Início: 18/01/2027Término: 30/07/2027Aceite: 10/03/2026
A MAR ABERTO ou As Estrelas do Mondego é uma peça teatral, que será apresentada na cidade de São Paulo durante dois meses. Escrita pelo dramaturgo Thiago Bechara, para Adriana Londono e Clovys Tôrres. A peça tem direção de Jairo Mattos e toma como referência o terceiro canto de Os Lusíadas de Luís de Camões, aquele dedicado ao episódio histórico de Inês de Castro e Pedro I de Portugal. O espetáculo apresenta os dois célebres amantes para reviver, ao pé do Rio Mondego, em Coimbra, o caráter trágico e ao mesmo tempo romântico de sua história. Temas como a morte e o amor dialogam questionando a maneira como a política muitas vezes determina as relaçoes humanas e o destino. Será que faz sentido falar de amor no séc. XXI? A montagem se utiliza da poesia, do fado e do circo para falar sobre amor, política e esperança.
A MAR ABERTO ou As Estrelas do Mondego é uma peça teatral, escrita pelo dramaturgo Thiago Bechara, para Adriana Londono e Clovys Tôrres. A peça tem direção de Jairo Mattos e toma como referência o terceiro canto de Os Lusíadas de Luís de Camões, aquele dedicado ao episódio histórico de Inês de Castro e Pedro I de Portugal. O espetáculo apresenta os dois célebres amantes para reviver, ao pé do Rio Mondego, em Coimbra, o caráter trágico e ao mesmo tempo romântico de sua história. Temas como a morte e o amor dialogam questionando a maneira como a política muitas vezes determina as relaçoes humanas e o destino. Será que faz sentido falar de amor no séc. XXI? A montagem se utiliza da poesia, do fado e do circo para falar sobre amor, política e esperança.
Objetivo geral Montar o espetáculo A MAR ABERTO OU AS ESTRELAS DO MONDEGO, de Thiago Bechara, com direção de Jairo Mattos e com Adriana Londono e Cloóvys Torres, para temporada de dois meses de apresentações e dois de ensaios, na cidade de São Paulo. Serão ao todo, 24 apresentações, tres por semana, durante dois meses, na cidade de São Paulo. OBJETIVOS Específicos 1) Produto ESPETA´CULO DE ARTES CÊNICAS - Colocar em cena na cidade de São Paulo, em um teatro de tamanho médio (entre 200 e 300 lugares), o espetáculo Amar Aberto ou As Estrelas do Mondego, no segundo semestre de 2024. - Realizar 24 apresentaço~es teatrais do espetáculo, com 50% de gratuidade durante 2 meses, com 3 apresentaço~es por semana. - Oferecer ao calendário cultural de São Paulo, uma peça teatral com excelente qualidade artística e técnica que faça diferença na cidade e conquiste novas platéias. - Proporcionar a nossa equipe técnica com histórico reconhecido pelo público e pela crítica especializada, um trabalho de conteúdo poético e artistico que fará diferença em suas carreiras, pela temática e pelas escolhas da linguagem e da própria equipe da montagem. - Colocar em cena duas figuras histórias e lendárias de Portugal, D. Pedro I e Inês de Castro, que de certa forma ajudaram a moldar o pensamento e a estética política tal qual a conhecemos hoje. - Estreitar relações e reavivar nossa memória entre Brasil e Portugal, numa investigação minuciosa sobre nossas diferenças e semelhanças, promovendo novos olhares. - Colocar em cena o diálogo vive entre linguagens distintas tais como o circo, o teatro narrativo, a poesia e a música para suscitar delicadezas adormecidas na correria dos tempos modernos. - Promover o encontro da poesia e da música para falar sobre amor e morte numa visão filosófica e política a partir do coração do homem contemporaneo e do poder. - Estimular e propiciar um espetáculo que mistura o erudito (Camões) e o popular, modinhas, em uma linguagem que fale diretamente com a plateia. - Oferecer à cidade de São Paulo, um espetáculo requintado artisticamente a preços populares para que todos possam ter acesso. - Garantir acessibilidade de linguagem e locação para que todos os setores da sociedade possam apreciar nossa arte, ajudando a fortalecer a cultura na cidade de São Paulo. - Oferecer uma experiência poética e musical à cidade de São Paulo, proporcionando uma reflexão sobre amor, morte e política. 2) Produto CONTRAPARTIDA SOCIAL - Oferecer ensaio aberto para escolas públicas na semana que antecede a estreia. - Garantir cotas sem custo aos idosos, pessoas com deficiência, grupos de professores e alunos da redes pública de ensino (federal, estadual e municipal). - Oferecer conversa aberta com a plateia e a equipe do projeto sobre o processo de criação e montagem tais como dramaturgia, cenografia, música, interpretação e direção.
