Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Propostas
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Links úteis
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar
542606MecenatoAceita

Virada Cultural de Planaltina - Território, Pertencimento e Futuro

Início: 01/04/2027Término: 30/08/2027Aceite: 23/04/2026

Resumo

A Virada Cultural de Planaltina é um festival gratuito, que será realizado na Praça São Sebastião em Planaltina/DF, que promove a descentralização do acesso à cultura no Distrito Federal. O projeto integra apresentações artísticas, rodas de saberes, oficinas formativas, intercâmbio entre as cidades e feira criativa, valorizando mestres, artistas e empreendedores locais com foco na valorização da cultura popular, no fortalecimento da economia criativa e na promoção da inclusão social. O festival incorpora princípios ESG, com inclusão social, acessibilidade, práticas ambientais sustentáveis e gestão responsável.

Sinopse

A Virada Cultural de Planaltina é um festival cultural gratuito, realizado ao longo de dois dias consecutivos (sábado e domingo), com programação contínua das 10h às 22h, na Praça São Sebastião, reunindo artistas, mestres e agentes culturais do território.A programação integra apresentações de cultura popular, música, dança e literatura, com expressões como maracatu, catira, carimbó, forró, hip hop e dança cigana, além da participação de poetas, coletivos culturais e artistas locais. O projeto também contempla iniciativas culturais do Vale do Amanhecer, com a participação de Dadá, da Maria do Barro, e do Espaço Cultural Pé Vermelho, coordenado por João Angelin, ampliando o diálogo com diferentes expressões culturais do território.O projeto promove ainda rodas de saberes com mestres e mestras da cultura popular, poetas da cidade e representantes de povos e comunidades tradicionais de matriz africana, com a participação dos terreiros Ilê Eiyelê Ogê Asé Ogodô Asé Oságiyan (Bábà Joel de Osagiyan), Ilé Asé Omin Iemanjá Ogunté (Pai Wanderson) e Nzo Kia Angurusemavulu (Ajoiê Marciele), fortalecendo o diálogo sobre ancestralidade, espiritualidade e identidade cultural. As rodas de saberes terão como eixo temático central “Ancestralidade, Território e Espiritualidade”, abordando tradição oral, práticas culturais e religiosas, pertencimento, memória coletiva e a relação entre cultura, espiritualidade e resistência nos territórios periféricos.No eixo formativo, destaca-se a realização da “Virada dos Sabores – Comida, Cultura e Bem Viver”, em parceria com o projeto Favela Gastronômica, que propõe uma experiência integrada de gastronomia, saúde coletiva e mobilização social. Serão realizadas atividades como rodas de conversa sobre alimentação e saúde mental, aulas-show gastronômicas e momentos de partilha sobre cozinhas solidárias e combate à fome. A programação formativa compreende ações como “Panela que Cura – Alimentação, Afeto e Saúde Coletiva”, “Fogo de Ancestralidade – Saberes e Sabores” e “Quilombo das Panelas – Cozinhas Solidárias, Música e Partilha”, articulando cultura, educação alimentar, ancestralidade e fortalecimento comunitário.Como estratégia de ampliação de acesso e descentralização territorial, o projeto realizará 02 palestras formativas conduzidas por Cleide Moraes (Favela Gastronômica) nos territórios de Brazlândia e Ceilândia, em parceria com espaços culturais e projetos locais, abordando temas relacionados à gastronomia, sustentabilidade, segurança alimentar e economia criativa.Como desdobramento dessas ações, será promovido um intercâmbio cultural com o deslocamento de participantes de Ceilândia até Planaltina, por meio de transporte coletivo (van), possibilitando o acesso ao festival e a vivência das atividades culturais e formativas, fortalecendo a circulação de públicos e a integração entre territórios do Distrito Federal.A Virada Cultural de Planaltina se configura, assim, como um espaço de encontro, formação e celebração, promovendo a democratização do acesso à cultura, a geração de renda e o fortalecimento das identidades culturais em territórios historicamente subatendidos.

