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FACES - Feira de Artesanato, Culturas, Encontros e Sabores da Chapada Diamantina

Início: 05/07/2027Término: 29/11/2027Aceite: 12/04/2026

Resumo

FACES - Feira de Artesanato, Culturas, Encontros e Sabores da Chapada Diamantina é uma ação cultural interativa e gratuita, a ser realizada em praça pública no Vale do Capão, município de Palmeiras, Bahia, durante os dias 16 e 17 de outubro, em alusão ao Dia Mundial da Alimentação. A proposta visa promover o acesso à cultura, a valorização do patrimônio cultural imaterial e o fortalecimento das expressões tradicionais da Chapada Diamantina, por meio da comercialização de produtos alimentícios e artesanais. A programação contempla instalações interativas com oficinas, rodas de conversa, exposições, contação de histórias e apresentações artísticas, incentivando a difusão de saberes e o intercâmbio entre comunidades tradicionais e público visitante. Como contrapartida social, será realizada oficina de artesanato tradicional em barro com estudantes da rede pública, ampliando o acesso e contribuindo para a salvaguarda dos conhecimentos tradicionais.

Sinopse

Produto FeiraA FACES - Feira de Artesanato, Culturas, Encontros e Sabores da Chapada Diamantina é um evento gratuito que celebra a diversidade cultural e os saberes tradicionais da região, reunindo artesanato, gastronomia, arte e práticas agroecológicas em um espaço de encontro e troca. Realizada no Vale do Capão (Palmeiras/BA), a feira promove a valorização do patrimônio cultural imaterial por meio da comercialização de produtos artesanais e alimentícios, além de uma programação com oficinas, rodas de conversa, contação de histórias, apresentações artísticas e vivências. A iniciativa fortalece as economias da sociobiodiversidade, estimula o intercâmbio entre comunidades tradicionais e visitantes e amplia o acesso à cultura, conectando tradição, território e sustentabilidade.Produto Contrapartida SocialA oficina de artesanato tradicional em barro é uma ação formativa gratuita voltada a estudantes da rede pública de ensino, com o objetivo de promover a valorização dos saberes manuais e do patrimônio cultural imaterial da Chapada Diamantina. Conduzida por artesãos locais, a atividade proporciona uma experiência prática de criação com técnicas tradicionais, estimulando a criatividade, o reconhecimento das identidades culturais e a transmissão de conhecimentos entre gerações. A iniciativa contribui para o fortalecimento dos vínculos com o território, incentivando o respeito às tradições e o protagonismo cultural dos jovens participantes.

Objetivos

Objetivo GeralPromover o acesso democrático à cultura e fortalecer o patrimônio cultural imaterial da Chapada Diamantina, por meio da realização de uma Feira de Artesanato, Culturas, Encontros e Sabores, incentivando a valorização dos saberes e fazeres das comunidades tradicionais, a difusão de práticas tradicionais e a geração de renda a partir da comercialização de produtos culturais e da sociobiodiversidade, além de fomentar o intercâmbio cultural e ações educativas voltadas à salvaguarda dos conhecimentos tradicionais.Objetivos Específicos 1- Produto Feira - Realizar uma feira cultural gratuita durante 02 dias que promova a comercialização de produtos alimentícios, artesanais e da sociobiodiversidade, valorize os saberes e fazeres tradicionais da Chapada Diamantina e estimule o intercâmbio cultural entre comunidades locais e público visitante, por meio de uma programação integrada de atividades formativas e artísticas.2- Produto Contrapartida Social - Realizar 03 oficinas gratuitas de artesanato tradicional em barro com estudantes da rede pública de ensino do município de Palmeiras, com idades compreendidas entre 12 e 16 anos, promovendo a transmissão de saberes entre mestres e jovens, valorizando o patrimônio cultural imaterial da Chapada Diamantina e incentivando o reconhecimento das práticas culturais locais.