- A Lei de Incentivo à Cultura é ferramenta primordial e indispensável para que nosso trabalho aconteça e chegue até a sociedade com relevância e estrutura. - Nosso projeto é relevante pela sua temática, pela qualidade de sua equipe técnico-artistica escolhida, pelo cuidado com que está sendo pensado e desenvolvido e precisa do Incentivo Fiscal para chegar ao seu objetivo final. - Nosso projeto coloca em pauta o espelhamento social (político e filosófico) cada vez mais necessário para que nos reconheçamos enquanto indivíduos e enquanto povo, pertencentes a uma nação. - Ao falar sobre a história de Pedro I e Inês de Castro, evidenciamos através da poesia (viva Camões), as nossas mazelas, fragilidades, ambições e amores e, nos damos conta de que tudo é política, desde o mais inocente gesto até as "grandes" decisões como forma de combate à generalizada sensação de solidão. - Após a solidão e o individualismo contemporâneos e as adversidades da pandemia do novo coronavírus impostas ao Brasil e ao mundo, acreditamos que nossa peça possa contribuir em nossa busca por saúde mental, coletivamente falando a arte sempre nos faz refletir e espelhar nossas atitudes e questionar nossas escolhas e decisões. - Acreditamos que para que nos reconheçamos em meio a um período de descaracterização individual e coletiva, é papel da arte refletir seu contexto a fim de que possamos refletir sobre ele. E em sendo tema presente e desoladoramente frequente, a morte não pode ser tratada, no nosso entender, dissociadamente de um elemento que funcione como antídoto e esperança, de que tanto o mundo atual carece. - Nos parece que a Lei de Incentivo tem também a função de proporcionar momentos mais profundos e delicados, com temas que tanto nos exigem ao longo de nossas vidas. Quis-nos parecer que o amor seria não apenas esse contraponto, mas assunto igualmente presente e necessário de ser revalorizado, ressignificado e relembrado nas suas mais diversas instâncias, do amor erótico ao amor pela pátria. - Temos por tema esses dois eixos, a escolha das personagens históricas se justifica pela contundência da metáfora dada por um caso verídico e não ficcional, associado à História do Brasil, sendo Pedro I de Portugal e Inês de Castro, antes de mais nada, figuras universais a que também pretendemos dar luz, sobretudo naqueles seus aspectos que tiverem mais potencial de comunicação com o século XXI. Assim, apresentamos um espetáculo a um só tempo poético, leve, humorado, delicado e prazeroso, mas sem nos furtarmos de abordar temas universais que julgamos pertinentes ao nosso tempo. E nos parece ser este também a função de uma Lei de Incentivo à Cultura: promover e proporcionar novos olhares sobre nós mesmos.
