Início: 31/01/2027Término: 31/12/2027Aceite: 17/04/2026
O projeto "Onde há rede, há renda" consiste na realização de mostras de cinema e capacitações técnicas em audiovisual e empreededorismo criativo totalmente gratuitas para redes e coletivos, visando a geração de benefícios materiais, sociais e/ou ambientais, incentivando a futura inserção dos participantes no mercado de trabalho da cultura e a geração de renda prioritarimente na indústria audiovisual e criativa brasileira. Os resultados das oficinas poderão ser apresentados no evento anual "Onde há rede, há renda", integrando a programação composta por mostra de cinema e atividades paralelas de empreededorismo criativo e cultural.
1. Laboratórios Técnicos de Audiovisual1.1 Laboratórios/OficinasResumo:Série de 30 laboratórios de formação técnica voltados a redes e coletivos audiovisuais, com foco em cinco áreas fundamentais da cadeia produtiva do audiovisual: roteiro de documentário, captação de som, montagem, animação gráfica (motion graphics) e assistência de direção. Os laboratórios promovem aprendizado prático, sempre que possível resultado de conteúdos de fortalecimento de vínculos territoriais e desenvolvimento de obras e conteúdos com foco na identidade cultural brasileira.Linguagem: Oficinas formativas presenciaisClassificação indicativa: Grupos formados por pessoas a partir de 18 anos - recorte 18 a 65 anos.1.2 Atividades Complementares (Oficinas/Palestras e Mentorias)Resumo:Atividades formativas e interativas voltadas ao desenvolvimento de habilidades complementares ao fazer audiovisual, incluindo temas como empreendedorismo cultural, educação financeira para artistas entre outros. Voltadas a jovens, coletivos e empreendedores da cultura que buscam sustentabilidade e autonomia em seus projetos criativos.Linguagem: Oficina e mentoria presencialClassificação indicativa: Grupos formados por pessoas a partir de 18 anos - recorte 18 a 65 anos.1.3 Palestras sobre Audiovisual e Geração de RendaResumo:Ciclo de até três palestras presenciais voltadas ao público geral e aos coletivos participantes, abordando o papel do audiovisual como motor da economia criativa, oportunidades de renda no setor cultural e caminhos para o empreendedorismo audiovisual no Brasil. Convidados com experiência no mercado dividirão estratégias, e estudos de caso, entre outros conforme descrito no plano pedagógico.Linguagem: Palestra presencial com recurso de acessibilidade (Libras e audiodescrição)Classificação indicativa: Grupos formados por pessoas a partir de 18 anos - recorte 18 a 65 anos.2. Mostra Audiovisual “Onde há rede, há renda” – Presencial e OnlineResumo:Mostra audiovisual não-competitiva composta por até 20 curtas-metragens (presencial) e 15 curtas (online), que dialogam com temas como bastidores da cultura, economia criativa, empreendedorismo no setor cultural, e a vivência de coletivos na construção de narrativas audiovisuais. A mostra busca valorizar a diversidade cultural brasileira, estimular o debate e divulgar produções que retratem a realidade por trás das câmeras.Linguagem: Exibição de obras audiovisuais (ficção, documentário e/ou animação)Duração da mostra presencial: até 2h por dia/total 2 dias de exibição.Classificação indicativa: A maioria dos filmes terá classificação livre, com eventuais exceções indicadas na programação.As palestras terão como tema a geração de renda através da difusão audiovisual, dividindo-se em 2 palestras com subtemas específicos.
OBJETIVOS GERAIS:O principal objetivo do projeto é a difusão audiovisual, bem como a manutenção, dinamização e ampliação do espaço artístico cultural do Movimento Cidade Projetos Criativos e seus impactos no Brasil através da realização anual do evento "Onde há rede, há renda", cujo produto principal consiste em mostras audiovisuais totalmente gratuitas. Atuando na interseção entre audiovisual, cultura e empreendedorismo, o projeto busca impulsionar a geração de renda e o protagonismo comunitário, promovendo a valorização das expressões socioculturais locais.Nesse sentido, o projeto "Onde há rede, há renda" fortalece redes e coletivos culturais brasileiros, oferecendo capacitação, incentivo financeiro e suporte para formalização e continuidade de suas iniciativas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Mostra Audiovisual Realização de até 05 Mostras Audiovisuais com até 09 curtas-metragens de até 20 minutos (prioritariamente locais/regionais) com duração de até 5 dias. Os filmes poderão tratar sobre empreendedorismo e/ou desenvolvimento cultural local, além de temas como educação, território, sustentabilidade e cidadania. Previsão de público de até 1.000 pessoas por mostra, total: 5.000 pessoas. A Mostra Audiovisual integra a programação do Encontrão das Redes, evento final do projeto. Em caráter não-competitiva, a Mostra pode abranger obras de ficção, animação ou documentário. A curadoria das obras busca promover visibilidade a novas produções e obras produzidas por produtores de contextos periféricos e coletivos locais, estimulando o debate descentralizado, a diversidade de discursos e linguagens e a visibilização das obras que valorizem a cultura e os saberes locais. 