Objetivos

OBJETIVO GERALRealizar um festival cultural descentralizado em Planaltina (DF), promovendo a democratização do acesso à cultura, a valorização das expressões culturais locais e o fortalecimento da economia criativa em territórios historicamente subatendidos.OBJETIVOS ESPECÍFICOS* Realizar 01 festival cultural gratuito, com duração de 02 dias, na Praça São Sebastião, em Planaltina (DF).* Promover 8 apresentações artísticas, contemplando cultura popular, música, literatura e performances, com participação de artistas e grupos locais.* Constituir equipe de curadoria composta por 03 agentes culturais de Planaltina, incluindo liderança de povo e comunidade tradicional de matriz africana, garantindo representatividade e vínculo territorial na definição da programação.* Realizar 02 palestras formativas descentralizadas, sendo uma em Brazlândia e uma em Ceilândia, em parceria com espaços culturais, projetos sociais ou pontos de cultura locais.* Atender aproximadamente 60 participantes nas ações formativas externas (estimativa de 30 por território).* Promover o deslocamento de participantes da Ceilândia para a Virada Cultural de Planaltina, por meio da disponibilização de 01 transporte coletivo (van), garantindo o acesso ao festival.* Fomentar o intercâmbio cultural entre territórios do Distrito Federal, ampliando o acesso às atividades formativas, à programação artística e às experiências da economia criativa.* Promover 02 rodas de saberes, com a participação de mestres e mestras da cultura popular, poetas locais e lideranças de povos e comunidades tradicionais de matriz africana, abordando temas como ancestralidade, oralidade, espiritualidade e identidade cultural do território.* Ofertar 04 oficinas formativas gratuitas, nas áreas de gastronomia, produção artesanal e economia criativa.* Capacitar até 120 participantes nas atividades formativas, com emissão de certificados.* Realizar 01 feira criativa e gastronômica, com a participação de 30 empreendedores locais, fomentando a geração de renda.* Garantir acessibilidade na programação, com oferta de intérpretes de Libras.* Produzir 01 mini documentário e realizar registro fotográfico completo, criando um acervo digital público do projeto.* Implementar 01 plano de sustentabilidade, com gestão de resíduos, coleta seletiva e ações de economia circular durante o evento.

Justificativa

Planaltina é reconhecida como um dos núcleos históricos mais antigos do Distrito Federal, anterior à própria fundação de Brasília. O território preserva um rico patrimônio material e imaterial, expresso em manifestações religiosas, culturais e comunitárias profundamente enraizadas.Destacam-se a Pedra Fundamental, marco histórico da construção da nova capital; a tradicional Via Sacra, que mobiliza milhares de pessoas anualmente; a Igrejinha de São Sebastião, símbolo do centro histórico; o místico Vale do Amanhecer; a forte presença de culturas de matriz africana; além de expressões populares como a catira, a poesia oral e os saberes tradicionais.Apesar dessa riqueza cultural, observa-se uma lacuna significativa de políticas continuadas que integrem formação, difusão cultural e geração de renda no território. Historicamente, a oferta cultural esteve concentrada no Plano Piloto, gerando desigualdades no acesso à produção e fruição cultural nas regiões administrativas. Nesse sentido, o projeto propõe uma inversão de lógica: levar estrutura, programação e investimento cultural diretamente ao território, reconhecendo Planaltina como um polo legítimo de produção cultural.Como resposta concreta a esse cenário, a Virada Cultural de Planaltina se insere no contexto das políticas públicas de descentralização cultural, promovendo a interiorização do acesso aos bens e serviços culturais no Distrito Federal, e o festival realizará um conjunto integrado de ações, incluindo apresentações artísticas de cultura popular, música e literatura, rodas de saberes com mestres e mestras da cultura popular, poetas locais e lideranças de povos e comunidades tradicionais de matrizes africanas, além da implementação de uma feira criativa e gastronômica voltada à comercialização de produtos locais.A Virada Cultural valoriza saberes locais, mestres e mestras da cultura popular, artistas periféricos e empreendedores de Planaltina, promovendo o fortalecimento das identidades culturais e o desenvolvimento da economia criativa em territórios historicamente subatendidos. No eixo formativo, destaca-se a parceria com o projeto Favela Gastronômica, iniciativa originada em Planaltina e hoje reconhecida no Distrito Federal e no Brasil por sua atuação na formação e geração de renda. A partir dessa colaboração, serão