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Autobiografia do Vermelho - Temporada RJ

Início: 04/01/2027Término: 31/08/2027Aceite: 10/04/2026

Resumo

Autobiografia do Vermelho é um espetáculo teatral solo com texto e atuação de Bianca Comparato e direção de Daniela Thomas, baseado no aclamado romance em verso homônimo da escritora canadense Anne Carson, publicado em 1998.A peça reimagina o mito grego de Gerião — um monstro vermelho alado, cuja morte figura entre os doze trabalhos de Hércules — como uma história moderna e queer de amadurecimento, explorando temas de abuso, amor, identidade artística e o fantástico acidente de ser quem se é.O espetáculo conta com 75 minutos de duração, classificação indicativa de 16 anos, e será realizado no Teatro Poeira, Rio de Janeiro. A temporada prevê 36 apresentações ao longo de dois meses, com 6 sessões dedicadas à acessibilidade — 4 sessão com intérprete de Libras e 2 com audiodescrição — e rodas de conversa pós-espetáculo em sessões selecionadas.

Sinopse

Autobiografia do Vermelho é baseado no romance em versos homônimo de Anne Carson (1998), que reimagina o mito grego de Gerião — um monstro vermelho alado, personagem da Gerioneida de Estesícoro, poema lírico narrativo escrito em 650 a.C. cujos poucos fragmentos foram encontrados somente em 1967 no Egito. Na versão de Carson, o ponto de vista é radicalmente invertido: Gerião é um garoto queer dos tempos modernos, sensível e criativo, que acompanhamos desde a infância até a vida adulta.A narrativa parte da infância traumática de Gerião, marcada por abuso e pelo peso de ser diferente. Ao encontrar Hércules — um rapaz rebelde e sedutor —, Gerião vive uma paixão avassaladora que o transforma. Quando Hércules o abandona, Gerião parte em uma viagem solitária para a Argentina, onde os dois se reencontram. Hércules agora tem um novo namorado, Ankasch. Os três percorrem a América do Sul gravando sons e vulcões e produzindo um documentário sobre Emily Dickinson. Nesse percurso, Gerião descobre o que significa ser artista — e o que significa sobreviver a si mesmo.A autobiografia de Gerião não é contada por fatos, mas por imagens, flashes de luz vermelha e som. A narrativa se metamorfoseia entre autobiografia, romance de amor, rapsódia, poema, ensaio fotográfico e diário de viagem — sempre retornando à pergunta central: de que é feito o tempo?A peça mistura fragmentos do poema original grego de Estesícoro com criações de Anne Carson, intervenções dramatúrgicas de Bianca Comparato e Daniela Thomas, pedaços de carne e letras de música — construindo uma linguagem cênica que convoca projeções, teatro, literatura, fotografia, sonoridades e poesia.Duração: 90 minutosClassificação indicativa: 16 anosFormato: Monólogo / Solo teatralElenco mínimo em cena: 1 atriz, 1 músico (toca ao vivo)

Objetivos

Objetivo GeralRealizar a temporada carioca do espetáculo Autobiografia do Vermelho, levando ao palco do Teatro Poeira uma obra de referência da literatura mundial contemporânea, em montagem inédita para o Rio de Janeiro, com impacto cultural, social e formativo para o público da cidade.Objetivos EspecíficosRealizar 36 apresentações do espetáculo Autobiografia do Vermelho no Teatro Poeira, Rio de Janeiro, ao longo de dois meses;Realizar 6 sessões com intérprete de Libras e 2 sessões de audiodescrição, garantindo acessibilidade a pessoas com deficiência auditiva e visual;Realizar rodas de conversa pós-espetáculo em sessões selecionadas, com a atriz Bianca Comparato e membros da equipe criativa, promovendo reflexão sobre os temas da obra;Distribuir ingressos gratuitos para escolas públicas, coletivos culturais e instituições, ampliando o acesso de públicos que normalmente não frequentam o teatro;Difundir no Rio de Janeiro a obra de Anne Carson — uma das escritoras mais importantes da atualidade, cogitada para o Prêmio Nobel de Literatura — tornando-a acessível a novos públicos;Promover reflexão social sobre identidade de gênero, sexualidade, monstruosidade e pertencimento, a partir de uma perspectiva queer e decolonial;Consolidar a circulação nacional do espetáculo, após temporada de sucesso em São Paulo, reafirmando a relevância da produção teatral brasileira de excelência.

