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Curta Metragem A POSSE - Sobre a posse de Theodosina Ribeiro na ALESP

Início: 02/04/2027Término: 02/04/2028Aceite: 20/03/2026

Resumo

O projeto consiste na produção do curta-metragem documental e de reconstituição intitulado "A Posse". A obra foca exclusivamente nos momentos de tensão e resistência que antecederam a posse de Theodosina Ribeiro como a primeira mulher negra eleita deputada estadual em São Paulo. Ambientado em 1970, em plena Ditadura Militar, o filme utiliza depoimentos, dramatização de bastidores e imagens de arquivo para narrar os desafios políticos e o simbolismo dessa ocupação de espaço na ALESP. O produto final terá 15 minutos e será distribuído gratuitamente em centros culturais e escolas públicas.

Sinopse

O curta-metragem mescla a linguagem do documentário com a reconstituição cinematográfica para mergulhar no dia 15 de março de 1970. Enquanto o país vivia sob o AI-5, Theodosina Ribeiro preparava-se para enfrentar o estranhamento e o racismo estrutural das instituições brasileiras. Através de depoimentos de quem viveu a época e de uma Direção de Fotografia que resgata a textura visual dos anos 70, o filme reconstrói os diálogos, as vestimentas e a atmosfera de coragem necessária para que uma mulher negra se tornasse Legisladora Estadual. É um recorte íntimo sobre a solidão e a potência do pioneirismo.

Objetivos

Objetivo GeralProduzir um curta-metragem de 15 minutos sobre a posse de Theodosina Ribeiro na Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP) em 1970. Objetivos EspecíficosReconstituir o cenário político da posse através de pesquisa em jornais e acervos da ditadura. Realizar 5 entrevistas com testemunhas oculares ou historiadores especialistas no período. Finalizar o filme com recursos de acessibilidade (Libras, LSE e Audiodescrição). Realizar 10 exibições gratuitas seguidas de debate em escolas da rede pública estadual.

Justificativa

A justificativa histórica para o curta-metragem "A Posse" fundamenta-se na intersecção entre o auge da repressão política e a ascensão de uma voz dissidente e representativa no coração do poder legislativo paulista. Abaixo, detalho os pilares que sustentam a importância desta obra: O Contraste Simbólico: Democracia vs. DitaduraO ano de 1970 marcou um dos períodos mais rígidos da Ditadura Militar no Brasil, sob a vigência do AI-5. Produzir um filme sobre a posse de Theodosina Ribeiro nesse contexto é documentar como uma mulher negra, vinda de uma trajetória de luta por equidade, conseguiu navegar pelas estruturas de um sistema excludente e autoritário para ocupar uma cadeira na ALESP. O curta revela a resistência silenciosa e estratégica necessária para manter viva a chama democrática. O Ineditismo da Representatividade NegraA importância histórica reside no fato de Theodosina ter sido a primeira mulher negra a alcançar tal posto em São Paulo. Quebra de Paradigmas: A obra registra o momento exato em que o corpo negro feminino deixa de ser apenas objeto de políticas públicas para se tornar o sujeito que as formula.Lacuna Historiográfica: O projeto visa preencher um vazio nos registros audiovisuais brasileiros, que raramente destacam o protagonismo político negro durante o século XX de forma humanizada e detalhada. O Valor Documental e Pedagógico:"A Posse" não é apenas entretenimento, mas um instrumento de reparação histórica e educação.Recuperação de Memória: O uso de imagens de arquivo e depoimentos de familiares reconstrói a atmosfera de tensão e triunfo daqueles momentos.Impacto Social: Ao detalhar os bastidores, o filme humaniza a figura política, transformando Theodosina em um referencial tangível de resiliência e liderança para jovens estudantes, especialmente jovens negros e mulheres.Conexão com o Presente: O projeto amplia o debate sobre os desafios que ainda persistem para a participação feminina e negra no cenário nacional contemporâneo.A Oportunidade do Recorte NarrativoFocar nos momentos que antecederam a posse permite explorar a psicologia da personagem e a pressão do ambiente político da época. Isso oferece ao público uma imersão profunda na "coragem do primeiro passo", tornando a narrativa inspiradora e urgente para a manutenção dos valores democráticos e de igualdade.