2. Laboratórios / Capacitação2.1 Oficinas formativas em audiovisualSerão realizadas até 11 oficinas de audiovisual com foco em formação técnica e artística, nas linguagens de fotografia, escrita criativa, figuro e construção de personagens, montagem e edição e imaginação e storyboard criativo). 2.1.1 Realização de 03 Oficinas de Fotografia2.1.2 Realização de 02 Oficinas de escrita criativa para audiovisual2.1.3 Realização de 02 Oficinas de Figurino e construção de personagens para audiovisual2.1.4 Realização de 02 Oficina de montagem/edição criativa mobile audiovisual2.1.5 Realização de 02 Oficinas de Imaginação e storyboard criativo para audiovisual 2.2 Oficinas formativas em Empreendedorismo CriativoSerão realizadas até 10 oficinas com foco em economia criativa e empreendedorismo cultural.2.2.1 Realização de 03 Oficinas de Educação Financeira na Cultura2.2.2 Realização de 03 Oficinas de Economia Criativa2.2.3 Realização de 02 Oficinas de Inclusão Digital na Cultura e/ou Marketing Cultural2.2.4 Realização de 01 Oficina de Empreendedorismo 2.2.5 Realização de 01 Oficina de Bordado e Redes de Pesca2.2.6 Premiação do Melhor Plano de Negócios em todas as Oficinas de Educação Financeira na Cultura, Economia Criativa e Inclusão Digital na Cultura. O prêmio, em forma de bolsa de auxílio financeiro, é concedido mediante apresentação de pichting de vendas de negócios criativos para uma banca de especialista e de critérios pré-definidos de avaliaçãoCada oficina terá até 20 horas de duração, distribuídas ao longo de até 5 dias, e contará com a participação de até 50 pessoas por turma. No total, serão até 400 horas de capacitação, voltadas à qualificação prática, estímulo à autonomia e fortalecimento de redes colaborativas entre agentes culturais, produtores e empreendedores criativos, além de mais de 1000 pessoas beneficiadas diretamente.Total de participantes nas Oficinas: Até 1.050 vagas;
O projeto "Onde há rede, há renda" surge como uma resposta concreta à necessidade de visibilizar o audiovisual através da exibição de filmes que visam fortalecer redes e coletivos audiovisuais no Brasil, especialmente em contextos descentralizados, periféricos e em territórios com menor acesso às estruturas de formação e inserção profissional. Com foco na promoção da cultura nacional através do audiovisual e no fomento à economia criativa, o projeto propõe-se a ampliar a qualificação técnica, gerar oportunidades reais de renda e democratizar o acesso à formação cultural de qualidade.A gratuidade integral das atividades - incluindo tanto as mostras de cinema quanto seus laboratórios técnicos - é um dos pilares centrais da proposta e está diretamente vinculada à promoção da acessibilidade cultural e da inclusão social. Ao eliminar barreiras financeiras, o projeto amplia significativamente o alcance e a diversidade de seus participantes, assegurando que coletivos e redes de diferentes contextos possam se beneficiar da formação técnica, da visibilidade e da articulação com o mercado de trabalho do setor audiovisual.O projeto prevê o atendimento de até 6.050 pessoas, entre beneficiários de mostras de cinema e laboratórios/oficinas. Esta ampla abrangência reforça o potencial transformador do projeto, que atua não apenas como uma ação pontual, mas como uma estratégia prolongada de desenvolvimento cultural sustentável e territorializado, valorizando a identidade brasileira e contribuindo para a formação de novos agentes culturais e empreendedores criativos.Neste contexto, a utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais torna-se fundamental e estratégica. Trata-se do instrumento mais adequado para a viabilização financeira de uma proposta com este perfil, pois:-Permite a execução gratuita e acessível de todas as atividades;-Possibilita a remuneração justa de profissionais envolvidos, como técnicos, educadores e produtores;-Assegura a infraestrutura necessária para a realização do evento e das oficinas;-Contribui para descentralizar o acesso à cultura, atendendo a públicos muitas vezes excluídos das cadeias formais de produção audiovisual.-Além disso, ao apostar em formações com alto potencial de geração de renda, como captação de som, edição, direção, motion graphics, entre outras funções técnicas, o projeto promove o desenvolvimento de competências diretamente ligadas ao mercado de trabalho cultural audiovisual. Os resultados concretos (possíveis filmes, roteiros, produtos audiovisuais e ações de empreendedorismo gerados nas formações) serão apresentados no evento final (mostra de cinema) e terão potencial de circulação, ampliando a visibilidade dos coletivos/redes participantes.Através de mostras audiovisuais e oficinas totalmente gratuitas, o projeto atende ao Art. 1º da Lei 8313/91, Inciso II que é valorizar os recursos humanos da produção cultural brasileira. A mostra de cinema presencial - que também ocorre de forma totalmente gratuita - atinge diretamente o Inciso I e contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Como estimula a geração de renda através da cultura, preservando fazeres e saberes da área do audiovisual (como práticas de ensinamento de edição de vídeo/montagem, roteiro audiovisual etc), o projeto também atinge o Inciso V ao promover a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira. Ao estimular que os conteúdos das oficinas versem sobre a memória e a cultura brasileira (identidade cultural do