Justificativa

Autobiografia do Vermelho nasce do encontro entre duas das mais potentes forças criativas do teatro e do cinema brasileiros contemporâneos: a atriz e produtora Bianca Comparato e a diretora e cineasta Daniela Thomas. Juntas, elas se debruçam sobre uma das obras mais singulares da literatura mundial — o romance em versos de Anne Carson — para criar um espetáculo que é, ao mesmo tempo, íntimo e épico, acessível e profundo.A direção de Daniela Thomas, recentemente laureada com o Oscar de Melhor Filme Internacional por Ainda Estou Aqui (2025), e a presença de Bianca Comparato — atriz com carreira nacional e internacional de mais de 20 anos de sucessos— conferem ao projeto dimensão cultural de alto impacto.A obra de Anne Carson ocupa um lugar singular na literatura de língua inglesa. Vencedora do T.S. Eliot Prize, do Griffin Poetry Prize (duas vezes), do Prêmio MacArthur (o chamado 'Genius Grant'), da bolsa Guggenheim e do Lannan Literary Award, Carson é hoje amplamente considerada uma das escritoras vivas mais importantes do mundo, com seu nome recorrentemente mencionado entre os favoritos ao Prêmio Nobel de Literatura. Autobiografia do Vermelho foi eleito um dos Livros Notáveis do Ano pelo New York Times e foi finalista do National Book Critics Circle Award e do T.S. Eliot Prize. Sua tradução para o português, publicada pela Editora 34 em 2021, abriu essa obra para o público brasileiro — e este espetáculo é a sua primeira adaptação teatral profissional no país.A escolha do Rio de Janeiro como palco para esta temporada é estratégica e simbólica. O Teatro Poeira — uma das casas mais respeitadas da cena teatral carioca, comprometida com a pesquisa e a experimentação — é o espaço ideal para uma obra que desafia os limites entre poesia, cinema e teatro. O Rio possui um público teatral exigente, curioso e diverso, historicamente aberto às linguagens mais contemporâneas da cena brasileira.A peça aborda temas que ressoam com profundidade no contexto cultural e social brasileiro atual: identidade, sexualidade, monstruosidade como metáfora para a diferença, o olhar queer sobre a mitologia clássica, e a resistência dos corpos que não se enquadram. Em um momento em que o debate sobre diversidade e representatividade ganha urgência, Autobiografia do Vermelho oferece ao público carioca uma experiência estética e social ao mesmo tempo — a possibilidade de ver no palco uma história que, embora nascida de um mito grego de 650 a.C., fala diretamente sobre o presente.O projeto é liderado por mulheres em todas as suas posições de protagonismo: direção, atuação, produção e dramaturgia. A equipe técnica é composta majoritariamente por mulheres e pessoas LGBTQI+. Isso não é apenas um dado de composição — é uma declaração que atravessa a obra de ponta a ponta.A temporada em São Paulo foi esgotada antes da estreia, com 16 apresentações e 1.100 ingressos vendidos. Com ampla repercussão de crítica e público — incluindo coberturas na Folha de S.Paulo, Revista Bravo, Estado de São Paulo e na Revista Cult —, a chegada ao Rio de Janeiro representa não apenas a circulação natural de um espetáculo bem-sucedido, mas a consolidação de uma obra que já demonstrou sua capacidade de mobilizar e transformar quem a experimenta.

Etapas

Etapas de Trabalho1. Preparação: 2 semanasContratação e confirmação de equipe técnica e artística para a temporada carioca;2. Pré-produção: 4 semanasAdaptações e ajustes de cenário, figurino e trilha sonora para o espaço do Teatro Poeira;Ensaios de retomada e adaptação ao novo espaço cênico;Produção de material de divulgação (cartaz, release, conteúdo digital);Contratação de intérprete de Libras e profissional de audiodescrição;Articulação com escolas, instituições e coletivos para distribuição de ingressos gratuitos.Desenvolvimento e execução de estratégias de comunicação e divulgação.3. Produção/ Execução: 10 semanasMontagem técnica no Teatro Poeira: cenário, iluminação, som e projeções;Ensaio geral e sessões de teste com equipe técnica completa;Realização de visita tátil ao cenário para público com deficiência visual (prévia às sessões acessíveis).Realização de 36 apresentações ao longo de dois meses, de quinta a domingo (pelo período de 9 semanas);Realização das 6 sessões com intérprete de Libras e realização de 2 sessões audiodescrição;Rodas de conversa pós-espetáculo em sessões selecionadas;Monitoramento de público e registro audiovisual da temporada;Desmontagem técnica no Teatro Poeira4. Pós-produção: 4 semanasElaboração de relatório final de atividades e prestação de contas;Registro e documentação da temporada para fins de memória e circulação futura;Avaliação de impacto e consolidação de dados de público.

