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Design para um mundo melhor

Início: 24/11/2027Término: 23/01/2028Aceite: 20/03/2026

Resumo

O projeto propõe a realização da exposição "Design para um mundo melhor", mostra cultural dedicada à apresentação de projetos premiados pelo Design for a Better World Award, iniciativa nacional que reconhece soluções criativas com impacto social, ambiental e econômico positivo. A exposição reunirá projetos da 6ª edição do prêmio e um recorte curatorial de iniciativas reconhecidas nas cinco edições anteriores. Além da exposição será publicado um catálogo.

Sinopse

1) Exposição A exposição Design para um mundo melhor apresenta projetos premiados pelo Design for a Better World Award, iniciativa dedicada a reconhecer soluções criativas que promovem impacto positivo na sociedade.A mostra reúne projetos de diferentes áreas do design, da arquitetura, da inovação e artísticos que abordam desafios contemporâneos relacionados à sustentabilidade, inclusão social, saúde, educação e desenvolvimento econômico.Por meio de painéis expositivos, produtos, conteúdos audiovisuais e materiais explicativos, o público poderá conhecer iniciativas que demonstram como o design pode contribuir para a construção de um futuro mais sustentável e inclusivo.A mostra será organizada em núcleos temáticos, que dialogam tanto com os desafios contemporâneos quanto com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).Núcleo 1 – PlanetaDesign para sustentabilidade ambientalProjetos voltados à redução de impactos ambientais, economia circular, uso responsável de recursos e regeneração de ecossistemas.Núcleo 2 – PessoasDesign para inclusão e qualidade de vidaProjetos que promovem acessibilidade, saúde, bem-estar e inclusão social.Núcleo 3 – ComunidadesDesign para transformação social e territorialProjetos que fortalecem comunidades, valorizam saberes locais e promovem desenvolvimento territorial.Núcleo 4 – FuturoInovação e novos modelos de desenvolvimentoProjetos que exploram novas tecnologias, sistemas produtivos e modelos de negócio voltados ao impacto positivo.Cada núcleo apresentará projetos premiados acompanhados de textos curatoriais, materiais gráficos, conteúdos audiovisuais e informações sobre o impacto gerado por cada iniciativa.2) CatálogoO catálogo apresentará narrativa relacionada a mostra cultural e se baseia no conceito “Design como agente de transformação” propondo uma reflexão sobre o papel do design na construção de futuros mais sustentáveis, inclusivos e inovadores. Partindo da premissa de que a cultura do design é uma ferramenta estratégica para enfrentar desafios complexos da sociedade contemporânea, apresentando projetos que demonstram como criatividade, inovação, tecnologia e responsabilidade social podem se articular para gerar impacto positivo e contribuir para: reduzir impactos ambientais; promover inclusão social; melhorar a qualidade de vida das pessoas; estimular inovação responsável e fortalecer comunidades e territórios. A proposta temática, assim como da exposição, terá os seguintes capítulos: Capítulo 1 – Planeta: Design para sustentabilidade ambientalProjetos voltados à redução de impactos ambientais, economia circular, uso responsável de recursos e regeneração de ecossistemas.Capítulo 2 – Pessoas - Design para inclusão e qualidade de vidaProjetos que promovem acessibilidade, saúde, bem-estar e inclusão social.Capitulo 3 – Comunidades - Design para transformação social e territorialProjetos que fortalecem comunidades, valorizam saberes e artes locais e promovem desenvolvimento territorial.Capítulo 4 – Futuro - Inovação e novos modelos de desenvolvimentoProjetos que exploram novas tecnologias, sistemas produtivos e modelos de negócio voltados ao impacto positivo.

