Início: 01/02/2027Término: 30/06/2027Aceite: 30/03/2026
O projeto propõe 5 apresentações musicais da Banda Meninas do Sol por 5 cidades do Vale do Ribeira, com abertura do show por uma apresentação musical de banda local (a ser escolhida via edital) em cada uma das cidades. A Banda Meninas do Sol, criada em 2023, é uma banda composta por 4 mulheres caiçaras moradoras da comunidade tradicional do Marujá (Ilha do Cardoso, Cananéia, SP) e fazem da sua música forma de resistência e visibilidade em um ambiente muitas vezes machista. Seu repertório passa por música popular (forró, baião, pop) e música regional (fandango, ciranda). Além dos shows, o projeto prevê uma oficina de canto com o grupo de mulheres do CRAS Cananéia, facilitada pelas integrantes da banda.
Não se aplica
Objetivo GeralFazer circular a apresentação musical da Banda Meninas do Sol pelo Vale do Ribeira como forma de visibilidade da arte e da música feita por mulheres de uma comunidade tradicional caiçara - o Marujá - que fica distante 1h de barco da cidade de Cananéia. O objetivo é que, ao proporcionar esses momentos de encontro entre banda e público, mediado pela música popular e regional, o momento seja de fomento à arte feita no Vale do Ribeira, por mulheres de comunidade tradicional; inspiração para outras pessoas, sobretudo mulheres; valorização da cultural caiçara e respeito à ancestralidade. Ao trazer uma banda de cada municípo para abrir o show, o projeto segue no objetivo de valorizar a cultura local e dar protagonismo aos artistas locais, com visibilidade remuneração adequada. Para além disso, objetiva-se que o público das cidades contempladas possa fruir de um momento artístico, com música de qualidade, de forma gratuita e com acessibilidade, percebendo como a cultura e atores locais podem proporcionar entretenimento, diversão e enriquecimento cultural, aumentando a autoestima coletiva da região.Objetivoss Específicos5 Apresentações Musicais de 1h30 da Banda Meninas do Sol com repertório de música popular e regional em praça pública, com público estimado de 300 pessoas por apresentaçãoCidades contempladas: Cananéia, Pariquera-Açu, Registro, Iguape e Ilha Comprida5 Apresentações Musicais de 45min de banda local (a ser escolhida por Edital) como abertura do show das Meninas do Sol, com repertório de música popular e/ou regional. Em cada cidade contemplada será escolhida uma banda daquele município.Público estimado: 300 pessoas por apresentação10 vídeos de registro de todas as apresentações musicais (os 5 shows da Banda Meninas do Sol + os 5 shows de abertura) a serem postados no Youtube da Banda e amplamente divulgado nas redes sociais Instagram, Facebook e Whastapp1 Roda de Conversa e oficina de canto para o grupo de mulheres atendidas pelo CRAS Cananéia, com 15 vagas e 3h de duração (ação de ampliação de acesso)
O projeto A FORÇA QUE CANTA PELO VALE: CIRCULAÇÃO DAS MENINAS DO SOL, tem relevância artística, cultural, social e territorial, ao fomentar e visibilizar a produção musical de mulheres caiçaras do Vale do Ribeira, território reconhecido internacionalmente por sua riqueza ambiental e diversidade cultural, ao mesmo tempo que ocupa espaços públicos com show gratuitos e de qualidade para a população dessa mesma região, que historicamente tem parco acesso à serviços e bens culturais.Em 1999, a região do Vale do Ribeira foi declarada pela UNESCO como Patrimônio Natural e Cultural da Humanidade, por abrigar o maior contínuo de Mata Atlântica preservada do Brasil e por concentrar modos de vida tradicionais profundamente integrados à preservação ambiental. Nesse território coexistem comunidades tradicionais caiçaras, quilombolas e Guarani M’Bya. Nessas comunidades, a cultura, o trabalho e a relação com a natureza formam um modo de vida transmitido entre gerações, fundamental para a conservação da floresta, da fauna e das águas da região. Apesar dessa importância social, cultural e ambiental, essa região acaba tendo pouquíssimo acesso à bens e serviços culturais e investimentos nessa área. Nesse contexto, os recursos da Lei de Incentivo à Cultura são essenciais para acesso e desenvolvimento nessa área. A comunidade caiçara do Marujá, onde moram as integrantes da Banda Meninas do Sol, está situada na Ilha do Cardoso, Cananeia, área protegida pelo Parque Estadual Ilha do Cardoso. O acesso ao território se dá exclusivamente por barco, em um trajeto de aproximadamente uma hora, o que faz com que a