Estratégia de execução

O espetáculo Autobiografia do Vermelho realizou temporada de sucesso no Sesc Avenida Paulista, São Paulo, entre fevereiro e março de 2026, com esgotamento de ingressos e repercussão expressiva na imprensa especializada. A Revista Cult descreveu a peça como "um espetáculo concebido em estado de discreta beleza". A Folha de S.Paulo destacou a atuação de Bianca Comparato como uma performance de "múltiplas camadas", elogiando a capacidade da atriz de encarnar personagens tão díspares quanto Gerião e Hércules com rapidez e precisão.O projeto conta com o apoio do ProAC SP (Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo), tendo sido contemplado em edital público. A captação via Lei Rouanet para a temporada carioca complementa esse financiamento e viabiliza a circulação nacional do espetáculo, em linha com os objetivos da Lei Federal de Incentivo à Cultura de ampliar o acesso à produção cultural de qualidade para o maior número possível de brasileiros.A direção de Daniela Thomas — recentemente laureada com o Oscar de Melhor Filme Internacional por Ainda Estou Aqui (Walter Salles, 2025), do qual foi produtora associada — e a presença de Bianca Comparato, atriz com projeção nacional e internacional, conferem ao projeto visibilidade e impacto que transcendem o circuito teatral convencional, contribuindo para a projeção da cultura brasileira contemporânea.A obra de Anne Carson, base literária do espetáculo, está entre as mais relevantes da literatura mundial atual. Carson é cogitada com frequência crescente para o Prêmio Nobel de Literatura, o que torna este projeto uma oportunidade única de aproximar o grande público brasileiro de uma escritora de importância histórica — por meio da linguagem viva e acessível do teatro.

Especificação técnica

IdentificaçãoTítulo: Autobiografia do VermelhoFormato: Espetáculo teatral — monólogo / soloDuração: 90 minutosClassificação indicativa: 16 anosElenco mínimo em cena: 1 atriz, 1 músico (toca ao vivo)Temporada: 36 apresentações ao longo de dois meses (de quinta a domingo)Local: Teatro Poeira, Rio de JaneiroEstrutura TécnicaCenário: Cenografia original com elementos cênicos de baixo volume, concebida para adaptação a diferentes espaços teatrais de médio porte;Figurino: Figurino original desenvolvido especificamente para o espetáculo;Iluminação: Desenho de luz original, com operação ao vivo durante as apresentações;Trilha sonora: Composição e execução musical original ao vivo, por Lello Bezerra;Projeções: Desenho de projeções original, integrado à encenação;Equipamento de acessibilidade: Sistema de transmissão individual de áudio (fone de ouvido) para audiodescrição nas sessões acessíveis.Ações Pedagógicas e de Formação Rodas de conversa pós-espetáculo em sessões selecionadas, com a atriz Bianca Comparato e membros da equipe criativa, abertas ao público sem custo adicional;Visita tátil ao cenário para público com deficiência visual, prévia às sessões com audiodescrição;Distribuição de material informativo sobre a obra de Anne Carson e o processo de criação do espetáculo.

