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Meu Doce Rio – Exposição Fotográfica Itinerante

Início: 01/04/2027Término: 31/12/2027Aceite: 11/02/2026

Resumo

"Meu Doce Rio _ Exposição Fotográfica Itinerante" propõe a circulação de 20 fotografias autorais de Erica Pertel dedicadas ao Rio Doce capixaba, apresentadas em formato expográfico por meio de cinco módulos tridimensionais especialmente projetados para espaços públicos externos. A exposição será realizada em quatro municípios banhados pelo rio — Colatina, Baixo Guandu, Marilândia e Linhares — promovendo o acesso gratuito à arte e à fotografia, valorizando o patrimônio natural e cultural da região e estimulando a reflexão sobre a relação entre paisagem, memória e identidade territorial. O projeto envolve a criação e fabricação dos módulos expositivos, impressão das imagens em materiais duráveis e adequados para área externa, montagem e desmontagem itinerante, além de ações de comunicação e registro audiovisual. A iniciativa amplia o alcance de uma exposição já consolidada, transformando-a em uma experiência artística itinerante, inédita e acessível.

Sinopse

A exposição fotográfica “Meu Doce Rio – Exposição Fotográfica Itinerante” apresenta um conjunto de 20 fotografias autorais de Erica Pertel dedicadas ao Rio Doce capixaba. As imagens, no formato de 1,00 m x 0,60 m, acompanham visualmente o percurso do rio desde sua entrada no Espírito Santo, em Baixo Guandu, até sua foz no Oceano Atlântico, no distrito de Regência, em Linhares, revelando diferentes paisagens, margens, águas, luminosidades e a presença do rio no cotidiano das cidades que ele atravessa.As fotografias compõem um retrato sensível e contemporâneo desse patrimônio natural e cultural, articulando natureza, território e memória ao longo de todo o seu trajeto no estado. A curadoria propõe uma leitura contínua do Rio Doce como fluxo — geográfico, histórico e simbólico — convidando o público a percorrer esse caminho por meio das imagens.As obras serão exibidas em cinco módulos tridimensionais especialmente projetados para instalação em espaços públicos externos, criando uma experiência imersiva e circular, na qual o público pode caminhar ao redor das estruturas e fruir as fotografias de diferentes perspectivas. Cada módulo contará com placa informativa e QR Code que direciona para conteúdos complementares sobre a obra, incluindo textos e audiodescrição das fotografias.A exposição será apresentada gratuitamente durante um fim de semana (sábado e domingo) em cada uma das quatro cidades banhadas pelo rio — Colatina, Baixo Guandu, Marilândia e Regência (Distrito de Linhares, na foz do Rio Doce) — integrando arte e espaço urbano e promovendo o encontro espontâneo entre público e obra.Classificação indicativa: Livre para todos os públicos.

Objetivos

OBJETIVOS Objetivo Geral: Realizar a exposição fotográfica itinerante "Meu Doce Rio - Exposição Fotográfica Itinerante", apresentando 20 fotografias autorais de Erica Pertel em cinco módulos tridimensionais (4 fotografias de 1m x 0,6m por módulo) instalados em espaços públicos de Colatina, Baixo Guandu, Marilândia e Linhares, promovendo o acesso gratuito à arte, valorizando o patrimônio natural e cultural do Rio Doce e fortalecendo a relação da população com o território em que vive.Objetivos Específicos:- Conceber, produzir e instalar cinco módulos expositivos tridimensionais adequados para áreas externas, garantindo qualidade estética, segurança e durabilidade.- Imprimir e apresentar as 20 fotografias em materiais resistentes às condições climáticas, com acabamento profissional e padrão museográfico.- Circulação da exposição por quatro municípios banhados pelo Rio Doce, ampliando o alcance territorial e o acesso público à obra.- Valorizar o Rio Doce como patrimônio natural, cultural e simbólico por meio da linguagem fotográfica.- Integrar arte e espaço urbano, transformando praças, orlas ou áreas de circulação em ambientes expositivos abertos.- Estimular a sensibilização e a reflexão do público sobre paisagem, memória, identidade e preservação ambiental.- Registrar e documentar a exposição (fotografia e vídeo) para fins de memória, divulgação e prestação de contas.- Fortalecer a trajetória artística e cultural de Erica Pertel, ampliando a visibilidade de seu trabalho no Espírito Santo.