Brasil), o projeto atinge diretamente ao Inciso III, ao propor difundir (pelos trabalhos produzidos nos laboratórios) o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores.Quanto ao Artigo 3º da Lei 8313/91, o projeto atinge o Inciso II alínea e) já que propõe exibir os resultados das oficinas na mostra de cinema e realizar as exibições de audiovisual, considerando, assim, a "realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres". Considerando a gratuidade de oficinas e da mostra de cinema o projeto também atinge o Inciso IV do Art. 3° já que atua no estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Em relação ao Inciso I, incentiva à formação artística e cultural, mediante alínea c) já que prevê manutenção (durante diversos meses de produção) de cursos/oficinas de caráter cultural ou artístico destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura.IMPORTANTE: O projeto contribui - ainda que indiretamente - para o apoio ao desenvolvimento sustentável de territórios criativos que é justamente estimulado pelo MinC. Também estamos em consonância plena com a Instrução Normativa especialmente em seu item VIII - previsão de realização de atividades de qualificação ou formação para profissionais, empreendedores e empreendimentos criativos no território, além do item Art. 14 Item V - projetos educativos, incluindo cursos, oficinas e outras atividades pedagógicas; Art. 47 V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições e oficinas; Item 7 (7.1, 7.2 e 7.3 conforme permissão para propostas que contemplem seminários, oficinas, workshops educativos em geral).Embora não seja um projeto específico de Desenvolvimento Sustentável de Territórios Criativos, o projeto fomenta indiretamente este objetivo e se ampara legalmente nele para justificar a proposição de atividades complementares de empreendedorismo e economia criativa. Para justificar este apoio, a própria Instrução Normativa se respalda no Art. 7º dizendo que "Para os efeitos do art. 3º, inciso V, alínea "c", da Lei nº 8.313, de 23 de dezembro de 1991, são consideradas relevantes e pertinentes aos objetivos do Programa Nacional de Apoio à Cultura as ações de estímulo ao desenvolvimento sustentável de territórios criativos". Desta forma, defendemos a existência das práticas de empreendedorismo e economia criativa no projeto que tendem a contribuir para a força do audiovisual brasileiro e de seus fazedores.No universo audiovisual, as palavras REDE e RENDA carregam significados profundos e transformadores. Mais do que conceitos, elas são pilares fundamentais para a construção de um setor cultural democrático, sustentável e inovador. REDE é conexão, cooperação, troca. No audiovisual, construir redes significa fortalecer laços entre coletivos, profissionais, ideias e territórios. Significa compartilhar conhecimento, recursos, experiências e oportunidades. RENDA, por sua vez, é o fruto visível e necessário desse trabalho em rede. Ela representa a valorização do fazer artístico como trabalho digno e estratégico para o desenvolvimento econômico e social. Gerar renda no audiovisual é garantir que a cultura seja não apenas expressão, mas também sustento. É criar caminhos para que jovens, mulheres, populações periféricas, negras, indígenas e LGBTQIAPN+ transformem a criatividade em meios de vida, ampliando a inclusão produtiva e o protagonismo desses grupos na economia criativa brasileira. O projeto "Onde há rede, há renda" nasce exatamente desse entendimento: que ao investir na formação técnica gratuita de redes e coletivos audiovisuais, estamos construindo pontes sólidas entre capacitação e empregabilidade, entre cultura e economia, entre sonho e realização.
Pré-produçãoDuração: 3 mesesPeríodo: Mês 1 ao Mês 3Atividades:Planejamento pedagógico e curadoria dos laboratóriosContratação de curadoriasEstruturação da matriz de qualificação/seleção dos participantes das oficinas e dos beneficiários/habilitados para bolsa auxílio.Contratação de equipe técnica, pedagógica e produção executivaSeleção dos coletivos e redes participantesDefinição e reserva de espaços (oficinas e evento anual)Elaboração de identidade visual e materiais de divulgaçãoDefinição da mostra de cinema (curadoria e convites)Planejamento das medidas de acessibilidadeLicenciamento e estruturação da plataforma para mostra onlineElaboração de cronograma detalhado das oficinas e evento anualContratação dos palestrantes da Mostra Audiovisual.Produção/ExecuçãoDuração: 7 mesesPeríodo: Mês 4 ao Mês 10Atividades:Realização dos 30 laboratórios técnicos (em etapas regionais ou simultâneas)Execução das 10 atividades complementares (oficinas/mentorias de empreendedorismo, economia criativa etc.)Registro audiovisual dos laboratórios e das atividades formativasRealização das 3 palestras sobre audiovisual e geração de rendaPreparação técnica dos produtos gerados nas oficinas (roteiros, vídeos, animações)Organização logística e técnica do evento (mostra e atividades presenciais)Realização da Mostra de Cinema Presencial com até 20 filmes (até 2 dias)Publicação da Mostra Online com até 15 filmes.Ações de comunicação e ampliação de acesso (com foco em redes sociais e articulações com redes audiovisuais)Considerando que temos 35 oficinas (sendo 30 laboratórios e 5 advindas das ações “complementares”), 05 palestras e 03 mentorias, sugerimos o seguinte cenário:05 Oficinas por mês, ao longo de 07 meses, 02 delas ocorrendo na CASA MC e 03 delas ocorrendo em espaços locados e/ou em parceria com escolas e centros comunitários (portanto: 04 locais diferentes a serem locados/cotados/parceria) = Na planilha consideramos 04 quantidades de locais a serem locados. Caso haja parceria de espaços (não onerosa) desconsideraremos este valor e readequaremos a planilha para outro item.05 Palestras, sendo 1 ao mês, executadas nos últimos 05 meses de execução. Todas elas poderão ocorrer em algum dos 4 locais elencados acima. Poderão participar dessas palestras grupos ou pessoas que já estão integradas/participando das oficinas ou novos grupos interessados. 