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2º Encontro Etnico Afro-descendente Resgate e Difusão da Memoria Viva na Chapada Diamantina

Início: 13/05/2027Término: 10/08/2027Aceite: 29/04/2026

Resumo

O II Encontro Étnico Afrodescendente da Chapada Diamantina, é um Encontro de culturas que propõe se a realizar, nos dias 25 e 26 de julho de 2027, no povoado de Caeté-Açu (BA), promovendo a música tradicional como eixo integrador das artes.O projeto tem como foco a salvaguarda do patrimônio imaterial, com destaque para o Jare, manifestação cultural de matriz africana própria da Chapada Diamantina.Propõe o intercâmbio entre mestres, artistas e comunidades afrodescendentes, fortalecendo a memória viva e as identidades culturais.Amplia o acesso à cultura, à educação patrimonial e ao combate ao racismo por meio de ações artístico-formativas.Contribui para o desenvolvimento local, a economia criativa e a valorização da cultura afro-brasileira no interior do país.

Sinopse

SINOPSE DA PROPOSTAO II Encontro Étnico Afrodescendente da Chapada Diamantina é um evento cultural multidisciplinar que reúne manifestações afro-brasileiras por meio de apresentações musicais, vivências formativas, rodas de conversa, exposições e atividades educativas, tendo como eixo central a música tradicional e a salvaguarda do patrimônio imaterial.Realizado no povoado de Caeté-Açu, no município de Palmeiras, território da Chapada Diamantina, o projeto destaca o Jare como expressão cultural de matriz africana própria da região, promovendo sua valorização e visibilidade.A programação integra mestres, artistas e comunidades tradicionais de diferentes regiões do Brasil, fortalecendo o intercâmbio cultural, a memória viva e a transmissão de saberes ancestrais.As atividades incluem shows musicais, oficinas de canto, percussão e dança, rodas de prosa, contação de histórias, exposições e feira cultural, com acesso gratuito ao público.Classificação indicativa: livre.

Objetivos

Objetivo GeralRealizar o II Encontro Étnico Afrodescendente da Chapada Diamantina, nos dias 24 e 25 de julho, no município de Palmeiras (BA), com a finalidade de promover a música tradicional afro-brasileira como eixo estruturante de integração das artes, tendo como foco a salvaguarda do patrimônio cultural imaterial, com destaque para o Jare — manifestação cultural de matriz africana própria da Chapada Diamantina —, fortalecendo o intercâmbio cultural, a valorização das identidades afrodescendentes e a transmissão de saberes por meio da educação cultural. Objetivo específico- Realizar programação musical estruturante, com apresentações de manifestações culturais afro-brasileiras, consolidando a música como eixo central do projeto e elemento integrador das demais linguagens artísticas.- Promover a salvaguarda e valorização do Jare, manifestação cultural de matriz africana própria da Chapada Diamantina, garantindo sua visibilidade, reconhecimento e protagonismo dentro da programação.- Fomentar vivências formativas em música, dança, canto e percussão, ampliando o acesso a saberes tradicionais por meio da transmissão direta entre mestres e público.- Estimular o intercâmbio cultural entre mestres, comunidades quilombolas, artistas e público, promovendo o diálogo entre tradições afrodescendentes de - diferentes territórios e contextos (rural e urbano).- Promover ações de educação cultural e patrimonial, incluindo rodas de conversa, contação de histórias e espaços de leitura, com foco na valorização da cultura afro-brasileira e na aplicação da Lei 11.645/08.- Valorizar e fortalecer o protagonismo de mestres e detentores de saberes tradicionais, assegurando espaço para difusão de suas práticas, narrativas e memórias.- Incentivar a economia criativa local, por meio da realização de feira de artesanato e da comercialização de produtos culturais durante o evento.- Ampliar o acesso à cultura no território, utilizando diferentes espaços do povoado de Caeté-Açu, como o Salão Comunitário, a Praça Principal e o Ponto de Cultura Associação Safar Miramas.- Dar visibilidade às manifestações culturais afro-brasileiras, promovendo sua difusão por meio de ações de comunicação em mídias locais, jornais e veículos culturais.- Fortalecer o reconhecimento da identidade afro-brasileira, promovendo ações de conscientização sobre a herança cultural africana na formação social e cultural do Brasil.- Contribuir para a preservação do patrimônio cultural imaterial, por meio da valorização das práticas tradicionais e do estímulo à sua continuidade entre diferentes gerações.- Impulsionar o desenvolvimento cultural, social e econômico local, fortalecendo o turismo cultural e a circulação de bens e serviços no território.Metas- Alcançar público mínimo de 1.000 pessoas, entre moradores, visitantes e artistas, durante a realização do evento no território da Chapada Diamantina.- Realizar ações de divulgação em múltiplos canais de comunicação, incluindo mídias locais, redes sociais e veículos culturais, garantindo o acesso à informação sobre o evento.- Promover a participação de mestres, artistas e representantes de comunidades quilombolas e de matrizes africanas, assegurando o intercâmbio cultural entre diferentes territórios.- Garantir a valorização e visibilidade do Jare, manifestação cultural local reconhecida como patrimônio imaterial, por meio de sua inserção na programação oficial do evento.- Realizar atividades formativas multiartísticas, incluindo vivências em música, canto, percussão e dança, voltadas ao público local e visitante.- Implantar espaço para comercialização de produtos culturais, por meio de feira de artesanato com participação de expositores locais e convidados.- Promover ações de educação cultural e patrimonial, contribuindo para a conscientização sobre as tradições afro-brasileiras e o reconhecimento das identidades afrodescendentes.- Ocupar e ativar, no mínimo, três espaços culturais do povoado de Caeté-Açu, garantindo descentralização e acesso ampliado às atividades do evento.- Fortalecer a difusão das culturas afro-brasileiras, por meio da realização de apresentações musicais e manifestações tradicionais.- Estimular o diálogo entre tradição e contemporaneidade, promovendo o encontro entre mestres de saberes tradicionais e públicos diversos.

