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Brazlândia - Território Hip hop

Início: 04/01/2027Término: 30/08/2027Aceite: 20/04/2026

Resumo

O projeto realizará um ciclo formativo em cultura hip hop para jovens de territórios periféricos de cidade do interior (Brazlândia), com duração de 7 meses. Serão ofertadas oficinas de grafite, breaking, rima, produção cultural, inglês aplicado ao hip hop e rimas, artesanato aplicado à estética urbana e território/educação ambiental, organizadas em três eixos: expressão artística, formação profissional e território/identidade. A iniciativa promove acesso à cultura, desenvolve habilidades criativas e profissionais e fortalece a cultura urbana local. Como resultado, será realizada uma mostra pública com apresentações e produtos desenvolvidos pelos participantes.

Sinopse

O conjunto de produtos formativos do projeto é composto por oficinas que dialogam diretamente com a realidade de Brazlândia, organizadas em três eixos integrados: expressão artística, formação profissional e território/identidade. Cada oficina atende a necessidades específicas do território, ampliando oportunidades para a juventude e fortalecendo a cultura urbana local.No eixo de Expressão Artística, as oficinas de rima, grafite e breaking desenvolvem criatividade, técnica e expressão corporal, fortalecendo práticas já presentes no cotidiano dos jovens da cidade.A oficina de rima trabalha oralidade, escrita criativa e improviso, dando aos participantes ferramentas para narrar suas vivências e fortalecer sua autoestima.A oficina de grafite aborda desenho, composição e pintura mural, permitindo que os jovens transformem espaços urbanos por meio de intervenções autorizadas, gerando pertencimento e valorização comunitária.A oficina de breaking desenvolve coordenação, disciplina, consciência corporal e criação coreográfica, sendo uma alternativa potente de lazer saudável e expressão artística.No eixo de Formação Profissional, a oficina de produção cultural apresenta noções de gestão, planejamento, elaboração de eventos e organização comunitária, oferecendo competências reais de atuação no setor cultural. Já a oficina de inglês aplicado amplia repertório e oportunidades, especialmente para jovens que buscam se inserir no mercado criativo, consumo de referências internacionais do hip hop e circulação de produções culturais.No eixo de Território e Identidade, as oficinas de artesanato aplicado à estética urbana e de território/educação ambiental conectam tradição local, sustentabilidade e cultura urbana.O artesanato aplicado ressignifica técnicas tradicionais, integrando-as à estética das ruas, fortalecendo economia criativa e geração de renda e autoestima periférica.A oficina de território e educação ambiental promove reconhecimento do espaço onde os jovens vivem, estimulando leitura crítica da cidade, cuidado com áreas comunitárias, práticas sustentáveis e valorização da identidade local.Ao final, todos os produtos serão compartilhados com a comunidade por meio da Mostra Cultural, que apresentará performances, murais, batalhas, intervenções e demais resultados das oficinas, garantindo ampla democratização de acesso e fortalecendo o vínculo entre juventude, cultura urbana e território.

Objetivos

O objetivo geral do projeto é promover uma formação integrada em cultura hip hop para jovens de territórios periféricos de cidade do interior - Brazlândia, articulando expressão artística, qualificação profissional e valorização do território, a fim de ampliar o acesso à cultura, fortalecer identidades locais e desenvolver competências criativas vinculadas à economia cultural. O objetivos específicos são: - Realizar 2 meses de pré-produção com organização pedagógica, mobilização dos participantes, definição dos espaços, preparação dos materiais e preparação de pessoal. - Executar 5 meses de oficinas contínuas, ofertando 5 oficinas semanais e totalizando cerca de 100 encontros formativos. - Atender até 12 jovens por oficina, garantindo acompanhamento contínuo e metodologias adequadas aos grupos atendidos. - Desenvolver oficinas fixas de grafite, breaking e rima ao longo de todo o período formativo. - Implementar ciclos rotativos de produção cultural, inglês aplicado ao hip hop, artesanato aplicado à estética urbana e território/sustentabilidade como complementação profissional e cidadã. - Realizar ao menos 5 vivências em espaços públicos da cidade, abordando leitura do território, turismo cultural periférico e práticas sustentáveis na cultura urbana. - Produzir ao menos 2 intervenções coletivas de grafite no território e registro audiovisual do processo formativo. - Realizar 1 mês de pós-produção, incluindo a organização da mostra final, certificação dos participantes, consolidação dos produtos culturais e avaliação dos resultados. - Promover uma mostra pública com apresentações artísticas dos alunos participantes das oficinas artísticas, exposição visual e devolutiva dos resultados à comunidade e entrega dos certificados aos participantes que foram qualificados ao longo das oficinas para atuação futura em frentes da economia criativa, como produção cultural, criação artística e empreendimentos de base comunitária.