comunidade fique em isolamento geográfico, sem ruas asfaltadas e com energia elétrica apenas por placa solar. A comunidade é habitada por famílias que pertencem ao território há várias gerações e tem como principais atividades econômicas a pesca artesanal e o turismo de base comunitária. No entanto, é importante salientar que, nas comunidades, as mulheres frequentemente foram e ainda são silenciadas, oprimidas ou relegadas a papéis secundários. No campo da produção musical, prática intrínseca ao modo de vida caiçara, historicamente as mulheres desses territórios foram excluídas. Os relatos dão conta de situações em que as meninas das comunidades caiçaras não podiam tocar os instrumentos do fandango, pois era "coisa de homem".A Banda Meninas do Sol surge em 2023 como um movimento de ruptura e continuidade: rompem com estruturas patriarcais que limitaram o protagonismo das mulheres, ao mesmo tempo em que dão continuidade aos saberes ancestrais herdados de gerações de caiçaras, indígenas e quilombolas.O apoio da Lei de Incentivo à Cultura é necessária para:- Viabilizar o trabalho, que também é luta e resistência, dessas 4 mulheres que compõe a Banda Meninas do Sol;- Fortalecer a presença feminina na música caiçara, ampliando referências para outras mulheres e jovens do território;- Preservar, valorizar e atualizar o fandango caiçara e outras expressões da cultura popular e regional, reconhecendo-as como práticas vivas;- Promover impacto social, por meio das ações de democratização cultural e ampliação do acesso, voltadas a mulheres, pessoas em situação de vulnerabilidade social e comunidades tradicionais- Ocupar o espaço público das cidades contempladas com arte, cultura, música de qualidade e, portanto, cidadaniaO projeto enquadra-se nos seguintes incisos do Artigo 1 da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; IX - priorizar o produto cultural originário do País.Assim como, atende aos objetivos da mesma lei, no Artigo 3:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;
PRÉ PRODUÇÃO - 3 meses- Reunião inicial para alinhamento de cronograma e ações- Alinhamento das datas e detalhes dos eventos com as prefeituras dos municípios contemplados- Contratação de empresas para realização da sonorização, iluminação e montagem de palco dos shows- Contratação da equipe de fotografia, filmagem e edição- Lançamento do edital para seleção das bandas locais de cada município que farão as aberturas dos shows da Banda Meninas do Sol- Seleção das bandas locais que farão as aberturas do shows- Desenvolvimento da Identidade Visual do projeto e materiais de divulgação- Divulgação dos shows- Articulação com os Centros de Referências de Assistência Social de cada município contemplado para o transporte de público (ação de ampliação do acesso)- Articulação com uma comunidade tradicional de cada município para o transporte de público (ação de ampliação do acesso)- Articulaçao com o Centro de Referência de Assistência Social de Cananéia para realização da oficina de canto e roda de coversa (ação de ampliação do acesso) - Realização dos ensaios da Banda Meninas do Sol para o show- Confecção dos figurinos para o projetoPRODUÇÃO - 5 meses- Realização da oficina de canto e roda de coversa com o grupo de mulheres do CRAS Cananéia (ação de ampliação do acesso) - Divulgação dos shows- Realização dos shows da Banda Meninas do Sol + abertura com banda local nas cidades de Cananéia, Pariquera-Açu, Iguape, Ilha Comprida, Registro, com ampla divulgação- Postagens dos registros fotográficos nas redes sociais Instagram e Facebook- Edição e postagem dos vídeos de cada show (banda local e banda Meninas do Sol) no Youtube com divulgação no Instagram, Facebook e WhatsappPÓS-PRODUÇÃO - 1 mês- Realização de reunião com a equipe para avaliação do projeto- Realização do relatório final- Realização da prestação de contas
A banda, que surgiu em 2023 e já ganha reconhecimento regional, se apresenta fazendo versões da música brasileira, em geral forró e MPB, porém também vem trazendo suas composições autorais. Em 2024 gravou 2 singles autorias acompanhados de videoclipe através da Lei Paulo Gustavo municipal. https://youtu.be/W-iBhyKekMU?si=FmzUYzjI23d3W3hrhttps://youtu.be/-VdLT6eF0UY?si=AjJsyGSn1fBoK0HZAbaixo, playlist com partes do show da Banda Meninas do Sol:https://youtube.com/playlist?list=PLgHIA2YLEBEs2WH9kSjRmWsFRloBDU9TM&si=LLjj3sEHg8wc39VM
