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CIRCOLAR – EDIÇÃO IV

Início: 01/02/2027Término: 30/06/2028Aceite: 26/10/2025

Resumo

A quarta edição do projeto CIRCOLAR propõe fortalecer os laços entre arte, escolas e territórios populares de Itaguaí e Mangaratiba (RJ), por meio da realização de 12 apresentações de um espetáculo de circo com elementos de dança, teatro e tradições populares, 24 oficinas de circo, 24 exibições públicas de documentário, além da produção de até 150 pílulas audiovisuais de memória e três livros em formato de almanaque, com 6.000 exemplares distribuídos gratuitamente. Todas as ações são acessíveis, gratuitas e voltadas para comunidades tradicionais, escolas públicas e espaços culturais.

Sinopse

CIRCOLAR – EDIÇÃO IV: Memória, Arte e Território em Movimento é uma proposta cultural que integra artes cênicas, literatura e audiovisual, com foco em histórias locais, saberes populares e fortalecimento comunitário nos municípios de Itaguaí e Mangaratiba (RJ). Todas as ações são gratuitas e têm classificação livre, voltadas para escolas, territórios tradicionais e espaços públicos de fruição cultural.Espetáculo 1 – “Os Povos que Construíram Itaguaí”Espetáculo cênico e musical que traz à cena personagens reais e simbólicos da história do município de Itaguaí, desde os povos originários e populações negras escravizadas até os trabalhadores rurais e mestres da cultura local. Com dramaturgia acessível, palhaçaria e música, a peça busca resgatar e celebrar as memórias invisibilizadas da cidade.Espetáculo 2 – “Mangaratiba: Porto de Memórias e Tradições”Inspirado nas festas populares, saberes caiçaras, religiosidades e personagens marcantes da cidade de Mangaratiba, este espetáculo tem como fio condutor o palhaço Didi, que viaja por diferentes bairros recolhendo histórias, lendas e afetos. A encenação mistura circo, dança, teatro popular e interações com o público em praças, escolas e feiras.Livros (3 títulos):Almanaque de Itaguaí – livro ilustrado, interativo e pedagógico com curiosidades, mapas afetivos e memória oral do município.Almanaque de Mangaratiba – publicação sobre tradições, festas, patrimônios e territórios da cidade de Mangaratiba.Circolar: Cultura, Gestão e Território – obra derivada da monografia de Adriano Sampaio Evangelista, que analisa o projeto Circolar sob a perspectiva da gestão cultural comunitária e do empreendedorismo social.Outros produtos:24 oficinas de circo, com foco em palhaçaria, equilíbrio, expressão e jogos cooperativos.150 pílulas audiovisuais com histórias locais e bastidores do projeto.1 documentário com exibições públicas e mediação cultural.Participação da equipe e livros na FLIP (Paraty) e Bienal do Livro do Rio de Janeiro.Materiais com acessibilidade plena: Libras, legendas, audiodescrição, versão digital acessível dos livros.Classificação indicativa: LivrePúblico-alvo: Crianças, jovens, educadores, comunidades tradicionais e o público geral

Objetivos

Objetivo GeralFortalecer o acesso democrático à cultura, à memória e às artes integradas em territórios populares e tradicionais dos municípios de Itaguaí e Mangaratiba (RJ), promovendo ações formativas e apresentações acessíveis que valorizem a identidade local e os saberes populares, articulando arte, escola e comunidade.Objetivos EspecíficosRealizar 12 apresentações gratuitas do espetáculo de circo com elementos de teatro, dança e tradições populares, em eventos públicos, festas populares e escolas municipais.Promover 24 oficinas de circo com dois arte-educadores, voltadas para estudantes, jovens e educadores das redes públicas e projetos sociais.Produzir e divulgar entre 90 e 150 pílulas audiovisuais com histórias e memórias locais, com participação de moradores e convidados especiais.Lançar e distribuir 3 livros em formato de almanaque, com tiragem total de 6.000 exemplares impressos (2.000 por volume), voltados à circulação em escolas, bibliotecas e instituições culturais.Realizar 24 exibições públicas do documentário CIRCOLAR, com sessões acessíveis e mediadas por educadores e artistas do projeto.Participar da FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty) e da Bienal do Livro RJ, com ações de difusão dos livros, exibição de trechos do documentário e rodas de conversa sobre o projeto.Garantir plena acessibilidade física, comunicacional e digital em todas as etapas do projeto, incluindo tradução em Libras, audiodescrição, legendas e versões digitais acessíveis dos materiais.