Objetivos

O design tem se consolidado como uma das principais ferramentas de inovação e transformação social no mundo contemporâneo. Mais do que uma disciplina ligada à estética ou ao desenvolvimento de produtos, o design atua como um campo multidisciplinar capaz de gerar soluções criativas para desafios complexos da sociedade.Alinhado a essa visão, o Centro Brasil Design (CBD) criou o Design for a Better World Award, uma premiação dedicada a reconhecer projetos, soluções e iniciativas que utilizam o design como instrumento para promover impacto positivo na sociedade.Desde sua primeira edição, realizada em 2021, o prêmio busca dar visibilidade a iniciativas provenientes de diferentes áreas profissionais e setores da economia, incluindo empresas, organizações da sociedade civil, instituições de ensino, startups e profissionais independentes.Ao longo de cinco edições, o prêmio já reconheceu 257 projetos que demonstram o potencial do design para gerar transformação social, ambiental e econômica, abordando temas como sustentabilidade, inovação social, inclusão, saúde, educação e desenvolvimento territorial.A iniciativa está alinhada aos princípios da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, especialmente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que buscam mobilizar governos, empresas e sociedade civil para enfrentar desafios globais como mudanças climáticas, desigualdade social e desenvolvimento sustentável.Com o objetivo de ampliar o alcance cultural dessa iniciativa, o presente projeto propõe a realização da Exposição Design para um mundo melhor, que apresentará ao público uma seleção de projetos premiados, que abordam a temática do design como ferramenta para transformação, com isso, promovendo a reflexão sobre o papel do design na construção de um futuro mais sustentável, inclusivo e inovador.A exposição pretende aproximar a sociedade da cultura do design e estimular o pensamento crítico sobre os desafios contemporâneos, evidenciando como criatividade, inovação e colaboração podem contribuir para a melhoria das condições de vida no planeta. Objetivo Geral: Realizar a Exposição Design para um mundo melhor, apresentando ao público projetos premiados pelo Design for a Better World Award, com o objetivo de difundir a cultura do design como ferramenta de inovação, sustentabilidade e transformação social.Objetivos Específicos:· Realizar uma exposição cultural, aberta ao público, na cidade de Curitiba, no Museu Oscar Niemeyer _ MON, pelo período de 60 dias com recorte curatorial de aproximadamente 40 projetos premiados no Design for a Better World Award. A exposição permanece aberta ao público de terça a domingo, das 10h às 18h, conforme regras de funcionamento do MON.· Realizar um encontro para promover a reflexão e compartilhar experiências sobre sustentabilidade, inovação e impacto positivo durante a permanência da exposição. · Publicar um catálogo com o conteúdo da mostra ressaltando os aspectos curatoriais do projeto e a importância da temática relacionada aos desafios globais sobre sustentabilidade, inovação social e ambiental. O catálogo com, aproximadamente, 120 páginas será elaborado a partir do conceito "Design como agente de transformação", com uma tiragem de 500 exemplares impressos e versão digital, em português e inglês.· Realizar 2 atividades educativas com o intuito de inspirar e educar para construir um mundo melhor, a ação deverá ser realizada com a equipe do MON. E mais 4 visitas guiadas com a equipe do Centro Brasil Design.· Realizar a prospecção para itinerar a mostra cultural em 2 locais no Brasil, sendo Fortaleza no Nordeste e Brasília no Centro-Oeste, priorizando as cidades criativas do design pela Unesco.

