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Buraco do Jazz - Circuito Jazz nas Quebradas

Início: 01/02/2027Término: 30/12/2028Aceite: 31/03/2026

Resumo

Realizar o "Buraco do Jazz - Circuito Jazz nas Quebradas" festival gratuito de música instrumental ao ar livre em espaços públicos de Brazlândia e Núcleo Bandeirante (DF). A proposta consiste em 4 shows noturnos em cada cidade (totalizando 08 apresentações) com bandas periféricas locais (erudita, instrumental, coral, regional), food trucks e expositores regionais. Inclui palco, som/luz, acessibilidade (rampas, Libras, banheiros adaptados) e praça sustentável. Democratiza acesso cultural em quebradas, formando plateia (histórico: 315 edições, 450 mil públicos).

Sinopse

O projeto consiste na realização de um festival gratuito de música instrumental ao ar livre, com foco na valorização do jazz e suas vertentes contemporâneas produzidas por artistas periféricos do Distrito Federal. A proposta contempla a realização de 04 (quatro) apresentações musicais em cada cidade (totalizando 08 apresentações) noturnas em espaços públicos nas regiões de Brazlândia e Núcleo Bandeirante, promovendo o acesso democrático à cultura e a ocupação qualificada de áreas urbanas.Os espetáculos apresentam repertórios que transitam entre o jazz tradicional, a música brasileira instrumental e experimentações sonoras contemporâneas, evidenciando a diversidade estética e criativa das cenas musicais locais. As apresentações são conduzidas por bandas independentes, com formações variadas, priorizando a representatividade de artistas oriundos das periferias.Além das performances musicais, o projeto propõe momentos de interação entre artistas e público, contribuindo para a formação de plateia e para o fortalecimento do vínculo entre a comunidade e a música instrumental.Os eventos possuem classificação indicativa livre, sendo destinados a públicos de todas as idades, promovendo um ambiente cultural acessível, inclusivo e adequado para famílias, jovens e apreciadores da música em geral.Com linguagem artística acessível e apresentação em espaços públicos, o Buraco do Jazz busca ampliar o contato da população com a música instrumental, fomentando a diversidade cultural e incentivando a circulação de artistas locais.

Objetivos

Objetivo Geral Democratizar o acesso à música instrumental de alta qualidade em áreas periféricas do Distrito Federal, promovendo a formação de plateia para o jazz erudito, instrumental, coral e regional em espaços públicos de Brazlândia e Núcleo Bandeirante. O projeto visa nacionalizar, descentralizar e regionalizar o investimento cultural via Lei Rouanet, fortalecendo a cena local com bandas periféricas (95% artistas DF), food trucks e expositores regionais, gerando impacto social sustentável e inclusivo para 5 mil pessoas, alinhado aos pilares do Instituto Neoenergia (sustentabilidade e impacto territorial). Objetivos Específicos - Realizar 4 apresentações musicais gratuitas ao ar livre (4 por cidade: Brazlândia, Núcleo Bandeirante), com bandas locais periféricas (erudita, instrumental, coral, regional _ ex.: trios jazz, big bands), totalizando 16h de música, atingindo 5 mil pessoas (plateia estimada) (comprovação via bilheteria zero + contagem brigadistas/fotos geolocalizadas), fomentando diversidade cultural urbana/afro/DEF. - Instalar estrutura completa e acessível em cada local (palco inflável concha, som/luz profissional, grama viva 300m², praça alimentação com 20 food trucks/expositores locais de economia criativa), garantindo 100% gratuidade e acessibilidade: rampas para cadeirantes, banheiros químicos adaptados, 2 intérpretes Libras por show, área reservada PCD (10% espaço frontal), comprovado por laudos acessibilidade e relatórios fiscais.- Promover intercâmbio cultural e renda local priorizando 95% artistas/bandas DF (histórico Buraco do Jazz: 150+ bandas, 315 edições), com cachês justos (R$ 5-10k/show), gerando R$ 50 mil em vendas food/expositores (comprovação via notas fiscais), e parcerias associações reciclagem (coleta latas/vidros), mensurado por relatórios econômicos e depoimentos.Garantir viabilidade técnica e segurança com equipe produção (10 brigadistas/show, segurança privada, limpeza pós-evento), cronograma testado (montagem 4h pré-show, desmontagem 2h pós), orçamento otimizado (R$ 200k máx., sem captação), comprovado por contratos, checklists e prestação contas financeira/física no SALIC.- Formar plateia e legado sustentável via concurso cangas, exposição plástica local e mídia orgânica (lives IG/TikTok, alcance 50k via portfólio Buraco do Jazz: 450 mil públicos acumulados), com relatório impacto (pesquisa satisfação 500 respondentes, 80% retenção plateia), alinhado experiência proponente (10 anos, FAC/SETUR apoiados).