ofertadas oficinas nas áreas de gastronomia, produção artesanal e sustentabilidade, ampliando as oportunidades de qualificação profissional e inserção produtiva para a comunidade local.O Festival reforça seu compromisso com a descentralização cultural e o fortalecimento de agentes locais ao constituir uma curadoria formada por lideranças culturais do próprio território. O projeto contará com a participação de Pai Joel - Bábà Joel de Osagiyan, liderança religiosa de matriz africana com reconhecida atuação sociocultural em Planaltina, além de Luiz Felipe Vitelli, poeta, professor e agente cultural e Anderson "Rogê" Borges, produtor cultural de Planaltina com trajetória consolidada na promoção da cultura local. Essa composição assegura uma curadoria plural, representativa e conectada às dinâmicas culturais da região.Como estratégia de ampliação de acesso e intercâmbio cultural entre territórios, o projeto também realizará duas palestras descentralizadas, conduzidas por Cleide Moraes - idealizadora do projeto Favela Gastronômica, nos territórios de Brazlândia e Ceilândia, em parceria com espaços culturais, projetos sociais ou pontos de cultura das duas localidades. As atividades abordarão temas relacionados à gastronomia, sustentabilidade, economia criativa e segurança alimentar, promovendo a formação e mobilização de públicos em territórios historicamente subatendidos. Como desdobramento dessas ações, será realizado o transporte de participantes da Ceilândia para a Virada Cultural de Planaltina, por meio da locação de uma van, possibilitando a participação desses públicos no festival. A ação visa promover o intercâmbio cultural, a ampliação de repertórios e o fortalecimento de redes entre diferentes regiões administrativas do Distrito Federal.Dessa forma, o projeto amplia seu impacto para além do evento, atuando na formação, circulação de saberes e integração territorial, em consonância com os princípios de democratização do acesso e desenvolvimento cultural previstos nas políticas públicas.O Festival é uma plataforma que dialoga com princípios contemporâneos de desenvolvimento sustentável, integrando práticas alinhadas ao ESG (Ambiental, Social e Governança), ao promover inclusão social, acessibilidade, geração de renda, responsabilidade ambiental e transparência na gestão do projeto. A Virada Cultural de Planaltina atua como um vetor de desenvolvimento territorial sustentável, alinhando-se às diretrizes da UNESCO, aos princípios ESG e aos ODS 8, 11 e 12 da Agenda 2030. O projeto impulsiona a economia criativa e o turismo sustentável ao gerar cerca de 150 postos de trabalho e fomentar o empreendedorismo local por meio da Feira Criativa e de parcerias voltadas à gastronomia tradicional. Simultaneamente, fomenta a consolidação de cidades mais inclusivas ao ocupar espaços públicos com infraestrutura totalmente gratuita e acessível, salvaguardar o patrimônio imaterial da região e promover a descentralização cultural para outras localidades (Ceilândia e Brazlândia), operando sob um rigoroso Plano de Sustentabilidade Ambiental fundamentado na economia circular, gestão de resíduos e educação ecológica.Dessa forma, o projeto contribui para a democratização do acesso à cultura, o fortalecimento de redes locais e a redução das desigualdades territoriais no campo cultural.A Virada Cultural se enquadra nos princípios estabelecidos no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, especialmente nos seguintes incisos:Inciso I _ ao contribuir para facilitar a todos os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Inciso II _ ao promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, valorizando conteúdos e expressões locais;Inciso III _ ao apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Inciso IV _ ao proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira, com destaque para as culturas populares e tradicionais;Inciso VII _ ao desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos, por meio da valorização da diversidade cultural.Adicionalmente, o projeto atende aos objetivos previstos no Art. 3º da referida Lei, destacando-se:Inciso I _ incentivo à formação artística e cultural, por meio das oficinas e ações formativas;Inciso II _ fomento à produção cultural e artística, por meio da realização do festival e da participação de artistas locais;Inciso III _ preservação e difusão do patrimônio cultural material e imaterial, especialmente das tradições populares de Planaltina;Inciso IV _ promoção da democratização do acesso aos bens culturais, com programação gratuita e acessível;Inciso V _ estímulo à difusão cultural, por meio da circulação de conteúdos e registro audiovisual do projeto.

