Início: 01/02/2027Término: 31/01/2028Aceite: 29/10/2025
Este projeto visa realizar a 3a edição do Projeto Biriba, no intuito de celebrar e valorizar as tradições, histórias e contribuições das comunidades afro-brasileiras e quilombolas de Paracatu, buscando a promoção das culturas negras e o reconhecimento da importância da resistência cultural para a manutenção da identidade racial e do legado dos ancestrais por meio da oferta gratuita das seguintes atividades na cidade de Paracatu-MG: aulas de capoeira e danças afro-brasileiras para turmas de crianças, jovens e adultos; Ciclo de Palestras com temáticas afro-brasileiras para todas as turmas do 1o ano do ensino médio de escolas da rede pública de ensino; Seminário nas comunidades quilombolas; a realização da quarta edição dos Jogos Internacionais de Capoeira em Paracatu e a formação e desfile do Bloco Axé Dendê no carnaval de rua de Paracatu.
Conteúdos expressos no Projeto Pedagógico (documento em anexo).
Objetivo geral:Este projeto tem como objetivo dar continuidade às ações iniciadas na primeira edição do Projeto BIRIBA, executado com sucesso em 2025, ampliando seus resultados e fortalecendo seu impacto sociocultural com o propósito de celebrar e valorizar as tradições, histórias e contribuições das comunidades afro-brasileiras e quilombolas de Paracatu, promovendo o fortalecimento da identidade cultural, o reconhecimento da resistência e a salvaguarda do patrimônio imaterial, através da capoeira e de ações formativas, educativas e festivas que ampliem o acesso à cultura e a participação cidadã. Objetivos específicos: • Oferecer aulas regulares de capoeira para 18 turmas de até 20 alunos, sendo 15 turmas voltadas para alunos da rede pública de ensino e 3 turmas na Sede da instituição, durante 12 meses, com duas aulas semanais para cada turma; • Realizar um ciclo de palestras com temáticas relacionadas à cultura afro-brasileira para 35 turmas do 1º ano do Ensino Médio da rede pública de ensino, totalizando 35 palestras; • Realizar 4 oficinas de construção de Berimbau abertas ao público em geral; • Realizar 1 ação coletiva de plantio de mudas de árvores utilizadas para a construção do Berimbau (Pau-pereira e Biriba); • Realizar 7 Seminários "Cultura e Identidade" nos cinco quilombos reconhecidos e em mais dois em processo de reconhecimento, com palestras e atividades artísticas; • Promover a 5a edição dos Jogos Internacionais de Capoeira que contará as seguintes atividades: 1 competição dos Jogos de Capoeira para 9 categorias nas modalidades feminino e masculino com premiação em dinheiro para os finalistas de cada modalidade e cada categoria (1º e 2º lugar) totalizando 36 premiações e implementação de uma nova competição intitulada Especial Jogos Casados com premiação dos finalistas (1o e 2o lugar) em 7 Categorias na modalidade feminino e masculino, totalizando 28 premiações.• Realizar o desfile do "Bloco Axé Dendê" no Carnaval de Paracatu, integrando capoeiristas, percussionistas, dançarinos e alunos das oficinas em uma manifestação de rua aberta à população, celebrando a ancestralidade afro-brasileira e o patrimônio imaterial da capoeira.
