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Godó- O mensageiro do Vale - Instrução e Arte itinerante em 03 Quilombos da Chapada Diamantina

Início: 15/01/2027Término: 30/10/2027Aceite: 21/04/2026

Resumo

A proposta de apresentação da peça teatral de artes cênicas " Godó - O mensageiro do Vale" em 03 Quilombos da Chapada Diamantina na Bahia é uma ação cultural itinerante que irá circular por 3 comunidades quilombolas: Tejuco em Palmeiras, Remanço em Lençóis e Barriguda em Mucugê ao longo do mês de março e abril de 2027 com gratuidade total de entrada, beneficiando diretamente 400 moradores das comunidades. A peça, que já circulou pelo Brasil e por Portugal, é um monólogo que possui uma narrativa com recurso do flashback e as apresentações sempre serão seguidas de um bate-papo entre o autor/ator e a plateia sobre o processo de criação do espetáculo, sobre informações históricas e contextuais da ficção em um formato didático/teatral. Godó é uma imersão no mundo mágico de uma região que se manteve praticamente isolada da civilização, o Vale do Pati, localizado dentro do Parque nacional da Chapada. O projeto terá duração total de 10 meses entre pré e pós-produção.

Sinopse

“Godó – O Mensageiro do Vale”“Godó – O Mensageiro do Vale” é um monólogo de aproximadamente 50 minutos que conduz o público por uma narrativa sensível e poética, estruturada em forma de flashback, onde memória, tempo e identidade se entrelaçam.Em cena, um único personagem — Godó — revisita suas vivências e trajetórias, assumindo o papel de mensageiro de histórias que atravessam gerações. Por meio de sua narrativa, o espetáculo evoca lembranças, encontros e deslocamentos, revelando camadas profundas da experiência humana, com forte conexão com o Vale do pati e a Chapada Diamantina e compartilha dos seus medos, viv~encias e cotidiano diante da eminência de ter que deixar o Vale , sua casa devido à proibição do plantio dentro do Parque nacional da Chapada A dramaturgia aposta na força da oralidade, na expressividade corporal e na interação simbólica com o público, criando uma atmosfera intimista e envolvente. Ao transitar entre passado e presente, Godó constrói pontes entre memórias individuais e coletivas, convidando o espectador a refletir sobre suas próprias histórias e raízes.Com linguagem acessível e abordagem sensível, o espetáculo dialoga com diferentes públicos, sendo especialmente potente em contextos comunitários, onde a valorização da memória e das narrativas locais ganha centralidade.Formato: MonólogoDuração: 50 minutosClassificação indicativa: Livre para todos os públicos

Objetivos

Objetivo GeralRealizar um espetáculo teatral itinerante em 03 territórios quilombolas da Chapada Diamantina: Barriguda em Mucugê, Remanso em Lençóis e Tejuco em Palmeiras, ao longo de 10 meses de projeto entre pré e pós-produção;Objetivos Especificos:Realizar ações nas comunidades de pré-produção acerca da ação cultural com as lideranças locaisdos quilombos;Produzir a proposta cultural de circulação em 03 territórios Quilombolas da Chapada Diamantina: Palmeiras, Lençóis e Mucugê. Realizar a peça teatral Godó, o Mensageiro do Vale no Quilombo do Tejuco, em Palmeiras, Bahia;Realizar a peça teatral Godó, o Mensageiro do Vale no Quilombo do Remanso em Lençóis, Bahia;Realizar a peça teatral Godó, o Mensageiro do Vale no Quilombo da Barriguda em Mucugê, Bahia;Realizar 03 rodas de Conversa com ator e equipe técnica da peça nas 03 localidades supracitadas;Realizar ações de divulgação e mobilização comunitária com agentes mobilizadores culturais locais;Registrar todas as ações da proposta nas 03 localidades em foto e vídeo;Registrar por meio de imagens com drone a chegada, montagem e encenação da peça nas comunidades quilombolas;Divulgar em mídias convencionais e digitais as ações contempladas pela proposta;Contribuir com o fortalecimento dos saberes tradicionais e identidade cultural de 3 quilombos da Chapada Diamantina;Prestar contas fisico/financeira do objeto cumprido desse edital conforme termo de excução.