Justificativa

O projeto necessita do Mecanismo de Incentivo à Cultura para garantir a execução, continuidade, a gratuidade e a qualidade pedagógica de uma formação integrada em cultura Hip Hop em cidade do interior, onde há baixa oferta de cursos culturais regulares e ausência de financiamento estrutural para ações formativas e culturais. A iniciativa se enquadra diretamente nas finalidades do Pronac, conforme os incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313/91, pelos seguintes motivos: - O projeto facilita o acesso de jovens periféricos às fontes da cultura ao ofertar oficinas gratuitas de grafite, breaking, rima, produção cultural e território/sustentabilidade, garantindo pleno exercício dos direitos culturais. - Promove a regionalização da produção cultural ao fortalecer artistas, linguagens urbanas e identidades periféricas em uma cidade do interior, valorizando criadores locais e conteúdos regionais. _ Apoia e difunde manifestações culturais ao oferecer formação contínua em hip hop e gerar produtos culturais públicos (intervenções visuais, apresentações e mostra final). _ Protege expressões culturais de grupos formadores da sociedade brasileira, ao reconhecer o hip hop como linguagem identitária das juventudes periféricas e promover sua prática de forma institucionalizada. _ Salvaguarda modos de criar e viver característicos da cultura urbana, preservando conhecimentos, técnicas e práticas do grafite, da dança urbana, da rima e das estéticas periféricas. Em relação ao Art. 3º da Lei nº 8.313/91, o projeto atende de forma efetiva aos seguintes objetivos operacionais: _ Instala cursos de caráter cultural ao estabelecer oficinas contínuas, estruturadas pedagogicamente e com acompanhamento sistemático de jovens ao longo de 5 meses. _ Estimula a participação de artistas locais e regionais ao contratá-los como instrutores, fortalecendo a cadeia cultural do território e ampliando a inserção de profissionais do interior em ações educativas. _ Fomenta a produção cultural ao viabilizar apresentações públicas, intervenções de grafite e produtos artísticos derivados do processo formativo. _ Estimula o conhecimento dos bens e valores culturais ao realizar vivências de leitura do território, turismo cultural periférico e sustentabilidade urbana em espaços públicos da cidade. _ Desenvolve ação cultural relevante ao articular formação artística, identidade territorial e economia criativa, dimensões que não são contempladas por outras políticas locais. A utilização da Lei de Incentivo é fundamental para garantir a gratuidade, a contratação de profissionais especializados, a produção de materiais pedagógicos e artísticos, o uso qualificado de espaços públicos, a continuidade das oficinas e a realização da mostra final. Sem este mecanismo, o município não dispõe de meios para sustentar uma formação integrada, acessível e estruturada, o que comprometeria o impacto social e cultural esperado no território.