Em 2025, o Ministério da Cultura reafirmou o compromisso com as manifestações tradicionais ao abrir uma cadeira específica na Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) dedicada às Culturas Populares e realizar o Seminário Internacional de Culturas Tradicionais e Populares e Justiça Climática. Esses marcos institucionais consolidaram um novo momento de valorização das expressões culturais de base comunitária e fortaleceram o papel das políticas públicas voltadas à preservação dos saberes ancestrais e ao enfrentamento das desigualdades culturais e ambientais.Inspirado também pelo recente movimento de expansão da capoeira nas escolas brasileiras, conforme destacado por Silva Ferreira Aguiar em "O salto de desenvolvimento da capoeira nas escolas" (Jornal GGN), a continuidade do Projeto BIRIBA reafirma a capoeira como saber legítimo e multidimensional, que transcende o ambiente escolar e se manifesta nas ruas, praças, terreiros e centros culturais. Tal como apontado pelo autor, a capoeira se consolida como prática educativa e antirracista, capaz de articular arte, corpo e cidadania, promovendo inclusão e consciência crítica.Nesse contexto, o Projeto BIRIBA se alinha a esse movimento nacional de valorização da capoeira enquanto ferramenta de educação e transformação social, atuando de modo intersetorial entre cultura, educação, meio ambiente e identidade afro-brasileira. O projeto amplia o alcance das ações realizadas em 2025 e se insere no esforço de integrar saberes populares aos espaços formais e informais de aprendizagem, reafirmando a importância da capoeira como patrimônio imaterial e instrumento de resistência cultural.Em sua 2a edição, o Projeto se propõe a realizar atividades que não foram possíveis na primeira edição em virtude do valor inicialmente captado, ampliando o número de atividades formativas, culturais e comunitárias desenvolvidas pela Associação Cultural Axé Dendê Capoeira de Paracatu-MG, que desde 2016 atua na promoção da capoeira como expressão artística, educativa e social, reconhecida pela sua relevância regional e pelo impacto positivo junto às comunidades urbanas, quilombolas e escolares do município e região.A inclusão do Bloco Axé Dendê de Capoeira no Carnaval de Paracatu alinha-se diretamente aos princípios da IN MinC nº 23/2025, especialmente ao que dispõe o Art. 5º, incisos II e IV, que tratam do estímulo à difusão das expressões culturais e do fortalecimento do patrimônio imaterial nos territórios. O Carnaval é, historicamente, o maior evento popular de participação coletiva no Brasil — uma celebração que traduz a pluralidade cultural e o espírito comunitário. Inserir um bloco de capoeira nesse contexto significa devolver às ruas o protagonismo dos corpos negros, sua musicalidade e ancestralidade, reafirmando a capoeira como símbolo de resistência, arte e celebração da liberdade.O desfile reforça a dimensão educativa e cidadã do projeto, pois amplia a visibilidade das ações formativas realizadas ao longo do ano, permitindo que os alunos e capoeiristas participantes expressem seus aprendizados diante da comunidade. Além disso, fortalece o sentimento de pertencimento e promove a ocupação simbólica dos espaços públicos por manifestações de origem afro-brasileira, muitas vezes marginalizadas das grandes festas oficiais.Em 2025, a instituição proponente deste projeto consolidou um marco em sua história: a inauguração da sua Sede, localizada no bairro Paracatuzinho, que passa a funcionar como Centro Cultural Axé Dendê, um polo de referência da capoeira e das culturas afro-brasileiras no norte de Minas e em todo o Brasil. Esse espaço abriga aulas, oficinas, ensaios, seminários, rodas de capoeira, exposições e encontros multiculturais, tornando-se um ambiente permanente de formação, inclusão e pertencimento, ampliando o alcance e a sustentabilidade institucional do projeto.Com a existência da Sede, a potência do projeto se multiplica e com ela também a responsabilidade de manter um espaço em movimento. O Centro Cultural Axé Dendê torna-se, assim, o ponto de convergência das ações formativas e o local de preparação das atividades previstas neste projeto, bem como a possibilidade de receber outras ações de intercâmbio com outros fazedores de cultura, o que simboliza a expansão cultural e social da proposta e a necessidade ainda maior de aprovação deste projeto junto ao Ministério da Cultura. A Instituição encontra-se preparada para administrar com eficiência os recursos públicos como já vem fazendo com o projeto que encontra-se hoje em execução.