03 Mentorias, ocorrendo ao longo dos 2 primeiros meses. Todas essas mentorias poderão ocorrer em algum dos 4 locais elencados acima. Poderão participar dessas mentorias grupos ou pessoas que já estão integradas/participando das oficinas ou novos grupos interessados. Já para a Mostra Audiovisual a proposta é a reserva de um local na cidade de Vitória-ES com capacidade de até 5.000 pessoas para a realização da mostra presencial, sendo que a mostra será realizada no último mês da produção, (7º mês das etapas de trabalho do período de produção). Já os filmes ficam online na plataforma movimentocidade.com por um período de até 30 dias, também no último mês da produção. As 2 palestras acontecem 1 por dia na programação presencial.Pós-produçãoDuração: 2 mesesPeríodo: Mês 11 e Mês 12Atividades:Edição de materiais de registro (vídeos, fotos, depoimentos)Finalização e envio de relatórios técnicos e financeirosAvaliação de impacto com participantes e parceirosOrganização de banco de dados dos coletivos atendidosCriação de relatório digital ilustrado com resultados e aprendizadosPrestação de contas junto aos órgãos competentesResumo por etapa:Pré-produção: 3 mesesExecução: 7 mesesPós-produção: 2 mesesDuração total: 12 meses
1.1 Sobre limites orçamentáriosO projeto consiste na continuidade do projeto "Onde há rede, há renda" (Pronac: 253896), cuja captação histórica registrada é de R$ 3.567.232,01. Como a Instrução Normativa de 2026 teve atualização de tipologias, o projeto deixa de ter a tipologia principal de "Projetos Educativos" e passa a ter a tipologia principal de "Festivais/Mostras", já que dentre seus produtos também consta Mostra de Cinema, que passa a ser o produto principal de maior destaque nesta nova proposta de projeto prevista para 2027. O projeto respeita o limite de R$ 15.000.000,00 milhões para mostras/fetivais, bem como sua hitoricidade de captação que é de R$ 3.567.232,01Importante destacar que a nova Instrução Normativa, eu seu parágrafo único, do Art. 13 conforme: As propostas de ações continuadas poderão superar o limite do valor da carteira quando da apresentação de nova edição, condicionando a homologação da execução ao envio da prestação de contas da edição anterior.1.2 Sobre o Local de Realização:Considerando o local de realização, a cidade de Vitória-ES, parte das atividades serão desenvolvidas na "CASA MC", espaço cultural e coworking do Movimento Cidade (MC) localizado na cidade de Vitória (ES), que é a base da produtora proponente. Desta forma, as atividades laboratoriais do projeto, propostas para ocorrer neste espaço, servem como excelentes exemplos de iniciativas que visam promover a manutenção - e até a ampliação - do espaço artístico mantido pela produtora, onde já ocorrem workshops gratuitos de diferentes temas da área da economia criativa.Desta forma o projeto instrumentaliza-se como ação estratégica de continuidade, uma vez que atinge diretamente o Inciso II do Anexo I da Instrução Normativa 2025, conforme:Anexo I /Inciso II - Ações continuadas: projetos que se configuram como Planos Anuais, Plurianuais, Festivais, Bienais, Festa ou Feira que compreendem as variadas dimensões do fazer artístico-cultural, como espaços, grupos e coletivos artístico-culturais, escolas livres de formação em arte e cultura e eventos, que possuem natureza permanente ou de longo prazo, e que desenvolvem atividades regulares, longevas ou com edições periódicas.As edições períodicas do projeto são comprovadas da seguinte forma:Edição 2025: "Onde há rede, há renda" (Pronac: 253896) Captação de: R$ 3.567.232,01 (histórico de captação)Edição 2026: "Onde há rede, há renda" (Pronac: 2411172) Captação de: R$ 300.000,00 (até o momento)Edição 2027: "Onde há rede, há renda" (Proposta: 540092) Pretende-se aprovação que não ultrapasse o máximo R$ 3.567.232,01 - respeitando o limite da maior captação deste projeto pelo proponente.1.3 Importância da rede e da renda no audiovisualImportante destacar o tema/conceito principal deste projeto que está calcado na força da REDE e o poder da RENDA no Audiovisual.No universo audiovisual, as palavras REDE e RENDA carregam significados profundos e transformadores. Mais do que conceitos, elas são pilares fundamentais para a construção de um setor cultural democrático, sustentável e inovador.REDE é conexão, cooperação, troca. No audiovisual, construir redes significa fortalecer laços entre coletivos, profissionais, ideias e territórios. Significa compartilhar conhecimento, recursos, experiências e oportunidades. Uma rede bem tecida é capaz