Justificativa

Justificativa do ProjetoA realização do II Encontro Étnico Afrodescendente da Chapada Diamantina se fundamenta na necessidade de valorização, preservação e difusão das culturas afro-brasileiras como expressões estruturantes da identidade nacional, especialmente em territórios onde essas manifestações permanecem vivas, porém historicamente sub-representadas nas políticas culturais.O projeto será realizado no povoado de Caeté-Açu, no município de Palmeiras, território inserido na Chapada Diamantina, região marcada por forte presença de tradições afro-brasileiras e por práticas culturais que constituem importantes referências de patrimônio imaterial. Entre elas, destaca-se o Jare, manifestação religiosa de matriz africana própria da Chapada Diamantina, cuja preservação e valorização demandam ações estruturadas de salvaguarda e visibilidade.Nesse contexto, a utilização do mecanismo da Lei Rouanet se justifica por possibilitar a realização de um projeto de relevante interesse público, voltado à democratização do acesso à cultura e à valorização da diversidade cultural brasileira. Trata-se de uma iniciativa que dificilmente seria viabilizada exclusivamente por recursos próprios ou locais, considerando sua abrangência, caráter formativo, intercultural e territorial.A Lei de Incentivo à Cultura se apresenta, portanto, como instrumento essencial para promover a descentralização dos investimentos culturais, direcionando recursos para o interior do país e fortalecendo territórios historicamente afastados dos grandes circuitos culturais. Ao ser realizado em Caeté-Açu, o projeto amplia o acesso da população local a bens culturais e fomenta a circulação de artistas, mestres e saberes tradicionais.Além disso, o projeto contribui diretamente para a salvaguarda do patrimônio cultural imaterial, ao valorizar práticas como o Jare e outras manifestações afro-brasileiras, reconhecendo seus detentores como agentes fundamentais da cultura. Ao promover o encontro entre diferentes tradições, fortalece redes culturais e amplia o intercâmbio de saberes entre territórios.A iniciativa também possui caráter educativo, ao desenvolver ações de formação e conscientização por meio da música, da oralidade e das expressões artísticas, contribuindo para o reconhecimento da herança africana na formação cultural brasileira e para o enfrentamento das desigualdades raciais.A trajetória da Moreterra Produções reforça a relevância da proposta, considerando sua atuação contínua na promoção de ações culturais voltadas às tradições afro-brasileiras, com experiência em eventos, oficinas e intercâmbios culturais que fortalecem o protagonismo de comunidades e artistas.Dessa forma, o projeto se alinha plenamente aos objetivos da Lei de Incentivo à Cultura, ao promover a democratização do acesso, a valorização da diversidade cultural, a descentralização territorial e o fortalecimento da economia criativa, reafirmando a cultura como direito e como vetor de desenvolvimento social.

