Início: 01/05/2027Término: 01/03/2028Aceite: 22/01/2026
GALERIA AMAZÔNIA POVOS ANCESTRAIS é a terceira edição de um projeto artístico-cultural itinerante realizado na Bacia Amazônica, a bordo de uma embarcação que percorre os rios Negro e Amazonas. A iniciativa promove a troca de conhecimentos entre artistas visuais, escritor e povos originários e comunidades ribeirinhas, por meio de processos criativos coletivos e convivência direta nos territórios visitados. Durante 22 dias de navegação, o projeto passará por cerca de 22 comunidades indígenas e ribeirinhas, incluindo povos como Baré, Baniwa, Kambeba, Tukano e Kokama, além de comunidades como Amatari e Mocambo. As ações incluem oficinas de graffiti, produção de obras visuais inspiradas nos territórios e um diário de bordo literário, que dará origem a um livro bilíngue em português e nheengatu. Todas as atividades são gratuitas e voltadas à valorização dos saberes ancestrais, à democratização do acesso à arte e ao fortalecimento do intercâmbio cultural.
Produto Livro – “Travessia Ancestral: Diário de Bordo Amazônico” Travessia Ancestral: Diário de Bordo Amazônico é uma publicação literária e documental produzida a partir de uma expedição fluvial pela Bacia Amazônica, reunindo textos e registros fotográficos que documentam saberes ancestrais, modos de vida, práticas culturais, culinária tradicional e a relação das comunidades indígenas e ribeirinhas com o território. O livro será distribuído gratuitamente ao público durante a exposição itinerante e em ações culturais do projeto, ampliando o acesso democrático ao conteúdo. A edição bilíngue (português e nheengatu) reforça a inclusão linguística e a valorização das línguas originárias, além de possibilitar sua difusão em formato digital por meio das plataformas do projeto.Classificação indicativa etária: Livre, acessível a todos os públicos. Produto Oficinas de Graffiti As Oficinas de Graffiti são ações formativas gratuitas realizadas em comunidades indígenas e ribeirinhas ao longo da expedição, abertas à participação dos moradores locais. Conduzidas por artistas visuais embarcados, as oficinas promovem a troca de conhecimentos entre a arte urbana contemporânea e os grafismos, narrativas e simbologias ancestrais, resultando na criação coletiva de grafites nos territórios visitados. Como estratégia de democratização do acesso, as oficinas são presenciais, abertas e registradas em mídia digital, permitindo a ampliação do alcance do conteúdo por meio de publicações, registros audiovisuais e compartilhamento online. Classificação indicativa etária: Livre, acessível a todos os públicos.
OBJETIVO GERAL Promover a troca de conhecimentos, saberes e práticas artísticas entre artistas visuais, escritor e povos originários e comunidades ribeirinhas da Bacia Amazônica, por meio de ações culturais itinerantes que valorizem os saberes ancestrais, ampliem o acesso democrático à arte e fortaleçam o intercâmbio cultural entre diferentes territórios do Brasil. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Produto Oficinas de Graffiti: Realizar oficinas de graffiti em comunidades indígenas e ribeirinhas ao longo da expedição fluvial, resultando na produção de 80 grafitis, desenvolvidos por 6 artistas visuais, em processo de troca de saberes com os povos ancestrais. 2) Produto Livro: Pesquisar, escrever, produzir e publicar o livro "Travessia Ancestral _ Diário de Bordo Amazônico", em edição bilíngue (português e nheengatu), reunindo registros literários e fotográficos das vivências, saberes, materiais, práticas culturais, culinária e relação com o território das comunidades visitadas.3) Produto Exposição Itinerante: Realizar, ao término da expedição, uma exposição itinerante de artes visuais, composta por 12 telas criadas pelos 6 artistas embarcados, acompanhada da distribuição gratuita dos livros impressos