Justificativa

O projeto de circulação da peça "Godó, O Mensageiro do Vale" em comunidades quilombolas do Tejuco (Palmeiras), Remanso (Lençóis) e Barriguda (Mucugê) na Chapada Diamantina (BA) é de suma importância pela necessidade de garantir o acesso democrático aos bens culturais em territórios historicamente marcados por vulnerabilidades socioeconômicas e baixa oferta de equipamentos e programações culturais contínuas. Nesse contexto, a utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, instituído pela Lei nº 8.313/1991, revela-se estratégica e indispensável para viabilizar financeiramente a execução do projeto, considerando:A ausência de bilheteria viável nessas localidades, o que inviabiliza a sustentabilidade do projeto por meios próprios;A necessidade de garantir gratuidade integral de acesso às comunidades beneficiárias;Os custos logísticos elevados para circulação em territórios rurais e de difícil acesso;A importância de fomentar ações culturais fora dos grandes centros urbanos, conforme diretrizes do Programa Rouanet Interior.O mecanismo de renúncia fiscal permite, portanto, a captação de recursos junto à iniciativa privada, promovendo a descentralização dos investimentos culturais e ampliando o alcance social da política pública de cultura. Essa proposta atende diretamente à vários incisos do Art 1º da Lei Rouanet:Inciso I _ Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;A nossa proposta irá relaizar as suas ações dentro das comunidades, nas áreas comunitárias do Quilombo e sua produção foi pensada - cenografia, figurinos, palcos e outros para atuar nessas localidades tornando viável para as populações participarem e para a peça ser produzida, montada e desmontada semmuita complexidade técnica. O projeto promove apresentações gratuitas em comunidades quilombolas, ampliando o acesso às artes cênicas.A proposta ir[a realizar 03 apresentações abertas às comunidades, dentro dos espaços comunitários dos Quilombos, embora terá divuglação para beneficiar todos os moradores das cidades, o foco da ação são os moradores dos territórios Quilombolas onde ele será encenada. Inciso II _ Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira;A iniciativa ocorre na Chapada Diamantina, valorizando territórios do interior da Bahia e suas especificidades culturais.Inciso III _ Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;A circulação da obra fortalece a produção teatral e dialoga com saberes e expressões culturais quilombolas.Os 03 Quilombos onde ele será encenada possuem vínculos entre si, Natalino do Remanso sempre párticipa das atividades culturais do Quilombo do Tejuco e do Corcovado. A Barriguda e o Corcovado e o Tejuco e Remanso participam de projetos produtivos da cadeia do licuri juntos. Nas festas populares as lideranças dos 03 quilombos participam, fortelcendo os territórios em forma de rede . Inciso IV _ Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira;O projeto reconhece e valoriza comunidades quilombolas como patrimônios vivos da cultura brasileira. No que tange o ART. 3º da lei nº 8.313/91 o projeto também contribui para o alcance dos seguintes objetivos previstos no Art. 3º:Inciso I _ Incentivo à formação artística e cultural;A ação estimula o contato direto com o teatro, contribuindo para formação de público e possíveis vocações artísticas locais. Em 2022 e 2026 a peça realizou apresentações gratuitas nos Quilombos do Jatimane , em Nilo Peçanha e do Corcovado em Palmeiras, Ba ( documento com as imagens anexada na aba de documentos complementares da proposta) e foi a partir da experiência construída e dos resultados vivenciados com as comunidades nessas 02 apresentações que surgiu o desejo de realizar e produzir essa circulação por outros Quilombos da Chapada. A proponente possui vínculos com os territórios desde 2015 quando iniciou atividades de coordenação e produção cultural com o Quilombo de Corcovado, parceiro estratégico dos 3 quilombos aqui contemplados somados à experiência prévia do ator no Quilombo do Jatimane e no Corcovado, um outro fato que fomentou o desejo de realizar essa proposta é relativo à dramaturgia e argumento da peça:um mónólogo que narra uma história muito comum do viver dos povos Quilombolas da Chapada; Inciso II _ Fomento à produção cultural e artística;Viabiliza a circulação de obra teatral autoral em territórios com baixa oferta cultural. A apresentação, por exemplo, no Quilombo de Corcovado em 2026 foi a primeira oportunidade que os moradores tiveram de assistir a uma peça teatral, muitos dos moradores das comunidades possuem mais de 80 anos e não costumam sair de suas comunidades, portanto a circulação e apresentação da peça dentro das comunidades é de suma importância para a participação ampla dos mesmos;Inciso III _ Preservação e difusão do patrimônio cultural;Promove o diálogo entre a dramaturgia e os saberes tradicionais quilombolas, fortalecendo a memória cultural.Inciso IV _ Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais;Amplia o repertório cultural das comunidades, incentivando a valorização de suas próprias identidades.Inciso V _ Apoio a outras atividades culturais e artísticas;Integra-se a ações locais e fortalece o ecossistema cultural dos territórios. No caso da nossa proposta, as cmunidades quilombolas possuem ecossistemas produtivos e culturais bastante similares e atuam em rede no território da Chapada se fortalecendo mutualmente, porêm, ainda são todos eles bastante vulneráveis social e economicamente, por isso que a utilização do mecanismo de incentivo fiscal da Lei Rouanet é fundamental para assegurar a viabilidade econômica e o impacto social do projeto, especialmente no contexto do Programa Rouanet Interior, que prioriza a descentralização territorial e a inclusão cultural. A circulação da peça nos quilombos de Tejuco, Remanso e Barriguda potencializa o sentido da obra, uma vez que essas comunidades compartilham experiências históricas relacionadas à resistência, permanência no território, ancestralidade e construção de identidades coletivas. A dramaturgia de "Godó _ O Mensageiro do Vale" dialoga diretamente com os saberes tradicionais e modos de vida comunitários, a valorização da oralidade como instrumento de transmissão de memória,as experiências de deslocamento, adaptação e resistência cultural, o cotidiano das populações quilombolas, suas práticas culturais e formas de organização social.Dessa forma, o espetáculo não se limita à fruição estética, mas se configura como um dispositivo de reconhecimento e valorização simbólica, fortalecendo vínculos entre arte, território e identidade. Nós entedemos que a proposta está plenamente alinhada aos objetivos do Programa Rouanet Interior, ao: Promover a descentralização das ações culturais, levando teatro a comunidades rurais e tradicionais com baixa oferta de bens culturais; Valorizar narrativas que emergem de territórios fora dos grandes centros urbanos, contribuindo para a diversidade cultural brasileira; Estimular a formação de público em regiões historicamente excluídas do circuito cultural; Fomentar a circulação de obras que dialogam com contextos locais, ampliando o impacto social da política pública. Além disso, a escolha temática fortalece o caráter estratégico da proposta, ao evidenciar uma história profundamente enraizada no território da Chapada Diamantina, potencializando sua aderência aos critérios de territorialidade e relevância cultural exigidos pelo programa.