Etapas

PRÉ-PRODUÇÃO – 2 meses (aprox. 8 semanas / 60 dias) Período destinado à estruturação integral do projeto, garantindo condições técnicas, operacionais e metodológicas para sua execução. A direção geral será responsável pela condução estratégica, validação de parcerias e supervisão das etapas iniciais. A coordenação de projeto atuará na organização pedagógica, definição das metodologias, elaboração do cronograma detalhado e alinhamento da equipe de oficineiros. A gestão administrativa será responsável pela formalização de contratos, organização financeira, contratação de serviços e viabilização logística, incluindo a definição e locação dos espaços, assegurando acessibilidade e infraestrutura adequadas.Paralelamente, a equipe de comunicação atuará na criação da identidade visual, desenvolvimento de peças gráficas e planejamento de conteúdo digital, com foco na divulgação e mobilização do público para as inscrições. Também serão realizados processos de seleção e contratação da equipe técnica, elaboração de materiais didáticos e definição dos instrumentos de acompanhamento pedagógico. Ao final deste período, o projeto estará plenamente organizado, com equipe estruturada, cronograma definido e público mobilizado para o início das atividades.EXECUÇÃO – 5 meses (aprox. 20 semanas / 150 dias)Fase dedicada à realização contínua das oficinas de rima, grafite e breaking, realizadas semanalmente. Todas as atividades serão transmitidas ao vivo pela internet para ampliar o acesso ao público que não pode participar presencialmente. Durante este período também ocorrerão as ações formativas paralelas em espaços públicos: batalhas de rima na praça central, intervenção de grafite em área autorizada e ensaio aberto de breaking em espaço comunitário. Essa etapa compreende ainda acompanhamento pedagógico, produção dos conteúdos, ensaios, registros audiovisuais e preparação dos participantes para o evento de culminância. São 20 semanas de atividades formativas intensivas, garantindo desenvolvimento técnico e artístico consistente. As oficinas de artesanato, inglês, educação ambiental, produção cultural serão rotativas mês a mês, sendo incluídas no elemento conhecimento de forma a garantir a formação complementar e diversidade formativa e cultural que a localidade precisa.PÓS-PRODUÇÃO – 1 mês (aprox. 4 semanas / 30 dias)Etapa final voltada à consolidação dos resultados. Inclui a realização do evento final aberto ao público, apresentação dos trabalhos desenvolvidos nas oficinas, entrega dos certificados aos participantes e sistematização dos conteúdos produzidos. Também são realizadas ações de avaliação das oficinas pelos alunos e monitoramento dos resultados do projeto, edição de materiais audiovisuais, organização de arquivos e elaboração da prestação de contas. Ao longo das 4 semanas, o projeto encerra suas atividades com registro, avaliação e devolutiva à comunidade.

Especificação técnica

OFICINA DE RIMAObjetivo: Desenvolver escrita criativa, improviso e expressão oral, estimulando pensamento crítico e fortalecimento identitário.Conteúdos: Métrica, flow, dicção, construção de versos, storytelling e consciência rítmica.Metodologia: Aulas práticas, exercícios de escrita, desafios guiados e rodas de improviso.Resultados esperados: Jovens capazes de criar letras autorais, aprimorar comunicação e participar de batalhas de rima de forma consciente.OFICINA DE GRAFITEObjetivo: Ensinar fundamentos do desenho e da arte urbana, promovendo intervenção estética positiva no território.Conteúdos: Técnicas de spray, composição, uso de cores, segurança e desenho aplicado a mural.Metodologia: Práticas de desenho, estudos de referência, exercícios técnicos e mural coletivo em espaço autorizado.Resultados esperados: Produção de peças visuais autorais e intervenção pública que fortaleça identidade e pertencimento.OFICINA DE BREAKINGObjetivo: Desenvolver coordenação motora, disciplina, musicalidade e expressão corporal própria do breaking.Conteúdos: Top rock, footwork, freezes, dinâmicas coreográficas e improviso.Metodologia: Treinos dirigidos, práticas individuais e coletivas, batalhas amistosas e ensaio aberto com a comunidade.Resultados esperados: Evolução técnica dos participantes e apresentação pública com coreografia coletiva.OFICINA DE PRODUÇÃO CULTURALObjetivo: Capacitar jovens para planejar, organizar e executar ações culturais no território.Conteúdos: Noções de gestão, produção de eventos, elaboração básica de projetos, organização de equipe e comunicação.Metodologia: Aulas expositivas, estudos de caso, exercícios de planejamento e simulações de produção.Resultados esperados: Participantes aptos a apoiar produções locais e compreender etapas da cadeia cultural.OFICINA DE INGLÊS APLICADOObjetivo: Ampliar repertório linguístico relacionado à cultura urbana e práticas artísticas.Conteúdos: Vocabulário funcional, expressões do hip hop, apresentações pessoais e leitura simples de materiais da área.Metodologia: Aulas dinâmicas, escuta de músicas, análise de vídeos e exercícios práticos de conversação.Resultados esperados: Capacidade de leitura básica, comunicação introdutória e ampliação de acesso a referências internacionais.OFICINA DE ARTESANATO APLICADO À ESTÉTICA URBANAObjetivo: Integrar técnicas de artesanato à estética do hip hop e incentivar produção criativa local.Conteúdos: Customização, pintura manual, estamparia simples, produção de acessórios e objetos decorativos.Metodologia: Oficinas práticas com materiais acessíveis, criação de peças autorais e exposição final na mostra cultural.Resultados esperados: Itens produzidos pelos jovens e estímulo à economia criativa comunitária.OFICINA DE TERRITÓRIO E EDUCAÇÃO AMBIENTALObjetivo: Desenvolver consciência territorial e práticas sustentáveis vinculadas ao cotidiano da comunidade.Conteúdos: Leitura de território, cuidado ambiental, uso adequado de espaços públicos, resíduos e sustentabilidade.Metodologia: Aulas dialogadas, caminhadas exploratórias, mapeamento comunitário e pequenas ações práticas.Resultados esperados: Jovens mais conscientes do papel social no cuidado com o território e capazes de propor intervenções positivas.

