Início: 01/01/2028Término: 31/12/2028Aceite: 30/10/2025
O documentário acompanhará toda a trajetória do projeto Emprete-Ser _ Programa de Letramento Racial e Protagonismo Juvenil, registrando o processo formativo, as oficinas, os depoimentos, as mostras culturais e os impactos sociais das ações.A obra apresentará histórias de superação, pertencimento e fortalecimento identitário, revelando como a arte, a cultura e a educação antirracista se unem na construção de uma juventude protagonista.Duração estimada: 52 minutosFormato: Digital HD, com versões acessíveis (Libras, legendas e audiodescrição).Distribuição: Gratuita, com exibições públicas em espaços culturais, escolas e plataformas digitais do IDAECA e parceiros.
Objetivo Geral (Para quê?)Promover o fortalecimento identitário, o protagonismo e o letramento racial de jovens negros e pardos, utilizando a arte, a cultura e o audiovisual como ferramentas de transformação social, resultando na produção do documentário Emprete-Ser: Vozes da Juventude Negra, que registra e amplia o alcance das ações formativas e seus impactos sociais.Objetivos Específicos (Quais? Quantos?)Realizar 2 ciclos formativos com 50 jovens por ciclo (100 participantes diretos), promovendo oficinas artísticas e educativas sobre identidade, cultura afro-brasileira e cidadania.Capacitar até 100 educadores e instrutores em práticas pedagógicas antirracistas e metodologias decoloniais.Constituir o Comitê de Diversidade Juvenil, com participação ativa dos alunos, para fomentar o protagonismo e o engajamento comunitário.Registrar em audiovisual todas as etapas do projeto, incluindo oficinas, rodas de conversa, visitas culturais e cerimônia final, totalizando cerca de 80 horas brutas de gravação.Produzir e lançar o documentário Emprete-Ser: Vozes da Juventude Negra, com duração de 52 minutos, acessível em Libras, legendas e audiodescrição.Realizar 1 Mostra Cultural e Cerimônia Pública de Encerramento, com exibição do documentário e apresentações dos participantes.Disponibilizar o filme gratuitamente em plataformas digitais e promover exibições presenciais em escolas, cineclubes e centros culturais.Publicar 1 e-book digital com a metodologia aplicada, relatos dos participantes e resultados da pesquisa de impacto social.Executar pesquisa avaliativa sobre o impacto das ações junto aos jovens e educadores, sistematizando dados quantitativos e qualitativos.
Por que a Lei de Incentivo à Cultura?A realização do documentário Emprete-Ser: Vozes da Juventude Negra requer o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei Federal nº 8.313/1991 (Lei Rouanet) por se tratar de uma iniciativa de relevante interesse público, voltada à formação, difusão cultural e promoção da igualdade racial. O projeto depende de recursos financeiros que viabilizem a produção audiovisual, a equipe técnica especializada, os processos de acessibilidade e a gratuidade integral das atividades e exibições.O projeto se enquadra nos incisos I e II do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, pois:Inciso I: promove o estímulo à produção, difusão e circulação de bens culturais, neste caso, um documentário de caráter educativo e social que amplia o acesso à cultura afro-brasileira e ao debate sobre equidade racial;Inciso II: apoia o desenvolvimento de atividades culturais e artísticas que contribuam para a formação de cidadãos e para a preservação e valorização das expressões culturais da sociedade brasileira.Além disso, o Emprete-Ser atende aos objetivos previstos no Art. 3º da mesma lei, especialmente:Inciso I: estimular a produção e a difusão cultural no território nacional;Inciso III: proteger as expressões culturais dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira;Inciso IV: promover e difundir a diversidade cultural e social;Inciso V: valorizar as manifestações culturais afro-brasileiras;Inciso VII: apoiar o uso de novas tecnologias na produção e difusão cultural, por meio da linguagem audiovisual e de plataformas digitais acessíveis.O apoio via Lei Rouanet é, portanto, essencial para garantir a execução gratuita e inclusiva de todas as etapas do projeto — desde as oficinas até a produção e distribuição do documentário — assegurando qualidade técnica, acessibilidade (Libras, legendas e audiodescrição) e democratização do acesso à cultura, especialmente entre jovens em situação de vulnerabilidade social.