ETAPA: Pré-Produção – 02 mêses - Iniciar o levantamento mais específico das demandas;- Planejamento da comunicação; - Primeiros contatos com as cidades a serem visitadas;- Contratação dos prestadores de serviço, implantação dos controles e produção dos check lists. - Fechamento de parcerias com instituições, escolas, grupos culturais ou artísticos/artistas/produtores; ETAPA: Produção e Execução - 11 meses- Iniciar a execução a estratégia de divulgação que contemplará o planejamento de comunicação com criação da identidade visual e peças de divulgação, assessoria de imprensa para a mídia espontânea e contratação da mídia paga e o registro das principais atividades. - Produção e divulgação de todas as atividades; - Realização das atividades do projeto conforme o cronograma: - Aulas regulares de capoeira e danças afro-brasileiras para 300 alunos; 35 Palestras sobre temáticas Afro-brasileiras para os alunos do 1o ano do Ensino Médio da rede pública de ensino; 4 oficinas de construção de Berimbau aberto ao público em geral; 1 ação de plantio de árvores utilizadas para a construção do Berimbau (Pau-pereira e Biriba); 7 seminários temáticos nas comunidades quilombolas de Paracatu e a terceira edição dos Jogos Internacionais de Capoeira. - Registro e documentação fotográfica das atividades. ETAPA: Pós-produção - 30 dias Nesta última etapa, as atividades de gestão ocorrerão simultaneamente com as ações finalísticas para a finalização do projeto e fechamento dos relatórios de pós evento e prestação de contas para a entrega aos patrocinadores e demais órgãos pertinente
Não é o caso.
PROJETO PEDAGÓGICO (Síntese)Projeto: BIRIBA - Cultura, Educação e Sustentabilidade (2a Edição)Proponente: Associação Cultural Axé Dendê Capoeira de Paracatu‑MG1. APRESENTAÇÃO E ESCOPO DO PROJETO O Projeto BIRIBA 2026 – Cultura, Educação e Sustentabilidade continua e aprofunda as ações anteriores, com o intuito de expandir o alcance sociocultural, fortalecer o legado afro-brasileiro e quilombola em Paracatu e promover a conexão entre arte, educação e meio ambiente.“Biriba” remete à madeira de berimbau, símbolo da resistência e da cultura afro-brasileira, e também convoca a reflexão sobre sustentabilidade, integrando o plantio de mudas como contrapartida ambiental do projeto.As ações abrangem: aulas regulares de capoeira, ciclo de palestras, oficinas de construção de berimbau, ação coletiva de plantio de mudas, seminários em comunidades quilombolas, Jogos Internacionais de Capoeira e o desfile de carnaval do Bloco Axé Dendê.O Projeto fundamenta-se numa pedagogia que reconhece a capoeira como prática educativa integral, de corpo, musicalidade, história e cultura, calcado nos eixos:Pilares pedagógicos: • Ancestralidade – valorização dos saberes herdados e das memórias culturais. • Corporeidade – o corpo como espaço de expressão e aprendizagem. • Cidadania Cultural – direito à experiência artística-cultural. • Sustentabilidade – união entre cultura e meio ambiente. • Equidade Racial – promoção da educação antirracista. As metodologias adotadas são ativas e vivenciais: rodas de fala, oficinas práticas, jogos e partilhas culturais, com avaliação formativa e contínua. 2. EMENTAS DAS AÇÕESAulas Regulares de Capoeira e Danças Afro-BrasileirasObjetivo: desenvolver habilidades corporais, musicais e culturais da capoeira, integrando corpo e identidade. Conteúdos: fundamentos históricos e técnicos, musicalidade, canto, jogos, danças afro-brasileiras e rodas públicas. Metodologia: aulas práticas, rodas de capoeira, oficinas musicais, intercâmbio entre turmas. Avaliação: presença, participação e apresentações públicas. Ciclo de Palestras Afro-BrasileirasObjetivo: sensibilizar estudantes sobre cultura afro-brasileira e cidadania. Temas: identidade, ancestralidade, racismo estrutural, matrizes