Início: 02/04/2027Término: 31/12/2030Aceite: 20/04/2026
Realizar a 11° edição do Festival Katsura Matsuri, em Iguape - SP. O tradicional festival anual visa a preservação e difusão das tradições do "Berço da Colonização Japonesa no Brasil". O evento contempla a realização de apresentações artísticas de música e danças típicas, exposição de acervo fotográfico e objetos históricos da colônia, gincanas culturais e atividades formativas por meio de oficinas e workshops gratuitos à comunidade, para público de todas as idades. O projeto busca salvaguardar o patrimônio imaterial da região e promover o acesso democrático à diversidade cultural oriental e da população caiçara local. Todas as ações serão gratuitas, com acessibilidade e ampla divulgação local.O Festival Katsura Matsuri, nunca foi contemplado por editais, também nunca foi inscrito e nem executado pela Lei Rouanet.
- Oficina de Capacitação em Formatação e Gestão de Projetos Artísticos (aula expositiva com demonstração de exemplos de projetos aprovados e noções básicas de como se faz uma gestão cultural, voltado para artistas locais que possuem ideias e projetos que ainda não foram executados, tempo de duração de 2h, a partir dos 18 anos);- Oficina de Shodô (arte da escrita japonesa sem tirar o pincel do papel); - Oficina de Pintura (técnica básica como profundidade, perspectiva da pintura em papel)- Oficina de Mangá (arte em forma de quadrinhos japonês, muito difundido no Brasil e exterior. A oficina em nível básica permite que o aluno tome contato com a técnica do desenho, onde poderá desenvolver seu próprio desenho de algum personagem que gostaria)- Oficina de Origami (arte japonesa da dobradura em papel. Visa o aprimoramento manual, criativo e lapidamento do sentimento, através da técnica japonesa da arte de dobrar o papel incutido de um sentimento do fazer. Antes da oficina será contada a história da Lenda dos Mil Tsurus (realizador de pedidos) e será lançado o desafio dos Mil Tsurus dentro do festival. Caso a meta seja batida, a Associação Nipo-brasileira de Iguape se compromete depois do festival fazer uma exposição itinerante pelas escolas públicas da cidade, onde todos os Tsurus serão expostos durante 1 semana em cada escola, com um banner explicativo sobre a lenda, e do sentimento para aquela escola através dos Tsurus de paz, saúde e prosperidade para os alunos, professores e funcionários.- Diversos Grupos em Apresentação de Taikô - performance artística tradicional japonesa baseada no uso de tambores de diferentes tamanhos (principalmente o nagadō-daiko em forma de barril), unindo ritmo intenso, coreografia vigorosa, força física e energia espiritual. Considerado "bater com a alma", reflete história, disciplina e trabalho em grupo.- Grupo de Dança Katsura no Saisei é um grupo de dança tradicional japonesa (odori) formado por mulheres, que realiza danças clássicas que transmitem histórias e emoções através de movimentos graciosos, imergindo o público na cultura japonesa. - O grupo Saito Satoru Ryukyu Dojo traz a beleza do Ryukyu Buyo, a tradicional dança de Okinawa. Uma apresentação que une tradição e modernidade, com coreografias que expressam a cultura e a história do povo okinawano.- Naomi Maeda e Harumi Miyamura são cantoras da comunidade nipo-brasileira que frequentemente se apresentam juntas em festivais de cultura japonesa no Brasil, O repertório delas é variado e inclui música tradicional e clássicos do gênero enka, e gêneros mais modernos e agitados, como J-Pop e Rock Japonês. As apresentações contam com interação com o público. - A apresentação musical de Bruna Higs é marcada por performances técnicas e potentes, destacando-se sua participação como semifinalista no programa Canta Comigo 4 (Record TV). Ela é conhecida no meio musical por ser campeã brasileira do Karaoke World Championship (KWC) e ter alcançado o 3º lugar no mundial, além de atuar como professora de técnica vocal (Belting Contemporâneo).