Justificativa

O Buraco do Jazz - Circuito Jazz nas Quebradas surge da urgente necessidade de democratizar o acesso à música instrumental de excelência em áreas periféricas do Distrito Federal, especificamente em Brazlândia (RA IV), e Núcleo Bandeirante (RA VIII), tendo uma das regiões satélites priorizadas pelo Programa Rouanet no Interior (Edital MinC Nº 1/2026). Essas quebradas enfrentam carência crônica de eventos culturais gratuitos de jazz erudito, instrumental, coral e regional, gêneros que formam plateia sofisticada e promovem convivência comunitária. Com histórico comprovado de 315 edições e 450 mil públicos acumulados entre 2016 e 2026, o projeto expande sua expertise consolidada para gerar impacto territorial sustentável, alinhado aos pilares do Instituto Neoenergia de sustentabilidade e impacto social, e à essência da Lei Rouanet. A necessidade do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais da Lei nº 8.313/1991 é absoluta para viabilizar ações de alta qualidade técnica e acessibilidade plena sem ônus ao público-alvo periférico, captando recursos incentivados de até R$ 200 mil que bancam estrutura profissional como palco inflável em concha, som e luz HD, grama viva de 300m² e cachês justos para 95% de artistas locais do DF. Sem o PRONAC, eventos periféricos ficam limitados a editais FAC ou SETUR com verbas insuficientes para escala nacional, inviabilizando a descentralização regional preconizada no edital (item 1.1.5), com execução exclusiva nas localidades listadas entre 2027 e 2028, sem previsão de captação de recursos. O projeto enquadra-se perfeitamente nos incisos do Artigo 1º da Lei 8.313/91: no inciso I, ao apoiar a produção e difusão cultural por meio de seis shows gratuitos ao ar livre totalizando 12 horas de música instrumental (erudita, instrumental, coral e regional, classificados como Apresentação Musical no SALIC), complementados por praça de alimentação com 20 food trucks e expositores locais de economia criativa gerando R$ 50 mil em renda comprovada por notas fiscais; no inciso II, promovendo a capacitação e formação de plateia periférica via fruição acessível e gratuita, com pesquisa de satisfação projetando 80% de retenção, mensurada na prestação de contas; e no inciso III, preservando expressões culturais urbanas, afro-brasileiras e periféricas através de bandas das quebradas em fusão jazz-hip-hop, alinhadas às culturas DEF e urbanas do edital (itens 3.3.2 e 3.3.3). Alcança integralmente os objetivos do Artigo 3º da referida lei: no inciso I, fomentando a produção, preservação e difusão de bens culturais ao posicionar o jazz como patrimônio imaterial do DF com bandas 100% locais como Quarteto 505, 300 & Jazz e Ricardo Bap Trio, conforme portfólio histórico; no inciso II, democratizando o acesso com 100% de gratuidade em espaços públicos, rampas para cadeirantes, banheiros químicos adaptados, dois intérpretes de Libras por show e área reservada de 10% para PCD, comprovados por laudos técnicos; no inciso III, valorizando a diversidade cultural brasileira ao priorizar manifestações afro-brasileiras, urbanas e tradicionais via artistas periféricos; no inciso IV, incentivando a formação artística com cachês equitativos para 8 artistas e bandas, além de parcerias com associações de reciclagem para coleta seletiva de latas e vidros; e no inciso V, promovendo o intercâmbio cultural entre plateia, artistas locais e produtores via lives em IG e TikTok com alcance estimado de 50 mil visualizações. No contexto das regiões satélites do DF, o jazz permanece elitizado em espaços centrais como Funarte e Eixão 214 Sul, com menos de 5% dos eventos instrumentais ocorrendo em periferias segundo dados da SETUR. Este projeto preenche essa lacuna com viabilidade técnica plena, cronograma testado em 10 anos de experiência (FAC com R$ 200 mil anuais), acessibilidade mensurável, diversidade periférica, sustentabilidade via renda local e parcerias, e expertise do proponente atestada por CNAE cultural e mais de 150 bandas apresentadas. Projetamos pontuação máxima no edital (95/100 pontos: 28 em viabilidade técnica, 20 em acesso/inclusão, 20 em diversidade/impacto, 15 em sustentabilidade e 12 em experiência), com legado comprovado por relatório físico detalhado (fotos geolocalizadas, vídeos e prestação de contas no SALIC, incluindo compliance Neoenergia). A Lei Rouanet é o único mecanismo viável para escalar esse impacto sem endividamento público ou comprometer a gratuidade essencial, em conformidade com o Decreto nº 11.453/2023 e a Instrução Normativa MinC nº 29/2026, transformando as quebradas do DF em polos vibrantes de jazz instrumental e inclusão cultural sustentável.

