Início: 01/06/2027Término: 11/09/2027Aceite: 12/02/2026
O projeto "Museus como Espaços que Educam: Caminhos da Memória" realizará uma ação itinerante de educação patrimonial em cidades do Maranhão, com oficinas formativas, exibição de filmes e distribuição de materiais educativos sobre preservação cultural e memória. A iniciativa percorrerá escolas e comunidades, promovendo debates sobre patrimônio, identidade e território, fortalecendo o papel dos museus como espaços educativos e de cidadania cultural.
DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS E CONTEÚDOS DO PROJETO 1. Rodas de Conversa / Seminários TerritoriaisResumo do conteúdo: As rodas de conversa constituem espaços dialógicos e participativos voltados à reflexão sobre o patrimônio cultural material e imaterial, com ênfase nas experiências comunitárias e nas memórias locais. Serão abordadas temáticas como identidade territorial, museologia social, religiosidades afro-brasileiras, educação patrimonial e direito à memória. A metodologia privilegia a escuta ativa, a troca de saberes e o reconhecimento dos sujeitos como produtores de conhecimento.Classificação indicativa: Livre Público-alvo: Estudantes, educadores, agentes culturais e comunidade em geral 2. Oficinas Formativas em Educação PatrimonialResumo do conteúdo: As oficinas terão caráter prático e formativo, com foco na compreensão crítica do patrimônio cultural enquanto ferramenta educativa e política. Serão trabalhadas metodologias participativas, como mapeamento afetivo, construção de narrativas comunitárias, leitura do território e práticas de salvaguarda da memória. As atividades buscam fortalecer o protagonismo dos participantes na valorização de suas próprias histórias e culturas.Classificação indicativa: Livre Público-alvo: Estudantes da educação básica, professores e lideranças comunitárias 3. Cartilha Educativa sobre Patrimônio CulturalResumo do conteúdo: A cartilha será um material didático acessível que abordará conceitos fundamentais de patrimônio cultural, memória, museus e identidade, dialogando com a realidade dos territórios maranhenses. O conteúdo incluirá textos explicativos, ilustrações, exemplos locais e propostas de atividades pedagógicas, visando subsidiar educadores e estimular o interesse de estudantes e comunidades pelo tema.Formato: Impresso e digital Classificação indicativa: Livre Público-alvo: Estudantes, professores e comunidade 4. Documentário de Registro do ProjetoResumo do conteúdo: O documentário apresentará o percurso do projeto nos territórios visitados, reunindo registros das oficinas, rodas de conversa, depoimentos de participantes e imagens das cidades. A narrativa valoriza as vozes locais, evidenciando a diversidade cultural e os processos de construção da memória coletiva. O produto tem caráter institucional, educativo e de difusão cultural.Classificação indicativa: Livre Duração estimada: 20 a 30 minutos Público-alvo: Público geral 5. Registro Fotográfico e AudiovisualResumo do conteúdo: Será realizado o registro sistemático das atividades do projeto, com produção de fotografias e vídeos que documentam os processos formativos, a participação do público e os contextos territoriais. O material servirá como instrumento de memória, prestação de contas e divulgação.Classificação indicativa: Livre 6. Conteúdos para Redes Sociais e Difusão DigitalResumo do conteúdo: Serão produzidos conteúdos digitais (cards, vídeos curtos, chamadas e registros) com