Etapas

CRONOGRAMA ESPETÁCULO "GODÓ" em 03 Quilombos da Chapada Diamantina /20271 - PRÉ-PRODUÇÃO/PREPARAÇÃO - 15/01/2027 à 19/03/2027 Reuniões entre equipe técnica e ator para definições das tarefas;Reuniões entre Coordenação de produção, ficha técnica do projeto e mobilizadores das comunidades Quilombolas para ajustes de planejamento e produção;Reuniões entre Direção e Coordenação Digital para definições do foco da divulgação nas midias convecnionais e digitais; Fechamentos com os apoiadores locais, para permutas e formas de apoio;Aluguel de equipamentos de luz e palco da ficha técnica da peça;Aluguel de veículo para deslocamento/circulação - ator, assitente de direção, e Produtor Reserva de hoteis/pousadas;Limpeza e manutenção de figurino, adereços e cenário do espetáculo;2 - PRODUÇÃO/EXECUÇÃO - 20/03/2027 à 21/04/2027 Preparação e montagem do espetaculo (cenografia e iluminação)Tejuco -Palmeiras 20/03/2027 à 30/03/2027 Estreia de espetáculo no Tejuco - 30/03/2027Retorno à base de produção - Vale do Capão /PalmeirasDeslocamento Palmeiras/ LençóisPreparação e montagem do espetaculo (cenografia e iluminação) no Remanso em Lençóis 01/04/2027 à 10/04/2027Estreia do espetáculo no Remanso - 10/04/2027Retorno à de Lençóis para a localidade base de produção -Vale do Capão / PalmeirasDeslocamento Vale do Cpaão /Palmeiras- MucugêPreparação e montagem do espetáculo (cenografia e iluminação) na Barriguda em Mucugê-11/04/2027 à 21/04/2027Estreia do espetáculo na barriguda 21/04/2027 Retorno ao Vel do Capão - encerramento da produção itinerante3. POS-PRODUÇÃO - 22/04/2027 À 30/10/2027Regresso à Salvador- equipe técnica do projeto;Elaboar relatório físico e financiero do objeto cumprido da parceria - equipe técnica, divulgação, contabilidade, produção e outros; 4 - DIVULGAÇÃO - 15/01/2027 a 30/10/2027Contratação equipe Comunicação, marketing e PromoçãoDigital;Atualização do Portifólio do espetáculo "Godó, o mensageiro do Vale";Produção de peças digitais e gráficas para divulgação-carrosséis , reels, banners, spots e outros; Contratar profissional da Assessoria de Imprensa e Comunicação - relacionamento com mídias convencionais e digitais; Contratar profissionais que irão dar cobertura da peça de foto e vídeo;Veiculação das peças produzidas nas midias sociais do projeto;Elaborar relatório de clipagem com divulgação obtida nas mídias do projeto;