Etapas

1. Pré-produção (1º mês – duração aproximada de 4 semanas) Nesta etapa inicial serão realizadas todas as atividades de planejamento e organização necessárias para a execução do projeto. As ações incluem a definição da curadoria artística, com seleção das bandas e músicos participantes, priorizando artistas periféricos e alinhados à proposta do festival; a contratação da equipe técnica e de produção envolvida; o planejamento logístico das apresentações; e o início das estratégias de comunicação e divulgação. Também serão realizados contatos institucionais, alinhamentos com fornecedores e organização da infraestrutura necessária para os eventos, garantindo que todas as condições estejam adequadas para a realização das atividades previstas.2. Execução (2º mês – duração aproximada de 4 semanas) A etapa de execução corresponde à realização efetiva das atividades do projeto, com a produção e realização dos 8 (oito) shows musicais ao ar livre nas regiões de Brazlândia e Núcleo Bandeirante. Durante esse período, serão executadas as ações de montagem e desmontagem de estrutura, operação técnica de som, recepção do público, acompanhamento das apresentações e registros audiovisuais. Também serão implementadas as ações de acessibilidade previstas e mantidas as estratégias de comunicação para mobilização de público e divulgação contínua do projeto.3. Pós-produção (3º mês – duração aproximada de 4 semanas) Na fase final, serão realizadas as atividades administrativas e de sistematização dos resultados do projeto. Isso inclui a organização e edição dos registros audiovisuais, consolidação de dados de público e alcance, elaboração de relatórios técnicos e institucionais, bem como a prestação de contas junto aos órgãos competentes. Também serão avaliados os resultados obtidos, considerando aspectos como impacto cultural, alcance de público e cumprimento dos objetivos propostos, contribuindo para o aprimoramento de futuras edições do projeto.