linguagem acessível e estética contemporânea, voltados à divulgação das ações e à democratização do acesso às discussões sobre patrimônio cultural. As publicações buscarão ampliar o alcance do projeto e engajar diferentes públicos.Classificação indicativa: Livre 7. Evento de Lançamento do DocumentárioResumo do conteúdo: Evento público de exibição do documentário seguido de debate com participação da equipe do projeto, convidados e público. O momento visa refletir sobre os resultados das ações, discutir a importância da educação patrimonial e fortalecer redes de articulação cultural.Classificação indicativa: Livre Público-alvo: Comunidade, educadores, pesquisadores e agentes culturais
1. Objetivo Geral Promover ações itinerantes de educação patrimonial em territórios urbanos e cidades do Maranhão, fortalecendo a compreensão dos museus e do patrimônio cultural como instrumentos educativos, políticos e sociais, contribuindo para a valorização da memória, da identidade territorial e da cidadania cultural em escolas e comunidades. 2. Objetivos Específicos 2.1 Ações na Grande Ilha (São Luís, Paço do Lumiar, São José de Ribamar e Raposa)Realizar 01 grande roda de conversa pública no bairro da Liberdade (São Luís), em espaço comunitário ou público, abordando o papel do patrimônio cultural material e imaterial na construção das identidades territoriais.Realizar 03 ações formativas (oficinas e rodas de conversa) nos municípios de Paço do Lumiar, São José de Ribamar e Raposa, com foco em educação patrimonial, museologia social e memória comunitária.Articular as atividades com escolas, coletivos culturais e lideranças comunitárias dos territórios visitados. 2.2 Circulação no Interior do Estado do MaranhãoSelecionar e realizar ações educativas em 05 cidades do interior do Maranhão (Caxias, Alcântara, Imperatriz, Parnarama e Codó), reconhecidas por sua relevância histórica, cultural e territorial, especialmente nos campos da memória, religiosidades afro-brasileiras e patrimônio cultural.Desenvolver 01 oficina formativa e 01 roda de conversa em cada cidade selecionada, envolvendo escolas, comunidades e agentes culturais locais.(Total previsto: mínimo de 10 ações presenciais no interior do estado) 2.3 Produção de Material EducativoElaborar, diagramar e imprimir 01 cartilha educativa sobre patrimônio cultural, memória e museus, com linguagem acessível, voltada para estudantes, educadores e comunidades.Produzir versões digitais do material educativo para distribuição gratuita em plataformas online e redes sociais. 2.4 Registro, Memória e Produto Audiovisual ComplementarRealizar o registro audiovisual e fotográfico de todas as etapas do projeto, como instrumento de memória, avaliação e transparência.Produzir 01 documentário de registro do processo formativo e territorial do projeto, a partir das imagens captadas durante as ações educativas, com finalidade institucional, educativa e de difusão cultural.Ressalva técnica: O documentário não constitui o objeto principal do projeto, sendo um produto complementar de registro e memória, sem caracterizar o projeto como obra audiovisual independente. 2.5 Difusão e Democratização do AcessoDisponibilizar gratuitamente a cartilha educativa e o documentário em plataformas digitais.Realizar 01 evento de lançamento público do documentário, com debate sobre educação patrimonial e memória territorial.Divulgar os resultados por meio de redes sociais, escolas, museus e parceiros institucionais.
