Início: 18/01/2027Término: 20/12/2027Aceite: 19/04/2026
O projeto Sankofonando Hip-Hop realiza oficinas e palestras gratuitas em escolas públicas, abordando os cinco elementos da cultura Hip-Hop, rap, DJ, breaking, graffiti e conhecimento, com foco na formação cultural, inclusão social e valorização das expressões urbanas. As atividades são conduzidas por profissionais qualificados, com metodologia participativa e abordagem teórico-prática, promovendo a circulação e ampliação do conhecimento por meio das palestras, além do contato dos estudantes com os aspectos históricos, sociais e políticos do movimento.A proposta prioriza a democratização do acesso à cultura, fortalecendo a identidade cultural, o e o protagonismo juvenil. Todas as ações contam com intérprete de Libras e estratégias de acessibilidade.Ao final, será realizado um evento aberto à comunidade, com apresentações dos participantes. Como contrapartida, todas as atividades são gratuitas, ampliando o acesso e a difusão do Hip-Hop como ferramenta de transformação social.
O projeto Sankofonando Hip-Hop, Os Cinco Elementos consiste na realização de oficinas e palestras gratuitas em escolas públicas de Ceilândia, abordando os cinco elementos fundamentais da cultura Hip-Hop, rap, DJ, breaking, graffiti e conhecimento. A proposta apresenta um percurso formativo e vivencial, no qual os participantes terão acesso à história do movimento, suas dimensões sociais e políticas, além de experiências práticas com artistas e educadores atuantes na cena cultural. As oficinas estimulam a criação artística e a expressão individual, enquanto as palestras promovem reflexão crítica sobre temas como identidade, desigualdade social, racismo e cultura periférica. O projeto se configura como uma ação de circulação cultural no ambiente escolar, promovendo o acesso democrático à cultura e fortalecendo o protagonismo juvenil por meio das linguagens do Hip-Hop. Classificação indicativa Livre, recomendado para adolescentes e jovens, podendo atender também o público adulto da comunidade escolar.Oficina de DJ A oficina de DJ apresenta aos participantes os fundamentos da discotecagem dentro da cultura Hip-Hop, abordando técnicas básicas de mixagem, scratch, seleção musical e noções de ritmo. A atividade promove o contato com equipamentos e estimula a criatividade musical, além de contextualizar o papel do DJ como elemento central na construção do Hip-Hop. Classificação indicativa Livre Oficina de Breaking A oficina de breaking introduz os participantes à dança urbana que integra os elementos do Hip-Hop, trabalhando movimentos básicos, consciência corporal, coordenação motora e expressão artística. A atividade também aborda a história do breaking e sua importância como ferramenta de identidade e resistência cultural. Classificação indicativa Livre Oficina de Graffiti A oficina de graffiti apresenta técnicas de desenho, composição e uso de cores, além de discutir o graffiti como forma de expressão artística urbana. Os participantes desenvolvem práticas criativas com foco na construção de identidade visual e no reconhecimento do graffiti como linguagem cultural legítima. Classificação indicativa Livre Oficina de MC (Rap) A oficina de MC trabalha a escrita criativa, rima, métrica, improviso e expressão verbal, incentivando os participantes a desenvolverem suas próprias narrativas. A atividade também promove reflexões sobre temas sociais, identidade e vivências periféricas, utilizando o rap como ferramenta de comunicação e transformação. Classificação indicativa LivrePalestra – Hip-Hop e Decolonialidade A palestra aborda a cultura Hip-Hop a partir de uma perspectiva decolonial, refletindo sobre suas origens, influências africanas e afro-diaspóricas e seu papel como instrumento de resistência cultural. A atividade propõe o debate sobre racismo estrutural, identidade, território e produção cultural nas periferias, estimulando o pensamento crítico e a valorização de saberes historicamente marginalizados. Classificação indicativa Livre Palestra – História do Hip-Hop Palestra – Hip-Hop e Decolonialidade A palestra apresenta a trajetória histórica da cultura Hip-Hop, desde seu surgimento nos Estados Unidos até sua consolidação no Brasil, destacando seus cinco elementos, rap, DJ, breaking, graffiti e conhecimento. refletindo sobre suas origens, influências africanas e afro-diaspóricas e seu papel como instrumento de resistência cultural. A atividade propõe o debate sobre racismo estrutural, identidade, território e produção cultural nas periferias, estimulando o pensamento crítico e a valorização de saberes historicamente marginalizados. Classificação indicativa Livre