Apresentação Musical da Banda Meninas do SolApresentação com duração de 90 minutos com repertório de música regional (fandango) e música popular brasileira (forró, xote, baião, samba e música pop) e "músicas de rezo" Segue repertório:Canto de Proteção (As Clarianas) - música de rezoÍndio Mensageiro (Fabrício Ahau) - música de rezoA Cura dos Pajés (Banda Luz da Nova Era) - música de rezoJangadeiro (Bicho de Pé) - música popularNa Puxada de Rede (Amaro Silva/Anderson Guimarães) - música popularEu Canto e Bato Palmas (As Clarianas) - música popularAreia (Selma do Côco) - música popularMarinheiro Só Caetano (Veloso/Pandeirinho) - música popularParanauê (Mestre Suassuna) - música popularPra Todas as Mulheres (Mariana Nolasco) - música popularPlantadeira (Isadora Canto) - música popularTriste, Louca ou Má (Francisco, El Hombre) - música popularRainha do Mar (Flora Eça) - música popularMulheres Caiçaras (música autoral) - música regionalVamos Dançar Ciranda (música autoral) - música regionalSou Caiçara (música autoral) - música regionalNatureza Sagrada (música autoral) - música regionalJardim das Meninas (música autoral) - música regionalLibertação (música autoral) - música regionalPout-pourri de fandangos (domínio público) - música regionalApresentação Musical de abertura com banda local de cada município contempladoDuração 45minAs bandas serão escolhidas por edital a ser lançado quando da realização do projetoO repertório deve ser de música popular ou regional
Marta Estela Abreu de Sousa (proponente) Nome empresarial: 46.104.648 MARTA ESTELA ABREU DE SOUSACoordenadora de ProduçãoMarta Estela é atualmente docente de teatro e produção cultural no Senac Registro. Desde 2016, mora e atua em Cananéia, onde vem realizando como produtora projetos que dialogam com a comunidade local e regional, valorizando histórias ancestrais e a cultura do Vale do Ribeira. Primeiramente junto ao grupo Caracol e, desde 2025 em atuação solo, realizou diversos projetos pelo PROAC, Aldir Blanc e Paulo Gustavo, como o "Encontros: Percursos Formativos", "Histórias e Sabores de Mani", “Mandira: Sabores da Resistência e Outras Histórias”, além de participar do Festival Literário do Vale do Ribeira em 2022 e 2023. Desde 2023 é produtora da Banda Meninas do Sol e junto a banda ja realizou 2 projetos via Aldir Blanc e Lei Paulo Gustavo, além de diversas apresentações em SESC’s e Fábrica de Cultura. Seu trabalho inclui produções junto às comunidades, apresentações de contação de histórias, oficinas de artes e atividades que promovem o pertencimento e a valorização da cultura local.Ana Paula SantanaIntegrante da Banda Meninas do SolAna Paula é moradora da ilha do Cardoso, comunidade do Marujá, música autodidata. Sua trajetória é marcada pelo encanto e desejo pela música desde tenra idade. Filha de um fandangueiro, cresceu imersa nas rodas de viola e fandangos promovidos por seu pai. No entanto, a curiosidade sempre foi cerceada pela proibição de tocar os instrumentos dos homens da época, uma barreira que a impediu de explorar sua paixão musical.Após se mudar para Marujá, iniciou um projeto musical de forró chamado "Nós Três", em conjunto com Márcia e Henelice. Contudo, o advento da pandemia interrompeu o projeto. A imersão no cenário musical do Marujá, que sempre recebe visita de ótimos músicos, proporcionou a Ana Paula a oportunidade de observar e absorver conhecimentos. Atualmente, Ana Paula integra a banda Meninas do Sol.Camila XavierIntegrante da Banda Meninas do SolCamila, 40 anos, é musicista, nascida e criada na Ilha do Cardoso. Sua paixão pela música começou na infância, influenciada pelo som do violão de seu pai. Aos 21 anos, juntamente com seu irmão, prima e amigos, Camila formou sua primeira banda, lançando-se no mundo da música. Após mudar-se para São Paulo, ela e seu irmão fundaram mais duas bandas, apresentando-se na cena noturna paulistana. Em 2023, ao retornar para a Ilha do Cardoso, Camila ajudou a formar a banda Meninas do Sol, composta exclusivamente por mulheres. Com determinação e força feminina, estão quebrando barreiras e tabus, seguindo em frente com sua música.Henelice Rodrigues TrudesIntegrante da Banda Meninas do SolHenelice, 37 anos, é moradora da comunidade do Marujá, na Ilha do Cardoso. Desde muito cedo, Henelice se identificou com a música, influenciada pelo seu avô materno, um fandangueiro, e pelos sons de rabeca, bandolim, banjo e viola caiçara que ouvia em casa. Com um ambiente familiar repleto de forró devido ao bar de seu