Etapas

Cronograma de Execução: Curta-Metragem "A POSSE"FASE 1: PRÉ-PRODUÇÃO (4 MESES)Foco: Pesquisa, Planejamento e Contratações.Mês 1: Reunião de alinhamento com Tamysie Ribeiro, Janaina Mesquita (Executivas) e Renato Alves (Adm) para abertura de conta e liberação de rubricas. Início da pesquisa historiográfica sobre a ALESP em 1970.Mês 2: Elaboração do roteiro final focado nos bastidores da posse. Tamysie Ribeiro (Executiva) inicia o levantamento de locações e orçamentos de figurinos de época.Mês 3: Casting para atores da reconstituição. Contratação da Diretora de Fotografia para testes de câmera e definição da estética visual (paleta de cores da ditadura).Mês 4: Fechamento de contratos, ensaios com o elenco e reserva de equipamentos. Finalização do plano de filmagem detalhado.FASE 2: PRODUÇÃO E ESTREIA (6 MESES)Foco: Execução, Captura e Impacto Social.Mês 5: Semana de Filmagem: Gravação das cenas de reconstituição na ALESP (ou locação similar) e depoimentos de apoio. Direção Geral e de Fotografia em set.Mês 6: Início da montagem bruta. Seleção de trilha sonora original. Renato Alves realiza o acompanhamento dos pagamentos de equipe e fornecedores.Mês 7: Edição e finalização de imagem (Color Grading). Criação do material gráfico (cartaz e convites digitais).Mês 8: Lançamento e Estreia: Evento oficial de estreia em São Paulo com a presença da equipe e familiares de Theodosina Ribeiro.Mês 9: Circuito de Democratização (Parte 1): Realização de 5 exibições gratuitas em escolas da rede pública e CEUs com debates mediados.Mês 10: Circuito de Democratização (Parte 2): Realização das outras 5 exibições e disponibilização do curta no Hub "Mulheres no Futuro" e plataformas parceiras.FASE 3: PÓS-PRODUÇÃO E ENCERRAMENTO (2 MESES)Foco: Acessibilidade e Prestação de Contas.Mês 11: Implementação técnica dos recursos de acessibilidade: LSE (Legenda), Libras e Audiodescrição. Preparação dos kits pedagógicos digitais para envio ao MEC/Secretarias.Mês 12: Consolidação de notas fiscais e relatórios de execução. Renato Alves e Kelly Castilho finalizam a Prestação de Contas final para envio ao Ministério da Cultura.