Justificativa

O projeto "Meu Doce Rio - Exposição Fotográfica Itinerante" se justifica pela relevância artística, cultural, ambiental e territorial do Rio Doce para o Espírito Santo e, em especial, para os municípios capixabas banhados por ele (Colatina (cidade da proponente), Baixo Guandu, Marilândia e Linhares). O rio constitui não apenas um elemento natural, mas um eixo histórico, econômico, simbólico e afetivo para as populações que vivem às suas margens, sendo parte fundamental da identidade regional.A fotógrafa e produtora cultural Erica Pertel possui trajetória consolidada na documentação visual de Colatina e do território capixaba, tendo realizado exposições e obras audiovisuais que dialogam diretamente com memória, paisagem e pertencimento. A exposição "Meu Doce Rio", já apresentada anteriormente em Colatina, de maneira mais simples (2023 - @meudocerio), reúne 20 fotografias autorais que revelam diferentes olhares sobre o rio — suas paisagens, seus ritmos, suas águas e sua presença no cotidiano das cidades — configurando um registro sensível e contemporâneo desse patrimônio natural.A presente proposta amplia e qualifica essa exposição ao apresentá-la em um novo formato expográfico, por meio de cinco módulos tridimensionais especialmente projetados para espaços públicos externos, nos quais as imagens, em tamanho de 1,00 m x 0,60 m, serão impressas em materiais duráveis e adequados às condições climáticas. Essa solução expográfica transforma a mostra em uma experiência imersiva e acessível, integrando arte e espaço urbano e alcançando públicos diversos, inclusive aqueles que não frequentam equipamentos culturais tradicionais.A itinerância por quatro municípios banhados pelo Rio Doce fortalece o caráter democrático do projeto, descentralizando o acesso à cultura e promovendo a circulação artística dentro do próprio território retratado nas fotografias. Ao ocupar praças, orlas e áreas de circulação, a exposição se insere no cotidiano das cidades, estimulando o encontro espontâneo entre público e obra e ampliando o alcance social da iniciativa.Além de seu valor estético, o projeto contribui para a sensibilização e reflexão sobre a relação entre sociedade e natureza, especialmente em um contexto em que o Rio Doce carrega desafios ambientais e simbólicos. Sem assumir caráter panfletário, a exposição convoca o público a olhar com atenção para o rio, reconhecendo sua beleza, sua importância e sua fragilidade.Dessa forma, o projeto se justifica por aliar qualidade artística, inovação expográfica, circulação territorial, acesso público gratuito e valorização do patrimônio natural e cultural capixaba, consolidando-se como uma ação relevante para a política cultural do estado e para a formação de públicos em fotografia.

Etapas

1) Planejamento e pré-produção (abril/2027)- Contratação da equipe principal do projeto (produção, coordenação e apoio técnico).- Detalhamento do cronograma executivo e definição final dos locais de instalação em cada município, em articulação com as prefeituras e parceiros locais.- Elaboração do projeto técnico e expográfico dos módulos tridimensionais, incluindo especificações de materiais, segurança e instalação em áreas externas.- Planejamento da logística de transporte, montagem e desmontagem entre as cidades, considerando exposições concentradas em fins de semana.2) Projeto expográfico e fabricação dos módulos (maio a julho/2027)- Desenvolvimento do projeto técnico final dos cinco módulos expositivos.- Fabricação das estruturas metálicas, com tratamento anticorrosão e pintura adequada para uso externo.- Testes de estabilidade, fixação e segurança dos módulos.- Definição e produção do sistema de placas informativas e QR Codes para cada módulo.3) Tratamento e impressão das fotografias (junho a julho/2027)- Tratamento digital das 20 imagens no formato final de 1,00 m x 0,60 m.- Impressão das fotografias em material durável e resistente às condições climáticas (banner colorido qualidade premium).- Acabamento e preparação das imagens para fixação nos módulos.4) Montagem e estreia da Exposição em Baixo Guandu, seguindo o curso do rio no estado do ES - cidade onde o Rio Doce adentra o estado (Julho/2027)- Transporte dos módulos e das fotografias para o local definido em Baixo Guandu.- Montagem e instalação dos cinco módulos em espaço público definido previamente com a Prefeitura Municipal.- Instalação das placas informativas com QR Codes e checagem de acessibilidade e segurança.- Realização da exposição durante um fim de semana (sábado e domingo).- Registro fotográfico e/ou audiovisual da montagem e do público.5) Circulação itinerante pelas demais cidades (agosto a outubro/2027)- Desmontagem dos módulos em Baixo Guandu e transporte para Colatina, com nova montagem e realização da exposição por um fim de semana (sábado e domingo), coincidindo com o fim de semana de aniversário da cidade (Cidade sede da proponente)- Desmontagem e transporte para Marilândia, repetindo o mesmo formato de exposição concentrada no fim de semana.- Desmontagem e transporte para Regência (Distrito de Linhares) — local simbólico por abrigar a foz do Rio Doce — onde a exposição será realizada também por um fim de semana (sábado e domingo).- Acompanhamento técnico e de produção em todas as etapas de montagem, exposição e desmontagem, garantindo padrão estético e segurança.6) Comunicação, registro e mediação (abril a novembro/2027)- Produção e divulgação de material de comunicação (digital) ao longo de todo o projeto, com destaque para as datas de cada fim de semana expositivo.- Atualização do perfil do projeto com informações, textos e audiodescrição acessíveis via QR Code (@meudocerio).- Divulgação de cada fim de semana de exposição por impulsionamento na rede social do projeto, além de outdoors em cada cidade que receberá a exposição (15 dias antes de cada exposição).- Articulação com as prefeituras e secretarias de cultura de cada cidade para divulgação também em seus perfis oficiais.- Registro fotográfico e/ou audiovisual das montagens e do público em cada cidade.7) Encerramento e prestação de contas (dezembro/2027)- Desmontagem final dos módulos.- Organização de relatórios, registros e documentação para prestação de contas.- Avaliação final do projeto e compilação de resultados e indicadores de público.

