a fauna e um espaço de respiro para seus frequentadores. Sua área abriga uma diversidade de espécies nativas e exóticas, além de valor arquitetônico e relevância cultural e social para a cidade. Muito visitado por sua localização privilegiada, beleza natural, obras históricas e diversas opções de lazer, o Parque Municipal oferece brinquedos, barquinhos a remo, áreas esportivas, bares e eventos culturais. Além disso, serve como espaço de acolhimento para diferentes públicos, incluindo pessoas em situação de rua, trabalhadores, famílias de diversas classes sociais e turistas em busca de um ambiente tranquilo próximo à Rodoviária, Estação Ferroviária, Circuito Cultural de Belo Horizonte, e à tradicional Feira Hippie, realizada aos domingos.Esse cenário de bem-estar é o palco do projeto Bem Viver, que se orienta pela democratização do acesso às artes e ao patrimônio cultural, como também pelo direito à cidade, proporcionando momentos de diversão, formação de público e inclusão social. O programa vanguardista reserva os direitos autorais a seus criadores, que podem realizar as visitas guiadas para grupos mediante comercialização dos serviços, contudo, neste projeto serão realizadas gratuitamente as apresentações artísticas, oficinas e visitas mediadas pelo Parque, para estudantes de periferia e públicos diversos, destacando sua arquitetura, história, obras de arte e botânica, incentivando a sua preservação e ocupação.O projeto tem como diretriz boas práticas de cidadania e a diversidade, priorizando a contratação de profissionais negros, mulheres, pessoas com deficiências, mulheres mães e pessoas integrantes da população LGBTQIAPN+. Dessa forma, a iniciativa busca promover empregabilidade e equidade, alinhando-se aos princípios de uma sociedade mais inclusiva, pautada na arte-educação, cultura e consciência ambiental. Além de fomentar a programação artístico-cultural no Parque Municipal, a aprovação deste projeto dará continuidade às ações que serão realizadas em 2026 com incentivo da LMIC BH, fortalecendo a captação de recursos e garantindo a continuidade dessas atividades tão significativas para a população. O projeto dialoga com políticas públicas de valorização do espaço público e de formação de públicos, promovendo inclusão social e estimulando a participação cidadã. Sua programação plural contempla diferentes linguagens artísticas e públicos diversos, garantindo impacto sociocultural expressivo e duradouro. O investimento via Lei de Incentivo à Cultura assegurará a qualidade, a continuidade e o alcance das atividades, fortalecendo a economia criativa e o direito à fruição cultural em Belo Horizonte.Assim, essa iniciativa avança em direção a construção de uma política pública cultural que beneficie não apenas o Parque Municipal Américo Renné Giannetti e seus frequentadores, mas também outros parques e praças da cidade. Seu impacto abrange a geração de empregos para trabalhadores da cultura e artistas, a educação cultural-social-ambiental para crianças de escolas públicas, a partilha do sensível com pessoas em situação de rua, o estímulo a valorização da história e memória imaterial, cidadania e democracia, além da promoção ativa das artes e da preservação ambiental, pautas tão emergenciais em nossa sociedade contemporânea. Por fim, o projeto tem sido bem avaliado e entrado nas pautas de patrocínio de empresas interessadas no incentivo fiscal, demonstrando grande interesse por parte do empresariado em patrocinar, mediante a Lei de Incentivo à Cultura, as ações do Bem Viver.
Captação durante 2025-2026.1. Pré-Produção (02 meses)1.1 Contratação da equipe, reuniões iniciais.1.2 Acordos institucionais (Gerência de Parques, Patrocinador, MinC, Apoios e Parcerias).1.3 Convite e contratação de arte-educadores, artistas/grupos.1.4 Planejamento de comunicação.2. Produção (08 meses)2.1 Formação e treinamentos para equipe.2.2 Contratação de fornecedores (som, palco), produções artística-educativa, liberações para apresentações no Parque.2.3 Realização de 04 apresentações artísticas cênicas com Libras.2.4 Realização das mediações de arte-educação, totalizando 08 escolas e/ou projetos sociais e 20 dias de visitas mediadas com públicos espontâneos.2.5 Realização de 08 oficinas de arte e reciclagem com estudantes (concomitantes às visitas escolares de mediação cultural).2.6 Realização de 02 intervenções arte-educativas com a população em situação de rua.2.7 Aprovação das peças gráficas e divulgação no Instagram, assessoria de imprensa.2.8 Impressão e distribuição de 2.000 cartilhas.3. Pós-produção (02 meses)3.1 Entrega de relatórios.3.2 Clipping.3.3 Prestação de Contas do projeto.
