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Brasil Super Battle Grafite - Edição Comunidade

Início: 01/04/2027Término: 30/08/2027Aceite: 29/04/2026

Resumo

Será realizado um Mutirão de Grafite com grafiteiros locais e convidados de outros estados, que irão produzir 30 obras inéditas em muros da cidade da Ceilândia/DF, formação especializada com 4 workshops voltados para grafiteiros e 4 workshops demonstrativos em escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal.

Sinopse

1. Obras de Grafite (Intervenções Urbanas Artísticas)Produção e execução de obras de grafite em espaços públicos e escolas, realizadas por artistas convidados e participantes do projeto, com temática voltada à cultura Hip Hop, identidade periférica e valorização comunitária. As intervenções artísticas configuram-se como exposições de artes visuais a céu aberto, promovendo a democratização do acesso à arte e a requalificação estética dos territórios atendidos. Classificação indicativa: Livre aberta à toda comunidade.2. Workshops Demonstrativos em Escolas (Oficinas Formativas)Realização de workshops demonstrativos de grafite em escolas públicas, combinando apresentação prática, mediação cultural e introdução teórica à arte urbana. As atividades têm caráter educativo e participativo, estimulando o contato direto dos estudantes com a linguagem do grafite e seus contextos sociais e históricos. Classificação indicativa: Livre para alunos de escolas públicas do DF.3. Workshops de Capacitação para Grafiteiros (Formação Artística)Oficinas formativas voltadas a grafiteiros iniciantes e intermediários, abordando técnicas de pintura mural, composição artística, uso de materiais, segurança e desenvolvimento de linguagem autoral. As atividades visam a qualificação profissional e o fortalecimento da cadeia produtiva das artes visuais urbanas. Classificação indicativa: Livre para grafiteiros do DF e região.

Objetivos

OBJETIVO GERALUtilizar o grafite para transformar visualmente áreas degradadas, criando um ambiente mais acolhedor para os moradores da Ceilândia, com a produção de 30 obras inéditas de grafiteiros do DF e de outros estados.OBJETIVOS ESPECÍFICOS- Realizar 01 mutirão de grafite em Ceilândia, com a produção de 30 obras inéditas em muros, promovendo a revitalização visual de áreas urbanas e a valorização da cultura urbana, do hip hop e das artes visuais no território;- Selecionar e mobilizar 30 grafiteiros do Distrito Federal e de outros estados para participação no mutirão, ampliando a visibilidade de artistas da cultura urbana e fortalecendo a cadeia produtiva local das artes visuais;- Realizar 04 workshops demonstrativos de grafite em escolas públicas, com duração de 2 horas cada, alcançando estudantes da rede pública e apresentando noções básicas de grafite, como traço, linhas, cores, composição, personagens e diferenciação entre grafite e pichação;- Atender, nos workshops escolares, até 200 estudantes, considerando 50 participantes por workshop, como ação de formação de público, sensibilização artística e mobilização comunitária para o mutirão;- Realizar 04 oficinas especializadas de grafite para grafiteiros, com duração de 3 horas cada, ministradas por artistas convidados, com foco na socialização de técnicas autorais, aperfeiçoamento técnico e troca de saberes entre profissionais da cultura urbana;- Atender, nas oficinas especializadas, até 80 grafiteiros, considerando 20 participantes por oficina, contribuindo para a qualificação artística e profissional de agentes culturais locais;- Manter 01 site do projeto (https://www.brasilsuperbattle.com/), com informações sobre o mutirão, inscrições, calendário de atividades, artistas convidados, artistas selecionados, locais de realização e conteúdos de acessibilidade, permanecendo disponível por, no mínimo, 01 ano;- Produzir 01 mapa dos locais de intervenção artística, contendo registro dos muros ou empenas disponíveis, localização, metragem, fotos e autorizações dos responsáveis, proprietários, moradores ou autoridades competentes, quando aplicável;- Desenvolver 01 campanha de comunicação e divulgação, com peças para redes sociais (https://www.instagram.com/brasilsuperbattle), WhatsApp, site, assessoria de imprensa e materiais acessíveis, buscando atingir até 20 mil pessoas nas mídias digitais e ampliar o acesso público às informações do projeto;- Produzir e divulgar conteúdos acessíveis, incluindo peças com descrição de imagem, legendas, Libras, audiodescrição e/ou recursos sonoros, conforme previsto no plano de comunicação e nas medidas de acessibilidade do projeto;- Aplicar 30 QR Codes acessíveis, um para cada obra de grafite produzida, permitindo que pessoas com deficiência visual acessem, por meio de seus aplicativos de acessibilidade, a audiodescrição das obras e informações sobre o projeto;- Produzir 01 vídeo-resumo do projeto, com registro das atividades realizadas, dos processos formativos, do mutirão e dos resultados alcançados, a ser utilizado como material de memória, divulgação e comprovação da execução;- Alcançar público presencial estimado de 800 pessoas durante a realização do mutirão e das ações associadas, garantindo fruição gratuita e aberta à comunidade;- Executar o projeto em 06 meses, contemplando as etapas de pré-produção, produção, pós-produção, acessibilidade, divulgação de resultados e prestação de contas;- Garantir a gratuidade de todas as ações culturais oferecidas à população, em consonância com os princípios de democratização do acesso previstos na Lei Rouanet e no Programa Rouanet no Interior, que busca descentralizar, regionalizar e ampliar o acesso ao financiamento cultural em territórios como Ceilândia;