Estratégia de execução

A circulação da peça nos quilombos de Tejuco, Remanso e Barriguda potencializa o sentido da obra, uma vez que essas comunidades compartilham experiências históricas relacionadas à resistência, permanência no território, ancestralidade e construção de identidades coletivas. A dramaturgia de “Godó – O Mensageiro do Vale” dialoga diretamente com os saberes tradicionais e modos de vida comunitários, a valorização da oralidade como instrumento de transmissão de memória,as experiências de deslocamento, adaptação e resistência cultural, o cotidiano das populações quilombolas, suas práticas culturais e formas de organização social. Dessa forma, o espetáculo não se limita à fruição estética, mas se configura como um dispositivo de reconhecimento e valorização simbólica, fortalecendo vínculos entre arte, território e identidade. Nós entedemos que a proposta está plenamente alinhada aos objetivos do Programa Rouanet Interior, ao: Promover a descentralização das ações culturais, levando teatro a comunidades rurais e tradicionais com baixa oferta de bens culturais; Valorizar narrativas que emergem de territórios fora dos grandes centros urbanos, contribuindo para a diversidade cultural brasileira; Estimular a formação de público em regiões historicamente excluídas do circuito cultural; Fomentar a circulação de obras que dialogam com contextos locais, ampliando o impacto social da política pública. Além disso, a escolha temática fortalece o caráter estratégico da proposta, ao evidenciar uma história profundamente enraizada no território da Chapada Diamantina, potencializando sua aderência aos critérios de territorialidade e relevância cultural exigidos pelo programa.Um outro aspecto importante é a sua contextualização, a obra se destaca por sua capacidade de transformar experiências históricas em linguagem artística acessível, utilizando recursos como: Narrativa em primeira pessoa, que aproxima o público da experiência vivida; Estrutura de memória (flashback), que reforça a dimensão temporal e afetiva; Uso da oralidade como eixo central da encenação; Construção de imagens simbólicas que dialogam com o imaginário coletivo das comunidades. Essa abordagem contribui para: A preservação do patrimônio imaterial; O fortalecimento da identidade cultural local; A ampliação do repertório artístico das comunidades; O reconhecimento das histórias e vivências dos povos tradicionais como parte fundamental da cultura brasileira. A circulação de “Godó – O Mensageiro do Vale” nos quilombos da Chapada Diamantina representa uma ação de alto impacto cultural e social, ao articular arte, memória e território. Ao abordar o êxodo do Vale do Pati e suas consequências, a proposta contribui para a reflexão crítica sobre processos históricos que moldaram a região, ao mesmo tempo em que valoriza os saberes e vivências das comunidades quilombolas contemporâneas. Nesse sentido, o projeto se consolida como uma iniciativa alinhada às diretrizes do Programa Rouanet Interior, promovendo acesso, inclusão, diversidade cultural e fortalecimento das identidades territoriais.