Etapas

CRONOGRAMA DE EXECUÇÃOPRÉ-PRODUÇÃO (13 de maio a 23 de julho de 2027)Atualização e adequação final do projeto aprovadoPeríodo: 13 a 20 de maio de 2027Contato, articulação e confirmação de mestres, artistas e representantes de matrizes africanasPeríodo: 20 de maio a 10 de junho de 2027Formalização de parcerias institucionais e comunitárias no territórioPeríodo: 20 de maio a 20 de junho de 2027Contratação da equipe de produção e coordenaçãoPeríodo: 01 a 10 de junho de 2027Desenvolvimento da identidade visual e materiais de comunicaçãoPeríodo: 05 a 20 de junho de 2027Planejamento logístico (transporte, hospedagem, alimentação e estrutura)Período: 10 de junho a 05 de julho de 2027Contratação de artistas locais, regionais e nacionaisPeríodo: 10 a 30 de junho de 2027Início e execução do plano de divulgaçãoPeríodo: 20 de junho a 25 de julho de 2027Contratação de fornecedores (som, luz, palco, gerador, tendas e estruturas)Período: 01 a 10 de julho de 2027Organização dos espaços (praça, salão comunitário e ponto de cultura)Período: 10 a 20 de julho de 2027PRODUÇÃO / REALIZAÇÃO (24 e 25 de julho de 2027) Montagem de estrutura técnica (palco, som, iluminação, estandes e sinalização)Período: 22 e 23 de julho de 2027Realização do II Encontro Étnico Afrodescendente da Chapada Diamantina no território da Chapada DiamantinaPeríodo: 24 e 25 de julho de 2027Execução da programação artística, formativa e cultural (shows, vivências, rodas de conversa e feira cultural)Período: 24 e 25 de julho de 2027Desmontagem das estruturasPeríodo: 25 a 26 de julho de 2027PÓS-PRODUÇÃO (26 de julho a 10 de agosto de 2027)Organização de registros audiovisuais, clipagem e sistematização de dadosPeríodo: 26 de julho a 05 de agosto de 2027Elaboração de relatórios técnicos e de execuçãoPeríodo: 01 a 08 de agosto de 2027Prestação de contas e envio de documentação aos patrocinadores e órgãos competentesPeríodo: até 10 de agosto de 2027ESPAÇOS DE REALIZAÇÃO E PROGRAMAÇÃO DAS ATIVIDADESO II Encontro Étnico Afrodescendente da Chapada Diamantina contará com uma programação integrada, distribuída em diferentes espaços públicos e comunitários do povoado de Caeté-Açu, no município de Palmeiras, território da Chapada Diamantina.A ocupação desses espaços visa ampliar o acesso, descentralizar as atividades e promover a integração entre público, artistas e comunidade local. Espaço 1 – Coreto da Praça PrincipalFunção: Espaço central de apresentações e grande circulaçãoShows musicais das manifestações afro-brasileirasRodas de dança popularOficinas de música e percussãoRoda de conversa com mestres e detentores de saberes tradicionais Espaço 2 – Circo do Capão / Associação Safar MiramasFunção: Espaço de convivência cultural, economia criativa e programação noturnaExposição e comercialização de produtos culturais e artesanato afro-brasileiroApresentações artísticas noturnasEspaço de leitura e difusão culturalRodas de conversa temáticasOficinas formativas Espaço 3 – Salão ComunitárioFunção: Espaço formativo e de vivências culturaisOficinas de percussãoVivências de dança afro-brasileiraAtividades de formação cultural e patrimonial Espaço 4 – Sede Cultural / Rede Criativa Moreterra ProduçõesFunção: Espaço de articulação, memória e intercâmbio culturalAcolhimento e apoio a artistas e mestres convidadosRealização de encontros e rodas de diálogo (“Café com Artistas”)Registro e produção de conteúdo (podcast e memória do evento)