Objetivo GeralPromover a cultura Hip-Hop nas escolas públicas de Ceilândia, por meio da realização de oficinas e palestras gratuitas baseadas nos cinco elementos, rap, DJ, breaking, graffiti e conhecimento, visando ampliar o acesso à cultura, estimular a expressão artística, fortalecer a identidade cultural e incentivar o protagonismo juvenil no ambiente escolarObjetivos Específico •Realizar 12 oficinas práticas de rap, DJ, breaking e graffiti para estudantes de escolas públicas de Ceilândia, promovendo o acesso direto às linguagens do Hip-Hop. Desenvolver 10 palestras educativas com abordagem decolonial, voltadas à história e à importância social do movimento Hip-Hop, destacando seu papel nas periferias e na formação cidadã. Atender, em média, 30 alunos por oficina, totalizando aproximadamente 1000 participantes ao longo de 6 meses de atividades. Incentivar a criatividade, a expressão artística e o pensamento crítico por meio de ações culturais interativas. Garantir acessibilidade com a presença de intérprete de Libras, possibilitando a participação de pessoas surdas. Fortalecer a identidade cultural e o protagonismo juvenil no ambiente escolar. Ampliar o acesso gratuito à cultura, contribuindo para a inclusão social e a valorização das culturas urbanas.
O projeto Sankofonando Hip-Hop, Os Cinco Elementos propõe a circulação de atividades culturais em escolas públicas de Ceilândia, território marcado por forte produção cultural periférica e significativa presença da cultura Hip-Hop como forma de expressão, resistência e construção de identidade.A realização de oficinas e palestras dentro do ambiente escolar amplia o acesso à cultura de forma descentralizada, levando conteúdos artísticos e formativos diretamente aos estudantes, muitos dos quais possuem acesso limitado a equipamentos culturais. A proposta de circulação fortalece o alcance do projeto, permitindo atender diferentes escolas e ampliar o impacto social das ações.O Hip-Hop, por meio de seus cinco elementos, constitui uma importante ferramenta de educação não formal, capaz de estimular a criatividade, o pensamento crítico e o protagonismo juvenil. Além disso, contribui para o enfrentamento de desigualdades sociais ao oferecer alternativas de expressão e pertencimento para jovens das periferias.A iniciativa também se destaca pelo compromisso com a acessibilidade, garantindo a presença de intérprete de Libras nas atividades, promovendo inclusão e equidade no acesso às ações culturais.Dessa forma, o projeto se justifica pela sua relevância cultural, social e educativa, ao democratizar o acesso à cultura, valorizar saberes periféricos e promover a formação cidadã por meio da circulação do Hip-Hop nas escolas Realização de palestras com abordagem decolonial, voltadas à reflexão crítica sobre cultura, identidade, território, ancestralidade e os processos históricos que impactam as populações negras e periféricas.As palestras serão conduzidas por profissionais, Palestrantes artistas com atuação nas áreas de cultura, educação e pensamento decolonial, promovendo diálogo com os participantes do projeto.Temas possíveis:Cultura Hip-Hop e resistênciaAncestralidade e identidade negraEpistemologias periféricasArte como ferramenta de transformação socialProtagonismo de mulheres negras na culturaFormato:Encontros presenciaisDuração média: 1h a 2h por palestraEspaço para interação e debate com o públicoUnidade: cachê por palestra Quantidade: (ex: 4 palestras) Valor sugerido: R$ 1.000 a R$ 3.000 por palestrante💡 Exemplo: 4 palestras x R$ 2.000 = R$ 8.000 🔹 JustificativaAs palestras decoloniais são fundamentais para ampliar a dimensão formativa do projeto, promovendo reflexão crítica e aprofundamento teórico sobre os contextos históricos, sociais e culturais que atravessam a cultura Hip-Hop.Ao incorporar perspectivas decoloniais, o projeto valoriza saberes não hegemônicos, fortalece identidades e estimula o pensamento crítico dos participantes, contribuindo para a formação cidadã e cultural.Essa abordagem dialoga diretamente com a proposta do Sankofonando no Hip-Hop, que busca resgatar referências ancestrais, promover consciência social e incentivar o protagonismo de jovens periféricos.Além disso, as palestras complementam as oficinas práticas, criando um ambiente de aprendizagem integrado entre teoria e prática, ampliando o impacto do projeto As palestras serão conduzidas por profissionais, pesquisadores e/ou artistas com atuação nas áreas de cultura, educação e pensamento decolonial, promovendo diálogo com os participantes do projeto.Temas possíveis:Cultura Hip-Hop e resistênciaAncestralidade e identidade negraEpistemologias periféricasArte