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Festival de Reggae do Capão. Nós Somos o Mundo 2027

Início: 01/06/2027Término: 31/12/2027Aceite: 16/03/2026

Resumo

O Circuito Nós Somos o Mundo — Verão no Capão 2027 é uma ação cultural gratuita e descentralizada a ser realizada na Vila de Caeté-Açu, Vale do Capão (Palmeiras/BA), durante o verão de 2027. A proposta prevê dois dias de programação com 8 apresentações de artistas da Chapada Diamantina, além de feira de economia criativa, gastronomia local, atividades formativas e ações de acessibilidade. O circuito ocupará espaços públicos e simbólicos da vila, fortalecendo o uso cultural do território. Derivado da experiência do Festival de Reggae do Capão, o projeto possui identidade e estrutura próprias. Seu objetivo é fortalecer a música reggae e a cultura afro-brasileira, impulsionar a circulação de artistas locais, fomentar a economia criativa e estimular o turismo sustentável. A iniciativa está alinhada ao Programa Rouanet no Interior ao promover acesso, descentralização e valorização cultural.

Sinopse

O 3º Festival de Reggae do Capao - "Nos Somos o Mundo" e um festival musical gratuito de tres dias realizado no Vale do Capao, Palmeiras/BA, no coracao da Chapada Diamantina. O evento reune 06 bandas selecionadas por chamada publica e 01 artista convidada da cena afro-baiana, celebrando o reggae como expressao cultural afro-brasileira de resistencia e identidade. Alem das apresentacoes musicais, o festival integra uma feira de economia criativa com empreendedores locais e 02 oficinas de formacao cultural gratuitas voltadas para estudantes e professores de escolas publicas da regiao. Com entrada totalmente gratuita e estimativa de 10.000 pessoas ao longo dos tres dias, o projeto valoriza a producao artistica do interior baiano e fortalece as redes culturais da Chapada Diamantina.

Objetivos

Objeto Geral:Realização do Circuito Nós Somos o Mundo — Verão no Capão 2027, ação cultural gratuita e descentralizada de música regional/reggae, composta por 8 apresentações musicais, feira de economia criativa, gastronomia local, atividade formativa, medidas de acessibilidade e ocupação cultural de espaços públicos e comunitários da Vila de Caeté-Açu, Vale do Capão, município de Palmeiras/BA.OBJETO Realização do Circuito Nós Somos o Mundo — Verão no Capão 2027, ação cultural gratuita e descentralizada de música regional/reggae, composta por 8 apresentações musicais, feira de economia criativa, gastronomia local, atividade formativa, medidas de acessibilidade e ocupação cultural de espaços públicos e comunitários da Vila de Caeté-Açu, Vale do Capão, município de Palmeiras/BA.Obejetivos Especificos:Promover 8 apresentações musicais gratuitas com artistas e bandas da Chapada Diamantina; Valorizar o reggae como expressão musical vinculada à cultura afro-brasileira, à consciência social e à coletividade; Fortalecer a circulação de artistas, técnicos e trabalhadores da cultura do interior da Bahia; Estimular a economia criativa local por meio de feira, gastronomia, artesanato, produtos autorais e serviços comunitários;Incentivar o turismo cultural sustentável no Vale do Capão durante o verão; Promover a ocupação consciente de praças, becos, coretos e espaços comunitários; Realizar atividade formativa sobre reggae, território e cultura afro-brasileira; Garantir medidas de acessibilidade cultural e comunicação inclusiva; Gerar renda direta e indireta para artistas, técnicos, produtores, empreendedores criativos e prestadores de serviços locais; Contribuir para a democratização e descentralização do financiamento cultural no interior brasileiro.

