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As Coisas Que Me Tiram O Sono

Início: 01/04/2027Término: 31/12/2028Aceite: 09/04/2026

Resumo

"As coisas que me tiram o sono" é um espetáculo teatral inédito que investiga, com humor ácido e sensibilidade crítica, as crises de identidade e pertencimento na masculinidade contemporânea. Com dramaturgia de Vicente Valle e direção de Alexandre Dal Farra, a obra acompanha um jovem em colapso emocional após a morte do pai. O projeto prevê a criação, montagem e temporada de 16 apresentações em São Paulo, além de ação formativa online sobre o processo criativo.

Sinopse

Sinopse da ObraUm ano após a morte do pai, um jovem vê sua vida desmoronar em sequência: é demitido do emprego após uma série de publicações inadequadas nas redes sociais, termina um relacionamento e mergulha em uma espiral de mentiras, encontros constrangedores e conselhos absurdos vindos da internet. Entre fóruns online, tentativas frustradas de reconexão e memórias fragmentadas, ele busca compreender o que significa ser homem em um mundo onde antigas referências perderam sentido. “As coisas que me tiram o sono” é uma comédia amarga sobre vulnerabilidade, masculinidade e os naufrágios íntimos de uma geração atravessada pela cultura digital. Classificação Indicativa16 anos. (Contém linguagem adulta, abordagem de sexualidade e temas emocionais complexos.) Público-AlvoO espetáculo é direcionado a jovens adultos e adultos, especialmente na faixa etária entre 18 e 35 anos, público diretamente impactado pelas transformações nas relações sociais mediadas pelas tecnologias digitais.Também dialoga com espectadores interessados em dramaturgia contemporânea e em propostas cênicas que investigam novas linguagens e formas narrativas. A abordagem de temas como masculinidade, saúde mental e relações afetivas amplia o alcance da obra, promovendo identificação e reflexão em diferentes gerações. OriginalidadeA dramaturgia do espetáculo é inédita e original, assinada por Vicente Valle, desenvolvida especialmente para esta montagem. O projeto propõe uma abordagem contemporânea ao tema da masculinidade, articulando humor, crítica social e referências à cultura digital em uma linguagem cênica própria.

Objetivos

Objetivo Geral Criar, montar e apresentar o espetáculo teatral inédito "As coisas que me tiram o sono", promovendo reflexão crítica sobre as transformações da subjetividade masculina contemporânea e ampliando o acesso do público a obras de linguagem cênica inovadora. Objetivos Específicos Criar e montar o espetáculo teatral inédito "As coisas que me tiram o sono";Desenvolver processo de criação colaborativo entre dramaturgia, direção e elenco;Investigar, por meio da linguagem teatral, os impactos das redes sociais, da hiperconectividade e das novas formas de sociabilidade;Experimentar encenação baseada no jogo direto entre atores e público;Realizar temporada de 16 apresentações na cidade de São Paulo (2 por final de semana);Promover 01 encontro online sobre o processo de criação do espetáculo, com até 100 participantes;Ampliar o acesso do público a uma obra inédita de linguagem contemporânea, com ações de democratização de acesso;Contribuir para o fortalecimento da cena teatral contemporânea brasileira, reunindo artistas em processo criativo colaborativo.

