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Quilombolizando – Formação e Difusão da Cultura Afro-brasileira em Territórios Periféricos

Início: 01/03/2027Término: 28/02/2028Aceite: 28/04/2026

Resumo

O projeto "Quilombolizando _ Formação e Difusão da Cultura Afro-brasileira em Territórios Periféricos" propõe a realização de um programa contínuo de formação cultural em Nova Iguaçu (RJ), com foco em capoeira, samba de roda e musicalidade tradicional. A iniciativa oferecerá oficinas semanais gratuitas, rodas culturais mensais e um evento de culminância, atendendo diretamente até 50 participantes fixos e público ampliado em ações abertas. Voltado prioritariamente a crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social, incluindo pessoas com deficiência e integrantes da comunidade LGBTQIA+, o projeto promove inclusão, fortalecimento da identidade cultural e democratização do acesso à cultura afro-brasileira.

Sinopse

O projeto consiste na realização de um programa formativo contínuo em cultura afro-brasileira, tendo como eixo central a capoeira, articulada ao desenvolvimento acrobático (floreios) e à musicalidade tradicional (instrumentos e cantos), promovendo uma formação cultural completa e integrada.As atividades são voltadas para crianças, adolescentes e jovens, prioritariamente em situação de vulnerabilidade social, com oferta de turmas regulares e turmas adaptadas, por meio de metodologia inclusiva desenvolvida especificamente para o atendimento de pessoas com deficiência e/ou neurodivergentes, incluindo participantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA).Ao longo do projeto, serão realizadas oficinas contínuas, rodas culturais abertas à comunidade e vivências formativas que integram prática corporal, expressão artística, tradição oral e fortalecimento identitário.Como culminância, será realizado um evento público no Dia da Consciência Negra, com apresentações dos participantes, batizado e troca de graduação na capoeira, além de apresentações de samba de roda, promovendo integração comunitária e valorização da cultura afro-brasileira. Com estimativa de público presente de 300 pessoas.Classificação indicativa: Livre.

Objetivos

Objetivo GeralPromover formação cultural continuada em capoeira e manifestações afro-brasileiras para até 50 participantes diretos, ampliando o acesso à cultura e fortalecendo a identidade cultural em território periférico de Nova Iguaçu.⸻Objetivos Específicos Realizar 2 oficinas semanais de capoeira ao longo de 10 meses;Oferecer 1 oficina semanal de samba de roda;Promover rodas culturais mensais abertas ao público;Atender diretamente até 50 participantes fixos;Garantir inclusão de pessoas com deficiência e público LGBTQIA+;Realizar 1 evento de culminância com público estimado de 300 pessoas;Desenvolver habilidades corporais, culturais e socioemocionais dos participantes.

Justificativa

Com atuação continua ao longo de 7 anos e reconhecida como Ponto de Cultura.A presente proposta nasce de uma realidade concreta e persistente nos territórios periféricos de Nova Iguaçu (RJ), onde o acesso contínuo e qualificado à cultura ainda é limitado, especialmente no que se refere às manifestações afro-brasileiras. Nesse contexto, crianças, adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade social encontram poucas oportunidades estruturadas de formação cultural, o que impacta diretamente seu desenvolvimento social, educacional e identitário.A capoeira, o samba de roda e a musicalidade tradicional afro-brasileira não são apenas expressões culturais: são tecnologias sociais de resistência, formação e pertencimento, historicamente responsáveis por promover disciplina, coletividade, autoestima e construção de identidade em territórios marcados por desigualdades.O projeto "Quilombolizando _ Formação e Difusão da Cultura Afro-brasileira em Territórios Periféricos" se diferencia por não ser uma iniciativa pontual ou experimental. Ele se estrutura a partir de uma atuação contínua e consolidada no território, com histórico de mobilização comunitária, formação de participantes e realização de atividades culturais regulares. A proposta apresentada representa a ampliação qualificada de uma prática já validada socialmente, com potencial de impacto ampliado e mensurável.Como diferencial estratégico, o projeto incorpora uma metodologia inclusiva e estruturada, com turmas adaptadas para pessoas com deficiência e/ou neurodivergentes, incluindo participantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), além de promover a diversidade por meio da atuação de educadores e participantes da comunidade LGBTQIA+. Essa abordagem amplia o acesso real à cultura, indo além da oferta e garantindo permanência, participação ativa e desenvolvimento dos envolvidos.A ausência de iniciativas continuadas com esse nível de estrutura, regularidade e compromisso social no território reforça a relevância e a urgência da proposta. Ao oferecer atividades semanais, rodas culturais abertas e um evento de culminância, o projeto cria um ciclo consistente de formação, vivência e difusão cultural, fortalecendo vínculos comunitários e ampliando o alcance das tradições afro-brasileiras. Além do impacto direto nos participantes, a proposta gera efeitos multiplicadores no território, ao envolver famílias, lideranças comunitárias e o público em geral, contribuindo para a valorização da cultura local e para a redução de desigualdades no acesso às políticas culturais.Dessa forma, o projeto se consolida como uma ação estratégica de democratização do acesso à cultura, alinhada às diretrizes de inclusão, diversidade e fortalecimento das identidades culturais, apresentando viabilidade, histórico de atuação e capacidade de execução compatíveis com os objetivos propostos.

