Início: 31/01/2027Término: 30/04/2027Aceite: 28/02/2026
O projeto delegação indígena em Cannes, deve comprar 6 credencias do Marché du Cannes e levar 4 diretores de cinema indígena, junto a um tradutor bilíngue e produtor executivo para o Festival de Cannes na França, onde será veiculado material gráfico sobre as obras e projetos cinematográficos dos diretores, em busca de distribuição e finalização de obras por meio de coprodução internacional, junto a produção de um curta metragem com a fala dos diretores participantes no doccannes Segundo parceria formalizada pelo produtor da área documental do festival, Pierre Alexis, onde os cienastas Mbya, Nhandeva, Kaiowa, Tupinambá e Kuikuro devem discursar sobre a importância do fomento ao audiovisual indígena na luta contra a exploração territorial, manutenção de suas culturas e quebra de estigmas sobre a capacidade destes profissionais no universo do cinema.O curta deverá ser postado e editado no youtube da produção e divulgado para vizualização gratuita com as falas realizadas no evento.
Internacionalização da delegação indígena brasileira para Cannes: A delegação indígena para o 79°a edição do Festival de Cannes - FR, a maior vitrine audiovisual de cinema de arte do mundo, deve receber pela primeira vez no evento do Dosccannes, ala de documentário do festival, uma delegaçãi indígena composta por alguns dos maiores nomes do cinema indígena Brasileiro (Takumã Kuikuro, Alberto Alvares, Graciele Kaiowa e Olinda Tupinambae Jurandir Martins Mbya) para compôr presença nas rodadas de negociação, participar com stand no evento do mercado de cinema local e assistir as exibições ecoando a mensagem de proteção dos territórios e culturas ancestrais que garantem mais de 80% do bioma ainda preservado do planeta.Aulas de cinema indígena sob perspectiva dos povos Guarani mbya, guarani nhandeva, guarani kaiowa, kuikuro e tupinamba: As 5 aulas de cinema indígena sob perspectiva dos povos Guarani mbya, guarani nhandeva, guarani kaiowa, kuikuro e tupinamba devem trazer como contrapartida social à público diverso e 5 escolas públicas indígenas, uma de cada povo representado pelos cineastas em parceria com diretoriaas locais, a conscientização sobre a importância da produção cinematográfica indígena para cada um destes povos e um resumo da construção deste saber.
Objetivo Geral:Difundir e internacionalizar o cinema indígena brasileiro para o maior festival de cinema em termos de produções artísticas do mundo, utilizando a participação no evento como vitrine mundial para estas produções e portanto interferindo diretamente na valorização dos direitos culturais, territoriais e espirituais dos territórios indígenas visibilizados e demais povos, junto a viralização das falas realizadas no evento por meio de vídeo deste curteúdo editado em curta metragem gratuito no youtube, divulado nas páginas de redes sociais dos realizadores.Objetivo específico:Levar a primeira delegação de cineastas indígenas a compôr o Marché Du Cannes, com apresentação comercial de obras, espaço para falas sobre a importância de seus trabalhos no doccannes e participação com banca de oferta de trabalhos, além de participação em rodadas de negociação e livre acesso aos filmes e exibições.Realizar 5 encontros online com aulas sobre a importância do cinema indígena sob as perspectivas de cada povo presente na delegação (aula 1 - cinema indígena sobre a perspectiva Mbya, aula 2 - cinema indígena sobre a perspectiva Tupinamba, aula 3 - cinema indígena sob a perspectiva Nhandeva, aula 4 - cinema indígena sob a perspectiva Kaiowa, aula 5 - cinema indígena sob a perspectiva so a perspectiva).