PRIMEIRO MES - De 17 de junho a 16 de julho PRIMEIRA SEMANA - PRE PRODUÇÃO Reuniões com equipe de figurino, cenário, design gráfico, iluminação Elaboração contratos da equipe Primeiros pagamentos da equipe/serviços Definição de agendas de ensaios Reunião sobre estratégia de comunicação SEGUNDA SEMANA - PRE PRODUÇÃO & PRODUÇÃO Inicio dos ensaios Inicio dos trabalhos técnicos Acompanhamento da criação de cenário, figurinos e iluminação Registros dos ensaios, fotos e videos Releases para divulgação Reunião com assessoria de imprensa TERCEIRA SEMANA - PRODUÇÃO Continuidade dos ensaios da peça Acompanhamento da criação de cenário, figurinos e iluminação Fotos para divulgação Reunião com assessoria de imprensa Inicio da divulgação com release, notas, etc QUARTA SEMANA - PRODUÇÃO Acompanhamento da criação de cenário e iluminação Reunião com assessoria de imprensa Prova de figurinos Continuidade dos ensaios da peça SEGUNDO MES - De 17 de julho a 16 de agosto PRIMEIRA SEMANA - PRODUÇÃO Ensaios diários Divulgação da peça Última prova de figurinos Entrega de cenário e adereços Reunião com assessoria de imprensa Pagamento da equipe/serviços SEGUNDA SEMANA - PRODUÇÃO Prova de cenário com figurinos Reunião com assessoria de imprensa Continuidade dos ensaios diários TERCEIRA SEMANA - PRODUÇÃO Continuidade dos ensaios Reunião com assessoria de imprensa Divulgação da peça Ensaios com figurinos e adereços QUARTA SEMANA - PRODUÇÃO Entrega do desenho de luz Finalizar todo o material de divulgação Fotos om figurinos e cenarios Finalizar as cenas nos ensaios diários Reunião com assessoria de imprensa Convidar mailling para a estréia TERCEIRO MES - De 17 de agosto a 16 de setembro PRIMEIRA SEMANA - PRODUÇÃO Ensaios gerais Lista de convidados Reunião com assessoria de imprensa Divulgação geral, com coletivas de imprensa Estreia da peça Pagamento da equipe/serviços SEGUNDA SEMANA - PRODUÇÃO Continuidade da temporada da peça Reunião com assessoria de imprensa Divulgação em todos os veículos Ensaios de manutenção do espetáculo TERCEIRA SEMANA - PRODUÇÃO Continuidade da temporada da peça Reunião com assessoria de imprensa Ensaios de manutenção do espetáculo QUARTA SEMANA - PRODUÇÃO Manuteção do espetáculo Continuidade do trabalho de assessoria QUARTO MES - De 17 de setembro a 16 de outubro PRIMEIRA SEMANA - PRODUÇÃOContinuidade da temporada Manutenção do espetáculo e da divulgação Pagamento da equipe/serviços SEGUNDA SEMANA - PRODUÇÃO Continuidade da temporada Divulgação TERCEIRA SEMANA - PRODUÇÃOContinuitade da temporada Manutenção de ensaios e divulgação QUARTA SEMANA - PRODUÇÃO Finalização da temporada QUINTO MES - PÓS PRODUÇÃO | De 17 de outubro a 16 de novembro PRIMEIRA SEMANA Finalização de material de divlugação Últimos pagamentos Clipagem Arquivamento de fotos Reuniões com elenco e equipe Pagamento da equipe/serviços SEGUNDA SEMANA Elaboração da prestação de contas TERCEIRA SEMANA Elaboração da prestação de contas Conferencia de notas e relatorios junto ao contador QUARTA SEMENAArquivar a prestação de contas e enviar relatório ao MINC SEXTO MES - PÓS PRODUÇÃO | De 17 de novembro a 15 de dezembro Acompanhar a prestação de contas do MINC Arquivar documentos Entregar relatórios para quem lhe é devido Reorganizar a empresa e a vida para seguir Pagamento da equipe/serviços
- Espetáculo com linguagem de circo-teatro e teatro narrativo com duração de uma hora - Temporada 24 apresentações, durante dois meses na cidade de São Paulo
JAIRO MATTOS - Diretor - Ator e diretor teatral. Participou de inúmeras montagens teatrais dirigidas por expoentes como Gabriel Vilella, Carla Camurati, Mário Bortolotto. É o caso também da montagem de Budro de Bosco Brasil dirigida por Emilio Di Biasi que foi indicada ao prêmio Molière /ator. No cinema participou como ator de vários curtas e longas-metragens, com destaque para os premiados Louco Por Cinema de André Luis de Oliveira (Prêmios Ator/Filme/Trilha/Coadjuvantes no Festival de Cinema de Brasília) e O Viajante de Paulo César Saraceni (Prêmio da Crítica de melhor filme no Festival de Moscou). Na televisão atuou em mais de quinze novelas, como Barriga