Etapas

PRÉ-PRODUÇÃO (60 dias)* Elaboração de contratos e contratação da equipe de administração, assessoria de imprensa, equipe técnica e aluguel de som e iluminação, fotógrafo, ilustrador gráfico, empresa de segurança, empresa de aluguel de equipamentos, gerador de energia, entreoutros;* Curadoria e convite aos artistas selecionados;* Fechar a pauta com a Praça da Igrejinha, a Favela Gastronômica e os espaços culturais de Brazlândia e Ceilândia que vão receber as palestras;* Planejamento de acessibilidade com a equipe para mobilizar as comunidades de pessoas com deficiência a participarem do evento.* Criação da identidade visual e material de divulgação do evento com a programação.* Reuniões preparatórias com a equipe de produção e assessoria de imprensa para traçar o plano de divulgação.PRODUÇÃO (60 dias)* Divulgação em redes sociais instagram a facebook;* Planejamento de cronograma com a produção;* Planejamento com a direção de palco para as necessidades técnicas, passagem de som e apresentações;* Divulgação das atividades e cursos gratuitos;* Realização dos cursos e roda de saberes ;* Liberação e alvarás: Liberações junto a Vara da Infância e Adolescência, ECAD e administração de Planaltina;* Montagem do evento;* Realização das oficinas e palestras;* Realização das apresentações artísticas, feira criativa e gastronômica; * Desmontagem das estrututas. PÓS-PRODUÇÃO (30 dias)* Edição dos vídeos e criação do vídeo registro do evento* Relatório: Quantificação de presença de público em todas as atividades* Relatório: Quantificação do impacto de geração de emprego e renda para profissionais do DF* Clipagem: Clipping e Valoração de Mídia paga e espontânea.* Relatório descritivo das atividades.* Finalização: Prestação de contas final.

