Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Propostas
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Links úteis
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar
516777MecenatoAceita

Arte que transforma: Esculturas do Mar

Início: 01/03/2027Término: 28/02/2030Aceite: 25/10/2025

Resumo

O projeto "Arte que Transforma: Esculturas do Mar" propõe a criação e exposição de esculturas feitas a partir de resíduos recicláveis, inspiradas na fauna marinha e no poder transformador da arte.

Sinopse

O projeto “Arte que Transforma: Esculturas do Mar” apresenta uma exposição artística composta por sete esculturas criadas com materiais recicláveis, inspiradas na fauna marinha brasileira e nos impactos da poluição dos oceanos. As obras, desenvolvidas pelo artista plástico Cláudio Calvo, transformam resíduos em arte, unindo estética, sustentabilidade e conscientização ambiental.A exposição pretende provocar uma urgente reflexão sobre consumo, descarte e preservação ambiental, conectando o público à causa oceânica, onde resíduos urbanos impactam o Oceano Atlântico.Em um contexto de crescente preocupação com os impactos da poluição plástica e de resíduos sólidos, inclusive nos oceanos, aliado à urgência por maior difusão de práticas sustentáveis, o projeto propõe uma ação cultural de relevância social e ambiental, articulando arte, educação e sustentabilidade como instrumentos de transformação e conscientização.A exposição será realizada em espaço público de Curitiba, como o Passeio Público, com entrada gratuita e acessibilidade universal (audiodescrição, Libras, Braille e visitas sensoriais). Cada obra dialoga com a importância da preservação marinha e da economia circular, convidando o público a refletir sobre consumo, descarte e responsabilidade ecológica.Durante o evento, o público participará de oficinas educativas gratuitas de arte e reciclagem criativa, conduzidas pelo artista e sua equipe, voltadas a crianças, jovens e adultos. As atividades serão intercaladas com aula aberta de educação ambiental, conduzidas pelo Professor Engenheiro José Carlos Perdigão, que apresentará a maquete dinâmica da água no espaço da exposição.O ciclo se completa com a palestra “Comunicação e Jornalismo Ambiental”, ministrada pelo jornalista Roberto Gazzi, e o debate artístico “A Arte e o Lixo”, mediado por Luanna Negreiros e Rodrigo Oliveira, reunindo artistas plásticos convidados para discutir o papel da arte na sustentabilidade.Como contrapartida e registro, será produzido um catálogo digital acessível e um vídeo institucional com Libras, legendas e audiodescrição, ampliando o alcance e a democratização do conteúdo para disponibilização gratuita em plataformas digitais.Classificação indicativa: LivreGênero: Exposição de Artes Visuais, Educação Ambiental e Formação CulturalPúblico-alvo: crianças, adolescentes, famílias, artistas, educadores e comunidade em geral.

Objetivos

Objetivo Geral: Unir arte e sustentabilidade para promover a conscientização ambiental através da reciclagem criativa, democratizando o acesso à cultura e gerando impacto social positivo em comunidades diversas. Objetivos Específicos: - Produzir 7 (sete) esculturas sustentáveis e expor em espaços públicos de Curitiba;- Realizar 3 (três) oficinas educativas gratuitas em escolas públicas e/ou instituições;- Promover 1 (um) ciclo de formação, composto por três ações: uma aula aberta de educação ambiental, uma palestra sobre comunicação e jornalismo ambiental e um debate artístico entre especialistas e artistas convidados sobre as intersecções entre arte e sustentabilidade.

Justificativa

O projeto "Arte que Transforma: Esculturas do Mar" está alinhado aos incisos I e II do Art. 3º da Lei no 8.313/91, que tratam do incentivo à formação cultural e do fomento à produção artística, mediante a realização de exposições e cursos de caráter cultural. Além de promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais (Art. 1; incisos II) e estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória (Art. 1; incisos VIII) da mesma lei.O Projeto também dialoga com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS 4, 11, 12 e 13), promovendo educação de qualidade, cidades sustentáveis, consumo responsável e ação climática.Com a criação de esculturas feitas com materiais recicláveis, a realização de oficinas gratuitas e o ciclo de formação, o projeto "Arte que Transforma: Esculturas do Mar" consolida-se como uma iniciativa de impacto cultural, formativo e ecológico, que une sensibilização artística, responsabilidade ambiental e democratização do acesso à cultura.O projeto nasce da trajetória do artista Cláudio Calvo, que há mais de dez anos transforma materiais descartados em obras de arte, levando conscientização ambiental a partir da periferia de Curitiba para diferentes regiões do país. A exposição pretende provocar uma urgente reflexão sobre consumo, descarte e preservação ambiental, conectando o público à causa oceânica, onde resíduos urbanos impactam o Oceano Atlântico.Em um contexto de crescente preocupação com os impactos da poluição plástica e de resíduos sólidos, inclusive nos oceanos, aliado à urgência por maior difusão de práticas sustentáveis, o projeto propõe uma ação cultural de relevância social e ambiental, articulando arte, educação e sustentabilidade como instrumentos de transformação e conscientização.A proposta busca atender à necessidade de ampliar o acesso da população à arte e à educação ambiental, especialmente em comunidades, escolas públicas e/ou instituições, onde há menor oferta de atividades culturais e formativas. A iniciativa também contribui para a geração de renda e valorização do trabalho de artistas e técnicos locais, fortalecendo a economia criativa e promovendo a inclusão produtiva.