de Aluguel, O Dono do Mundo, Rei do Gado, Tempos Modernos e outras. Como diretor teatral esteve à frente das montagens de obras de Mário Bortolotto (Leila Baby, Cooconings e Brutal), de Claudia Vasconcelos (As mais fortes, Tem café no bule, Acácias, Lagrima de vidro e Cata-Dores), de Hugo Possolo (Sobre a arte de cortar bifes e Eu Odeio Kombi), de Mario Viana (Carro de Paulista, Meu Filho, Meu Tesouro, Assim com Rose e Amanhâ é Natal), de Renê de Obaldia (Le Défunt), de Antonio Bivar (Alzira Power), de Paulo Goulart Filho (A Noite do Meu Bem) e de William Shakespeare (A Comédia dos Erros). Cabe ainda lembrar que foi Cofundador do Grupo Parlapatões Patifes e Paspalhões e do Teatro de Câmara de São Paulo. ADRIANA LONDOÑO – Atriz - Nascida em São Paulo em 1971. Formada em Artes Cênicas pela Unicamp em 1992 e pela Scuola d’Arte Drammatica Paolo Grassi, Milano (Itália) no ano de 1996. Atuou, entre outros, nos espetáculos teatrais: O Amor de Madalena Por Jesus (texto e direção: Léo Lama) em 2000; Ismênia (de Ghiannis Ritsos, direção: William Pereira) em 2006; A Graça da Vida (de Trish Vradenburg, direção: Aimar Labaki) em 2008; As Pontes de Madison (direção: Regina Galdino) em 2010; O Grande Espírito da Intimidade (texto de Leo Lama, direção: Andreah Dorim) em 2012; Zibaldone (direção e dramaturgia: Aimar Labaki) em 2017, que em 2019 ganhou nova temporada em São Paulo para em setembro viajar à China onde foi apresentado em dois festivais. Na televisão atuou em novelas como Zaza (TV Globo -1997), Sandy e Jr (TV Globo - 2000/01), Cidadão Brasileiro (TV Record - 2006), Poder Paralelo (TV Record - 2009), Rebelde (TV Record - 2011/12), Escrava Mãe (TV Record - 2016), Apocalipse (TV Record - 2018), entre outras. Foi premiada como melhor atriz no Golden Guará Trimonthly Awards Film Festival (Guará de Ouro) por sua atuação no filme O Sobrevivente dirigido por Silvia Rocha Campos (2021). CLÓVYS TÔRRES - Ator & Produtor - O ator Clovys Tôrres tem 27 anos de carreira e participação em mais de 20 montagens teatrais, cinema, série e telenovelas. É também autor e produtor. Iniciou sua carreira teatral em Piracicaba, no Núcleo de Cultura da Universidade Metodista onde se formou também em Comunicação Social. Ao longo destes anos, desenvolveu fortes parcerias teatrais com Aimar Labaki, Amir Haddad, Elias Andreato, Clarisse Abujamra, Jairo Mattos, Gabriela Mellão. Por dez anos, produziu o projeto Letras Em Cena, no MASP reunindo mais de três mil artistas das artes cênicas em torno da dramaturgia universal. Há dez anos iniciou sua parceria com Adriana Londoño no espetáculo O Grande Espírito da Intimidade, de Leo Lama, cumprindo temporadas por três anos. Na sequência, ainda com Londoño, iniciaram pesquisa sobre Giacomo Leopardi, juntamente com o diretor e dramaturgo Aimar Labaki. Resultado foi o espetáculo Zibaldone, que por três anos cumpriu temporadas em São Paulo e participou de festivais de teatro, na China. Entre outros espetáculos, se destacam dois solos, em cartaz nos últimos anos: Desolador, sobre a obra de Antonin Artaud, de Gabriela Mellão, e Me Dá Tua Mão, texto seu, desconstruído por Amir Haddad, que esteve inclusive em Portugal. Participou também da montagem de Vem Buscar-Me Que Ainda sou Teu, de Carlos Alberto Soffredini e de Esperando Godot, de Becket, direção de Elias Andreato. THIAGO SOGAYAR BECHARA - Autor - O escritor, letrista, apresentador e pesquisador cultural paulistano Thiago S. Bechara é autor de 14 livros em diversos gêneros. Jornalista de formação e especializado em Jornalismo Cultural, é Mestre em Estudos de Teatro e Doutor em Literatura Portuguesa, ambos os títulos pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Dentre os prefaciadores e comentadores de sua obra estão artistas como Fernanda Montenegro, Zélia Duncan, Ney Matogrosso e Naum Alves de Souza. Alguns de seus livros são as biografias pela Imprensa Oficial do Estado de S. Paulo da atriz Imara Reis e da cantora Cida Moreira. Biografou também o diretor teatral Amir Haddad, além de trabalhos como O vestido de laise: contos e prosas poéticas, pela editora Patuá em 2017. Em sua dramaturgia