Ficha técnica

DANIELA THOMAS - Direção Geral, Dramarturgia, Direção de Arte e CenografiaDaniela Thomas é artista multimídia: cineasta, cenógrafa, diretora de teatro e dramaturga. Uma das fundadoras da Supersônica, Daniela é sócia e diretora artística na editora. No teatro dirigiu Mãe Coragem, de Brecht (Prêmio Shell de melhor direção em 2019), Molly Bloom, A Gaivota e Pentesiléias. Como cineasta realizou os longas O Banquete, Vazante (Berlinale 2017), escreveu e codirigiu com Walter Salles os filmes Linha de Passe (seleção oficial do Festival de Cannes de 2008), Terra Estrangeira, O Primeiro Dia e um dos episódios de Paris Je T’aime. Codirigiu Insolação, com Felipe Hirsch (selecionado para o Festival de Cinema de Veneza de 2009). Foi diretora criativa, com Fernando Meirelles e Andrucha Waddington, e cenógrafa da Cerimônia de Abertura das Olimpíadas Rio 2016. Já desenhou o cenário de mais de uma centena de produções de teatro e ópera no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos. Por seu trabalho como cenógrafa, foi agraciada com a Triga de Ouro da Quadrienal de Cenografia Praga. Em 2023/24, atuou como produtora associada do filme Ainda estou aqui, de Walter Salles, ganhador do Leão de Ouro de melhor roteiro no Festival de Cinema de Veneza/2024 e do Oscar como Melhor Filme Internacional.BIANCA COMPARATO - Elenco Protagonista e DramaturgiaBianca Comparato é uma atriz e produtora brasileira que iniciou sua carreira aos 17 anos. É formada pela Escola de Cinema da Universidade PUC-RIO. Após protagonizar sua primeira peça O Ateneu, produção de enorme sucesso no Teatro Villa-Lobos, foi convidada pelo produtor Bruce Gomlevsky para interpretar Donna em sua produção de Hurlyburly, escrita por David Rabe. Rapidamente passou a atuar em diversas produções teatrais em todo o Brasil. Ela trabalhou com o renomado diretor de teatro Ivan Sugahara em Últimas cordas de remorso antes de esquecer e depois estrelou A Fruta e a Casca, uma peça baseada na obra de Machado de Assis. Em 2011, Bianca produziu e estrelou como Julieta a peça Lição 18- Romeu e Julieta, escrita por seu pai, o escritor Doc Comparato. A carreira televisiva de Bianca começou em 2004, quando assinou um contrato de oito anos de exclusividade com a Rede Globo e atuou em mais de dez produções da casa. Sua trajetória no cinema brasileiro é composta por muitas vitórias e indicações a prêmios às mais de treze produções em que esteve envolvida. Bianca é uma das primeiras atrizes de sua geração a sair da Globo e investir no mercado de séries, ganhando o Prêmio APCA, por sua atuação como Carol (April), na adaptação da série In Treatment. É protagonista da série A Menina Sem Qualidades, de Felipe Hirsch, para a MTV, assim como da série 3%, primeira produção brasileira (e hit) da Netflix, em que interpreta Michelle. Participou também em outras produções e projetos audiovisuais globalmente aclamados como The Nightshifter (SHUDDER) e Beyond the Map (GOOGLE). Bianca desenvolveu uma experiência interativa para ALEXA, intitulada The 3% Challenge, baseada no IP da série da Netflix. No início de 2021, estrelou a campanha da IBM LATAM Coders. Em 2021 foi protagonista da Não Foi Minha Culpa, da Star+ (HULU BR). Já em 2022, protagonizou a minissérie João Sem Deus, ao lado de Marco Nanini e Karine Teles, uma co-produção Globoplay e TVI (Portugal).LELLO BEZERRA - Direção musical, composição e execução em cena (elenco)Lello Bezerra é guitarrista, compositor e produtor musical. Pesquisa gestalt, psicologia da educação e psicanálise acomodadas a morfologia sonora, tendo aplicado a pesquisa correlacionando propriedades da imagem ao som no âmbito da vulnerabilidade social e saúde mental pelo hospital Albert Einstein (caps ij e pecp). Intersecionando linguagens e conhecimentos cria aparência singular na música. Tendo trabalhado com artistas como: Nação Zumbi, Cátia de França, Chico César, Siba, Jorge Du Peixe, Los Sebosos Postizos, Mateus Aleluia, Maestro Gil Jardim, Beto Villares, Karina Buhr, Kiko Dinucci, Arnaldo Antunes, Lin da Quebrada, Felipe Hirsch, Daniela Thomas, Georgette Fadel, Antônima cia de Dança entre outros. Seu primeiro álbum autoral “ Desde Até Então “ recebeu indicação de melhor álbum de 2020 pela APCA e Red Bull Station.FABIANA COMPARATO - Direção de ProduçãoFabiana trabalha com pesquisa, escrita, edição e tradução de texto, e desenvolvimento de conteúdos e produção cultural. É diretora executiva do projeto Cinema de Fachada, com a atriz Bianca Comparato. Nas artes visuais, foi coordenadora de conteúdo do novo Museu do Pontal de 2020 a 2024, e hoje trabalha em exposições pontuais na instituição. No teatro foi diretora de produção da peça "Fábrica de Nuvem", de João Ferreira, em circulação pelos CCBBs de Brasília e Belo Horizonte. Foi coordenadora de produção da peça teatral "Os Irmãos Karamazov", com direção de Caio Blat e Marina Vianna, em sua montagem e duas temporadas (2024 e 2025) e produtora executiva da peça "Grande Sertão: Veredas" de Bia Lessa na temporada de 2019. Na literatura, é autora do romance poético "Buquê de Unhas e Dentes", lançado pela editora Numa em 2022. Foi responsável pela organização, estabelecimento de texto, tradução e apresentação da edição revisitada do livro "Teatro Legislativo" de Augusto Boal, lançado em 2020 pela Editora 34. Além de tradutora para o inglês do livro de Julian Boal, "Theatre of theOppressed and Its Times", pela Routledge. Foi gestora do Centro Cultural Municipal Oduvaldo Vianna Filho (Castelinho do Flamengo - de 2016 a 2017). Como Assessora Internacional da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro (de 2011 a 2016) trabalhou no desenvolvimento de editais, seleção de projetos, além de articular parcerias. No Festival do Rio atuou em diversas áreas, da seleção de filmes à coordenação internacional, incluindo relações institucionais por 7 edições (entre 2007 e 2017).SARAH SALGADO - Desenho de Luz e OperaçãoFormada em Rádio e TV e em Relações Públicas, começou como técnica de iluminação no Teatro Popular do Sesi em 2003. A partir de 2006 inicia uma parceria com o iluminador Beto Bruel fazendo assistência de criação de luz para peças de diretores como Felipe Hirsch, Daniela Thomas, Hector Babenco, Monique Gardenberg e José Celso Martinez. Participou de festivais de teatro no Brasil e países como Alemanha, Portugal, Espanha, Colômbia e Chile. Em 2025 assina a luz do espetáculo Irmãos Karamazov com direção de Caio Blat e Marina Viana; Pequeno Monstro com Silvero Pereira; Como Água, espetáculo de dança da 1o Ato Cia de Dança; Senhora dos Afogados com direção de Monique Gardenberg; Estratagemas Desesperados, com direção de Amanda Lyra. Indicada ao prêmio da APTR de melhor iluminação com o espetáculo Crime e Castigo com direção de Camila Mardila. Em 2025 concorre ao prêmio Shell com a luz do espetáculo Lady Tempestade com Andrea Beltrão e direção de Yara de Novaes.