O projeto Bem Viver tem se destacado como uma iniciativa essencial para a valorização do Parque Municipal Américo Renné Giannetti, contribuindo para o fortalecimento do turismo cultural local. Por meio de atividades artísticas e educativas, o projeto atrai moradores e visitantes, promovendo o conhecimento e o apreço pelo patrimônio natural e cultural da região. Além disso, o Bem Viver atua diretamente na promoção de práticas sustentáveis, sensibilizando os participantes para a importância do cuidado com o ambiente e o uso consciente dos recursos naturais, estimulando hábitos que respeitam e preservam o espaço público para as futuras gerações.O compromisso do projeto com a diversidade e a valorização das culturas negras e de outros grupos historicamente marginalizados reafirma a importância de garantir espaços onde diferentes histórias e saberes possam ser celebrados e compartilhados, contribuindo para a construção de uma cidade mais justa e plural. Para que essa iniciativa continue a oferecer atividades gratuitas e acessíveis, conectando cultura, natureza e cidadania, é fundamental contar com o apoio financeiro proveniente da Lei de Incentivo à Cultura, que assegura a manutenção e a ampliação das ações, beneficiando diretamente a comunidade e fortalecendo a identidade local.
Visitas de Mediação CulturalDuração:- 08 escolas/projetos sociais (duração 04 horas cada encontro)- 20 dias de visitação espontâneas (oferta de 05 horas de visitação por dia)Período: Março a Outubro (08 meses)Proposta Pedagógica: O programa arte-educativo Bem Viver irá promover uma educação artística e ambiental crítica e transformadora, que valorize a diversidade cultural e racial, fomentando a consciência coletiva sobre as relações históricas, sociais e naturais presentes no Parque Municipal Américo Renné Giannetti e seu entorno. A proposta se inspira na pesquisa acadêmica e experiências laborais de Pipe Nascimento, que articula arte-educação antirracista com práticas de resistência e cuidado coletivo. Considera o entrelaçamento entre memória, ancestralidade negra, territorialidades e saberes tradicionais, incorporando princípios da educação popular e inclusão social. Por meio de uma pesquisa que será realizada em 2026 com recursos da LMIC BH, haverá um estudo aprofundado em documentos oficiais (leis, políticas públicas, planos municipais), artigos acadêmicos e relatórios que tratem de educação antirracista, inclusão social, biodiversidade urbana e gestão cultural, para fundamentar a intervenção pedagógica no Parque. A metodologia prevê também um diálogo com trabalhadores, gestores públicos, educadores e agentes culturais envolvidos, buscando compreender as dinâmicas sociais, culturais e ambientais locais e os desafios e potencialidades para a mediação cultural e educativa. Além disso, serão realizadas aulas-conexões, através de encontros educativos com especialistas das áreas de botânica, educação antirracista, inclusão social e direitos humanos, visando estabelecer conexões interdisciplinares que enriqueçam o programa Bem Viver e suas visitas mediadas e demais atividades do projeto. Seus materiais consistem na cartilha arte-educativa e no uso de artefatos socioculturais que remetem às diversas culturas, como instrumentos de percussão, tecidos, materiais de origem natural e instrumentos musicais.Oficinas de Arte e ReciclagemDuração: 08 oficinas (duração de 30 a 40min. cada oficina)Período: Março a Outubro (08 meses)Proposta Pedagógica: Concomitantes às visitas escolares e como etapa final do encontro, abrem espaços para a criação participativa dos estudantes com materiais recicláveis e elementos naturais, tais como terras, folhas e sementes. Essas atividades consistem em fortalecer os aspectos de sustentabilidade e preservação da natureza empenhados pelo Bem Viver.Intervenções com a População em Situação de RuaDuração: 02 intervenções (duração de até 2h cada intervenção)Período: Julho e Outubro (02 meses)Proposta Pedagógica: Dentro do programa arte-educativo, o projeto prevê essas vivências com pessoas em situação de rua que frequentam o Parque, por meio de oficinas, rodas de conversa, leituras, performances e outras práticas artístico-educativas como forma de resistência às exclusões sociais, raciais e territoriais, valorizando a potência da população em situação de rua como sujeitos culturais e políticos.Apresentações ArtísticasDuração: 04 apresentações artísticas (duração de até 80min. cada apresentação)Período: Julho e Outubro (02 meses)Proposta de Curadoria: O Bem Viver propõe a ocupação cultural do Parque Municipal por meio de uma programação artística diversa, que dialogue com a comunidade local, valorize as expressões populares e promova o acesso democrático à cultura. A curadoria visa selecionar seis espetáculos que representem pluralidade estética, diversidade de linguagens e temáticas que dialoguem com os princípios do projeto, como inclusão social, sustentabilidade, ancestralidade afrobrasileira e originária, e pertencimento ao espaço público.Cartilha Arte-EducativaQuantidade: 2.000 unidadesDistribuição: livre entre Março a Outubro no Parque Municipal (08 meses)Proposta Editorial: A cartilha do Bem Viver é um importante instrumento para promover a educação patrimonial e antirracista, valorizando a história, cultura e biodiversidade do Parque Municipal Américo Renné Giannetti. Com uma linguagem acessível e fonte legível, ela aproxima crianças e adultos do patrimônio local por meio de textos curtos e ilustrações autorais que transmitem movimento, natureza e alegria. A seção sobre a história do parque destaca múltiplas narrativas, incluindo aquelas das populações negras que ajudaram a construir o território, promovendo uma visão crítica e inclusiva. Já a parte de cultura e meio ambiente conecta saberes ancestrais e contemporâneos, reforçando a importância do cuidado coletivo. Página para colorir e espaço para as crianças expressarem suas ideias fortalecem o protagonismo infantil e o engajamento com o cuidado do Parque. A cartilha tem função pedagógica que estimula a reflexão, o pertencimento e a valorização da diversidade cultural e ambiental, alinhada aos princípios da educação antirracista.