O projeto "Museus como Espaços que Educam: Caminhos da Memória" se insere no campo das políticas públicas de cultura e educação patrimonial, propondo ações itinerantes de formação cultural, difusão do patrimônio e fortalecimento da memória social em territórios urbanos e cidades do estado do Maranhão. A proposta parte da compreensão de que os museus são instituições educativas, sociais e políticas, que produzem narrativas sobre o passado, disputam sentidos simbólicos e contribuem para a construção da cidadania cultural.No contexto maranhense, observa-se que as discussões sobre museus, memória e patrimônio cultural ainda são pouco exploradas em sua dimensão comunitária e territorial, especialmente fora dos grandes centros institucionais. Muitas comunidades possuem acervos simbólicos, práticas culturais, religiosidades afro-brasileiras, tradições orais e espaços de memória que não são reconhecidos formalmente como patrimônio, nem incorporados aos processos museológicos institucionais. Assim, o projeto busca ampliar o acesso ao debate museológico, descentralizando as ações culturais e fortalecendo a compreensão do museu não apenas como espaço de guarda de objetos, mas como espaço de transformação social, educação crítica e produção de identidades.A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais (Lei Rouanet) se justifica pela natureza pública, formativa e de ampla circulação territorial do projeto, que demanda recursos para logística, produção de materiais educativos, remuneração de equipe especializada, registro audiovisual e difusão cultural. Trata-se de uma iniciativa de interesse público, que visa democratizar o acesso à cultura, formar público e fortalecer políticas de educação patrimonial em territórios historicamente marginalizados do acesso às políticas culturais.O projeto enquadra-se nos incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/1991, especialmente no inciso I, que trata da promoção e estímulo à produção, distribuição e acesso à cultura; no inciso II, que prevê a proteção e valorização das expressões culturais nacionais; e no inciso III, que trata da defesa e valorização do patrimônio cultural brasileiro. Ao promover oficinas, rodas de conversa, exibição de filmes e produção de material educativo sobre memória e patrimônio, o projeto contribui diretamente para a difusão cultural e para a valorização das expressões culturais locais e regionais.No que se refere ao Art. 3º da Lei nº 8.313/1991, o projeto contribui para diversos objetivos da política nacional de cultura, destacando-se: I) a democratização do acesso aos bens de cultura, ao levar atividades formativas a escolas e comunidades; II) a valorização da diversidade cultural regional, ao atuar em territórios de forte presença das culturas afro-brasileiras e tradições populares; III) a promoção da cultura como fator de desenvolvimento social, ao fortalecer identidades territoriais e processos educativos; IV) o estímulo à formação de público e de agentes culturais, por meio da capacitação de estudantes, educadores e lideranças comunitárias; V) a difusão da produção cultural e do conhecimento museológico, por meio de materiais educativos e produtos de registro e memória.O projeto surge a partir das experiências anteriores do Coletivo Museus como Espaços que Educam, que já realizou ações formativas, debates e atividades educativas relacionadas à museologia social, educação patrimonial e políticas culturais. A presente proposta representa uma etapa de expansão e consolidação do coletivo, ampliando seu campo de atuação territorial, fortalecendo sua dimensão institucional e estruturando uma metodologia replicável de educação patrimonial itinerante. Dessa forma, a iniciativa contribui para a consolidação de um grupo cultural com atuação continuada, alinhado às diretrizes das políticas públicas culturais.Ao percorrer comunidades da Grande Ilha de São Luís e cidades do interior do Maranhão, o projeto amplia a circulação cultural e fortalece redes locais entre museus, escolas, coletivos culturais e comunidades. A proposta também dialoga com a necessidade de reconhecimento e valorização das memórias afro-brasileiras, dos territórios tradicionais e das narrativas historicamente silenciadas, contribuindo para uma política cultural mais inclusiva e representativa.Por fim, a Lei de Incentivo à Cultura se mostra o mecanismo adequado para viabilizar o projeto, uma vez que permite a mobilização de recursos privados em favor de uma iniciativa de interesse público, garantindo sustentabilidade financeira, transparência na execução e ampla difusão dos resultados. O investimento por meio do incentivo fiscal permitirá que o projeto alcance territórios diversos, produza materiais educativos de qualidade e registre suas ações, deixando um legado cultural e educativo para as comunidades atendidas.