Objetivo GeralA realização XI Festival Katsura Matsuri, tem como objetivo:1. Comemorar o 114° Aniversário de instalação da "Primeira Colônia Japonesa no Brasil"2. Difundir a cultura japonesa;3. Destacar a importância da participação dos japoneses no processo de colonização do Brasil;4. Resgatar a história da "Colônia Katsura", como primeiro núcleo de colonização japonesa no Brasil, instalada no Bairro do Jipovura, Município de Iguape-SP;5. Consolidar o evento como parte integrante do calendário de eventos culturais do município;6. Reconhecer e homenagear as famílias pioneiras da "Colônia Katsura".Objetivo específicoO XI Festival Katsura Matsuri terá três dias de duração e, a partir de curadoria, abrigará:1) 12 APRESENTAÇÕES de shows típicos da cultura japonesa, como Taikô, Dança e Shows Musicais, divididos ao longo dos dias.2) 01 EXPOSIÇÃO de fotos e objetos da Colônia Katsura durante todo o Festival.3) 01 CONCURSO de Cosplay com premiação.4) 04 OFICINAS ARTÍSTICAS GRATUITAS, sendo Oficina de Shodô (arte da escrita japonesa sem tirar o pincel do papel); Oficina de Pintura (técnica básica como profundidade, perspectiva da pintura em papel); Oficina de Mangá (arte em forma de quadrinhos japonês, muito difundido no Brasil e exterior. A oficina em nível básica permite que o aluno tome contato com a técnica do desenho, onde poderá desenvolver seu próprio desenho de algum personagem que gostaria); Oficina de Origami (arte japonesa da dobradura em papel. Visa o aprimoramento manual, criativo e lapidamento do sentimento, através da técnica japonesa da arte de dobrar o papel incutido de um sentimento do fazer. Antes da oficina será contada a história da Lenda dos Mil Tsurus (realizador de pedidos) e será lançado o desafio dos Mil Tsurus dentro do festival. Caso a meta seja batida, a Associação Nipo-brasileira de Iguape se compromete depois do festival fazer uma exposição itinerante pelas escolas públicas da cidade, onde todos os Tsurus serão expostos durante 1 semana em cada escola, com um banner explicativo sobre a lenda, e do sentimento para aquela escola através dos Tsurus de paz, saúde e prosperidade para os alunos, professores e funcionários.As oficinas de Shodô, Mangá, Origami e Pintura são totalmente gratuitas e voltados para jovens a partir dos 9 anos e adultos no geral.5) 01 AÇÃO FORMATIVA EM CAPACITAÇÃO: Oficina de Capacitação em Formatação e Gestão de Projetos Culturais, totalmente gratuita e com média de 40 pessoas e duração de 3h. A oficina tem foco em viabilizar financeiramente a produção cultural, destinado aos artistas que fazem sua própria produção, aos produtores locais e interessados no assunto. Haverá estudo de cases de sucesso de projetos aprovados e realizados. Essa oficina será ofertada para os equipamentos culturais já existentes da cidade (ex. Fábrica de Cultura) com o intuito de capacitar os jovens interessados na formatação, escrita e gestão de projetos, desde a sua concepção, até prestação de contas. Vale lembrar que o foco da oficina é capacitar jovens e adultos mais vulneráveis que já frequentam a Fábrica de Cultura, sendo que a divulgação também será direcionada para esse público;6) COMÉRCIO DE PRODUTOS E COMIDAS TÍPICAS DA CULTURA JAPONESA E TAMBÉM DA REGIÃO. Serão 36 boxes em Pavilhão onde se realiza o Festival; com isso pretendemos dar oportunidade para pequenos expositores/artesãos da região divulgar e comercializar seus produtos e serviços, pois muitas vezes esses pequenos comerciantes/artesãos tem dificuldades de divulgar e comercializar seus produtos devido a ausência de feiras e eventos na região.