Pipe Nascimento - Direção Geral e PesquisaIdealizadora e atuante no Bem Viver como Diretora Geral e responsável pela Pesquisa. Mestra em Educação e Formação Humana pela UEMG, Pipe é gestora cultural, arte-educadora e curadora, com mais de 15 anos de experiência em projetos voltados para populações historicamente excluídas, como pessoas em situação de rua, juventudes periféricas e mulheres trans e travestis. Coordena a plataforma Mostra de Arte Urbana, dedicada à formação em arte-educação antirracista, e é autora do livro Coração de Bananeira, obra que articula ancestralidade, oralidade e memória negra. Realiza consultorias em projetos culturais, docência em cursos de gestão e produção cultural, e já produziu eventos importantes em Belo Horizonte em territorio nacional. No Bem Viver, alia sua trajetória acadêmica e prática de campo para garantir rigor metodológico, relevância social e impacto artístico na ocupação cultural do Parque Municipal Américo Renné Giannetti.Rafaela Kênia - Coordenação de Arte-EducaçãoAtua no Bem Viver como Coordenadora de Arte-Educação. Arte-educadora, atriz e produtora cultural, desenvolve há mais de 10 anos trabalhos que integram teatro, música, contação de histórias e práticas educativas em escolas, centros culturais e espaços públicos. Tem experiência em projetos de mediação cultural e formação de públicos, com destaque para ações que valorizam culturas populares, diversidade e processos colaborativos de criação. Sua trajetória inclui participação em festivais de artes cênicas, oficinas para crianças e jovens, e coordenação de atividades formativas em instituições culturais de Belo Horizonte e região metropolitana. No Bem Viver, é responsável por articular a programação pedagógica, garantindo a qualidade das oficinas e vivências, e formar uma equipe comprometida com os princípios de inclusão, diálogo e valorização das expressões culturais diversas.Viviane Melo - Gestão do ProjetoEm Bem Viver atua como Gestora de Projetos (Prestação de Contas). Tem 20 anos de experiência adminsitrativa e gerencial. Possui sólida experiência na administração de projetos socioculturais e esportivos, atuando na execução orçamentária e prestação de contas. Trabalhou em iniciativas apoiadas por leis de incentivo e editais públicos, sempre assegurando conformidade técnica, planejamento financeiro e eficiência operacional. No Bem Viver, é responsável por gerir recursos e garantir que as ações ocorram dentro do cronograma e dos parâmetros de qualidade previstos, assegurando o pleno funcionamento das atividades no Parque Municipal Américo Renné Giannetti.
A acessibilidade do projeto se dará por meio da tradução simultânea para Libras durante as 04 apresentações artísticas abertas a públicos de todas as idades. Além disso, a cartilha arte-educativa prevê um processo de criação que dialoga com a inclusão social, portanto irá imprimir letras em tamanho maior, como também, utilizará das ilustrações para se comunicar de forma artística e sensível. Por fim, o Parque Municipal possui acessibilidade arquitetônica, com piso tátil, corrimãos, rampas de acesso, banheiros para PNE, além de ser um local central e de fácil acesso para o público poder participar de todas as atividades da programação (apresentações artísticas, oficinas, intervenções e visitas de mediação cultural).
A democratização do acesso ao projeto ocorrerá ao longo de toda a sua execução, garantindo que as atividades e os produtos gerados sejam disponibilizados gratuitamente ao público em geral. As atividades arte-educativas de mediação cultural serão oferecidas para 08 escolas públicas/projetos sociais descentralizados, oferecendo transporte a lanche para crianças e educadores; Já as visitas guiadas para públicos espontâneos irão considerar a formação de grupos momentâneos, diversos, sem distinção de raça, gênero, idade e classe social. Em se tratando das apresentações artísticas, haverá divulgação nas mídias sociais e o acesso às apresentações será gratuito, sem limitação de participantes, garantindo assim a democratização do acesso para públicos distintos. Além disso, o projeto considera de extrema importância a participação das pessoas em situação de rua, sendo a realização das intervenções arte-educativas como possibilidades de socialização, pertencimento e inclusão social. A localização do Parque, na região central de Belo Horizonte, favorece a descentralização do acesso aos produtos culturais do projeto, permitindo a convergência de pessoas de diferentes bairros e realidades sociais, bem como turistas, ampliando o alcance territorial das ações. Dessa maneira, Bem Viver contará com uma programação livre, gratuita e de fácil acesso para todas as idades, oportunizando ainda públicos online consumirem parcialmente os benefícios gerados por este projeto.