O projeto Galeria Amazônia _ Povos Ancestrais demanda o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, previsto na Lei nº 8.313/91, devido à sua complexidade logística, caráter itinerante, realização em territórios de difícil acesso e compromisso com a gratuidade e a democratização do acesso à cultura. A execução do projeto envolve deslocamento fluvial, equipe artística multidisciplinar, produção de obras, edição de livro e realização de exposição, o que inviabiliza sua realização por meios comerciais ou autofinanciados. A Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para viabilizar financeiramente iniciativas que promovem o acesso à cultura em regiões historicamente afastadas dos circuitos culturais tradicionais, como a Amazônia, garantindo que povos originários e comunidades ribeirinhas participem ativamente dos processos de criação artística. O projeto enquadra-se nos incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, especialmente por: * contribuir para o acesso democrático às fontes da cultura; * promover a regionalização da produção cultural, valorizando expressões fora dos grandes centros urbanos; * apoiar a valorização, difusão e intercâmbio de manifestações culturais; * proteger e valorizar as culturas populares, indígenas e tradicionais. Atende também aos objetivos do Art. 3º da referida Lei, ao: * estimular a regionalização das ações culturais; * proteger e valorizar as manifestações culturais indígenas e populares; * promover a produção, circulação e difusão de bens culturais; * incentivar o intercâmbio cultural entre diferentes territórios e agentes culturais; * ampliar o acesso gratuito da população aos bens culturais. Dessa forma, o uso do mecanismo de incentivo fiscal se justifica como instrumento essencial para assegurar a realização do projeto, fortalecendo a diversidade cultural brasileira, preservando saberes ancestrais e promovendo inclusão cultural, em consonância com os princípios e objetivos da Lei de Incentivo à Cultura.
PRÉ-PRODUÇÃO – 90 DIAS Etapa dedicada ao planejamento e organização do projeto, contemplando a contratação da equipe técnica e prestadores de serviço, incluindo coordenação, direção, produção, assistentes de produção, auxiliar administrativo, assessoria de comunicação, web designer, programador visual, fotógrafo, responsável pelo registro audiovisual e consultoria de acessibilidade. Inclui ainda a seleção dos artistas visuais e do escritor, definição das comunidades a serem visitadas, planejamento logístico da expedição, locação da embarcação amazônica, adequação dos espaços para oficinas e exposição, desenvolvimento do site e planejamento das ações de comunicação e mídia digital. PRODUÇÃO / EXECUÇÃO – 64 DIAS 4 dias – Montagem e adequação da embarcação, organização logística e preparação dos espaços de trabalho. 4 dias – Navegação até a primeira comunidade, dedicada exclusivamente ao deslocamento fluvial. 22 dias – Execução do projeto nas comunidades indígenas e ribeirinhas selecionadas, com realização das oficinas de graffiti, produção das obras visuais, registros literários e fotográficos e produção de conteúdos para mídia digital. 4 dias – Desmontagem da estrutura fluvial, organização dos materiais e retorno da embarcação. 30 dias – Realização da exposição itinerante de artes visuais, apresentando as 12 telas produzidas pelos artistas, com lançamento e distribuição gratuita do livro “Travessia Ancestral – Diário de Bordo Amazônico”, aberto ao público. PÓS-PRODUÇÃO – 30 DIAS Etapa destinada à destinação das obras, consolidação do acervo, finalização do relatório fotográfico, organização dos registros digitais, fechamento financeiro e preparação da prestação de contas ao ProNAC / Ministério da Cultura. DURAÇÃO TOTAL DO PROJETO Pré-produção: 90 dias Produção / Execução: 64 dias Pós-produção: 30 dias Duração total: 184 dias Período disponível para Prestação de Contas: conforme normas do ProNAC.