O Festival de Cannes trata-se do mais importante e celebrado festival de audiovisual do planeta, compondo exibições de filmes curta e longa metragem de todas as partes do mundo. O evento encontra-se agora, em 2026 na sua 79a°edição. Para além das exibições, temos o Marché du Film, composta por cineastas, roteiristas, diretores, produtores e empresas do audiovisual ao redor do mundo. Neste evento, que ocorre junto às exibições da mostra competitiva e de filmes complementares, ocorrem trocas comerciais cinematográficas do mercado audiovisual global, onde encontramos stands e rodadas de pitching e negociações em geral. O evento costuma ocorrer em março, e caso sejamos um coletivo contemplado, pretendemos levar uma delegação indígena com stand para divulgar o audiovisual indígena brasileiro, com ênfase em projetos e cineastas, roteiristas e montadores do estado de São Paulo.E para além das participações comerciais e de caráter formativo já citados, temos uma participação especial mediada pelo produtor do Doc Cannes, Pierre Alexis, que deverá integrar a delegação indígena para apresentar trabalhos na ala de documentários do evento mundial, visibilizando o gênero de produção de maior consistência no cinema indígena brasileiro.Para tanto, em tempos de emergência climática global torna-se essencial a valorização do cinema indígena brasileiro no mundo, visibilizando a importância da defesa dos territórios indígenas que contém 80% da fauna e flora preservadas no mundo, garantindo portanto a sustentabilidade planetária às gerações futuras.
Mês 01 - MÊS 01: PRÉ PRODUÇÃOSemana 1 - Reunião de planejamento das datas certas de contrapartida e divulgação da mesma nas redesSemana 1 - Planejamento logístico para ida ao Festival de Cannes e empréstimo de materiais, como microfone, pedestais e demais para instalações dos stands de negócios.Semana 1: PRODUÇÃOGravação da aula online de história do audiovisual indígena sob perspectiva MbyaGravação da aula online de história do audiovisual indígena sob perspectiba TupinambáSemana 2: PRODUÇÃOGravação da aula online de história do audiovisual indígena sob perspectiva KaiowaGravação da aula online de história do audiovisual indígema sob perpectiva KuikuroGravação da aula online de história do audiovisual indígena sob perspectiva NhandevaSemana 3: PRODUÇÃOArmazenamento das aulas em HD, Edição e postagem das aulas em plataforma do youtube.Semana 4: PRODUÇÃODivulgação do material das aulas no instagram próprio do projeto marcando os realizadores indígenasContato com a gráfica para desenvolvimento do material de divulgação distribuído em stand em Cannes: panfleto 90g em papel reciclado da delegação com selo de cannes - 500 unidades, cartaz A4 180g em papel reciclado da delegação indígena presente em Cannes e dos 5 filmes dos cineastas - 12 unidades, 5 folhetos 180g com qr code dos filmes produzidos e respectivos diretores - 500 unidades de cada filme - 2500, 2 banners de 1,5 m com o cartaz dos 5 filmes em formato A3 paisagem em cada um deles.MÊS 02 - Contrapartida 2: PRODUÇÃOSemena 1 e 2: Divulgação do material das aulas no instagram próprio do projeto marcando os realizadores indígenas.Semana 3 e 4: Reunião online para alinhamento da viagem, revisão de necessidades e compra das passagens, assim como aluguel do airbnb de hospedagem local.MÊS 03 - Viagem para o festival de Cannes na França com participação e fala no Doc Cannes, além de participação do evento de mercado audiovisual de Cannes com busca por parceria de distribuição e finalização de filmes indígenas, além de divulgar as produtoras indígenas no mercado global.