Especificação técnica

A proposta consiste na realização de apresentações de música instrumental com ênfase no jazz e em suas vertentes contemporâneas, dialogando com a música brasileira e outras influências sonoras. O projeto valoriza a produção autoral e a diversidade estética de artistas periféricos do Distrito Federal.Serão realizadas 08 (oito) apresentações musicais, com duração média de 90 a 120 minutos cada, conduzidas por bandas independentes com formações instrumentais variadas (sopros, cordas, percussão, teclados e experimentações eletrônicas), garantindo diversidade sonora e artística. Todas as apresentações terão o mesmo tempo de palco, possibilitando valorização dos artistas participantes e promovendo equidade na distribuição dos cachês e nas condições de apresentação.As apresentações ocorrerão em espaços públicos abertos, com estrutura técnica compatível com eventos de médio porte, incluindo sistema de sonorização, iluminação e equipe técnica especializada.O projeto prioriza a realização das atividades em regiões administrativas descentralizadas, como Brazlândia e Núcleo Bandeirante, ampliando o acesso de públicos historicamente afastados da programação cultural centralizada. A gratuidade das apresentações elimina barreiras econômicas, permitindo a participação ampla e diversa da população.Serão realizadas ações de mobilização e divulgação com foco em públicos locais, por meio de articulação com coletivos culturais, agentes comunitários e redes sociais, incentivando a participação de jovens, adultos, idosos e famílias. A ocupação de espaços públicos favorece o acesso espontâneo e democrático, incluindo pessoas em situação de vulnerabilidade social.O projeto também prevê a adoção de medidas de acessibilidade, como intérpretes de Libras e estrutura adaptada, garantindo a inclusão de pessoas com deficiência. A linguagem instrumental amplia ainda mais o alcance do conteúdo artístico, possibilitando uma experiência sensorial acessível a diferentes perfis de público.A proposta estimula a valorização das culturas locais ao priorizar a participação de artistas oriundos das periferias do Distrito Federal, cujas produções dialogam com a música brasileira em suas diversas matrizes, como o samba, o choro, o baião e outras expressões populares, reinterpretadas por meio da linguagem do jazz contemporâneo.Ao promover apresentações em espaços públicos e territórios descentralizados, o projeto fortalece a circulação cultural fora dos grandes centros, contribuindo para o reconhecimento e valorização da produção artística local. As performances também podem incorporar elementos de improvisação e fusão de estilos, característica marcante do jazz, criando pontes entre tradições musicais e expressões contemporâneas.Além disso, o contato direto entre artistas e público favorece a troca de experiências e saberes, reforçando o papel da música como instrumento de preservação cultural, inovação artística e construção de identidade coletiva.

Ficha técnica

Banda / Grupo Local Haniel Tenório Trompetista brasiliense com mais de 13 anos de atuação, Haniel Tenório desenvolve sua trajetória artística transitando por diversos estilos musicais, como jazz, música clássica, barroca, reggae, samba e choro. Iniciou sua formação na banda marcial do CEF 02 do Guará, participando já no primeiro ano de campeonatos nacionais e estaduais realizados em Brasília e São Paulo.Posteriormente, ingressou na Escola de Música de Brasília, onde deu continuidade à sua formação e iniciou sua carreira profissional, consolidando-se como músico atuante em diferentes contextos e projetos artísticos.Ao longo de sua trajetória, tem colaborado com diversos artistas, explorando a versatilidade do trompete e buscando a integração entre diferentes linguagens musicais. Seu trabalho artístico tem como proposta ampliar o acesso a estilos musicais variados, incluindo aqueles tradicionalmente menos difundidos, promovendo a circulação da música em diferentes espaços e públicos.Banda / Grupo Local Jazz na CartaO Jazz na Carta é um grupo musical dedicado à interpretação e difusão do jazz e de suas vertentes, com atuação voltada à performance instrumental e à experimentação sonora. O projeto reúne músicos com trajetória na cena brasiliense, propondo apresentações que dialogam com diferentes estilos e ampliam o acesso do público à música instrumental.Com presença em plataformas digitais e circulação em espaços culturais, o grupo desenvolve um trabalho artístico que valoriza a improvisação, a diversidade musical e a formação de público para o jazz e gêneros correlatos.Banda / Grupo Local Banda MolinasA banda Molinas surgiu em Brasília a partir de um encontro espontâneo entre músicos, com inspiração nas tradições do blues e do jazz. Seu trabalho artístico combina releituras de clássicos com influências da música contemporânea, construindo uma sonoridade que transita por diferentes estilos.Com atuação consolidada na cena musical brasiliense, a banda realiza apresentações em espaços culturais, festivais e eventos, desenvolvendo um repertório que valoriza a expressividade vocal e instrumental, além da diversidade de referências musicais. Também atua em projetos culturais e apresentações em diferentes formatos, ampliando o acesso do público à música ao vivo.Banda / Grupo Local Ágora - Banda Instrumental A banda Ágora é um grupo instrumental brasiliense voltado à pesquisa e difusão do jazz fusion, propondo releituras de repertórios que dialogam com o jazz, rock, funk e ritmos latinos. O projeto articula elementos improvisativos e experimentais, explorando a fusão de linguagens musicais como proposta estética.Banda / Grupo Local Paula Tortoretti Formada por músicos atuantes na cena do Distrito Federal, com trajetória em projetos de música instrumental, festivais e formação musical, a banda desenvolve apresentações que ampliam o acesso a esse gênero, promovendo a circulação da música instrumental contemporânea e a formação de público.Paula Tortoretti é cantora e intérprete com atuação na cena musical de Brasília, desenvolvendo um trabalho que transita entre jazz, blues, soul e rock. Seu projeto artístico reúne releituras de clássicos e interpretações contemporâneas, com foco na expressividade vocal e na diversidade de repertório.A artista se apresenta em espaços culturais, eventos e festivais, integrando diferentes formatos de circulação musical. Seu trabalho contribui para a difusão da música ao vivo e para a ampliação do acesso do público a gêneros como o blues e o jazz, por meio de apresentações em variados contextos culturais.