Justificativa

O design assume papel fundamental na construção de soluções para desafios sociais, ambientais e econômicos. A exposição Design para um mundo melhor busca aproximar a sociedade das possibilidades do design como ferramenta de transformação e inspirar a todos com ideias e soluções de impacto positivo.A cultura do design ocupa hoje um papel central na formulação de soluções para os desafios contemporâneos da sociedade, contribuindo para inovação, sustentabilidade, inclusão social e melhoria da qualidade de vida. A exposição vem de encontro ao fortalecimento das ações de economia criativa no Brasil que já movimentou R$ 393,3 bilhões em 2023, representando 3,59% do PIB nacional. O setor é uma potência de empregos, com mais de 7,5 milhões de profissionais formais, e projeta-se que atinja 8,4 milhões até 2030, impulsionado por áreas como tecnologia, marketing, audiovisual, moda e design.O Design for a Better World Award foi criado com o objetivo de reconhecer e dar visibilidade a iniciativas que utilizam o design como ferramenta de transformação social, ambiental e econômica. Ao longo de suas cinco primeiras edições, a premiação reuniu 257 projetos que demonstram como o design pode contribuir para a construção de um mundo melhor, envolvendo profissionais, empresas, instituições e organizações de diferentes áreas.A realização da exposição "Design para um mundo melhor" amplia o alcance cultural da iniciativa ao permitir que o público acesse projetos que demonstram, de forma concreta, como o design contribui para enfrentar desafios globais contemporâneos — como sustentabilidade ambiental, inclusão social, inovação tecnológica e desenvolvimento econômico. Assim como, inspirar e educar o público para a construção de um mundo melhor. Nesse sentido, a utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/91 justifica-se pela relevância cultural, educativa e social da proposta, ao promover o acesso público à produção contemporânea de design e estimula o debate sobre temas fundamentais para o desenvolvimento da sociedade mais inclusiva, socialmente justa e ambientalmente responsável.O projeto atende aos objetivos estabelecidos no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, especialmente:· Inciso I _ contribuir para facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura e ao pleno exercício dos direitos culturais;Em Curitiba, a exposição estará aberta ao público, gratuitamente, todas as quartas feiras e um domingo ao mês, facilitando o acesso para todos e proporcionado o fluxo de conhecimento e saberes apresentados, não somente na exposição, mas também nas visitas guiadas. Ao promover uma exposição que oferece dias com gratuidade e atividades educativas associadas, o projeto contribui para democratizar o acesso à cultura.· Inciso II _ promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira; A exposição terá como objetivo promover a criatividade regional e as características culturais por meio dos projetos vencedores e assim, estimular que os visitantes consigam compreender que é possível desenvolver soluções que impactam positivamente a vida das pessoas e do mundo em que vivemos com ideias simples e viáveis.· Inciso III _ apoiar, valorizar e difundir as manifestações culturais e criativas do país; O prêmio traz um panorama criativo e cultural de diferentes regiões brasileiras e durante a exposição Design para um mundo melhor o objetivo é valorizar e difundir a criatividade da cultura brasileira. Haverá a prospecção para itinerar a mostra cultural em mais duas cidades, Brasília e Fortaleza, ambas Cidades Criativas do Design pela UNESCO. A chancela de Cidade Criativa do Design pela UNESCO, criada em 2004, posiciona o design como motor de desenvolvimento sustentável, econômico e cultural, fortalecendo a economia criativa, a inovação urbana e a cooperação internacional entre cidades. Esse título fomenta a colaboração, o intercâmbio de boas práticas e a integração da criatividade no planejamento estratégico local. · Inciso IX - priorizar o produto cultural originário do País.Ao destacar produções concebidas por designers, arquitetos, publicitários, artistas e demais profissionais criativos brasileiros, promove-se não apenas o reconhecimento do talento nacional, mas também a preservação e difusão de referências culturais que constituem o patrimônio simbólico do Brasil. Os produtos apresentados na exposição refletem a riqueza e a pluralidade das manifestações culturais do país, uma vez que são desenvolvidos a partir de materiais, matérias-primas, saberes tradicionais, folclore, costumes e expressões regionais. Essa abordagem evidencia a conexão entre criação contemporânea e heranças culturais, reforçando a importância de manter vivas as tradições ao mesmo tempo em que se estimula a inovação com base em referências locais. Além disso, ao priorizar o produto cultural brasileiro, fomenta-se a economia criativa nacional, incentivando cadeias produtivas internas e fortalecendo profissionais e comunidades que atuam na produção cultural. Tal iniciativa contribui para a geração de renda, a valorização de técnicas tradicionais e o desenvolvimento sustentável, especialmente quando envolve o uso consciente de recursos naturais e o respeito às práticas culturais regionais. Ao abranger produções oriundas de diversas localidades, a exposição promove a integração cultural e amplia o acesso do público a diferentes narrativas, contribuindo para a construção de uma identidade nacional mais inclusiva e diversa.O projeto também contribui para o alcance dos objetivos estabelecidos no Art. 3º da mesma lei, especialmente:Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo valor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante:b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil;A exposição é resultado de soluções que foram premiadas ao longo dos últimos 5 anos da realização do prêmio Design for a Better World Award juntamente com a sexta edição que ocorrerá em novembro de 2026. A exposição é uma oportunidade para os criativos mostrarem o seu potencial inovador e proporcionar visibilidade para os seus produtos e soluções focados em um mundo melhor.II - Fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;A exposição representará o trabalho dos criativos brasileiros por meio do desenvolvimento de novos produtos com olhar para a economia circular, e o impacto positivo. V - Apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;A proponente contratará profissionais para a elaboração do projeto gráfico, projeto expográfico, projeto de comunicação, projetos educativos, projeto editorial, entre outros profissionais necessários para a estruturação da mostra e do catálogo. Além disso, o projeto dialoga diretamente com diversos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, entre eles:· ODS 3 _ Saúde e Bem-estar· ODS 4 _ Educação de qualidade· ODS 5 _ Igualdade de Gênero· ODS 9 _ Indústria, inovação e infraestrutura· ODS 10 _ Redução das Desigualdades· ODS 11 _ Cidades e comunidades sustentáveis· ODS 12 _ Consumo e produção responsáveis· ODS 13 _ Ação Contra a Mudança Global do Clima· ODS 17 _ Parcerias e meios de implementação.Ao promover uma exposição que oferece dias com gratuidade e atividades educativas associadas, o projeto contribui para democratizar o acesso à cultura e estimular a reflexão sobre os caminhos para um desenvolvimento mais sustentável e inclusivo.