Estratégia de execução

PLANO DE DIVULGAÇÃO E RETORNO DE IMAGEM AO PATROCINADOR1. Estratégia Geral de DivulgaçãoO II Encontro Étnico Afrodescendente da Chapada Diamantina adotará uma estratégia de comunicação integrada, com foco na ampliação do acesso à informação, valorização cultural e mobilização de públicos diversos, com ênfase no território da Chapada Diamantina e alcance regional e nacional.A comunicação será estruturada em três frentes principais:mídias digitaiscomunicação local e comunitáriamateriais gráficos e institucionais 2. Canais e Ações de Divulgação2.1 Mídias DigitaisDivulgação em redes sociais oficiais do projeto (Instagram, Facebook e outras plataformas digitais)Criação de identidade visual e campanha digitalPublicação de conteúdos periódicos (artistas, programação, bastidores e ações culturais)Cobertura em tempo real durante o evento (stories, vídeos e registros)Pós-evento com registros audiovisuais 2.2 Comunicação Local e RegionalParcerias com rádios comunitárias e veículos locaisDivulgação em jornais e revistas culturaisMobilização comunitária no povoado de Caeté-Açu e região de PalmeirasArticulação com escolas, associações culturais e coletivos locais 2.3 Materiais GráficosCartazes e panfletos distribuídos em pontos estratégicosFaixas e banners nos espaços de realizaçãoProgramação impressa do eventoSinalização visual nos locais das atividades 3. Retorno de Imagem ao PatrocinadorO projeto garantirá ampla visibilidade institucional aos patrocinadores, por meio das seguintes ações:Inserção de logomarca em todos os materiais de divulgação, físicos e digitaisDestaque da marca em peças gráficas, redes sociais e identidade visual oficialAplicação de marca em banners, palco, backdrops e espaços do eventoMenção institucional em abertura oficial e comunicações públicasInserção da marca em registros audiovisuais e conteúdos pós-eventoPossibilidade de citação em entrevistas e materiais de imprensa 4. Visibilidade durante o EventoDurante a realização do evento em espaços públicos de Caeté-Açu, será garantida a exposição da marca do patrocinador em locais de grande circulação, incluindo:Palco principal (shows musicais)Espaços de feira culturalÁreas de convivência e circulaçãoMateriais institucionais distribuídos ao público 5. Alcance e Impacto de ComunicaçãoA estratégia de divulgação busca atingir:moradores da Chapada Diamantinapúblico regional e visitantescomunidades culturais e afrodescendentespúblico interessado em cultura e música tradicionalCom estimativa de público presencial superior a 1.000 pessoas, além do alcance ampliado por meio das plataformas digitais. 6. Pós-Evento e MemóriaApós a realização, serão produzidos:registros fotográficos e audiovisuaisconteúdos digitais para redes sociaisrelatório de execução com clipping de mídiaEsses materiais garantirão a continuidade da visibilidade do patrocinador, ampliando o alcance do projeto para além de sua realização presencial.