Justificativa

Nas últimas décadas, profundas transformações sociais, culturais e tecnológicas vêm impactando diretamente a forma como os indivíduos constroem suas identidades, vínculos afetivos e percepções de pertencimento. Nesse contexto, a masculinidade contemporânea atravessa um processo de revisão e reconfiguração, tornando-se um tema relevante para reflexão artística e social.O espetáculo "As coisas que me tiram o sono" insere-se nesse cenário ao propor uma investigação cênica sobre as tensões, fragilidades e contradições da subjetividade masculina. A obra aborda temas como saúde mental, cultura digital e relações afetivas, dialogando diretamente com questões urgentes da contemporaneidade e contribuindo para o fortalecimento do teatro como espaço de pensamento crítico e experiência coletiva.A realização do projeto por meio do mecanismo de incentivo fiscal previsto na Lei nº 8.313/91 é fundamental para sua viabilização, uma vez que permite ampliar o acesso do público por meio de ingressos gratuitos ou a preços populares, além de garantir a implementação de ações de acessibilidade e democratização cultural. Sem esse apoio, iniciativas de caráter experimental e de pesquisa cênica enfrentam limitações significativas de financiamento no mercado.O projeto está alinhado ao Art. 1º da Lei Rouanet, especialmente nos incisos I, II e III, ao contribuir para a promoção, proteção e valorização das expressões culturais, a democratização do acesso aos bens culturais e o incentivo à produção e difusão artística.Da mesma forma, atende aos objetivos do Art. 3º, ao fomentar a produção cultural brasileira, incentivar a formação de público, promover a circulação de bens culturais e valorizar a diversidade de expressões artísticas contemporâneas.Assim, o uso do incentivo público é essencial para garantir a realização do projeto, seu alcance social e seu impacto cultural, ampliando o acesso da população a uma obra inédita que articula relevância temática, experimentação estética e reflexão crítica.

Etapas

Etapas de TrabalhoPré-produção (2 a 6 meses)Captação de recursos;Planejamento executivo do projeto;Contratação da equipe artística e técnica;Articulação com o espaço teatral em São Paulo;Definição do cronograma de ensaios e temporada;Planejamento logístico (produção, operação e equipe);Planejamento e definição das ações de acessibilidade;Início da divulgação e assessoria de imprensa.Execução (3 a 6 meses)Realização de 6 semanas de ensaio em São Paulo;Estreia e realização da temporada com 16 apresentações;Execução das ações de acessibilidade previstas (Libras e audiodescrição);Realização de 02 encontros formativos presenciais com elenco e público;Realização de 01 encontro online sobre o processo de criação;Continuidade das ações de comunicação e mobilização de público.Pós-produção (1 a 3 meses)Prestação de contas financeira e administrativa;Elaboração de relatórios de execução física e de resultados;Organização de clipping de imprensa e registros do projeto.

Estratégia de execução

METODOLOGIA DE CRIAÇÃOA criação do espetáculo As coisas que me tiram o sono se desenvolverá a partir de um processo colaborativo entre dramaturgia, direção e elenco, articulando investigação textual, improvisação cênica e experimentação sonora.O ponto de partida será o texto original de Vicente Valle, desenvolvido inicialmente a partir de exercícios de dramaturgia e posteriormente ampliado para uma estrutura dramatúrgica composta por monólogos, cenas dialogadas e intervenções inspiradas na cultura digital contemporânea.Durante o período de ensaios, o material textual será constantemente testado em cena por meio de improvisações dirigidas, buscando explorar diferentes registros de atuação e intensificar o caráter de narrador não confiável do protagonista. O processo investigará o limite entre relato, memória e invenção, permitindo que a cena se construa a partir da instabilidade do ponto de vista narrativo.Paralelamente, a encenação desenvolverá um trabalho de construção espacial minimalista, no qual poucos elementos cênicos servirão de suporte para a imaginação do público. A cenografia, o desenho de som e a trilha musical contribuirão para materializar o ambiente híbrido em que a narrativa se desenvolve: um espaço simultaneamente físico e mental, atravessado por referências da cultura da internet, memes, fóruns e paisagens sonoras digitais.O trabalho de direção privilegiará o jogo direto entre atores e espectadores, criando uma relação de proximidade que permita que o pacto narrativo se construa e se desfaça continuamente ao longo da apresentação.O processo culminará na montagem final do espetáculo e na realização de temporada de apresentações, consolidando a pesquisa estética e dramatúrgica desenvolvida ao longo da criação.

