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A onde o pandeiro me leva - Iniciação ao pandeiro na Cultura popular - Circula Chapada Diamantina

Início: 15/02/2027Término: 30/11/2027Aceite: 11/03/2026

Resumo

O projeto "Aonde o Pandeiro Me Leva _ Iniciação ao pandeiro na Cultura popular - Circula Chapada Diamantina " realizará oficinas gratuitas de pandeiro e ritmos da cultura popular brasileira em quatro municípios do interior da Bahia: Rio de Contas, Andaraí, Ibicoara e Mucugê. A proposta promove formação musical, encontros de prática coletiva e apresentações abertas ao público, incentivando o acesso à educação musical e a valorização da cultura popular brasileira no interior da Chapada Diamantina.

Sinopse

“Aonde o Pandeiro Me Leva – Saberes do Pandeiro no Interior da Chapada Diamantina” é um projeto de formação musical e circulação cultural que promove oficinas gratuitas de pandeiro em municípios do interior da Chapada Diamantina, contemplando as cidades de Rio de Contas, Mucugê, Andaraí e Ibicoara. A iniciativa busca ampliar o acesso à formação musical e valorizar saberes ligados à música popular brasileira em territórios do interior.O projeto será estruturado em ciclos de oficinas formativas dedicadas ao ensino do pandeiro como instrumento central da música popular brasileira. Os encontros abordarão aspectos históricos, culturais e práticos do instrumento, explorando ritmos como samba, samba de roda, coco, forró e choro, por meio de atividades de escuta musical, contextualização cultural, demonstrações técnicas e práticas coletivas.Cada ciclo contará com quatro encontros formativos conduzidos pela percussionista e educadora popular Taynara Duarte Ribeiro. Ao final das oficinas será realizada uma roda musical aberta ao público, promovendo o encontro entre participantes, músicos locais e comunidade, estimulando a vivência coletiva da música.Como forma de ampliar o alcance do projeto, serão realizados registros audiovisuais das atividades e produzidas vídeo-aulas educativas que serão disponibilizadas gratuitamente em plataforma digital, contribuindo para a difusão do conhecimento musical e para a valorização da cultura popular brasileira.A proposta busca fortalecer a circulação de saberes musicais, incentivar processos de formação artística e contribuir para a preservação e difusão das tradições culturais presentes na região da Chapada Diamantina.Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

Objetivo Geral: Promover a formação musical gratuita em pandeiro e ritmos da cultura popular brasileira em municípios do interior da Chapada Diamantina, por meio de oficinas formativas, encontros musicais e apresentações públicas, incentivando o acesso à educação musical, a valorização da cultura popular e o intercâmbio entre artistas e comunidades locais.Objetivo Especifícos:1- Oferecer oficinas gratuitas de pandeiro em 4 municípios da Chapada Diamantina.2- Estimular o aprendizado de ritmos da cultura popular brasileira como samba, baião, coco e outros ritmos tradicionais.3- Incentivar a prática musical coletiva e a expressão artística de pelo menos 80 jovens e adultos.4- Promover 20 encontros musicais sendo 5 oficinas em cada cidade 1 vez por semana e rodas de percussão com participação da comunidade.5- Adiquirir 40 pandeiros, que serão disponibilizados e posteriormente doados a pessoas em situação de vulnerabilidade financeira. Dessa forma democratizando ainda mais o acesso a formação.6- Impressão de 80 apostilas de apoio aos participantes7- Consessão de 80 bolsas sendo de apoio para pessoas em situação de vulnerabilidade financeira custearem alguns gastos nescessários para estarem participando das oficinas. Sendo 10 em cada localidade8 - Confecção de 6 camisetas para equipe.9 - Impressão de 1 banner com a indentificação dos apoiadores do projeto.10- Impressão de 200 cartazes para divulgação.11- Fortalecer o acesso à formação cultural em territórios do interior.