Etapas

Pré-Produção: Planejamento geral e curadoria artística do projeto, incluindo o desenvolvimento conceitual das esculturas sustentáveis e a definição dos locais expositivos. Esta fase compreende a contratação da equipe técnica, aquisição de materiais recicláveis e insumos, além da elaboração do material pedagógico das oficinas e dos planos de comunicação e acessibilidade. Nesta etapa, serão definidos os temas e os profissionais convidados para a realização da aula aberta, da palestra e do debate temático. Serão produzidos ainda o cronograma detalhado das ações, o plano de segurança, o material institucional da exposição e os conteúdos para parcerias e imprensa. Duração: 60 dias (2 meses)Produção/Execução: Criação e montagem de sete esculturas produzidas com materiais recicláveis, seguida da montagem da exposição principal em espaço público de Curitiba. Serão realizadas oficinas gratuitas sobre arte e sustentabilidade em escolas públicas e/ou instituições, conduzidas por artistas especializados e equipe pedagógica de apoio.Durante a exposição principal, o projeto oferecerá uma aula aberta ao público, além de um debate temático com artistas plásticos convidados e uma palestra de encerramento focada em comunicação e jornalismo ambiental.Duração: 240 dias (8 meses)Pós-Produção Doação das esculturas para espaços e/ou instituições que demonstrarem interesse. Desmontagem e acondicionamento das demais esculturas.Edição e finalização do registro audiovisual, elaboração do catálogo digital bilíngue para distribuição gratuita e relatório final de execução.Envio da prestação de contas técnica e financeira, relatórios de acessibilidade e das contrapartidas educativas realizadas.Nesta fase também ocorre o encerramento do ciclo de formação e a divulgação dos resultados nas redes sociais, imprensa e plataformas digitais.Duração: 60 dias (2 meses)

Estratégia de execução

O projeto “Arte que Transforma: Esculturas do Mar” se consolida como uma ação cultural, educativa e ambiental de relevância social e significativa, promovendo a integração entre arte, sustentabilidade e comunicação. A iniciativa contribui para o fortalecimento das políticas de educação ambiental e formação artística, alinhando-se aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS 4, 11, 12, 13 e 15) da Agenda 2030 da ONU.A realização em locais como o Passeio Público de Curitiba reforça o compromisso com a ocupação de espaços públicos e democráticos, oferecendo à comunidade uma vivência gratuita e acessível, que transforma o espaço urbano em ambiente de aprendizado e reflexão.O projeto adota práticas de produção sustentável, com reuso de materiais, comunicação digital e de conscientização ambiental, com a aula aberta do Professor Engenheiro José Carlos Perdigão que utilizará um recurso pedagógico bastante didático e de sua autoria, a "Maquete dinâmica da água".A parceria com instituições de ensino e de comunicação fortalece a formação continuada e o impacto educativo das ações, ampliado pela palestra do jornalista Roberto Gazzi e pelo debate com enfoque artístico e sustentável “A Arte e o Lixo”, que estimulam o pensamento crítico e o protagonismo socioambiental.Todas as etapas contam com acessibilidade plena, democratização do acesso e contrapartidas gratuitas, reafirmando o papel da cultura como instrumento de transformação social e consciência ambiental.O projeto se apresenta, portanto, como uma experiência de arte pública e educação ambiental, capaz de inspirar novas gerações e de promover o diálogo entre artistas, educadores, jornalistas e comunidade, tornando-se uma referência em ações culturais sustentáveis no Brasil.

