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Sonora Bahia - Festival Internacional de Compositoras

Início: 01/06/2027Término: 01/12/2027Aceite: 28/04/2026

Resumo

O Festival Sonora Bahia ocorre, anualmente, desde 2016, a partir da iniciativa de produtoras culturais e musicistas gerando visibilidade para mulheres compositoras, formando público e ativando a cena artística em cidades baianas, com geração de trabalho e renda para mulheres. O festival promove, de forma gratuita, um edital de chamamento artístico para seleção de compositoras residentes na Bahia; curadoria de compositoras com trajetória reconhecida; shows de música autoral no palco principal e no Palco Aberto; oficinas para estudantes da rede pública de ensino e grupos de mulheres cis, trans, travestis da zona rural; oficinas para capacitação de mulheres na área técnica; webinário para compositoras, técnicas, produtoras e público geral; encontros para qualificação da Rede Sonora; consultorias de direção artísticas para as compositoras participantes e a celebração da vida e obra de compositoras baianas através de femenagem.

Sinopse

Apresentação Musical - showsAtravés de um edital público, uma curadoria especializada irá selecionar as compositoras para apresentarem shows no Festival, além do edital, a curadoria irá convidar mais 4 grupos ou artistas experientes para compor a programação. Serão 8 shows de música autoral - entre 30 e 40 min cada -realizados no Vale do Capão - Plameiras, em 2 dias do Festival, abertos ao público e com classificação LIVRE. Além do palco principal, entre um show e outro, o palco Aberto (contará com equipamento de som e instrumentos como violão e atabaque), e receberá as cantautoras que queiram apresentar sua arte durante o Festival. Os shows, no palco principal, contaram com som, luz e cenografia de qualidade para garantir uma experiência boa para as musicistas e para o público, terá tradução em Libras e será realizado na tradional vila do Vale do Capão. Edital de Curadoria de compositorasO edital de seleção das compositoras precederá todas as atividades e será lançado para Chapada Diamantina, selecionando, no mínimo, 2 compositoras da Chapada e mais 2 de outras regiões baianas. As inscrições serão gratuitas e feitas mediante preenchimento do formulário de inscrição disponível online; poderão se inscrever compositoras cis/trans e travestis, de qualquer estilo musical, acima de 18 anos. As inscrições serão destinadas a compositoras residentes há, pelo menos, 2 anos na Bahia. A seleção contará com pontuação extra para travestis, mulheres trans, mães solo, negras, indígenas, pcd e baixa renda. A curadoria é composta por integrantes da rede sonora e do Sonora Bahia, profissionais com capacidade técnica para avaliação dos diversos elementos de uma composição musical; com qualidade e consistência nas artes; presença na cena independente baiana e em outras edições do Festival Sonora Bahia. O edital é elaborado com base em outros editais de seleção pública de artistas, com informações claras e objetivas.

Objetivos

OBJETIVOS GERAISPromover e valorizar a criação artística de compositoras e cantautoras (cis, trans e travestis) da Bahia; Ampliar o acesso à música feita por mulheres; Estimular debates sobre equidade de gênero na economia criativa; Promover o empoderamento de compositoras, produtoras, instrumentistas e técnicas mobilizando o cenário sociocultural; Fortalecer iniciativas autônomas e autorais; Geração de trabalho e renda para mulheres atuantes na cultura e economia criativa; Promover a capacitação de mulheres e jovens; Promover a formação de público; Movimentar a cena artística de cada território.OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Realizar 1 edital para selecionar e premiar 4 compositoras e/ou grupos residentes na Bahia;- Fazer a curadoria de 4 compositoras e/ou grupos experientes baianas ou residentes na Bahia;- Realizar 8 shows de música autoral protagonizado por mulheres no Vale do Capão/Palmeiras;- Promover 1 webinário para compositoras, musicistas e público interessado com profissionais da música experientes;- Realizar 3 oficinas para capacitação de profissionais técnicas na área musical (1 oficina exclusiva para estudantes da rede pública de ensino e 2 oficinas abertas, destinadas a mulheres do território)- Realizar 3 encontros para qualificação da Rede Sonora;- Realizar 8 produtos audiovisuais (gravação e edição profissional) de cada show realizado durante o festival.- Realizar 9 encontros para Consultoria Artística com as compositoras que participam do Festival;- Celebrar a vida e obra de uma compositora baiana através de femenagem.