Justificativa

A FACES (Feira de Artesanato, Culturas, Encontros e Sabores) da Chapada Diamantina surge como uma iniciativa de valorização, difusão e salvaguarda das expressões culturais tradicionais presentes no território, reunindo saberes, fazeres e práticas que integram o patrimônio cultural imaterial da região. Em um contexto de crescente vulnerabilidade dessas tradições frente aos processos de homogeneização cultural e às pressões socioeconômicas, torna-se fundamental criar espaços de visibilidade e valorização das identidades locais.O Vale do Capão, no município de Palmeiras (BA), destaca-se como um importante polo turístico da Chapada Diamantina, caracterizado por intensos fluxos migratórios e pela convergência de diferentes culturas, saberes e modos de vida. Nesse contexto, o território abriga uma das feiras mais diversas da Bahia, com participação de povos e comunidades tradicionais da região, refletindo a riqueza sociocultural local e sua capacidade de integração entre tradições e contemporaneidade. Assim, configura-se como cenário estratégico e privilegiado para a realização da FACES, potencializando o alcance, a diversidade de público e o intercâmbio cultural.A realização da feira em praça pública e com acesso gratuito contribui para a democratização do acesso à cultura, ampliando a participação de diferentes públicos e promovendo o encontro entre comunidades tradicionais, artistas, produtores locais e visitantes. Ao integrar artesanato, cultura, agroecologia e gastronomia, o projeto estimula não apenas a fruição cultural, mas também a geração de renda e o fortalecimento das economias da sociobiodiversidade, especialmente para grupos historicamente marginalizados.A programação proposta, com oficinas, rodas de conversa, exposições, contação de histórias e apresentações artísticas, favorece a transmissão intergeracional de conhecimentos e a valorização dos modos de vida tradicionais, além de incentivar práticas sustentáveis e o reconhecimento da diversidade cultural brasileira. A contrapartida social, por meio de oficina de artesanato tradicional em barro com estudantes da rede pública, reforça o compromisso com a formação cultural, a inclusão social e a educação patrimonial.Devido a sua magnitude e o impacto que o projeto pretende gerar, é de extrema importância a utilização do mecanismo de incentivo à cultura. Portanto, naturalmente a proposta se enquadra nos objetivos expressados no art. 1 da Lei 8.313, sendo: Inciso II: "a proteção das expressões culturais das minorias étnicas e sociais, grupos portadores de tradição, e demais manifestações da cultura popular."Inciso V: "a preservação dos bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro." Inciso VIII: "a promoção e a difusão da cultura nacional e regional."Inciso X: "o estímulo à produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória." O projeto também se enquadra plenamente nos objetivos do art. 3 da mesma Lei: Inciso I: "contribuir para a preservação da memória cultural brasileira." Inciso II: "promover a ampla difusão das expressões culturais e assegurar o pleno exercício dos direitos culturais." Inciso III: "proteger as expressões culturais das minorias e das demais manifestações da cultura popular, indígena e afro-brasileira." Inciso IV: "estimular a produção e a difusão de bens culturais de valor universal."Inciso V: "priorizar o produto cultural originário do País." Inciso VI: "garantir aos setores populares o produto de sua participação ativa na cultura."

Etapas

1. Pré-produção (Julho a início de Outubro)Julho:- Planejamento geral e definição da equipe técnica;- Articulação com parceiros, comunidades tradicionais e coletivos locais;- Início da curadoria e contatos com participantes.Agosto:- Abertura de inscrições dos expositores da feira; - Criação da identidade visual e materiais de divulgação;- Início da divulgação e mobilização do público.Setembro:- Encerramento das inscrições dos expositores;- Confirmação de oficiantes, expositores e artistas;- Estruturação da programação cultural e formativa;- Contratação de serviços e fornecedores.Início de Outubro:- Ajustes finais da programação;- Planejamento logístico e montagem;- Organização das ações de acessibilidade e contrapartida social.2. Produção (Outubro – dias 16 e 17)- Montagem da estrutura e organização do espaço;- Recepção de participantes e equipe;- Realização da feira e da programação cultural e formativa;- Acompanhamento técnico, operacional e de acessibilidade;- Registro audiovisual e documental.3. Pós-produção (final de Outubro a Novembro)Final de Outubro:- Desmontagem da estrutura;- Organização inicial dos registros.Novembro:- Sistematização de resultados e elaboração de relatórios;- Avaliação com equipe e parceiros;- Prestação de contas técnica e financeira;- Divulgação dos resultados do projeto.