Acessibilidade

O projeto será estruturado de modo a garantir condições efetivas de acesso, permanência e fruição para pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e diferentes perfis de público. No que se refere à acessibilidade física, o espaço de realização contará com rotas acessíveis, rampas de acesso, corrimãos, áreas de circulação adequadas, além de banheiros adaptados. Serão observadas as normas de segurança e sinalização, incluindo indicação de saídas de emergência e, sempre que possível, a presença de guias táteis ou sinalizações que auxiliem pessoas com deficiência visual.No campo da acessibilidade de conteúdo, o projeto adotará recursos que ampliem a compreensão e a participação do público. Estão previstas ações como interpretação em Libras durante as atividades principais, utilização de legendas descritivas em materiais audiovisuais e oferta de audiodescrição quando aplicável. Também serão disponibilizados materiais de divulgação com linguagem acessível e objetiva, visando alcançar públicos diversos. Quando pertinente, serão propostas experiências sensoriais e mediações que favoreçam o entendimento do conteúdo artístico por diferentes formas de percepção.Essas medidas buscam não apenas atender exigências formais, mas promover uma experiência inclusiva, assegurando que diferentes públicos possam acessar, compreender e se envolver com a proposta cultural de forma plena e digna.

Democratização

A proposta adota estratégias voltadas à ampliação do acesso do público, priorizando a diversidade e a inclusão social. A distribuição dos produtos culturais será realizada de forma a garantir ampla participação, com oferta de ingressos gratuitos ou a preços populares, além de políticas de reserva de vagas para públicos prioritários, como estudantes, pessoas de baixa renda e grupos em situação de vulnerabilidade social.A divulgação será realizada por meio de múltiplos canais, incluindo redes sociais, parcerias com instituições culturais, escolas, coletivos artísticos e organizações comunitárias, ampliando o alcance territorial e social do projeto. Também serão buscadas articulações com equipamentos públicos e espaços independentes, favorecendo o acesso descentralizado.Como forma de ampliar ainda mais o impacto, o projeto prevê ações complementares, como a realização de ensaios abertos, oficinas formativas e atividades de mediação cultural, permitindo uma aproximação mais direta entre público e processo criativo. Sempre que possível, haverá também registro e disponibilização online das atividades, garantindo que pessoas que não possam comparecer presencialmente tenham acesso ao conteúdo.Dessa forma, o projeto contribui para a democratização do acesso à cultura, não apenas pela disponibilização de produtos, mas pela criação de experiências formativas e participativas que fortalecem o vínculo entre arte e sociedade.