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DO SOM À MÁQUINA — A HISTÓRIA DA MÚSICA ELETRÔNICA

Início: 01/03/2027Término: 30/11/2027Aceite: 23/04/2026

Resumo

A proposta consiste na realização da exposição "Do Som à Máquina — A História da Música Eletrônica", que apresenta a evolução da música eletrônica desde suas origens científicas até sua consolidação como fenômeno cultural global. A exposição terá caráter imersivo e educativo, com recursos visuais, sonoros e interativos. O projeto inclui montagem expositiva, mediação cultural e ações de acessibilidade, visando ampliar o acesso à cultura e à educação musical para o público em geral.

Sinopse

Sinopse da ObraA exposição “Do Som à Máquina — A História da Música Eletrônica” apresenta um percurso imersivo que explora a trajetória do som desde sua natureza física até sua transformação em linguagem artística mediada pela tecnologia. Estruturada em núcleos temáticos, a obra articula ciência, experimentação e cultura, permitindo ao visitante compreender como o som é formado, manipulado e consolidado como expressão cultural contemporânea.O percurso expositivo contempla a formação do som, sua visualização, os primeiros experimentos eletroacústicos, o surgimento dos sintetizadores e a consolidação da música eletrônica em contextos coletivos, como clubes e pistas. A narrativa integra conteúdos informativos, instalações interativas e experiências sensoriais, promovendo uma vivência que combina aprendizado e imersão.Como núcleo central, a Sala Imersiva oferece sessões guiadas que exploram o som em sua dimensão espacial e perceptiva, utilizando sistemas de áudio e projeção para criar uma experiência envolvente. O público é convidado a experimentar o som não apenas como escuta, mas como ambiente.O projeto inclui ações educativas complementares, como oficinas, escutas guiadas e atividades de mediação cultural, ampliando o acesso ao conhecimento sobre música eletrônica, tecnologia sonora e suas dimensões culturais.A classificação indicativa é livre, recomendada para todas as idades, com orientação para acompanhamento de crianças em função de estímulos sonoros e visuais na sala imersiva. A abordagem é educativa e acessível, permitindo a compreensão do conteúdo por públicos diversos.

Objetivos

Objetivo GeralRealizar a exposição "Do Som à Máquina — A História da Música Eletrônica", com caráter imersivo, educativo e acessível, com a finalidade de difundir conhecimento sobre a evolução da música eletrônica, ampliar o acesso à cultura e promover a formação de público por meio de experiência cultural inovadora. Objetivos EspecíficosProduzir e realizar 1 exposição de artes visuais com temática histórica e educativa sobre a música eletrônica;Desenvolver e implementar 1 projeto museográfico com recursos visuais, sonoros e interativos;Atender aproximadamente 15.000 a 30.000 visitantes ao longo do período expositivo;Realizar ações de mediação cultural durante todo o período de visitação;Garantir acessibilidade por meio de recursos digitais, conteúdos adaptados e condições de acesso físico ao espaço;Promover a democratização do acesso por meio de gratuidade total ou parcial ao público;Produzir materiais informativos e educativos relacionados ao conteúdo da exposição;Registrar e documentar a execução do projeto para fins de prestação de contas e memória cultural.