CRONOGRAMA FÍSICO DO PROJETOPeríodo de execução: 01 de junho de 2027 a 11 de setembro de 2027Duração total: 103 dias (aproximadamente 3 meses e 10 dias)1. PRÉ-PRODUÇÃO01/06/2027 a 30/06/202730 dias (1 mês)A etapa de pré-produção será dedicada à estruturação técnica, administrativa e pedagógica do projeto.1.1 Contratação e Formação da EquipeSeleção e contratação da coordenação geral, coordenação pedagógica, produção executiva, equipe de comunicação, educadores/oficineiros, equipe audiovisual, designer gráfico e assistente administrativo-financeiro.Realização de 01 capacitação inicial da equipe com psicólogos, com foco em acessibilidade atitudinal, diversidade cultural, mediação comunitária e ética profissional.1.2 Planejamento Pedagógico e TerritorialDefinição detalhada das cidades e territórios a serem atendidos (Grande Ilha e interior do Maranhão).Articulação com escolas, museus, coletivos culturais, lideranças comunitárias e secretarias municipais.Elaboração dos conteúdos programáticos das oficinas, rodas de conversa e sessões de exibição de filmes.1.3 Produção de Material EducativoRedação do conteúdo da cartilha educativa sobre patrimônio cultural, memória e museus.Criação de projeto gráfico, diagramação e revisão do material.Contratação de gráfica e planejamento da logística de distribuição.1.4 Planejamento Logístico e ComunicaçãoDefinição de roteiros de circulação territorial.Planejamento de transporte, hospedagem, alimentação e equipamentos.Criação da identidade visual do projeto, peças de divulgação e estratégias de comunicação digital. 2. EXECUÇÃO01/07/2027 a 31/08/202762 dias (2 meses)A etapa de execução compreende a circulação territorial, as ações formativas e o registro audiovisual. 2.1 Circulação na Grande Ilha (São Luís, Paço do Lumiar, Ribamar e Raposa)01/07/2027 a 20/07/2027Realização de 01 grande roda de conversa pública no bairro da Liberdade (São Luís).Realização de oficinas e rodas de conversa em Paço do Lumiar, São José de Ribamar e Raposa.Exibição de filmes com debates mediadores.Distribuição da cartilha educativa.Registro audiovisual e fotográfico das atividades. 2.2 Circulação no Interior do Maranhão 21/07/2027 a 20/08/2027Realização de ações formativas nas cidades de Caxias, Alcântara, Imperatriz, Parnarama e Codó.Em cada cidade:01 oficina formativa01 roda de conversa públicaExibição de filmes com debateDistribuição de material educativoArticulação com escolas, museus, terreiros, coletivos culturais e instituições locais.Registro audiovisual e fotográfico contínuo. 2.3 Difusão Digital e Transmissões Online01/07/2026 a 31/08/2026 (paralelo)Realização de 06 transmissões ao vivo de debates e atividades formativas.Publicação de conteúdos digitais (vídeos curtos, registros visuais e textos) nas redes sociais.Divulgação contínua das atividades e engajamento com o público. 3. PÓS-PRODUÇÃO01/09/2027 a 11/09/202711 diasA etapa de pós-produção será dedicada à sistematização, avaliação e difusão final do projeto. 3.1 Organização e Sistematização dos RegistrosOrganização do acervo audiovisual e fotográfico produzido durante a execução.Seleção e edição do material para o documentário de registro. 3.2 Produção do Documentário de RegistroRoteirização, edição e finalização do documentário a partir das imagens coletadas durante o projeto.Inserção de legendas descritivas e, quando possível, audiodescrição. 3.3 Evento de Lançamento e Difusão FinalRealização de 01 evento público de lançamento do documentário, com debate sobre educação patrimonial e memória territorial.Disponibilização gratuita do documentário e da cartilha em plataformas digitais. 3.4 Avaliação e Prestação de ContasElaboração de relatório técnico e pedagógico de execução.Sistematização de indicadores de impacto, público atendido e produtos entregues.Organização documental para prestação de contas junto ao MinC/Lei Rouanet.