africanas, sustentabilidade. Metodologia: palestras dialogadas, vídeos, debates, microatividades reflexivas. Avaliação: participação, registro e devolutiva escolar. Oficinas de Construção de Berimbau Objetivo: ensinar a construção e simbolismo do berimbau. Conteúdos: seleção da madeira, preparo da verga, montagem e afinação. Metodologia: oficina técnica prática supervisionada. Avaliação: qualidade do instrumento e envolvimento do participante. Ação Coletiva de Plantio de MudasObjetivo: promover consciência ambiental e sustentabilidade cultural. Conteúdos: preparo do solo, plantio simbólico e cuidado das mudas. Metodologia: ação coletiva com rituais simbólicos e roda de canto. Avaliação: taxa de sobrevivência das mudas e participação ativa. Seminários 'Cultura e Identidade'Objetivo: fortalecer o protagonismo cultural quilombola e a memória coletiva. Conteúdos: história, práticas culturais locais, oficinas artísticas e rodas comunitárias. Metodologia: palestras, oficinas, apresentações culturais e rodas de fala. Avaliação: participação e produção cultural dos participantes. Jogos Internacionais de Capoeira Objetivo: consolidar intercâmbio cultural e valorização dos capoeiristas. Atividades: oficinas, competições, rodas culturais, premiações e feira cultural. Metodologia: vivência prática, feedback com mestres e eventos integrados. Avaliação: desempenho técnico e participação cultural. Desfile 'Bloco Axé Dendê'Objetivo: celebrar a ancestralidade afro-brasileira no Carnaval de Paracatu. Conteúdos: ensaios de música e dança, figurino e estética afro, roda pública. Metodologia: processo coletivo, ensaio, vivência performática e desfile. Avaliação: participação, impacto cultural e registro audiovisual. 3. PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO E CARGA HORÁRIA Atividades ao longo de 12 meses: Aulas regulares: 18 turmas, 360 alunos, 1.728h. Ciclo de palestras: 35 palestras, 1.192 alunos, 35h. Oficinas de berimbau: 6 oficinas, 80 pessoas, 18h. Plantio de mudas: 1 evento, 4h. Seminários: 7 encontros, 210 pessoas, 42h. Jogos Internacionais: 3 dias, 1.500 pessoas, 51h. Bloco Axé Dendê: 1 evento, 4h. Total: 1.880 horas e 3.342 participantes diretos. 4. INDICADORES DE APRENDIZAGEM E IMPACTO Quantitativos: frequência mínima de 75%, 360 alunos formados, 1.192 palestrados, 210 quilombolas nos seminários, 1.500 no evento final. Qualitativos: desenvolvimento motor e cultural, consciência identitária, valorização patrimonial e fortalecimento das redes culturais. Resultados esperados: engajamento comunitário e transformação social por meio da arte e da ancestralidade. 5. RECURSOS E INFRAESTRUTURA Instrumentos musicais, materiais de oficina, espaços culturais e escolares, som, audiovisual, materiais gráficos e transporte. Equipe: coordenação pedagógica, mestres de capoeira, oficineiros, equipe de apoio e comunicação. 6. METODOLOGIA E AVALIAÇÃO Metodologia: rodas de fala, oficinas práticas, trocas culturais, aulas participativas e experiências imersivas. Avaliação: formativa (frequência, desempenho, autoavaliação) e somativa (apresentações e relatórios finais). 7. CRONOGRAMA DETALHADO Janeiro: planejamento e parcerias. Fevereiro a Novembro: aulas e palestras. Fevereiro (Carnaval): desfile do Bloco Axé Dendê.Abril a Novembro: seminários quilombolas. Julho/Agosto: plantio de mudas. Setembro/Outubro: ensaios Bloco Axé Dendê. Outubro: Jogos Internacionais de Capoeira. Novembro/Dezembro: avaliações e relatórios. 8. REFERÊNCIASAGÊNCIA GOV. Novembro Negro: desigualdade racial e os direitos humanos, 2023. CAMARGO, Pablo Matos. Comunidades Quilombolas em Minas Gerais – CEDEFES, 2019. ]DOMINGUES, Petrônio. Movimento negro brasileiro, Revista Tempo, 2007. MINC. Seminário Internacional de Culturas Tradicionais e Populares e Justiça Climática, 2025.