Etapas

Pré-produção· Planejamento geral do projeto· Curadoria dos projetos a serem apresentados· Desenvolvimento do conceito curatorial· Desenvolvimento do conceito expográfico· Cenografia· Produção de conteúdos expositivos· Planejamento de comunicaçãoDuração estimada: 3 a 4 meses Execução · Produção e montagem da exposição· Realização da abertura oficial· Período expositivo· Realização de visitas mediadas e atividades educativas· Desenvolvimento do catálogo· Divulgação Duração estimada: 1 a 3 meses Pós-produção· Desmontagem da exposição· Relatório final· Registro e divulgação dos resultados do projetoDuração estimada: 1 mês

Estratégia de execução

O Design for a Better World Award é uma iniciativa do Centro Brasil Design (CBD), organização dedicada à promoção do design como ferramenta estratégica para inovação, competitividade e desenvolvimento sustentável.Ao longo de suas edições, o prêmio consolidou-se como plataforma de reconhecimento e divulgação de projetos comprometidos com a melhoria das condições de vida da sociedade.A exposição proposta representa uma oportunidade de ampliar o alcance cultural dessa iniciativa, permitindo que o público tenha acesso a experiências, projetos e soluções que demonstram o potencial transformador do design.

Especificação técnica

1) ExposiçãoA exposição combinará diferentes linguagens e suportes para proporcionar uma experiência imersiva e educativa.Entre os recursos expositivos previstos estão:· painéis curatoriais com textos e imagens· objetos e protótipos de projetos selecionados· infográficos sobre impacto e resultados· vídeos documentais com depoimentos dos autores· instalações interativas· QR codes para acesso a conteúdos digitaisA exposição também contará com mediação cultural, aproximando o público das narrativas dos projetos apresentados.2) CatálogoO catálogo apresentará narrativa relacionada a mostra cultural e se baseia no conceito “Design como agente de transformação” apresentando os cases de destaque da mostra, com nome do projeto; autores; breve descritivo e o diferencial destacando o aspecto de impacto positivo. O catálogo estará dividido em núcleos culturais sendo Planeta, Pessoas, Comunidade e Futuro com introdução contextualizando a área de conhecimento. Será impresso em papel offset 90gr, com aproximadamente 60 páginas, capa em papel triplex 300gr e acabamento lombada quadrada.