A imigração japonesa contribuiu ao longo da história, e ainda contribui, para a formação cultural do povo brasileiro e para o desenvolvimento social e econômico do Brasil e, especialmente, do Estado de São Paulo. A efetiva e formal instalação de colônias japonesas no Brasil ocorreu a partir do ano de 1913, tendo se iniciado pelo município de Iguape, que é reconhecido legalmente como o "Berço da Colonização Japonesa no Brasil". Nele, desenvolveu-se a principal atividade econômica da região, o cultivo do arroz, na colônia KATSURA, desde 9 de novembro de 1913, sendo esta o "marco zero da colonização japonesa no Brasil", uma vez que foi a primeira colônia japonesa oficialmente instalada no Brasil e decorrente de uma ação conjunta entre os governos brasileiro e japonês. O nome Katsura decorre de uma homenagem prestada ao, então, Primeiro Ministro do Japão, Taro Katsura, grande incentivador do projeto. Assim, o XI FESTIVAL KATSURA MATSURI valoriza a história cultural do município de Iguape e para a Edição de 2027 o Programa Rouanet do Interior será fundamental para sua realização. Assim, o projeto atinge os seguintes incisos do Art. 1º da Lei Nº 8.313: Inciso I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais: o Festival tem todas as atividades gratuitas e amplamente divulgadas à população de Iguape e região, que podem usufruir de shows, oficinas e atividades formativas, em localização central e com acessibilidade. Inciso II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais e Inciso III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores: ao fazer um resgate histórico do processo de colonização japonesa no Brasil, mantendo acesa a importância e preservação histórica do município de Iguape nesse contexto, o evento também será comemorativo ao 114° Aniversário de instalação da Primeira Colônia Japonesa no Brasil e se reveste de importância, por constituir-se num importante marco histórico do país e, especialmente, do município de Iguape. À época (29/04/1911), foi reconhecido como sendo o "Produtor do Melhor Arroz do Mundo", recebendo um Diploma de Honra Internacional, durante a 1ª Exposição Internacional da Indústria e do Trabalho, que ocorreu em Turim, na Itália. Assim, a divulgação da cultura japonesa e nipo-brasileira neste Festival volta-se para um público constituído de japoneses, seus descendentes e admiradores da cultura e população ribeirinha, atingindo todos os público de diferentes faixas etárias e condições sociais. Estima-se um público aproximado de 7.000 (sete mil) visitantes para o ano de 2027. Inciso IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional: A realização do projeto oferece condições para que o público conheça um pouco mais da cultura japonesa e do processo de colonização japonesa no Brasil, além disso, conheça um pouco mais da história do município de Iguape e o que este significou para a economia do Brasil. E por fim, contribui para o resgate histórico e à manutenção viva da cultura e história da colonização japonesa na região para a geração atual e futura. Além disso, estimular e aquece o setor da cultura e economia criativa na região, gerando oportunidade para artistas, comerciantes e artesãos locais divulgarem sua arte, produtos e serviços para a população e visitantes no evento. O presente projeto também contempla os seguintes objetivos do Art. 3º: Inciso II, alínea c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore: será o décimo primeiro ano de um Festival que já tornou-se tradicional na cidade e que em 2025 atingiu um público de 6 mil pessoas em 3 dias. Além do Festival contar também com exposição, oficinas de capacitação, de arte, desenhos, apresentações musicais, de dança e atividades artesanais, artísticas e culturais. Inciso III, alínea d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais: No pavilhão de eventos e exposições, de aproximadamente 3.000m², onde ocorre o Festival, haverá um palco principal para apresentações artísticas típicas da cultura folclórica japonesa, como o taikô, preservada pelos brasileiros, descendentes dos imigrantes japoneses, em rica troca e construção a partir das terras brasileiras. Além disso, haverá 36 boxes para comércio de produtos típicos da cultura japonesa e também da região (ribeirinhos, caiçaras e quilombolas), viabilizando oportunidade para pequenos expositores/artesãos da região divulgar e comercializar seus produtos, artesanato e serviços, pois muitas vezes esses pequenos comerciantes/artesãos tem dificuldades de divulgar e comercializar seus produtos devido a ausência de feiras e eventos na região. Inciso I, alínea c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos: o festival realizará diversas oficinas, dentre elas uma de capacitação em formatação e escrita