Estratégia de execução

O projeto “Meu Doce Rio – Exposição Fotográfica Itinerante” será realizado por proponente pessoa física. Embora esta seja a primeira inscrição de Erica Pertel na Lei Rouanet, a artista e produtora cultural possui experiência comprovada na execução de projetos culturais financiados por políticas públicas e instituições de fomento, tendo sido aprovada e realizado iniciativas por meio da Lei Paulo Gustavo, da Lei Aldir Blanc e da Fundação Renova.Pela Lei Paulo Gustavo, Erica executou e dirigiu o média-metragem “Colatina por Cima”; pela Lei Aldir Blanc realizou a Exposição Fotográfica “Colatina por Cima”; e pela Fundação Renova produziu a mostra cultural “Talentos do Rio Doce”. Essa trajetória demonstra sua capacidade de gestão, produção e entrega de projetos culturais com qualidade artística, responsabilidade administrativa e impacto público.A presente proposta reutiliza um conjunto fotográfico já existente — 20 imagens autorais de Erica Pertel — priorizando, nesta edição, a inovação expográfica, a circulação territorial e a ampliação de acesso, sem necessidade de novas captações. Essa escolha otimiza recursos, privilegia a qualidade de apresentação e fortalece o impacto cultural do acervo já produzido.Os cinco módulos tridimensionais serão projetados para uso em área externa, com preocupação central com segurança, estabilidade e durabilidade, considerando condições de sol, chuva e circulação de público. Sempre que necessário, serão observadas orientações técnicas e autorizações dos órgãos municipais competentes para instalação em espaços públicos.O projeto buscará articulação com as prefeituras e parceiros locais de cada cidade para definição dos melhores pontos de instalação, considerando fluxo de pessoas, visibilidade, acessibilidade e diálogo com o entorno urbano e paisagístico.Após o encerramento da itinerância, os módulos poderão ser reutilizados em futuras ações culturais, exposições ou iniciativas educativas relacionadas ao Rio Doce, ampliando o legado do investimento público.O registro fotográfico e/ou audiovisual do projeto ficará disponível para ações de memória, divulgação cultural e prestação de contas, podendo também ser utilizado em futuras mostras, relatórios e materiais institucionais da artista.