Ficha técnica

Instituição ProponenteCentro Brasil DesignÉ uma organização da sociedade civil, pessoa jurídica sem fins lucrativos, qualificado como OSCIP – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, desde fevereiro de 2003.Tem como objetivo contribuir para a competitividade e o desenvolvimento da sociedade brasileira, Realizou mais de 600 palestras e workshops pautados na promoção da inovação para a indústria, serviços e órgão públicos; elaborou e implementou mais de 20 programas de inserção do design e da inovação na indústria, em parceria com órgãos públicos da esfera estadual e federal. Atendeu mais de 5.700 empresas interessadas em desenvolver produtos e serviços inovadores e competitivos.Desde 2018 é signatário da Rede Brasil do Pacto Global. Criou a iniciativa Design for a Better World Award para debater o papel do design frente aos desafios globais. Em 2021 consolidou a iniciativa com a criação do prêmio Design for a Better World Award que em 5 edições já contou com a participação de mais 1500 inscritos, resultando na premiação de 257 cases de impacto positivo.Em 2010 realizou a Bienal Brasileira de Design em Curitiba, que teve como tema design, inovação e sustentabilidade, - foi o maior evento cultural da área que contou com 9 mostras, 6 espaços expositivos, seminário internacional, mais de 20 ações culturais paralelas, ações educativas com 10.000 estudantes sensibilizados e aproximadamente 361 mil visitantes no evento.Direção Geral do ProjetoO proponente será responsável pela coordenação estratégica, institucional e administrativa do projeto, incluindo articulação de parcerias, acompanhamento das etapas de produção e gestão geral da iniciativa.Letícia CastroDiretora Superintendente do Centro Brasil Design, onde desempenha atividades e projetos relacionados à promoção do design no Brasil e já coordenou inúmeros programas de design. Desde 2021 lidera o prêmio Design for a Better World, que valoriza projetos alinhados aos ODS. Possui uma atuação significativa no cenário nacional e internacional do design por meio da participação em júris de design, eventos e seminários. É vice-presidente do Global Design Industry Association (GDIO) na China. É mestre em Organizações e Desenvolvimento, pós-graduada em Marketing e graduada em Design de Produto pela PUC-PR. Atua há 25 anos nas áreas do design, inovação e sustentabilidade aplicando todo seu conhecimento para a promoção, crescimento e consolidação do design.Gestão do processo decisório do projeto atuando nas áreas administrativa, técnico-financeiraO proponente será o responsável pela coordenação administrativa, jurídica, técnica e financeira do projeto. Maria José Dadam Reis TavaresDiretora Financeira do Centro Brasil Design desde 2007. É advogada pela Unibrasil; Bacharel em Letras Português Inglês pela PUC-PR, especialista em Direito Processual Civil; membro da Comissão de Direito do Terceiro Setor da OAB-PR; foi Gerente Administrativa Financeira do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade no Paraná no período de 1998 a 2006, oportunidade em que viajou ao Japão para estudar as ferramentas da qualidade e produtividade; representou o CBD em congressos na China e Taipei.Mediação CulturalO proponente será responsável pela mediação cultural via ações educativas, as quais se darão por meio de visitas guiadas e interação com o público. Ana BrumDiretora Técnica no Centro Brasil Design, professora universitária e de pós-graduação, jurada de prêmios nacionais e internacionais de design, palestrante e consultora. Interlocutora institucional nas esferas governamentais, com mais de 20 anos de atuação em Gestão do Design, Business Design, Sustentabilidade, Design para exportação, Políticas Públicas e Mercado e Modelos de Negócio em Design. Coordenou a ação educativa da Bienal Brasileira de Design 2010 em Curitiba com a temática Design, Inovação e Sustentabilidade. Doutora em Design pela UFPR, Designer de Produto pela PUC/PR, Mestre em Desenvolvimento