Etapas

Pré-produção (1 mês)* Planejamento geral do projeto;* Organização da equipe técnica e definição de funções;* Articulação com escolas, lideranças comunitárias e público-alvo;* Divulgação e processo de inscrição dos participantes;* Aquisição de materiais e organização do espaço.Execução (10 meses)* Realização de aulas semanais de capoeira;* Realização de oficinas de samba de roda;* Rodas culturais mensais abertas à comunidade;* Acompanhamento pedagógico dos participantes;* Registro das atividades (foto e vídeo).Pós-produção (1 mês)* Realização do evento de culminância (Dia da Consciência Negra);* Apresentações públicas dos participantes;* Organização de registros e resultados;* Elaboração de relatório final e prestação de contas.

Estratégia de execução

O presente projeto está inserido em um contexto de atuação cultural contínua no território, articulando-se com iniciativas já existentes e reconhecidas na comunidade, como ações vinculadas a ponto de cultura e à atuação como agente cultural no município de Nova Iguaçu.A proposta não se configura como uma ação isolada, mas como o fortalecimento e ampliação de práticas já desenvolvidas ao longo de 7 anos de atuação, com histórico de impacto social e cultural junto à população local.Destaca-se ainda o caráter inclusivo do projeto, por meio de metodologia própria voltada ao atendimento de pessoas com deficiência e/ou neurodivergentes, contribuindo para a democratização do acesso à cultura de forma efetiva.O projeto busca consolidar-se como ação estruturante no território, promovendo continuidade, formação cultural e fortalecimento da identidade comunitária por meio da valorização da cultura afro-brasileira.Os encargos e tributos decorrentes da execução do projeto serão geridos conforme a legislação vigente, com acompanhamento da assessoria contábil, garantindo conformidade fiscal e correta aplicação dos recursos.

Especificação técnica

O projeto está estruturado em três eixos formativos integrados: prática corporal (capoeira), desenvolvimento acrobático (floreios) e musicalidade (instrumentos e cantos tradicionais), garantindo uma formação cultural completa.⸻Oficinas de Capoeira – Turma Regular* Frequência: 2 vezes por semana* Duração: 1 hora por aula* Conteúdo: prática corporal, fundamentos técnicos da capoeira, musicalidade e história* Metodologia: ensino progressivo com integração entre corpo, ritmo e cultura* Público: crianças, adolescentes e jovens (até 50 participantes)⸻Oficinas de Capoeira – Turma Adaptada (Inclusiva)* Frequência: 2 vezes por semana* Duração: 1 hora por aula* Público: alunos com deficiência e/ou neurodivergentes, incluindo TEA* Metodologia: abordagem adaptada com foco em estímulos motores, sensoriais e sociais* Estratégias: atividades lúdicas, adaptação de movimentos, acompanhamento individualizado e uso da musicalidade como recurso de integração⸻Desenvolvimento Acrobático (Floreios)* Integrado às aulas de capoeira* Conteúdo: movimentos acrobáticos, coordenação, força, equilíbrio e consciência corporal* Condução: instrutor com experiência em ginástica artística, com apoio de monitora* Objetivo: ampliar repertório corporal e expressão dos participantes com segurança e progressão pedagógica⸻Oficinas de Musicalidade* Frequência: 1 vez por semana* Duração: 1 hora* Conteúdo: ensino de instrumentos tradicionais (berimbau, pandeiro, atabaque), cantos e ritmos da capoeira* Condução: Mestra de capoeira* Objetivo: preservação da tradição oral e fortalecimento da identidade cultural⸻Oficinas de Samba de Roda* Frequência: 1 vez por semana* Duração: 1 hora* Conteúdo: ritmo, canto, expressão corporal e tradição afro-brasileira* Objetivo: valorização cultural e integração comunitária⸻Rodas Culturais* Periodicidade: mensal* Duração: 2 a 3 horas* Formato: abertas ao público* Conteúdo: integração entre capoeira, musicalidade e samba de roda⸻Evento de Culminância* Duração: aproximadamente 4 horas* Atividades: apresentações, batizado e troca de graduação, samba de roda e integração comunitária⸻Materiais Utilizados* Figurinos samba de roda;*Materiais pedagógicos e de segurança para atividades acrobáticas, incluindo colchões de queda, utilizados para garantir a execução segura dos movimentos, especialmente nas práticas de floreios e no atendimento de turmas adaptadas;*Materiais de escritório (impressora)* Uniformes (calças, camisas e cordeis)