Especificação técnica

Especificações Técnicas dos ProdutosEspetáculo Teatral – “As Coisas Que Me Tiram o Sono”Formato: Espetáculo teatral adultoGênero: Comédia dramática contemporâneaDuração: aproximadamente 70 minutosClassificação indicativa: 16 anosQuantidade de apresentações: 16 sessões Necessidades TécnicasRider técnico de luz e som compatível com teatros de médio porte;Equipamentos de iluminação e sonorização adequados à encenação;Equipe técnica local para montagem, operação e desmontagem;Tempo médio de montagem: 6 a 8 horas;Tempo médio de desmontagem: 3 a 4 horas. Ensaios (Remontagem)Duração: 6 semanas;Local: São Paulo;Carga horária: 5 a 6 horas diárias.Objetivos técnicos:Atualização de marcações cênicas;Ajustes de ritmo e direção;Revisão de iluminação e trilha sonora;Preparação corporal e vocal do elenco. Encontro Formativo onlineDuração: 40 a 60 minutos;Mediação realizada por integrante da equipe artística;Participação do elenco;Projeto Pedagógico:Os encontros têm como objetivo estimular o pensamento crítico, ampliar o repertório cultural e promover a aproximação entre público e processo criativo. A atividade propõe o compartilhamento de reflexões sobre dramaturgia contemporânea, construção de cena e os temas abordados no espetáculo, incentivando o diálogo e a formação de público.

Ficha técnica

Direção: Alexandre Dal FarraAtor: Vicente Valle Ator: José BeltrãoAtriz: Maria SantosDireção de Arte: João Marcos de Almeida Diretor de Iluminação: Lucas Silva Brandão de OliveiraCenografia: Stephanie FretinTrilha Sonora e Desenho de Som: Júlio Santa Cecília Produção e Realização: Mirante ProjetosProdução Mirante Projetos: Anná Castro, Júlia Ribbeiro e Sophia LeslieAlexandre Dal Farra: DiretorDramaturgo, roteirista e diretor, doutor pela ECA/USP, Alexandre Dal Farra escreveu 27 peças encenadas e recebeu importantes prêmios como Shell e APCA. Seus trabalhos foram apresentados no Brasil e no exterior, além de atuar também na direção de óperas, séries e produções internacionais.Vicente Valle: AtorAtor, dramaturgo e roteirista, Vicente Valle atuou em teatro, audiovisual e comédia digital, com destaque para a série Pedaço de Mim (Netflix) e produções do Porta dos Fundos. Formado n’O Tablado, também escreveu peças e roteiros para cinema e séries, consolidando trajetória entre teatro e audiovisual.José Beltrão: AtorAtor formado n’O Tablado e graduando em Atuação pela UNIRIO, José Beltrão atua em teatro e audiovisual, com participação em diversas montagens da cena contemporânea. No streaming, destacou-se como protagonista da série Pedaço de Mim (Netflix) e integrou o elenco de BR70 – A Saga do Tri (Netflix).Maria Santos: AtrizAtriz, roteirista e escritora formada pela PUC-Rio, Maria Santos atua no teatro, cinema e audiovisual, com trabalhos para Disney+ e Porta dos Fundos. Estreou no cinema como atriz e roteirista em Todo Mundo (Ainda) Tem Problemas Sexuais e é autora dos livros Elise e Fulgorífera (a fera).João Marcos de Almeida: Direção de ArteDiretor de arte, figurinista e cineasta, João Marcos de Almeida trabalhou em mais de cem filmes exibidos e premiados em festivais como Cannes, Berlim e Veneza. Integrante do coletivo Filmes do Caixote, participou do Berlinale Talents em 2025.Lucas Silva Brandão de Oliveira: Diretor de IluminaçãoMultiartista, músico experimental e educador somático, Lucas Silva Brandão de Oliveira é formado pela EAD-ECA/USP e em Cinema pela FAAP. Atua em diversas funções na cena contemporânea, colaborando com artistas como Alexandre Dal Farra, Cibele Forjaz e Grace Passô.Stephanie Fretin: CenografiaArquiteta e cenógrafa formada pela Escola da Cidade, assina cenografias de teatro e ópera em espaços como Sesc, Theatro São Pedro e Centro Cultural São Paulo. Também atua em exposições e projetos arquitetônicos culturais no Brasil e no exterior.Júlio Santa Cecília: Trilha Sonora e Desenho de SomMúsico, produtor e artista sonoro, Júlio Santa Cecília atua na música experimental e eletrônica, criando trilhas para teatro, moda e audiovisual. Seu trabalho circula no cenário underground e foi destacado por veículos internacionais como The Wire e Sounds and Colours.MIRANTE PROJETOS: Produção e RealizaçãoÉ uma plataforma de estratégia, produção e gestão cultural fundada por Anná Castro e Júlia Ríbbeiro, dedicada à estruturação e expansão de projetos nas artes contemporâneas. Atua junto a artistas e companhias relevantes do cenário brasileiro, com foco em planejamento estratégico, políticas públicas e fortalecimento de trajetórias artísticas.Anná Castro: Produção Mirante ProjetosProdutora cultural com ampla experiência em gestão e circulação de projetos culturais nacionais. Atua na coordenação geral, planejamento estratégico e execução administrativa do projeto.Júlia Ribbeiro: Produção Mirante ProjetosProdutora cultural com atuação em gestão de projetos artísticos e produção executiva, integrando a equipe da Mirante Projetos Culturais.Sophia Leslie: Assistente de Produção Mirante ProjetosCineasta em formação pela FAAP no curso de Comunicação Social com habilitação em Cinema e Audiovisual, com experiência em produção de projetos audiovisuais de cinema e publicidade.