Justificativa

Justificativa:O Vale do Capão, localizado na Vila de Caeté-Açu, município de Palmeiras/BA, é um dos territórios culturais mais simbólicos da Chapada Diamantina. Reconhecido por sua paisagem natural, por sua diversidade comunitária, por sua vocação turística e por sua intensa produção cultural, o Capão reúne artistas, músicos, artesãos, produtores, educadores, terapeutas, agricultores, empreendedores e visitantes em uma dinâmica singular de convivência, criação e troca. Nesse território, a música tem papel fundamental como linguagem de encontro, celebração, resistência e pertencimento. O reggae, em especial, possui forte presença no imaginário cultural do Capão, dialogando com temas como espiritualidade, consciência social, ancestralidade afro-diaspórica, natureza, paz, justiça, coletividade e cuidado com o território. O Circuito Nós Somos o Mundo — Verão no Capão 2027 propõe fortalecer essa vocação por meio de um formato inovador e adequado à escala comunitária: um circuito descentralizado de música, arte e economia criativa, realizado em diferentes pontos da vila. A proposta busca superar o modelo de evento concentrado em um único palco, criando uma experiência de circulação cultural em que o público caminha, escolhe seus percursos, encontra artistas, acessa produtos locais e vivencia a vila como parte da programação.Esse formato contribui para: Ampliar o acesso gratuito à cultura; Distribuir melhor o fluxo de público; Reduzir a concentração em um único espaço;Movimentar diferentes áreas da vila; Gerar renda para empreendedores locais; Fortalecer a economia criativa; Valorizar espaços simbólicos da comunidade; Estimular práticas sustentáveis; Pomover pertencimento e convivência comunitária. O projeto também se alinha aos objetivos do Programa Rouanet no Interior, ao propor uma ação cultural realizada em município contemplado pelo edital, com protagonismo territorial, valorização de agentes culturais locais, impacto social, econômico e comunitário, além de gratuidade e democratização do acesso.O IV Festival de Reggae do Capão. Nós Somos o Mundo se justifica pela necessidade de fortalecer a producao cultural local no territorio da Chapada Diamantina, regiao historicamente subrepresentada nos investimentos culturais federais.O projeto enquadra-se nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91:Inciso I: o festival e gratuito e realizado em localidade com acesso historicamente limitado a cultura patrocinada por recursos publicos federais.Inciso II: as bandas sao selecionadas por chamada publica voltada a artistas do interior baiano, com curadoria que prioriza o repertorio regional.Inciso III: o festival celebra e difunde o reggae afro-baiano enquanto manifestacao de grupos formadores da identidade cultural regional.Inciso IV: a proposta valoriza a cultura afro-brasileira e suas expressoes musicais diasporicas no contexto do interior baiano.Inciso V: o festival fortalece redes de artistas locais e garante visibilidade para formas de expressao sem acesso a grandes circuitos.No Art. 3º, o projeto atende ao inciso II, alinea c: realizacao de festivais de arte e espetaculos de musica. Atende tambem ao Art. 3º, inciso I, alinea b, e ao Art. 3º, inciso IV, alinea a - distribuicao gratuita e publica de acesso a cultura.

Etapas

PRE-PRODUCAO - estimativa: 90 diasReunioes de equipe e planejamento detalhado. Elaboracao e publicacao da chamada publica para selecao de 06 bandas. Recebimento de inscricoes, avaliacao e divulgacao do resultado. Contratacao de equipe tecnica, artistas e fornecedores. Desenvolvimento de identidade visual, plano de comunicacao e pecas graficas. Articulacao com escolas publicas para as oficinas de contrapartida. Contratacao de interpretes de Libras e profissionais de acessibilidade.PRODUCAO/EXECUCAO - estimativa: 60 dias mais 3 dias do eventoMontagem da infraestrutura: palco, som, iluminacao, gerador, banheiros, cercamento e sinalizacao. Instalacao das medidas de acessibilidade (piso tatil, area PCD, rampas). Realizacao das 02 oficinas de contrapartida social nos dias que antecedem o festival. Execucao do festival: 3 dias de apresentacoes musicais, feira de economia criativa e acoes culturais. Cobertura audiovisual e fotografica completa.POS-PRODUCAO - estimativa: 60 diasDesmontagem da infraestrutura e limpeza do espaco. Edicao e publicacao do registro audiovisual com Libras e audiodescrição nas plataformas digitais. Consolidacao dos dados de publico e elaboracao do relatorio de execucao. Prestacao de contas ao SALIC.