Estratégia de execução

DivulgaçãoA divulgação do projeto será realizada por meio de estratégias integradas de comunicação digital e mobilização territorial, conforme detalhado no plano de comunicação que será anexado ao projeto. Serão utilizadas redes sociais, em colaborações com portais de comunicação da região com produção de conteúdos audiovisuais, publicações periódicas e registros das atividades, além da criação de materiais gráficos para circulação local.A mobilização do público será feita em articulação com escolas da rede pública, comunidades tradicionais, associações locais e pontos de cultura, fortalecendo o engajamento comunitário. Também serão buscadas parcerias com rádios comunitárias e mídias regionais para ampliar o alcance das ações.Os conteúdos produzidos buscarão atender critérios de acessibilidade, com uso de linguagem inclusiva e recursos como legendas e audiodescrição.Todas as peças de divulgação seguirão as diretrizes do Manual de Identidade Visual da Lei Rouanet, com aplicação das marcas do Governo Federal e menção ao mecanismo de incentivo à cultura.Impacto Ambiental A FACES incorpora práticas sustentáveis em todas as suas etapas, visando minimizar impactos ambientais e promover a conscientização ecológica. Proposto pela Recicla Capão (Jucirene Nascimento), produtora cultural local reconhecida por sua atuação em gestão de resíduos sólidos e educação comunitária, o evento contará com a implementação de um sistema de coleta seletiva, com pontos de descarte identificados e orientação ao público para separação adequada dos resíduos. Serão adotadas estratégias de redução de resíduos, como incentivo ao uso de materiais reutilizáveis, diminuição de descartáveis e estímulo à utilização de embalagens sustentáveis pelos expositores. A equipe realizará ações educativas durante a feira, sensibilizando participantes e visitantes sobre consumo consciente, reciclagem e responsabilidade socioambiental. A proposta também valoriza práticas agroecológicas e produtos da sociobiodiversidade, fortalecendo cadeias produtivas sustentáveis e de baixo impacto ambiental. Dessa forma, o projeto contribui não apenas para a redução de impactos diretos, mas também para a formação de uma cultura ambientalmente responsável no território.

Especificação técnica

Produto Feira FACES – Feira de Artesanato, Culturas, Encontros e Sabores da Chapada Diamantina será realizada nos dias 16 e 17 de outubro de 2027, das 8h às 20h, em espaços públicos da praça do Vale do Capão, município de Palmeiras/BA. O projeto prevê a participação de até 300 expositores, com reserva mínima de 50% das vagas para representantes de povos originários, comunidades caatingueiras, fecho e fundo de pasto, geraizeiros e povos de matriz africana da Chapada Diamantina, assegurando critérios de equidade, diversidade cultural e inclusão socioprodutiva.A implantação da feira seguirá diretrizes técnicas de acessibilidade e segurança, com organização de fluxos e áreas de circulação de pedestres desobstruídas, sinalização acessível e adequação dos espaços para livre mobilidade. Os estandes funcionarão em regime de autogestão, sendo de responsabilidade dos expositores a disponibilização de suas estruturas, materiais e identificação visual (banner, placa, cartaz ou bandeira), conforme orientações técnicas previamente estabelecidas, de acordo com a identidade visual da feira e limites de ocupação espacial. Não será permitido o uso de equipamentos de sonorização individual nos estandes, a fim de preservar a qualidade acústica das instalações principais.A programação será concentrada em duas instalações centrais — coreto e salão da vila — equipadas com cenografia, identificação visual, mobiliário, iluminação cênica e sistemas de sonorização adequados às atividades culturais e formativas. O acesso à programação é livre e aberto para todas as pessoas inscritas ou não na feira, e não há necessidade de credenciamento ou inscrição prévia. O projeto pedagógico da FACES fundamenta-se nos princípios da educação não formal, da interculturalidade e da valorização dos saberes tradicionais, promovendo processos de aprendizagem baseados na