de projetos para produtores, artistas e gestores locais sobre Editais e Leis de Incentivo, além de oficinas artísticas de mangá, shodô, origami e pintura. Inciso IV, alínea a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos: o festival democratiza o acesso, facilitando o livre acesso da população às fontes de cultura, ou seja, todas a atividades artísticas, culturais e de formação serão gratuitas. Além disso, são esperados os seguintes BENEFÍCIOS SOCIAIS E AMBIENTAIS: O festival KATSURA MATSURI traz, consigo, dois projetos de cunho socioambiental agregados, quais sejam: 1. PROJETO ITADAKIMASU: "Os japoneses valorizam muito os alimentos servidos e, comumente, antes de recebê-los, utilizam a expressão "itadakimasu", que pode ser traduzida como "agradecer o que se recebe" e, neste caso, significa "agradeço pela comida", carregando em seu sentido a intenção de aceitar humildemente o que está sendo oferecido. É uma iniciativa institucional que não se restringe apenas ao festival KATSURA MATSURI, mas sim, está presente em diversas atividades desempenhadas pela ACNBI, e se resume na composição de um fundo de recursos que, ao final de cada ano, é destinado à aquisição de cestas básicas que, por sua vez, são distribuídas às famílias carentes do município. No Festival KATSURA MATSURI, o ITADAKIMASU está presente por meio da captação direta de cestas básicas ou por meio da destinação de um percentual dos recursos gerados pelo evento. 2. PROJETO MOTTAINAI: é um termo japonês que pode ser considerado uma prática cultural e até mesmo um princípio de vida. Transmite a ideia que o desperdício e/ou mau uso de objetos e recursos, como alimentos e água, não é bem visto. Quando algo pode ser aproveitado de alguma maneira, costuma-se empregar esta expressão. "Mottainai" pode ser dito sozinho como uma exclamação "Que desperdício!", ou soar como uma orientação "Não desperdice, ainda dá para utilizar". O Mottainai, também, está presente nos eventos da ACNBI _ Associação Cultural Nipo-brasileira de Iguape, especialmente no KATSURA MATSURI. Jovens voluntários dos diversos programas socioesportivos da ACNBI empenham-se na orientação dos visitantes, assim como, na coleta, higienização, triagem e destinação de todos os resíduos reutilizáveis. No VII KATSURA MATSURI (2023), foram recolhidos: - 67 Kg de papelão; 48.2 Kg de latinhas de alumínio; 43,1 kg de garrafas pet; 31,3 kg de aparas de plástico; 5 Kg de tampinhas de garrafas pet; 2,5 kg de lacres de latinhas; 120 Kg de sobras de alimentos para criação doméstica de porcos. No IX KATSURA MATSURI (2025), houve o recolhimento para reaproveitamento e/ou reutilização correta de aproximadamente 500 kg de resíduos.
O Projeto tem cerca de 11 meses de duração, como segue:Pré-produção - 05 meses-Definir local e data;-Formatar o evento com apresentações, atividades e serviços a serem oferecidos ao público;-Definir a estrutura e os equipamentos necessários;-Elaborar o Projeto Estrutural Evento.-Definir a grade de apresentações artísticas;-Definir a grade de oficinas, gincanas e demais atividades paralelas;-Definir o formato da praça de alimentação;-Preparar o material e iniciar a campanha de divulgação do evento;-Definir o padrão de decoração do evento e iniciar a preparação do material;-Distribuir tarefas aos associados voluntários.Execução - 03 meses-Formalizar a contratação dos artistas;-Formalizar a participação dos grupos voluntários;-Formalizar a participação dos apoiadores e parceiros;-Formalizar a contratação da estrutura e dos equipamentos necessários;-Distribuição dos boxes de alimentação;-Prosseguir com a campanha de divulgação;-Prosseguir com a elaboração do material de decoração;-Definir o padrão e iniciar a elaboração do material de sinalização e orientação ao público dentro do pavilhão;-Expedir os convites formais às autoridades e demais convidados de interesse.-Instalar a estrutura e os equipamentos de som e iluminação;-Sinalizar as vias para acesso ao local do evento;-Decorar o pavilhão;-Mobiliar o pavilhão;-Instalar a sinalização e orientação ao público dentro do pavilhão;-Instalar os boxes de alimentação;-Instalar a estrutura para realização das oficinas e demais atividades paralelas;-Intensificar a campanha de divulgação.- Realização do Festival, com três dias de duraçãoPós-produção - 01 mês- Desprodução do local do evento- Elaboração de Relatório e prestação de contas
O produto principal é o Festival.O mesmo terá duração de 03 dias, sendo sexta-feira das 19h às 23h30, ou seja, 4h30 de duração; Sábado das 10h às 23h30, ou seja, 13h30 de duração e domingo das 11h às 19h, ou seja, 8h de duração.Duração total do festival em horas: 26 horas de programação, envolvendo 10 horas de Oficinas e cerca de 13 horas de apresentações artísticas.