Justificativa

. A proposta "Do Som à Máquina — A História da Música Eletrônica" fundamenta-se na necessidade de ampliar o acesso à cultura e reconhecer a música eletrônica como manifestação cultural relevante, historicamente consolidada e de amplo impacto social, artístico e tecnológico. Embora presente em diversas esferas da sociedade contemporânea, a música eletrônica ainda é pouco explorada sob a perspectiva educativa, museológica e institucional, o que justifica a utilização do mecanismo de incentivo fiscal previsto na Lei nº 8.313/91 para viabilizar sua difusão qualificada.O projeto enquadra-se nos objetivos do Art. 1º da referida lei, especialmente nos incisos I, II, III e IV, ao promover o acesso às fontes da cultura, apoiar, valorizar e difundir manifestações culturais, preservar e difundir o patrimônio cultural e artístico, bem como estimular a produção e o conhecimento cultural. Ao apresentar a evolução da música eletrônica desde suas bases científicas — relacionadas ao estudo do som, da física e da tecnologia — até sua consolidação como linguagem artística global, a proposta contribui para a formação cultural do público e para o fortalecimento da diversidade cultural.Além disso, o projeto atende aos objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, ao fomentar a democratização do acesso aos bens culturais, incentivar a formação de público, promover a difusão de conhecimento e contribuir para o desenvolvimento cultural do país. A exposição foi concebida com caráter educativo, imersivo e acessível, permitindo que diferentes perfis de público — incluindo jovens, estudantes e pessoas em situação de vulnerabilidade social — tenham contato com conteúdos culturais de qualidade, de forma gratuita ou a preços populares.A utilização do incentivo fiscal torna-se essencial para a execução do projeto, uma vez que viabiliza a realização de uma exposição de alto nível técnico e museográfico, com recursos visuais, sonoros e interativos, garantindo qualidade, acessibilidade e ampla circulação. Projetos com essas características demandam investimento significativo em estrutura, tecnologia e equipe especializada, o que, sem o apoio do mecanismo público, limita seu alcance e impacto social.Importante destacar que a proposta não se limita à apresentação estética ou recreativa, mas se estrutura como uma ação cultural formativa, capaz de gerar reflexão, conhecimento e valorização de uma linguagem artística contemporânea. A música eletrônica, ao longo de sua trajetória, dialoga com movimentos sociais, transformações tecnológicas e expressões culturais urbanas, constituindo-se como importante vetor de identidade cultural e inovação.Adicionalmente, o projeto contribui para o fortalecimento da economia criativa, ao envolver profissionais das áreas de arte, tecnologia, produção cultural e educação, gerando impacto positivo no setor cultural. A realização da exposição também promove a ocupação qualificada de espaços culturais, incentivando o uso democrático desses equipamentos e ampliando sua função social.Por fim, a proposta está plenamente alinhada aos princípios do Art. 18 da Lei nº 8.313/91, ao apresentar caráter essencialmente cultural, educativo e de interesse público, com forte ênfase na democratização do acesso e na difusão de conhecimento. Dessa forma, o projeto justifica plenamente a utilização do mecanismo de incentivo fiscal, consolidando-se como uma iniciativa relevante para o desenvolvimento cultural, a formação de público e a valorização da música eletrônica como expressão legítima da cultura contemporânea.

Etapas

Etapas de TrabalhoO projeto “Do Som à Máquina — A História da Música Eletrônica” será estruturado em três macroetapas: Pré-produção, Execução e Pós-produção, organizadas de forma sequencial para garantir viabilidade técnica e qualidade da entrega. Pré-produção (4 meses)Fase de planejamento e estruturação do projeto. Inclui definição curatorial e roteiro expositivo, detalhamento dos núcleos temáticos, desenvolvimento de conteúdos textuais e audiovisuais, elaboração dos projetos técnicos (cenografia, iluminação, sonorização e interatividade), contratação de equipe e fornecedores, definição do espaço expositivo, planejamento logístico e desenvolvimento da identidade visual e comunicação.Também contempla aquisição de equipamentos, desenvolvimento de interfaces interativas e testes técnicos iniciais. Execução (4 a 5 meses)Compreende a montagem e o período expositivo.A montagem terá duração de 4 a 6 semanas, incluindo instalação cenográfica, montagem de equipamentos, implementação dos conteúdos interativos, testes operacionais e treinamento da equipe.O período de visitação terá duração de 3 a 4 meses, com funcionamento contínuo da exposição, atendimento ao público, realização de visitas mediadas, ações educativas e registro das atividades. Pós-produção (1 mês)Fase de encerramento do projeto. Inclui desmontagem da exposição, retirada de equipamentos, organização de materiais, finalização de registros, consolidação de dados de público e atividades, além do fechamento administrativo e elaboração da prestação de contas.