Ficha técnica

Dirigente - Diretor Geral - RoniRONI CÉZAR DA SILVA SANTOS (BBOY RONI) atua na cultura hip-hop desde 1989, com trajetória consolidada como dançarino de breaking, produtor cultural e coordenador de projetos socioculturais. Fundador do grupo Black Spin Breakers, referência nacional na dança urbana, acumulou experiências em competições e eventos no Brasil e no exterior, incluindo países da Europa e América Latina. Ao longo de sua trajetória, desenvolveu forte atuação na gestão e execução de projetos culturais, sendo responsável pela organização de eventos, oficinas, espetáculos e ações formativas voltadas à juventude e à periferia. Possui experiência como coordenador de equipes, articulador cultural e dirigente de iniciativas comunitárias, com histórico de realização de projetos relevantes como encontros de bboys e bgirls, festivais, batalhas e ações culturais em escolas e territórios periféricos. Sua atuação integra produção cultural, formação artística e desenvolvimento social, consolidando-se como liderança no movimento hip-hop do Distrito Federal.Coordenador de Projeto - GarcezIVAN GARCEZ ALVES (GARCEZ / MC QUALHADA) atua há mais de 20 anos no movimento hip-hop, com experiência nas áreas de rap, graffiti, produção cultural e formação artística. É presidente da ONG Recanto Crew (REC) há mais de 8 anos, onde exerce funções de gestão institucional, coordenação de projetos e articulação comunitária no Distrito Federal. Possui ampla atuação na produção e execução de eventos culturais, esportivos e educativos, incluindo festivais, batalhas de rima, ações em escolas públicas e projetos sociais voltados à juventude. Atua como mestre de cerimônia, oficineiro, produtor e agente cultural, com experiência em iniciativas como Hip Hop nas Escolas, Hip Hop Contra a Fome, Festival 360º, Rima Forte e outras ações contínuas no território. Também integra o Conselho Regional de Cultura do Recanto das Emas, contribuindo para o fortalecimento das políticas culturais locais. Sua trajetória é marcada pela atuação direta em comunidades periféricas, com foco na formação cultural e no impacto social.ARTE EDUCADOR - BREAKERICK NAVARRO MACHADO INÁCIO (NAVARRO 061) é bboy e arte-educador com trajetória iniciada em 2008, destacando-se na cena do breaking do Distrito Federal. Conhecido anteriormente como Bboy Amarelo, construiu reconhecimento por meio de participações em batalhas, produções audiovisuais e circulação no cenário cultural urbano. Possui mais de 50 títulos em campeonatos de breaking, com premiações em eventos regionais e nacionais, além de participação como jurado em competições e convidado em eventos de relevância, como etapas do Red Bull BC One em Brasília. Atua como oficineiro e agente cultural, desenvolvendo atividades formativas voltadas à dança breaking e à cultura hip-hop, contribuindo para a formação de novos artistas e para o fortalecimento da cena local. Também representa o Distrito Federal em eventos em outros estados, ampliando sua atuação artística e cultural.ARTE EDUCADOR - RIMASMISTEREMICI é arte-educador, rapper, MC, produtor cultural e assistente social, com mais de 20 anos de atuação no movimento hip-hop e experiência consolidada em processos formativos com jovens em territórios periféricos do Distrito Federal. Nascido e criado em Brazlândia, é membro fundador do Movimento Lazer, Esporte e Cultura (MoLEC), onde desenvolve ações voltadas à educação popular, cultura e saúde em parceria com instituições como Fiocruz Brasília e projetos apoiados pelo FAC-DF. Iniciou sua trajetória no breaking em 2001 e, ao longo dos anos, consolidou atuação como educador em oficinas de rima, rap e cultura hip-hop, utilizando a arte como ferramenta de expressão, construção de identidade e consciência crítica. Idealizador e coordenador de iniciativas culturais, como o evento Hip Hop Braz, também atua em projetos educativos em escolas e comunidades, com metodologias voltadas ao protagonismo juvenil, território e transformação social. Sua prática integra formação artística e atuação social, com foco na educação e no fortalecimento da cultura periférica.ARTE EDUCADOR - ARTESANATOJANETE CAVALCANTE é designer de moda, produtora cultural e arte-educadora, com atuação voltada ao artesanato aplicado à estética urbana e à economia criativa sustentável. Desenvolve oficinas de costura, bordado e reaproveitamento de materiais, promovendo geração de renda, criatividade e fortalecimento comunitário. Criadora da marca Flor em Laço, possui experiência em projetos como “Mãos Sustentáveis” e “Do Lixo ao Luxo”, voltados à capacitação e transformação de materiais em produtos com valor cultural e sustentável.GESTÃO ADMINISTRATIVA e PROJETOSBÁRBARA CAMPOS atua na área de gestão administrativa e produção cultural, com experiência na organização, planejamento e execução de projetos culturais. Possui atuação em elaboração de documentos, controle de cronogramas, apoio à prestação de contas e acompanhamento das etapas operacionais, contribuindo para a eficiência e conformidade dos projetos. Também desenvolve atividades relacionadas à comunicação, articulação de equipe e suporte à produção, garantindo o alinhamento entre planejamento e execução. Sua atuação é voltada à organização de processos, cumprimento de prazos e fortalecimento da gestão administrativa em iniciativas culturais.