Estratégia de execução

SUSTENTABILIDADE, ECONOMIA CRIATIVA E DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL A Virada Cultural de Planaltina: Território, Pertencimento e Futuro responde de forma concreta e territorializada ao ODS 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico) e ao ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis), além de contribuir transversalmente para o ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis). A fundamentação a seguir baseia-se no documento da UNESCO "Thematic Indicators for Culture in the 2030 Agenda" (Culture|2030 Indicators, 2019). Este documento reconhece a cultura como vetor transversal de desenvolvimento sustentável, atuando tanto como setor de atividade econômica quanto como componente intrínseco presente em outras áreas: trabalho, meio ambiente, educação e inclusão social. 1. TRABALHO DECENTE, EMPREENDEDORISMO E TURISMO SUSTENTÁVEL (ODS 8)Metas relacionadas: 8.3 (empreendedorismo, criatividade e inovação) e 8.9 (turismo sustentável com geração de empregos e promoção da cultura e produtos locais).A UNESCO, no eixo "Prosperity & Livelihoods" do material mencionado acima, evidencia que o emprego cultural, os negócios criativos e a despesa das famílias em cultura são indicadores diretos da contribuição da cultura ao crescimento econômico inclusivo. A Virada Cultural de Planaltina materializa essa contribuição das seguintes formas: - Geração de empregos diretos e indiretos: O festival mobiliza cerca de 45 a 50 profissionais contratados diretamente, abrangendo coordenação geral e técnica, produção executiva, curadores, oficineiros, palestrantes, assistentes, artistas e grupos musicais locais (08 apresentações artísticas), seguranças, brigadistas, eletricistas, apresentador e intérpretes de Libras, além de um Especialista Consultor em Sustentabilidade Ambiental e um Gerente de Comunidade. Na cadeia indireta, estima-se a geração de aproximadamente 100 postos de trabalho, englobando fornecedores de sonorização, iluminação, palco, gerador de energia, alimentação, transporte, gráfica e serviços de comunicação. Essa estimativa é compatível com o orçamento de R$ 199.998,00 e com a estrutura de dois dias de programação na Praça São Sebastião. - Fortalecimento do empreendedorismo local: A Feira Criativa e Gastronômica: Saberes e Sabores de Planaltina reúne 30 empreendedores locais em estandes montados durante os dois dias do evento, oferecendo oportunidade concreta de comercialização, visibilidade e articulação em rede. Conforme a Meta Nacional 8.3, que visa apoiar atividades produtivas, empreendedorismo, criatividade e inovação, a feira funciona como plataforma de fortalecimento da economia criativa de base comunitária em Planaltina. - Parceria com a Favela Gastronômica: O eixo gastronômico do projeto, estruturado em parceria com a Favela Gastronômica, transforma a alimentação em linguagem cultural e econômica. A programação inclui a Mesa de Abertura "Panela que Cura" (focada em alimentação, afeto e saúde coletiva), a Aula Show "Fogo de Ancestralidade" com a mestra em gastronomia ancestral Bruna Criola e o Encerramento Cultural "Quilombo das Panelas" focado nas cozinhas solidárias. Essa ação valoriza ingredientes brasileiros e periféricos, saberes tradicionais e o empreendedorismo gastronômico, gerando oportunidades econômicas para cozinheiras e cozinheiros do território. - Turismo sustentável: Com público estimado de 2 mil pessoas ao longo dos dois dias, o festival atrai visitantes de outras Regiões Administrativas do DF e do Entorno para Planaltina, valorizando a gastronomia e o artesanato regional como ativos turísticos. O projeto se articula com mestres locais representantes de espaços culturais, como o Vale do Amanhecer, potencializando o patrimônio material e imaterial da região: a Via Sacra, a Igrejinha de São Sebastião e as manifestações de matriz africana, atuando como elementos de interesse para o turismo cultural sustentável, conforme previsto na Meta 8.9. 2. CIDADES SUSTENTÁVEIS, PATRIMÔNIO IMATERIAL E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL (ODS 11)Metas relacionadas: 11.4 (patrimônio cultural e natural) e 11.7 (espaços públicos inclusivos).O eixo "Environment & Resilience" do Culture|2030 Indicators da UNESCO destaca que espaços abertos para a cultura são indicadores essenciais de cidades sustentáveis. A realização do festival na Praça São Sebastião, espaço público central de Planaltina, responde diretamente à Meta 11.7, que preconiza o acesso universal a espaços públicos seguros, inclusivos e acessíveis. O projeto garante acesso totalmente gratuito, terá espaço reservado para pessoas com deficiência, banheiros adaptados e intérpretes de Libras em todas as apresentações. As 02 Rodas de Saberes, abordando território, ancestralidade, espiritualidade e poesia, serão realizadas em Planaltina, integrando o núcleo central da programação e contribuindo para a salvaguarda do patrimônio cultural imaterial da região. Complementarmente, o projeto promove 02 palestras formativas descentralizadas, sendo uma em Ceilândia e outra em Brazlândia. Essa ação amplia o alcance das ações educativas para além do polo principal do festival e leva a reflexão sobre cultura e território a outras Regiões Administrativas. Essa capilaridade fortalece a articulação entre agentes culturais locais e promove a integração regional entre as três RAs contempladas pelo projeto. Para garantir a democratização efetiva do acesso, o projeto prevê transporte por van para os participantes de Ceilândia, eliminando barreiras logísticas e econômicas de deslocamento. Essa estratégia atende diretamente ao objetivo do edital de descentralizar e regionalizar o investimento cultural, contribuindo para a Meta 11.4. As 04 oficinas formativas, com a oferta de 120 vagas gratuitas, complementam a formação artística e cultural em territórios historicamente subatendidos. 3. SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL E ECONOMIA CIRCULAR (ODS 12)Metas relacionadas: 12.5 (redução da geração de resíduos) e 12.8 (conscientização para o desenvolvimento sustentável).O projeto implementa um Plano de Sustentabilidade Ambiental como compromisso estruturante do festival. A dimensão ambiental é coordenada por dois profissionais. O Especialista Consultor em Sustentabilidade Ambiental é o responsável pela instalação de coletores seletivos, pelo monitoramento da separação de resíduos durante o evento e pela destinação correta de cada tipo de material para cooperativas de reciclagem. O curador Luiz Felipe Vitelli, cuja trajetória multidisciplinar inclui atuação voltada à sustentabilidade e ao pensamento ambiental, contribui para a transversalidade dos princípios ambientais na concepção da programação. A gestão de resíduos do evento opera segundo princípios de economia circular: os materiais recicláveis, orgânicos e rejeitos são separados em coletores identificados, monitorados durante toda a programação e destinados a cooperativas de catadores, assegurando a reinserção dos materiais na cadeia produtiva. Essa prática dialoga com a Meta Nacional 12.5, que visa reduzir substancialmente a geração de resíduos por meio da prevenção, redução, reciclagem e reuso, e com a Meta 12.8, ao conscientizar o público sobre práticas sustentáveis. O compromisso ESG (Environmental, Social and Governance) do projeto concretiza-se em ações mensuráveis: gestão ambiental mediante coleta seletiva e economia circular, inclusão social com acessibilidade e gratuidade, e governança responsável, garantindo a prestação de contas, o registro documental (mediante minidocumentário e relatório de impacto) e a articulação comunitária gerida pelo Gerente de Comunidade.