O dirigente da Instituição, em -- (cor amarela) será responsável pela parte comercial e de contratação dos profissionais que estarão envolvidos na produção, coordenação e curadoria do XI FESTIVAL KATSURA MATSURI.Como segue:Coordenação do festival: Milton Sussumu Nomura Comercial: Jorge Haraki Junior (dirigente)Produtor executivo: Rogério Nagai Administrativo: Maria Stela Tobar Mariucci Comunicação: Lais Franco Financeiro: Torao Tadeu Nassuno Logística: Sérgio Shibata Musical: Hitiro Assano Coreografia: Neide Keiko Nishioka KiyoharaMilton Sussumu Nomura possui uma sólida trajetória acadêmica e profissional, unindo a segurança pública, o Direito e a gestão ambiental. Coronel da Reserva da Polícia Militar do Estado de São Paulo (desde 2014) e advogado inscrito sob a OAB 373.058, ele detém os títulos de mestre e doutor em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública. Sua formação também inclui o bacharelado em Direito pela Universidade Cruzeiro do Sul e especializações acadêmicas de destaque, como o mestrado em Ciências Ambientais pela USP e a pós-graduação em Gestão Ambiental pela UNICAMP. Em sua experiência profissional, destacou-se no comando da Polícia Militar Ambiental do Estado de São Paulo e na região do Alto Tietê, além de ter representado as Polícias Militares do Brasil junto ao CONAMA e atuado como conselheiro do CONSEMA entre 2010 e 2014. No âmbito educacional, lecionou Direito Ambiental na Academia de Polícia Militar do Barro Branco por uma década. Nomura também ocupou cargos estratégicos como assessor especial na FAESP e consultor ambiental na AMLURB, em São Paulo. Desde 2025, exerce a função de Secretário Municipal de Gestão e Planejamento da Prefeitura de Iguape. Paralelamente, mantém uma ativa participação na área social, com foco na preservação da cultura nipo-brasileira. Atuou como presidente da Associação Cultural Nipo-brasileira de Iguape (ACNBI), da qual é o atual vice-presidente, além de ocupar o cargo de diretor tesoureiro da União Cultural e Esportiva Sudoeste (UCES) e coordenar o Festival Katsura Matsuri desde 2018.Neide Keiko Nishioka Kiyohara, portadora do RG 16.882.219-2 SSP/SP, reside na Rua Ana Cândida Sandoval Trigo, 128, no bairro Canto do Morro, em Iguape/SP. Com formação de nível fundamental, atua profissionalmente como empresária e instrutora de idioma e tradições da cultura japonesa. Seu contato telefônico é (13) 9 9708-0844.Possui uma sólida trajetória dedicada à preservação das tradições nipônicas, exercendo a função de Instrutora de Língua Japonesa e ocupando, atualmente, o cargo de Diretora do Departamento Feminino da Associação Cultural Nipo-Brasileira de Iguape. Sua experiência profissional é marcada pela gestão de eventos e pelo fomento à cultura regional, com destaque para a produção cultural, onde auxilia na organização de festivais e concursos de Karaokê Amador.Além disso, demonstra forte capacidade de liderança e planejamento estratégico, atuando como Diretora do Grupo Católico Nipo-Brasileiro e coordenando o Grupo de Dança Tradicional Katsura no Saisei. Integra também a Comissão de Eventos do Festival Katsura Matsuri, onde contribui diretamente para o planejamento executivo e a curadoria cultural da festividade.ROGÉRIO NAGAI, Cursou pós-graduação em Fundamentos da Cultura e das Artes pelo Instituto de Artes da UNESP, além de bacharel em Ciências daComputação pela Universidade Santa Cecília. É ator profissional formado pelo Teatro-Escola Macunaíma desde 2004, além de produtor cultural, palestrante e empresário. Como ator trabalhou com importantes nomes nacionais e internacionais como José Renato (fundador do Teatro de Arena), Wanderley Martins, Alice K., Pietro Floridia (Itália), entre outros. Participou de inúmeros espetáculos teatrais, filmes publicitários e participações em