Início: 07/02/2027Término: 09/02/2027Aceite: 29/10/2025
O projeto ¨ Um país africano chamado Angola¨, consiste na realização de um desfile afro-brasileiro durante o Carnaval de Salvador, dia 7, domingo de carnaval ( contra fluxo) e 9, (sábado)de fevereiro de 2027, ( circuito batatinha) , Experiente, há 43 anos sendo apoiado pelo Ouro Negro ao longo dos anos, desfilando com excelência. O cortejo contará com 300 integrantes distribuídos em 5 alas de baianas, dança afro-brasileira e percussão, acompanhadas de um mini-trio elétrico no circuito Batatinha e Trio grande no Contra fluxo, que executará repertório percussivo no ritmo Ijexá, celebrando a ancestralidade, a fé e a força cultural dos povos de matriz africana.Sua presença marcante nas avenidas e nos bairros representa mais que uma celebração festiva: é um ato de resistência, educação e valorização da negritude, traduzido em música, dança e espiritualidade. Reconhecendo a importância das políticas públicas culturais, a Associação Alabê reafirma seu compromisso com os princípios da Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet) e da Lei Orgânica da Cultura da Bahia, que asseguram o apoio, a difusão e a valorização das manifestações culturais em todas as suas formas. Ao longo de sua história, a entidade tem se consolidado como um espaço de convivência, aprendizado e transmissão de saberes, fortalecendo a economia criativa e o papel da cultura como vetor de desenvolvimento humano e social.
O projeto Flecha de Axé: A Força de Oxóssi e das Mulheres Negras, na realização de um desfile afro-brasileiro durante o Carnaval de Salvador 2026, no Circuito Batatinha, no dia 15 e 17 de fevereiro de 2026, no Circuito Batatinha e Contra Fluxo, O cortejo contará com 300 integrantes distribuídos em 5 alas de baianas, dança afro-brasileira ,capoeira, percussão, músicos acompanhadas de um mini-trio elétrico que executará repertório percussivo no ritmo Ijexá, celebrando a ancestralidade, a fé e a força cultural dos povos de matriz africana.Durante a pré-produção será disponibilizado ensaios gratuitos ao público acompanhados de uma interprete em libras, os jovens durante as oficinas receberão certificados de conclusão, porque um dos focos de nossa associação é a educação através da cultura.
GeralPromover o desfile afro-brasileiro, durante o Carnaval de Salvador 2027, valorizando a cultura de matriz africana e ampliando o acesso da população às expressões artísticas tradicionais da Bahia.OBJETIVOS ESPECÍFICOSEstimular o reconhecimento e a valorização das expressões afro-brasileiras, em especial a música e a dança de origem Ijexá;Realizar oficinas preparatórias de percussão e dança afro para a comunidade local, como fazemos ao longo do ano;Garantir condições dignas de trabalho para artistas e técnicos envolvidos;Promover ações de acessibilidade e democratização do acesso à cultura;Integrar o desfile ao calendário oficial do Carnaval do Circuito Batatinha, fomentando o turismo cultural e a economia criativa local.Ao longo dos 43 anos de desfile no circuito Batatinha, sempre fomos contemplados com o Ouro Negro, que apoia os blocos afros no Estado da Bahia, requeremos mais apoio para aumentar a extensão de visibilidade, dignidade dos povos de terreiros, o brilho dos nossos hérois negros, Santos negros, fomentando a economia criativa, gerando empregabilidade para os fazendores de cultura e educação através da cultura
O projeto- Um país africano chamado Angola, fundamenta-se nos arts. 5º, 215 e 216 da Constituição Federal, que asseguram o direito à livre expressão cultural, à valorização da diversidade e à democratização do acesso aos bens culturais. Está igualmente amparado pela Lei nº 8.313/1991 (Lei Rouanet), que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC), e pela Lei nº 13.018/2014 (Política Nacional de Cultura Viva), que reconhece a cultura como vetor de cidadania, inclusão e identidade.A proposta reforça o papel das manifestações afro-brasileiras como patrimônio imaterial da nação, conforme o Decreto nº 3.551/2000, e visa promover a inclusão social, a educação estética e o fortalecimento de vínculos comunitários, especialmente entre jovens e adultos das comunidades periféricas de Salvador.Do ponto de vista social, o projeto busca reavivar tradições culturais afro-baianas em um espaço de visibilidade e respeito, promovendo a valorização de saberes ancestrais e a formação artística de novos agentes culturais. Do ponto de vista cultural, contribui para a preservação da identidade afrodescendente, do ritmo Ijexá e das expressões de matriz africana que compõem o tecido simbólico da Bahia.A proposta observa ainda os princípios da acessibilidade cultural (Lei nº 10.098/2000 e Decreto nº 5.296/2004), garantindo a presença de intérprete de Libras nos CONTEÚDOS AUDIOVISUAIS, ensaios, espaço de fácil acesso para pessoas com deficiência e material de divulgação em formato acessível
Pré-produção (Setembro a outubro/2026)Reuniões de planejamento e seleção de equipe técnica;Comunicação nas redes sociais, entrevistas, teaser, elaboração da identidade visual, cards, chamadas nas multiplataformas digitaisEnsaio das alas e da banda percussiva.Pré-produção (novembro a dezembro/2026)Reuniões de planejamento e seleção de equipe técnica;Oficinas preparatórias de dança afro e percussão;Confecção de figurinos e adereços;Ensaio das alas e da banda percussiva.Produção / Execução (janeiro a fevereiro/2027)Ensaios gerais e montagem técnica do mini-trio;Realização do desfile no dia 07 e 09 de fevereiro de 2027, Circuito Batatinha e contra fluxo.Pós-produção (março/2027)Produção de relatório audiovisual e fotográfico;Ações de contrapartida comunitária (mostra pública e oficinas gratuitas);Prestação de contas e relatório final.
Pré-produção (novembro a dezembro/2025)Durante esse momento, os alunos terão aulas teórica, para entender como surgiu os instrumentos de percussão simbolo de resistência, lutas, história e o motivo da existência da dança afro, que nivela a espiritualidade e realidade.cofecção das roupas e adereços Produção / Execução (janeiro a fevereiro/2026)Realização do desfile no dia 15 e 17 de fevereiro de 2026, Circuito Batatinha e contra fluxo.Pós-produção (março/2026)Relatório, prestação de contas.
Coordenador Geral : Alírio Macedo PittaProdutor Executivo:Professor oficineiro de PercussãoProfessora Oficineira de DançaCoordenador de Comunicação
O projeto assegura acessibilidade física, comunicacional e simbólica:Espaço de concentração e desfile com áreas acessíveis a cadeirantes;Intérprete de Libras durante apresentações audiovisuais e falas nos ensaios;Material de divulgação digital com audiodescrição e texto alternativo;Oficinas inclusivas para pessoas com deficiência auditiva e motora.
Ensaios aberto ao público com interprete em lingua brasileira de sinais, Oficinas de capacitação em percussão , dança afro-brasileira com certificado para jovens matriculados na rede pública de educação e pessoas em situação de vulnerabilidade cadastrada no Cadúnico.