Acessibilidade

Produto Principal: Espetáculo TeatralO projeto Autobiografia do Vermelho — Temporada Rio de Janeiro assume o compromisso ativo com a acessibilidade cultural, reconhecendo o acesso à arte como um direito fundamental. As seguintes ações de acessibilidade estão previstas:Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Auditiva (PcD Auditiva)O projeto contará com intérprete de Libras — Língua Brasileira de Sinais — em 4 das 36 apresentações, garantindo plena acessibilidade às pessoas surdas ou com deficiência auditiva. O intérprete atuará em posição de visibilidade em cena, integrado à encenação. As sessões acessíveis serão amplamente divulgadas em canais de comunicação do projeto e do Teatro Poeira, com antecedência suficiente para que o público-alvo possa se programar.Acessibilidade para Pessoas com Deficiência Visual (PcD Visual)O projeto contará com audiodescrição nas mesmas 4 sessões com Libras. A audiodescrição será transmitida por meio de equipamento receptor individual (fone de ouvido), narrada por profissional especializado, descrevendo em tempo real os elementos visuais da encenação: movimentos da atriz, elementos de cenário, figurino, projeções e luz. Será realizada, previamente às sessões com audiodescrição, uma visita tátil ao cenário para o público com deficiência visual, permitindo o reconhecimento sensorial do espaço cênico antes do início do espetáculo.

Democratização

Para além das ações voltadas a pessoas com deficiência, o projeto adota as seguintes medidas de democratização de acesso:Distribuição de ingressos gratuitos para escolas públicas, coletivos culturais, ONGs e instituições de atendimento a populações vulneráveis, ao longo de toda a temporada;Política de meia-entrada ampliada, em acordo com a legislação vigente e as políticas do Teatro Poeira;Rodas de conversa pós-espetáculo em sessões selecionadas, abertas ao público, com a atriz Bianca Comparato e membros da equipe criativa, sem custo adicional;Divulgação ativa em equipamentos culturais públicos, escolas, universidades e comunidades, com foco em públicos que habitualmente têm menor acesso ao teatro.