Justificativa

O projeto Brasil Super Battle Grafite — Edição Comunidade necessita do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais porque propõe uma ação de interesse público, gratuita, territorializada e de forte impacto social, voltada à democratização do acesso à cultura, à valorização da arte urbana e ao fortalecimento de artistas da periferia do Distrito Federal. A proposta será realizada em Ceilândia, território contemplado pelo Programa Rouanet no Interior, e dialoga diretamente com a finalidade do edital de descentralizar, regionalizar e democratizar o investimento cultural em cidades satélites e territórios com menor acesso a recursos culturais.O financiamento via Lei de Incentivo à Cultura é fundamental porque o projeto não se sustenta por bilheteria ou comercialização de produtos. Suas ações serão oferecidas gratuitamente à população e envolvem custos de produção, materiais artísticos, logística, acessibilidade, comunicação, oficinas, registros e mobilização comunitária. Sem o apoio do mecanismo, a realização do mutirão, das ações formativas e das medidas de acessibilidade ficaria limitada, reduzindo o alcance cultural e social da iniciativa.O projeto se enquadra no Art. 1º da Lei nº 8.313/91, especialmente nos incisos I, II, III, IV, V, VIII e IX, pois facilita o livre acesso da população às fontes da cultura; promove a regionalização da produção artística brasileira, com valorização de artistas e conteúdos locais; apoia, valoriza e difunde manifestações culturais e seus criadores; protege expressões culturais de grupos formadores da sociedade brasileira, como a cultura urbana e o Hip Hop; contribui para a continuidade dos modos de criar, fazer e viver da sociedade; estimula a produção e difusão de bens culturais formadores de conhecimento, cultura e memória; e prioriza produto cultural originário do País.Quanto aos objetivos do Art. 3º da Lei nº 8.313/91, o projeto alcança especialmente o inciso I, alínea "d", ao estimular a participação de artistas locais e regionais em ações desenvolvidas com instituições públicas de educação básica, por meio dos workshops demonstrativos nas escolas; o inciso II, alíneas "c" e "e", ao promover uma exposição artística urbana a céu aberto, com a produção de obras inéditas de grafite; e o inciso V, alíneas "a" e "c", ao viabilizar a circulação e a participação de artistas convidados e ao realizar ação cultural relevante não limitada a circuitos privados, com benefícios diretos para a comunidade.A proposta também se alinha ao Programa Rouanet no Interior por estar situada na área de Artes Visuais, contemplando o grafite como técnica artística admitida, e por se caracterizar como proposta de cultura urbana, uma vez que valoriza expressões realizadas nas ruas, praças, bairros e espaços públicos, com foco nas periferias e nos elementos do Hip Hop. Assim, a Lei de Incentivo à Cultura é o mecanismo adequado para financiar o projeto, pois permite transformar recursos incentivados em acesso público, formação artística, valorização territorial, acessibilidade cultural e difusão da arte urbana brasileira.