de romper o isolamento criativo e geográfico, promover a diversidade de vozes e democratizar o acesso à produção e à difusão de conteúdos. É na rede que se semeia o pertencimento, a colaboração e a potência coletiva que impulsiona o crescimento do setor.RENDA, por sua vez, é o fruto visível e necessário desse trabalho em rede. Ela representa a valorização do fazer artístico como trabalho digno e estratégico para o desenvolvimento econômico e social. Gerar renda no audiovisual é garantir que a cultura seja não apenas expressão, mas também sustento. É criar caminhos para que jovens, mulheres, populações periféricas, negras, indígenas e LGBTQIAPN+ transformem a criatividade em meios de vida, ampliando a inclusão produtiva e o protagonismo desses grupos na economia criativa brasileira.O projeto “Onde há rede, há renda” nasce exatamente desse entendimento: que ao investir na formação técnica gratuita de redes e coletivos audiovisuais, estamos construindo pontes sólidas entre capacitação e empregabilidade, entre cultura e economia, entre sonho e realização. Em um país com tantas desigualdades, iniciativas como essa mostram que o audiovisual pode e deve ser ferramenta de inclusão, empoderamento e desenvolvimento sustentável. Porque, de fato, onde há rede, há renda - e há futuro.1.4 Redes Contempladas pelo Projeto1. Redes de Jovens Periféricos e Urbanos-Descrição: coletivos formados por jovens moradores de periferias urbanas, favelas ou regiões de vulnerabilidade social.-Potencial: já realizam produções independentes com poucos recursos e grande criatividade; precisam de capacitação técnica para profissionalização e inserção no mercado.2. Redes Estudantis e Universitárias-Descrição: grupos formados por estudantes do ensino médio, técnico, EJA ou universidades públicas/privadas com interesse em audiovisual.-Potencial: possuem acesso teórico, mas buscam experiência prática e técnica aprofundada.3. Redes de Jovens Comunicadores Comunitários-Descrição: coletivos ligados a rádios comunitárias, TVs de bairro, mídia alternativa ou projetos de educomunicação.-Potencial: já atuam na comunicação comunitária e desejam expandir sua atuação para o audiovisual profissional.4. Redes Indígenas, Quilombolas e de Povos Tradicionais Jovens-Descrição: grupos juvenis de territórios tradicionais que usam o audiovisual como ferramenta de resistência, identidade e memória.-Potencial: buscam domínio técnico para fortalecer suas narrativas próprias e auto documentadas.5. Redes de Jovens LGBTQIAPN+-Descrição: coletivos com atuação em diversidade sexual e de gênero, que utilizam o audiovisual como espaço de expressão, denúncia e afirmação.-Potencial: forte viés artístico e político, com interesse em capacitação técnica para produção autônoma.6. Redes de Jovens com Deficiência ou Neurodivergência-Descrição: grupos de jovens que atuam com acessibilidade cultural, inclusão e representatividade no audiovisual.-Potencial: trazem experiências sensoriais e percepções únicas que podem enriquecer a linguagem audiovisual.7. Redes de Jovens de Escolas Livres de Arte ou Cultura Digital-Descrição: coletivos que surgem em torno de programas de formação não-formal, escolas livres ou projetos de cultura digital.-Potencial: já têm alguma base criativa e interesse em especialização técnica para atuar no setor cultural.
1. Laboratórios Técnicos de AudiovisualQuantidade total: 30 laboratórios técnicos, divididos igualmente entre 5 áreas do audiovisual.Temas:1.Roteiro de documentário2.Técnico de captação de som3.Montador audiovisual4.Motion graphics (animação gráfica)5.Assistente de direçãoDistribuição:6 laboratórios de cada temaCada laboratório/oficina atende até 10 redes/coletivos audiovisuais, com até 15 integrantes por coletivoPúblico máximo por laboratório: 150 pessoasTotal de vagas previstas em todos os laboratórios: até 4.500 beneficiáriosDuração de cada laboratório: até 20 horas/5 dias de aulas presenciaisFormato: presencial (com possibilidade de gravação de trechos para fins didáticos e de registro)Material didático: apostilas digitais e/ou físicas, slides e material audiovisual, fornecidos em formato acessível (PDF compatível com leitores de tela)Projeto Pedagógico por Tema de Laboratório(em anexo, em documentos anexados arquivo “informações adicionais”)2. Mostra Audiovisual “Onde há rede, há renda”Descrição geral:A mostra é um evento audiovisual com curadoria de curtas-metragens de todo o país que abordam temas ligados à cultura, bastidores da criação, empreendedorismo cultural, economia criativa e o cotidiano de quem vive e produz audiovisual no Brasil.Formato da mostra:Presencial: com até 20 filmes de curta-metragem, duração total estimada de até 2 horas de exibição por dia.Duração do evento: até 2 dias de exibiçõesFilmes: ficção, documentário ou animação, com foco em obras que dialoguem com os temas do projetoClassificação indicativa: A maioria dos filmes terá classificação livre, com eventuais exceções indicadas na programação.Online: Exibição de até 15 curtas em plataforma digital de acesso gratuitoCom acessibilidade digital (legendagem, audiodescrição e libras) durante até 30 dias.Para as palestras realizadas dentro da programação da mostra de cinema, faremos a seleção por formulário online, com as medidas de acessibilidade contempladas.