Especificação técnica

EXPOSIÇÃO A exposição “Arte que Transforma: Esculturas do Mar”, com duração de 03 (três) dias, será realizada em espaço público de Curitiba, como o Passeio Público.Com exibição de 07 (sete) esculturas originais criadas com materiais recicláveis e reaproveitados, representando a fauna marinha brasileira. Cada obra terá dimensões entre 50 cm a 2 m de comprimento x 50 cm a 2 m de altura x 50 cm a 1,5 m de largura e pesos que variam de 10 a 60 kg, demandando de 7 a 14 dias de execução em média para cada escultura.Materiais principais: sucata metálica, alumínio, cobre, madeira reciclada, papelão, garrafas PET, componentes eletrônicos e pigmentos ecológicos.A exposição/instalação ocorrerá em espaço de aproximadamente 100 m2, com piso nivelado e em conformidade com as exigências de acessibilidade, além de ambientação ecológica com materiais sustentáveis.Acessibilidade: Sinalização em Braille, audiodescrição via QR Code, tradução em Libras e visitas sensoriais.Público estimado: 1.500 pessoas.OFICINASSerão realizadas 2 oficinas, em escolas públicas e/ou instituições de Curitiba e 1 oficina na exposição. As oficinas serão conduzidas pelo artista plástico Cláudio Calvo e equipe de apoio sob coordenação do Professor Engenheiro José Carlos Perdigão e atenderão três faixas etárias:1- 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental: colorização de peixes marinhos em folhas impressas (100 cópias) com kits de giz de cera e colas com bioglitter.2- 4º e 5º ano do Ensino Fundamental: pintura de peixes recortados em madeira reciclada (100 peças de 30 cm) com tintas guache e pincéis.3- Público acima de 15 anos: criação de pequenas esculturas com papelão, PET, madeira e barbante, utilizando pistolas de cola quente, tesouras e tintas guache.As atividades terão duração média de 1h30 a 2h e incluirão mediação de acessibilidade no ambiente da exposição (Libras e audiodescrição no material de registro que será disponibilizado após edição).Público estimado: 200 pessoas.AULA ABERTA“PRESERVAÇÃO DE MANANCIAIS COM A MAQUETE DINÂMICA DA ÁGUA”Será realizada durante o sábado no local da exposição principal em Curitiba e conduzida pelo especialista, o engenheiro ambiental Professor José Carlos Perdigão.A ação incluirá a demonstração prática da "Maquete dinâmica da água", do Professor José Carlos Perdigão, explicando o ciclo hidrológico e a importância da preservação dos mananciais.Duração: 2h30.Público estimado: 300 pessoas.Material: maquete educativa e material de apoio impresso e digital.DEBATE “A ARTE E O LIXO”Mediado por Luanna Negreiros e Rodrigo Oliveira, com participação de artistas plásticos locais convidados, o debate discutirá o papel da arte e da sustentabilidade na sociedade contemporânea.O evento será gravado e transmitido online, com presença da imprensa e do público em geral.Duração: 2h.Local: Coreto Digital do Passeio Público ou espaço cultural parceiro.Público: 150 pessoas presenciais + transmissão digital.Acessibilidade: Libras, legendas descritivas e audiodescrição.PALESTRA“COMUNICAÇÃO E JORNALISMO AMBIENTAL”Realizada pelo jornalista e roteirista Roberto Gazzi em uma faculdade parceira de Curitiba, a palestra encerra o ciclo de formação do projeto, abordando o papel da mídia na preservação ambiental e no combate à desinformação.Duração: 1h30.Local: Universidade parceira em CuritibaPúblico: 200 estudantes.Recursos: apresentação multimídia, projetor, telão, microfone, intérprete de Libras e gravação audiovisual.Contrapartida: gratuita e aberta à comunidade acadêmica.PRODUTOS COMPLEMENTARES- Catálogo digital bilíngue (PT/EN) com fotos das esculturas, textos curatoriais e material pedagógico acessível.- Vídeo institucional acessível com registro das atividades, tradução em Libras, legendas e audiodescrição.- Relatório de impacto e sustentabilidade, com indicadores de público e resultados das ações educativas.ACESSIBILIDADETodas as ações do projeto seguirão os princípios de acessibilidade física e de conteúdo:- Rampas, banheiros adaptados, piso tátil, Libras, audiodescrição, Braille e visitas mediadas.CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA:LivreGênero: Exposição de Artes Visuais, Educação Ambiental e Formação CulturalDuração Total do Projeto: 12 mesesPúblico direto estimado: 2.350 pessoasPúblico indireto: 10.000 pessoas

