Início: 04/10/2027Término: 09/10/2027Aceite: 16/02/2026
A segunda edição do Festival Internacional de Cinema Ambiental Calango realizará a exibição de 35 filmes (curtas, médias e longas-metragens), nacionais e internacionais, em cidades satélites do DF e em Alto Paraíso de Goiás. O projeto promoverá sessões gratuitas em praças, escolas e centros culturais, ampliando o acesso ao cinema ambiental. A programação inclui ainda oficinas formativas e show musical como atividades paralelas. A iniciativa busca democratizar o acesso à cultura, valorizar a diversidade e dialogar com populações tradicionais próximas ao Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, fortalecendo a educação ambiental, o intercâmbio cultural e a formação de público crítico e consciente.
Promover o acesso democrático ao cinema ambiental e à formação cultural em cidades satélites do Distrito Federal e em Alto Paraíso de Goiás, por meio da realização da segunda edição do Festival Internacional de Cinema Ambiental Calango, estimulando a consciência socioambiental, a valorização da diversidade cultural e o fortalecimento do vínculo entre cultura, educação e preservação ambiental junto a comunidades com acesso limitado a bens culturais.Objetivos específicos:Realizar 47 sessões gratuitas de cinema ambiental, destinadas aos públicos infantil e adulto, prioritariamente em escolas públicas e espaços comunitários.Exibir 35 filmes (curtas, médias e longas-metragens), nacionais e internacionais, em formato presencial.Promover 08 oficinas formativas com temáticas relacionadas ao audiovisual e ao meio ambiente.Realizar 06 debates presenciais com convidados, entre cineastas, produtores, professores e lideranças indígenas, quilombolas e comunitárias, além de rodas de conversa.Oferecer sessões online com a exibição de 15 filmes, ampliando o alcance do festival.Produzir 01 show musical de encerramento aberto ao público.Organizar 01 exposição fotográfica com temática socioambiental integrada à programação do festival.
A realização da segunda edição do Festival Internacional de Cinema Ambiental Calango demanda o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais previsto na Lei nº 8.313/1991, por tratar-se de uma ação cultural integralmente gratuita, descentralizada e de relevante interesse público, a ser executada em cidades satélites do Distrito Federal — regiões com baixo IDH e reduzido acesso a bens culturais — além de Alto Paraíso de Goiás e entorno da Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, território estratégico para a preservação do bioma Cerrado, atualmente em situação crítica de degradação.O projeto enquadra-se no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, especialmente nos incisos que tratam da promoção, difusão e valorização das manifestações culturais; do estímulo à produção e circulação de bens culturais; e da democratização do acesso às fontes da cultura. Ao realizar sessões em escolas públicas, instituições filantrópicas como APAEs, praças, ruas e espaços culturais, o festival amplia o alcance social da cultura e assegura fruição cultural a públicos historicamente alijados desse direito. Destaca-se ainda que não há, no Distrito Federal, outro festival com foco específico em cinema ambiental, reforçando seu caráter inovador.O festival também incorpora medidas de acessibilidade, com exibição de filmes com audiodescrição, Libras e outros recursos inclusivos, garantindo a participação de pessoas com deficiência e ampliando o direito ao acesso cultural.Quanto aos objetivos do Art. 3º, o projeto contribui para: facilitar a todos os meios de acesso à cultura; promover a regionalização da produção cultural; apoiar e difundir manifestações culturais; proteger expressões de comunidades tradicionais da Chapada; e estimular a formação de público e a reflexão crítica por meio de debates, oficinas e exibições audiovisuais.Dessa forma, a Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para assegurar a viabilidade financeira do festival, manter sua gratuidade e maximizar seu impacto cultural, educativo e socioambiental em territórios estratégicos para a conservação do Cerrado e para a promoção da diversidade cultural brasileira.
O 2º Festival Internacional de Cinema Ambiental Calango reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura por meio da adoção de medidas concretas de Acessibilidade Física e Acessibilidade de Conteúdo, garantindo que todas as pessoas possam participar plenamente das atividades propostas.Acessibilidade Física:A programação do festival ocorrerá prioritariamente em escolas, universidades e institutos/ escolas técnicas que já possuem infraestrutura adequada de acessibilidade, com rampas de acesso, banheiros adaptados e circulação compatível com pessoas com mobilidade reduzida. Além disso, as atividades também serão realizadas em centros culturais e outros espaços acessíveis da região, todos selecionados considerando critérios de inclusão, segurança e facilidade de locomoção. Dessa forma, o 2º FICA Calango assegura condições adequadas para a participação de pessoas com deficiência física, mobilidade reduzida, idosos e demais públicos que necessitem de estrutura adaptada.Acessibilidade de Conteúdo:No campo comunicacional e de fruição das obras, o festival adotará múltiplas estratégias para ampliar a compreensão e o acesso às atividades. Os materiais gráficos e digitais de divulgação utilizarão linguagem simples e objetiva, facilitando o entendimento das informações pelo público em geral.Os filmes estrangeiros exibidos serão traduzidos e legendados em português, garantindo acesso linguístico ao conteúdo. Além disso, o festival exibirá ao menos 10 filmes com recursos de acessibilidade, incluindo Libras e/ou audiodescrição, promovendo o acesso de pessoas surdas e com deficiência visual.Essas medidas reafirmam o compromisso do 2º FICA Calango com a inclusão cultural, entendendo a acessibilidade não como um recurso complementar, mas como princípio estruturante do projeto. Ao integrar infraestrutura acessível e estratégias de comunicação inclusiva, o festival amplia a participação social e fortalece seu papel como espaço democrático de difusão do cinema ambiental.
Todas os produtos apresentados serão de gratuitos e realizados em ambiente público.Como meios de democratização de caráter social e educativo, vamos realizar ao menos 36 sessões em ambiente escolar ou congênere (como Apae por exemplo)Alcançando público total de cerca de 2350 pessoas. As oficinas serão gratuitas e direcionadas prioritariamente a pessoas de baixa renda e estudantes de escolas e universidades públicasAlém dessas ações, o projeto também terá ampla divulgação,nas redes sociais da equipe, produtora e de perfis parceiros, que somam mais de 100.000 seguidores, tendo alcance expressivo e ilimitado.Ao menos 15 filmes serão disponibilizados online através da plataforma Bombozila, de forma gratuita para todo o território nacional.O prejeto acontecerá em ao menos duas regiões administrativas do DF e na cidade de Alto Paraíso de Goiás, esta última, não possuindo nenhuma sala de cinema.