Especificação técnica

1) Atividades para o primeiro dia do Festival Proposta Integrada para a Virada Cultural - Virada dos Sabores – Comida, Cultura e Bem ViverUma experiência cultural de um dia inteiro que une gastronomia, saúde coletiva, arte e mobilização social. A proposta transforma a alimentação em linguagem viva de cuidado, ancestralidade e resistência, criando um espaço onde cozinhar também é educar, curar e celebrar.a) Palestra Formativa na Ceilândia – Favela GastronômicaFormato: Palestra formativa com abordagem expositiva e participativaDescrição da Atividade: a palestra será conduzida por Cleide Moraes, representante do projeto Favela Gastronômica, e terá como foco a relação entre alimentação, cultura, sustentabilidade e transformação social em territórios periféricos. A atividade abordará a gastronomia como ferramenta de promoção de direitos, geração de renda e fortalecimento comunitário, articulando temas como segurança alimentar, economia criativa e práticas sustentáveis no cotidiano. b) Mesa de Abertura: Panela que Cura – Alimentação, Afeto e Saúde Coletiva Roda de conversa vivencial conduzida por psicólogo(a) e equipe do Favela Gastronômica, abordando a relação entre comida, emoções, saúde mental e vínculos comunitários.Temas abordados:Alimentação e ansiedade, Comer como cuidado e acolhimento, Insegurança alimentar e sofrimento socialA cozinha como espaço terapêutico e coletivo, Vivência prática: preparo compartilhado de receitas nutritivas e acessíveis.Uma abertura sensível que mostra que saúde também se constrói no prato e na comunidade.c) Roda de Saberes – “Poesia, Território e Identidade: Vozes de Planaltina”Duração: 02 horasFormato: Roda de conversa com mediação e intervenções poéticasDescrição da Atividade: Roda de saberes com poetas de Planaltina, mediada por Luiz Felipe Vitelli, reunindo artistas da literatura local para compartilhamento de experiências, leituras e reflexões sobre a produção poética no território.Conteúdos Abordados: Poesia como expressão de identidade e território, Literatura periférica e oralidade, Processos criativos e produção poética local, Memória, pertencimento e narrativas do cotidiano, A poesia como instrumento de resistência e transformação socialMetodologia será participativa, com mediação, escuta ativa e intervenções poéticas dos participantes. A atividade promove diálogo aberto com o público, incentivando a troca de experiências e a valorização da produção literária local.Materiais Utilizados: Sistema de som (microfones), espaço organizado em formato de roda, apoio para leitura (cadernos, livros, materiais autorais). _________________________________________________________________________________________________Segundo dia do Festival (domingo) Proposta Integrada para a Virada Cultural - Virada dos Sabores – Comida, Cultura e Bem Vivera) Palestra Formativa em Brazlândia – Favela GastronômicaDuração: 02 horas de 10h às 12hFormato: Palestra formativa com abordagem expositiva e participativaDescrição da Atividade: a palestra será conduzida por Cleide Moraes, representante do projeto Favela Gastronômica, e terá como foco a relação entre alimentação, cultura, sustentabilidade e transformação social em territórios periféricos. A atividade abordará a gastronomia como ferramenta de promoção de direitos, geração de renda e fortalecimento comunitário, articulando temas como segurança alimentar, economia criativa e práticas sustentáveis no cotidiano.Em Planaltina b) Aula Show: Fogo de Ancestralidade – Saberes e Sabores com Bruna CriolaAula show gastronômica com Bruna Criola, unindo ciência, tradição e culinária popular.Atividades: Preparo ao vivo de pratos saudáveis e acessíveis, Explicação nutricional em linguagem popular, Valorização de ingredientes brasileiros e periféricos, Dicas práticas para alimentação cotidiana e Uma cozinha em cena, onde cada ingrediente conta uma história.c) Encerramento Cultural: Quilombo das Panelas – Cozinhas Solidárias, Música e PartilhaMomento final celebrativo e político sobre o papel das cozinhas solidárias no combate à fome e fortalecimento comunitário.Programação: Conversa sobre redes solidárias e direito à alimentação, Relatos de experiências comunitárias, Pocket show musical / intervenção cultural, Partilha simbólica de alimentos preparados no evento e um encerramento que une luta, festa e esperança.____________________________________________________________________________________________d) Roda de Saberes – Território, Ancestralidade e Espiritualidade: Saberes dos Povos de Matriz AfricanaDuração: 02 horas (das 10h às 12h)Formato: Roda de saberes com diálogo aberto e mediação culturalDescrição da Atividade: Roda de conversa conduzida por lideranças de povos e comunidades tradicionais de matriz africana, com a participação dos terreiros Ilê Eiyelê Ogê Asé Ogodô Asé Oságiyan (Pai Joel), Ilé Asé Omin Iemanjá Ogunté (Pai Wanderson) e Nzo Kia Angurusemavulu (Ajoiê Marciele). A atividade propõe um espaço de escuta, troca e valorização dos saberes ancestrais, abordando a dimensão cultural, espiritual e social dos terreiros no território de Planaltina.Conteúdos Abordados: Ancestralidade e transmissão de saberes tradicionais, O papel dos terreiros na preservação cultural e identitáriaEspiritualidade como prática de cuidado e resistência, Combate à intolerância religiosa e valorização da diversidade, Território, pertencimento e organização comunitária. Metodologia será dialógica e participativa, baseada na oralidade, escuta ativa e troca de experiências. A atividade será mediada, promovendo a interação entre lideranças e público, valorizando os saberes tradicionais como forma legítima de produção de conhecimento.Materiais Utilizados: Estrutura de roda (cadeiras, espaço circular), Sistema de som (microfones), A atividade parte do reconhecimento dos povos de matriz africana como detentores de saberes fundamentais para a formação cultural brasileira. Propõe uma abordagem educativa baseada na valorização da oralidade, da ancestralidade e da diversidade religiosa, promovendo o respeito, a equidade cultural e o fortalecimento das identidades periféricas._______________________________________________________________________________________________________Programação para os 2 dias (Sábado e domingo) Feira Criativa e Gastronômica – Saberes e Sabores de PlanaltinaFormato: Feira cultural com exposição e comercialização de produtosDescrição da Atividade: Realização de feira criativa e gastronômica com a participação de 30 expositores locais, reunindo artesãos, produtores culturais e empreendedores de Planaltina. A feira será instalada na Praça São Sebastião e funcionará de forma contínua durante os dois dias do evento.Conteúdos e Produtos Apresentados: Artesanato local (cerâmica, peças autorais, produtos manuais)Gastronomia regional e popularProdutos desenvolvidos a partir das oficinas formativas em parceria com a Favela GastronômicaItens ligados à cultura e identidade do territórioMetodologia: Curadoria com prioridade para expositores de Planaltina, valorizando a produção local e a diversidade cultural. A feira funcionará como espaço de circulação econômica, troca de saberes e fortalecimento da economia criativa.Materiais e Estrutura:Barracas/pontos expositivos padronizadosMesas, cadeiras e infraestrutura básicaEnergia elétrica e apoio logísticoSinalização e organização do espaçoProjeto Pedagógico: A feira se estrutura como um espaço de aprendizagem prática e valorização dos saberes locais, promovendo a autonomia econômica, o empreendedorismo cultural e a economia circular. Atua como extensão das ações formativas, possibilitando a aplicação direta dos conhecimentos adquiridos.