Estratégia de execução

CHAMADA PUBLICA PARA SELECAO DE BANDAS: O projeto adota chamada publica aberta como mecanismo de selecao das 06 bandas participantes, com edital publicado em plataformas digitais e comunicacao direta com associacoes culturais e coletivos artisticos da Chapada Diamantina e do interior baiano. Os criterios de selecao priorizarao grupos com maioria de integrantes negros, mulheres, LGBTQIA+ e pessoas com deficiencia, em consonancia com os criterios de bonificacao por diversidade previstos no edital Rouanet no Interior. FEIRA DE ECONOMIA CRIATIVA: O festival integra uma feira de economia criativa com minimo de 15 empreendedores locais, incluindo artesaos, produtores de alimentos, designers e artistas visuais do Vale do Capao e regiao. A feira funciona durante os 3 dias do evento, gerando renda direta para trabalhadores da cultura e da economia solidaria local. DIVERSIDADE DA EQUIPE: A equipe executora e composta majoritariamente por profissionais negros e mulheres, em consonancia com a natureza afro-brasileira do projeto. A producao local e formada exclusivamente por profissionais residentes no Vale do Capao e em Palmeiras, garantindo economia criativa territorial e circulacao dos recursos no proprio territorio. REGISTRO E MEMORIA: Todo o festival sera registrado em foto e video com qualidade profissional. O material editado, com Libras e audiodescrição, sera disponibilizado gratuitamente nas plataformas digitais por prazo minimo de 12 meses apos o evento, em cumprimento ao inciso III do art. 42 da IN 29/2026. ALINHAMENTO AO PROGRAMA ROUANET NO INTERIOR: O projeto atende diretamente aos objetivos do programa ao realizar um festival cultural gratuito em municipio do interior baiano distante dos grandes centros, com producao artistica local, equipe regional, entrada gratuita e acoes de formacao para escolas publicas. Palmeiras/BA esta incluida na lista de municipios elegiveis do programa.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL - FESTIVAL (SOMENTE ESTRUTURA): Duracao: 3 dias. Estrutura tecnica: 01 palco principal com cobertura, sistema de som profissional line array, iluminacao cênica com moving lights e PAR LED, 01 gerador de energia eletrica, cercamento perimetral, sinalizacao interna, area de producao, camarins, banheiros quimicos convencionais e acessiveis (PCD), rampas de acesso modulares, piso tatil de orientacao, area reservada para cadeirantes proxima ao palco, area de descanso sensorial. Capacidade estimada: 10.000 pessoas ao longo dos 3 dias. PRODUTO SECUNDARIO 1 - APRESENTACAO MUSICAL: Quantidade: 07 apresentacoes musicais ao vivo. Duracao media por apresentacao: 60 a 90 minutos. Formato: show ao vivo com banda completa. Genero: reggae roots, dub e vertentes afro-brasileiras. Elenco: 06 bandas selecionadas por chamada publica aberta a artistas do interior baiano + 01 artista convidada da cena afro-baiana. Recursos tecnicos: sistema de som profissional, iluminacao cênica, backline. Acessibilidade: 02 interpretes de Libras em escala revezada durante todas as apresentacoes; audiodescrição ao vivo por radio FM de curto alcance; area PCD sinalizada. PRODUTO SECUNDARIO 2 - CONTRAPARTIDAS SOCIAIS (OFICINAS): Quantidade: 02 oficinas. Carga horaria: 4h cada (total: 8h). Periodo: dias que antecedem imediatamente o festival. Formato: presencial, expositivo e pratico. Publico: estudantes do ensino fundamental e medio e professores de escolas publicas municipais de Palmeiras e regiao. Inscricao: previa e gratuita, com prioridade para escolas publicas. Estimativa de participantes: 80 pessoas. Material: apostila impressa com conteudo programatico e lista de presenca. Projeto pedagogico: Oficina 1 - Percussao afro-brasileira: apresentacao dos instrumentos de percussao de matrizes africanas, pratica ritmica coletiva, contextualizacao historica e cultural da percussao no Brasil. Oficina 2 - O reggae como resistencia: historia da musica diasporica afro-brasileira, relacao entre reggae, identidade negra e movimentos de resistencia no Brasil e na Bahia, audicao comentada de obras de referencia. Ministrantes: profissionais com experiencia em educacao musical e cultura afro-brasileira.