Estratégia de execução

NADA A ACRESCENTAR

Especificação técnica

Produto Principal: Curta-Metragem "A POSSE"Segmento: Audiovisual (Art. 18 da Lei Rouanet).Duração: 15 minutos (tempo médio padrão para curtas documentais de alto impacto).Formato de Captação: Digital de Alta Definição (4K).Material de Entrega: Arquivo digital Master (ProRes 422), DCP para exibição em cinemas e versões comprimidas para web (.mp4).Recursos Inclusos: Cor (Color Grading), Mixagem de Som, Trilha Sonora Original e Masterização.Produto Secundário: Caderno Pedagógico DigitalPaginação: 20 a 30 páginas.Formato: E-book (PDF interativo).Conteúdo: Contextualização histórica (Ditadura e ALESP), biografia de Theodosina Ribeiro, exercícios de reflexão sobre racismo estrutural e representatividade, e guia de debate para professores de História e Sociologia.Material: Design gráfico profissional com infográficos e fotos de arquivo.Produto de Acessibilidade (Obrigatório)Libras: Janela de intérprete ocupando no mínimo 1/4 da tela.Audiodescrição: Faixa de áudio adicional sincronizada.LSE (Legenda para Surdos e Ensurdecidos): Legendas descritivas de ambiente e diálogos. Projeto Pedagógico (Detalhamento)Este item é o diferencial para a aprovação da Contrapartida Social:Objetivo: Utilizar o cinema como ferramenta de letramento racial e histórico na rede pública de ensino.Metodologia: O projeto prevê 10 "Cine-Debates". Após a exibição do curta de 15 minutos, haverá uma mediação de 30 minutos focada nos temas:O papel da mulher negra na política brasileira.Direitos Civis durante o período militar.A importância da memória e do patrimônio imaterial.Público-Alvo: Alunos do Ensino Médio (15 a 18 anos), visando a formação de consciência crítica e cidadã.Distribuição: O material pedagógico será enviado via link QR Code impresso nos cartazes das exibições, garantindo que o professor tenha o conteúdo na palma da mão.