Especificação técnica

Produto principal: Exposição fotográfica itinerante em espaço público — “Meu Doce Rio – Exposição Fotográfica Itinerante”.1) Conteúdo e composição da exposiçãoA exposição será composta por 20 (vinte) fotografias autorais de Erica Pertel, que acompanham visualmente o percurso do Rio Doce desde sua entrada no Espírito Santo, em Baixo Guandu, até sua foz no Oceano Atlântico, no distrito de Regência (Linhares). As imagens articulam paisagem, água, luz, margens e presença humana, configurando um percurso visual contínuo do rio no território capixaba.2) Formato das obras (paginação/organização visual)Quantidade de fotografias: 20 unidadesFormato de cada imagem: 1,00 m (largura) x 0,60 m (altura)Organização expográfica: as 20 fotografias serão distribuídas em 5 módulos tridimensionais, com 4 imagens por módulo, organizadas de modo a sugerir continuidade temática e visual do percurso do rio.3) Expografia e estrutura físicaSerão produzidos 5 (cinco) módulos expositivos tridimensionais, especialmente projetados para instalação em áreas externas, com as seguintes características técnicas gerais:- Estrutura principal em metal resistente, com tratamento anticorrosão e pintura adequada para uso ao ar livre;- Base estável e segura, compatível com instalação em praças, orlas e espaços públicos;- Sistema profissional de fixação das fotografias, garantindo esticagem, segurança e acabamento estético;- Dimensões proporcionais para boa visibilidade das imagens e circulação do público ao redor dos módulos;- Placa informativa acoplada a cada módulo, contendo título do projeto, créditos e QR Code de acesso a conteúdos complementares.4) Material de impressão das fotografiasAs fotografias serão impressas em material de alta durabilidade e resistência às condições climáticas: Lona vinílica de alta gramatura com proteção UV; garantindo qualidade de imagem, fidelidade cromática e resistência a sol e chuva.5) Duração e formato de apresentação ao público- A exposição será apresentada gratuitamente ao público.- Em cada cidade, a mostra ocorrerá durante um fim de semana (sábado e domingo).- Cidades contempladas: Colatina, Baixo Guandu, Marilândia e Regência (Distrito de Linhares).Os módulos serão montados previamente e desmontados após o período expositivo em cada local.6) Acessibilidade técnicaCada fotografia contará com placa contendo QR Code que direciona para um site/página do projeto com:- textos explicativos sobre a exposição e as obras;- audiodescrição das 20 fotografias, garantindo acesso a pessoas com deficiência visual;- informações sobre a artista e o percurso do Rio Doce.Os módulos serão instalados de forma a permitir aproximação frontal e lateral, favorecendo a visualização por pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes.7) Registro e documentação- Será realizado registro fotográfico e audiovisual de todas as montagens e do público em cada cidade.- O material gerado integrará o acervo do projeto e será utilizado para divulgação e prestação de contas.8) Projeto pedagógico Embora não se trate de ação educativa formal em sala de aula, o projeto possui caráter formativo e educativo ao:- estimular a leitura visual e a apreciação da fotografia contemporânea;- promover reflexão sobre paisagem, memória, território e preservação ambiental;- oferecer conteúdos acessíveis via QR Code (textos e audiodescrição), ampliando a compreensão das obras;- integrar arte ao espaço urbano, favorecendo aprendizado informal e contato direto com bens culturais.

Ficha técnica

1) Proponente / Direção Artística / Coordenação Geral — Erica Pertel- Responsável pelo conceito artístico da exposição, seleção final das imagens, acompanhamento estético da montagem e aprovação dos materiais visuais.- Planejamento e gestão do projeto;Erica Pertel é fotógrafa há 20 anos em sua cidade. Também foi responsável por várias exposições fotográficas realizadas em Colatina (ES), como a Exposição Fotográfica Nossa Princesa (2025 - https://www.instagram.com/nossa.princesa_), a Exposição Fotográfica Colatina Por Cima (2022 - https://www.instagram.com/colatinaporcima) e a Exposição Fotográfica Meu Doce Rio, em Colatina (2023 - https://www.instagram.com/meudocerio). Erica Pertel também dirigiu 3 médias metragens, todos disponíveis gratuitamente no Youtube (Colatina por Cima, Jeans-Riqueza Municipal e A Banda de Congo de Graça Aranha).2) Produtor Cultural / Produtor Executivo - Renato Sabaini- Articulação com prefeituras e parceiros locais;- Contratação de serviços e equipe;- Acompanhamento de cronograma, logística e orçamento;- Organização da documentação para prestação de contas.Renato Sabaini é músico, membro da Academia de Letras e Artes de Colatina e produtor cultural de sua região. Junto com Erica Pertel, produziu três médias metragens - todos disponíveis gratuitamente no Youtube (Colatina por Cima, Jeans-Riqueza Municipal e A Banda de Congo de Graça Aranha). Tem projeto aprovado pela Lei de Incentivo de Cultura de seu estado (ES) para gravação de 18 músicas autorais, com execução prevista para 2026.3) Técnico(a) de Expografia / Montagem - Geraldo Placas- Fabricação dos módulos;- Supervisão técnica da instalação em cada cidade;- Garantia de estabilidade, segurança e padrão estético dos módulos.Geraldo tem uma micro empresa de confecção de placas, quadros e andaimes no município de Colatina, com ampla experiência na área, atendendo todo o norte do estado.4) Equipe de Montagem - a definir- Montagem e desmontagem dos 5 módulos em cada cidade;- Fixação das fotos e placas com QR Code;- Organização do espaço expositivo.6) Designer Gráfico / Comunicação Visual - Isabela S. Dias- Criação da identidade visual do projeto;- Desenvolvimento das placas informativas e layout do QR Code;- Peças de divulgação (cartaz digital, postagens, etc.).Isabela Dias é social media de Colatina. Já fez diversos trabalhos de mídia social para Erica Pertel (todos os perfis citados foram confeccionados por Isabela). Também está na equipe do projeto de gravação de Renato Sabaini, previsto para esse ano.7) Descrição das fotografias - Ligia Maria S. DalmasioProdução dos textos das 20 fotografias para o site acessado via QR Code.Lígia Maria é professora de geografia aposentada respeitada na cidade de Colatina. Foi responsável pelos textos do média metragem Colatina por cima (2024 - disponível no youtube) e dos textos do média metragem A Banda de Congo de Graça Aranha (2025 - também disponível na íntegra gratuitamente no youtube).8) Fotógrafo(a) e Videomaker (Registro) - Agência Livre- Registro das montagens e do público em cada cidade;- Produção de material para divulgação e prestação de contas.Agência de fotografia e filmagem de Colatina com quase 15 anos de experiência. Fará as fotos e vídeos para registro do projeto.