Estratégia de execução

.O projeto “Do Som à Máquina — A História da Música Eletrônica” se insere em um contexto de transformação das linguagens culturais contemporâneas, propondo o reconhecimento da música eletrônica como expressão legítima da cultura, estruturada a partir da convergência entre ciência, tecnologia e arte.Apesar de sua ampla presença global e relevância econômica, a música eletrônica ainda carece de reconhecimento institucional no Brasil enquanto linguagem cultural passível de preservação, difusão e reflexão crítica. Trata-se de um campo que movimenta milhões de pessoas em todo o mundo, influencia a indústria criativa, impacta comportamentos sociais e dialoga diretamente com a evolução tecnológica, mas que, no contexto brasileiro, permanece majoritariamente associado ao entretenimento, sem a devida inserção em espaços formais de cultura.Dados internacionais apontam que a música eletrônica representa um dos segmentos mais relevantes da indústria musical contemporânea, com festivais, eventos e produções que movimentam bilhões de dólares anualmente, além de gerar impacto significativo na economia criativa e no turismo cultural. No Brasil, observa-se crescimento contínuo desse cenário, com expansão de eventos, artistas e público, o que evidencia a necessidade de iniciativas que promovam sua contextualização histórica, artística e científica.Nesse sentido, o projeto propõe um deslocamento de percepção: da música eletrônica como consumo imediato para sua compreensão como fenômeno cultural estruturado. A exposição organiza esse campo em uma narrativa que conecta a física do som, os experimentos eletroacústicos, o desenvolvimento dos sintetizadores e a formação de comunidades culturais em torno da música, evidenciando que essa linguagem não surge de forma isolada, mas como resultado de processos históricos e tecnológicos complexos.A relevância do projeto reside também em seu potencial formativo. Ao apresentar conteúdos de forma acessível, mediada e estruturada, a proposta contribui para a formação de público crítico, ampliando repertório cultural e oferecendo ferramentas de compreensão que ultrapassam a experiência estética. Jovens, estudantes e público em geral passam a acessar um conteúdo que normalmente não está disponível em espaços educacionais formais, promovendo aproximação entre cultura, ciência e tecnologia.Outro aspecto central é a valorização da experiência como ferramenta de aprendizado. A utilização de recursos imersivos, interativos e sensoriais não apenas amplia o engajamento do público, mas também estabelece novas formas de relação com o conhecimento, alinhadas às práticas contemporâneas de difusão cultural. O visitante deixa de ser espectador passivo e passa a ocupar papel ativo na construção de significado.Do ponto de vista institucional, o projeto contribui para a ampliação do repertório de exposições culturais no país, incorporando uma linguagem ainda pouco explorada em espaços museológicos tradicionais. Ao fazer isso, amplia o escopo das políticas culturais, incluindo manifestações contemporâneas e tecnológicas no campo da preservação e difusão cultural.A proposta também dialoga diretamente com os princípios da economia criativa, ao mobilizar profissionais de diferentes áreas — arte, tecnologia, produção cultural, audiovisual e educação — promovendo geração de trabalho qualificado e circulação de conhecimento. Trata-se de um projeto que articula criação, produção e difusão de forma integrada, gerando impacto não apenas cultural, mas também econômico e social.Do ponto de vista técnico, o projeto foi concebido com soluções viáveis e compatíveis com o mercado, garantindo sua execução com qualidade e segurança. A utilização de estruturas modulares, tecnologias acessíveis e planejamento operacional estruturado assegura controle de custos, eficiência e possibilidade de replicação em outros contextos.Adicionalmente, o projeto apresenta potencial de continuidade, podendo ser adaptado para itinerância, expansão de conteúdo ou desdobramentos educativos, ampliando seu alcance territorial e seu impacto cultural ao longo do tempo.A proposta também reconhece a música eletrônica como um dos espaços culturais mais inclusivos da contemporaneidade. Trata-se de uma linguagem que historicamente se desenvolveu em ambientes diversos e plurais, acolhendo pessoas de diferentes idades, gêneros, orientações sexuais, raças e origens sociais. Em especial, destaca-se o protagonismo de comunidades LGBTQIA+ e da população negra na construção, difusão e consolidação da música eletrônica em diferentes contextos históricos, especialmente em movimentos urbanos que utilizaram a música como forma de expressão, resistência cultural e afirmação identitária. Ao longo de sua trajetória, a música eletrônica esteve associada a espaços de liberdade, pertencimento e convivência, constituindo-se como território de encontro e construção coletiva.Como desdobramento dessa perspectiva, a exposição prevê um núcleo dedicado ao reconhecimento da música eletrônica como espaço de expressão cultural e afirmação de identidades. Esse núcleo abordará, de forma contextualizada e educativa, como comunidades historicamente marginalizadas — incluindo populações negras e LGBTQIA+ — encontraram na música eletrônica e nos espaços de pista ambientes de criação, visibilidade e construção de redes culturais. A proposta evidencia como esses contextos contribuíram para o desenvolvimento estético, social e simbólico da música eletrônica, reforçando seu papel como linguagem que promove diversidade, inclusão e transformação cultural.Por fim, o projeto se alinha às diretrizes contemporâneas das políticas públicas de cultura ao promover democratização de acesso, inclusão, formação de público e valorização de linguagens artísticas atuais. Ao propor o reconhecimento da música eletrônica como cultura, a iniciativa não apenas amplia o campo cultural institucional, mas contribui para a construção de novas referências, fortalecendo a diversidade cultural e acompanhando as transformações da sociedade contemporânea.