e Organizações pela FAE, Especialista em Engenharia de Produto e Design e em Ensino Superior pela PUC/PR.Curadoria da ExposiçãoResponsável pela seleção e organização dos projetos apresentados na exposição, definindo os eixos temáticos, narrativa curatorial e estrutura conceitual da mostra. Adélia BorgesAdélia Borges é jornalista, pesquisadora, historiadora e crítica de design. Suas pesquisas balizam várias produções, tais como exposições, livros, artigos, reportagens e documentários. Inicialmente se voltou para o tema do design dos equipamentos para o habitat. Aos poucos as áreas de interesse se expandiram para a relação do design com os campos da inovação social, sustentabilidade, desenvolvimento territorial, identidade cultural e colaboração entre designers e artesãos. É autora ou co-autora de 45 livros, entre eles Design e cotidiano na coleção Azevedo Moura, de 2025; Design + Artesanato: O Caminho Brasileiro, de 2011; e Designer não é Personal Trainer, de 2002. Entre 2003 e 2007 foi diretora do Museu da Casa Brasileira, em São Paulo (SP). De 1998 a 2014 foi professora de história do design na Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP). Jornalista formada pela Universidade de São Paulo (ECA/USP) em 1973, é colaboradora de várias publicações no Brasil e no exterior, com textos publicados em sete línguas. Palestrante frequente, já se apresentou em 22 países. Desde 1994 fez a organização e/ ou curadoria de mais de 70 exposições no Brasil e também na Alemanha, Cabo Verde, Espanha, Estados Unidos, Filipinas, França, Holanda, Inglaterra, Itália, Japão, Mianmar, Portugal, Tailândia, Uruguai e Vietnã. Desde 2016 é curadora adjunta no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateubriand (MASP), responsável pela seleção de objetos para a Loja MASP. Integrou ou integra o júri de várias instituições brasileiras e internacionais. Em 2021, recebeu o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), por sua contribuição à pesquisa e à difusão do design brasileiro.www.adeliaborges.comhttp://lattes.cnpq.br/8772074701416183Produção ExecutivaResponsável pela gestão operacional e execução do projeto, incluindo cronograma, logística, articulação e gestão de fornecedores, organização, montagem e realização da exposição.Henrique BragaProdutor executivo e empresário da indústria criativa, com ampla experiência na realização de exposições e eventos de grande porte. Atua na gestão de projetos, montagem de estandes e coordenação de equipes, com trabalhos para instituições públicas e privadas. Participou de eventos como Bienal Brasileira de Design, COP 8/MOP 3 e Agroleite, além de projetos para Sanepar e Instituto Municipal de Turismo. Destaca-se pela execução de estruturas completas para eventos, com foco em logística, inovação e qualidade.Produção ExpográficaResponsável pelo desenvolvimento do projeto expográfico da exposição, incluindo layout, cenografia, design de painéis e elementos visuais.Ericson StraubDiretor criativo da Straub Design, empresa especializada no design e produção de espaços expositivos, museus e em design editorial. Idealizador e diretor criativo da revista Abcdesign. É professor de design da Escola de Artes da PUCPR e também professor do curso de design FAE. Em seu currículo tem premiações como IF Design Awards, Graphis Design e Bienal Iberoamericana de design. Design para um mundo melhor. Ele também acredita que pelo design é possível o entendimento de relações mais amigáveis entre o ser-humano e o planeta.Comunicação e Assessoria de ImprensaResponsável pela estratégia de divulgação do projeto, relacionamento com imprensa, produção de conteúdo e gestão das redes sociais.Stephanie D’ OrnelasJornalista graduada em Comunicação Social pela UFPR, com mobilidade acadêmica em Jornalismo na Universidade de Coimbra. É pós-graduada em Gestão de Marketing pela Universidade Positivo, e cursa Design Gráfico na UFTPR. Possui mais de uma década de atuação profissional na área de comunicação.