Etapas

1. Pré-Produção 1.1. Planejamento detalhado do cronograma — 4 dias 1.2. Ajuste da identidade visual legada dos projetos anteriores (https://www.brasilsuperbattle.com/) — 1 semana 1.3. Ajuste do site e das mídias do Brasil Super Battle — 1 semana 1.4. Visitas técnicas aos locais onde irão ocorrer o mutirão — 3 semanas 1.5. Obtenção das autorizações de moradores, escolas etc. — 3 semanas 1.6. Autorizações do poder público, no que for necessário — 3 semanas 1.7. Aquisição de passagens, hospedagens e materiais — 2 semanas 1.8. Elaboração das peças de divulgação — 2 semanas 1.9. Inscrição dos grafiteiros que queiram participar do mutirão — 3 semanas 1.10. Seleção dos grafiteiros que irão participar do mutirão — 1 semana 1.11. Divulgação dos nomes selecionados — 1 semana 1.12. Divulgação das ações nas escolas e do mutirão — 3 semanas2. Produção 2.1. Realização dos workshops de grafite nas escolas — 4 dias (1 em cada escola) 2.2. Ação principal do projeto: Mutirão de Grafite — 2 dias3. Pós-Produção 3.1. Produção da audiodescrição das imagens, aplicação dos QR Codes e publicação no site — 1 semana 3.2. Produção de material e divulgação nas mídias — 1 semana 3.3. Elaboração e entrega do relatório de prestação de contas — 4 semanas

Estratégia de execução

É importante destacar a experiência do proponente e sua equipe em relação à projetos dessa natureza. Como já apresentado, o Rivas é um multiartista e produtor cultural. O Brasil Super Battle (BSB) é o "guarda chuva" para diversos projetos de festivais de Hip Hop e, específicos para o grafite, que foram realizados nos últimos anos. Por isso, e para simplificar, os projetos listados abaixo são precedidos apenas por BSB sendo que os especializados em grafite complementam essa informação:- BSB (Hip Hop) - 2a edição (2018)- BSB Grafite (2021)- BSB (Hip Hop) - 3a edição (2021)- BSB Grafite - 2a edição (2023)- Rivas Vida Hip Hop - Exposição da trajetória (2023)- BSB (Hip Hop) - 4a Edição (2023)- BSB Grafite Comunidade (2024)Todos os projetos e, para efeito de comparação, os de grafite, tiveram grande impacto nas comunidades, revitalizando e ganhando espaços para os seus moradores.O site, portanto, acompanhou todas as edições, mas, por questões de chancela, mantém apenas a edição corrente de cada projeto (https://www.brasilsuperbattle.com/).O perfil do Instagran, matém o registro de todas essas iniciativas culturais (https://www.instagram.com/brasilsuperbattle)

Especificação técnica

1. OBRAS DE GRAFITE (Intervenções Urbanas Artísticas)Execução de obras de grafite em paredes e superfícies previamente autorizadas, em espaços públicos e escolares, com dimensões variáveis conforme o local (média entre 6m² e 8m² por obra de cada artista). As pinturas serão realizadas com tinta spray e, quando necessário, complementadas com tinta acrílica, utilizando técnicas de lettering, personagens e muralismo contemporâneo. Cada obra contará com etapa de concepção artística (croqui), preparação da superfície, pintura e finalização. A execução será realizada por artistas grafiteiros convidados e participantes do projeto.Após a execução das obras, serão aplicados QRCODES para que pessoas cegas possam utilizar seus aplicativos de audiodescrição, usufruindo das informações sobre o artisa e sua produção. As obras terão caráter permanente ou semipermanente, respeitando as condições do espaço, e serão registradas por meio fotográfico e audiovisual para fins de difusão.2. WORKSHOPS DESMONSTRATIVOS NAS ESCVOLAS (Oficinas Formativas)Os workshops demonstrativos de grafite serão realizados em 4 escolas públicas da região, com periodicidade de 1 workshop por semana, atendendo aproximadamente 50 alunos por turma, com duração de 2 horas cada. As atividades serão conduzidas por arte-educadores grafiteiros e estruturadas em três momentos: apresentação teórica introdutória sobre o grafite e sua diferenciação em relação à pichação; demonstração prática de técnicas básicas diretamente nos muros das escolas; e participação dos alunos na construção de uma obra coletiva. O conteúdo abordará fundamentos do grafite, incluindo tipos de linhas e traços, letras ornamentais (estilo livre e comics), desenhos ornamentais (cartoon e livre), composição em formas geométricas, noções de teoria das cores e uso de materiais como sprays. A metodologia será participativa, com foco no estímulo à expressão artística e no desenvolvimento do olhar crítico dos estudantes. Não haverá certificação para os participantes, sendo a avaliação realizada pelos educadores por meio de relatório técnico sobre o desenvolvimento das atividades.3. WORKSHOPS DE CAPACITAÇÃO DE GRAFITEIROS (Formação Artística)Os workshops de capacitação para grafiteiros serão realizados em 4 encontros presenciais, nos dias que antecedem o mutirão de grafite, com duração de 3 horas cada, atendendo até 20 participantes por turma. As oficinas serão ministradas por grafiteiros convidados de reconhecida trajetória, com foco na demonstração de técnicas autorais e no compartilhamento de conhecimentos que contribuam para o aprimoramento técnico dos participantes. A metodologia consiste na apresentação prática das técnicas utilizadas pelos instrutores, seguida de exercícios em que os participantes são convidados a reproduzir e adaptar essas técnicas em produções próprias, com acompanhamento direto dos arte-educadores. Os conteúdos não seguem uma grade fixa, sendo orientados pelas especialidades dos artistas convidados, priorizando técnicas reconhecidas por sua originalidade ou pela qualidade de sua execução. Ao final das oficinas, será emitido certificado de participação para os grafiteiros inscritos, e a avaliação ocorrerá por meio de observação dos educadores e coleta de feedback oral dos participantes.

