Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Propostas
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Links úteis
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar
516689MecenatoAceita

Atlas Cultural das Periferias – 1ª edição: São Paulo

Início: 01/03/2027Término: 29/02/2028Aceite: 25/10/2025

Resumo

O projeto "Atlas Cultural das Periferias _ 1ª edição: São Paulo" tem como objetivo mapear, registrar e divulgar a riqueza cultural das periferias paulistanas, apresentando um panorama abrangente dos espaços de produção artística e culturais que atuam nesses territórios. A iniciativa prevê a criação de uma publicação impressa, com tiragem de dois mil exemplares, e versão pdf digital gratuita, reunindo textos, mapas, fotografias e dados sobre os territórios periféricos da cidade. O material servirá como referência sobre a diversidade e vitalidade cultural das periferias de São Paulo, contribuindo para o reconhecimento desses espaços como centros de criação, memória e inovação cultural. A execução do projeto será realizada pela Agência Mural de Jornalismo das Periferias, organização com mais de quinze anos de experiência em jornalismo local e cultural, combinando pesquisa, escuta comunitária e produção editorial nos territórios periféricos.

Sinopse

O Atlas Cultural das Periferias – 1ª edição: São Paulo é uma publicação que mapeia, registra e divulga a riqueza e a diversidade cultural das periferias paulistanas. A obra aborda de forma detalhada os espaços culturais que compõem o cenário cultural das quebradas da cidade. Com textos, fotografias, mapas e dados, o livro apresenta um panorama da vitalidade criativa existente nesses territórios, revelando as múltiplas formas de expressão que fortalecem a identidade e a memória coletiva das comunidades periféricas. O conteúdo será dividido em dez capítulos temáticos, cada um dedicado a uma temática periférica da capital paulista, destacando suas manifestações culturais e histórias de resistência. Cada capítulo trará um ensaio textual, um mapa ilustrado com os principais espaços culturais da região, retratos fotográficos e uma análise contextual sobre as dinâmicas culturais específicas daquele território. Além desses capítulos, o livro contará com uma introdução, que apresentará o conceito e a metodologia do projeto, e uma conclusão, que refletirá sobre o papel das periferias na transformação cultural do Brasil contemporâneo. O tema central da obra é a valorização da cultura periférica como expressão legítima da identidade brasileira e motor de inovação social e artística. Ao reconhecer as periferias como pólos de produção cultural, o Atlas propõe uma ampliação do olhar sobre a cultura nacional, historicamente concentrada nos centros urbanos e institucionais. A relevância do tema para a área cultural brasileira está em sua capacidade de documentar, visibilizar e legitimar espaços culturais frequentemente invisibilizados, contribuindo para o fortalecimento das políticas públicas de cultura e para o reconhecimento das periferias como espaços de criação e memória. Ao disponibilizar gratuitamente sua versão digital, o Atlas também democratiza o acesso ao conhecimento, tornando-se um instrumento de referência para pesquisadores, estudantes, gestores culturais e para o público em geral.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Mapear, registrar e divulgar a diversidade cultural das periferias de São Paulo, fortalecendo a memória coletiva, valorizando os espaços culturais locais e promovendo o acesso democrático à informação sobre produção cultural periférica. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: (1) Mapear e documentar 100 espaços culturais nos territórios periféricos de São Paulo; (2) Produzir uma publicação impressa de dois mil exemplares e uma versão pdf digital gratuita, reunindo textos, mapas, fotografias e dados relevantes; (3) Ampliar o acesso às informações sobre a cultura periférica, promovendo formação de público e valorização das expressões locais; (4) Fortalecer a memória coletiva das periferias, registrando práticas culturais e narrativas comunitárias; (5) Consolidar o Atlas Cultural como referência nacional para futuras edições em outros territórios e municípios.

Justificativa

O projeto Atlas Cultural das Periferias _ 1ª edição: São Paulo propõe registrar, mapear e difundir a produção cultural existente nas periferias paulistanas, reunindo em uma única publicação impressa e digital informações, fotografias e narrativas sobre cem espaços culturais distribuídos nos territórios periféricos da capital. A proposta é relevante para a cultura brasileira porque aborda uma lacuna histórica de representação e documentação dos espaços públicos, privados ou comunitários produção artística das periferias, que hoje constituem um dos principais pólos de criação e inovação cultural do país. Ao registrar e divulgar essa diversidade, o projeto contribui para a preservação da memória, o fortalecimento das identidades locais e o reconhecimento da cultura periférica como parte essencial do patrimônio cultural brasileiro. E também possibilita sua visibilidade, o alcance e a visitação pública. O uso do mecanismo de incentivo fiscal da Lei Rouanet é indispensável para a execução do projeto, uma vez que sua natureza de interesse público e não comercial impede a sustentabilidade financeira apenas por meio de vendas ou patrocínios diretos. Os recursos captados via incentivo permitirão a realização de todas as etapas necessárias (da pesquisa de campo e produção editorial à impressão e distribuição gratuita dos exemplares, assim como sua versão em PDF para download gratuito), garantindo a qualidade técnica e a amplitude de alcance da iniciativa. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do art. 1 da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX - priorizar o produto cultural originário do País. E ao final do projeto os seguintes objetivos do art. 3º da Lei 8313/91 serão alcançados: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos; V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante: b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais. A realização da 1a edição do Atlas Cultural das Periferias está em plena consonância com os objetivos previstos nos artigos 1º e 3º da Lei nº 8.313/91, ao promover e difundir a cultura nacional, proteger e valorizar a diversidade das manifestações culturais e ampliar o acesso da população aos bens e produções culturais. Trata-se, portanto, de uma ação de fomento e difusão cultural que reforça o papel das periferias como espaços de criação, memória e identidade, contribuindo de forma concreta para o fortalecimento do patrimônio cultural brasileiro.