Especificação técnica

Especificações Técnicas do ProdutoA exposição “Do Som à Máquina — A História da Música Eletrônica” será desenvolvida como produto cultural expográfico de caráter imersivo, com estrutura técnica voltada à clareza narrativa, qualidade museográfica e experiência do público.O projeto será organizado a partir de roteiro curatorial definido, traduzido em planta técnica com distribuição dos núcleos temáticos, fluxos de circulação, pontos de interação e áreas de permanência. A exposição contará com seis núcleos principais interligados por percurso contínuo, com sinalização orientativa e aplicação de textos curatoriais em suportes físicos e/ou digitais, utilizando tipografia legível, contraste adequado e linguagem acessível.A cenografia será composta por estruturas modulares, utilizando materiais como MDF, metalon, acrílico, tecido tensionado e painéis gráficos em alta resolução, priorizando durabilidade, segurança e possibilidade de adaptação ao espaço expositivo. Os elementos interativos poderão incluir interfaces digitais, dispositivos sensoriais e equipamentos de manipulação sonora.A iluminação será composta por recursos cênicos e técnicos, incluindo refletores, fitas de LED e pontos direcionais, com função de ambientação e orientação do percurso. A sonorização será distribuída conforme os ambientes, garantindo qualidade de reprodução e equilíbrio acústico entre os núcleos.A Sala Imersiva será equipada com sistema de áudio de alta qualidade, com distribuição espacial de caixas acústicas e controle de reprodução sonora, podendo operar em sistema estéreo ou multicanal. Contará também com projeções visuais por meio de projetores de alta luminosidade e superfícies adequadas, com sincronização entre áudio e imagem. As sessões terão duração média de 15 a 30 minutos, com controle de fluxo de público.Os conteúdos audiovisuais serão produzidos em formatos digitais compatíveis, incluindo vídeos, animações e materiais visuais relacionados à temática da exposição, organizados de forma integrada ao percurso.O projeto pedagógico será estruturado por meio de mediação cultural, com desenvolvimento de materiais de apoio e realização de ações educativas, como oficinas e visitas guiadas, com duração média entre 60 e 120 minutos.A exposição funcionará em regime de visitação contínua, com tempo médio de permanência entre 60 e 90 minutos por visitante. A capacidade simultânea de público será definida conforme o espaço, respeitando critérios de segurança e conforto.Todos os elementos técnicos serão dimensionados para garantir estabilidade durante o período expositivo, segurança ao público e eficiência operacional, assegurando a coerência entre proposta conceitual e execução.

Ficha técnica

. Ficha TécnicaA proponente, Ariadne Martins, por meio do INSTITUTO REINO VERDE DA AMAZÔNIA E CERRADO, será responsável pela concepção, coordenação e execução integral do projeto “Do Som à Máquina — A História da Música Eletrônica”.Atuará diretamente na direção geral e curadoria, sendo responsável pela definição do conceito da exposição, estruturação dos núcleos temáticos, validação dos conteúdos e acompanhamento de todas as etapas do projeto, do planejamento à finalização.A instituição proponente será responsável pela gestão administrativa e financeira, incluindo contratação de equipe, relacionamento com fornecedores, controle orçamentário, execução financeira, prestação de contas e cumprimento das exigências do mecanismo de incentivo fiscal. Também atuará na articulação institucional, estabelecimento de parcerias e acompanhamento das ações de comunicação e difusão.No campo curatorial, a direção do projeto atuará na construção da narrativa expositiva, assegurando coerência entre os conteúdos históricos, científicos e culturais, bem como sua apresentação de forma acessível ao público. Principais Participantes (currículos resumidos)Direção Geral e Curadoria — Ariadne MartinsProfissional com atuação multidisciplinar nas áreas de direito, produção cultural e música eletrônica. Possui experiência na estruturação de projetos culturais, elaboração de propostas para mecanismos de incentivo fiscal e gestão de iniciativas culturais. Atua como DJ e pesquisadora da música eletrônica, com foco em sua dimensão histórica, tecnológica e sensorial, desenvolvendo conteúdos autorais que integram arte, ciência e experiência imersiva. Produção ExecutivaResponsável pela coordenação operacional do projeto, gestão de cronograma, contratação de equipe, negociação com fornecedores e acompanhamento da execução. Coordenação Técnica / ExpografiaResponsável pelo desenvolvimento expográfico e cenográfico, planejamento do espaço expositivo, fluxos de visitação e implementação das estruturas físicas e técnicas. Direção Audiovisual e Conteúdo DigitalResponsável pela criação e produção dos conteúdos audiovisuais da exposição, incluindo vídeos, projeções e materiais digitais. Técnico de Som e Experiência ImersivaResponsável pela implementação e operação do sistema de som, calibração acústica e suporte técnico das experiências imersivas. Equipe de Mediação CulturalResponsável pelo atendimento ao público, condução de visitas mediadas e ações educativas. Comunicação e DifusãoResponsável pela estratégia de comunicação, divulgação e ampliação do alcance do projeto.