Justificativa

O "Sonora _ Festival Internacional de Compositoras" nasceu no Brasil, em 2016, com o objetivo principal de mostrar e incentivar a força das mulheres compositoras em sua diversidade. O projeto surgiu da hashtag #mulherescriando, uma iniciativa da musicista Deh Mussulini para romper o imaginário de que existem poucas mulheres compondo. A partir daí, centenas de musicistas mostraram seus trabalhos nas redes sociais. Nesse ano, compositoras de diferentes estados como Deh Mussulini, Flávia Ellen, Amorina e Bia Nogueira (MG), Ana Luisa Barral (BA), LaBaq (São Paulo), Ilessi (RJ) e Isabella Bretz (MG) criam o Festival Sonora. O Sonora já foi realizado em 75 cidades de 16 países, criando uma rede de produtoras e compositoras com caracteristicas como a autonomia das artistas e produtoras, a descentralização e a atuação local. Sua natureza é de mobilização e transformação de cenários musicais. Das pequenas cidades interioranas, litorâneas e sertanejas, às capitais, sem distinção de idade ou cor, o "Sonora" incentiva a diversidade de gênero na música e na sociedade, abarcando mulheres cis e trans, negras, indígenas, brancas, amarelas e com deficiência, no propósito de somar ideias, trocar experiências e promover seu desenvolvimento pessoal, profissional e econômico. Em 2026, o Festival completa 10 anos sendo inspiração de muitas iniciativas do mesmo gênero como o WME, Sonora Soma, Sêla, entre outros, e se firma como o maior Festival de compositoras do mundo.O "Sonora Bahia" tem sido realizado de forma independente em Salvador (2016/2017), em Ilhéus (2017/2018/2019) e em Palmeiras/Vale do Capão (2017/2018/2019/2020). Em todas essas edições as compositoras, produtoras e técnicas participaram de forma voluntária, investindo no Festival e fortalecendo a cena. Um movimento que teve participação de iniciantes e artistas experientes. Em 2024, através do Fundo de Cultura da Secult/Bahia o Sonora Bahia tem apoio pelo edital Eventos Calendarizados, para melhoria das condições de trabalho, porém, ainda muito distante de condições adequadas para a equipe e artistas participantes.Centenas de compositoras, produtoras e técnicas receberam estímulo e são impulsionadas pelo Sonora Bahia. Em 2024, mais de 60 musicistas (70% mulheres) subiram aos palcos do Sonora Bahia, mais de 100 músicas autorais tocadas, artistas experientes apresentando shows autorais pela 1ª vez, centenas de agentes culturais mobilizados, mais de 100 parceiros, e homenagens a compositoras revelantes. O Festival tem o poder de revolucionar a vida das musicistas que, após viverem a experiência, se sentem encorajadas para romper silêncios e viver a expressão máxima de suas artes. A presença do Festival no coração da Bahia - a Chapada Diamantina - no Vale do Capão - fortalece a produção musical das artistas locais e dos grupos de música tradional como Terno das Ciganas, o samba de roda, entre outras. E as trocas diretas que ocorrem entre as compositoras iniciantes, experientes e o público geral promovem transformações reais no cenário artístico do território e na vida das musicistas. O Festival Sonora Bahia é um acontecimento que reúne um número significativo de compositoras, técnicas e produtoras em um mesmo espaço, protagonizando e promovendo a difusão do trabalho artístico, gerando renda e dignidade para as agentes culturais, algo inédito em um cenário de misóginia e desigualdade de gênero. O Festival Também promove uma mudança real no público que visibiliza a riqueza e a diversidade da produção de mulheres e travestis compositoras, mudando a forma com que vêem o mundo e fruem a arte produzida por mulheres. O evento também movimenta economicamente (tanto os territórios como a categoria artistica) atraindo público, empresas, marcas, fortalecendo as artistas e produtoras e trazendo novas oportunidades de trabalho.O Sonora Bahia quebra barreiras construídas pela misoginia e preconceito, pelo machismo, sexismo, racismo e lgbtfobias. Segundo