experiência, oralidade e troca entre gerações. As atividades formativas (oficinas, rodas de conversa, contação de histórias, vivências e demonstrações práticas) serão conduzidas por mestres de saberes, artesãos, agricultores e agentes culturais locais, reconhecendo-os como detentores de conhecimento.A metodologia adotada prioriza abordagens participativas, dialógicas e territoriais, estimulando o protagonismo dos participantes, o intercâmbio de conhecimentos e a valorização das identidades culturais da Chapada Diamantina. Os conteúdos abordam temas como agroecologia, cultura alimentar, práticas tradicionais, uso sustentável da sociobiodiversidade e expressões artísticas populares.Como objetivos pedagógicos, destacam-se: promover a transmissão intergeracional de saberes; fortalecer o reconhecimento do patrimônio cultural imaterial; incentivar práticas sustentáveis; e ampliar o acesso à formação cultural de públicos diversos. Como resultados esperados, prevê-se o fortalecimento de redes locais, a valorização dos detentores de saberes tradicionais e a ampliação do repertório cultural dos participantes.A concepção metodológica, condução das atividades, produção de conteúdo e registros serão de responsabilidade dos proponentes e facilitadores convidados. A equipe de produção realizará articulação institucional com órgãos públicos e parceiros privados para apoio logístico aos expositores, incluindo transporte, alimentação e hospedagem, conforme viabilidade.O plano de comunicação e mobilização do público será apresentado em anexo, contemplando estratégias de divulgação, acessibilidade comunicacional e alcance territorial.Produto Contrapartidas SocialA contrapartida social do projeto FACES consistirá na realização de 03 oficinas gratuitas de artesanato tradicional em barro, a serem desenvolvidas em escolas públicas do município de Palmeiras/BA, com foco em estudantes da educação básica, com idades compreendidas entre 12 e 16 anos. As atividades ocorrerão em articulação com as instituições de ensino, em datas previamente acordadas, com turmas organizadas conforme faixa etária e capacidade de atendimento.Cada oficina contará com estrutura básica composta por materiais de modelagem (barro, água, ferramentas simples), insumos de apoio e recursos pedagógicos adequados à atividade. A condução será realizada por dois artesãos e mestres de saberes locais, com experiência na prática tradicional do artesanato em barro, sendo responsáveis pela mediação pedagógica e acompanhamento dos participantes em conjunto com a equipe técnica do projeto.A ação fundamenta-se nos princípios da educação patrimonial e da educação não formal, promovendo o reconhecimento, a valorização e a salvaguarda dos saberes tradicionais associados ao artesanato em barro. A proposta metodológica baseia-se na aprendizagem prática, sensorial e participativa, estimulando o fazer manual como forma de expressão cultural e construção de conhecimento.As oficinas serão estruturadas em três momentos:1, Contextualização cultural – apresentação dos saberes tradicionais relacionados ao uso do barro, sua história, significados culturais e vínculos com o território;2. Vivência prática – experimentação das técnicas de modelagem, com criação de peças pelos participantes;3. Reflexão e partilha – troca de experiências, valorização das produções e diálogo sobre identidade cultural e patrimônio.Como objetivos pedagógicos, destacam-se: estimular a valorização do patrimônio cultural imaterial; promover a transmissão intergeracional de saberes; incentivar a criatividade e o protagonismo dos estudantes; e fortalecer o vínculo dos participantes com o território e suas tradições.Como resultados esperados, prevê-se o acesso ampliado à formação cultural, o reconhecimento dos mestres de saberes como educadores, e o fortalecimento da educação patrimonial no contexto escolar. A documentação das atividades será realizada por meio de registros fotográficos e relatórios, compondo a memória do projeto.A concepção metodológica, execução e materiais utilizados nas oficinas serão de responsabilidade dos proponentes e facilitadores, em diálogo com as escolas participantes.