Acessibilidade

O projeto prevê medidas de acessibilidade no aspecto arquitetônico/físico, expográfico, comunicacional e de conteúdo para garantir que pessoas com deficiência possam usufruir plenamente da exposição e do catálogo.1) EXPOSIÇÃO Aspecto arquitetônico/Físico: O Museu Oscar Niemeyer oferece aos visitantes recursos e serviços para tornar a experiência mais confortável e acessível. A infraestrutura conta com rampas, escadas e elevadores devidamente sinalizados; banheiros acessíveis; locais reservados no auditório para cadeirantes; vagas exclusivas no estacionamento; e atendimento prioritário para pessoas com deficiência, idosos, gestantes e pessoas com crianças de colo. Para pessoas com mobilidade reduzida, o MON possui cadeiras de rodas para empréstimo, que podem ser solicitadas na recepção do museu. Há também dois espaços calmos para gestantes, lactantes ou pessoas com crianças; e uma sala de acomodação sensorial (SAS) para casos de desconforto durante a visita. Além disso, o museu oferece alguns serviços, como: para pessoas autistas ou neurodivergentes, materiais de apoio que auxiliam no planejamento da visita, tanto do ponto de vista visual quanto em relação aos estímulos sensoriais dos espaços. Também disponibiliza gratuitamente protetores auriculares descartáveis para minimizar possíveis ruídos e o cordão de girassol, que identifica e sinaliza pessoas com deficiências ocultas.Pessoas que necessitam de objetos de apego ou stim toys podem acessar o MON mediante autorização da equipe de segurança na recepção. O acesso de cães de assistência e cães-guia devidamente cadastrados é permitido no MON.Aspecto expográfico:A exposição dos produtos será organizada de modo a garantir fácil acesso e visualização por crianças, adultos e pessoas com deficiência física.Aspecto comunicacional e de conteúdo:Maquete tátil do prédio, réplicas em miniatura de esculturas, audioguias e legendas em Braille. Atividades e visitas mediadas com intérprete de Libras (agendamento prévio). Oficinas sensoriais que dialogam com o acervo e a arquitetura.A comunicação e o conteúdo expositivo serão desenvolvidos de modo a facilitar o acesso para todos, contemplado textos e legendas em braile e visitas guiadas com audiodescrição.2) CatálogoProjeto gráfico:O projeto gráfico prevê medidas de acessibilidade como tamanho de fonte, espaçamento, contraste de cores, uso de ícones e pictogramas que facilitem a leitura do catálogo. Aspectos de Acessibilidade:versão do catálogo audiodescritivo para pessoas com deficiência visual. ­A adoção de recursos de acessibilidade voltados às pessoas com deficiência visual, como a audiodescrição, se justifica tanto por aspectos sociais quanto por critérios de efetividade e alcance. No contexto de inclusão cultural, é fundamental garantir que o acesso aos conteúdos não esteja restrito a formatos que atendem apenas a uma parcela reduzida do público. Embora o sistema braile seja um importante instrumento de autonomia, estima-se que apenas uma pequena porcentagem das pessoas cegas seja alfabetizada nesse formato, o que limita seu alcance como solução universal.Nesse sentido, o catálogo em audiodescrição apresenta-se como uma alternativa mais inclusiva e democrática. A audiodescrição permite que informações visuais, como imagens, cores, formas e contextos, sejam convertidas em linguagem verbal, possibilitando que pessoas com deficiência visual tenham uma experiência mais completa e equivalente à do público vidente.Além disso, a utilização da audiodescrição contribui para a autonomia do usuário, que pode acessar o conteúdo de forma independente, em diferentes ambientes e dispositivos. Essa flexibilidade amplia significativamente o alcance da iniciativa, promovendo inclusão real e efetiva, alinhada aos princípios de acessibilidade universal, garantindo maior equidade no acesso à informação, à cultura e ao conhecimento.1. Acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva O projeto gráfico prevê medidas de acessibilidade como tamanho de fonte, espaçamento, contraste de cores, uso de ícones e pictogramas que facilitem a leitura do catálogo. A acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva no projeto gráfico do catálogo é justificada pela necessidade de garantir uma comunicação clara, inclusiva e autônoma, considerando que esse público acessa a informação predominantemente por meio de estímulos visuais. Nesse sentido, a adoção de elementos visuais bem estruturados não apenas facilita a compreensão do conteúdo, como também promove igualdade de acesso ao conhecimento.O uso adequado de tamanho de fonte, espaçamento entre linhas e organização textual contribui diretamente para a legibilidade, reduzindo o esforço cognitivo durante a leitura. Para muitas pessoas com deficiência auditiva, especialmente aquelas cuja primeira língua é a Língua Brasileira de Sinais (Libras), o português pode ser uma segunda língua, o que torna essencial a apresentação de textos mais claros, bem estruturados e visualmente acessíveis.Além disso, o contraste de cores desempenha papel fundamental na distinção entre elementos textuais e gráficos, facilitando a leitura e evitando ambiguidades visuais. A utilização de ícones e pictogramas complementa o conteúdo escrito, oferecendo suporte visual que auxilia na interpretação das informações, tornando a comunicação mais intuitiva e universal.Essas estratégias não apenas atendem a princípios de acessibilidade, mas também melhoram a experiência de leitura para todos os públicos, alinhando-se ao conceito de desenho universal. Dessa forma, o projeto gráfico torna-se uma ferramenta inclusiva, que respeita as diferentes formas de percepção e compreensão da informação, garantindo que pessoas com deficiência auditiva tenham pleno acesso ao conteúdo apresentado.2. Aspectos de Conteúdo· Linguagem simples e clara.· Organização do texto com títulos, subtítulos e parágrafos curtos.· Explicação de termos técnicos ou difíceis.· Uso equilibrado de imagens e elementos visuais que ajudem na compreensão.Aspectos Físico e Digital · Formato digital que permita navegação fácil (índice clicável).· Compatibilidade com tecnologias assistivas.· Versões que possam ser lidas em celulares, tablets e leitores digitais.