Especificação técnica

ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO PRODUTOO II Encontro Étnico Afrodescendente da Chapada Diamantina é estruturado como um conjunto de produtos culturais integrados, com foco na música tradicional afro-brasileira e na salvaguarda do patrimônio imaterial. 1. Apresentações Musicais (Shows)Formato: apresentações ao vivo em palco abertoDuração: média de 60 a 90 minutos por apresentaçãoEstrutura: palco com sistema de sonorização profissional, iluminação cênica e apoio técnicoConteúdo: manifestações musicais afro-brasileiras (samba de roda, maracatu, coco, entre outros)Classificação indicativa: livre 2. Vivências e Oficinas FormativasFormato: atividades práticas conduzidas por mestres e artistasDuração: 1h30 a 2h por atividadeConteúdo: canto, percussão, dança afro-brasileira e saberes tradicionaisMetodologia: ensino baseado na oralidade, prática coletiva e transmissão intergeracionalPúblico: jovens, adultos e interessados em geralClassificação indicativa: livre 3. Rodas de Conversa (Rodas de Prosa)Formato: encontros dialógicos com mestres, pesquisadores e artistasDuração: 60 a 90 minutosTemas: cultura afro-brasileira, patrimônio imaterial, Jare, identidade e territórioMetodologia: escuta ativa, troca de experiências e construção coletiva de conhecimentoClassificação indicativa: livre 4. Exposições e Feira CulturalFormato: estandes físicos para exposição e comercializaçãoDuração: funcionamento contínuo durante o eventoConteúdo: artesanato, vestuário, instrumentos musicais e produtos culturais afro-brasileirosEstrutura: barracas/tendas padronizadasObjetivo: fortalecimento da economia criativa localClassificação indicativa: livre 5. Espaço de Leitura e Contação de HistóriasFormato: ambiente aberto com mediação culturalDuração: atividades contínuas e sessões programadas (30 a 60 minutos)Conteúdo: literatura afro-brasileira e narrativas oraisMetodologia: mediação de leitura, contação de histórias e interação com o públicoClassificação indicativa: livre 6. Registro Audiovisual e DifusãoFormato: captação de imagem e som durante o eventoProduto: registros em vídeo, fotografias e conteúdos digitaisFinalidade: memória do projeto e difusão em plataformas digitaisClassificação indicativa: livre 7. Projeto Pedagógico (Transversal)O projeto adota uma abordagem pedagógica baseada na educação não formal, valorizando a cultura como ferramenta de formação, identidade e transformação social.Princípios:valorização da oralidade e dos saberes tradicionaisprotagonismo de mestres e comunidadesintercâmbio culturalfortalecimento da identidade afro-brasileiraEixos formativos:música como linguagem centralcorpo e expressão (dança)memória e ancestralidadeterritório e pertencimentoDiretrizes:alinhamento com a Lei 11.645/08estímulo à educação patrimonialcombate ao racismo por meio da cultura

Ficha técnica

Nome Função CPF Localização Cor/Raça 1-Elizete Ramos Fernandes Dir. Produção Executiva - Direção Geral 05066291636Palmeiras Negra 2-Danieli Francis Fernandes Assistente de Direção e Executiva Branca 3-Fabiana Tavares de Araujo Produção Local 986.737.005-82Palmeiras - BA Preta4-Joice dos Santos Coordenação ]03346431550Negra5-Leila Oliveira CampeloMarketing Digital/Social Media02111919578Preta6 -Zanaira Ferreira Produção Salvador Preta 7-Alex Santana França (Lecco França)Comunicação e Difusão 81212186591Preto8-Qeñoa Macae Warman RamosProdutor Local862.315.575-02Palmeiras - Pardo