Justificativa

O projeto "A onde o pandeiro me leva - Iniciação ao pandeiro na Cultura popular - Circula Chapada Diamantina" propõe a realização de oficinas formativas de pandeiro e ritmos da cultura popular brasileira em municípios do interior da Bahia, promovendo o acesso gratuito à formação musical e incentivando a circulação de saberes tradicionais em territórios historicamente afastados dos grandes centros culturais.A iniciativa será realizada nos municípios de Rio de Contas, Andaraí, Ibicoara e Mucugê, localidades inseridas na região da Chapada Diamantina que possuem intensa produção cultural, porém ainda enfrentam limitações no acesso a programas continuados de formação artística. Nesse contexto, o projeto contribui para fortalecer a democratização do acesso à cultura, estimulando a participação da comunidade em processos de aprendizado, criação e fruição musical.A utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais previsto na Lei nº 8.313/1991 é fundamental para viabilizar financeiramente a proposta, uma vez que projetos de formação cultural gratuitos em territórios do interior frequentemente encontram dificuldades de financiamento por meio de recursos próprios ou patrocínio direto. O incentivo fiscal permite mobilizar recursos da iniciativa privada para apoiar ações culturais de relevante interesse público, ampliando o alcance das políticas de democratização cultural.O projeto se enquadra nos objetivos estabelecidos no Art. 1º da Lei nº 8.313/1991, especialmente nos incisos que tratam da promoção, difusão e valorização da cultura brasileira, bem como da ampliação do acesso da população aos bens culturais. Ao promover oficinas gratuitas, encontros musicais e apresentações públicas, a proposta contribui para a formação de novos públicos e para o fortalecimento da prática musical em comunidades do interior.Da mesma forma, a iniciativa dialoga diretamente com os objetivos previstos no Art. 3º da Lei, ao estimular a produção cultural brasileira, consessão de bolsas para pessoas em situação de vulnerabilidade financeira, promover a difusão de manifestações artísticas e incentivar a formação de artistas e agentes culturais. O projeto também valoriza os saberes da cultura popular brasileira, promovendo a transmissão de conhecimentos musicais e incentivando a continuidade dessas práticas culturais.Assim, ao articular formação artística, circulação cultural e valorização da cultura popular, o projeto contribui para o fortalecimento da diversidade cultural brasileira e para a ampliação do acesso à cultura em territórios do interior, reafirmando a importância do mecanismo de incentivo fiscal como instrumento de promoção e democratização das atividades culturais no país.

Etapas

CRONOGRAMA DE EXECUÇÃOTempo estimado de realização: 10 mesesO projeto será realizado em quatro municípios da região da Chapada Diamantina:Rio de ContasMucugêAndaraíIbicoara PRÉ-PRODUÇÃOFevereiro – Março de 2027Fevereiro 2027Semana 1- Reunião inicial com a equipe para alinhamento do plano de ação- Definição de funções e revisão do cronograma- Contato com centros culturais e espaços parceiros- Planejamento pedagógico das oficinasSemana 2- Desenvolvimento da identidade visual do projeto- Produção de material gráfico e comunicação digital- Pesquisa e compra dos instrumentos musicais (pandeiros)- Elaboração do plano de comunicação e divulgaçãoSemana 3- Criação do formulário de inscrição- Abertura dos canais de comunicação e redes sociais- Impressão de cartazes e banner do projeto- Produção das camisetas da equipeSemana 4- Revisão do material pedagógico das oficinas- Impressão das apostilas didáticas PRODUÇÃOMarço de 2027Divulgação geral do projeto- Divulgação nas redes sociais e canais comunitários- Colagem de cartazes no município de Rio de Contas (Esse movimento se repete em cada localidade)- Acompanhamento das inscrições- Mobilização de participantes locais CICLO 1 – RIO DE CONTASAbril de 2027Semana 1Tema: História do pandeiro na cultura popular brasileira. Introdução ao instrumento, postura e primeiros exercícios.Semana 2Tema: Samba e Samba de Roda do Recôncavo Baiano. Prática de movimentos básicos do samba no pandeiro.Semana 3Tema: Variações do samba na música brasileira. Samba, samba de roda, samba de coco, samba chula, maxixe e chorinho.Semana 4Tema: Ritmos nordestinos e samba de coco. Prática musical e aprendizado de cantigas tradicionais.Encerramento- Roda de música aberta ao público- Participação de grupo musical local- Apresentação dos participantes da oficina MAIO 2027Pós ciclo Rio de Contas- Organização dos registros audiovisuais- Confirmação logística para atividades em Mucugê/ Andaraí/Ibicoara (Esse movimento se repete em cada ciclo)- Divulgação de abertura de inscrições para nova turma CICLO 2 – MUCUGÊJunho 2027- Realização do segundo ciclo de oficinas, com a mesma metodologia aplicada no primeiro ciclo.- Encerramento com roda musical aberta ao público. JULHO 2027- Organização de registros audiovisuais- Divulgação para abertura de vagas em Andaraí CICLO 3 – ANDARAÍAgosto 2027- Realização do terceiro ciclo de oficinas.- Encerramento com roda de música aberta ao público. CICLO 4 – IBICOARASetembro 2027- Realização do quarto ciclo de oficinas.- Encerramento com apresentação musical aberta à comunidade. PRODUÇÃO AUDIOVISUALOutubro 2027Semana 1- Gravação das vídeo-aulas pedagógicasSemana 2- Edição do materialSemana 3- Gravação de versão com intérprete de LibrasSemana 4- Publicação e divulgação do conteúdo em plataforma digital MOSTRA FINAL DO PROJETOOutubro / Novembro 2027Realização do Encontro de Pandeiros da Chapada em Rio de Contas, reunindo participantes das oficinas realizadas na região.Atividades:- roda coletiva de pandeiros- apresentação musical aberta ao público- integração entre participantes das quatro cidades- registro audiovisual do encontro PÓS-PRODUÇÃONovembro 2027Semana 1 Reunião final da equipe e avaliação do projetoSemana 2 Organização de registros e documentaçãoSemana 3 Elaboração de relatório final e prestação de contas