COMUNIDADES A SEREM VISITADAS 1. São Gabriel da Cachoeira – AM Atividades: Oficinas de graffiti e intercâmbio cultural. Povos/Grupos: Arapaço, Baniwa, Barasana, Baré, Desana, Hupda, Karapanã, Kubeo, Kuripako, Makuna, Miriti-tapuya, Nadob, Pira-tapuya, Siriano, Tariano, Tukano, Tuyuka, Wanana, Werekena, Yanomami e outros habitantes indígenas urbanos e rurais. 2. Iauaretê (distrito de SGC) – AM Atividades: Oficina + registro de práticas culturais. Povos/Grupos: Tukano (população majoritária). 3. Taracuá – AM Atividades: Oficina + intervenção artística colaborativa. Povos/Grupos: Tukano. 4. Santa Isabel do Rio Negro – AM Atividades: Oficina + intercâmbio de saberes. Povos/Grupos: Populações indígenas associadas às Terras Indígenas Rio Teá (Baré, Desana, Nadöb, Pira-tapuya, Tukano). 5. Comunidade Três Unidos – AM Atividades: Oficina + mediação cultural. Povos/Grupos: KAMBEBA 6. Comunidade Flutuante do Catalão – AM Atividades: Oficina + registro audiovisual. Povos/Grupos: Ribeirinhos amazônicos e circulação de povos indígenas próximos. (base regional) 7. Novo Airão – AM Atividades: Oficina + diálogo com artesanatos locais. Povos/Grupos: Baré e ribeirinhos locais, com intercâmbio urbano-ribeirinho. (base regional) 8. Manaus – AM (centro urbano) Atividades: Oficina, mediação cultural e performance pública. Povos/Grupos: Indígenas urbanos – Tikuna, Sateré-Mawé, Kokama, Baré e outras etnias em contexto urbano. 9. Bairro Augusto Montenegro – Manaus – AM Atividades: Oficina + intercâmbio com grupos urbanos tradicionais. Povos/Grupos: Indígenas urbanos (Tikuna, Sateré-Mawé, Kokama, Baré). 10. Comunidade Cipiá – Manaus – AM Atividades: Oficina e exibição de materiais digitais. Povos/Grupos: Comunidade indígena aberta ao etnoturismo (Cipiá). 11. Comunidade Tatuyo – Manaus – AM Atividades: Oficina colaborativa. Povos/Grupos: Comunidade indígena Tatuyo. 12. Comunidade Diakuru – Manaus – AM Atividades: Oficina + narrativa audiovisual. Povos/Grupos: Comunidade indígena Diakuru. 13. Comunidade Tuyuka – Manaus – AM Atividades: Oficina + intercâmbio linguístico. Povos/Grupos: Comunidade indígena Tuyuka (etnia tucano). 14. Manacapuru – AM Atividades: Oficina + documentação fotográfica. Povos/Grupos: Kokama e ribeirinhos amazônicos (região do médio Solimões). (contexto regional geral) 15. Urucurituba – AM Atividades: Oficinas + diálogo com práticas ribeirinhas. Povos/Grupos: Ribeirinhos tradicionais e povos em circulação regional. 16. Itacoatiara – AM Atividades: Oficinas + intercâmbio educativo. Povos/Grupos: Sateré-Mawé, Munduruku e Kokama (regiões próximas). (base etnográfica regional) 17. Porto de Novo Remanso – AM Atividades: Oficina em área ribeirinha estratégica. Povos/Grupos: Ribeirinhos e influência de povos próximos como Sateré-Mawé. 18. Parintins – AM Atividades: Oficina + exposição preliminar de telas. Povos/Grupos: Sateré-Mawé, Munduruku, Kokama e ribeirinhos amazônicos. 