o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição de Música), "até o final de 2021, o banco de dados registrava cerca de 4 milhões de titulares filiados ativos, cadastrados como pessoa física. Desse total, aproximadamente 11% são do gênero feminino.". Vemos que, mesmo em espaços formais de compositores como o ECAD, esses números são muito pequenos. Nessa pequena lista estão nomes como Anitta e Iza, artistas comerciais, com gravadoras e grandes incentivadores financeiros. Na cena independente os problemas da presença/ausência das mulheres cis, trans, travestis e pessoas LGBTQIAP+ compositoras se aprofunda. O Festival Sonora Bahia promove uma revolução ao apresentar para artistas e para o público uma cena que é pouco vista devido às desigualdades de gênero que impossibilitam a existência de equidade na sociedade. As atividades formativas e o webnário são parte importante do Festival pois fortalecem, qualificam e estimulam a inserção e a permanência das mulheres, cis, trans e travestis no cenário. Com o compromisso de promover uma cultura mais justa e representativa, o Sonora Bahia adota estratégias estruturadas para garantir equidade de gênero e raça na composição de suas equipes técnicas, artísticas e operacionais. Abaixo, estão destacadas as principais ações: Política de contratação afirmativa: Priorizar a contratação de mulheres, especialmente da Bahia, tanto nas equipes técnicas quanto de produção e coordenação. Essa política reconhece desigualdades históricas e busca corrigi-las ativamente. Composição diversa nas lideranças: Garantir que cargos de liderança e tomada de decisão (coordenação geral, curadoria, produção executiva e comunicação) sejam ocupados majoritariamente por mulheres. Parcerias com redes e coletivos locais: Estabelecer parcerias com coletivos de mulheres negras, LGBTQIAP+ e indígenas, quilombolas para participaçao nas ações de forma direta ou indireta, garantindo territorialidade e inclusão. Editais com critérios de equidade: Os editais do projeto já incluem cláusulas que assegurem a seleção de compositoras com recorte racial e de identidade de gênero, valorizando a pluralidade de experiências e histórias nas apresentações artísticas.Através de inúmeras ações como: edital de seleção de compositoras, shows de música autoral, atividades formativas (oficinas, webinário), formação de público, celebração da vida e obra de compositoras baianas, capacitação da rede Sonora, consultoria artística, o Festival promove o empoderamento artístico e profissional, a descentralização da cultura e a movimentação da economia local. A consultoria artística é um momento único entre as artistas e profissional da direção artística que escuta as demandas e caminhos dos grupos e artistas e ajuda a traduzir as ideias de forma prática e generosa. As ações voltadas a estudantes, mulheres na cadeia produtiva da música e grupos de mulheres ampliam possibilidades de carreira e estimulam reflexões sobre gênero e espaço na cultura. Promove autonomia, sustentabilidade e debates sobre desigualdade, consolidando-se como uma plataforma de transformação social, cultural e econômica na música baiana. Um Festival que mobiliza centenas de pessoas em prol da música autoral produzida na Bahia. Em um cenário de sub-representação de mulheres, o Festival atua como plataforma de afirmação estética e política, incentivando a produção autoral e ampliando espaços de atuação. Com curadoria diversificada e edital público, apoia talentos em diferentes regiões da Bahia, como Chapada Diamantina, Litoral Sul e Salvador, descentralizando o acesso à arte. Além de shows e oficinas, investe na qualificação de agentes culturais, promovendo uma cena musical mais equitativa, plural e inovadora. Em 2027, buscaremos focalizar na formação de público, na articulação com grupos de mulheres produzindo música regional, articulando com organizações educacionais e culturais para trazer mais pessoas para as platéias do Sonora Bahia.