Ficha técnica

Nome: Cláudio Calvo da Silva “Calvo”Função: Proponente / Artista / Oficineiro PrincipalBio: Calvo ScrapArt é um artista visual contemporâneo que revoluciona o cenário da arte sustentável no Brasil. Com base em Curitiba (PR), sua trajetória artística se dedica à transformação de materiais recicláveis e sucata industrial em esculturas e instalações monumentais que despertam a consciência ambiental coletiva. Seu trabalho transcende a estética para se tornar um manifesto urgente sobre consumo, descarte e regeneração. Cada obra é um convite à reflexão: o que descartamos pode renascer como arte, beleza e significado.Nome: Gabriella BasacchiFunção: Gestão Bio: experiência de 23 anos no mercado financeiro. Responsável pela administração executiva, controle orçamentário e gestão de relatórios; acompanhamento do SALIC e supervisão da prestação de contas. Planejamento executivo, financeiro, comercial, contratos e parcerias institucionais.Nome: Luanna NegreirosFunção: Direção e Curadoria Artística Bio: Diretora criativa e curadora com mais de 15 anos de experiência em projetos culturais e socioambientais.Responsável pela concepção curatorial, direção artística, supervisão estética das esculturas e integração entre arte, sustentabilidade e inclusão.

Acessibilidade

Acessibilidade Física:Todas as exposições do projeto “Arte que Transforma: Esculturas do Mar” serão realizadas em espaços com infraestrutura acessível, contemplando rampas de acesso, sanitários adaptados, piso tátil e ampla circulação para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Os locais expositivos terão sinalização direcional e informativa em altura e contraste adequado, conforme as normas da ABNT NBR 9050.Durante as oficinas, as atividades serão adaptadas para acolher participantes com diferentes necessidades físicas, garantindo mobiliário adequado, apoio técnico e acompanhamento especializado, sempre priorizando a inclusão plena do público.Acessibilidade de Conteúdo:O projeto prevê ações específicas de acessibilidade comunicacional e sensorial, assegurando o acesso de pessoas com deficiência visual, auditiva e intelectual aos conteúdos das exposições e oficinas. Serão implementados os seguintes recursos:- Audiodescrição das esculturas e vídeos expositivos;- Intérprete de Libras durante as aberturas, mediações e oficinas educativas;- Materiais em Braille e fonte ampliada, com informações sobre as obras e mensagens ambientais;- Legenda descritiva nos vídeos e conteúdos digitais;- Visitas sensoriais orientadas, com toque nas esculturas e uso de materiais táteis;- Catálogo digital acessível, com recursos de navegação inclusiva e narração em áudio.Todas as medidas são incorporadas ao orçamento do projeto e seguem as recomendações da Secretaria Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, garantindo que o projeto atenda integralmente aos princípios de acessibilidade universal, democratização do acesso e inclusão cultural.

Democratização

O projeto “Arte que Transforma: Esculturas do Mar” será totalmente gratuito e realizado em Curitiba, priorizando espaços culturais, parques, praças públicas, escolas e centros comunitários com pouca oferta de atividades artísticas. Todas as etapas — exposições e oficinas — serão acessíveis ao público sem cobrança de ingresso.Distribuição e acesso às exposições:As esculturas serão instaladas em locais públicos e centros culturais de fácil acesso, com estrutura física adaptada e acessibilidade universal (rampas, sanitários adaptados, sinalização e piso tátil).Oficinas e atividades formativas:- Serão realizadas oficinas gratuitas de arte e sustentabilidade, voltadas a crianças, adolescentes, professores e famílias.- Cada participante receberá kit artístico gratuito e material pedagógico acessível, com conteúdos sobre reciclagem criativa e preservação ambiental.- As oficinas nos espaços das exposições incluirão intérpretes de Libras e audiodescrição, garantindo acessibilidade comunicacional plena.Ampliação de acesso e contrapartidas sociais:- Transmissão online das exposições e oficinas pelas redes sociais do projeto e de parceiros locais;- Disponibilização gratuita de todos os materiais acessíveis (vídeos com Libras, audiodescrição e catálogos digitais) em plataforma aberta;- Ações educativas em escolas de bairros periféricos, promovendo consciência ambiental e valorização da arte sustentável;- Doação de materiais pedagógicos e audiovisuais a instituições de ensino público de Curitiba.Além das oficinas e das ações de acessibilidade já descritas, o projeto amplia sua democratização de acesso com ciclo de formação gratuito e complementar.Essas ações reforçam o compromisso do projeto com a inclusão social, a formação de novos públicos e a disseminação da sustentabilidade por meio da arte.Todas as medidas de democratização e acessibilidade estão previstas no orçamento do projeto, garantindo que o impacto social e cultural seja efetivo, contínuo e territorialmente relevante.