Justificativa

O projeto CIRCOLAR _ Edição IV propõe a realização de ações culturais integradas (circo, teatro, dança, memória e literatura) em territórios populares e comunidades tradicionais dos municípios de Itaguaí e Mangaratiba _ RJ, promovendo o acesso gratuito, descentralizado e acessível à cultura. Trata-se de uma iniciativa consolidada, com três edições já realizadas, que atendeu diretamente mais de 12 mil pessoas, especialmente em áreas de vulnerabilidade social e com baixo acesso a bens culturais.A Lei de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) é fundamental para garantir a viabilidade do projeto, viabilizando a captação de recursos privados para ações gratuitas e inclusivas, que dificilmente encontrariam financiamento exclusivo por mecanismos de mercado. A proposta está diretamente alinhada com o Art. 1º, incisos I e II, pois visa a estimular a produção, o acesso e a difusão da cultura nacional, bem como a valorização da identidade cultural brasileira por meio da memória oral, da arte circense e das tradições locais.Além disso, atende aos objetivos previstos no Art. 3º da Lei, especialmente:Inciso I: fomentar a formação cultural e artística da população;Inciso II: democratizar o acesso aos bens de cultura;Inciso III: promover a regionalização da produção cultural e artística brasileira;Inciso IV: apoiar a preservação da memória cultural;Inciso V: estimular a valorização e difusão das manifestações culturais populares, indígenas e afro-brasileiras.A proposta também fortalece a articulação entre arte e educação, contribuindo com a formação de público, a inclusão social e o fortalecimento do sentimento de pertencimento nos territórios atendidos. O incentivo fiscal, portanto, é a via adequada para garantir a execução desta política pública cultural, com retorno social mensurável e impacto direto em comunidades historicamente marginalizadas no acesso à cultura.

Etapas

1. PRÉ-PRODUÇÃO (Duração: 5 meses)Período estimado: fevereiro a junho de 2027Seleção e contratação da equipe técnica, artística e pedagógicaDefinição dos territórios e cronograma de circulaçãoAtualização do plano de comunicação e identidade visualInício da produção dos livros (pesquisa, curadoria e primeiros textos)Agendamentos com escolas, comunidades e instituições parceirasPlanejamento de logística, acessibilidade e infraestruturaProdução de roteiro e cronograma de gravação das pílulas audiovisuaisEnsaios dos espetáculos e oficinas2. EXECUÇÃO (Duração: 10 meses)Período estimado: julho de 2027 a abril de 2028Realização de 12 apresentações públicas nos territórios definidosRealização de 24 oficinas de circo com foco formativo e comunitárioGravação e finalização de 90 a 150 pílulas audiovisuais de memóriaExibição de 24 sessões públicas do documentário com mediaçãoFinalização, impressão e lançamento dos três livros/almanaquesParticipação da equipe em festivais como FLIP e Bienal do Livro RJAções de mobilização comunitária e visibilidade localDistribuição gratuita dos livros em escolas, bibliotecas e espaços culturaisExecução de ações de acessibilidade física e comunicacional em todas as etapas3. PÓS-PRODUÇÃO (Duração: 2 meses)Período estimado: maio a junho de 2028Conclusão de relatórios técnicos, financeiros e de acessibilidadeFinalização do acervo audiovisual e armazenamento digitalEntrega do relatório de contrapartida cultural e clipping de mídiaOrganização da prestação de contas e envio à Secretaria Especial de CulturaAvaliação de resultados com a equipe e parceiros institucionais