Etapas

Pré-produção - 2 mesesContratação de equipes (produção, curadoria e comunicação) Reuniões com equipes (coordenação, produção, curadoria e comunicação) Realização do planejamento de comunicação, mkt digital, Identidade Visual e peças gráficas Contato com as escolas, universidades e espaços para parceriasOrganização da rede de produtoras e inscrição para oficinas Elaboração das oficinas / preparação de materialConfirmação de Pauta com os espaços culturais e Contato com fornecedoresConvite para compositoras com trajetória consagrada Produção de spot, material grafico, cards e videos para divulgação Produção - 3 mesesDivulgação das atividades do Festival em toda imprensa e redes sociais Oficina para produtoras da Rede Sonora Oficina nas escolas e universidades, para estudantes e grupos de mulheres Divulgação do edital de chamamento artístico na imprensa, redes sociais Lançamento do edital e inscrições para compositoras Curadoria e seleção de compositoras Divulgação das compositoras selecionadas Consultoria artística com as compositoras selecionadas e convidadas Divulgação da programação completa dos shows na imprensa, redes sociais Realização do Webinário para compositoras inscritas Realização do Sonora Bahia no Vale do Capão/Palmeiras, Salvador e Ilhéus - shows e atividades formativas Divulgação de agradecimento e resumo do Festival nas mídias digitais Veiculação do Webinário após edição no YoutubeVeiculação dos vídeos/show na íntegra das compositoras após edição, no YoutubePós-produção - 1 mêsElaboração de clipping Elaboração de Relatório Final e Prestação de contas

Estratégia de execução

https://www.youtube.com/watch?v=vqnbgf8ck5Ehttps://youtu.be/9KZifHs40CQhttps://youtu.be/dVie73CBhTIhttps://youtu.be/YBP5qE7G3Lchttps://youtu.be/HCYsbfiexUEhttps://youtu.be/1TiqhT_CmL8https://youtu.be/TOzhNaX8VzMhttps://youtu.be/mqC0Eqsmir0https://youtu.be/fRt9tBbdvk0https://youtu.be/oiy15-KIg8Ehttps://www.instagram.com/p/DSFqAWfDdRf/https://www.instagram.com/p/DPys_nVASWl/?img_index=1https://www.instagram.com/p/DP1tOz8gD5E/?img_index=1

Especificação técnica

Consultorias para direção artística Uma profissional de direção artística irá realizar consultoria com as 8 compositoras/grupos participantes, prestando orientações para os processos criativos de cada show, promovendo qualidade artística para o Festival. os encontros serão virtuais sendo: 1 encontro geral com todas as compositoras que participarão do Festival (selecionadas no edital e convidadas) com duração de 1h30. Nesse primeiro encontro haverá uma introdução sobre direção artística e as possibilidades de contribuição para os processos criativos, as compositoras/ e ou grupos também apresentarão os conceitos dos shows e as músicas que dão o caminho estético para as apresentações. Após o primeiro encontro, teremos 8 encontros individuais entre cada artista e a diretora artística para trocas diretas como ideias de figurino, cenário, iluminação, etc. Os encontro individuais serão gravados através dos recursos do google meet e enviados às artistas. No total serão 9 encontros de até 2h cada, totalizando até 18 horas de consultoria.Produtos audiovisuais - shows na íntegraGravação e edição profissional de cada show apresentado no festival, com captação na integra de imagem e som profissional. Os produtos serão disponibilizados para as compositoras (como um material para divulgação, estudo e/ou venda de shows) e postado no canal do YouTube - Festival Sonora Bahia. A duraçao dos vídeos será de até 40 min, conforme a duração dos shows. Oficinas Capacitação técnica - conhecimentos básicos - na área musical (roadie e/ou direção de palco e/ou técnica de áudio). As oficinas serão voltadas para mulheres cis, trans, travestis e pessoas não-binárias, comunidade quilombola e estudantes. A carga horária das oficinas varia de 2h à 5h (2h para estudantes do ensino médio e 5h para mulheres 18+ interessadas na área). Serão 3 oficinas no total: 1 para estudantes da escola pública, 1 para mulheres diversas no Posto de Saúde do Vale do Capão e 1 para mulheres residentes dos Quilombos (Corcovado e Lagoa dos Patos), na sede Palmeiras, em parceria com a Prefeitura Municipal de Palmeiras. A oficina será ministrada por profissional experiente e abrange desde a instalação e configuração de equipamentos, o básico para equalização do som em eventos como shows, espetáculos cênicos, exposições, palestras, conferências etc. METODOLOGIA: Aula expositiva – quadro banco, projetor; Aulas dialogadas, propondo debate com os alunos; Recursos audiovisuais (projetor, notebook, cabos e extensões); Exibição de vídeos e fotos sobre o assunto. WebinárioO webinário tem por objetivo promover o encontro de compositoras, cantautoras e musicistas com profissionais experientes para trocas sobre processos criativos, sobre mercado de trabalho, sobre profissionalização entre outros. Convidamos 2 profissionais de diferentes territórios para apresentar suas vivências e realizara troca direta com as participantes. Serão 2 encontros de até 2h cada. METODOLOGIA: Aula expositiva; Aulas dialogadas, propondo trocas através de ferramenta google meet. Ceumar (Minas Gerais) e Josyara (Bahia) serão as convidadas dessa edição. Duas compositoras e violonistas com presença e trajetórias nacionais. Encontros Rede Sonora BahiaOs encontros da Rede tem por objetivo a capacitação das agentes culturais (profissionais da música) para articulação em Rede na Bahia - técnicas, musicistas, compositoras, cantautoras, produtoras se reunindo em uma estratégia fundamental para o fortalecimento profissional, visibilidade e colaboração no campo artístico. Serão 3 encontros virtuais, de até 2h, mediado por profissional capacitada para formação e qualificação da rede Sonora Bahia.