Ficha técnica

FICHA TECNICA:Produtoras Executivas: Janaína Mesquita e Tamysie RibeiroJanaína Mesquita é produtora audiovisual brasileira, formada em Comunicação Social pela Universidade da Amazônia e pós-graduada em Produção Audiovisual pelo Senac São Paulo e especialização em Produção Executiva pela CINE FORMA.Com mais de 15 anos de experiência no mercado audiovisual, atuou em produtoras e agências de comunicação, participando de projetos premiados na publicidade e na televisão. Ao longo de sua trajetória, exerceu funções como produtora executiva, produtora de linha e diretora de produção em projetos de publicidade, conteúdo e animação.Entre seus principais trabalhos estão o filme publicitário Insônia — vencedor do Bronze em Film no El Ojo de Iberoamérica (2019) — e as séries de animação Osmar, a Primeira Fatia do Pão de Forma, vencedora do prêmio Kid’s Jury na MIPCOM (Cannes), e Tordesilha, reconhecida com o selo Kids & Teens no Japan Prize 2017.No mercado publicitário, produziu campanhas para marcas nacionais e internacionais, como Natura, Bob’s, Heineken, Carrefour, L’Occitane, Quaker, Smart Fit, PATZ e DETRAN.Em conteúdo, assina a produção das séries Descosturando com Herchcovitch (1ª, 2ª e 3ª temporadas – Universal Channel), Perícia Lab (2ª e 3ª temporadas – AXN/Sony), o documentário All That Drags (Canal E!) e o longa-metragem O Invisível, atualmente em pós-produção, com estreia prevista para 2026.____________________________________________________________________________________________________ Tamysie Ribeiro, é relações-públicas formada pela Belas Artes de São Paulo e pós graduada em Comunicação, Redes Sociais e Opinião Pública também pela Bela Artes de São Paulo, gestora cultural com ampla experiência na criação, planejamento e execução de projetos culturais voltados à valorização da memória afro-brasileira, da representatividade feminina e do fortalecimento da cultura negra no Brasil.Neta da Dra. Theodosina Ribeiro, primeira mulher negra eleita vereadora e deputada estadual em São Paulo, atua com o compromisso de perpetuar o legado político, social e cultural da ancestral que abriu caminhos para gerações de mulheres negras na política e na sociedade brasileira.É idealizadora e produtora executiva do documentário “Theodosina Ribeiro: A voz que ecoa na história." obra que celebra o centenário de nascimento da Dra Theodsina Ribeiro e resgata sua contribuição histórica para o país.Atua como Presidente do Instituto Dra. Theodosina Ribeiro, lidera projetos voltados à memória, educação e cultura afro-brasileira, fomentando ações deimpacto social e político. Também é fundadora da Terra Mãe Produtora e Eventos Ltda, empresa dedicada à produção cultural, audiovisual e à organização de eventos que promovem diversidade, inclusão e representatividade._______________________________________________________________________________________________________Diretor: Ricardo SouzaRicardo Souza é diretor de cena na produtora Mymama e construiu uma trajetória marcada por um olhar autoral que combina brasilidade, potência estética e diálogo direto com questões sociais urgentes. Esse posicionamento o projetou no cenário internacional com o videoclipe Funk Rave, de Anitta — trabalho que o tornou o primeiro brasileiro a conquistar o VMA de Melhor Vídeo de Música Latina, ao lado de João Wainer. A parceria com a artista carioca já soma cinco videoclipes.No universo musical, Ricardo também assinou projetos para nomes como Djonga, Rico Dalasam, Dexter, Boombeat e CESCO.blz. Sua primeira colaboração com um artista internacional, o videoclipe Many Faces, foi amplamente reconhecida em festivais como Europe Music Video Awards, Berlin Indie Film Festival e Music Video Awards, consolidando sua presença fora do Brasil.Na publicidade, assinou campanhas para marcas como Vult, L’Occitane, Pringles e Itaú — esta última estrelada por Fernanda Torres e codirigida com Andrucha Waddington. Também é o diretor do aclamado fashion film Sankofa, criado para o SPFW, reforçando sua atuação na interseção entre moda, cultura e narrativa audiovisual.Reconhecido como Diretor Revelação no Prêmio Whext 2023, Ricardo integrou o júri da edição de 2024 e, no mesmo ano, participou dos júris do Ciclope Latino e do Ciclope Festival, em São Paulo e Berlim. Em 2025, passa a compor os júris do Festival do Clube de Criação e do Prêmio Profissionais do Ano e também foi um dos indicados ao Prêmio Whext na categoria Pós-Produção, com a BTFLY Coletivo, ampliando o reconhecimento de sua atuação para além da direção, em 2026 Ricardo compõem o júri do D&adAlém da direção, é fundador do BTFLY Coletivo, um estúdio de pós-produção com foco em entregas autorais e soluções personalizadas, ampliando seu impacto criativo em toda a cadeia do audiovisual.__________________________________________________________________________________________________Produtor Financeiro: Renato AlvesRenato Alves, é um profissional com ampla experiência em gestão financeira, controladoria e administração de projetos culturais e audiovisuais, com atuação voltada para o cumprimento rigoroso das normas de incentivo fiscal e prestação de contas junto a órgãos públicos e privados. Especialista em planejamento orçamentário, análise de viabilidade, gestão de fluxo de caixa e controle de recursos incentivados, assegurando transparência, eficiência e sustentabilidade financeira em todas as etapas da produção audiovisual da pré-produção à finalização.Diretor financeiro da Terra Mãe Produtora e Eventos LTDASecretário do Instituto Dra Theodosina Ribeiro.Diretor financeiro da West LED produção visual e eventos. 2017/2025.Formação academica :Tecnologia e Gestão em Marketing,na Universidade Nove De Julho 2008.________________________________________________________________________________________________________Roteirista: Ana Julia TraviaAna Julia é formada no Curso Superior do Audiovisual pela ECA, USP. Teve projetos selecionados no LABEX Curta Kinoforum, na 3ª edição do NetLabTv na categoria social vídeo e venceu o prêmio Diadorim de bolsa de estudos do Projeto Paradiso. Foi assistente de roteiro na série “Ninguém tá Olhando”, vencedora de melhor comédia do EMMY Internacional em 2020. Colaboradora de roteiro na série “Rota 66 - A Polícia que Mata” da Globoplay. Trabalhou no roteiro e na equipe de direção "A História Delas", da Disney+. E trabalhou como diretora assistente na série “Cidade de Deus: a luta não para” da HBOMax. Teve seu longa-metragem "Sereia LTDA" selecionado para o 14º BrLab, onde o projeto ganhou o prêmio Vitrine de distribuição e foi selecionado para o TFL NEXT 2025. E, por fim, seu longa de terror “Carcaça” foi selecionado para o 16º Brasil CineMundi.______________________________________________________________________________________________________________________Diretora de Fotografia:Mariane Nunes é uma diretora de fotografia, cineasta e artista visual brasileira, conhecida por seu trabalho técnico e artístico no audiovisual, especialmente no cinema e em produções que valorizam a representação da população afro-diaspórica e temas sociais através da imagem. Graduada em Audiovisual pela ECA-USP (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo), com especialização em direção de fotografia e é membra associada da Associação de Profissionais do Audiovisual Negro (APAN).Colabora com o DAFB – Coletivo de Mulheres e Pessoas Transgênero do Departamento de Fotografia do Brasil, que atua pela presença e reconhecimento de profissionais tradicionalmente sub-representados na direção de fotografia no Brasil.Foi integrante da gestão do Núcleo de Consciência Negra de São Paulo e uma das fundadoras do coletivo de artes negras OPÁ Negra.Mariane tem uma carreira marcada por trabalhos que combinam técnica cinematográfica com um olhar artístico atento à representação cultural e social. Alguns destaques:*"Chico Rei entre nós"– Longa-metragem documental dirigido por Joyce Prado, com direção de fotografia assinada por Mariane. O filme foi selecionado para estrear na 44ª Mostra Internacional de São Paulo (2020).*“Sem Asas” – Fotografia dividida com Taís Nardi, dirigido por Renata Martins; filme premiado no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro ( 2019). Trabalhos em videoclipes e projetos visuais, como os videoclipes da cantora Luedji Luna (“Notícias de Salvador”, “Acalanto”), e produções para televisão e mídias diversas.Participações em programas como TransMissão, exibido no Canal Brasil.Mariane usa a imagem como matéria-prima para expressão e representação da população afro-diaspórica, buscando transmitir multiplicidade cultural, tradição, ancestralidade e ativismo através de sua cinematografia. Seu trabalho frequentemente dialoga com narrativas que ampliam as vozes e experiências historicamente marginalizadas no audiovisual brasileiro