1. Seminário / Encontro FormativoDuração e FormatoCarga horária total: 12h a 20h (adaptável ao edital)Formato: presencial com transmissão online (híbrido)Estrutura:2 mesas-redondas (2h cada)2 palestras magnas (1h30 cada)2 grupos de trabalho ou rodas de diálogo (2h cada)Material e InfraestruturaEspaço com cadeiras, mesa, projetor multimídia e sistema de somComputador, internet banda larga e câmera para transmissãoMaterial gráfico: banners, programação impressa, lista de presençaCertificados digitais para participantesProjeto PedagógicoO seminário adota uma abordagem dialógica e participativa, fundamentada na educação crítica e na pedagogia freireana, promovendo a construção coletiva de conhecimento. Os conteúdos abordam políticas culturais, educação antirracista, patrimônio cultural e práticas comunitárias, articulando teoria e experiência prática dos territórios.Paginação (para publicação posterior)Texto de abertura institucional (2 páginas)Transcrição das palestras e mesas (10 a 20 páginas)Relatos dos grupos de trabalho (5 a 10 páginas)Considerações finais (2 páginas) Total estimado: 20 a 35 páginas. 2. Oficinas FormativasDuração e FormatoQuantidade: 3 a 6 oficinasCarga horária por oficina: 4h a 8hFormato: presencial, com atividades teórico-práticasMaterial e InfraestruturaMateriais didáticos: apostilas, PDFs, slides, textos de apoioMateriais específicos conforme a linguagem:Artes visuais: tintas, pincéis, papéis, sprays, telasCirco/performance: objetos cênicos, tecidos, bolas, equipamentos de segurançaAudiovisual: câmera, tripé, microfone, notebookEspaço adequado (sala, pátio ou equipamento cultural)Projeto PedagógicoAs oficinas seguem metodologias ativas e educação popular, articulando teoria crítica, experimentação prática e produção cultural. O processo formativo valoriza saberes tradicionais, experiências comunitárias e práticas decoloniais, estimulando protagonismo juvenil e formação de agentes culturais.Produtos GeradosProduções artísticas (intervenções, performances, registros)Materiais pedagógicos e relatórios de formação 3. Espetáculo / Performance ArtísticaDuração e FormatoDuração: 40 a 60 minutos por apresentaçãoQuantidade: 1 a 3 apresentações públicasFormato: presencial em espaço aberto ou equipamento culturalMaterial e InfraestruturaFigurinos e adereços cênicosSistema de som (PA, microfones, mesa de som)Iluminação básica (refletores, extensões)Cenografia simples e elementos visuaisProjeto Pedagógico e ConceitualO espetáculo tem caráter artístico-educativo, abordando temas como memória, identidade, cultura popular e desigualdades sociais, utilizando linguagem estética contemporânea e tradicional. A proposta busca sensibilizar o público e promover reflexão crítica por meio da arte como ferramenta de educação cultural.Classificação IndicativaClassificação indicativa sugerida: Livre ou 10 anos, dependendo do conteúdo final. 4. Publicação Digital (Caderno / Livro / Relatório)Paginação e EstruturaExtensão estimada: 40 a 80 páginasFormato: PDF digital (e-book)Conteúdo:Apresentação institucional (2 páginas)Introdução conceitual e contextualização (5 a 10 páginas)Textos das palestras e oficinas (20 a 40 páginas)Relatos de experiências e depoimentos (10 a 20 páginas)Registro fotográfico e audiovisual (10 a 20 páginas)Considerações finais e referências (5 páginas)Material e ProduçãoRedação, revisão e diagramaçãoBanco de imagens e registros fotográficosPlataforma de hospedagem e distribuição gratuitaProjeto PedagógicoA publicação será concebida como material pedagógico de educação patrimonial e antirracista, servindo como recurso para escolas, universidades e agentes culturais, contribuindo para a difusão de conhecimento crítico e memória social. 5. Registro Audiovisual e Transmissão OnlineDuração e FormatoRegistro integral das atividades (seminário, oficinas e espetáculo)Produção de:1 vídeo-documentário (10 a 20 minutos)5 a 10 vídeos curtos para redes sociais (1 a 3 minutos)Material e InfraestruturaCâmeras, tripé, microfones, iluminação portátilSoftware de edição de vídeo e áudioPlataformas digitais (YouTube, Instagram, Facebook, site institucional)Projeto Pedagógico e ComunicacionalO registro audiovisual tem caráter educativo e de memória cultural, ampliando o acesso ao projeto e garantindo sua circulação em territórios digitais. A estratégia de comunicação busca democratizar o acesso ao conhecimento e fortalecer a visibilidade de agentes culturais locais. 6. Classificação Indicativa GeralClassificação geral: LivreObservação: atividades com debates críticos sobre racismo, gênero e desigualdade podem ser recomendadas para maiores de 12 ou 16 anos, sem restrição de acesso, por se tratar de conteúdo educativo e cultural.