Ficha técnica

Ive Dias Farias / Avoar Arte e Cultura (Produção Executiva e Curadoria) Musicista, produtora cultural e comunicóloga com mais de 15 anos de trajetória, tem graduação em Comunicação Social, com ênfase em Publicidade e Propaganda (UCSAL/BA); Curso técnico de Produção Cultural (SENAC/SP);Curso técnico em música (Pracatum/BA). Em 2012 fundou a empresa Musical Produções, hoje Avoar Arte e Cultura, atuando com Gestão de Eventos, Produção Executiva e Agenciamento de músicos e grupos culturais. Realiza produção executiva de artistas baianos, através de projetos de cultura via editais (Fundo de cultura/BA, Secult/BA, Funarte) e leis de incetivo. Nos últimos 7 anos tem se dedicado ao grupo Yayá Massemba como head, compositora e instrumentista. Na produção cultural e artística destacamos os projetos autorais com artistas baianos, residentes na Chapada Diamantina e interior da Bahia como Sonora Bahia/Festival internacional de compositoras, Yayá Massemba, Cocriadoras, Bando Passarim, Espetáculo O Salto com Ninha Almeida, Espetáculo Festa na Fé com grupo Olaria, Espetáculo Consolo com Alice Cunha, A Sereia e o som, entre outros.GABY ELLA (Coordenação de produção e Curadoria) Natural de Porto Alegre, vive na Bahia desde 2016, na Chapada Diamantina/Bahia desde 2019. Atua como artista multilinguagem, arte/educadora, produtora e projetista na cultura desde 2012. Tem sido premiada em concursos e editais públicos para projetos autorais e em parceria, aprovando e produzindo projetos culturais nas áreas de artes visuais e música. Gaby realiza a produção do Festival Sonora Bahia (Vale do Capão) desde 2019 com experiência em todas as etapas do projeto. Além de festivais atuou na produção de webséries, apresentações artísticas de múltiplas linguagens. É Mestra em Estudos Interdisciplinares de Gênero e Feminismos pelo PPGNEIM/UFBA (2016), Bacharela e Licenciada em Artes Visuais pelo Instituto de Artes/UFRGS (2012/2010). ANA LUISA BARRAL (Curadoria e Direção de palco) Licenciada em Música pela UFBA, mineira de batismo e baiana de coração, participou de diversos projetos musicais como instrumentista, compositora, produtora, cantora e arranjadora. Desde 2007 atua como arte-educadora e contadora de histórias. É uma das fundadoras do Som das Binha, ciranda sonora formada por mulheres na Bahia. Faz parte da Rede Sonora - Festival internacional de compositoras. Em 2017 recebeu o prêmio Sesc de música em Salvador e realizou o lançamento do album Doçura com apresentações em Salvador, São Paulo, Belo Horizonte e Ilhéus. Foi escolhida entre as 25 finalistas do XV Festival de Música Educadora FM. Ainda em 2017 entrou para o Portal OXE, portal de literatura baiana contemporânea, como poetisa e compositora. Integra o musical infantil “A Sereia e o som” com apresentações no Sesc Bahia e Sesc São Paulo.ISABELLA BRETZ (Coordenação da Rede Sonora) Produtora executiva, pesquisadora, coautora do livro "Conhecimentos de Áudio Para Cantores", redatora de conteúdo e palestrante. O projeto apresenta o universo do áudio e da tecnologia para os artistas desenvolverem suas carreiras com uma abordagem leve. Produtora executiva, palestrante, cantora e compositora no projeto ABREVIAR DISTÂNCIAS, Projeto literário-musical que trabalha com a lusofonia internacionalmente. Isso é feito por meio de shows, produções audiovisuais, workshops e atividades acadêmicas. Produtora executiva, cantora, compositora, produtora musical e videomaker no projeto PEQUENEZAS, com Curtas-metragens de até um minuto e meio com trilha sonora original. Atua como coordenadora da Rede Sonora.Beatriz Almeida (Coordenação de Comunicação) é jornalista, co-fundadora e diretora de projetos da plataforma Pagode Por Elas e do Selo Musical Som Por Elas. Pós graduada em Gestão de Projetos, Metodologias Ágeis e Eventos da Música e pós graduanda em Gestão e Políticas Públicas pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Como empreendedora musical foi indicada ao Prêmio WME 2024, acelerada pela Vale do Dendê, Acelera IAÔ e pelo programa internacional UNIDAS, promovido pelo Goethe Institut. Já gerenciou, comunicou e contribuiu em +30 projetos musicais e de impacto na Bahia, dentre ela o EP de estreia de Melly, singles de Lívia Nery e Raquel Virgínia, álbuns de Edcity, tudo isso através do trabalho realizado nas Plataformas Pagode Por Elas e Som Por Elas.Laura Franco (Consultoria e Direção artística) mulher tamboreira, diretora artística e produtora musical. Doutoranda em Cultura e Sociedade (POSCULT/UFBA) com pesquisa acerca do batuque como poética de (re)existência pessoal e coletiva para mulheres. Artista multi-linguagens, contramestra e diretora musical da roda de atabaques para mulheres TamborA Ayó - coordenada pela mestra batuqueira Mônica Millet. Suas produções musicais mais recentes para o mercado fonográfico streaming são a web-série musical “Cocriadoras” – realizada pela dupla Cocriadoras (Ive Farias e Gabi Ela), o EP “De Umbigo à Umbigo” (banda Yayá Massemba, co-produção com Leo Mendes) e o álbum REQUILOMBA (Tereza Raquel).DEAH MUSS (Oficineira) É compositora, violonista e cantora belo-horizontina. Deh idealizou e trabalha em diversos projetos feministas na música como: Coletivo ANA, com quem lançou disco em 2014; criou a hashtag #mulherescriando que culminou no Coletivo Mulheres Criando, que ganhou o Prêmio Profissionais da Música 2018, Sonora Festival Internacional de Compositoras da qual é diretora geral e idealizadora, também agraciado com o Prêmio Profissionais da Música de 2021. Lançou seu primeiro livro de poesia “Todas as primaveras em mim” no fim de 2019, pela Editora Luas. Em 2022 lançou seu segundo disco “antes de Eva”, um álbum que versa sobre mitos de deidades femininas de várias culturas.JANICE CUNHA (Produção Local) mulher negra, é produtora, arte-educadora e ativista de movimentos sociais. É Griô de herança da família. Atuou, por muitos anos como produtora cultural de artistas em Salvador, como o escritor e músico Ramiro Naka. Atua na produção local do Festival Sonora Bahia, desde 2024.Jessyca Meireles (TÉCNICA DE SOM, GRAVAÇÃO e Oficineira) Idealizadora da Matapi Records, Formada em Produção Fonográfica, com especialização em Cinema e Linguagem Audiovisual (Estácio) e trilha sonora para Cinema e TV. Técnica em Sonorização da Academia Paraense de Música Usipaz Cabanagem e Theatro da Paz 2021 - 2023. Técnica de monitor Xandy do Harmonia, fez parte da equipe técnica, no ano de 2024 acompanhado a banda por diversos trabalhos. Técnica de som nos festivais: Se rasgum,Sonido e Lambateria 2022.Natalia Arjones (Audiovisual) fotógrafa, designer e realizadora audiovisual, com atuação voltada principalmente para música, shows e festivais. Formada em Produção Multimídia pela Faculdade Anhembi Morumbi (São Paulo), desenvolve trabalhos que atravessam direção de clipes, registro de apresentações ao vivo. No audiovisual, dirigiu e realizou clipes para artistas como Peu Del Rey, além de assinar edições e design para a banda inglesa Ibibio Sound Machine. Na área de design gráfico para música, criou a identidade visual de dois discos da cantora Josyara e capas para nomes como Carne Doce, Edgar, Letrux e Luedji Luna, entre outros.