Internacionalização da delegação indígena brasileira para Cannes: A delegação deverá ficar 4 dias em Cannes. Em sua programação de divulgação smepre devem haver duas pessoas na parte mercadológica do evento, divulgando panfleto 90g em papel reciclado da delegação com selo de cannes - 500 unidades com informações sobre o cinema indígena brasileiro e seus respectivos cineastas, junto a informações das produtoras indígenas, cartaz A4 180g em papel reciclado da delegação indígena presente em Cannes e dos 5 filmes dos cineastas - 12 unidades, 5 folhetos 180g com qr code dos filmes produzidos e respectivos diretores e seus contatos - 500 unidades de cada filme - 2500, 2 banners de 1,5 m com o cartaz dos 5 filmes em formato A3 paisagem em cada um deles parados nos stands para aumentar a visibilidade dos projetos.As 5 aulas de cinema indígena sob perspectiva dos povos Guarani mbya, guarani nhandeva, guarani kaiowa, kuikuro e tupinamba, devem ocorrer na terceira semana do projeto, sendo gravadas para postagem na plataforma do Youtube nas primeiras e segunda semana e disponibilizadas gratuitamente. Cada uma das aulas deverá ter até 50 minutos e devem ser gravadas em 5hds externos para distribuições futuras em colégios estaduais indígenas como material de valorização do cinema indígena e de seu poder de salvaguarda e como ferramente de luta territorial e por reconhecimento da valorização das culturas indígenas pelos alunos locais. As escolas devem ser quaisquer escolas públicas indígenas, uma de cada povo representado pelos cineastas (mbya, nhandeva, kaiowa, kuikuro e tupinamba), escolhidas pelos cineastas participantes da delegação. As aulas devem ficar gratuitamente na plataforma após a postagem.
Jurandir Augusto Martim - função: cineastaNascido na Tekoa Ytu, na Terra Indígena Jaraguá, onde vive. Foi professor na aldeia por muitos anos, dedicando-se ao ensino da língua Guarani para os mais jovens. Desde que se mudou para a Tekoa Yvy Porã, também localizada na Terra Indígena Jaraguá, Jurandir tem se dedicado a realizar práticas de preservação ambiental no território, que misturam saberes tradicionais e contemporâneos, como a criação de fossas ecológicas, plantio de mudas nativas e a bioconstrução, processo pelo qual construiu a casa de sua família na aldeia.Coprodutor do videoclipe indios do vulcão (RZO e Wera Mc), (2019), esta codirigindo o filme Guardiões das Palavrfas Yvyra'ija junto ao diretor de cinema nhandeva Alberto Alvares na aldeia Yvy Porã na Ti Jaragua (2025 - 2026)Alberto Alvares - função: cineasta, roteirista, editor, tradutor português guaraniDoutorando e mestre da Pós em Cinema Audiovisual da UFF (2023 - 2025) é cineasta Guarani Nhandewa, nascido na aldeia Porto Lindo, MT. Professor e tradutor de Guarani, ministra curso de formação de cineastas indígenas. Realizou mais de 20 documentários, entre eles “Karai ha’egui Kunhã Karai ‘ete”/”Os verdadeiros líderes espirituais” (2014), “O último sonho” (2019) e “Guardião das Memórias” que foi exibido na 21a Bienal de Arte Contemporânea Sesc_Videobrasil em 2020; os longas-metragem Kunhangue Arandu: a Saberdoria das Mulheres, (2021) Yvy Pyte - Coração da Terra, do Projeto Itaú Cultural/Rumos, 2023. Ganhador de vários prêmios: como Forumdoc, em BH; e Doclisboa, em Lisboa, 2022. Um dos autores Falas da Terra Especial, em 2021, da TV Globo. Participou do Projeto Financiado Mondes Americains – EHESS (França/Paris), 2023. Codireção e fotografia do Futuro da Terra, para o Itaú Cultural Play - 2023. Direção de Guardião das palavras, (2025 - 2026). Takumã kuikuro - função: cineasta, roteirista, editorSou Graciela Guarani, do povo Guarani Kaiowá. Nascida e criada na aldeia Jaguapiru (MS), atualmente moro na Terra Indígena Pankararu (PE). Trabalho como produtora cultural, diretora, roteirista, curadora e educadora em audiovisual. Sou uma das pioneiras em produções