Acessibilidade

Plano de AcessibilidadeO projeto destinará parte do orçamento de R$ 200.000,00 para garantir a fruição plena por pessoas com deficiência (PcD), tanto no conteúdo quanto no espaço físico. Acessibilidade de Conteúdo (Comunicacional):Libras: Inclusão de intérprete de Língua Brasileira de Sinais em janela lateral em todas as cópias do curta-metragem.Audiodescrição: Produção de faixa de áudio adicional descrevendo ambientes, expressões e ações para pessoas cegas ou com baixa visão.Legendagem Descritiva (LSE): Legendas que identificam sons, músicas e falas para surdos e ensurdecidos. Acessibilidade Física: Locais Acessíveis: Todas as 10 exibições presenciais previstas ocorrerão em espaços com rampas, elevadores e banheiros adaptados. Reserva de Espaço: Garantia de assentos prioritários e espaços para cadeirantes com visibilidade adequada.

Democratização

Plano de Democratização do AcessoEste plano visa remover barreiras de acesso ao produto cultural, focando no impacto social e educativo.Exibições Gratuitas em Escolas e CEUs: Realização de sessões em Centros Educacionais Unificados e escolas públicas de São Paulo, seguidas de debates sobre a ditadura e representatividade negra.Distribuição Digital Permanente: O curta será hospedado em um "Hub" virtual gratuito, como o "Mulheres no Futuro", para acesso ilimitado de estudantes e pesquisadores.Parceria com Terceiro Setor: Distribuição do conteúdo para hubs da CUFA (Central Única das Favelas) para exibição em comunidades periféricas.Doação de Material Pedagógico: Envio de guias de estudo digitais para o MEC e Secretarias de Educação para integrar o curta às disciplinas de História e Filosofia.