Acessibilidade

As atividades do Sonora Bahia serão planejadas visando contemplar medidas de acessibilidade em suas etapas, adotando as seguintes ações:- escolha de espaços com acessibilidade arquitetônica: buscar espaços para realização de atividades com rotas acessíveis; espaço de manobra para cadeira de rodas, rampas, vagas de estacionamento para pessoas com deficiência; assentos para pessoas obesas;- promover a acessibilidade comunicacional: o projeto irá contratar profissional especializada em Língua Brasileira de Sinais - Libras que estará presente nos vídeos oficiais do festival, nos dias de shows e nas atividades formativas sob demanda; todas as postagens na internet contarão com legendas e adequação para linguagem simples.- promover a acessibilidade atitudinal: consultoria e capacitação de acessibilidade para a Rede Sonora Bahia. Apresentação Musical:ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: buscar espaços com acessibilidade arquitetônica com rotas acessíveis, espaço de manobra para cadeira de rodas., assentos para pessoas com mobilidade reduzida. ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: Os eventos artísticos contemplarão a presença profissional especializada em Língua Brasileira de Sinais - Libras.ACESSIBILIDADE DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO: todas as postagens na internet contarão com legendas e adequação para linguagem simples, além de menção aos recursos de acessibilidade disponíveis durante o festival.Curso / Oficina / Capacitação:ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: acessibilidade arquitetônica nos espaços de realização de atividades com rotas acessíveis, espaço de manobra para cadeira de rodas, vagas de estacionamento para pessoas com deficiência, assentos para pessoas obesas.ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL E DE CONTEÚDO: para contemplar acessibilidade comunicacional o projeto irá contratar uma profissional especializada em Língua Brasileira de Sinais - Libras que será inserida na edição dos encontros online do webinário, os vídeos serão disponibilizados no youtube. Nas oficinas, serão realizadas mediante inscrição prévia com possibilidade de assinalar a necessidade de recursos de acessibilidade, para organização do evento e boa distribuição dos recursos, caso não haja demanda pelo serviço.ACESSIBILIDADE DE COMUNICAÇÃO E DIVULGAÇÃO: todas as postagens na internet contarão com legendas e adequação para linguagem simples, além de menção aos recursos de acessibilidade disponíveis durante o festival.

Democratização

Todos os produtos culturais resultantes do projeto terão sua distribuição de forma totalmente gratuita. Serão respeitados os percentuais de distribuição estabelecidos por lei para patrocinadores e divulgação e as comunicações serão feitas de forma ampla e democrática, para todos e diversos públicos acessarem o evento.Apresentação Musical: distribuição gratuitaCurso / Oficina / Capacitação: distribuição gratuitaVideos: distribuição gratuitaAs seguintes medidas serão adotadas para melhorar a distribuição ás ações do festival:1) Pontuação extra no edital de seleção de compositoras: o festival vai garantir pontuação extra para candidatas mulheres pretas, trans, travestis, indigenas, mãe solo, baixa renda, mulheres com deficiencia.2) As atividades formativas e ações de capacitação (no ao vivo quando online) são voltadas exclusivamente para mulheres cis, trans e travestis. Essa medida afirmativa assegura presença e protagonismo para o público específico do Fetsival.3) Divulgação direcionada e acessível - o festival vai desenvolver ações de comunicação com linguagem inclusiva e voltada para coletivos e redes de mulheres, feminista, de pessoas trans e travestis, utilizando canais acessíveis e respeitosos. Parcerias com organizações de mulhers e LGBTQIAP+ locais serão essenciais para ampliar a divulgação.4) Ambiente seguro e acolhedor: promover acolhimento e segurança para garantir que todas as pessoas participantes se sintam respeitadas, protegidas e valorizadas em todos os espaços do projeto, evitando situações de misoginia, lgbtfobias e exclusão.5) Valorização da produção artística de mulheres cis, trans, travestis, indígenas e negras: o festival vai convidar artistas para apresentações, falas públicas e atividades formativas, destacando suas trajetórias e fortalecendo suas redes de visibilidade e circulação artística.