Estratégia de execução

O projeto “Aonde o Pandeiro Me Leva – Iniciação ao pandeiro na cultura popular - Circula Chapada Diamantina” busca contribuir para o fortalecimento da formação cultural em municípios do interior da Chapada Diamantina, território reconhecido por sua diversidade cultural e riqueza de manifestações artísticas populares.A proposta valoriza o pandeiro como instrumento emblemático da música popular brasileira, promovendo atividades formativas que incentivam a prática musical, a transmissão de saberes culturais e o encontro entre artistas, participantes e comunidades locais.Ao circular por municípios como Rio de Contas, Mucugê, Andaraí e Ibicoara, o projeto busca ampliar o acesso à formação musical em regiões onde as oportunidades de ensino artístico são mais limitadas, contribuindo para a democratização do acesso à cultura e para o fortalecimento de redes culturais no território.Como forma de ampliar o alcance das atividades, o projeto também prevê a produção e disponibilização gratuita de conteúdos audiovisuais educativos, permitindo que o material formativo possa continuar sendo acessado por interessados mesmo após o período de execução das oficinas.Dessa forma, a iniciativa busca deixar um legado educativo e cultural, estimulando o interesse.

Especificação técnica

Produto cultural: Curso / Oficina de Formação Musical – PandeiroProjeto Pedagógico1. Objetivo Geral- Promover formação musical introdutória por meio do ensino do pandeiro, estimulando o acesso à prática instrumental e à valorização da música popular brasileira em municípios do interior da Chapada Diamantina. 2. Objetivos Específicos- Apresentar o pandeiro como instrumento presente em diversas manifestações da música popular brasileira.- Desenvolver habilidades básicas de execução do instrumento por meio de exercícios práticos e coletivos.- Estimular a escuta musical e o reconhecimento de ritmos tradicionais brasileiros.- Promover experiências de prática musical coletiva e integração cultural entre participantes.- Valorizar manifestações culturais ligadas à música popular presentes no território.- Ampliar a democratização do acesso à formação cultural e musical, por meio da realização de oficinas gratuitas de pandeiro voltadas à comunidade. 3. Justificativa PedagógicaO pandeiro é um dos instrumentos mais emblemáticos da música popular brasileira, presente em diversas manifestações culturais como o samba, o coco, o choro e o forró. Apesar de sua importância cultural, o acesso ao aprendizado musical ainda é limitado em muitas regiões do interior do país.A proposta das oficinas busca contribuir para a democratização do acesso à formação musical, promovendo atividades educativas que estimulam a prática artística, o reconhecimento da diversidade cultural brasileira e a valorização de saberes musicais tradicionais.Ao circular por municípios do interior da Chapada Diamantina — como Rio de Contas, Mucugê, Andaraí e Ibicoara — o projeto busca ampliar o acesso à formação artística e fortalecer a circulação dos saberes da cultura popular na região. 4. Carga HoráriaCada ciclo de oficinas será composto por 4 encontros presenciais, com duração aproximada de 2 horas por encontro, totalizando 8 horas de formação por cidade.Carga horária total do projeto: 32 horas de oficinas presenciais (4 cidades). 5. Público-alvoJovens e adultos interessados em música e cultura popular, com ou sem experiência prévia com instrumentos musicais, residentes nas cidades contempladas pelo projeto. 6. Critério de SeleçãoAs inscrições serão realizadas por meio de formulário online, priorizando:- moradores das cidades contempladas pelo projeto;- jovens e estudantes da rede pública;- pessoas interessadas em iniciar ou desenvolver práticas musicais.- Cada ciclo contará com até 20 participantes. 