indígenas no audiovisual brasileiro. Já dirigi e escrevi o roteiro de diversos filmes. Entre eles, se destacam o longa documental premiado internacionalmente “My Blood is Red” (2019) e as vídeo-cartas “Nhemongueta Kunhã Mbaraete” (2020). Fui autora no especial da rede Globo “Falas da Terra”, integro o time de direção da segunda temporada da série da Netflix “Cidade Invisível” e sou chefe de roteiro do game “Entre as Estrelas”, produzido pela Split Studio. Fui formadora no curso “Mulheres Indígenas e Novas Mídias Sociais – da invisibilidade ao acesso aos direitos”, realizado em 2019 pela ONU Mulheres e pelo TJ/MS, em Dourados. Atuei como cineasta facilitadora na oficina de cinema “Ocupar a Terra, Ocupar a Tela: Mulheres, Terra e Movimento”, produzida em 2019 no Rio de Janeiro pelo IMS e pelo Museu do Índio. Também fui convidada como debatedora da mesa redonda Internacional de Mulheres na Mídia e no Cinema na 70ª Berlinale, Berlin International Film Festival, 2020. Graciela Pereira de Souza - função: cineasta, roteirista, direção de fotografia, tradutora português guaraniSou Graciela Guarani, do povo Guarani Kaiowá. Nascida e criada na aldeia Jaguapiru (MS), atualmente moro na Terra Indígena Pankararu (PE). Trabalho como produtora cultural, diretora, roteirista, curadora e educadora em audiovisual. Sou uma das pioneiras em produções indígenas no audiovisual brasileiro. Já dirigi e escrevi o roteiro de diversos filmes. Entre eles, se destacam o longa documental premiado internacionalmente “My Blood is Red” (2019) e as vídeo-cartas “Nhemongueta Kunhã Mbaraete” (2020). Fui autora no especial da rede Globo “Falas da Terra”, integro o time de direção da segunda temporada da série da Netflix “Cidade Invisível” e sou chefe de roteiro do game “Entre as Estrelas”, produzido pela Split Studio. Fui formadora no curso “Mulheres Indígenas e Novas Mídias Sociais – da invisibilidade ao acesso aos direitos”, realizado em 2019 pela ONU Mulheres e pelo TJ/MS, em Dourados. Atuei como cineasta facilitadora na oficina de cinema “Ocupar a Terra, Ocupar a Tela: Mulheres, Terra e Movimento”, produzida em 2019 no Rio de Janeiro pelo IMS e pelo Museu do Índio. Também fui convidada como debatedora da mesa redonda Internacional de Mulheres na Mídia e no Cinema na 70ª Berlinale, Berlin International Film Festival, 2020.Olinda Tupinamba - função - cineasta, roteirista, direção de fotografiaSou Olinda Tupinambá, indígena do povo Tupinambá e Pataxó Hãhãhãe. Atuo como jornalista, curadora, performer, cineasta e ativista ambiental. Trabalho com audiovisual desde o final de 2015. Produzi e dirigi 10 obras audiovisuais próprias e independentes, entre documentários, ficção e performances. Fui curadora de diversos festivais e mostra de cinema, entre eles do Festival de Cinema Indígena Cine Kurumin em 2020 e 2021, na mostra Lugar de Mulher é no Cinema em 2020 e 2021, e no 1º Festival de Cinema e Cultura Indígena – FeCCI, 2022. Também produzi duas mostras de cinema: Mostra Paraguaçu de Cinema Indígena (2017) e Amotara – Olhares das Mulheres Indígenas (2021). Sou coordenadora do Projeto Kaapora e coautora do Doc/Especial TV “Falas da Terra” (2021), produzido pelos Estúdios Globo.Ana Carolina Campos - função: produtor cultural Produtora Cultural formada pelo Programa Trânsitos desenvolvido pelo ITO (Instituto Tomie Ohtake) (2023) com pós-graduação em gestão e produção pelo centro de estudos da américa latina da USP (Cellac) (2024 - 2025). Produziu e geriu projetos culturais diversos entre 2019 - 2025, nas comunidades indígenas Guarani Mbya da cidade de São Paulo, mobilizando recursos e materiais de arte em diversas mídias para gestão plurianual de ponto de cultura indígena (aldeia Pindo Mirim e Itakupe), exposições de arte contemporânea indígena, séries fotográficas, projetos de estamparia, moda, arte e reciclagem, eventos com dança xondaro, coral