LUCAS MATEUS DA SILVA NOGUEIRA PRODUTOR EXECUTIVO / PALESTRANTE - Pedagogo, bibliotecario, professor da Rede Municipal de São Luís - SEMED, Doutorando em cultura e Sociedade - PPGCULT - UFMA. GIULIA APARECIDA BIER MARTINS: ASSISTENTE DE PRODUÇÃO / PALESTRANTE - Discente do Curso de Ciências Sociais - UEMA, Técnica em Eventos - IFMA, Direção de arte - Escola de Cinema do Maranhão - IEMA. ANA RAQUEL DA SILVA FARIAS:ASSISTENTE DE PRODUÇÃO / COMUNICAÇÃO / PALESTRANTE - Graduada em Artes Visuais - UFMA, cursa especialização em Gestão de Cultura - Escola do Governo - MA е trabalha com midias e redes sociais.ADRIANO CÉSAR CUTRIM COSTA:PSICOLOGO - Bacharel em Psicologia - Mestrando em Psicologia (UFMA) - Psicólogo Clínico (CRP 22/06492) com experiência em atendimento de adolescentes em contexto escolar.CYBELE MARIA OLIVEIRA SANTOS:ASSISTENTE DE PRODUÇÃO / OFICINEIRA - Graduação: Licenciatura em artes visuais - UFMASUELLEN PALESTRANTE / EQUIPE DE ORGANIZAÇÃO DA CARTILHA ARKLEY BANDEIRA MARQUES:PALESTRANTE / EQUIPE DE ORGANIZAÇÃO DA CARTILHA - Historiador e Arqueólogo. Bolsista Produtividade em Pesquisa do CNPq, com o projeto Impactos da transgressão marinha e da erosão nos sítios arqueológicos da Ilha de São Luís, Maranhão. Possui graduação em Licenciatura em História pela Universidade Estadual do Maranhão (2003), Especialização em Educação Ambiental (2005), mestrado em Arqueologia pela Universidade de São Paulo (2008) e doutorado em Arqueologia pela Universidade de São Paulo (2013). Atualmente, é Docente do Ensino Superior da Universidade Federal do Maranhão - Departamento de Oceanografia e Limnologia. Integra o Programa de Pós-graduação em Cultura e Sociedade PGCult UFMA (Mestrado e Doutorado) e Desenvolvimento e meio Ambiente PRODEMA - UFMA e Doutorado em Rede PRODEMA como docente permanente. É Coordenador do Doutorado UFMA - Rede PRODEMA . Coordena o Observatório Cultural do Maranhão - PGCult - UFMA e o Laboratório de Arqueologia e Estudos Culturais -LAEC - DEOLI - UFMA. É Vice Coordenador do Laboratório de Planejamento Ambiental - LACPLAN. Coordenou a o Curso de Licenciatura e História PARFOR CAPES da UFMA, entre Janeiro de 2024 a Julho de 2025. Tem experiência nas áreas de Arqueologia, História e Estudos Culturais, com ênfase nos seguintes temas: sambaquis, cerâmica pré-histórica, patrimônio cultural, e em políticas culturais e estudos culturais. É membro permanente da Sociedade de Arqueologia Brasileira, da Associação Brasileira de Arte Rupestre, e membro fundador da Casa da Memória do Instituto do Ecomuseu do Sítio do Físico, em São Luís - MA. CONCEIÇÃO DE MARIA BELFORT DE CARVALHO:PALESTRANTE / EQUIPE DE ORGANIZAÇÃO DA CARTILHA - Possui graduação em Turismo pela Universidade Federal do Maranhão (1997), Especialização em Planejamento Ambiental pela Universidade Federal do Maranhão, mestrado em Estudos Literários pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2001) e Doutorado em Linguística e Língua Portuguesa pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2009). Professora Associada IV da Universidade Federal do Maranhão. Professora Permanente do Programa de Pós Graduação em Cultura e Sociedade da Universidade Federal do Maranhão (Nível Mestrado- Linha 2: Cultura, Educação e Tecnologia).Tem experiência na área de Turismo, com ênfase nas áreas: Gestão do turismo, Patrimônio cultural e Pesquisa em Turismo. Projetos aprovados com recursos financeiros: SÃO LUÍS PATRIMÔNIO CULTURAL DA HUMANIDADE: a dualidade da interação entre turistas e o espaço da cidade Edital Universal CNPQ/2014- Projeto Coordenado: AS DIMENSÕES DA EXPERIÊNCIA APLICADO AOS PRODUTOS TURÍSTICOS COMERCIALIZADOS NO MUNICÍPIO DE RAPOSA MA. (EDITAL UNIVERSAL -FAPEMA 2022)-2025.ALLAN KARDEC DA SILVA NOGUEIRA: SEGURANÇA - e discente Bacharelado em Educação Fisíca - UNIASSELVE