Ficha técnica

Jaqueline Ferreira da Silva GasparFunção: Proponente / Coordenação GeralProfissional de Educação Física e Mestra de Capoeira, reconhecida por sua atuação como liderança cultural em território periférico, com mais de 27 anos de experiência no desenvolvimento de projetos sociais, esportivos e culturais na comunidade e experiência na gestão de projetos culturais em territórios periféricos. Desenvolve ações voltadas à cultura afro-brasileira, com foco em formação, inclusão e articulação comunitária. No projeto, será responsável pela coordenação geral, incluindo planejamento estratégico, gestão da equipe, acompanhamento das atividades e execução administrativa e de prestação de contas.Atua como agente cultural cadastrada no município de Nova Iguaçu e integra iniciativas reconhecidas como ponto de cultura, com destaque para o projeto Quilombolizando, fortalecendo a promoção da cultura afro-brasileira e o desenvolvimento comunitário.Sua trajetória é marcada pela promoção da cultura afro-brasileira por meio da capoeira, práticas corporais, dança, circo e formação cidadã, com forte atuação na inclusão social e no fortalecimento de vínculos comunitários, sendo também desenvolvedora de metodologia própria para o ensino da capoeira com foco na inclusão de pessoas com deficiência e/ou neurodivergentes, incluindo alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA).Possui certificação em Clínica de Ginástica Artística Feminina pelo Flamengo, integrando conhecimentos da ginástica às práticas da capoeira, especialmente no desenvolvimento acrobático (floreios).Recebeu reconhecimento por meio de premiações municipais nas áreas do esporte e da cultura, consolidando sua atuação como agente de transformação social e promotora da cultura no território.⸻Juan Duarte de SousaFunção:Agente Comunitário(a) Local de Cultura- Mediador de AcessibilidadeEstudante de Educação Física (Bacharelado), com atuação há 10 anos na capoeira na comunidade.Profissional com atuação no território e experiência em projetos culturais e sociais, responsável por apoiar a execução das atividades e, de forma contínua, garantir a inclusão de pessoas com deficiência e/ou neurodivergentes, incluindo participantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Atua na adaptação das atividades, acompanhamento dos participantes e promoção de acessibilidade metodológica, assegurando a participação efetiva de todos os públicos atendidos pelo projeto.⸻Cleir Anderson Ramos dos SantosFunção:Especialista Cultural (Educador em Capoeira e Cultura Afro-brasileira)Estudante de Educação Física (Bacharelado), sendo responsável pelo desenvolvimento das habilidades acrobáticas (floreios), trabalhando coordenação motora, consciência corporal, força e expressão dentro da prática da capoeira. Possui certificação em Clínica de Ginástica Artística Feminina pelo Flamengo, fortalecendo a abordagem técnica das atividades acrobáticas no projeto. Profissional com experiência na condução de atividades formativas em capoeira e manifestações culturais afro-brasileiras, atuando diretamente na realização das oficinas, acompanhamento dos participantes e desenvolvimento das ações pedagógicas do projeto. Atua de forma contínua ao longo da execução, contribuindo para a formação cultural e inclusão dos participantes.⸻Derlinda Ramos de Oliveira NetaFunção:Assistente de produçãoProfissional com experiência em apoio a atividades culturais e comunitárias, atuando na organização de ações, acompanhamento dos participantes e suporte logístico. Contribui para o bom funcionamento das atividades e para a permanência do público nas ações formativas.⸻Marcos VitorFunção:Assistente - de comunicaçãoResponsável pela divulgação das ações, mobilização do público, produção de conteúdo e registro das atividades, garantindo visibilidade ao projeto e ampliando seu alcance no território.

Acessibilidade

O projeto contempla medidas de acessibilidade física e de conteúdo, visando garantir a participação ampla e inclusiva do público.No que se refere à acessibilidade física, as atividades serão realizadas em espaço comunitário com condições de circulação e adaptação para pessoas com mobilidade reduzida, com organização do ambiente para melhor acolhimento dos participantes.Quanto à acessibilidade de conteúdo, o projeto adotará:* linguagem simples e acessível em todas as comunicações;* mediação pedagógica adaptada às diferentes faixas etárias e níveis de compreensão;* acolhimento individualizado, respeitando as necessidades específicas dos participantes;* estímulo à participação de pessoas com deficiência, promovendo inclusão nas atividades culturais.Sempre que necessário, serão buscadas parcerias locais para ampliação dos recursos de acessibilidade, de acordo com a demanda identificada durante a execução do projeto.

Democratização

As atividades do projeto serão integralmente gratuitas, realizadas em território periférico, garantindo o acesso de populações historicamente excluídas às manifestações da cultura afro-brasileira.Serão ofertadas vagas para até 50 participantes diretos nas oficinas contínuas de capoeira e samba de roda, além de acesso livre do público às rodas culturais mensais e ao evento de culminância.A divulgação será realizada por meio de redes sociais, comunicação comunitária e articulação com escolas, coletivos locais e lideranças comunitárias, ampliando o alcance das ações.Como estratégia de democratização, o projeto também prevê:* realização de apresentações abertas ao público;* incentivo à participação de familiares e da comunidade;* registro e compartilhamento das atividades em meios digitais.As ações visam ampliar o acesso à cultura, fortalecer vínculos comunitários e promover a valorização das tradições afro-brasileiras.