como ferramenta de transformação socialProtagonismo de Jovens e mulheres negras na cultura O projeto se enquadra nos princípios estabelecidos no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, especialmente nos seguintes incisos:I, contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II, promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III, apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais, com ênfase nas expressões populares e urbanas; IV, proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira.No que se refere ao Art. 3º da mesma norma, o projeto contribui para o alcance dos seguintes objetivos:I, incentivar a formação artística e cultural, por meio da realização de oficinas e atividades educativas; II, fomentar a produção cultural e artística, ao promover a prática dos elementos do Hip-Hop; III, promover a difusão de bens culturais e o acesso da população às diversas formas de cultura; IV, estimular a formação de público e o desenvolvimento de consciência crítica em relação à cultura; V, valorizar conteúdos culturais que dialogam com a realidade social das periferias.
Etapas do ProjetoOficinas e Palestras produto principalPré-produção Duração, 02 meses Planejamento detalhado, definição de cronograma, articulação com escolas públicas de Ceilândia, formação da equipe, contratações, organização logística, desenvolvimento dos conteúdos pedagógicos e ações de divulgação.Execução Duração, 03 meses Realização de 12 oficinas e 10 palestras gratuitas nas escolas, contemplando os cinco elementos do Hip-Hop, rap, DJ, breaking, graffiti e conhecimento. As oficinas terão caráter prático e formativo, enquanto as palestras abordarão aspectos históricos, sociais e culturais do movimento. Inclui interação com os estudantes, atividades abertas à comunidade escolar e registros audiovisuais.Pós-produção Duração, 01 mês Organização e edição dos registros, avaliação dos resultados, elaboração de relatório final, sistematização das informações e prestação de contas.
O projeto Sankofonando no Hip-Hop dialoga diretamente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), contribuindo para metas globais relacionadas à educação, inclusão social, cultura e redução das desigualdades.Destacam-se os seguintes ODS:ODS 4 – Educação de Qualidade O projeto promove atividades formativas por meio de oficinas culturais e artísticas, ampliando o acesso ao conhecimento, estimulando a criatividade e fortalecendo processos educativos não formais, especialmente entre jovens de territórios periféricos.ODS 10 – Redução das Desigualdades Ao valorizar a cultura Hip-Hop e promover a participação de artistas e oficineiros de diferentes origens, o projeto contribui para a inclusão social e para a ampliação de oportunidades para grupos historicamente marginalizados.ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis A iniciativa fortalece a cultura local e incentiva a ocupação de espaços urbanos por meio de atividades culturais, promovendo pertencimento, identidade e valorização das comunidades.ODS 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico O projeto gera oportunidades de trabalho para artistas, produtores e técnicos da cultura, incentivando a economia criativa e a profissionalização no setor cultural.ODS 5 – Igualdade de Gênero Ao incentivar a participação de mulheres nas atividades e na equipe do projeto, promove equidade de gênero e fortalecimento da presença feminina na cultura Hip-Hop.
Detalhamento Técnico dos ProdutosO projeto Sankofonando Hip-Hop, Os Cinco Elementos é composto por 12 oficinas práticas e 10 palestras formativas, realizadas em escolas públicas de Ceilândia, com foco na formação cultural e artística baseada nos cinco elementos do Hip-Hop.Formato e Metodologia As oficinas serão presenciais, com abordagem teórico-prática, priorizando a participação ativa dos estudantes. Serão divididas por linguagem, MC, DJ, breaking e graffiti, com exercícios práticos, dinâmicas coletivas e experimentação artística.Projeto Pedagógico Baseado na educação não formal e na pedagogia Hip-Hop, o conteúdo será estruturado em módulos progressivos que contemplam introdução, prática e reflexão crítica. As atividades estimulam criatividade, expressão individual, consciência social e valorização cultural.Materiais UtilizadosOficina de DJ, controladoras, notebook, caixas de som, fones de ouvidoOficina de MC, microfone, caixa de som, bases instrumentaisOficina de Breaking, espaço adequado para prática corporal e somOficina de Graffiti, tintas spray, papel, lápis, canetas, superfícies para intervenção artísticaCapacidade de Atendimento Média de 20 a 30 participantes por oficina.