19. Comunidade Juruti – PA Atividades: Oficina + intercâmbio com artes locais. Povos/Grupos: Munduruku, Mura e populações ribeirinhas. (base regional geral) 20. Juruti – PA Atividades: Oficina + registros comunitários. Povos/Grupos: Munduruku, Mura e ribeirinhos amazônicos. 21. Oriximiná – PA Atividades: Oficina + ativação cultural local. Povos/Grupos: Wai Wai, Katxuyana, Tunayana, Xereu, Hixkaryana e comunidades quilombolas tradicionais. 22. Óbidos – PA Atividades: Oficina de encerramento + exposição aberta ao público. Povos/Grupos: Munduruku, Arapium e ribeirinhos amazônicos – grupos tradicionais do Baixo Amazonas. FORMATO DO ROTEIRO Duração: 22 dias – 1 dia por comunidade Atividades por localidade: Oficina de graffiti, intercâmbio cultural, registro (fotográfico/literário), mediação indígena, diálogo com saberes tradicionais e socialização artística Classificação: Livre Acessibilidade: Interpretação em Libras, descrição oral de conteúdos, adaptação de espaços de trabalho e circulação, inclusão plena de participantes PCD Povos indígenas citados: Com base em dados etnográficos reconhecidos para a região (Alto Rio Negro: Tukano, Baniwa, Baré, etc.; outras localidades: povos locais e comunidades tradicionais) MAPA TEXTUAL – REGIÕES E POVOS ORIGINÁRIOS ATENDIDOS ALTO RIO NEGRO – AMAZONAS Localidades: São Gabriel da Cachoeira, Iauaretê, Taracuá, Santa Isabel do Rio Negro Povos Originários: Arapaço, Baniwa, Barasana, Baré, Desana, Hupda, Karapanã, Kubeo, Kuripako, Makuna, Miriti-Tapuya, Nadöb, Pira-Tapuya, Siriano, Tariano, Tukano, Tuyuka, Wanana, Werekena, Yanomami. Característica do território: Região com uma das maiores concentrações de povos indígenas do Brasil, forte diversidade linguística e cultural, com protagonismo indígena na gestão territorial. BAIXO RIO NEGRO E REGIÃO METROPOLITANA DE MANAUS – AMAZONAS Localidades: Comunidade Três Unidos, Comunidade Flutuante do Catalão, Novo Airão, Manaus, Bairro Augusto Montenegro, Comunidades indígenas urbanas (Cipiá, Tatuyo, Diakuru, Tuyuka). Povos Originários: Baré, Baniwa, Tukano, Tuyuka, Tikuna, Sateré-Mawé, Kokama. Característica do território: Convivência entre comunidades ribeirinhas, indígenas tradicionais e indígenas em contexto urbano, com forte intercâmbio cultural e processos de resistência identitária. MÉDIO SOLIMÕES E MÉDIO AMAZONAS – AMAZONAS Localidades: Manacapuru, Urucurituba, Itacoatiara, Porto de Novo Remanso, Parintins. Povos Originários: Sateré-Mawé, Munduruku, Kokama, Mura. Característica do território: Região marcada por populações indígenas em circulação fluvial, comunidades ribeirinhas e forte presença da cultura popular amazônica integrada aos modos de vida ancestrais. BAIXO AMAZONAS – PARÁ Localidades: Juruti, Oriximiná, Óbidos. Povos Originários: Munduruku, Mura, Arapium, Wai Wai, Katxuyana, Tunayana, Xereu, Hixkaryana. Outros grupos tradicionais: Comunidades quilombolas e ribeirinhas historicamente estabelecidas. Característica do território: Área de alta diversidade étnica, com coexistência entre povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais, marcada por processos de memória, oralidade e resistência cultural.