Especificação técnica

Circulação em 03 territórios Quilombolas da peça em formato de monólogo "Godó - O mensageiro do Vale" com duração de 50 minutos;A peça, um monólogo, possui um formato de narrativa em flashback que possui mais de 05 personagens sendo interpretado pelo ator Caco Monteiro. As falas e dramaturgia estão anexadas como documento complementar da proposta.

Ficha técnica

A proponente, Milena Velloso, representante legal da instituição Vida no Vale (CNPJ), exercerá a função de Produtora Executiva e Coordenadora Geral de Produção do projeto de circulação da peça “Godó – O Mensageiro do Vale” nos quilombos de Tejuco (Palmeiras), Remanso (Lençóis) e Barriguda (Mucugê), na Chapada Diamantina (BA).Atividades da Proponente no Projeto:Planejamento e gestão geral do projeto, assegurando o cumprimento das metas, cronograma e orçamento aprovados;Coordenação da produção executiva, incluindo logística de deslocamento, montagem, realização e desmontagem das apresentações;Articulação institucional e comunitária, mantendo diálogo direto com lideranças quilombolas locais, associações comunitárias e demais agentes culturais dos territórios envolvidos;Mediação territorial, garantindo que as ações respeitem as especificidades culturais, sociais e organizativas das comunidades;Supervisão das ações de mobilização e formação de público, em parceria com os mobilizadores comunitários;Supervisão da gestão administrativa e financeira, incluindo acompanhamento da execução orçamentária, prestação de contas e relatórios técnicos ( termo de execução da proposta cultural) junto com a contadora e o jurídico;Coordenação da equipe técnica, assegurando integração entre artistas, técnicos e comunidades;Acompanhamento das ações de acessibilidade e democratização de acesso, garantindo sua efetiva implementação.A atuação da proponente é pautada por uma metodologia participativa, com foco na escuta ativa e no fortalecimento das dinâmicas culturais locais e possui experiencia prévia de produção cultural nos territórios contemplados na proposta.EXPERIÊNCIA DA PROPONENTEMilena Velloso atua desde 2015 no desenvolvimento e gestão de projetos culturais com foco em territórios tradicionais, especialmente comunidades quilombolas da Chapada Diamantina e outras regiões da Bahia. Foi secretaria de cultrua do município de palmeiras em 2015/2016 é reposnável técnica para coordenação de parcerias institucionais e ´tecnicas do Quilombo de Corcovado e desde 2015 acompanha projetos de desenvolvimento dos território Quilombolas do recorte territorial da Chapada de Palmeiras, Mucugê, Lençóis e Seabra tendo realizasdo várias ações cultruais e projetos do Programa nacional Aldir Blanc nesse âmbito no território; Possui e esperiência em produção cultural, gestão de projetos e articulação comunitária;Atuação continuada junto às comunidades envolvidas no projeto, o que fortalece vínculos de confiança e legitimidade da proposta;Desenvolvimento de iniciativas voltadas à valorização da cultura popular, memória e identidades territoriais;Participação em projetos financiados por políticas públicas de cultura e editais de fomento;Produziu e acompanhou em 2026 a exibição da peça Godó, o Mensageiro do Vale no Quilombo de Corcvoado, Palmeiras, Bahia. EQUIPE PRINCIPALProdução Executiva e Coordenação GeralMilena Velloso (Vida no Vale) Produtora cultural com atuação desde 2015 em projetos socioculturais em territórios quilombolas. Responsável pela coordenação geral, articulação comunitária e gestão do projeto.Atua no território da Chapada Diamantina desde 2015, foi gestora da pasta de cultura e realzia p´rojetos com os Quilombos incluídos nessa proposta Artista / Proponente da Obra - autor e direção artística Caco Monteiro Ator e dramaturgo, responsável pela criação e interpretação da obra “Godó – O Mensageiro do Vale”, com experiência em circulação teatral e projetos de base