Produção Executiva Tainã Fulô Mulher NegraTainã Fulô nasceu em Belém e mudou-se ainda na infância para Brasília. É mãe, arte-educadora e grafiteira, com trajetória consolidada na cultura Hip-Hop.Seu primeiro contato com o graffiti ocorreu em 2008, na Ceilândia, território marcado pela forte presença da cultura urbana. A partir dessa vivência, desenvolveu uma sólida atuação artística, tornando-se uma das pioneiras do graffiti feminino no Distrito Federal, com mais de 16 anos de experiência.É fundadora da crew Minas na Rua Crew (MNR), uma das primeiras formações femininas de graffiti da cidade, contribuindo significativamente para a inserção e fortalecimento das mulheres na cena urbana.Sua produção artística está conectada à estética africana, à evocação da natureza, à espiritualidade e aos poderes femininos. Em seus trabalhos, utiliza letras estilizadas com sua assinatura Fulô, além de personagens femininos inspirados em suas vivências como artista afro-diaspórica.Tainã Fulô possui formação em Artes Plásticas e especialização em História da África e da Diáspora Atlântica. Atua como professora e arte-educadora, desenvolvendo oficinas e projetos culturais que dialogam com as matrizes africanas e afro-brasileiras.Coordenação de Produção Luh ClementeProdutora artística Escritora Mulher negra mestra de cultura com mais de 20 anos de atuação na cena cultural brasileira, com forte presença na cultura urbana, especialmente no Hip-Hop. Iniciou sua trajetória em 2003, atuando com curadoria e produção no Expressão Rap RJ e no projeto Garage RJ.Ao longo de sua carreira, colaborou com turnês internacionais, incluindo a do grupo Public Enemy, e atuou como radialista no programa Rima Rio, Das Ruas para o Rádio. Entre 2007 e 2009, trabalhou como produtora de elenco para cinema, televisão e publicidade, com foco na representatividade da cultura de rua.Em 2013, assumiu a produção executiva da Casa do Hip-Hop de São Bernardo do Campo e, desde 2015, atua como diretora executiva da Enfoco Urban, desenvolvendo ações de formação, cultura de base e grandes eventos.Entre 2017 e 2025, coordenou os coletivos Enfoco Mulheres e Enfoco Urban, com foco em gestão de projetos culturais, produção de shows, gerenciamento artístico, oficinas e palestras, com ênfase na equidade de gênero e no protagonismo periférico. É embaixadora da Bilboard WME Awards, sendo reconhecida por sua atuação na valorização da Cultura urbanaPalestrante Cláudia MacielCláudia Maciel é mulher negra, moradora de Samambaia Sul, no Distrito Federal, brasiliense, 37 anos, mãe e atuante na cultura periférica. É graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, graduanda em Serviço Social e pós-graduanda em Assessoria em Comunicação Pública e Assessoria de Imprensa.Em 2006, a partir de seu trabalho de conclusão de curso, fundou a CUFA DF e posteriormente a Rede Urbana de Ações Socioculturais, atuando como coordenadora de comunicação em ambas. Também foi coordenadora de comunicação do projeto Jovem de Expressão, iniciativa da Caixa Seguradora em parceria com UNESCO, UNODC e RUAS.Como assessora de imprensa, atuou nas empresas Casa da Redação Assessoria e Comunicação, Prospecting Marketing e Comunicação e Magneto Comunicação. No rádio, trabalhou por 8 anos como produtora, locutora e roteirista no programa Ação Periferia, veiculado pela Empresa Brasil de Comunicação, na Rádio Nacional AM Brasília.Palestrante Simoni Santos Mulher NegraSimoni Santos é MC, rapper, produtora cultural, ativista e presidente da Aliança Negra Posse 1988. Atua na cultura Hip-Hop desde 1989, sendo uma das pioneiras do rap feminino no Brasil, com trajetória marcada pela articulação entre música, militância e ações culturais de base comunitária.Iniciou sua caminhada no final da década de 1980, inspirada pela efervescência da cultura de rua nas periferias. Em 1993, fundou o grupo Defesa de Rua, consolidando sua atuação como artista engajada nas pautas sociais, raciais e de gênero.Ao longo de sua trajetória, participou de importantes iniciativas culturais, como a Primeira Semana de Cultura