Ficha técnica

Coordenação técnica e curadoria - Anderson Borges - Conhecido artisticamente como Rogê, é produtor cultural e músico com mais de 20 anos de trajetória dedicada à valorização e difusão da cultura afro-brasileira em Planaltina. Especialista em atabaques e instrumentos de percussão afro, destaca-se por sua habilidade técnica, sensibilidade artística e profundo conhecimento das tradições musicais dos terreiros e das manifestações culturais de matriz africana.Ao longo de sua trajetória, atuou na produção e montagem de estruturas para eventos culturais, religiosos e comunitários, contribuindo para a realização de festivais e celebrações tradicionais na região. Sua experiência integra prática musical e produção técnica, assegurando qualidade, autenticidade e alinhamento cultural nas ações que desenvolve. Com atuação pautada no respeito às ancestralidades e no fortalecimento das expressões afro-brasileiras, Rogê é referência em Planaltina, participando ativamente de projetos voltados à preservação das tradições, formação musical e promoção da identidade cultural. Curadoria - Luiz Felipe Vitelli - Professor, poeta, artista plástico, ator e joalheiro artesanal, com atuação destacada em Planaltina. É conselheiro de cultura do Distrito Federal e desenvolve uma trajetória multidisciplinar voltada à valorização da arte, da literatura e das expressões culturais do território. Como agente cultural, atua na promoção da cultura popular, da poesia e das práticas artísticas integradas, articulando linguagens como artes visuais, teatro e literatura. Também desenvolve ações voltadas à sustentabilidade e ao pensamento ambiental, sendo reconhecido por sua atuação como ambientalista e artivista cultural. Sua trajetória contribui para o fortalecimento das identidades culturais locais, a formação de público e a difusão de saberes tradicionais, consolidando sua relevância no cenário cultural de Planaltina e do Distrito Federal. Curadoria - Pai Joel (Bábà Joel de Osagiyan), Joel Mariano Borges, conhecido como Bábà Joel de Osagiyan, é historiador, líder religioso de matriz africana e agente cultural com ampla atuação em Planaltina (DF). Fundador do Ilê Eiyelê Ogê Asé Ogodô Asé Oságiyan e do Ponto de Cultura Ação e Tradição, desenvolve há décadas ações voltadas à valorização da cultura afro-brasileira, formação comunitária e promoção de direitos culturais. Foi conselheiro de cultura de Planaltina e possui trajetória consolidada na articulação de projetos culturais, festivais, oficinas e iniciativas de combate à intolerância religiosa e fortalecimento das comunidades tradicionais.Coordenação de produção - Lorena Oliveira, produtora cultural com atuação em Brasília há 18 anos, com trajetória consolidada na concepção, gestão e execução de projetos culturais de grande porte. É fundadora do Beco da Coruja Produções e do Instituto Janelas da Arte, iniciativas que, ao longo de quase duas décadas, desenvolvem ações contínuas de formação, qualificação profissional e promoção cultural, contribuindo para o fortalecimento da economia criativa e da inclusão social no Distrito Federal.Ao longo de sua carreira, esteve à frente da produção e coordenação de importantes projetos, como o Cerrado Jazz Festival, festivais de orquestras populares, o Concerto Negro e iniciativas do circuito carnavalesco do DF, incluindo o Carnarock, o Bloco Galinho de Brasília e o Bloco Vassourinhas de Brasília, atuando na articulação institucional, captação de recursos, gestão de equipes e execução técnica.Sua atuação se destaca pela capacidade de integrar diferentes linguagens artísticas, promover ações de impacto sociocultural e desenvolver projetos alinhados à democratização do acesso, à valorização da diversidade cultural e ao fortalecimento de territórios criativos.Gerente de Comunidade e Palestrante: Cleide Moraes da Favela Gastronômica é gestora e produtora cultural, diretora do Instituto Favela Gastronômica, com mais de 10 anos de atuação em projetos culturais e sociais no Distrito Federal. Sua trajetória está vinculada à promoção do direito à alimentação, cultura e sustentabilidade, com foco em territórios periféricos. Atua na coordenação de iniciativas como cozinhas solidárias, formação em gastronomia social e projetos de economia criativa, articulando cultura, segurança alimentar e inclusão produtiva, com forte atuação comunitária e territorial.Palestrante: Bruna Crioula – Formação (Aula-show / Gastronomia) é culinarista, pesquisadora social e comunicadora, com atuação dedicada à cultura alimentar, ancestralidade e sustentabilidade. Fundadora da Crioula Curadoria Alimentar, desenvolve projetos, cursos e ações formativas que integram alimentação, justiça social e saberes tradicionais. Com mais de uma década de experiência, atua na produção e difusão de conhecimentos sobre sistemas alimentares sustentáveis, valorização de culturas alimentares afro-brasileiras e práticas educativas voltadas à autonomia e transformação social.Coordenação de comunicação e assessoria de imprensa - Camila Muguruza é Jornalista, especialista em Gestão da Comunicação em Organizações, com atuação em Brasília. É fundadora e diretora da La Pauta Comunicação, com ampla experiência em assessoria de imprensa, gestão de conteúdo e desenvolvimento de estratégias de comunicação para projetos culturais, coletivos e organizações. Atua na coordenação de equipes, planejamento e execução de ações de comunicação, com foco na visibilidade e fortalecimento de iniciativas culturais. Ao longo de sua trajetória, atendeu projetos e instituições de destaque como CUFA DF, Instituto Rosa dos Ventos, Festa das Águas, PicniK, Seu Estrelo, Orquestra Popular e Bumba Meu Boi de Seu Teodoro, entre outros . Sua experiência integra comunicação estratégica, produção de conteúdo e assessoria de imprensa, contribuindo para a ampliação de alcance e impacto de projetos culturais no Distrito Federal.