Etapas

Etapas de Execução (16 meses): (1) Planejamento e Metodologia (2 meses): Definição dos espaços periféricos, estrutura da equipe, metodologia de pesquisa e mapeamento, levantamento inicial de contatos com coletivos e espaços culturais e planejamento do cronograma detalhado. (2) Pesquisa e Mapeamento (5 meses): Levantamento de informações por meio de entrevistas, visitas de campo e registro fotográfico, envolvendo pesquisadores e colaboradores locais. Esta etapa permitirá sistematizar dados e identificar os agentes culturais mais representativos. (3) Produção Editorial (4 meses): Redação de textos, organização de mapas e infográficos, seleção de fotografias e edição do conteúdo, garantindo rigor jornalístico e qualidade estética. (4) Diagramação e Design (2 meses): Criação do layout da publicação, adequação visual de mapas e fotos, desenvolvimento de versão digital interativa e preparação para impressão.(5) Impressão e Lançamento (2 meses): Produção de dois mil exemplares impressos, organização de evento de lançamento aberto ao público, ações de divulgação em mídias digitais e redes comunitárias, e distribuição gratuita em bibliotecas, escolas e centros culturais. (6) Avaliação e Documentação (1 mês): Registro dos resultados e impactos do projeto, análise de alcance, feedback do público e relato final sobre a execução e potencial para futuras edições.

Especificação técnica

Guia impresso Tiragem: 2000 exemplares. Formato: 13 cm x 18,2 cm Número de páginas: de 70 à 100. Capa: impressa em 4/0 cores em papel alta alvura 200g com laminação fosca. Papel miolo: impressa em 4/4 cores alta alvura gramatura 90g. Lombada quadrada e orelha simples. Versão digital: Formato PDF acessível, gratuito.