7. Metodologia de EnsinoAs oficinas serão conduzidas por meio de metodologia participativa, combinando:- contextualização histórica e cultural do instrumento;- escuta musical guiada;- demonstrações técnicas;- exercícios práticos individuais e coletivos;- experimentação rítmica e prática musical em grupo.- A proposta pedagógica valoriza processos de aprendizagem colaborativa e experiências musicais coletivas. 8. Conteúdo ProgramáticoEncontro 1 Introdução ao pandeiro: história do instrumento, postura, formas de segurar e primeiros exercícios rítmicos.Encontro 2 Ritmo do samba e samba de roda: contextualização cultural e prática dos padrões rítmicos básicos.Encontro 3 Variações rítmicas do samba e introdução a outros ritmos da música popular brasileira.Encontro 4 Ritmos nordestinos (coco e forró) e preparação para roda musical coletiva. 9. Material DidáticoSerão utilizados:- pandeiros disponibilizados para as atividades- apostilas didáticas impressas- recursos audiovisuais de apoio (vídeos e áudios)- projeção de conteúdos visuais sobre ritmos e manifestações culturais 10. Profissionais Envolvidos1 - Taynara Duarte Ribeiro – Produção executiva e oficineira responsável pela condução das oficinas2- Luan Carlos de Jesus Santos – Assistente de produção3- Gisele de Farias Capitulino – Designer gráfico e identidade visual4- Drielly Monise Carvalho Messias – Fotografia e registro audiovisual5- Matheus Rosa Brito – Edição de vídeo6- Dayanne Rodrigues Ananias – Consultoria em acessibilidade7- Josias Andrade dos Santos – Intérprete de Libras

Ficha técnica

1- Taynara Duarte Ribeiro - Função no projeto: Produção Executiva e oficineira.Taynara Duarte Ribeiro é produtora cultural, percussionista e educadora popular, atuando no desenvolvimento de projetos de formação musical e valorização da cultura popular brasileira. Possui experiência na elaboração e gestão de iniciativas culturais, com foco na democratização do acesso à arte em territórios do interior. No projeto “Aonde o Pandeiro Me Leva – Saberes do Pandeiro no Interior da Chapada Diamantina”, atua como produtora executiva e oficineira, coordenando as atividades e conduzindo as oficinas formativas na região da Chapada Diamantina.2- Luan Carlos de Jesus Santos - Função: Assistente de produçãoAtua na cena cultura nomade artística itinerante, através do artesanato e também através de assistência em projetos culturais.3- Gisele de Farias Capitulino - Função: Designer Gráfico e indentidade visual Artista visual, ilustradora e designer gráfico. Criando trabalhos autorais, logos e identidades visuais. Explorando processos criativos, cores, formas e composição em diálogo com a linguagem artística.4- Drielly Monise Carvalho Messias - Função: Fotografa e edição de video: Artista multidisciplinar que transita pelas artes plásticas, música, fotografia, tatuagem, arquitetura e design. Enxerga a arte como linguagem de troca e expressão, usando a imagem para provocar sentimentos, diálogos e experiências. 5- Matheus Rosa Brito - Função: Fotografo e editor de video.Fotógrafo e editor de vídeo da Novesete REC, residente em Santa Inês – Bahia. Atua no audiovisual com olhar sensível para a cultura, já tendo produzido e colaborado em diversos filmes e projetos culturais.6- Dayanne Rodrigues Ananias - Função: Capacitação em acessibilidade: Artista, produtora cultural e agente territorial de cultura. Atua com, música, artes visuais e produção cultural desenvolvendo projetos voltados a acessibilidade, inclusão e fortalecimento da cultura local. É idealizadora da exposição “Normal demais para ser normal“ e trabalha na articulação de políticas culturais e ações comunitárias7- Josias Andrade dos Santos - Interprete libras: Licenciado em letras - Libras/Língua Estrangeira pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (2023); Trabalhador da Cultura Registrado na Diretoria de Cultura de Armargosa-BA; Revisor de textos acadêmicos; designer Gráfico, Interprete de Libras, poeta, cantor e compositor.