Ficha técnica

RIVANILSON ALVES - Rivas (Produtor e Grafiteiro - Responsável legal)Rivas é considerado um dos pais do Hip Hop do DF e multiartista, já foi BBoy e atua nas áreas do rap, grafite, MC e em produções culturais dede 1986, sendo referência da cultura Hip Hop no Brasil desde os anos 80. Fundador de grupos e iniciativas marcantes como Reforços Breakers, Álibi e o Encontro de B.Boys e B.Girls do DF (iniciado em 1089 e um dos mais longevos do país), também lidera projetos socioculturais por meio da equipe Força Tarefa, promovendo formação, arte-educação e economia criativa e acumulando vários prêmios em sua trajetória.Com trajetória premiada, segue ativo na música e na produção cultural, ampliando seu legado junto a novas gerações, incluindo parcerias com seu filho Ravel.Em fase de pré-produção, irá selecionar os locais para o mutirão, obter as autorizações necessárias da comunidade e das autorirades, fará contato com as escolas, e, na condição de proponente, supervisionará as áreas de produção e divulgação do projeto. Em Produção para coordenar as ações nas escolas, supervisão e organização das oficinas e coordenação do mutirão de grafite, sendo responsável por manter a relação com a comunidade que irá receber a intervenção artística. Finalmente, em pós-produção, coordenará os trabalhos de aplicação do QRCODE e atualização do site, pagamento dos últimos fornecedores, aprovação e entrega do relatório final do projeto.JANE ALVES (Coordenadora de Produção)Jane é artista multidisciplinar com trajetória iniciada nos anos 80, atuando como bailarina, B.Girl e atleta de ginástica aeróbica, além de instrutora e coreógrafa.Integra e produz ações da cultura Hip Hop há décadas, com destaque para o grupo Reforços Breakers e o evento Brasil Super Battle.Atua como produtora cultural, arte-educadora e gestora, desenvolvendo projetos socioculturais, oficinas e formações voltadas à economia criativa.Seu trabalho é marcado pela valorização das mulheres, inclusão social e geração de renda, promovendo arte, cidadania e transformação social.FERNANDO CORDEIRO DA COSTA - Elon (Coordenador Técnico e Grafiteiro/DF)Artista plástico, monitor e arte educador, com trajetória desde 1993. Realizou vários projetos em sala de aula com o grafitti, cria murais impactantes que refletem a realidade social e cultural da Ceilândia, utilizo cores vibrantes e traços expressivos, criando um contraste marcante com o ambiente urbano. As obras podem ser vistas em muros de escolas e centros comunitários, inspirando jovens e promovendo a reflexão sobre as suas realidades, identidades e pertencimento à comunidade.NAIANA MENDES DA SILVA ALVES - Nati (Grafiteira/DF)Nati é grafiteira, arte-educadora e produtora cultural atuante no Distrito Federal desde 2006, sendo reconhecida como uma das pioneiras mulheres no graffiti da região. Desenvolve trabalhos em exposições, curadoria e eventos, além de ministrar oficinas e atuar na formação de artistas e elaboração de projetos culturais.Possui participação em eventos nacionais e internacionais e integra comissões de seleção e projetos relevantes da arte urbana.Premiada em diferentes edições do FAC, sua trajetória é marcada pelo fortalecimento do protagonismo feminino e pela atuação na cultura Hip Hop.ALEXANDRE RAMOS SOUZA - Chambs (Grafiteiro/SP)Artista de grafite oriundo da periferia de São Paulo, com trajetória iniciada na adolescência, influenciado pela cultura Hip Hop e pelo desenho autodidata.Desde 1997 atua na cena do graffiti, destacando-se por um estilo autoral que mistura caricatura, comics, mangá e realismo, com temática marcante ligada a primatas e comportamentos urbanos.Ganhou projeção nacional e internacional, participando de importantes eventos e exposições, além de ter trabalhos divulgados em revistas especializadas e intercâmbios culturais.