Acessibilidade

AcessibilidadeO projeto prevê a implementação de medidas de acessibilidade física e de conteúdo, garantindo a ampliação do acesso de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida ou necessidades específicas ao espetáculo e às atividades formativas propostas. Acessibilidade FísicaAs apresentações serão realizadas em espaços culturais que atendam às normas vigentes de acessibilidade arquitetônica, assegurando condições adequadas de circulação, permanência e segurança para todos os públicos. Entre os recursos disponíveis, destacam-se:Rampas de acesso e/ou elevadores;Banheiros adaptados;Assentos reservados para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida;Sinalização adequada e apoio das equipes dos espaços. Acessibilidade de ConteúdoO projeto prevê a realização de ações específicas para garantir a compreensão e fruição do espetáculo por públicos diversos, incluindo:Tradução em Libras em 02 apresentações da temporada, realizadas por intérprete profissional (mínimo de 01 por mês em cartaz);Audiodescrição ao vivo em 01 apresentação, possibilitando o acompanhamento da encenação por pessoas com deficiência visual;Realização de 01 encontro online sobre o processo de criação, com até 100 participantes, ampliando o acesso ao conteúdo artístico e aos bastidores do projeto.Adicionalmente, a própria concepção estética do espetáculo, baseada na clareza narrativa, na presença direta dos atores e na interação com o público, contribui para uma experiência mais acessível e inclusiva.

Democratização

Democratização de AcessoO projeto visa ampliar o acesso do público a uma obra inédita que articula humor, reflexão crítica e experimentação artística, por meio de uma temporada de 16 apresentações na cidade de São Paulo. Para isso, serão adotadas estratégias de distribuição, comercialização e ações formativas que promovam a inclusão e a diversidade de públicos. Distribuição e ComercializaçãoSerão adotadas as seguintes medidas:Disponibilização de percentual mínimo de ingressos gratuitos em todas as apresentações;Comercialização de ingressos a preços populares, ampliando o acesso ao espetáculo;Cumprimento integral da política de meia-entrada, conforme legislação vigente;Destinação de, no mínimo, 10% dos ingressos para estudantes da rede pública, universidades e instituições culturais, mediante articulação com escolas e organizações parceiras;Divulgação ampla da política de preços e distribuição nos canais oficiais do projeto e dos espaços culturais parceiros. Medidas de Ampliação de AcessoRealização de 02 encontros formativos presenciais com o elenco e direção, sendo um em cada mês de temporada, promovendo o diálogo com o público sobre o processo criativo, dramaturgia contemporânea e os temas abordados na obra;Realização de 01 encontro online sobre o processo de criação, com capacidade para até 100 participantes, ampliando o acesso ao conteúdo do projeto;Possibilidade de realização de ensaio aberto, conforme viabilidade do cronograma, ampliando o contato do público com o processo artístico. Divulgação das Ações de AcessibilidadeO projeto contará com:02 sessões com tradução em Libras;01 sessão com audiodescrição.As datas e horários das sessões acessíveis serão divulgados previamente em todos os canais de comunicação do projeto (redes sociais, assessoria de imprensa e canais dos teatros), garantindo que o público possa se programar e acessar essas atividades.