1) Produto Oficinas de Graffiti Formato: Presencial Capacidade: 500 participantes ao longo de 22 dias (média de 16 a 17 participantes por localidade) Tempo de duração: 22 dias, com permanência média de 1 dia em cada comunidade Quantidade de obras executadas: 1 graffiti por parada x 5 artistas = 80 grafites (média considerando condições climáticas) Local: Comunidades indígenas e ribeirinhas visitadas durante a expedição fluvial Ingresso: 100% gratuito Seleção: Convite aberto à comunidade local, com participação por ordem de chegada, priorizando alunos da rede pública local Democratização e Acessibilidade: Atividade gratuita, aberta ao público local, com adoção de estratégias de acessibilidade física e de conteúdo, sempre que tecnicamente possível, garantindo a participação de pessoas com deficiência. 2) Produto Livro – “Travessia Ancestral: Diário de Bordo Amazônico” Formato: Publicação impressa e digital Capacidade: Distribuição gratuita ao público, comunidades participantes, instituições culturais, educacionais, bibliotecas públicas e entidades representativas dos povos originários Tempo de duração: Produção e distribuição ao longo do período do projeto Especificações técnicas: Livro com 60 páginas, edição bilíngue (português e nheengatu), capa em papel couchê 250g e miolo em papel 90g Local: Distribuição nas comunidades visitadas, exposição itinerante e instituições culturais Ingresso: Gratuito Seleção: Distribuição direta ao público e às instituições parceiras Democratização e Acessibilidade: Distribuição gratuita e previsão de versão digital acessível, com linguagem clara e compatível com leitores de tela. 3) Produto Exposição Formato: Presencial Capacidade: Público estimado conforme os espaços expositivos, com acesso contínuo durante o período expositivo Tempo de duração: 30 dias de exposição ao término da expedição Quantidade de obras expostas: 12 telas produzidas pelos 6 artistas embarcados Local: Espaços culturais e locais públicos definidos pelo projeto Ingresso: Entrada franca Seleção: Livre acesso ao público em geral Democratização e Acessibilidade: Exposição gratuita, com adoção de recursos de acessibilidade física e de conteúdo, como textos descritivos, audiodescrição e circulação acessível, sempre que tecnicamente possível. 4) Produto Mídia Digital Formato: Digital / online Capacidade: Público amplo e irrestrito por meio de plataformas digitais e redes sociais Tempo de duração: Divulgação contínua durante a expedição e no período pós-projeto Conteúdo: Registros fotográficos, vídeos, relatos do processo criativo e transmissões ao vivo Local: Plataformas digitais e redes sociais do projeto Ingresso: Gratuito Seleção: Livre acesso ao público em geral Democratização e Acessibilidade: Conteúdos disponibilizados gratuitamente, com recursos de acessibilidade como legendas descritivas, audiodescrição e Libras, sempre que possível.
1. FÁBIO SOUZACargo: Diretor Geral – Responsável legal pela empresa proponente (Mosaiky) Atribuições: Gestão técnico-financeira, coordenação estratégica e condução do processo decisório do projeto. Formação: Artista plástico e escultor, atuante em projetos culturais desde 2015. PCD: Pessoa com deficiência física – encurtamento dos membros inferiores. Principais Trabalhos: • 2025: Graffiti PraCegoVer (Edições São Paulo e Nacional); Exposição Tapete Vermelho (arte inclusiva). • 2024: Catálogo Zoo Urbano; Exposição Adelaide; Galeria Amazônia 1; Cine Rodas (Edição Game e Edição Acessível); Cine Geek Game. • 2023: Zoo Urbano Play; Zoo Urbano Animais Notáveis; Cine Geek SP e Pará; Ultimate Artist 2. • 2022: Cine Rodas SP; Museu de Arte de Rua; Zoo Urbano 03. • 2021: Ultimate Artist I; Cine Rodas São Paulo; exposições e projetos audiovisuais. • 2020: Arte na Cara (exposição virtual); Coração de Mãe; Zoo Urbano; Cine Rodas Nordeste. 