MOVIMENTO CIDADE PROJETOS CRIATIVOS LTDA Idealização e Administração Produtora audiovisual sediada em Vitória-ES, o Movimento Cidade (MC) atua há 7 anos como realizadora, difusora e formadora em audiovisual e cultura urbana. Desenvolve projetos de formação em documentário, videoclipe, festivais de cinema e música, intervenções artísticas urbanas, editais de roteiros, laboratórios criativos em arte e audiovisual, além de ações formativas e de empreendedorismo na economia criativa.A empresa cuidará de toda a direção geral do projeto a partir de seu fundador/proprietário e dirigente Léo Alves, conforme detalhado abaixo. LÉO ALVES Diretor Geral das CapacitaçõesObs.: A função de “Diretor Geral” da Mostra Audiovisual ainda será definida. Sócio-fundador do Movimento Cidade (MC), Léo Alves é roteirista, produtor cultural e empresário da cultura. Formado em Jornalismo pela UFOP e com especialização em “Tendências e Gestão da Cultura” pela Universidade de Lisboa, é idealizador dos festivais Cine.Ema e FECIM. Escreveu e dirigiu curtas de ficção e documentário, e é autor da série infantil “OOPA! Olha o Passarinho!”. É também autor de livros sobre audiovisual e produção cultural, atuando como captador de recursos para grandes marcas. No projeto atuará como diretor geral, realizando dentre outras funções:-Concepção e Direção Estratégica: Responsável pela idealização do projeto e definição das diretrizes metodológicas das capacitações e da mostra audiovisual.-Planejamento Geral e Cronograma: Elabora, supervisiona e atualiza o plano de ação e o cronograma geral de todas as etapas do projeto, garantindo a integração entre as áreas.-Gestão de Equipe Multidisciplinar: Coordena os líderes de cada setor (produção, curadoria, comunicação, jurídico, técnico) garantindo alinhamento, sinergia e cumprimento das metas.-Captação e Gestão de Recursos: Atuação direta na captação de recursos públicos e privados, bem como no relacionamento com patrocinadores, parceiros e instituições.-Supervisão Artística e Técnica: Aprova conteúdos, seleciona parceiros estratégicos e acompanha entregas criativas (roteiros, oficinas, cenografia, mostras etc.).-Representação Institucional: Representa oficialmente o projeto junto a patrocinadores, parceiros, imprensa e instituições públicas e privadas.-Mediação com Curadoria e Programação: Participa de decisões curatoriais e acompanha a programação pedagógica e audiovisual, promovendo coerência entre objetivos e conteúdos.-Acompanhamento das Execuções em Campo: Visita ações formativas e acompanha os dias principais da Mostra Audiovisual para garantir qualidade e alinhamento com o conceito do projeto.-Controle de Qualidade e Resultados: Avalia indicadores de desempenho, resultados das ações e impacto sociocultural, sugerindo ajustes estratégicos quando necessário.-Contribui diretamente com a equipe administrativa na organização e entrega dos relatórios finais e prestação de contas do projeto.ÚRSULA DARTCoordenação Pedagógica e Oficineira Convidada das Capacitações; Coordenadora de Curadoria da Mostra Audiovisual; Mestra em Comunicação (UFES), especialista em Documentário de Criação (UAB-Espanha) e diretora da série infantil “Olha o Passarinho”. Possui vasta experiência em direção de fotografia, curadoria e produção de filmes como “As Horas Vulgares” e “Os Primeiros Soldados”. Atua também como docente e jurada em festivais como DOC TV e Festival de Cinema de Vitória. Co-fundadora da Ladart Filmes, produtora de filmes para cinema, TV e streaming.LUÍSA COSTADiretora de Comunicação/Divulgação de todo o projeto Jornalista com experiência em novas mídias e comunicação cultural, Luísa atua desde 2013 na área cultural. Morou em Toronto estudando Novas Mídias e liderou o MoV.Lab, laboratório imersivo para juventude periférica. Coordena a comunicação institucional de todos os projetos do Movimento Cidade desde 2021, incluindo festivais audiovisuais.CAROLINA CASTILHOLI Coordenadora Jurídica / Advogada Advogada com forte atuação no terceiro setor e em projetos culturais e audiovisuais. Atua desde 2009 com OSCs e é presidente do Instituto Com.Chá. Especialista em avaliação de impacto e compliance para captação de recursos, com foco em projetos de comunicação criativa e audiovisual.GABRIELA DUQUECoordenação de Oficinas das CapacitaçõesCoordenadora de Programação da Mostra Audiovisual; Gestora de projetos culturais, com MBA em Inovação e Empreendedorismo e atuação destacada em festivais audiovisuais. Foi diretora de programação do Festival PCD: Pinta, Canta e Dança e coordenadora de ações em diversos labs de inovação e audiovisual com foco em impacto social e cultura periférica.FERNANDA HOLZDiretora de produção das CapacitaçõesObs.: A função de “Diretora de produção” da Mostra Audiovisual ainda será definida. Produtora executiva e advogada com especialização em Direito do Entretenimento (UERJ). Lidera a produção de projetos culturais com foco social no Movimento Cidade, incluindo festivais e formações como o Formemus Lab Técnica. Une visão estratégica e sensível para execução de produções culturais complexas.PAULA VIEIRA (PARU)Coordenadora de Produção das CapacitaçõesObs.: A função de “Coordenadora de Produção” da Mostra Audiovisual ainda será definida. Jornalista e produtora cultural com mais de 20 anos no setor audiovisual. Atuou em grandes produções como o Cine.Ema e o Festival de Cinema de Vitória, com expertise logística e execução em campanhas e projetos audiovisuais de médio e grande porte.LÍVIA PIGNEAUProdutora Executiva das CapacitaçõesObs.: A função de “Produtora Executiva” da Mostra Audiovisual ainda será definida. Psicóloga e produtora audiovisual desde 2010, com experiência em filmes, séries e campanhas como “O Panda e o Barão” e “Olha o Passarinho”. Trabalhou em produtoras como Ladart Filmes e coordena equipes de produção com foco técnico e organizacional no setor audiovisual capixaba.MELINA GALANTE Oficineira Convidada – Capacitações Graduada em Cinema (UFES) e pós-graduanda em Roteiro Multiplataforma. Realizadora e roteirista de documentários e ficções como “Desfragmentos” e “O Panda e o Barão”. Participou de mais de 40 produções e atua na curadoria e produção de festivais e oficinas de cinema.RAQUEL DE LA ROCHA Oficineira Convidada – Capacitações Motion Designer e animadora com experiência em produtoras e agências. Especialista em animação 2D e audiovisual para redes, publicidade e cinema. Domina Adobe Creative Suite e Toon Boom Harmony, com atuação integral em narrativas visuais.CAROL COVRE Oficineira Convidada – Capacitações Bacharel em Cinema e Audiovisual (UFES), atua como diretora, assistente de direção e montadora em curtas e longas-metragens, como “Os Primeiros Soldados”. Ministra oficinas de assistência de direção e já atuou em mais de 15 filmes e projetos audiovisuais premiados.MARCUS NEVES Oficineiro Convidado – Capacitações Mestre em Letras (UFES) e professor de música na UFES, Marcus compõe trilhas e atua como sound designer em teatro, dança e cinema. Coordenador do GEXS, grupo de experimentação sonora, com obras em festivais e coletâneas nacionais e internacionais.