É fundador do coletivo DAVILA Nós Somos, atuando na promoção e fortalecimento da cultura Hip Hop por meio de ações culturais e gestão de espaço comunitário.EDGAR BERNARDO DOS SANTOS - Edmun (Grafiteiro/MG)Artista desde 1997, esteve presente em grandes eventos em todas regiões brasileiras e também em países da América Latina, América do Norte, Europa e Estados Unidos, onde expôs em Museus e Festivais importantes. Fundou o grupo PDF Crew, e também faz parte da DMC Rock (Grupo Europeu) e fez parte da FX Crew, uma das crews mais importantes da história do graffiti de New York, onde tem murais espalhados pelo Bronx. Tem formação como Agente Cultural por um projeto de extensão da UFMG e FAE com duração de 2 anos e ministra oficinas, palestras e workshops para crianças até professores universitários dentro e fora do país, como em Medellín CO, La Paz - Bolívia, Pasto CO entre outros.MARIA EDUARDA PEREIRA - Síria (Grafiteiro/DF)Síria é artista visual e grafiteira do Distrito Federal, com trajetória no graffiti iniciada em 2017, a partir de sua relação com a cultura Hip Hop e os espaços urbanos. Sua pesquisa artística se concentra no caligraffite, técnica que une caligrafia, ornamentalismo e abstração, criando obras marcadas por identidade visual própria. Participou de festivais, mutirões e intervenções urbanas no DF, Goiás, Espírito Santo, Paraná e Acre, representando a arte urbana brasiliense em diferentes contextos. Também atuou como assistente de produção e pintura em grandes projetos expositivos no CCBB Brasília, ampliando sua experiência nas artes visuais e na produção cultural.THUIZA OLIVEIRA ROCHA - Scórpia (Grafiteira/DF)Scorpia, nome artístico de Thulza Oliveira, é grafiteira e artista urbana de Brasília, com trajetória iniciada em 2020, quando encontrou no graffiti uma forma de expressão pessoal e artística.Sua produção mistura figura feminina, referências urbanas e elementos em perspectiva, valorizando a presença das mulheres na cena do graffiti.Participou de eventos, oficinas e intervenções em Brasília, Goiás, Bahia e Rio de Janeiro, com destaque para prêmios e ações em espaços públicos, escolas e festivais. Sua trajetória é marcada pela defesa do protagonismo feminino na arte urbana e pelo incentivo à participação de novas mulheres no graffiti.PAULA RODRIGUES PRATINI (Assessoria de Imprensa)Paula Pratini é jornalista, assessora de imprensa, produtora cultural e fotógrafa, com formação em Jornalismo e atuação especializada nas áreas de cultura, entretenimento e gastronomia.Desenvolve trabalhos em comunicação, produção e fotografia para festivais, exposições, eventos culturais, projetos de arte urbana e iniciativas gastronômicas.Sua trajetória inclui participação em projetos como Circuito Muralha de Graffiti, Encontro de Arte Urbana nas Escolas, BSBattle de Danças Urbanas e Festival B.I.T.I.D.Também possui ampla experiência em coberturas fotográficas de festivais de música, cinema e grandes eventos nacionais e internacionais.O CARCARÁ - GESTÃO, FORMAÇÃO E TECNOLOGIA LTDA (Coordenação Administrativa)O Carcará é uma inovadora em diferentes áreas da economia criativa, com trajetória na elaboração, produção e gestão de projetos, bem como na formação de agentes culturais das periferias visando a capacitá-los para que apresentem seus próprios projetos. Nos últimos anos destacam-se os projetos Manutenção da ACORDE/GO (2025), Manutenção do Instituto MãeÁfrica/DF (2025), Brasil Super Battle (2018, 2021, 2022, 2024 e 2025), Arte Urbana nas Escolas (2018, 2022, 2023 e 2024), Rivas Vida Hip Hop (2023), Gama Vida e Arte Festival (2023), Turnê Cenários do músico Di Stefano, Manutenção da Start Family Crew (2022 e 2023), as peças Incômodos (2022), Deixe a Luz da Varanda Acesa (2018 e 2022), Oficina Raízes Africanas (2016, 2021 e 2023), além de das capacitações ministradas por meio das Oficinas Populares de Gestão Cultural.