2. SUELI PARISI Cargo: Coordenadora Geral do Projeto Atribuições: Gestão executiva do projeto (planejamento, captação, execução e prestação de contas), articulação institucional e coordenação das equipes. PCD: Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Principais Trabalhos: Coordenação Geral de Projetos (2016–2025): • Mais de 60 projetos aprovados e executados por meio de leis de incentivo (municipais, estaduais e federais). • Zoo Urbano (desde 2016): mais de 70 esculturas gigantes exibidas no Brasil e América Latina. • Cine Rodas (mais de 10 edições): circuito itinerante com carreta-cinema em comunidades. • Graffiti PraCegoVer (2023–2025): impacto estimado de 250 mil pessoas em três edições. Eventos de Destaque: • Reprogramando São Paulo (2015): mostra de Burt Sun no Parque Ibirapuera (indicado a melhor evento cultural). • Hosh Hashaná Urbano (2016): evento cultural judaico em espaço público, com operação de alta segurança. • Suíça Humanitária (2016): exposição fotográfica com totens solares no Parque Ibirapuera. • Natal da Xuxa (2023): coordenação geral no Grand Plaza Shopping (Santo André). • Verão Dó Ré Mi (2020): turnê nacional de coral infantil. 3. ROBERTO PARISI Cargo: Autor / Curador Formação: • Licenciado em História (FMU). • Pós-graduado em História da Arte, Curadoria e Práticas de Ensino Superior (Universidade Estácio de Sá). PCD: Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Principais Trabalhos: 2025: • Graffiti PraCegoVer – Edição São Paulo e Edição Nacional. • Exposição Tapete Vermelho (telas interativas inclusivas para pessoas com deficiência visual). 2024: • Lançamento do Catálogo Zoo Urbano (registro de 70 obras em 10 edições). • Exposição Adelaide (escultura produzida com fitas VHS recicladas). • Galeria Amazônia 1 (expedição na Bacia Amazônica com 100 grafites e cinema). • Cine Rodas – Edição Game e Edição Acessível. • Cine Geek Game (interior e capital de São Paulo). 2023: • Zoo Urbano Play; Zoo Urbano Circulação; Zoo Urbano 3; Zoo Urbano Animais Notáveis. • Cine Geek SP; Natal da Xuxa (Grand Plaza Shopping); Graffiti #PraCegoVer (Berlim/SP). 2022: • Nu Bank (pintura de cartões); Foxconn (vídeo institucional); Rexona (revitalização de escadarias). 2021: • Ultimate Artist (websérie); Cine Rodas São Paulo. 2020: • Arte na Cara (máscaras customizadas); Coração de Mãe; Graffiti Consulado da Mulher. • A Arte de Viver (8 galerias instaladas em shoppings de São Paulo). 2019: • Street Art Fest (Beco do Batman); Art Day Granja Vianna. 2018: • Galeria Granja Viana (curadoria permanente); Uma Outra Estória (homenagem a Ayrton Senna). 4. MURILLO CESAR DENARDO Cargo: Diretor de Arte Formação: Design de Games; Design de Som e Produção Musical; formação complementar no Canadá. PCD: Pessoa com deficiência visual – baixa visão. Principais Trabalhos: Direção Artística (2016–2025): • Graffiti PraCegoVer (edições São Paulo e Nacional). • Exposição Tapete Vermelho (telas interativas inclusivas). • Lançamento do Catálogo Zoo Urbano (design gráfico e fotografia). • Exposição Adelaide (escultura com fitas VHS recicladas). • Galeria Amazônia 1 (direção de arte em expedição na Amazônia). • Cine Rodas – Edição Game e Edição Acessível (design de comunicação). • Cine Geek Game (concepção visual para interior e capital de São Paulo). Projetos Multimídia: • Ultimate Artist (websérie); Arte na Cara; Coração de Mãe; Street Art Fest. Experiência Internacional: • Muskoka Language International – Canadá (2014–2016): produção de minidocumentários e gestão de mídias sociais. Outros Destaques: • Criação de trilhas sonoras para games (Cat’s in the Sky). • Direção artística do barco itinerante Serasa, com circulação por 40 cidades brasileiras.