comunitária.Caco Monteiro, brasileiro, pesquisador, produtor e ator nesse monólogo é formado em Comunicação Social com Habilitação em Cinema e Vídeo. Começou sua carreira em 1980 no grupo Teatro Livre da Bahia. Ao longo da sua carreira como ator, Caco Monteiro vem trabalhando nas diversas linguagens interpretativas e que já foi dirigido por grandes diretores de teatro, de cinema e televisão, dentre eles Werner Herzog, Miguel Littin, Vicente Amorim, John Mowat, Cacá Diegues, entre outros. Ainda na década de 80 como produtor, criou e produziu o Gran Circo Troca de Segredos, espaço cultural na cidade de Salvador, Bahia, onde agregou diversas correntes culturais nacionais e locais. Em 2008 criou a Bahia Film Commission, instituição governamental que busca suporte local paraproduções cinematográficas nacionais e internacionais. Em 2012 foi criador, curador e produtor da Mostra Itinerante Jorge Cine Amado, mostra oficial de cinema do Centenário de Nascimento do escritor Jorge Amado. Em 2016 foi diretor/assistente da coreógrafa Deborah Colker paraa abertura oficial da Olimpíada Rio/2016. Em 2017 escreveu, produziu e atua no seu primeiro monólogo: Godó, o mensageiro do Vale. Operador de Luz/Som/áudio e assistente de direção artísticaAntônio KikaTécnico de iluminação e sonorizador dos grandes teatros da Bahia, como o teatro SESI em Salvador, em 2008 fez a iluminação do projeto Espicha verão, além de ser parceiro da empresa TOTAL STAGE, estrutura para eventos. Desde 2017 é o responsável técnico do espetáculo Godó. Profissional que acompanhará a montagem do espetáculo nos locais apontados pelos mobilizadores dos Quilombos. Coordenação de mobilização nos territórios QuilombolaVilma NovaisEla irá coordenar as ações de produção e mobilização comunitária com os agentes mobilizadores locais nas comunidades. Vilma Novais é uma liderança quilombola com atuação social importante na Chapada Diamantina, já tendo realizado atividades culturais e assistido como coordenadora de produção e mobilização em projetos anteriores como o Projeto de pesquisa musical do Samba chula e reisados da sua comunidade, o projeto de formação da rede do licuri envolvendo 5 comunidades quilombolas da Chapada de proponencia da OSC Casa de maria e outros. Serão selecionados representantes /Mobilizadores Comunitários (06 integrantes) - 02 residentes nas comunidades onde irá acontecer a peça com atuação nas seguintes funções: Mobilização e convocatória de público, utilizando redes locais, comunicação direta e articulação com lideranças;Apoio à produção local, incluindo organização dos espaços, recepção do público e suporte logístico no dia das apresentações;Mediação cultural, contribuindo para a integração entre equipe artística e comunidade.A inclusão de mobilizadores locais fortalece o protagonismo comunitário, amplia o alcance das ações e garante maior aderência às dinâmicas socioculturais de cada território.A estrutura proposta valoriza a atuação integrada entre produção executiva, equipe artística e comunidades quilombolas, assegurando uma execução qualificada, participativa e alinhada às diretrizes de democratização e descentralização cultural.Rosa Cayres - Função- Acompanhamento contábil da proposta - execução físico-financeira juntamente com a produção executiva;É graduada em Administração de Empresas, pós graduada em Direito Público, cursou “Special Events” no Saddleback College na Califórnia – EUA, trabalhou em diversos eventos culturais e sociais na Califórnia, EUA. No Brasil, atuou como Coordenadora da Bahia Film Commisssion - SECULT (2007-2009), onde participou de importantes festivais de cinema fora do país, tais como, Los Angeles, Roma e Berlin, divulgando a cultura e a arte do cinema baiano. Atualmente trabalha junto a produtoras no desenvolvimento, na produção e na prestação de contas de projetos na área de cultura e esporte.RG: 4.018.981-30CPF: 557.664.805-63