Acessibilidade

No que se refere à acessibilidade física, as atividades serão realizadas em espaços culturais, educacionais ou comunitários que possuam condições adequadas de circulação, incluindo rampas de acesso, banheiros acessíveis e ambientes que permitam a locomoção segura de pessoas com mobilidade reduzida. Sempre que necessário, serão priorizados locais que atendam às normas básicas de acessibilidade arquitetônica.Quanto à acessibilidade de conteúdo, o projeto prevê a disponibilização de intérprete de Libras nas apresentações públicas e atividades abertas ao público, além da adoção de linguagem acessível na comunicação e divulgação das oficinas. Os conteúdos pedagógicos serão apresentados de forma clara e inclusiva, possibilitando a participação de pessoas com diferentes níveis de experiência musical e condições de aprendizagem.As atividades do projeto também estimulam a participação sensorial por meio da prática musical e do contato direto com instrumentos de percussão, favorecendo experiências acessíveis e inclusivas para diversos públicos.

Democratização

O projeto tem como princípio a ampliação do acesso à formação musical e à fruição cultural em municípios do interior da Bahia, promovendo atividades gratuitas e abertas ao público em diferentes etapas da proposta.As oficinas de pandeiro serão oferecidas gratuitamente, mediante processo de inscrição aberto à comunidade, priorizando a participação de jovens, estudantes da rede pública, artistas locais e pessoas interessadas em iniciar ou aprofundar sua prática musical. Ao todo, serão ofertadas vagas para participantes nos municípios de Rio de Contas, Andaraí, Ibicoara e Mucugê, ampliando o acesso à educação musical em territórios que frequentemente possuem oferta limitada de formação artística.Além das oficinas, o projeto realizará encontros musicais e apresentações públicas gratuitas, possibilitando que a comunidade acompanhe os resultados do processo formativo e participe das atividades culturais promovidas. Essas apresentações funcionarão também como momentos de integração entre participantes, músicos convidados e público local.Como medida de ampliação do acesso, o projeto prevê a realização de ensaios abertos e rodas musicais, incentivando a participação espontânea da comunidade e promovendo espaços de troca entre artistas e moradores. As atividades também poderão contar com registros audiovisuais e compartilhamento de conteúdos em plataformas digitais e redes sociais, ampliando o alcance do projeto para além do público presencial.A divulgação das atividades será realizada por meio de redes sociais, comunicação comunitária e parcerias com escolas, coletivos culturais e espaços comunitários das cidades participantes, garantindo ampla circulação das informações e facilitando o acesso do público às atividades do projeto.Dessa forma, o projeto busca contribuir para a democratização do acesso à cultura, promovendo formação musical gratuita, circulação cultural no interior da Chapada Diamantina e oportunidades de participação artística para diferentes públicos.Como estratégia adicional de democratização do acesso, o projeto prevê o registro audiovisual de parte das atividades e a produção de conteúdos educativos em formato de vídeo, abordando fundamentos do pandeiro e ritmos da música brasileira. Esses materiais serão disponibilizados gratuitamente em plataformas digitais e poderão ser compartilhados com escolas públicas e iniciativas culturais da região, ampliando o alcance pedagógico e cultural do projeto para além das atividades presenciais.