O projeto Galeria Amazônia – Povos Ancestrais garante acessibilidade em todas as ações culturais propostas, adotando medidas que asseguram à pessoa com deficiência, pessoa idosa ou com mobilidade reduzida o acesso autônomo aos bens culturais, por meio de adaptações razoáveis, tecnologias assistivas e estratégias de comunicação acessível, sempre que tecnicamente possível. ACESSIBILIDADE FÍSICA As ações do projeto serão realizadas a bordo de embarcação adaptada, equipada com rampa de acesso e espaços de circulação livres de obstáculos, permitindo o deslocamento seguro de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida durante as oficinas, exposição e demais atividades. ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO 1) Produto Oficinas de Graffiti: As oficinas contarão com intérprete de Libras durante toda a realização das atividades. A mediação será feita com linguagem falada clara e descritiva, favorecendo a compreensão por pessoas com deficiência intelectual, espectros e limitações idiomáticas. Sempre que possível, serão disponibilizados materiais informativos em Braille. 2) Produto Livro: O livro “Travessia Ancestral – Diário de Bordo Amazônico” será produzido com atenção à linguagem acessível, prevendo recursos de audiodescrição do conteúdo visual e estratégias de mediação de leitura, ampliando o acesso ao conteúdo por pessoas com deficiência visual ou dificuldades de leitura. 3) Produto Exposição Itinerante: A exposição contará com fichas técnicas e textos curatoriais acessíveis, versões em Braille, além de descrição verbal das obras realizada por mediadores capacitados. Durante as visitas e ações educativas, haverá intérprete de Libras, garantindo o acesso de pessoas com deficiência auditiva. A montagem respeitará a circulação de pessoas com mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE DIGITAL:Comunicação e Conteúdo Digital: Os materiais de comunicação do projeto seguirão critérios de acessibilidade, com vídeos em Libras, legendas descritivas e opção de áudio, em conformidade com a legislação vigente de acessibilidade.SITES E COMUNICAÇÃO VISUAL: Terá versão em Libras e opção em áudio de acordo com Art. 51. "Considerando o disposto no art. 64 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, é obrigatória a acessibilidade nos sítios da internet previstos em propostas culturais, para uso da pessoa com deficiência, garantindo-lhe acesso às informações disponíveis, conforme as melhores práticas e diretrizes de acessibilidade adotadas internacionalmente."
O projeto Galeria Amazônia – Povos Ancestrais assegura a democratização do acesso à cultura por meio da distribuição gratuita e da ampla circulação de todos os seus produtos culturais, sem qualquer finalidade comercial. 1) Produto Oficinas de Graffiti: As oficinas de graffiti serão realizadas gratuitamente nas comunidades indígenas e ribeirinhas visitadas durante a expedição fluvial, com acesso livre aos moradores locais, estimulando a participação direta da comunidade nos processos criativos e na troca de saberes entre artistas e povos ancestrais. 2) Produto Livro: O livro “Travessia Ancestral – Diário de Bordo Amazônico” será distribuído gratuitamente, com parte da tiragem destinada às comunidades participantes, instituições culturais, educacionais, bibliotecas públicas e entidades representativas dos povos originários, ampliando o acesso ao conteúdo cultural produzido. 3) Produto Exposição Itinerante: A exposição itinerante de artes visuais será realizada com entrada franca, possibilitando o acesso de diferentes públicos às 12 telas produzidas pelos 6 artistas embarcados, promovendo a descentralização da fruição artística e alcançando públicos fora dos circuitos culturais tradicionais. 4) Produto Mídia Digital: Os conteúdos do projeto serão divulgados gratuitamente por meio de plataformas digitais, incluindo registros fotográficos, vídeos, relatos do processo criativo e transmissões ao vivo, ampliando o alcance do projeto para além dos territórios visitados e permitindo o acesso do público em geral aos resultados e vivências da expedição.