Acessibilidade

A proposta de circulação da peça “Godó – O Mensageiro do Vale” nos quilombos de Tejuco (Palmeiras), Remanso (Lençóis) e Barriguda (Mucugê) incorpora a acessibilidade como eixo estruturante, assegurando condições efetivas de participação para pessoas com deficiência (PcD) e ampliando o acesso a públicos diversos.No âmbito da acessibilidade comunicacional, todas as apresentações contarão com intérprete de LIBRAS, garantindo o acesso de pessoas surdas ao conteúdo artístico. A encenação também adota uma linguagem cênica acessível, com ênfase na oralidade, expressividade corporal e interação com o público, facilitando a compreensão por diferentes perfis de espectadores.As peças de divulgação digital serão desenvolvidas com recursos de acessibilidade, incluindo:Publicações em formato carrossel com vídeos ou inserções com tradução em LIBRAS;Uso de legendas e textos objetivos;Organização visual que favoreça a compreensão das informações.No que se refere à acessibilidade física, as apresentações ocorrerão prioritariamente em espaços comunitários amplos, abertos e de fácil circulação, localizados nos próprios territórios quilombolas. Durante a fase de pré-produção, será realizada visita técnica e escuta ativa junto às comunidades, com o objetivo de identificar demandas específicas e, quando necessário, adotar soluções de adaptação, tais como:Organização de áreas reservadas para pessoas com mobilidade reduzida;Adequação de fluxos de circulação e acomodação do público;Apoio local para recepção e orientação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.A proposta tem como público-alvo direto os moradores das três comunidades quilombolas envolvidas, promovendo um ambiente inclusivo que estimula a participação de crianças, jovens, adultos, idosos e pessoas com deficiência.Adicionalmente, o projeto adota uma abordagem de inclusão sociocultural, ao reconhecer as especificidades territoriais e culturais das comunidades, garantindo que o acesso não seja apenas físico, mas também simbólico e representativo.

Democratização

A proposta de circulação da peça “Godó – O Mensageiro do Vale” nas comunidades quilombolas de Tejuco (Palmeiras), Remanso (Lençóis) e Barriguda (Mucugê), na Chapada Diamantina (BA), está estruturada a partir do princípio da ampla democratização do acesso aos bens culturais, assegurando fruição gratuita, descentralização territorial e inclusão de públicos historicamente excluídos das políticas culturais. A Distribuição e Comercialização dos produtos ser´sa totalmente gratuita, considerando o perfil socioeconômico das comunidades atendidas e a natureza pública da proposta e serão adotadas as seguintes estratégias:Acesso 100% gratuito a todas as apresentações teatrais;Distribuição por demanda espontânea e mobilização comunitária, em articulação com lideranças locais, associações quilombolas e escolas;Realização das apresentações em espaços públicos e comunitários (praças, barracões, centros culturais), garantindo acessibilidade territorial;Organização do público com apoio de agentes culturais locais, respeitando a capacidade dos espaços e promovendo inclusão de diferentes faixas etárias, com uma ação de mobilização convocatória específica nas comunidades para a presença das crianças . Essa estratégia assegura que o projeto alcance diretamente todos os moradores das comunidades e que historicamente possuem baixo acesso a equipamentos culturais formais, em consonância com os objetivos da política pública de cultura. Em termos de medidas de ampliação de AcessoAlém das apresentações, o projeto prevê ações complementares que ampliam o alcance e o impacto sociocultural, serão realizados:1. Montagem e Desmontagem da peça com uma agente comunitário e mobilizador de cada comunidade;2. Realização de 03 oficinas gratuitas de iniciação teatral e expressão corporal voltada para crianças e jovens das comunidades na manhã do dia do evento; Conteúdos: jogos teatrais, oralidade, corpo e narrativa;Objetivo: fomentar a formação artística e fortalecer práticas culturais locais.3. Mediação Cultural e Rodas de ConversaEncontros após as apresentações para diálogo entre artista e público;Abordagem de temas como identidade, território, memória e cultura quilombola;Incentivo à escuta ativa e troca de saberes.4. Registro e Difusão DigitalCaptação audiovisual das atividades (respeitando autorizações comunitárias);Disponibilização gratuita de trechos ou registros nas redes sociais e plataformas digitais;Ampliação do alcance para públicos externos e valorização das comunidades participantes.5. Comunicação ComunitáriaDivulgação por meios acessíveis: rádios comunitárias, redes sociais locais, cartazes e mobilização direta;Linguagem adequada ao contexto local, garantindo efetividade na comunicação. A proposta garante não apenas o acesso gratuito, mas também a participação ativa das comunidades quilombolas, promovendo formação, troca de saberes e valorização cultural. As ações de democratização ampliam o impacto do projeto, consolidando-o como instrumento de inclusão e cidadania cultural no interior da Bahia.