Democratização

Na cidade de Curitiba, a exposição será realizada no Museu Oscar Niemeyer, que oferece acesso gratuito todas as quartas-feiras e um domingo por mês, ampliando e oportunizando o acesso da população à cultura do design e à reflexão sobre sustentabilidade e inovação.Seguindo a Lei Federal, o museu adota a meia-entrada para professores, estudantes, doadores de sangue, pessoas 60+, pessoas com deficiência (+ acompanhante) e jovens de baixa renda (ID Jovem), desde que apresentem documento oficial com foto e comprovação específica.Serão desenvolvidas ações de mediação cultural e visitas guiadas voltadas especialmente para estudantes de escolas públicas, universidades e instituições de ensino técnico.Além da exposição presencial, parte do conteúdo será disponibilizado em formato digital, ampliando o alcance das iniciativas apresentadas e permitindo acesso remoto ao público de diferentes regiões do país. Serão realizadas 2 atividades educativas com o intuito de inspirar e educar para construir um mundo melhor, a ação deverá ser realizada com a equipe do MON. E mais 4 visitas guiadas com a equipe do Centro Brasil Design.Será desenvolvido um catálogo que reúne os projetos da mostra estruturado a partir do conceito “Design como agente de transformação”. O catálogo será doado para instituições de ensino, escolas, empresas e associações. Após a realização da mostra principal, será desenvolvida uma versão adaptada da exposição, composta por um conjunto selecionado de projetos e conteúdos expositivos.Essa versão itinerante permitirá que a exposição circule por diferentes cidades brasileiras, ampliando o alcance cultural da iniciativa e promovendo o acesso ao conteúdo em diferentes regiões do país.Cada etapa da itinerância poderá incluir:· exposição dos projetos selecionados· atividades educativas· visitas mediadas para estudantesEssa estratégia amplia significativamente o impacto cultural do projeto, promovendo a difusão do design como ferramenta de inovação e transformação social em diferentes contextos regionais.