Ficha técnica

PROPONENTE ASSOCIAÇÃO MURAL AGÊNCIA DE JORNALISMO DAS PERIFERIA. COORDENAÇÃO GERAL: IZABELA MOI é jornalista com mais de duas décadas de experiência profissional. Foi bolsista no programa JSK na Universidade Stanford (2014–15), com foco em empreendedorismo, liderança e inovação no jornalismo. Entre 2019 e 2025, foi professora visitante em programas de mestrado em comunicação e jornalismo no Institut Français de Presse, em Paris. Também atuou como mentora no programa de aceleração em inovação para o jornalismo local do Independent Press Institute, em Viena (2023–24). É cofundadora (2010) e diretora executiva da Agência Mural de Jornalismo das Periferias. COORDENAÇÃO EDITORIAL: VAGNER DE ALENCAR é jornalista com mais de uma década de experiência em jornalismo local, coordenação editorial e desenvolvimento de equipes. Cofundador e Diretor de Jornalismo e Audiência da Agência Mural de Jornalismo das Periferias, lidera estratégias editoriais, define padrões de qualidade e dirige projetos especiais com foco em periferias, diversidade e impacto social. Foi bolsista no programa Hubert H. Humphrey Fellowship (2024–2025) na Arizona State University e é autor do livro “Cidade do Paraíso – Há vida na maior favela de São Paulo”. Jornalista graduado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, mestre e doutor em Educação pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo). COORDENAÇÃO DE PESQUISA: PAULO TALARICO é jornalista e historiador, é cofundador e diretor de treinamento e dados da Agência Mural de Jornalismo das Periferias. Formado em jornalismo pela Universidade São Judas Tadeu e bacharelado em História pela Universidade de São Paulo, tem Master em Jornalismo de Dados, Automação e Data Storytelling pelo Insper. Também tem pós-graduação em jornalismo esportivo pelo Instituto de Pós-Graduação & Graduação (IPOG) e curso técnico de locução para rádio e TV pela Rádio Oficina. Na Mural, foi repórter, editor-chefe e, atualmente, lidera o Clube Mural, área de treinamento, experimentação em jornalismo local e educação midiática, e a área de dados e pesquisa da agência. Atuou também como repórter de política e de esportes em veículos da imprensa da região oeste da Grande Sâo Paulo entre 2012 e 2018 e é membro associado do Projor (Instituto para o Desenvolvimento do Jornalismo). COORDENAÇÃO DE COMUNICAÇÃO: CINTIA GOMES é jornalista com experiência em comunicação institucional, diversidade e gestão de equipes. Atualmente Diretora Institucional e de Diversidade da Agência Mural de Jornalismo das Periferias, atua na coordenação de estratégias de comunicação, relacionamento com parceiros e fortalecimento de projetos voltados ao jornalismo local e independente. Jornalista graduada pela Universidade Anhembi Morumbi, mestre em Ciências da Comunicação pela ECA-USP. Cofundadora do coletivo ‘Nós, mulheres da periferia’, tem trajetória marcada pela atuação em comunicação voltada a impacto social, educação e direitos humanos. DIRETOR DE ARTE: ANDERSON MENESES é publicitário (Universidade Anhembi Morumbi, 2009–2013) e atua há mais de 15 anos nas áreas de comunicação, design e tecnologia. É cofundador e Diretor de Negócios e Tecnologias da Agência Mural de Jornalismo das Periferias (desde 2010), onde desenvolve projetos de inovação, comunicação visual e identidade institucional voltados ao fortalecimento do jornalismo local e periférico. Entre 2011 e 2018, foi sócio e gerente de mídias sociais da Catraca Livre, responsável pela direção criativa e estratégias de presença digital. Já realizou parcerias e projetos com organizações como Spotify, Meta, Google, Instituto Unibanco, Ambev e Consulado Americano. Atua como Diretor de Arte em projetos culturais e sociais, com foco na representação de narrativas periféricas e no uso do design como ferramenta de engajamento e impacto social. REPORTAGEM E FOTOGRAFIA: A Rede de Correspondentes da Agência Mural de Jornalismo das Periferias é formada por jornalistas, comunicadores e moradores de diferentes periferias, favelas e municípios da Grande São Paulo. Criada em 2010, a rede atua como base territorial da Mural, garantindo que as pautas, histórias e desafios dos territórios sejam contados por quem vive neles. Os correspondentes produzem reportagens, levantamentos e conteúdos multimídia que revelam realidades locais invisibilizadas pelos grandes veículos, contribuindo para reduzir lacunas de informação e fortalecer o jornalismo de proximidade. Essa rede é um dos principais pilares da atuação da Mural, promovendo representatividade, formação continuada e construção colaborativa do conhecimento sobre as periferias.

Acessibilidade

Todos os produtos do projeto terão recursos de acessibilidade para diferentes públicos. Teremos prioridade de contratação de profissionais e prestadores de serviços que também representem a diversidade dos territórios periféricos. O livro contará com versão pdf digital gratuita, compatível com aplicativos de leitura, garantindo acessibilidade para pessoas com deficiência visual. Para pessoas com deficiência auditiva, o conteúdo poderá ser lido integralmente. As pessoas que apresentam espectros, síndromes ou outras condições que gerem limitações na compreensão de conteúdos, assim como aquelas que desconhecem as linguagens ou idiomas originais, terão acesso por meio de ferramentas gratuitas de leitura e tradução disponíveis na internet. O livro será publicado em português. O evento de lançamento do projeto será realizado em espaços culturais acessíveis a idosos e pessoas com deficiência. Estão previstos recursos para intérpretes de Libras e tutores de pessoas cegas ou com baixa visão, conforme indicado na planilha orçamentária. Além disso, será disponibilizado um tutor adicional caso haja demanda de pessoas com espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações de compreensão durante o evento presencial.

Democratização

Atlas Cultural das Periferias – 1ª edição: São Paulo terá sua distribuição planejada de forma a ampliar o alcance da publicação, garantindo que diferentes públicos tenham acesso ao material e promovendo a valorização da cultura periférica. A distribuição e comercialização dos dois mil exemplares impressos seguirá os percentuais definidos pelo projeto: 60% dos exemplares serão destinados à distribuição gratuita com caráter social, educativo e de formação artística, priorizando escolas públicas, bibliotecas, coletivos culturais e centros comunitários. 20% dos exemplares serão destinados aos patrocinadores do projeto como forma de contrapartida. 20% dos exemplares serão utilizados para ações de promoção e divulgação do Atlas, incluindo envio para parceiros institucionais e distribuição em eventos culturais Para ampliar ainda mais o acesso ao conteúdo, o projeto adotará uma medida adicional prevista no Art. 21 da IN 02/2019: disponibilização da versão digital do Atlas Cultural das Periferias gratuitamente na internet, permitindo que qualquer pessoa, independentemente de sua localização, possa acessar o conteúdo completo da publicação. Essa medida garante a difusão ampla do conhecimento cultural registrado, promovendo formação de público, referência para pesquisas e incentivo à valorização das expressões artísticas periféricas.