Ficha técnica

Adriano Sampaio Evangelista (DRT-RJ 55.380/00 – Ator, Palhaço, Diretor e Produtor Cultural) será o responsável pela Coordenação Geral, Direção Artística e Atuação como Palhaço Didi. Com mais de 20 anos de experiência, lidera a Turma em Cena Produções e é gestor da Casa do Palhaço em Itaguaí. Foi Conselheiro Tutelar e Presidente do Fórum Permanente de Cultura da Costa Verde (2020-2023), além de premiado com o Diploma Heloneida Studart (ALERJ, 2022) e Prêmio Baixada. Seu papel será central em todas as fases do projeto, desde a criação artística até a gestão executiva, pedagógica e institucional.Joycienne Carolina Fagundes, historiadora e mestre em História Social pela UFRRJ, será responsável pela coordenação de pesquisa histórica e pedagógica, atuando também como historiadora e educadora. Com ampla experiência na catalogação de documentos históricos, organização de acervos e valorização da memória local, Joycienne atuou como assessora de patrimônio e foi secretária do Fórum de Cultura da Costa Verde. Desenvolveu projetos de história oral que deram origem a eventos como o Festival Nordestino de Itaguaí.Sara da Silva Oliveira Carvalho, jornalista e sócia da agência Top na Mídia, atua como assessora de comunicação, responsável por redes sociais, imprensa, fotografia e registros audiovisuais. Possui vasta atuação na comunicação de projetos culturais e espetáculos como “Ficções” e “Prima Facie”, sendo referência em divulgação de iniciativas culturais no estado do Rio de Janeiro.Wanderson Verdan, artista formado em Belas Artes pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, com especialização em ilustração e indumentária, será o responsável por cenografia, figurinos e ilustrações dos livros e espetáculos. Com atuação consistente em projetos de cultura popular e forte identidade visual, Verdan contribui com o conceito visual e artístico do projeto.Mirian Bondim, historiadora e arqueóloga, será incorporada à equipe como consultora e pesquisadora de campo, com foco em patrimônios materiais e imateriais. Com vasta experiência em pesquisas arqueológicas e acervos culturais da região da Costa Verde e Baixada Fluminense, ela contribuirá com a coleta de dados históricos e sua articulação com os territórios visitados.Luciana Silva, bacharel em Ciências Contábeis pela UFF, será a coordenadora administrativa, responsável pelas rotinas contábeis e fiscais, controle financeiro e documentação legal. Com passagens por instituições como Instituto CULTNE e Escola de Música da Rocinha, possui expertise em prestação de contas de projetos culturais.Luís Henrique Rimas, técnico de som e luz com mais de 25 anos de experiência, cuidará da operação técnica dos espetáculos, incluindo montagem, desmontagem, sonorização e iluminação. Atuou em grandes eventos e integra a Turma em Cena como técnico fixo desde os primeiros projetos do Circolar.Intérpretes de Libras atuarão em todas as apresentações públicas, sessões de documentário e vídeos publicados, garantindo a acessibilidade comunicacional do projeto.Equipe de Acessibilidade contará ainda com coordenação específica para implementar recursos como audiodescrição, versão digital dos livros acessível, legendas descritivas e tradução de vídeos, promovendo inclusão de pessoas com deficiência.Assistentes de Produção acompanharão todas as ações em campo, auxiliando na logística, recepção, organização de eventos, transporte de equipamentos e suporte aos educadores e artistas.Arte-educadores de circo, dois profissionais com experiência em formação popular e circo social, conduzirão 24 oficinas formativas e participarão de atividades de integração comunitária, articulando as oficinas com os conteúdos temáticos dos espetáculos.Editores de vídeo e um compositor musical integram a equipe de produção audiovisual, sendo responsáveis pelas pílulas de memória, vinheta e trilha original dos vídeos.Designer gráfico criará a identidade visual, capas dos livros, materiais de divulgação e sinalização, garantindo qualidade estética e comunicação clara com os públicos diversos.Equipe de produção local será contratada para apoiar as atividades em campo nos municípios de Itaguaí e Mangaratiba, incluindo articulação com escolas, associações culturais, lideranças comunitárias e feiras locais.Coordenação de Camarim e Figurino será responsável pela manutenção, guarda e organização dos trajes de cena, com apoio direto aos artistas e produção nos dias de espetáculo.