Guarani, palestras, projetos de cunho ambiental, envolvendo abelhas sem ferrão, criação de lagos, plantio tradicional Guarani, dentre outros.Dentre seus trabalhos de produção local e produção executiva no audiovisual, realizou o média metragem Guardiões da Floresta e Seus Contos Ancestrais na Tekoa Itakupe - TI Jaragua SP (2022) - VAI 2 - SMC - SP, o curta metragem Semente do Retorno na aldeia Pindo Mirim - Ti Jaragua SP (2025) - SPCINE e O Lugar da palavra - dir.: alberto Alvares (2025). Entre os editais com os quais trabalhou como produtora encontramos projetos do Fomento a Periferia - SMC - SP, VAI 1 - SMC - SP (2023), Museu de arte de Rua - MAR - SMC - SP (2022), Proac Reformas de espaços culturais - SESCULT - SP, (2025) MPT - Edital de ressarcimento de multas (2024), MPT/OIT (ONU) - Awure (2023).Andrea Luiza martins dos Santos - função: tradutora inglês portuguêsMirian de Souza Caxilé - função: intérprete de librasArtivista negraindígena, educadora e tradutora intérprete de Libras. Natural de Santos-SP. Graduada em Pedagogia e Letras com habilitação em Bacharelado Língua Brasileira de Sinais / Língua Portuguesa pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) no pólo UNICAMP. Tradutora Intérprete de Libras/ Língua Portuguesa, certificada pelo Prolibras MEC e Professora Universitária. Suas atividades estão voltadas para área da surdez, com experiência há 40 anos. Atua como Tradutora Intérprete de Libras em eventos científicos, artísticos e culturais.Rosemary Lucas - função: audiodescrição e legenda descritivaNasceu no Rio de Janeiro e é uma jornalista dedicada à causa da acessibilidade. Com uma formação sólida, Rosemary é audiodescritora formada pelo Instituto Benjamin Constant, tendo estudado com renomados profissionais como Rosa Matsushita, Francisco Lima e Joel Snyder. Além disso, possui uma pós-graduação em Direitos e Inclusão da Pessoa com Deficiência. Rosemary é a fundadora da Imagética Acessibilidade, uma empresa que se dedica a tornar projetos acessíveis através de audiodescrição, Libras e legendas descritivas. Sua empresa tem prestado serviços para grandes nomes da mídia, como a Rede Globo, onde trabalhou em projetos como Globo Repórter, Gostbuster, Mais Além, Histórias Impossíveis, Cine Holiúde 3, Os Outros 2, Justiça 2 e Encantados 3. Além disso, Rosemary e sua equipe levaram acessibilidade a diversos projetos da Netflix, incluindo O Eleito, Lift, Roubo nas Alturas, The Fall Of The House Of Usher, The Umbrella Academy e Black Mirror. Sua expertise também se estende ao teatro, onde trabalhou em peças como Loloucas, Avesso do Avesso, As duas Irmãs, O Crepúsculo das Máscaras, A Lira dos 20 Anos, Makeda, Bruzundangas, Lecí, Na Palma da Mão e Duetos.
Iremos ter legenda descritiva e audiodescrição do vídeo de divulgação disponível no pendrive levado até o festival de Cannes para ser sxibido nos telões presentes para as empresas que compram o pacote croissette de acesso e divulgação de seus trabalhos no evento.Iremos ter intérprete de libras em tradução simultânea nas 5 aulas online de cinema na perspectiva dos povos guarani mbya, guarani nhandeva, guarani kaiowa, tupinamba e kuikuro.
As 5 aulas de online de cinema na perspectiva dos povos guarani mbya, guarani nhandeva, guarani kaiowa, tupinamba e kuikuro, devem ser abertas ao público com distribuição gratuita e devem ser salvas pós exibição ao vivo e distribuidas em hd externo para 4 escolas públicos indígenas das escolas dos povos suscitados, por seus respectivos diretores (uma escola pública mbya, uma escola pública nhandeva, uma escola pública kaiowa, uma escola pública kuikuro e uma escola pública tupinamba) para serem exibidos como material de formação e conhecimento pedagógico sobre a trajetória audiovisual de cada povo às crianças indígenas. A entrega do hd externo deve ser feita as diretorias destas escolas públicas indígenas.