Associação Cultural Axé Dendê Capoeira de Paracatu-MG Funções: Coordenação Geral A Associação foi criada e é mantida, desde 2016, com a missão de promover a capoeira como uma expressão cultural rica e diversificada, incentivando a inclusão, o respeito e a solidariedade entre seus praticantes. Em suas ações ela busca ser reconhecida como uma referência na formação de capoeiristas e na promoção da cultura afro-brasileira, contribuindo para o desenvolvimento social e cultural da comunidade. Oferece aulas de capoeira para todas as idades e níveis de habilidade, com foco no aprendizado técnico, na musicalidade e na filosofia da capoeira; capacita novos mestres e instrutores através de cursos e workshops, assegurando a continuidade da tradição e a qualidade do ensino; realiza eventos culturais, festivais e rodas de capoeira, rodas de conversa, debates, promovendo a interação entre praticantes e a comunidade em geral; desenvolve iniciativas que utilizem a capoeira como ferramenta de inclusão social, oferecendo atividades para jovens em situação de vulnerabilidade; promove parcerias com outras associações e grupos de capoeira, nacionais e internacionais para o capoturismo, a troca de experiências e conhecimento; e difunde a história e a filosofia da capoeira, ressaltando sua importância como patrimônio cultural imaterial do Brasil. Para alcançar seus objetivos, além das atividades regulares, a Axé Dendê promove eventos comunitários, festivais e projetos educacionais em escolas e comunidades. Tem realizado também trocas culturais com grupos internacionais, propiciando maior visibilidade aos capoeiristas de Paracatu e despertando o desejo de participar entre os jovens que almejam oportunidade de viajar, conhecer lugares e adquirir outras experiências. Darley Ferreira Gomes Funções: Coordenação de Oficinas/Oficineiro/Curador Com mais de 30 anos dedicados à capoeira, Darley Ferreira Gomes é mestre na arte e possui uma ampla bagagem prática e teórica. Ao longo de sua trajetória, ele não só ensinou, mas também criou e coordenou diversos projetos sociais, sempre com o objetivo de usar a capoeira como uma ferramenta poderosa de inclusão e transformação social. Seu trabalho reflete um profundo compromisso com a preservação e valorização da cultura afro-brasileira. Além de sua vasta experiência, Darley investiu em formações em educação física e desenvolvimento comunitário, o que enriquece sua prática com uma abordagem pedagógica, tornando suas aulas acolhedoras e transformadoras para os alunos. Liliane Silva Valadares Função: Arte-educadora Com mais de 15 anos de experiência, liliane é professora de capoeira e danças afro brasileira, trabalha com diversos projetos sociais, sempre com o objetivo de usar a capoeira como uma ferramenta poderosa de inclusão e transformação social. Seu trabalho reflete um profundo compromisso com a preservação e valorização da cultura afro-brasileira. Além de sua vasta experiência em trabalhos em grupo. Carlos Alberto Alves da Silva Função: Produtor/Arte-educador Apaixonado pelas danças afro-brasileiras, com mais de 20 anos de experiência. Sua atuação vai além dos movimentos da dança; ele promove autoconhecimento, valorização cultural e inclusão social. Ao longo de sua trajetória, Carlos trabalhou em diversos projetos comunitários e culturais, onde compartilha seu conhecimento com uma abordagem inclusiva e acolhedora. Conecta os alunos à história e ao significado profundo das danças afro, criando um espaço de troca e aprendizado. Ívina Silva Guimarães Função: Palestrante Mestrado em História Social da Cultura e Graduação em História (Licenciatura e Bacharelado) pela Universidade Federal de Minas Gerais Experiência em preservação, salvaguarda e promoção do patrimônio através do planejamento, coordenação e execução de projetos e eventos culturais. Experiência em cultura Afro-Brasileira tendo realizado educação patrimonial sobre quilombos, religiões de matriz africana e história da presença afro-brasileira em Paracatu. Responsável pela curadoria, pesquisa e escrita da exposição do Museu Histórico de Paracatu, incluindo a exposição dedicada cultura Afro-Brasileira. Co-responsável pelo