Acessibilidade

A Virada Cultural de Planaltina adotará medidas integradas de acessibilidade física e de conteúdo, garantindo o acesso de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida a todas as atividades do projeto.PRODUTO: Apresentações musicaisACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: * banheiros adaptados, e áreas reservadas para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. * Apoio de equipe de acolhimento treinada para atendimento inclusivoACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Audiodescrição em uma sessão; iremos levar 01 associação de pessoas com deficiência visual para fazerem uma visita guiada no evento acompanhados com audiodescritores e intérpretes de libras, e após a visita assistir aos shows.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras em todas as apresentações. ACESSIBILIDADE ESTRUTURAL: 20% dos assentos serão reservados para pessoas com deficiência;ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: Todos os posts serão veiculados nas redes sociais terão descrição da imagem com a #Pratodosverem e #Pratodoscompreenderem para que dessa forma alcance as comunidades de pessoas com deficiência. PRODUTO: Cursos e palestras. ACESSIBILIDADE ESTRUTURAL: 20% dos assentos serão reservados para pessoas com deficiência;ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL: Todos os posts serão veiculados nas redes sociais terão descrição da imagem com a #Pratodosverem e #Pratodoscompreenderem para que dessa forma alcance as comunidades de pessoas com deficiência. EMPREGABILIDADE: Será contratada 1 pessoa com deficiência para trabalhar na produção da Virada Cultural de Planaltina.O projeto compreende a acessibilidade como um eixo transversal, incorporando práticas inclusivas desde o planejamento até a execução, garantindo o acesso físico, e a participação qualificada do público.

Democratização

A Virada Cultural de Planaltina será realizada com acesso totalmente gratuito a todas as atividades, garantindo a ampla participação da população, especialmente de públicos em situação de vulnerabilidade social.A distribuição dos produtos culturais se dará por meio de acesso livre à programação, sem necessidade de retirada de ingressos, incluindo apresentações artísticas, rodas de saberes, atividades literárias, ações formativas e intercâmbios culturais.A feira criativa e gastronômica funcionará como espaço de comercialização direta, permitindo que empreendedores locais ofertem seus produtos ao público, promovendo geração de renda e fortalecimento da economia criativa do território.Como estratégia de ampliação de acesso, o projeto prevê:* Realização de 04 oficinas formativas gratuitas, com 25 vagas cada, totalizando 120 vagas, voltadas à comunidade local, com foco em qualificação profissional e geração de renda;* Realização de 02 palestras formativas descentralizadas, sendo uma em Brazlândia e outra em Ceilândia, em parceria com espaços culturais, projetos sociais ou pontos de cultura locais, ampliando o alcance territorial das ações do projeto;* Promoção de 02 rodas de saberes, incentivando a troca de conhecimentos entre mestres, artistas e público;* Disponibilização de transporte (van) para deslocamento de participantes de Ceilândia até Planaltina, possibilitando a participação no festival e promovendo o intercâmbio cultural entre territórios do Distrito Federal;* Mobilização de público e articulação com escolas, coletivos, espaços culturais, pontos de cultura e organizações locais, ampliando o engajamento da população;Dessa forma, o projeto promove o acesso gratuito, a participação ativa da comunidade e a circulação de públicos entre territórios, contribuindo para a democratização cultural e a descentralização do acesso aos bens culturais no Distrito Federal.