Acessibilidade

O projeto garantirá acessibilidade física e de conteúdo durante todas as etapas das atividades formativas e da mostra final. A acessibilidade física será assegurada por meio da oferta de banheiros adaptados para pessoas com deficiência, instalação de rampas de acesso nos ambientes utilizados e guias para facilitar a locomoção de pessoas com deficiência visual.A acessibilidade de conteúdo será contemplada por recursos que ampliem a compreensão das ações e produtos do projeto, incluindo interpretação em Libras nas atividades formativas, caso haja pessoas surdas inscritas, e também nas ações públicas da culminância, legendas descritivas nos conteúdos audiovisuais e postagens das redes sociais e recursos de audiodescrição nos materiais selecionados. Essas medidas garantem participação plena, autonomia e equidade no acesso às práticas culturais desenvolvidas.

Democratização

Todas as oficinas do projeto serão totalmente gratuitas, garantindo que jovens de Brazlândia participem sem qualquer cobrança ou barreira financeira. A mobilização será ampla, com divulgação em escolas, centros comunitários e redes sociais, assegurando acesso equitativo ao público-alvo. Para ampliar o alcance, todas as oficinas serão transmitidas ao vivo pela internet, e ficarão gravadas como vídeo no Canal do YouTube do projeto, possibilitando que pessoas que não possam estar presencialmente acompanhem o conteúdo formativo também posteriormente.O projeto também realizará algumas ações formativas paralelas em espaços públicos da cidade, principalmente de educação ambiental e territórios, de modo a aproximar a comunidade do processo pedagógico. Nas oficinas de rima, serão realizadas Batalhas de Rima abertas na praça central de Brazlândia, estimulando a participação do público e valorizando a cultura local. Nas oficinas de grafite, os participantes desenvolverão ao menos uma intervenção artística em área pública previamente autorizada, democratizando o acesso ao produto cultural e valorizando a identidade visual da cidade. Já nas oficinas de breaking, haverá ensaios abertos em espaço comunitário, permitindo que a população acompanhe o desenvolvimento técnico dos jovens e querendo, participem também do ensaio.A mostra cultural de culminância também funcionará como ação de democratização de acesso, por ser totalmente aberta ao público, apresentando os resultados das oficinas e oferecendo à comunidade a oportunidade de conhecer, vivenciar e dialogar com as manifestações do hip hop desenvolvidas ao longo do projeto. Estas estratégias asseguram ampla participação, visibilidade e circulação do conhecimento artístico produzido.