Acessibilidade

O projeto “Meu Doce Rio – Exposição Fotográfica Itinerante” adotará medidas de acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, garantindo o acesso amplo e democrático à exposição em todas as cidades participantes.As cinco estruturas expositivas (módulos tridimensionais) serão instaladas em espaços públicos de livre circulação — como praças, orlas e áreas centrais — escolhidos prioritariamente por sua facilidade de acesso, fluxo de pessoas e condições adequadas de mobilidade. Os locais selecionados buscarão, sempre que possível, áreas planas, sem barreiras arquitetônicas e com rotas acessíveis para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.Os módulos serão posicionados de forma a permitir aproximação frontal e lateral, garantindo boa visibilidade das fotografias para pessoas em cadeiras de rodas e para crianças, evitando alturas excessivas ou obstáculos no entorno das estruturas.Cada módulo contará com placa informativa contendo um QR Code que direcionará o público para um site ou página dedicada ao projeto, com informações complementares sobre a exposição, textos curatoriais e audiodescrição das obras (feita por professora especialista em Geografia), ampliando o acesso de pessoas com deficiência visual e enriquecendo a experiência do público em geral.Na comunicação do projeto, serão adotadas práticas inclusivas, com linguagem clara e acessível nos materiais informativos e peças de divulgação, além de legendas das obras em tamanho de leitura adequado.Por se tratar de uma exposição ao ar livre e gratuita, o projeto amplia naturalmente o acesso cultural, alcançando públicos diversos, incluindo pessoas que não frequentam espaços culturais formais. A equipe de produção será orientada a adotar postura acolhedora e inclusiva no contato com o público e com parceiros locais.

Democratização

O projeto “Meu Doce Rio – Exposição Fotográfica Itinerante” foi concebido com o princípio da democratização do acesso como eixo estruturante de sua realização. A exposição será apresentada integralmente de forma gratuita e em espaços públicos de livre circulação — como praças, orlas e áreas centrais — permitindo que pessoas de diferentes faixas etárias, níveis de renda e perfis socioculturais tenham acesso à arte e à fotografia sem necessidade de ingresso, agendamento ou deslocamento a equipamentos culturais formais.A itinerância por quatro municípios banhados pelo Rio Doce (Colatina, Baixo Guandu, Marilândia e Linhares) amplia o alcance territorial do projeto, descentralizando a oferta cultural e levando a exposição para além de um único centro urbano. Dessa forma, comunidades distintas poderão vivenciar a mostra em seus próprios territórios, fortalecendo o vínculo entre obra, público e paisagem retratada.O formato expográfico em módulos tridimensionais instalados ao ar livre favorece o encontro espontâneo entre público e obra, atingindo transeuntes, trabalhadores, estudantes, turistas e moradores que circulam cotidianamente pelos espaços escolhidos. Essa característica reforça o caráter inclusivo do projeto, alcançando também pessoas que tradicionalmente não frequentam museus, galerias ou centros culturais.A presença de placas informativas com QR Code direcionando para conteúdos complementares — incluindo textos e audiodescrição das obras — amplia o acesso informacional e contribui para a inclusão de pessoas com deficiência visual, além de aprofundar a experiência do público em geral.Por meio dessas estratégias, o projeto promove acesso cultural amplo, plural e qualificado, estimulando a formação de público para a fotografia e fortalecendo o direito à cultura como bem público e comum.