Capacitação da Equipe – Acessibilidade Atitudinal (Formação Inicial)Como etapa inicial do projeto, será realizada uma capacitação específica para a equipe técnica e pedagógica, conduzida por profissionais da psicologia com experiência em inclusão, diversidade e direitos humanos, com foco em acessibilidade atitudinal.A formação abordará temas como:atendimento inclusivo e acolhimento de pessoas com deficiência;diversidade cultural, étnico-racial e territorial;comunicação não discriminatória;estratégias pedagógicas inclusivas em contextos comunitários;ética, escuta qualificada e mediação cultural sensível às diferenças.Essa capacitação tem como finalidade preparar a equipe para atuar de forma respeitosa, inclusiva e sensível às especificidades dos públicos atendidos, garantindo que a acessibilidade não se restrinja a aspectos físicos ou comunicacionais, mas também às atitudes e práticas institucionais. Acessibilidade FísicaO projeto “Museus como Espaços que Educam: Caminhos da Memória” prevê a realização de atividades em espaços públicos, escolas, centros comunitários, museus e equipamentos culturais que possuam condições mínimas de acessibilidade física, priorizando locais com infraestrutura adequada para pessoas com mobilidade reduzida. Serão observadas condições como acesso por rampas, circulação em áreas planas, sanitários acessíveis e sinalização adequada, sempre que possível.Nas atividades realizadas em comunidades e territórios onde a infraestrutura urbana é limitada, a equipe do projeto buscará adaptar os espaços para garantir o acesso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, organizando as atividades em áreas térreas, com assentos adequados e circulação desobstruída. Também serão priorizados espaços comunitários amplos, praças públicas e escolas com infraestrutura acessível, garantindo a participação de públicos diversos.A equipe de produção realizará visitas técnicas prévias aos locais de execução para identificar barreiras arquitetônicas e propor ajustes logísticos, assegurando a participação segura e confortável de pessoas idosas, pessoas com deficiência física, gestantes e pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade de ConteúdoO projeto prevê medidas de acessibilidade comunicacional e pedagógica, buscando garantir que pessoas com deficiência sensorial, intelectual e comunicacional possam compreender e participar plenamente das atividades. As rodas de conversa, oficinas e exibição de filmes contarão, sempre que possível, com intérprete de Libras, especialmente nas atividades de maior público.Os materiais educativos produzidos, como a cartilha sobre patrimônio cultural, serão elaborados em linguagem acessível, com design inclusivo, fontes ampliadas, recursos visuais e organização didática, facilitando a compreensão por crianças, jovens, idosos e pessoas com baixa escolaridade. As versões digitais serão compatíveis com leitores de tela, ampliando o acesso de pessoas com deficiência visual.O documentário de registro e os conteúdos audiovisuais serão disponibilizados com legendas descritivas e, sempre que possível, audiodescrição, garantindo a compreensão por pessoas com deficiência auditiva e visual. Nas atividades presenciais, serão adotadas metodologias inclusivas, como mediação sensorial, uso de recursos visuais, objetos táteis e estratégias participativas, permitindo a participação de públicos com diferentes estilos de aprendizagem. Compromisso com a Inclusão CulturalO projeto reconhece a acessibilidade