Acessibilidade

O projeto CIRCOLAR – Edição IV assume o compromisso com a plena acessibilidade física e acessibilidade de conteúdo em todas as suas etapas e produtos, visando garantir a participação e fruição cultural de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e outros públicos com necessidades específicas.Acessibilidade Física:As atividades do projeto, como apresentações, oficinas, sessões do documentário e lançamentos de livros, ocorrerão em locais com estrutura adaptada ou de fácil adequação. Serão priorizados espaços com acesso plano ou rampas, banheiros acessíveis e sinalização adequada. A equipe de produção fará vistorias prévias para garantir a segurança e mobilidade do público, com a possibilidade de instalação de rampas móveis e apoio de monitores quando necessário.Acessibilidade de Conteúdo:Todas as apresentações contarão com intérprete de Libras para acessibilidade comunicacional da comunidade surda. As pílulas audiovisuais e o documentário terão legendas descritivas, audiodescrição e versão em Libras. Os livros e almanaques produzidos terão versão digital acessível (PDF com recursos para leitores de tela), além de linguagem simples e visual amigável. A comunicação nas redes sociais e demais materiais de divulgação seguirá diretrizes de acessibilidade digital.O projeto também contará com uma Coordenação de Acessibilidade, responsável por planejar, executar e monitorar todas as ações nesse eixo, assegurando que os princípios de inclusão, respeito à diversidade e direito à cultura estejam plenamente atendidos.

Democratização

O projeto CIRCOLAR – Edição IV tem como princípio central a gratuidade e a ampliação do acesso à cultura, com foco em comunidades tradicionais, quilombolas, escolas públicas, zonas rurais e áreas periféricas de Itaguaí e Mangaratiba. Todos os produtos e atividades do projeto serão distribuídos ou realizados de forma 100% gratuita para o público beneficiado.Distribuição dos Produtos:Os livros/almanaques pedagógicos (6.000 exemplares impressos) serão distribuídos gratuitamente para escolas públicas, bibliotecas comunitárias, instituições culturais, associações de bairro, pontos de cultura e espaços de educação não formal, em eventos próprios de lançamento e mediação com educadores e estudantes.As pílulas audiovisuais (90 a 150 vídeos) serão publicadas gratuitamente em redes sociais, canais educativos parceiros e plataformas acessíveis. Todo o conteúdo será multiplataforma e de domínio público.O documentário será exibido em 24 sessões gratuitas, sempre com mediação pedagógica, rodas de conversa e exibição em espaços comunitários, praças e escolas.Os espetáculos (12 apresentações) e as oficinas de circo (24 atividades) serão realizados gratuitamente, com foco em territórios de baixa oferta cultural, com divulgação acessível e mobilização comunitária.Medidas Complementares de Acesso:Realização de ensaios abertos em escolas e espaços comunitários como forma de envolver o público no processo criativo.Promoção de oficinas paralelas de palhaçaria, circo e narrativa oral com jovens e educadores locais, como forma de mobilização e formação de público.Transmissão de trechos dos espetáculos, bastidores e entrevistas com convidados via redes sociais e canais digitais do projeto, ampliando o alcance nacional e gratuito.Participação em festivais literários, como a FLIP (Paraty) e a Bienal do Livro do RJ, com ações voltadas à democratização do acervo e fortalecimento da memória cultural dos territórios.Com essas ações, o projeto assegura que seus conteúdos e experiências culturais alcancem o maior número possível de pessoas, promovendo inclusão, formação de público e valorização dos saberes locais.