novelas. Desde 2009 ministra cursos e workshops para potencializar a criatividade e vencer a timidez, tanto para grupos como empresas. Desde 2013 atuae dirige o espetáculo de teatro-documental “Os Três Sobreviventes de Hiroshima” dentro do projeto Sobreviventes pela Paz, atuando com mais 2 sobreviventes da bomba atômica. Em 2018 foi contemplado pelo Prêmio Zé Renato de Teatro através da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo do qual realizou a coordenação geral e atuou no espetáculo “O Legítimo Pai da Bomba Atômica” sob direção de Gabriela Rabelo, sendo indicado aos prêmios Aplauso Brasil de melhor Texto (Murilo Dias César) e melhor Figurino (Telumi Hellen). Em 2019 recebeu o Colar de Honra ao Mérito da ALESP – Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo pelos relevantes serviços prestados a comunidade em prol da paz. É idealizador e coordenador geral do projeto Sobreviventes pela Paz. Em 2020 e 2021 produziu o monólogo Gandhi – a ética inspiradora, vencedor de melhor espetáculo no Festival NaLona de Hortolândia e selecionado pelo Edital Qualicult de 2021 da Qualicorp. Em 2020 foi contemplado pelo ProAC Expresso Lab com exibição online do espetáculo “O Legítimo Pai da Bomba Atômica” pela Nagai Produções. Em 2021 produziu oespetáculo “Os Mundos de Chico Xavier” de Miguel Filliage com direção de Carlos Meceni que teve sua estreia no Teatro Municipal de Uberaba – MG. Em 2022 dirigiu o espetáculo “Sobreviventes do Holocausto”realizado com os próprios sobreviventes do Holocausto residentes no Brasil contemplado pelo ProAC Lab 2021. Em 2022 foi contemplado pelo Edital ProAC de Circulação para turnê pelo interior do estado de São Paulo com o espetáculo “Os três sobreviventes de Hiroshima” concorrendo com 486 projetos inscritos.
ARQUITETÔNICA: as apresentações serão realizadas em locais já acessíveis como rampas de acesso, espaços reservados para cadeirantes, iluminação adequada nos camarins, rotas de acesso até o palco e rotas para saída/entrada para o teatro, bem como reserva em vagas de estacionamento para pessoas PCD, obesas e mobilidade reduzidas. Nas visitas técnicas serão analisadas não só os quesitos técnicos, mas também de acessibilidade arquitetônica pensando no público e também no elenco, voluntários e funcionários. COMUNICACIONAL: durante o festival, haverá 2 ocasiões com intérprete em libras, onde a comunicação também será realizada em todo o material de divulgação tanto impresso como digital, além do vídeo teaser/trailer de divulgação com recurso em libras e também legendas. ATITUDINAL: a Associação Nipo-brasileira de Iguape tem como um dos fundamentos o reconhecimento da diversidade humana, a aceitação das diferenças e o princípio de equidade, portanto a produção do festival irá oferecer assistência aos espectadores com deficiência por meio de convênios e parcerias com entidades focadas nesse público, na busca de voluntários dessas entidades, para oferecer atendimento, suporte e orientações nos dias do festival. No caso da ausência da parceria, o corpo de voluntários receberá treinamento adequado para assistência desse público nos 3 dias de evento.
· A distribuição dos produtos culturais do projeto será gratuita e aberta ao público, com apresentações e oficinas sem comercialização de ingressos, garantindo o acesso irrestrito a pessoas de diversas condições socioeconômicas, nos três dias de festival. · Para ampliar ainda mais o alcance, serão realizadas distribuições de cartazes e flyers de divulgação em bairros periféricos da cidade, bem como casas de repouso, asilos, associações filantrópicas da terceira idade, etc.· Público estimado em média de 7.000 pessoas no total durante todos os 3 dias de festival, juntamente com as oficinas de capacitação, shows, exposição e oficinas no geral, todas com gratuidade.