como princípio estruturante das políticas culturais contemporâneas, alinhando-se ao Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e às diretrizes de democratização do acesso à cultura. Ao incorporar acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, a proposta busca garantir que pessoas com deficiência e outros públicos historicamente excluídos possam acessar, compreender e participar ativamente das ações culturais, fortalecendo o direito à memória, ao patrimônio e à cidadania cultural.Metas Mensuráveis de Acessibilidade (Indicadores Técnicos)01 capacitação inicial da equipe com profissionais da psicologia, voltada à formação em acessibilidade atitudinal, diversidade e atendimento inclusivo.Carga horária mínima de 10 horas de formação em acessibilidade, inclusão cultural e mediação sensível à diversidade para a equipe técnica e pedagógica.- atividades com intérprete de Libras, priorizando rodas de conversa, oficinas e eventos de maior público. - materiais audiovisuais com legenda descritiva e audiodescrição, incluindo o documentário de registro e conteúdos digitais derivados.
Adotaremos como princípio central a democratização do acesso aos bens e serviços culturais, garantindo que 100% das atividades sejam gratuitas, presenciais e digitais, com prioridade para escolas públicas, comunidades periféricas, territórios tradicionais e cidades do interior do Maranhão.As ações presenciais — oficinas formativas, rodas de conversa e exibição de filmes — serão realizadas em espaços públicos, escolas, praças, centros comunitários, museus e equipamentos culturais, sem cobrança de ingresso ou taxas de participação, promovendo a descentralização cultural e a formação de público.A cartilha educativa sobre patrimônio cultural, memória e museus será produzida e distribuída gratuitamente, com a meta de 1.000 exemplares impressos, distribuídos nas escolas, comunidades e instituições parceiras. Além disso, será disponibilizada 01 versão digital gratuita (PDF) em plataformas online e redes sociais do projeto, permitindo amplo acesso e replicação por educadores e agentes culturais.O documentário de registro do projeto, enquanto produto complementar de memória e difusão cultural, será disponibilizado gratuitamente em plataformas digitais (YouTube e redes sociais). Também será realizado 01 evento público de lançamento, com debate aberto sobre educação patrimonial, museologia social e memória territorial.Como estratégias adicionais de ampliação de acesso, o projeto prevê:8 oficinas abertas ao público, realizadas em escolas e comunidades nos municípios da Grande Ilha e no interior do estado;5 rodas de conversa públicas, incluindo uma grande roda de conversa no bairro da Liberdade e ações nos demais territórios;3 transmissões ao vivo (online) de debates e atividades formativas, ampliando o alcance para públicos que não possam participar presencialmente;15 conteúdos digitais de difusão cultural (vídeos curtos, textos e registros visuais) publicados nas redes sociais do projeto como estratégia contínua de formação de público.A divulgação será realizada em parceria com secretarias municipais de educação e cultura, museus, universidades, coletivos culturais, rádios comunitárias e redes sociais, ampliando o alcance territorial e a participação de públicos diversos, incluindo estudantes, educadores, agentes culturais, lideranças comunitárias e público em geral.Dessa forma, o projeto assegura acesso gratuito, circulação territorial descentralizada, difusão digital e participação comunitária, alinhando-se às diretrizes da Lei de Incentivo à Cultura e aos princípios de democratização do acesso aos bens culturais.