Todas as medidas de acessibilidade descritas abaixo serão realizadas nas 5 localidades de realização do projeto: Boa Vista (RR), Goiânia (GO), Cuiabá (MT), Guarujá (SP) e Vitória (ES). Essas ações garantem que tenhamos acessibilidade física, contemplando as pessoas com mobilidade reduzida e idosos e buscando autonomia dos espaços; acessibilidade de conteúdo, oferecendo tradução em Libras e outras acessibilidades a partir das necessidades dos participantes, para que todos e todas tenham acesso à informação, aulas e materiais de estudo. Além disso, em nossa Mostra Audiovisual, garantimos que as obras sejam acessíveis para pessoas com deficiência auditiva, visual e também física, indo de encontro com a democratização de acesso e gratuidade da cultura e da arte que acreditamos, defendemos e construímos.1. Capacitação/Laboratórios1.1 Acessibilidade física:O projeto compromete-se a garantir que todos os espaços utilizados para as capacitações/palestras/mentorias sejam acessíveis a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Para isso, serão adotadas as seguintes medidas:-Espaços acessíveis: Todos os ambientes destinados às oficinas, palestras e mentorias contarão com acesso por rampas, pisos antiderrapantes e sinalização tátil, sempre que necessário, para facilitar a circulação de pessoas com deficiência visual ou mobilidade reduzida.-Banheiros adaptados: Disponibilização de banheiros acessíveis, com barras de apoio, sempre que necessário, portas largas e sinalização adequada em todos os locais de realização do projeto.-Circulação livre e segura: Planejamento de circulação com corredores largos e espaços de descanso com assentos acessíveis para diferentes públicos.-Transporte e recepção: Apoio para o acesso ao transporte público e equipe de recepção treinada para acolher pessoas com deficiência.1.2 Acessibilidade de Conteúdo:-Intérprete de Libras disponível nas oficinas, palestras e mentorias do projeto garantindo o acesso da comunidade surda ao conteúdo ofertado, quando necessário.-Legendagem descritiva para os vídeos produzidos e exibidos nas oficinas, garantindo compreensão de falas e sons por pessoas com deficiência auditiva, quando necessário.-Audiodescrição dos vídeos e produtos audiovisuais resultantes dos laboratórios e exibidos nas oficinas, para permitir o acesso ao público com deficiência visual.-Materiais de apoio em formato acessível (arquivos digitais compatíveis com leitores de tela e impressões em Braille, quando necessário).-Visitas sensoriais mediadas antes das formações, permitindo que pessoas cegas ou com baixa visão possam explorar o ambiente de forma tátil e sonora, sempre que sinalizada presença deste público através de ficha prévia de inscrição.Obs.: Todas as ações serão disponibilizadas mediante preenchimento da necessidade especial no formulário de inscrição.2. Mostra Audiovisual2.1 Acessibilidade física:-Espaços acessíveis: Todos os ambientes destinados às mostras contarão com acesso por rampas, pisos antiderrapantes e sinalização tátil, sempre que possível, para facilitar a circulação de pessoas com deficiência visual ou mobilidade reduzida.-Banheiros adaptados: Disponibilização de banheiros acessíveis, com barras de apoio, sempre que possível, portas largas e sinalização adequada em todos os locais de realização do projeto.-Circulação livre e segura: Planejamento de circulação com corredores largos e espaços de descanso com assentos acessíveis para diferentes públicos.-Transporte e recepção: Apoio para o acesso ao transporte público próximo aos espaços e equipe de recepção treinada para acolher pessoas com deficiência.2.2 Acessibilidade de Conteúdo:-Libras incorporada ou tradução simultânea nas exibições de filmes, inclusive nos filmes online (mostra online)-Audiodescrição disponibilizada por aplicativo ou equipamento próprio no evento ou aplicada diretamente aos filmes, inclusive nos filmes online (mostra online).-Legendagem descritiva incorporada aos curtas (para ruídos, trilhas e sons importantes), inclusive nos filmes online (mostra online).Para as 02 palestras da programação:-Intérprete de Libras disponível garantindo o acesso da comunidade surda ao conteúdo ofertado, quando necessário.-Legendagem descritiva para os vídeos exibidos garantindo compreensão de falas e sons por pessoas com deficiência auditiva, quando necessário.-Materiais de apoio em formato acessível (arquivos digitais compatíveis com leitores de tela e impressões em Braille, quando necessário).-Legendagem descritiva incorporada aos curtas (para ruídos, trilhas e sons importantes).