pai, Henelice cresceu imersa na cultura musical. Além disso, a Ilha do Cardoso, como lugar turístico, sempre recebeu diversos músicos talentosos que inspiraram Henelice. Aos 16 anos, ela se tornou integrante da banda de "Forregae" chamada CANDAIRÓ.Em 2023, Henelice e suas amigas decidiram unir as mulheres da comunidade para formar uma banda de "mulheres, mães guerreiras". Assim surgiu a banda "Meninas do Sol", onde toca zabumba e agogô. O grupo enfrenta desafios, mas também celebra a força e as histórias de resistência das mulheres na sociedade, enfrentando preconceitos e promovendo o empoderamento feminino.Márcia PontesIntegrante da Banda Meninas do SolMárcia, de 52 anos, nasceu em Cananéia e reside na comunidade caiçara do Marujá desde 1994. Ela trabalha como monitora ambiental e pescadora. Márcia também toca rabeca e viola, instrumentos que aprendeu através do contato familiar com a música, uma tradição que remonta às suas tataravós e bisavós. Filha de lavradores e pescadores, Márcia cresceu envolvida nas manifestações culturais da Folia do Divino, Festas de Fandango e festas de carnavais, experiências. Em 1990, ela integrou a banda de sua família, Regionais da Ilha, onde começou a cantar. Por muitos anos, Márcia cantou nas festas de carnaval do Clube União, um tradicional clube de Cananéia.O movimento musical da temporada na Ilha do Cardoso despertou ainda mais seu interesse e aprendizado em música. Em 2023, Márcia e suas amigas deram início à Banda Meninas do Sol.
O projeto atende ao Artigo 38 da IN 29/2026 sobre acessibilidade, nos incisos I, II e III, com as seguintes ações: - Realização dos show em praças públicas, com amplo espaço para circulação e rampas de acesso; - Espaço reservado PCD: Espaço reservado para pessoas com deficiência nos shows, com circulação livre (sem fios ou obstáculos), com boa visibilidade do palco - Informações claras no material de divulgação sobre a acessibilidade disponível nas atividades; - Intérprete LIBRAS (shows e vídeo): Intérprete LIBRAS em todos os shows do projetoe nos vídeos de registro dos shows a serem disponibilizados na internet; - Acolhimento nos shows: Pessoa preparada para acolher pessoas com deficiência e perguntar eventuais necessidades - Espaço da calma nos shows: espaço reservado longe do palco, confortável (com cadeiras de praia, tapete e abafadores), com ambiente tranquilo para quem precisar se afastar do estímulo O projeto atenderá o Artigo da IN 29/2026 que determina uso do Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, visando a implementação das medidas de acessibilidade, de comunicação e divulgação acessíveis.
O projeto atende completamente o artigo 41 de democratização do acesso, com acesso gratuito a todos os produtos culturais, não havendo nenhum tipo de venda de ingressosAlém disso, o projeto atende o artigo 42 de ampliação do acesso, nos seguintes incisos:II - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos, incluindo os seus acompanhantes;III - disponibilizar na internet registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referentes ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinasAs ações de ampliação de acesso são:* Disponibilização de 2 vans gratuitas para transporte de público em cada município atendido, com capacidade para 18 pessoas, da seguinte forma: - 1 van saindo do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de cada município para o transporte de pessoas em vulnerabilidade social e econômica. A articulação para divulgação e preenchimento das vagas será feita em parceria da produção do projeto com o CRAS; - 1 van saindo de um comunidade tradicional que exista dentro do município (caiçaras, quilombolas e guaranis m'bya). A articulação será feita em parceria da produção com a liderança da comunidade* Roda de conversa sobre autonomia feminina e oficina de canto com músicas de fandango (música tradicional do litoral paulista, patrimônio cultural) com mediação das integrantes da Banda Meninas do Sol para o grupo de mulheres do CRAS de Cananéia. O grupo já existe e é organizado. A roda de covnersa e oficina terá duração de 2h, com 15 vagas.* Ensaio aberto do show na própria comunidade caiçara do Marujá, Ilha do Cardoso, Cananéia - SP, comunidade onde vivem as integrantes da Banda Meninas do Sol * Disponibilização dos vídeos dos shows de forma gratuita no Youtube da Banda Meninas do Sol, com ampla divulgação nas redes sociais Instagram, Facebook e Whatsapp.