Acessibilidade

Plano de acesso / AcessibilidadeTodas as atividades do Encontro Etnico Afrodescendente da Chapada Diamantina serão gratuitas, fortalecendo o direito ao acesso e ao consumo dos bens e das práticas culturais. O Encontro propõe manter durante todo o ano, após a sua realização, o site www.encontroetnicoafrodescedente.com.br O site terá como objetivo o fomento à pesquisa, a continuidade e o fortalecimento de nossa identidade cultural, colaborando na formação de registros, debates e fóruns sobre a cultura genuinamente nacional, bem como a democratização das informações durante o projeto por meio digital.Visibilidade: Estadual e Nacional O público tomará conhecimento das atividades através da divulgação, da distribuição de material gráfico e dos meios de comunicação locais tendo acesso gratuito às apresentações, feira, palestras e exposições.O Projeto será realizado em pontos diversos da cidade para obter públicos diversos e aumentar a possibilidade de acesso aos participantes. 1 Acessibilidade EstruturalAcesso ao localCriar suporte para rampa de acesso com inclinação adequada (8,33% ou 1:12).Piso tátil direcional e de alerta nas entradas principais.Optar por portas com largura mínima de 80 cm.Sinalização visual clara (pictogramas) e em braille.Corrimãos em escadas e rampas, nos dois lados.Banheiros adaptadosPelo menos 1 banheiro acessível por sexo (ou unissex) com:Barras de apoio.Altura de lavatórios e espelhos adequada.Espaço para manobra de cadeira de rodas.EstacionamentoVagas reservadas e sinalizadas para PCDs, próximas da entrada.2. Acessibilidade ComunicacionalDivulgação inclusivaMateriais de divulgação com:Contraste de cores e fontes legíveis.Versões em áudio e Libras (vídeos e redes sociais).Textos alternativos em imagens digitais.Website e redes sociais com acessibilidade (uso de leitores de tela, navegação por teclado).Sinalização durante o eventoPlacas com textos legíveis, alto contraste e pictogramas universais.Avisos sonoros e visuais (ex: início de atividades, emergências).3. Acessibilidade ProgramáticaIntérpretes de LibrasDisponíveis nos principais palcos e painéis.Identificados com coletes ou crachás.Legendas em tempo real (STTR)Em palestras, painéis e filmes.Telões visíveis para o público.Áudio-descriçãoDisponível para espetáculos, filmes ou exposições.Dispositivos com fones de ouvido (ponto de retirada identificado).4. Acessibilidade AtitudinalEquipe capacitadaTreinamento da equipe e voluntários sobre:Atendimento inclusivo e linguagem adequada.Primeiros socorros e apoio a PCDs.Equipe de acolhimento especializada (ponto de apoio acessível).5. Transporte e DeslocamentoParcerias com apps de transporte com veículos acessíveis.Informações no site sobre rotas acessíveis por transporte público.6. Espaços de Descanso e ApoioÁreas de descanso com cadeiras e sombra.Espaço reservado para cadeiras de rodas próximo aos palcos.Espaço família e fraldário acessível.7. Plano de Emergência AcessívelRotas de fuga sinalizadas para PCDs.Comunicação de emergência em Libras e mensagens visuais.Equipe treinada para evacuação assistida.8. Avaliação e MonitoramentoAplicação de formulário de feedback acessível (digital e físico).Equipe de acessibilidade disponível nos dois dias.Canal de atendimento para sugestões e denúncias.

Democratização

DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSOO II Encontro Étnico Afrodescendente da Chapada Diamantina será realizado com acesso integralmente gratuito, garantindo ampla participação da população local, visitantes e agentes culturais, sem qualquer tipo de barreira econômica.A programação será distribuída em espaços públicos e de uso comunitário no povoado de Caeté-Açu, no município de Palmeiras, território da Chapada Diamantina, incluindo praça pública, salão comunitário e ponto de cultura, promovendo a descentralização e facilitando o acesso de diferentes públicos.Serão realizadas atividades abertas e acessíveis, como apresentações musicais, vivências formativas em canto, percussão e dança, rodas de conversa e contação de histórias, ampliando o acesso não apenas ao consumo cultural, mas também à participação ativa e à formação.O projeto prevê ainda a realização de oficinas e vivências gratuitas, com foco na transmissão de saberes tradicionais por mestres e artistas, fortalecendo o acesso ao conhecimento e à educação cultural.Como estratégia de ampliação de alcance, serão promovidas ações de divulgação em mídias locais e digitais, além da possibilidade de registro audiovisual e difusão de conteúdos em plataformas online, ampliando o acesso ao público que não puder estar presencialmente.O evento também contará com feira de artesanato e produtos culturais, incentivando a economia criativa local, com acesso livre ao público, promovendo a valorização dos produtores culturais e o contato direto com bens culturais tradicionais.Adicionalmente, o projeto contribui para a democratização do acesso ao valorizar e dar visibilidade ao Jare — manifestação cultural de matriz africana própria da Chapada Diamantina — ampliando o reconhecimento de expressões culturais historicamente invisibilizadas