As alterações no plano de Democratização de Acesso do projeto Onde há rede, há renda contemplam medidas que serão implementadas nas localidades de Boa Vista (RR), Goiânia (GO) e Cuiabá (MT). Essas mudanças visam garantir ainda mais engajamento e participação do público-alvo, levando para mais territórios o projeto e priorizando grupos indígenas, mulheres, pessoas negras, refugiados e coletivos em situação de vulnerabilidade social. As ações incluem a substituição do fornecimento de bolsas-auxílio por premiações ao término das oficinas, estimulando a participação ativa, o fortalecimento das redes e a apresentação final dos projetos. Além disso, o projeto mantém seu compromisso com a gratuidade e o acesso democrático às formações, oficinas e eventos, assegurando que todos os participantes tenham oportunidade de usufruir das atividades e conteúdos oferecidos, reforçando a inclusão social, o protagonismo comunitário e a valorização das redes locais.O projeto tem como princípio estruturante a gratuidade total de acesso a todas as suas atividades, garantindo ampla democratização do conteúdo produzido e das ações formativas e culturais oferecidas. A distribuição e compartilhamento dos produtos da proposta ? especialmente os filmes, roteiros, gravações e conteúdos possivelmente resultantes das oficinas técnicas ? será realizada sem fins comerciais, por meio de:-Apresentações públicas dos resultados das oficinas na programação da mostra audiovisual (evento anual), aberta e gratuita ao público - sempre que forem resultados algum trabalho prático em tempo hábil de exibição;-Disponibilização online e gratuita de parte dos produtos audiovisuais (curtas-metragens e conteúdos formativos), por meio de plataformas digitais de acesso livre, com foco na ampliação do alcance geográfico e social do projeto - no caso das mostras de cinema realizaremos uma mostra integralmente online conforme descrito nos objetivos específicos;-Créditos visíveis aos coletivos participantes, valorizando a autoria e incentivando sua inserção em redes culturais e oportunidades futuras.Além disso, para ampliar ainda mais o acesso serão adotadas as seguintes medidas complementares:-Registro audiovisual de trechos das atividades principais, com posterior compartilhamento gratuito em redes sociais e canais institucionais, promovendo acesso contínuo aos conteúdos do projeto mesmo após sua realização presencial.Essas ações fortalecem o compromisso do projeto com a acessibilidade territorial, social e digital, promovendo o acesso democrático à cultura, à formação técnica e ao protagonismo de redes e coletivos do audiovisual brasileiro.Todas as ações do projeto (laboratórios/oficinas e palestras) e suas inscrições gratuitas serão divulgadas amplamente em redes sociais e sites com serviço de mobilização e divulgação incluídos - equipe dedicada, e as participações se darão com preenchimento de formulário com dados das instituições e/ou coletivos/redes representantes, nomes de beneficiários, endereço, e-mail, texto sobre a intenção da participação, dados socioeconômicos entre outros a fim de realizarmos uma avaliação quanto à disponibilidade/preenchimento de vagas.Quem pode participar?Redes/Grupos/Coletivos agrupamento de pessoas, constituído ou não, preferencialmente da área audiovisual formado por pelo menos 02 pessoas, que tenham integrantes majoritariamente entre 18 a 65 anos de idade, preferencialmente de regiões periféricas ou de vulnerabilidade social;Como será a avaliação?Através de fichas de inscrição preenchidas com dados das instituições e/ou coletivos/redes representantes, nomes de beneficiários, endereço, e-mail, texto sobre a intenção da participação, entre outros dados socioeconômicos;Critérios de seleção para oficina:- Prioridade para propostas oriundas de áreas de vulnerabilidade social;- Quantidade de participantes do coletivo/grupo/rede;- Formalização do Grupo e/ou Histórico de atuação/Experiência;- Dados socioeconômicos do coletivo e dos participantes;- Dados de diversidade e inclusão de componentes do grupo/rede;- Texto sobre a intenção de participação (texto argumentativo);- Currículo dos participantes e/ou do coletivo;Desafio Final - Critérios de seleção/habilitação para Prêmio das Oficinas:Elaboração de projeto criativo, com modelo de negócio, estratégia de parcerias e plano básico de captação.Critérios de avaliação:? Inovação e relevância cultural/social;? Estrutura e coerência do modelo de negócio;? Clareza na estratégia de parcerias e captação;? Qualidade da apresentação final.Seleção do vencedor:? Pitch de até 3 minutos por projeto.? Avaliação por banca (facilitador + especialista convidado).? Critério extra: aderência ao território/localidade dos participantes.Os tópicos dos critérios acima são apenas norteadores, e estão sujeitos à alterações conforme etapas, prazos, disponibilidade e outros fatores externos.