Ficha técnica

PAPEL DO PROPONENTE: A Perna de Grilo Comercio e Servicos Ltda atuara diretamente como responsavel pela gestao integral do projeto, incluindo o processo decisorio tecnico e financeiro, a curadoria artistica, a contratacao da equipe, a coordenacao da chamada publica e a prestacao de contas ao MinC. Nao havera intermediacao ou delegacao das responsabilidades de gestao a terceiros. COORDENADOR GERAL: Aderivaldo Lima da Silva Filho (Dery Lima). Artista, produtor e diretor de eventos ligados a arte circense e cultura na Bahia. Fundador da Trupe Malabares Magicos e idealizador dos Encontros de Malabares, Arte e Cultura (20 edicoes). Realizou cinco edicoes de Encontros de Malabares em Palmeiras/BA. Ministrou oficinas de formacao de produtores locais em escolas da regiao. Em 2014 levou espetaculo a tres paises europeus (Italia, Franca e Holanda). DRT n° 0228 e DRT n° 3890. DIRETOR ARTISTICO: Giovani Almeida Ribeiro. Diretor cinematografico com passagem pela DM-9 Propaganda e fundador da Madragoa Producao de Imagens. Diretor publicitario mais premiado do Norte-Nordeste. Realizou trabalhos para UNICEF, CEAFRO e producoes em Cabo Verde/Africa. Responsavel pela curadoria artistica e conducao da chamada publica de selecao das bandas. PRODUTOR EXECUTIVO: Luca Jurberg Scartezini. Produtor cultural atuante desde 2009 em espetaculos musicais com artistas como Elza Soares, Edgar Scandurra e Lucio Maia. Experiencia em producoes teatrais no Teatro SESI e Teatro Castro Alves. Graduado em Comunicacao - Producao em Comunicacao e Cultura pela UFBA. Responsavel pela interface com o MinC e fluxo documental. ASSESSORA DE IMPRENSA: Mayanna Miranda. Jornalista formada, especialista em Comunicacao Organizacional e Tecnologias. Experiencia em assessoria de comunicacao, producao de textos e gerenciamento de redes sociais. Responsavel pelo plano de comunicacao e divulgacao do festival. COORDENADOR AUDIOVISUAL: Guilherme Pereira Imbassahy. Formado em Relacoes Internacionais (UESA-RJ) e Fotografia (SENAI-RJ). Responsavel pelo registro fotografico e audiovisual do evento e pela edicao do material com Libras e audiodescrição para divulgacao posterior

Acessibilidade

ASPECTO ARQUITETONICO: Espaco aberto com piso nivelado e sem barreiras fisicas, adequado a circulacao de cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Area reservada e sinalizada na frente do palco para cadeirantes e seus acompanhantes, com acesso independente. Sinalizacao acessivel com pictogramas em todo o espaco. Banheiros quimicos acessiveis (PCD) devidamente dimensionados e distribuidos. Rampas de acesso modulares removiveis onde houver desnivel.ASPECTO COMUNICACIONAL E DE CONTEUDO: 02 interpretes de Libras atuando em escala revezada durante todas as apresentacoes principais nos 3 dias de evento. Audiodescrição disponivel nas apresentacoes musicais principais por fone de ouvido e transmissao local. Piso tatil de orientacao nas areas de maior fluxo. Equipe de monitores treinada para atendimento inclusivo. Disponibilizacao de protetores auriculares para pessoas com hipersensibilidade sonora. Area de descanso sensorial reservada.ASPECTO DE COMUNICACAO E DIVULGACAO ACESSIVEIS: Todo material de divulgacao informara explicitamente as medidas de acessibilidade do evento. Artes graficas com contraste adequado e tipografia legivel. Registro audiovisual com audiodescrição e Libras para divulgacao posterior. Publicacoes em redes sociais com textos alternativos (alt text) nas imagens.O projeto adota as seguintes medidas de ampliacao de acesso em cumprimento ao art. 42 da IN 29/2026:Inciso III - Disponibilizacao na internet de registros audiovisuais das apresentacoes musicais, acompanhados de Libras e audiodescrição, gratuitamente, por prazo minimo de 12 meses apos o evento.Inciso V - Realizacao gratuita de 02 oficinas de percussao e historia da musica afro-brasileira como acoes paralelas ao projeto, abertas a comunidade e destinadas prioritariamente a estudantes e professores de escolas publicas.Entrada totalmente gratuita - o festival nao preve nenhuma modalidade de cobranca de ingresso.

Democratização

O acesso ao projeto será 100% gratuito, garantindo ampla participação da comunidade local, visitantes e públicos diversos. As estratégias de democratização incluem: Realização em espaços públicos e comunitários; Gratuidade em toda a programação musical; Atividade formativa gratuita; Comunicação comunitária e digital; Divulgação em redes sociais, rádios locais, grupos comunitários e pontos de circulação da vila; Programação em horários acessíveis ao público local; Integração com feira de economia criativa e gastronomia; Estímulo à participação de crianças, jovens, famílias, pessoas idosas e pessoas com deficiência; Ocupação de espaços simbólicos da comunidade. O projeto adota as seguintes medidas de ampliacao de acesso em cumprimento ao art. 42 da IN 29/2026: Inciso III - Disponibilizacao na internet de registros audiovisuais das apresentacoes musicais, acompanhados de Libras e audiodescrição, gratuitamente, por prazo minimo de 12 meses apos o evento. Inciso V - Realizacao gratuita de 02 oficinas de percussao e historia da musica afro-brasileira como acoes paralelas ao projeto, abertas a comunidade e destinadas prioritariamente a estudantes e professores de escolas publicas. Entrada totalmente gratuita - o festival nao preve nenhuma modalidade de cobranca de ingresso.