Hip-Hop da Ação Educativa, além de integrar e Entre 2025 e 2026 realiza shows, oficinas culturais e apresentações no estado de São Paulo, abordando temas como empoderamento da mulher negra, combate ao racismo e fortalecimento da cultura Hip-Hop.Desenvolve ações culturais e educativas voltadas a crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social.Oficineira – Oficina de MC Scheyla OliveiraScheyla Oliveira é ativista cultural e liderança comunitária, com atuação destacada na cultura Hip-Hop nos últimos anos, desenvolvendo ações voltadas à inclusão social, igualdade racial e empoderamento de mulheres e comunidades periféricas.Em 2024, realizou a live Hip-Hop e Autismo, reunindo pais e mães atípicas da cultura Hip-Hop, e participou da live Mulherismo Afrikana, em parceria com o coletivo Maria Felipas de Oliveira. No mesmo ano, recebeu certificado de honra ao mérito pela contribuição à construção nacional do Hip-Hop, concedido pelo GT Hip-Hop Paraná. Atuou também na coordenação da economia solidária do Encontro de Hip-Hop em Curitiba, além de participar do Seminário Saúde Sem Racismo, em Brasília, e do Observatório de Saúde nas Periferias. Em 2025, iniciou o projeto Escola de Hip-Hop na Associação de Moradores Rouxinol, fortalecendo ações de base comunitária.Oficineira – Oficina de Graffiti Mulher Negra Tainã FulôTainã Fulô iniciou sua trajetória no graffiti em 2008, na Ceilândia, território marcado pela forte presença da cultura urbana. A partir dessa vivência, desenvolveu uma atuação sólida, tornando-se uma das pioneiras do graffiti feminino no Distrito Federal, com mais de 16 anos de experiência.É fundadora da crew Minas na Rua Crew (MNR), uma das primeiras formações femininas de graffiti da cidade, contribuindo significativamente para o fortalecimento da presença das mulheres na cena urbana.
Asseguramos as medidas de acessibilidade física e de conteúdo, garantindo a participação ampla e inclusiva do público nas escolas públicas de Ceilândia. No que se refere à acessibilidade física, as atividades serão realizadas em espaços escolares que possuam condições adequadas de locomoção, incluindo rampas de acesso, banheiros adaptados e circulação acessível para pessoas com mobilidade reduzida. Quando necessário, serão adotadas soluções complementares para garantir o pleno acesso aos ambientes onde ocorrerão as oficinas e palestras. Em relação à acessibilidade de conteúdo, o projeto contará com intérprete de Libras em todas as atividades, assegurando a participação de pessoas . Também serão utilizados recursos de comunicação acessível, como linguagem clara e mediação inclusiva durante as oficinas e palestras. Sempre que possível, serão disponibilizados materiais de apoio adaptados e estratégias que facilitem a compreensão dos conteúdos apresentados. As ações propostas visam não apenas cumprir requisitos legais, mas promover uma experiência cultural inclusiva, democrática e acessível a todos os públicos, ampliando o alcance e o impacto social do projeto.Os registros das atividades, como vídeos e fotos, serão disponibilizados em plataformas digitais, ampliando o acesso para além do público presencial e contribuindo para a difusão da cultura Hip-Hop.Dessa forma, o projeto assegura acesso gratuito, descentralizado e inclusivo, fortalecendo o alcance social e cultural das ações propostas.
Todas as oficinas e palestras serão realizadas em escolas públicas de Ceilândia, com acesso direto aos estudantes e à comunidade escolar, garantindo ampla participação.A divulgação será feita por meio de redes sociais, comunicação institucional das escolas e articulação com a comunidade local, ampliando o alcance das ações e incentivando a participação do público.Como medidas complementares de democratização de acesso, o projeto prevê a realização de atividades abertas, como apresentações e momentos de interação ao final das oficinas, permitindo a participação de familiares e da comunidade. Também serão promovidas oficinas paralelas e ações formativas que ampliem o contato do público com os elementos do Hip-Hop.