Acessibilidade

O projeto “Do Som à Máquina — A História da Música Eletrônica” adotará medidas de acessibilidade física e de conteúdo, com o objetivo de garantir o acesso, a circulação e a compreensão da exposição por públicos diversos, incluindo pessoas com deficiência, mobilidade reduzida, idosos e pessoas neurodivergentes.No âmbito da acessibilidade física, a exposição será realizada em espaço que atenda às normas vigentes, contemplando rotas acessíveis, circulação adequada para cadeiras de rodas, acesso por rampas ou elevadores quando necessário, sanitários acessíveis, sinalização clara e organização expográfica que evite barreiras físicas. A montagem considerará corredores desobstruídos, áreas de circulação compatíveis e pontos de apoio ao visitante.No âmbito da acessibilidade de conteúdo, a exposição contará com textos claros e organizados por núcleos temáticos, com linguagem acessível ao público geral. Haverá mediação cultural capacitada para atendimento a diferentes perfis de público, com adaptação de linguagem conforme a necessidade dos grupos atendidos.O projeto prevê recursos de acessibilidade comunicacional, incluindo conteúdos audiovisuais com legendas, possibilidade de intérprete de Libras em ações educativas agendadas, utilização de ferramentas digitais de tradução em Libras (VLibras) e recursos de audiodescrição para elementos centrais da exposição, sempre que tecnicamente viável.Considerando o caráter sensorial da exposição, especialmente em ambientes imersivos, serão fornecidas orientações prévias sobre estímulos sonoros e visuais, possibilitando a participação segura de pessoas com sensibilidades específicas. Sempre que possível, poderão ser realizadas visitas mediadas com adaptação de estímulos.Dessa forma, o projeto assegura condições de acesso físico e de compreensão do conteúdo, promovendo inclusão, autonomia e participação do público, em conformidade com as diretrizes de acessibilidade aplicáveis a projetos culturais incentivados.

Democratização

A exposição “Do Som à Máquina — A História da Música Eletrônica” adotará modelo de acesso híbrido, combinando cobrança de ingresso a preço popular com ações de gratuidade, garantindo ampla democratização do acesso ao público.Será praticado valor de ingresso acessível, estimado em R$ 25,00, permitindo a sustentabilidade do projeto e, ao mesmo tempo, mantendo o acesso viável ao público em geral. Paralelamente, será assegurada a distribuição gratuita de ingressos, com foco prioritário em estudantes de escolas públicas, instituições sociais e grupos em situação de vulnerabilidade, mediante agendamento prévio.O projeto promoverá ativamente a participação de escolas públicas, com articulação para visitas guiadas e ações educativas, ampliando o acesso de jovens ao conteúdo cultural e formativo da exposição. Haverá mediação cultural ao longo de todo o período expositivo, contribuindo para a compreensão dos conteúdos por diferentes perfis de público.Além da visitação, o projeto prevê ações complementares de ampliação de acesso, como encontros educativos, possíveis oficinas e disponibilização de conteúdos informativos em ambiente digital, ampliando o alcance da proposta para além do espaço físico.Dessa forma, a estratégia de democratização equilibra acesso gratuito e ingresso a preço popular, garantindo inclusão, formação de público e difusão cultural, em conformidade com as diretrizes da Lei de Incentivo à Cultura.