cadastro dos Terreiros e Casas de Matriz Afrorreligiosas em Paracatu. Responsável pela pesquisa, levantamento histórico e registro da manifestação cultural quilombola “Caretagem”. Kátia Bizinotto Macedo dos Reis (KÁTIA BIZINOTTO) Função:Assessoria Jurídica e Consultoria de Produção Cultural Advogada, produtora e consultora. Como produtora coordenou diversos projetos e eventos durante sua trajetória, tais como: Encontro de Artes Cênicas do Cerrado (2 edições), Festival de Cenas Curtas de Uberlândia (9 edições); RETAGUARDA EM CENA, entre outros eventos e projetos. Foi dirigente por quase uma década (1999 a 2009-2017 a 2019) a ATU - Associação de Teatro de Uberlândia por uma década, tendo idealizado e coordenado a Mostra Nacional de Teatro SESC-ATU (06 edições); o FATU – Festival da ATU - de fomento ao Teatro (03 edições), além de ter participado como membro da Comissão de Seleção em diversos eventos culturais e editais. Como advogada, em 2014 graduou-se no Curso de Direito da UNIUB, tornando-se advogada e pesquisadora no campo dos Direitos Culturais. No mesmo ano fundou Comissão de Cultura da 13ª Subseção da OAB, da qual está como presidente, tendo publicado artigos e deenvolvido trabalhos técnicos nesta área. Fez parte do Comitê para o Plano Estadual de Cultura de Minas Gerais e idealizou 2017 o Seminário de Direitos Culturais, realizado por meio da OAB e Universidade Federal de Uberlândia duas edições (2017 e 2019), tendo atuado na organização, comitê científico e mesas. Participou como palestrante em 2018, 2020 e 2021, do Encontro Internacional de Direitos Culturais. Desde 2019 é conselheira, pela cadeira da OAB, do COMPHAC - Conselho de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural de Uberlândia. Outras funções serão preenchidas após o projeto ser captado e liberado para execução.
Produtos: TODOS Na realização de todas as atividades contidas no Projeto serão observadas a acessibilidade para pessoas com deficiência física, auditiva e visual conforme segue abaixo: ACESSIBILIDADE FÍSICA Idosos, pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida Estratégia: Em cada atividade que seja possível a participação conforme o tipo de deficiência física ou mobilidade reduzida haverá a comunicação acerca das medidas adotadas relacionadas à acessibilidade física.A sede do proponente também será preparada para ser acessível a pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida. As atividades externas serão nas escolas (que já possuem medidas de acessibilidade física) e outros espaços em que serão realizadas atividades serão providenciadas as medidas de acessibilidade para o público (rampas, banheiros acessíveis, entre outros) conforme estabelece a Legislação.ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO E COMUNICACIONAL Pessoas com deficiência visual: Estratégia: Realizar a audiodescrição das atividades, desde que tecnicamente possível e desde que este serviço seja oferecido na localidade. No mínimo, será garantida a autodescrição nas atividades.. Metodologia: Nas atividades em que for tecnicamente possível esta medida, será incluída na divulgação a comunicação de acessibilidade a pessoa com deficiência visual. Pessoas com deficiência auditiva Estratégia: Realizar a interpretação em libras, conforme a necessidade. Metodologia: Será incluída na divulgação das atividades do projeto a comunicação de acessibilidade a deficientes auditivos. No caso das oficinas abertas ao público em geral, haverá inscrição e a identificação desta medida de acessibilidade. Pessoas com deficiência intelectual Estratégia: utilizar a linguagem simples nas atividades oferecidas. A proponente buscará ampliar o acesso de suas ações ao máximo possível com base na legislação vigente. Todas as atividades realizadas nas escolas conta com as medidas de acessibilidade garantidas pelas escolas.
I - Da Democratização de Acesso Todas as atividades do projeto serão gratuitas e não será gerada receita com a venda dos produtos culturais. II - Da Ampliação de Acesso Conforme descrito no Art. 47 da IN 23/2025 como medida de ampliação de acesso o projeto prevê: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;