constam obras como A moldura; As xícaras; Sônia: um ato por Tolstói; e outros textos ainda inéditos. Mais recentemente tem dedicado atenção a levar ao palco figuras históricas, ficcionalizando aspectos de suas biografias a fim de propor reflexões contemporâneas em torno da ciclicidade por meio da qual se processa a história da civilização. Como dramaturgo é biógrafo. Como biógrafo é poeta. Como poeta é músico. Acredita na fluidez entre os gêneros. Em 2021 estreia seu monólogo Sônia: um ato por Tolstói em versão online, com Mariana Muniz e direção de Elias Andreato, produzida pela MoviCena (pela qual a atriz ganhou o Prêmio APCA Especial pelo conjunto da obra online). No mesmo ano, seu texto O filho de rapina: uma recordação de infância de Leonardo da Vinci por Freud tem leitura dramática de Nilton Bicudo com direção também de Andreato no contexto do Festival da Rede de Leituras de textos inéditos, antes de a obra ser produzida para 2022 pelo ProAc. SÉRVULO AUGUSTO – Diretor Musical - É ator, músico e dramaturgo. Auto-Didata. Quarenta e seis anos de carreira, iniciada em 1974, no Grupo Caracol, na peça O PALHAÇO IMAGINADOR, de Ronaldo Ciambroni, dirigida por Roberto Lage, no Teatro Oficina. Atuou vários espetáculo de 1976 a 2002. Em 2003, faz a trilha sonora do espetáculo TARSILA, de Maria Adelaide Amaral, dirigida por Sérgio Ferrara. Em 2016, viaja por todo o Brasil com o Grupo Pândega, de Maria Alice Vergueiro, tocando piano no espetáculo WHY THE HORSE, no Projeto Palco Giratório do SESC. Também em 2016 compõe a trilha sonora original do espetáculo O MENINO E A CEREJEIRA, escrito e dirigido por Stella Tobar. Em 2017, assina a trilha sonora original da peça UMA SHIRLEY QUALQUER, adaptada e dirigida por Miguel Falabella. Em 2018, fez a trilha sonora original e a Direção Musical do espetáculo BRUXA MORGANA CONTRA O INFALÍVEL SENHOR DO TEMPO. Em 2019, criou a trilha sonora original para a peça MINHAS QUERIDAS, de Stella Tobar. Também fez a trilha sonora do espetáculo MULHERES DE SHAKESPEARE, de Thelma Guedes, dirigida pelo inglês Luke Dickson. Direção Musical do espetáculo ATÉ QUE A MORTE NOS SEPARE, de Paula Giannini, dirigido por Amauri Ernani. Em 2022 fez a música original e Direção Musical do espetáculo SAUDADE É UMA BRECHA NO VAZIO DO TEMPO, de Clóvys Torres, dirigido por Fernando Nitsch. REGIANE ALMEIDA – Produtora - Paulistana, amante das artes que escreve poemas em seus momentos de inspiração e reflexões pessoais. Formada em Administração em São Paulo, com pós-graduação em Marketing e Comunicação pela University of Westminster em Londres. Tem 22 anos de experiência no mercado corporativo, gerenciando projetos globais em multinacionais no Brasil e Inglaterra. Sendo uma consumidora ávida de espetáculos de teatro e cultura em geral, começou a se interessar por produção cultural em paralelo a sua carreira executiva já consolidada. Se especializou na área de gestão cultural por meio de cursos no Senac (Produção Cultural) e Cultura e Mercado (Formação em Captação de Recursos). E é com essa paixão que aceitou o desafio de ser produtora executiva desse lindo espetáculo.
- Realizar a temporada em teatro que cumpra com acessibilidade arquitetônica tais como banheiro PCD, rampas, elevadores, guias tateis e outros. - Oferecer todas sessões com interpretação em Libras. - Audio-descrição do programa da peça, incluindo a descrição física do elenco, cenário e figurino. O elenco fará a parte da gravação que os apresenta, com o intuito de familiarizar esse público com suas vozes. O programa estará disponível na recepção com acionamento através de QR Code e auxílio de uma recepcionista ao público com deficiência visual.
- Garantir acesso gratuito para professores e alunos de escolas públicas/EJA, mediante agendamento prévio. - Garantir acesso gratuito para pessoas com deficiência. - Garantir acesso gratuito para pessoas idosas. - Oferecer conversa aberta com a plateia e a equipe do projeto sobre o processo de criação e montagem tais como dramaturgia, cenografia, música, interpretação e direção. - Oferecer ensaio aberto para escolas públicas na semana que antecede a estreia.