Ficha técnica

Jucirene Guarda - Coordenação de produção Produtora cultural e ativista ambiental, Jucirene Guarda atua há mais de duas décadas na interface entre arte, cultura e transformação social. Com trajetória consolidada na dança afro-brasileira, incorpora em sua prática de produção uma abordagem sensível às ancestralidades, à diversidade cultural e ao fortalecimento comunitário. É fundadora do Recicla Capão, iniciativa que articula gestão de resíduos sólidos, educação ambiental e ações culturais no Vale do Capão (Palmeiras-BA), integrando práticas sustentáveis à produção de eventos. Como coordenadora de produção e curadoria, idealizou e realizou projetos como o Festival “O Som do Vale” (2022), o show beneficente “As Panteras Negras” (2022), “Julho das Pretas” (2022), a “Gincana da Juventude” (2022, 2023) e o “Bingo Beneficente com Música ao Vivo” (2022, 2023) e muitos outros. Atua também na produção executiva, apoio logístico e coordenação de equipes em importantes eventos da Chapada Diamantina, incluindo o Festival de Jazz do Capão (2022, 2024, 2025), Capão in Blues (2024, 2025), São João do Vale do Capão (2024), Feira Preta do Vale do Capão (2023–2025), Festa do Equinócio (2023, 2024), Ecocine Capão (2022–2025), Feira Preta de Palmeiras (2022–2025), Festa Literária Flora (2024) e a exposição Eco Vozes (2024), entre outros. Douglas Castro - Coordenação Geral/Produção ExecutivaEcologista com atuação consolidada na Chapada Diamantina, com experiência em coordenação, elaboração e gestão de projetos culturais e socioambientais voltados à valorização de territórios tradicionais, regeneração etnoecológica e fortalecimento de redes comunitárias. Possui especialização em gestão de grupos e saúde mental em interface com povos e comunidades tradicionais, promovendo processos participativos e integrados entre cultura, meio ambiente e desenvolvimento local. Idealizador e coordenador do projeto “Regeneração Etnoecológica do Quilombo de Serra Negra e Requalificação de seu Sítio Arqueológico no entorno do Parque Nacional da Chapada Diamantina”, iniciativa apoiada pelo ISPN que articula conservação ambiental, patrimônio cultural e protagonismo comunitário. Coordenação e Produção Geral: Campanha Ambiental Plante Água (2024, Festival de Jazz do Capão e Suzano S.A); Exposição Eco Vozes (2024) - 5 mostras de artes visuais com fotografias, pinturas, esculturas, ilustrações e mosaicos de artivistas e mestres da cultura popular da Chapada Diamantina; Festa Literária Flora (2024) - lançamentos de 3 livros de escritores da Chapada Diamantina com programação diversa; Festa do Equinócio (2023, 2024) - festival socioambiental que reuniu música, pintura, cinema, gastronomia tradicional, oficinas educativas e ações ambientais; Ecocine Capão (2022, 2023, 2024, 2025) - mostra de curta metragem com temática socioambiental para o público infantil acompanha de atividades educativas; Curso para coletores de sementes nativas em seis municípios da Chapada Diamantina (2023-2024); Rede de Sementes da Chapada Diamantina, envolvendo 18 comunidades tradicionais da Chapada Diamantina (2022-2025) - gestão e mapeamento social.Caio Carvalho - Coordenação de Comunicação Coordenador de Comunicação e Produtor Audiovisual. Formado em Criação Publicitária e Design Gráfico, possui experiência em produção cultural e criação audiovisual. Acumula experiência na coordenação de produção executiva de projetos visuais como o Para Choque Cultural (2019), em São Luís. Diretor Artístico do programa Daqui (2018-2020), exibido na TV Mirante, afiliada da Rede Globo no Maranhão. Atuou como diretor e coordenador de pós-produção audiovisual na Captura Produções, durante quatro anos na capital maranhense, atendendo clientes como Vale do Rio Doce, Alcoa, Equatorial e Potiguar. Atualmente, faz parte do núcleo de criação do projeto Narrativas de Brasis, tendo atuado na equipe de arte do webprograma audiovisual homônimo exibido pela Mídia Ninja, em 2021, e pela TVE Bahia, em 2022, e do livro digital Conversações (2023) e Mostra Itinerante Revoada Brasileira (2024).

Acessibilidade

O projeto FACES adotará medidas de acessibilidade física, comunicacional e atitudinal, garantindo a participação de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. A feira será realizada em espaço público com acesso facilitado, priorizando áreas planas e circulação adequada para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.No campo da acessibilidade comunicacional, serão disponibilizados intérpretes de Libras nas atividades principais da programação, além de linguagem acessível na comunicação do evento. Sempre que possível, conteúdos e mediações buscarão adotar recursos inclusivos que favoreçam a compreensão de diferentes públicos.A programação contará com atividades sensoriais e interativas, como oficinas e vivências, que ampliam as formas de fruição cultural, contemplando públicos diversos. A equipe do projeto será orientada quanto a práticas de acolhimento e atendimento inclusivo, promovendo uma experiência respeitosa e acessível.Como ação complementar, o evento incentivará a participação de públicos historicamente marginalizados, incluindo estudantes da rede pública, fortalecendo o acesso democrático à cultura.

Democratização

O projeto será realizado de forma gratuita e em espaço público, no Vale do Capão (Palmeiras/BA), garantindo amplo acesso da população local e de visitantes às atividades culturais propostas. A gratuidade integral das ações elimina barreiras econômicas e possibilita a participação de públicos diversos, incluindo comunidades tradicionais, moradores da zona rural, jovens, estudantes da rede pública e turistas.A programação descentralizada e diversificada, com oficinas, rodas de conversa, apresentações artísticas e vivências, amplia as formas de acesso e fruição cultural, contemplando diferentes faixas etárias e perfis socioculturais. A realização em território de forte circulação turística potencializa o alcance da iniciativa, promovendo o intercâmbio entre públicos e a difusão das expressões culturais da Chapada Diamantina.Como estratégia de inclusão, o projeto prevê articulação com escolas públicas locais para participação nas atividades formativas, além de comunicação acessível e mobilização comunitária. Dessa forma, a FACES contribui para a ampliação do acesso aos bens culturais, a valorização das identidades locais e o fortalecimento da cidadania cultural.