Acessibilidade

Na acessibilidade física, o projeto prevê que os workshops sejam realizados em escolas públicas, ambientes que já devem dispor de estruturas de inclusão e atendimento a pessoas com deficiência. Para o mutirão de grafite, que ocorrerá em espaço aberto na Ceilândia, será reservado espaço específico para que pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida possam acompanhar a produção das obras com segurança e boa visibilidade. O cronograma também prevê visitas técnicas prévias aos locais do mutirão, o que permite verificar rotas de circulação, pontos de acesso e eventuais ajustes logísticos antes da realização das ações.Na acessibilidade de conteúdo, a solução é bem adequada à linguagem do grafite: as obras visuais receberão QR Codes que permitirão o acesso à audiodescrição das imagens e a informações do projeto, ampliando a fruição por pessoas cegas ou com baixa visão. O cronograma já prevê a produção da audiodescrição, aplicação dos QR Codes nas imagens e publicação no site na etapa de pós-produção.Além disso, o plano de comunicação prevê descrição de postagens, no modelo conhecido como #PraCegoVer ou #PraTodosVerem, para que as peças gráficas também cheguem a pessoas com deficiência visual. O site do projeto será estruturado com recursos como conteúdo audiovisual acessível, Libras, áudio, audiodescrição e/ou legenda, navegação por teclado, organização semântica, definição de idioma, alt text, cabeçalhos e opção de pular para o conteúdo principal.O projeto também prevê tradução presencial de Libras durante as ações, além de vídeos com janela de Libras, legendas e audiodescrição. O orçamento contempla itens específicos para legendagem, tradutor/adaptador de Libras e audiodescrição de imagens para vídeo.

Democratização

O projeto será integralmente gratuito para o público, não havendo cobrança de ingressos, taxas de inscrição ou comercialização de produtos e serviços gerados no âmbito da proposta. A distribuição dos produtos culturais ocorrerá de forma pública e aberta, por meio da realização do mutirão de grafite em espaços de circulação comunitária, permitindo que moradores, estudantes, trabalhadores, transeuntes e demais interessados acompanhem a produção das obras e usufruam gratuitamente do resultado artístico após sua conclusão.As obras de grafite permanecerão acessíveis nos muros autorizados, funcionando como exposição pública a céu aberto, sem barreiras de entrada ou limitação de visitação. A participação nas atividades formativas também será gratuita, contemplando workshops demonstrativos em escolas públicas e oficinas voltadas a grafiteiros locais, ampliando o acesso de estudantes, jovens da comunidade e agentes culturais da arte urbana.Como medidas adicionais de ampliação de acesso, o projeto realizará ações de mobilização nas escolas, atividades formativas paralelas ao mutirão, divulgação ampla em redes sociais, site do projeto e veículos de comunicação, além da publicação de registros audiovisuais na internet. Também serão disponibilizados conteúdos acessíveis, incluindo vídeos com recursos de acessibilidade, audiodescrição das obras e aplicação de QR Codes junto aos grafites, permitindo que pessoas com deficiência visual acessem informações sobre as obras e sobre o projeto por meio de seus aplicativos de acessibilidade.Dessa forma, a democratização de acesso será garantida pela gratuidade integral, pela realização das ações em território periférico, pela ocupação cultural de espaços públicos e comunitários, pela oferta de formação artística gratuita e pela difusão digital dos conteúdos produzidos, ampliando o alcance do projeto para além do público presencial.